Os contos de Zac, o Bardo

 

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Destino a crianças e bruxos críticos, Os Contos de Zac, o Bardo, é uma coletânea que reúne quatro histórias diferentes com caráter filosófico e moral da sociedade. Com notas particulares de Estúrgio Podmore, reflita sobre as verdadeiras razões da criação

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se é bom viver todavia é melhor sonhar e o melhor de tudo despertar dedico este livro a cícero vulgo cicatricce que me dera a vontade necessária para escrevê-lo obrigado amigo zac.

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introdução os contos de zac o bardo são uma coletânea antiga e tradicional de histórias bruxas que visam sempre uma lição respectiva em relação à moralidade da sociedade bruxa que além da mágica são incapazes de utilizá-la para resolver seus problemas pessoais aqui constam contos tributos a histórias reais de bruxos que já viveram ou vivem preconceitos desperdícios gulas tristezas e diversas outras personificações de um sofrimento e preconceito irreparável até mesmo por mágica zacarias growtle foi um bruxo brasileiro do século xx formado em jornalismo e especializado em plantas mágicas também conhecido como peregrino zac viajou pelo novo e velho mundo em busca de sinônimos e razões às quais dão sentido verdadeiro a vida existente e motivos para o prosseguimento dos dias árduos e trabalhosos que mesmo com uma varinha no bolso e livros na estante a serem consultados até mesmo os bruxos enfrentam dificuldades em suas tarefas se as histórias sobre o caráter e ideologias de zacarias growtle forem refletidas em suas histórias contidas neste livro podemos deduzir que sua personalidade se consistia em um bruxo talentoso de intenções verdadeiras e bem flexionadas liberalmente expressas e cordialmente formadas Às suas palavras as intenções dos órgãos mágicos de governo aos trouxas apenas demonstra a completa e extrema arrogância aos dons mágicos oferecidos através da linhagem o que notoriamente expressa sua opinião em relação aos não-mágicos e demonstra que sua opinião quanto ao assunto mais se consista na ignorância da raça do que nos atos bárbaros coincidentemente este livro fora descoberto por um magifilosófo que defende pontos de vistas semelhantes aos especulados nas histórias de growtle permitindo a si mesmo comentários em rodapés e alterações precisas para a leitura cordial estúrgio podmore ordem da fênix chefe do departamento do controle do mau uso dos artefatos dos trouxas atual correspondente semanário do profeta diário na seção trouxas religiões direciona os manuscritos antigos de histórias bem formadas completos ao povo bruxo a fim de formar bruxos de caráter e seres humanos confiáveis e com uma boa índole.

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o boticário era uma vez um mago jovem com uma doença incurável tinha dezessete anos e estava marcado a morrer a qualquer momento de acordo com os estudos dos melhores curandeiros do hospital st mungus sempre viveu na casa de seus pais sob o cuidado e cautela constante de sua amada mãe bruxa certo dia o jovem mago decidiu sair sozinho e com a permissão de sua mãe caminhou pelo beco diagonal avaliando vitrines e os bruxos que passavam pelas redondezas ao atravessar por um boticário bem falado notou a presença de uma jovem bruxa mais ou menos de sua idade que parecia ter sido forjada pelos mais nobres materiais dos duendes fora amor à primeira vista abriu a porta e entrou cautelosamente sem olhar para ninguém além de sua amada caminhou ao seu encalço e timidamente alcançou o balcão onde ela estava quando o viu a moça esboçou-lhe um sorriso terno e perguntou se podia ajudá-lo com algo aquele sorriso era o mais belo que ele já tinha visto e a emoção foi tão forte que o mago mal conseguira dizer que queria comprar um perfume apanhou o primeiro que encontrou sem nem olhar a marca e disse ­ esse aqui ­ quer que embrulhe para presente ­ perguntou a garota apresentando-lhe o seu mais belo sorriso assentindo o mago falou ­ É para mim mas eu gostaria que você o embrulhasse ela saiu do balcão e voltou pouco depois com o perfume muito bem embrulhado com detalhes especiais ele apanhou o pacote e saiu a vontade louca de ficar ali consumindo o seu ser tudo para continuar a admirar aquela figura divina que lhe atendera daquele dia em diante todos as tardes retornava ao boticário e comprava um perfume qualquer todas as vezes a garota deixava o balcão e voltava com um embrulho cada vez mais bem feito que ele guardava em sua gaveta sem sequer abrir ele estava apaixonado mas tinha medo da reação dela e assim por mais que ela sempre o recebesse com um sorriso doce não tinha coragem para convidá-la para sair e conversar comentou sobre isso com sua mãe e ela o incentivou muito a chamá-la para sair um dia ele se encheu de coragem e foi para a loja como todos os dias o jovem mago comprou outro perfume e como sempre ela foi embrulhá-lo quando a maravilha bruxa não estava vendo escondeu um papel com seu nome e endereço no balcão e saiu da loja correndo alguns dias depois a campainha tocou tristonha a mãe do pobre mago abrira os olhos marejados de lágrimas ­ posso ver cícero ­ perguntou a dama vestida com sua mais elegante roupa o mesmo sorriso de semanas atrás estampado no rosto arrasada a mãe do garoto informou à sua quase nora da doença que contaminava o

