Ensinador cristão 2º trimestre de 2014

 

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Ensinador cristão 2º trimestre de 2014

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3j0(iiaiJíii üa «IMa ülsíiusy •1Í 1U 1U Ü Ü J u ü ilm ü Como os profesí m o íB z u i Infantil podem d d b i b 'j i y r ; Entrevista Fátim a M allet faia sobre o projeto Arar e Semear, que tem por objetivo motivar pais e professores que trabalham com o Departamento infantil ED na Ilha de Marajó Alunos usam canoas no transporte para a igreja e dependem da maré alta para frequentar s Escola Dominical Suplem ento do professor A Interação professor - aluno M a r c o s Tluler ED em Rio Verde (GO) é referência em estrutura e projetos de ensino da Palavra de Deus. Subsídio semanal Dons Espirituais e Ministeriais Módulo II

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1iflí -ü® T o d opescador A Bíblia do Pescador oferece estas e muitas outras respostas úteis para todo aquele que milita no ministério do evangelismo pessoal. Através de mais de 500 notas de versículos, aborda de forma acessível conceitos fundamentais que tornam simples e claro a evangelização, o discipulado e o aconselhamento de pessoas em nosso dia a dia. ^ * precisa de uma boa U O pescador de homens também. Como responder sobre seitas sem ter um manual de religiões à mão? Como dar um conselho bíblico sobre depressão, ansiedade ou drogas? Como explicar o que a Bíblia diz sobre adoração, pecado ou Igreja? Nela você encontrará temas e artigos sobre: <£ Apologética t í Evangelismo Igreja Devocional SS Doutrina cristã ^ Aconselhamento

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D a REDAÇão P o r G ild a Presidente da Convenção Geral José Wellington Bezerra da Costa Presidente do Conselho Administrativo José Wellington Costa Júnior Diretor-executivo Ronaldo Rodrigues de Souza Editor-chefe Silas Daniel Editora Gilda Júlio Gerente de Publicações Alexandre Claudino Coelho Gerente Financeiro Josafá Franklin Santos Bomfim Gerente Comercial Cícero da Silva Gerente de Produção e Arte e Design Jarbas Ramires Silva Chefe de Arte e Design Wagner de Almeida Design, diagramação e capa Suzane Barboza Fotos Lucyano Correia e Shutterstock Tratamento de imagem Djalma Cardoso Estagiária Daiene Cardoso Central de vendas CPAD 0 8 0 0 -0 2 1.7373 livraria@ cpad.com .br Atendimento para assinaturas Fones 2 1 2 4 0 6 -7 4 16 e 2 4 0 6 -7 4 18 assinaturas@ cpad.com .br SAC - Serviço de atendimento ao consumidor Responsabilidade e dedicação "P orqu e Esdras tinha p re p a ra d o o seu coração para buscar a Lei do Senhor, e para a cum prir, e para ensinar " (Esdras 7.10). Esdras é um m o d e lo para to d o s os que se d ed ica m a estudar, a o b e d e c e r e a ensinar a Palavra de Deus. O e x e m p lo d e Esdras nos lem bra qual o co n ce ito q ue o e d u c a d o r deve te r ao ensinar, ressalta a re sp o n sa b ilid a d e no ofício d o ensino b íb lic o e deixa claro que o am or ao próxim o, a responsabilidade e a perseverança de que m exerce esse tra b a lh o são q ue sitos p rim ordia is. A d e d ica çã o de Esdras em ensinar levou o povo de Deus que voltava d o exílio a a d q u irir cada vez mais e xperiências no ca m p o espiritual. M u n id o d o co n h e cim e n to b íblico, o sa cerdo te acha-se capaz de repas­ sar o valioso c o n te ú d o acerca da p ro vid ê n cia divina e assim co nse gu ir encam inhar, p o r m eio d o ensino, uma nova geração aos braços d o Pai. Nos dias de hoje, a Ensinador é uma ferram enta para os "Esdras" de hoje, para os que se dedicam ao ensino bíblico, ta nto em term os de conteúdo para as aulas quanto no sentido de dar orientação didática e trazer exem ­ plos e histórias inspiradores. Nessa edição da Ensinador, a seção ED em Foco traz uma matéria sobre a dedicação dos alunos da Assem bleia de Deus na Ilha de Marajó (PA) para participarem da Escola Dominical. É ne­ cessário fazer a travessia de canoa. Eles ainda d e p en de m das condições climáticas, ou seja, só é possível assistir aulas quando a maré está alta. Há pessoas que chegam pela m adrugada na igreja e retornam somente à noite. O u tro exem plo de dedicação ao ensino você confere no Conversa Franca, com Fátima M allet. Ela esclarece de que maneira p rojetos com o o A rar e Semear p odem contribuir no desem penho do e ducador que trabalha com crianças. A revista m ostra ta m b é m com o a Escola D om inical da A ssem ­ bleia de Deus em Rio Verde (GO), se to rn o u referência na área d o ensino. E p o r falar em am o r e d edicação, nossa re p o rta g e m faz um g iro pelas Assem bleias no Brasil, d e s c o rtin a n d o um leq ue de escolas d om inicais que usam a ação social com o fe rram enta de evangelism o. Ficou interes­ sado? Sobre estes e o utros assuntos você fica p o r d e n tro nesta edição. A té a próxim a e boa leitura! G ilda J ú lio gilda.julio@ cpad.com.br Fone 0 8 0 0 -0 2 1.7373 Ouvidoria ouvidoria@cpad.com.br Ano 15 - n” 58 - abr/mai/jun de 2014 Número avulso: R$ 8,90 Assinatura bianual: R $ 71,20 Ensinador Cristão - revista evangélica trimes­ tral, lançada em novembro de 1999, editada pela Casa Publicadora das Assembleias de Deus. Correspondência para publicação deve ser endereçada ao Departamento de Jornalismo. As remessas de valor (pagamento de assina­ tura, publicidade etc.) exclusivamente à CPAD. A direção é responsável perante a Lei por toda matéria publicada. Perante a igreja, os artigos assinados são de responsabilidade de seus autores, não representando necessariamente a opinião da revista. Assegura-se a publicação, apenas, das colaborações solicitadas. 0 mesmo princípio vale para anúncios. C A S A PU BLICAD O RA DAS A S S E M B L E IA S DE DEU S Av. Brasil, 34.401 - Bangu CEP 21852-002 - Rio de Janeiro - RJ Fone 212406-7371 - Fax 212406-7370 ensinador@cpad.com.br

