AXA, autoria, Direcção Nacional da Ordem dos Arquitectos

 

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AXA, autoria,Direcção nacional da ordem dos arquitectos - 22/04/2014

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Porto 04/04/2014 Direcção nacional da ordem dos arquitectos, Lisboa Dirijo-me à direcção nacional porque não sei que fazer para que a disciplina actue em tempo justo. Tenho aí uma queixa de uma colega por ela ter surripiado um projecto meu sem dar cavaco o que pela lei e pelos estatutos e deontologia obriga a que seja impedida de exercer durante 2 ou três anos. A ordem em sete anos ainda não conseguiu dar despacho. Protecção ou incompetência. V. estão muito mal vistos por quem está do outro lado: nós os que pagamos para que nada façam. É caso para pensarem com os vossos botões: “ o que ando aqui a fazer?” É que se produzem calor com actividades, aquelas que são importantes estão geladas. Como esta que está no congelador há sete anos. Isto foi um prefácio. Porque, Fácio: Soube agora que a sócia nº 8804 da srs, Madalena Moreira subscreveu o termo de responsabilidade para licenciamento de alterações da axa, companhia de seguros, que é projecto e direcção de obra meus, sem me dar cavaco… Trata-se como devem saber de uma obra que está na história e foi objecto de concurso público com a presença da ordem no júri. A obra não tem licença de utilização e está a ser utilizada há mais de trinta anos. Fui chamado várias vezes para fazer o necessário, naquilo que me competia nessas alturas, para a legalização (tinha havido alterações por arquitectos de Lisboa de que não tive conhecimento nesses momentos - mais umas -). Só que o dono da obra não continuou com os processos na câmara e os processos acabaram por ser arquivados só com o meu projecto deferido. Ultimamente fui novamente chamado para o mesmo fim: obter a licença de utilização. As leis sofreram alterações desde que a obra foi licenciada, 1972. Não consegui que os técnicos das especialidades da minha equipa obtivessem luz verde para os trabalhos que diziam ser necessários. O processo foi parar a Lisboa. A uma firma imobiliária que mandou cá engenheiros falar comigo para que lhes desse apoio. Como se tratava de especialidades e podia orientá-los, tanto quanto aos outros, na parte de desenho de arquitetura dei o meu apoio. Pretendia e pretendo salvaguardar a autoria da arquitectura.

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Acabo hoje por constatar que o processo que foi licenciado (como alterações interiores, incluindo estrutura, e uma escada exterior, que fui quem disse como a queria) mantém alterações GRAVES ao desenho da fachada sul, anteriormente feitas para aumentar o espaço interior. Ficou uma cagada. O processo camarário que só hoje consegui consultar (em mau visionamento das digitializações, está tudo informatizado) tem duas partes: a primeira diz mostrar o que foi licenciado em 1972!!!!; a segunda apresenta o “projecto” de licenciamento referido atrás. Acontece que: ou os desenhos da primeira parte estão viciados; ou os desnhos da segunda parte incluem as alterações sem as indicar nas cores convencionais, fazendo passar a coisa como não alterada. Em q.q. caso é vigarice. A acrescentar ao fundamento principal desta queixa. A sócia 8804, srs, não me contactou nunca e usou os meus desenhos (como no outro caso, só que, agora, a totalidade do projecto não foi substituída). É ainda mais grave. Como é que um sócio recebe desenhos de outro sem se importar em esclarecer com ele porque é que isso acontece? Porque estamos na sociedade pós-moderna em que a malta só sabe carregar no botão e não pensa. Tanto mais que no processo a câmara, que tinha feito parte do júri, não se lembrou de fazer perguntas ao autor do projecto de arquitectura. A lei, agora, viva o post-modern, permite. O que não impede que pessoas de bem, cultas, se preocupem. Que fazem V. para que as câmaras respeitem os nossos trabalhos? Não sabem? PERGUNTEM! Tenham a humildade de mostrar que não sabem tudo (nada ou quase nada) e que querem aprender. Ou não querem? A sociedade post-modern não vos obriga. E V. não se obrigam? Como vêm não tenho paciência para estes comportamentos que não posso deixar sem denunciar. Mesmo sabendo que V. não vão actuar em tempo útil (veja-se o exemplo do início deste documento) nem, sequer, estarão em condições de compreender o que isto representa. A força da máfia do dinheiro que controla o mundo e já comprou Portugal é tal que vos robotizou. Para combater a globalização e o post-modern exijo que essa direcção tome medidas urgentes para dar andamento, solução e despacho a este assunto. Que é: Aproveitando a argumentação esplanada no processo anterior (não vão pedir que copie, pois não? Ou, burocraticamente, vão mesmo?) quero que seja feito um processo disciplinar que culmine com a suspensão por dois ou três anos da sócia 8804, srs, Madalena Moreira. Na espectativa, José Pulido Valente, 8064, srn.

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