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seu filho desde criança ao fim da terrível notícia a jovem bruxa correu desolada o coração aos pedaços pelo seu único amado em anos ter falecido sem nem ao menos terem trocado uma palavra de carinho passado alguns dias mais a tristonha mãe entrou no quarto de seu falecido filho com o intuito de ver suas roupas e atraída por um cheiro incomum de rosas puxou a gaveta dos perfumes observando vários pacotes embrulhados e guardados em sua gaveta ficou curiosa e decidiu abrir um deles ao fazê-lo viu cair um pequeno pedaço de papel onde estava escrito apesar de não termos conversado muito percebi que você é muito simpático não quer me convidar para sair eu adoraria emocionada a mãe abriu perfume e dele também caiu um papel que dizia o mesmo e assim todos quantos ela abriu traziam uma mensagem de carinho e a esperança de conhecer aquele rapaz comentários de estúrgio podmore sobre o boticário evidentemente zac exaltou uma vida amuada em poucas palavras na acosta do tempo podemos perceber que o malefício envolto aos bruxos e trouxas socialmente falando da omissão de fatos e sentimentos pelo orgulho ou por motivos diversos se assemelha em grande parte superficial e maravilhosamente o conto repassa a moral de uma vida curta não eterna mortal não espere demais para dizer a alguém especial aquilo que você sente ainda há tempo ao ponto de vista de qualquer bruxo bem formado a interpretação se consiste em algo além de um bruxo apaixonado pobre do que pensa nessa limitação relevantemente a história de growtle repassa a fragilidade emocional e física até mesmo dos bruxos como por exemplo a falta de coragem da expressão dos sentimentos e da doença incurável que assolava um bruxo desde a sua nascença contudo visto exclusivamente ao sentido de bruxos antitrouxas o boticário causou indignação pela maleficência que seria repassada às crianças na hora de dormir revoltados e numerosos em sua época vários bruxos criticaram a história mas em contrapartida o conto já estava circulando pelas casas bruxas antes mesmo de começarem a revolução É evidente que até hoje há bruxos que insistem com a exclusão dessa história de seu acervo como scorpio malfoy de acordo com o atual ministro da magia o conto `o boticário reflete uma realidade bruxa irrealista ou seja inexistente e não verdadeira onde a única moralidade é a fixação da pseuda-imagem que bruxos são frágeis e isentos de qualquer artifício ­ mágica ­ que o ajude a enfrentar as dificuldades presentes no seu cotidiano entrementes mesmo como opositor com o relato da história às crianças ainda mais sou liberalista principalmente na expressão e após isso vão titicas de políticas e outras coisas desnecessárias a este livro contraditória à versão presente neste livro podemos refletir sobre os pensamentos de outros escritores sobre no que se consiste a esta história para mary poppins por exemplo o

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conto acima deve ser repassado com uma pitada de educação e delicadamente explicitar as intenções verdadeiras do conto os curandeiros do hospital st mungus são inúteis e precisam exercitar e aperfeiçoar suas técnicas nas artes medicinas pobre babá caquética merlim que me perdoe mas quando mary escrevera essa nota nos precedentes da estória sua sanidade já estava em debate observe um trecho do ponto de vista de poppins era uma vez um adolescente bruxo martirizado com uma doença incurável pelas técnicas medicinais bruxas que valha-me deus são senis tinha dezessete anos e com a prescrição médica de um enfermeiro ridículo que se intitulava o mestre da cura que de mestre não tem nada estava destinado a ter sua baixa a qualquer minuto sem querer ofender a magnitude dos poderes e inteligência de poppins à sua época de sanidade podemos refletir sobre intenções terceiras e precisamente adultas sobre a sua posição quanto à história explicando a vocês leitores com a maior delicadeza e respeito com a bruxa em questão rolava boatos de um romance secreto entre mary poppins e o mestre da cura infalível bert dyke sabe-se que os rumores acabaram quase antes de começar provavelmente mary tenha utilizado a escrita como um meio de atingir o enfermeiro.