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06 TDAH- T ranstorno de Déficit Atenção/H iperatividade / 06 14 18 4 8 Os Dons de Deus para os Hom ens M inha m issã o no m undo A ED e su a in flu ên cia na socied ad e TDAHTranstorno de Déficit Atenção/ Hiperatividade Os dons de Deus para os Homens Seções 10 11 17 05 Espaço do Leitor ED em Foco Conversa Franca Exem plo de Mestre Reportagem Sala de Leitura O Professor Responde Boas Ideias Professor em Ação Em Evidência Minha missão no mundo 22 29 30 3 1 44 46 A ED e sua influência na sociedade Lições] 1 Divulgue as atividades do Departamento de Ensino de sua igreja Entre em contato com '► R eclam ação , crítica e/ou su g estão ? Ligue: S U B S ÍD IO S PARA Dons E spirituais e M inisteriais E n sin ad or Cristão Avenida Brasil, 34.401 • Bangu Rio de Janeiro • RJ • CEP 21852-000 2 1 24 0 6 -74 16 / 2 4 0 6 -7 4 18 SETOR DE ASSINATURAS TeLefone 2 1 2406-7371 Fax 2 12 4 0 6 -7 37 0 ensinador@cpad.com.br Atendimento a todos os nossos periódicos Mensageiro da Paz • Manual do Obreiro GeraçãoJC • Ensinador Cristão

