Bucetelia no Pais das Perseguidas

 

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bucetÉlia no paÍs das perseguidas

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leandro francisco de paula bucetÉlia no paÍs das perseguidas

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o conteúdo desta obra inclusive revisão ortográfica é de responsabilidade exclusiva do autor

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dedico esse livro a todos os que já leram contos infantis.

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agradeço a mim mesmo e a deus

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capítulo 1

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bucetélia se banhava no lago num dia ensolarado estava cansada do marasmo das manhãs comuns de repente avistou na borda do lago alguns cogumelos bonitos não pensou duas vezes os comeu logo as águas nas quais se banhava começaram a formar uma espécie de tromba d água o centro daquilo sugou bucetélia fazendo-a deslizar para dentro do buraco formado por tal fenômeno a menina sentiu deslizar naquele túnel umedecido era uma sensação estranha para ela nunca tinha vivenciado uma experiência como aquela deslizava com velocidade de forma que não conseguia nem mesmo raciocinar não sabia para onde ia também nem se importava sentiu um impacto quando o túnel chegou ao fim deslizou mais um pouco no chão molhado da sala na qual estava bucetélia olhou em volta e percebeu que era outro lugar desconhecido óbvio no local havia uma mesa grande as paredes eram meio avermelhadas num dos cantos da sala uma cama e no outro canto uma hidromassagem ainda na mesa garrafas seringas pacotes de plástico algemas chicotes entre outras coisas era tudo muito exótico numa das paredes uma tv grande uma lcd 50 polegadas na sala havia também uma porta bucetélia foi na sua direção tentou abrí-la estava trancada aonde estaria a chave?

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olhou em volta não havia percebido o aviso que estava acima porta automática para abrí-la favor inserir o código e agora que código seria este nossa heroína ficou pensativa foi até a porta e digitou no painel ao lado alguns números só para testar um barulho ríspido dava a certeza para nossa amiga de que eram os dígitos errados bucetélia pensou mais um pouco pensou ainda mais um pouco resolveu ligar a televisão rapidamente uma mensagem surgiu na tela dizendo você quer sair deste lugar não o código de acesso para a saída deste lugar se encontra no espelho ao lado da hidromassagem no entanto só enxergará tal código se seguir as instruções que serão dadas 1 na mesa há uma colher e um isqueiro pegue-os 2 há nela também um pacote com uma espécie de pó esbranquiçado pegue-o e coloque um pouco na colher 3uma vez o pó na colher misture-o com algumas gotinhas do líquido que se encontra nas garrafas que também se encontram na mesa 4 esquente a solução com o isqueiro 5quando estiver borbulhando pegue a seringa e aspire para dentro dela o líquido formado 6 em seguida aplique a seringa numa de suas veias do braço esquerdo após seguir essa seqüência vá até o espelho e veja o código que nele aparecerá esse foi o fim da mensagem bucetélia tinha vontade de sair daquela sala é certo porém estava com um pouco de medo tinha certo pavor de injeções no entanto não tinha escolha resolveu seguir as instruções

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ao enfiar a agulha no braço esquerdo sentiu uma dorzinha e em seguida um formigamento percebeu o produto da seringa invadindo suas veias logo a sala avermelhada começou a mudar de cor na verdade eram várias cores parecia até que bucetélia estava no interior de um arco-íris tudo também parecia se movimentar as coisas tão materiais de repente estavam maleáveis flexíveis nossa heroína observou então que o espelho ao lado da hidromassagem se modificou também nele havia realmente um código era tão simples que bucetélia quase não acreditou somente dois dígitos guardou o código e foi até a porta para digitá-lo deslizou o dedo no número 6 depois logo abaixo dele no número 9 a porta se destrancou bucetélia avistou um vale lindo todo colorido parecia tudo muito mágico atravessou a porta e começou a caminhar naquele gramado macio contudo parou diante de uma cena curiosa avistou uma mesa e sentados nela sete anões eles pareciam disputar alguma coisa e na verdade disputavam vai vai diziam alguns deles enquanto dois anões empurravam goela abaixo bruscamente o conteúdo líquido de alguns canecos feitos de argila era uma disputa pra ver quem agüentava tomar mais daquilo vai zangado você vai ganhar que nada o dunga é que vai bucetélia estava curiosa aproximou-se mais para observar alguns anões a perceberam e a cumprimentaram olá senhorita o que a traz para essas terras?

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olá estou perdida procuro uma forma de voltar para minha casa hummm sei todo mundo busca uma forma de reencontrar algo que já perdeu disse isso um dos anões enquanto expelia fumaça do estranho cigarro que tinha na boca bucetélia perguntou qual o sentido dessa disputa um dos anões disse zangado e dunga querem ver qual deles vai ficar com a branca de neve hoje ela tá lá no quarto esperando o vencedor hummm interessante e o que eles vão fazer coisas incríveis não podemos revelar dunga caiu desmaiado zangado comemorou a vitória não hesitou muito saiu correndo para dentro da casa que ficava uns 100 metros distante dali era onde branca de neve o esperava os outros anões ficaram rindo da situação principalmente de dunga que estava ali caído no gramado contudo os cinco que estavam ainda de pé embora sob o efeito daquela bebida estranha do caneco olharam para bucetélia com olhos malignos ela ficou com medo daquilo até pensou em sair correndo os anões vieram se aproximando da moça agarraram-na ela tentou gritar eles

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a seguraram pelos quatro membros o que eles pretendiam fazer um deles tinha uma corda amarraram os braços e pernas da jovem colocaram uma mordaça nela bucetélia deixou escorrer algumas lágrimas de desespero os anões a carregaram também para dentro da casa onde entrara o anão vencedor da disputa ouviu-se um barulho da tranca risos malvados também puderam ser ouvidos bucetélia estava entregue ao seu próprio destino.

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leandro francisco de paula capítulo 2 8

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bucetélia no país das perseguidas bucetélia estava amarrada e amordaçada na cama os anões pareciam loucos podia-se ouvir os gemidos que vinham do quarto ao lado provavelmente seriam da branca de neve os cinco anões amarraram os pulsos de bucetélia na cabeceira da cama aproveitaram que a moça estava presa e indefesa e rasgaram seu vestido deixando-a somente com a roupa de baixo eles riam se divertiam a menina aparentava medo e angústia queria chorar mas não conseguia tudo parecia estar perdido naquele momento para a jovem um dos anões se aproximou e passou a língua no seu rosto ela tentou desviar mas não conseguiu sentiu aquele hálito penetrar nas suas narinas e a saliva quente grudou nas suas bochechas o anão anunciou galera vamos atacar bucetélia se desesperou quando viu que todos partiam para cima dela como animais ela fechou os olhos e bang depois do estrondo o silêncio sangue escorria no seu corpo não não era dela era do anão uma bala certeira havia estourado seus miolos na porta do quarto uma figura de chapéu botas sobrancelhas grossas barba por fazer e com um charuto na boca os outros anões estavam paralisados o homem então disse eu avisei que vocês deveriam ter me dado o dinheiro acharam que iam ficar usando meus alucinógenos sem pagar 9

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