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o traje branco um casal bruxo recém-casado mudou-se para um bairro tranqüilo ao norte da flórida na primeira manhã de casados em sua própria casa enquanto tomavam café a bruxa recémcasada reparou através da janela uma vizinha que pendurava trajes sociais brancos sujos no varal comentando com o marido o quão porca era a vizinha a bruxa falou ­ até eu que sou bruxa lavo melhor o marido a observou cauteloso mas nada disse alguns dias depois o mesmo caso se repetiu durante o café da manhã a vizinha continuava a pendurar os trajes brancos sujos no varal e a mulher repetidamente comentava com o marido ­ esse vizinha trouxa continua pendurando trajes sujos se eu me misturasse com essa raça até poderia ensiná-la a lavar melhor as roupas passado algum tempo a bruxa surpreendeu-se quando viu os trajes finalmente brilhantes de tão brancos estendidos aliviada e meio irritada pelo sucesso da trouxa falou ­ ela aprendeu a lavar esse maldito traje será que outra trouxa a ensinou o marido calmamente respondeu ­ não hoje eu levantei mais cedo e usei tergeo nos vidros da nossa janela comentários de estúrgio podmore sobre o traje branco curto e extremamente direto o traje branco retrata a visão de cada um sobre os acontecimentos do cotidiano refletindo sobre o conto observamos que o ponto de vista de cada bruxo e trouxa são necessários para a interpretação ampla que temos de várias coisas e assim é tudo depende da janela através da qual observamos os fatos antes de criticar necessitamos verificar se fizemos alguma coisa para contribuir verificar nossos próprios defeitos e limitações precisamos olhar antes de tudo para a própria casa para dentro de nós mesmos só assim poderemos ter noção do real valor de nossos amigos e ter uma posição específica na vida admito que quando li o memorando que continha essa história pasmei-me com a qualidade dos fatos e o tamanho do texto evidentemente growtle pode ser claro e se expressar com poucas palavras À história que lemos anteriormente é muito fácil moldar

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alguém a partir do que queremos ver daquela pessoa contudo a dificuldade que temos de assimilar os fatos como eles são e buscar pelo melhor da pessoa prejudica no julgamento que temos tornando-o muitas vezes precoce e incoerente apesar do sucesso da estória e de sua moral ser extremamente analisada e facilmente compreendida bruxos com mentes pequenas vem com o tempo tentando denegrir o conto com argumentos indignos de atenção e respeito exemplos desses podem ser ouvidos a partir de um ex-chefe do departamento de jogos e esportes mágicos ludo bagman ninguém liga pra moral toda essa porcaria de história apenas serviu pros bruxos aprenderem a limpar as próprias casas e deixar de usar elfos domésticos pro trabalho como se alguém fosse respeitar e levar isso a sério pobre ludo ­ literalmente depois de apostar tanto em rodas da fortuna mágica nem o salário de chefe de departamento do ministério da magia cobria as dívidas talvez tenha perdido até a consciência num desses pub s por aí.

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o livro mágico era uma vez um livro mágico este livro mágico reunia uma série de conjunções mágicas que podiam resultar no procedimento esperado ou não era conhecido como o livro do mago porém mais tarde ficou conhecido como o livro execrável este livro ficava na torre mais alta do reino onde ninguém a não ser o mais valente ou o mais estúpido ousava em explorar dizia a lenda que quem o encontrasse teria todas as riquezas e belezas que quisesse bastava pronunciar as palavras mágicas certo dia de outubro quando o céu lá fora estava tempestuoso um jovem rapaz de aparência muito vívida decidiu fugir de sua casa infeliz e com ódio o rapaz decidiu escalar aquelas montanhas nevoentas e sombrias decidido a peregrinar o que fosse para encontrar o tal livro mágico o que aconteceu foi muito comum nos dias antigos apesar de ser pobre o menino fora rebaixado por um nobre dotado de poderes mágicos chamado hamallu e agora decidia vingar-se com o rosto molhado de lágrimas e os cabelos desarrumados de uma briga voraz o menino relutou todas as possibilidades de retornar para casa desejando mais do que nunca que nunca tivesse nascido apesar de estar fora de si o ódio o consumia mais que de costume e o que estava preste a fazer o dava mais vontade de explorar aquelas regiões mágicas quando o céu estava escuro e quando as nuvens deixaram de cobrir todo o céu podiam-se ver todas as estrelas que reluziam lá no alto grandes e cintilantes e foi quando isso aconteceu que o pobre menino viu-se de fronte a um portão enferrujado ladeado de duas gárgulas com as bocas escancaradas e as asas muito abertas por mais que tivesse medo o menino entrou cruzou o jardim e escancarou a porta da frente com toda a sua força não tardando a percorrer uma escada íngreme que dava acesso ao segundo piso da casa a mansão era antiga grandes pilares alicerçavam a construção perigosa revestida de vários desenhos sombrios de letras perdidas sem junção a outras palavras ao chegar no segundo piso o menino pôde ouvir alguns barulhos o corredor era extenso portas e mais portas estavam frente a frente aos cantos enquanto um enorme tapete vermelho cobria a extensão perigosa decidido caminhou para a última porta ao chegar lá respirou fundo e abriu o que viu não surpreenderia ninguém grandes estantes de livros estavam espalhadas por todos os lugares como esperava encontrou o livro bem no meio da sala numa estante de leitura aberto precipitou-se para ele e o arrebatou do seu pedestal assim que o fez uma figura disforme esgueirou-se acima do livro e com a sua voz mística falou ­ lhe concedo esse livro mágico por duas opções ou mates a ti mesmo ou os seus parentes morrerão apesar da difícil escolha o pobre menino não teve idéia do que fizera no mesmo pois

