Revista Figuras&Negócios #149

 

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Revista Figuras&Negócios #149

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Figuras&Negócios - Nº 149 - MAIO 2014 1

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CARTA DO EDITOR O Censo Geral da População e da Habitação registou-se - - - - despertar a atenção do leitor é sobre - - - que o BNA desenvolve para a des- - nato do Mundo de futebol a ter lugar - 2 Figuras&Negócios - Nº 149 -MAIO 2014

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20 PAÍS SOFREU E GANHOU SAUDADES 34 7 MUNDO CAPA: BRUNO SENNA 4 Figuras&Negócios - Nº 149 -MAIO 2014

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Publicação mensal de economia, negócios e sociedade – 2014 Director Geral: Redacção: Carlos Miranda, Colaboradores: Design e Paginação: e Sebastião Miguel Publicidade: Portugal: Assinatura e Publicidade Secretariado e Assinaturas: Revisão: Baptista Neto Londres: Brasil: Cor Acabada, Lda Tiragem: Direcção e Redacção: Tel Fax: 222 393 020 Caixa Postal E-mails: Site: Figuras&Negócios - Nº 149 - MAIO 2014 5

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A ÁFRICA DE TODOS NÓS H EDITORIAL oje é mais do que evidente o papel que Angola vai tendo no continente africano, mormente na gestão e monitoramento das crises que ainda rior, privilegia uma diplomacia dialogante e abrangente que prioriza a cooperação bilateral como arma capaz de eliminar desconpaíses, quer por decorrência de problemas fronteiriços como de outras questões aguçadas pelas antigas potências coloniais. A experiência diplomática do Presidente Eduardo dos Santos não privilegia, para ta aberta para os ditames cozinhados nos países ocidentais, na maior parte dos casos que ignoram a realidade sócio-cultural de África, e é essa postura que tem feito de Anvisitar e consultar quando se quer construir alicerces de paz efectiva em África. Neste quadro, por exemplo, se enquadra o rodopio diplomático que a capital do País, Luanda tem conhecido nos últimos meses com representantes ao mais alto nível de vários países, da América, da Europa, e da África a baterem as portas de Angola para consultas com o Presidente Eduardo dos Santos. Paralelamente a esse movimento, estão as missões especiais constantes de dirigentes angolanos a várias capitais africanas num frenesim onde é mais do que evidente que o objectivo é consolidar a leitura de uma paz que o continente africano necessita para se para que a fome e destruição não sejam as suas verdadeiras imagens de marca. Rica e promissora em potencialidades diversas, a África não pode, neste seu mais recente aniversário, bater palmas de alegria porque o clima mau que se vive não é propiciador para tal facto, sobretudo quando se generalizam, pelo que é reconfortante essa postura de Angola em torno do continente. Urge não perder de vista as responsabilidades que lhe cabem, quer pela sua importância geo-estratégica na região austral de África quer pela experiência adquirida no accionamento dos mecanismos que levaram à eliminação de uma guerra fratricida. estratégias que levem os líderes africanos a acreditar noutra postura para a solução dos problemas internos de África. Maio é o mês da África, pois assinala-se todos os anos, no dia 25, o aniversário da instituição continental, hoje baptizada de União Africana, sediada em Addis-Abeba, capital da Etiópia, e que tem a missão de congregar as ideias dos países do continente com vista ao relançamento de África em todas as suas vertentes. Uma obrigação premente e prioritária que tem de ser levada a cabo lamentavelmente ainda condicionada na actualidade em virtude de uma paz podre que se vive em alguns países assoinstigados pelo exterior, que geralmente explora as fraquezas para acirrar problemas étnico-tribais, regionais e religiosos. Sudão, Sudão do Sul, República Centro Africana, Mali, Guiné Bissau, Congo Democrático, Moçambique e Nigéria engrossam o conjunto de países de África que hoje fazem manchete na imprensa por situações que levam as suas fronteiras a conhecerem momentos de instabilidade e guerra com crimes horrendos que ceifam a vida de milhares de cidadãos e destroem infra-estruturas. Num continente que hoje se debate com a falta de líderes que congreguem em torno de si valências determinantes para Nelson Mandela, pelo seu temperamento, postura e leitura perspicaz das realidades, a diplomacia angolana tem se sobressaído, sobretudo após o Presidente Eduardo dos Santos ter assumido, em função da rotatividade, a presidência da conturbada região dos Grandes Lagos. E isto porque Angomais de doze anos, com um desfecho fora dos modelos desenhados a partir do exte- Figuras&Negócios - Nº 149 - MAIO 2014 7

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"NÃO SE P COM A LIT Por: (Texto e Fotos) 10 Figuras&Negócios - Nº 149 -MAIO 2014

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PODE BRINCAR TERATURA INFANTIL" F iguras&Negócios (F&N) : Como avalia a entrada em cena de novos talentos no mundo literário angolano? John Bella (JB): Por mada velha geração de escritores angolanos? JB: Esta pergunta foi quase que - - - - até de desrespeitar os adultos que - F&N: Fruto do aparecimento de novos candidatos a escritores na arena nacional, que contributo tem sido dado pela velha geração para o melhor entrosamento dos jovens? JB: “ - - - F&N: O mercado tem sido, por assim dizer, inundado por novos talentos mas continuamos a registar o quase desaparecimento da literatura infantil. A que se deve esta situação? JB: - pode-se provar pela plateia, quando - F&N: Que avaliação faz do trabalho dos jovens? JB: F&N: Tem havido alguma interacção entre a juventude e a cha- - - Figuras&Negócios - Nº 149 - MAIO 2014 11

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F&N: Que contributo pode dar a literatura no processo de formação? JB: F&N: Os jovens hoje lêem muito pouco. Será esta razão da queda do surgimento de novos escritores no mercado angolano? JB: novos talentos? JB: F&N: O que fazer para obrigar os jovens e crianças a terem cada vez mais o livro como um bom amigo? JB: - - F&N: O que fazer para se mudar esta tendência? JB: - “ tadas para o seu or- F&N: Que nota se pode atribuir a literatura angolana? JB: F&N: Para quando um novo trabalho de John Bella no mercado? JB: - - F&N: Até que ponto a formação sitiva e negativa no surgimento de 12 Figuras&Negócios - Nº 149 -MAIO 2014

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PÁGINA ABERTA $POUBDUPT&UOJB$PNVOJDBÎÍP &EJGÓDJP.VUBNCB-VBOEBBOEBS1PSUB4 5FM'BY&NBJMöHVSBTOFHPDJPT!IPUNBJMDPN  13 Figuras&Negócios - Nº 149 - MAIO 2014

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