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Espaço do L e ito r Departamento de Educação Cristã da CPAD Expresse sua o p in iã o e esclareça suas d ú vid a s so bre as Lições Bíblicas d o trim e s tre escoLadom inicaL@ cpad.com .br • • • • • • • ReaLidade Meu nome é Hércules Carvalho Denobi, sou pastor e dire tor do CETADEB em Apucarana (PR). Li o artigo "O A tleta Cristão e a Neces­ sidade de A utodisciplina". O resultado da dedicação, aplicação e esforço quando se realiza algum trabalho ou projeto sem dúvida é a coroa­ ção no m om ento apropriado para tal. Ressalto a im por­ tância das colocações feitas pelo dileto pastor Douglas Baptista, em especial quando frisa que nosso oponente é real (1Co 9.26). Este, por sua vez, pode ser resistido e vencido com a autodisciplina espiritual e tom ando-se toda a armadura de Deus. Sobre o artigo "Fundam entos da Fé Cristã", a sã doutrina... Oh! A sã doutrina! Ainda é possível ouvi-la em alguns púlpitos de igrejas, escolas, seminários etc. Justamente o distanciam ento dela é que está ocasionando as mazelas notadam ente observadas em meio à membresia de nossas igrejas. Há que se referir ain­ da à frieza espiritual ocasio­ nada pela falta de aplicação da sã doutrina, que em outros tem pos era muitíssimo valori­ zada pelos crentes, mas que tem sido preterida, cedendo espaço e te m p o para mensa­ gens de cunho egocêntrico que visam a firm ar a pessoa humana e não Cristo e a Sua obra salvadora. Pastor Hércules Carvalho Denobi Por e-maiL professor de Escola Dominical em uma congregação da AD Ministério Belém na cidade de Sorocaba (SP). Parabenizo a revista pelo excelente trabalho em favor da Escola Dominical. Ela tem me ajudado muito no preparo das lições de cada dom ingo, trazendo sempre coisas novas, como dinâmicas e outros recursos pedagógi­ cos de extrema importância. E tam bém vale destacar que ao ver como são realizadas as EDs em outros Estados somos levados a te r novas ideias em nossa igreja para benefício de nosso trabalho. Q ue nós, professores de to d o Brasil, trabalhem os com esmero em prol da causa do Mestre, ensinando a genuína e santa Palavra rumo à exce­ lência do ensino. Renan Pierini Por e-mail jjjpt Produto — i exportação Fiquei impressionada com a qualidade da revista Ensina­ d o r Cristão. Percebo que ela fo i desenvolvida de maneira profissional. Com certeza eu a com pararia com qualquer revista cristã de qualidade publicada em qualquer parte do m undo. Não falo Português, mas pude ver através do layout e fo to s que o trabalho é de qualidade. Gostei de saber que no Brasil tem uma revista cristã com o a Ensinador Cristão. Beverly Taylor Nashville (TN-Estados Unidos) Por e-mail p& m ûà U U iiíÇ S Ü SoLicitaçao Fiquei m u ito fe liz ao e n co n tra r m atérias sobre Educação Especial na re­ vista Ensinador. Uma aluna levou para a sala de aula e fo i m u ito interessante, pois estávam os na aula de Peda­ g o g ia Cristã e a d iscip lin a era Educação Especial. Gostaria de ver mais artigos sobre este tem a, pois no m e io e va n g é lico não é m u ito d iv u lg a d o . Essa é a minha solicitação. Marta M. Fonseca Por e-mail E n sin a d o r n os E sta d o s U nidos C om o assistente do presidente de uma União In­ ternacional, uma das minhas tarefas era cooperar com o inform ativo mensal do meu chefe. Q uando olhei a revista Ensinador, notei rapida­ m ente a precisão com que desenvolve to d o o trabalho que envolve a confecção da revista. Apesar de não saber o que estava escrito, só pelo do layout e a distribuição das imagens foi possível perce­ ber a qualidade do produto. Esses conjunto de fatores mostra a capacidade dos profissionais que trabalham nesse valioso projeto. Elisabeth Gudeman Nashville (TN-Estados Unidos) Por e-mail m ani'j C om u n iq u e-se com a E n sin a d o r C ristão Por carta: Av. Brasil, 34-401 - Bangu 21852-002 - Rio de Janeiro/RJ Por fax: 212406-7370 Por email: ensinador(|>cpad.com.br ExceLência do en sin o Sou assinante da Ensinador Cristão, superintendente e Prezada irmã Marta, a Paz do Senhor! É um prazer contar com sua colaboração na revista Ensinador Cristão. A questão da inclusão social faz parte da programação de matérias a serem veicula­ das na revista. Entendemos que o assunto merece nossa atenção. Su a opinião é im p ortante para nós! Devido às lim itações de espaço, as cartas serão selecionadas e transcritas na íntegra ou em trechos considerados mais significativos. Serão publicadas as co rre sp o n d ê n c ia s assin a d a s e que contenham nom e e endereço completos e legíveis. No caso de uso de fax ou e-mail, só serão publicadas as cartas que informarem também a cidade e 0 Estado onde 0 leitor reside.