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o ódio lhe consumia decidiu a segunda opção e assim levou o livro consigo o jovem menino voltou ao seu reino contentíssimo abriu o livro bem à frente de todos e pronunciou as palavras que nada me força a descrever aqui mágicas que o tornariam rico e cheio de mulheres e assim o fizeram a sua roupa antes pobre agora era formada por uma grande túnica verde e um manto branco muito ricos pulseiras e colares e anéis emergiram ao redor de seus dedos mãos e pescoço.um grande castelo emergiu de onde haviam casas pobres que ocupou grande parte do reino quando assumiu o governo seu primeiro mandato foi de caçarem hamallu e executarem-no e assim se fez com o livro mágico em mãos nada mais podia dar errado tinha tudo o que quisesse só de pronunciar palavras não existia nada melhor que isso os anos se passaram e o rei apesar de ter a vida infinita e tudo o que queria passou a sentir-se infeliz não tinha mais família e todos os seus amigos aproximaram-se deste por interesse decidiu matar-se no topo mais alto do reino o castelo do mago reuniu os mais fiéis e fortes homens do seu reino e esses os levaram de liteira ao mais alto topo daquelas bandas chegou assim que o sol se pôs no horizonte e cruzou aquele antigo jardim e aquele antigo corredor até a sala do livro mágico ergueu o seu punhal e perpassou seu coração mas não havia sangue não havia furo não habobbar inconformado soltou o punhal cambaleando contra a parede oposta e daquele mesmo punhal um vulto místico aquele mesmo de vários anos atrás subiu dele ­ sábio não conseguirás matar-te a vida infinita há de consumir-te ­ não por favor não agüento mais não quero mais viver para sempre ­ implorou infantilmente o rei mas não havia mais vulto que o ouvisse comentários de estúrgio podmore sobre o livro mágico seguindo a forma de expressar problemas que assolam tanto bruxos e trouxas a história do rei que preferiu riquezas e belezas a sua família que por um ódio súbito decidiu entregar sua vida ao livro mágico viveu infeliz para todo o sempre que se seguiu expressa claramente que para a felicidade não é preciso ouros jóias ou tecidos importantes mas sim o que tem em seu verdadeiro coração uma história linda e emocionante que perpetua até hoje nas casas bruxas das mais variadas nacionalidades analisando e refletindo sobre a estória chego a erguer um ponto relevante a veracidade dos fatos não discutindo se é ou não real mas sim debatendo se é baseada em fatos reais ou não de fato houve um rei em constantinopla com atribuições bastante parecidas filho de um comerciante bruxo sem conhecimento e dinheiro para freqüentar uma boa escola julgado em escolas locais ilegais para o treinamento para fazer parte do exército do povo sedento de poder e infeliz talvez growtle tenha utilizado a história do rei como algo a ser visto como um aviso um aprendizado se foi ou não associação jamais saberemos de qualquer forma como sempre vários bruxos se revoltaram com a moral do conto.

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por mais ridículos que sejam os argumentos desses bruxos ainda há os que acreditam fielmente nas palavras de cada um deles de acordo com as palavras de bruxos opositores como o caso do sr adalberto goyle ninguém quer saber de moral com seu argumento maravilhoso de exceção às leis da inteligência ele completa joga logo um prato de frangos fritos e tá tudo certo triste realidade também existem alguns opositores com bons argumentos como a ambição pelo poder mágico atribuído pelo trouxa em questão apenas demonstra que devemos nos manter afastados desses bárbaros incomuns e destrutivos por astoria greengrass assim como existem os opositores bruxos com bons argumentos formulam críticas coerentes e compreensíveis como o caso da excelentíssima hermione granger chefe do departamento de execução das leis da magia júri do supremo tribunal bruxo autora de hogwarts um mistério e correspondente oficial do profeta diário na seção transfiguração artes animadas de acordo com granger as formulações contidas na história são fragmentos de erros passados da humanidade além da raça promovendo debates sobre os poderes nas mãos de um trouxa com soluções errôneas provocando balbúrdia talvez essa história não se empenhe em exibir uma ambição trouxa por poder mas sim um defeito particular promovido pela raiva e discriminação provocada antigamente por bruxos de sangue-puro que pelo sangue caracterizavam-se melhores que os nascidos trouxas agradecidamente essa ideia está se dispersando com o tempo contudo podemos inferir que growtle exerceu um debate inteligente e interessante capaz de movimentar jornais e tablóides com essa história percebemos que um trouxa não precisa de mágica para ser feliz muito menos um bruxo de magia para ter o mesmo sentimento o que importa é o que temos em nossos corações e o lado pelo qual jogamos sem a necessidade de maiores explicações agradeço à srt granger pelo esclarecimento absoluto da história e sua moral em questão.

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o amigo espelho era uma vez um abissal castelo que reinava em fronte de dilatados territórios onde nele havia grandes nobres simétricos de certas harmonias não era mais do que agradável para um espelho deslumbrar de delicadas aparências encaixado numa parede de mármore o espelho era mágico por sinal tinha atribuições para cobiçar preciosas matérias dos bruxos que lá viviam ele se encantava todos os dias por diferentes e famosos reflexos que desejava ter estas próprias imagens ricas somente a si a princesa da enorme construção possuía a mais rara beleza na qual o mesmo espelho almejava com mais inveja para obter-la destemidamente pela ironia do destino ou pela magia do espelho a princesa estava encantada com seu reflexo sobre a transparência mágica até que eles se tornaram graúdos amigos íntimos numa relação apenas imaginária o cristal mágico não podia perder sua linda amizade então ele decidiu mostrar para a jovem princesa no que sempre ela cobiçava sua beleza expondo tudo que a menina gostava a própria deliberou a vontade de querer este caro amigo em seu nobre aposento para se ver todos os dias de sua vida os anos foram passando quem houvera tal beleza agora morava uma amarga velha amiga somente de seu espelho e da sua própria solidão a feiúra da velha era adulterada pela caluniosa imagem de seu amigo objeto que já não gostava tanto assim da mesma a eternidade foi incessante com o espelho pois a mulher mesmo velha não morreu então o cansado cristal mágico resolveu não mostrar mais a falsa figura para a feia mulher contudo a mulher não ficou chocada a dama presunçosa sabia que o tempo não era grato por ninguém e que todos envelhecem ela nunca acreditou no espelho e foi embora já o espelho mágico não pensou que ela previra isto e queria voltar para seu local de origem mas o espelho ficou só pois todos daquele castelo houvera de ir embora ele foi simplesmente enganado pelo seu próprio veneno que não tinha mais ninguém para refletir outra imagem comentários de estúrgio podmore sobre o amigo espelho refletindo observando e analisando inferimos claramente que o desejo desencadeou dele espelho mágico mesmo um erro condenável para a maioria dos céticos a verdadeira

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história é seguir o percurso da vida como o espelho devemos transmitir somente a verdade se não ficaremos encadeados pelas nossas próprias vontades para mostrar falsas ilusões em rumo de um destemido destino de maldições eleva o argumento de levar a vida verdadeiramente sem imagens do próprio consciente que você apenas quer ver ao seu conto podemos perceber que viver exercendo falsas impressões da vida apenas acarreta num mau fim de acordo com vários bruxos essa história é um grande drama relativamente real e interessante de ser retratado com isso já fora fruto de livros debates e várias outras coisas do gênero pessoalmente quando me foi contada essa história quando criança fiquei absolutamente encantado automaticamente passou a ser a minha história preferida a ponto de pedir aos meus pais para lê-la antes de dormir todas as noites fato que gerou certa discussão com meu irmão mais novo william que preferia ganesha a raposa trapalhona É evidente que encarar a realidade é mais importante que viver de sonhos lúdicos mas um mundo sem ilusões é totalmente inexpressivo e melancólico precisamos de pés no chão e olhos nas estrelas saber a discernir a verdade das fábulas é algo que tendemos a aprender enquanto crescemos doa o que doer.

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editora livrinhos vermelhos

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