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ARTIGOCAPA P or V a l q u ír ia S a l in a s mHÊÊÊ TDAH- Transtorno de Déficit Atenção/ Hiperatividade Como a Escola Dominical pode ajudar? Você está na igreja, no co n s u ltó rio , no sh o ­ p p in g ou no restaurante e observa uma criança com s in g u la rid a d e em relação a outras de sua idade. Ela não para quieta, m ovim enta mãos, pés; levanta, anda, corre de um lado para o o utro, e então vêm os rótulos: "C riança sem e d u ca çã o !", "Sem lim ite s". "E os pais, o n d e estão, que não vêem ? N ão fazem n ada?" Você conhece ainda a q u ele a d o le sce n te ou a d u lto q ue não co nclui nada que começa, que sem pre argum enta te r se e sq u e cid o d o ensaio e sem pre chega atrasado aos com prom issos, q ue p e rd e seus o b je to s fa ­ c ilm e n te etc. Este é ta xad o de "irre sp o n sá ve l". Mas, cu id ad o,! Em alguns casos, eu e vo cê p o d e m o s estar e n g a n a d o s nessa precoce conclusão. C e rta m e n te você já ouviu fa lar do TDAH (Transtorno de Déficit de A tenção/ H iperatividade) ou o a ntigo DDA. Apesar de ser um tran sto rn o de o rige m genética e cong ên ita (o indivíduo possui desde que nasce), g e ra lm e n te ele é d ia g n o s tic a d o apenas q u a n d o a cria nça e n tra na e s c o la , p o r v o lta d os 6 ou 7 anos, o n d e os sin to m a s apa re cem de fo rm a mais clara, p rin c ip a lm e n te na sala de aula. Os p o rta d o re s do TD AH não conseguem

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c o ntrola r os seus im pulsos com relação aos seus com portam entos. Estudos têm m ostrado que 5% das crianças são portad o ra s d o TD AH ; ou seja, a cada 20 crianças, em m édia uma. Sendo assim, a p ro b a b ilid a d e de se te r 1 ou 2 crianças p o r sala de aula com o tran sto rn o é grande. A criação fam iliar não causa o transtorno. En­ tre ta n to , um a m b ie n te caótico poderá afetar de form a adversa o sistema nervoso central (SNC), no processo de m aturação bem com o outros fatores co m o os traum as cranianos, uso de drogas pela mãe ou infecções no SNC. Alguns portadores de TD AH são brilhantes, outros nem ta nto. A lguns possuem Q l acima da m édia, outros p o d e m te r associado ao TD AH a dislexia e /o u d istog ra fia. Para se c o n s e g u ir um d ia g n ó s tic o b em claro, faz-se necessário uma equipe multidisciplinar,com neurologista, p s icó lo g o e p sico p e d a g o g o . Mas, vale salientar que, geralmente, o professor é o prim eiro a suspeitar da existência do transtor­ no, devido ao com portam ento da criança em sala de aula e p o r passar um te m p o grande com ela. O neurologista, caso observe a necessidade de m edicam ento, o indicará; mas, antes, é preferível o psicólogo. Ele fará entrevistas clínicas com a criança e com os pais e até com a escola, aplicando testes específicos. Se diagnosticado o TDAH, o psicólogo trabalhará com a família e com o portador em suas questões comportamentais. O especialista também fará o trabalho de conscientização d o transtorno e explicará as consequências dos sintomas, para que a família aprenda a lidar com a criança portadora de TDAH. Q uanto à criança, o p sicólogo a ajudará a enfrentar e a lidar com o tran sto rn o, visto que nenhum a m edicação irá trabalhar as conse­ quências vividas p o r ela. O tra b a lh o que o b je tiv a a m elhoria da c o m u n ic a ç ã o fa m ilia r aju da a e v ita r que um tra n s to rn o de c o n d u ta se desenvolva, e o p s ic o p e d a g o g o tra b a lh a rá q u e s tõ e s de atenção para fa c ilita r o a pren diza do . Dos casos diagnosticados na infância, 15% a 20% persistem na vida adulta, mas as pessoas tratadas convivem de fo rm a mais tra n q u ila com o tra n s to rn o e, em alguns casos, a m edicação chega a ser suspensa. O p orta d o r de TDAH tem desorganização não só em questões externas, com o tam bém internas. Tende a fazer tu d o ao m esm o te m p o e a cabeça não para de pensar. Tem disfunções relativas ao córtex pré-frontal, com déficits subsequentes nas "fun çõe s executivas", ou seja, de planejam ento, organização e c o n tro le dos im pulsos. Esses p a ­ cientes ta m b é m tê m d ific u ld a d e s de c o n tro la r ou in ib ir c o m p o rta m e n to s ina de qu a do s, o que não ocorre aos o utros d o seu m eio.

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Alguns sintomas para o critério de avaliação: 1) Desatenção: N ão se atenta para os detalhes, com ete erros p o r fa lta de a ten ção na escola ou no tra b a lh o , pula letras, vírgulas etc. Possui dificuldade de se concentrar em brinca­ deiras ou atividades, pois se distrai facilm ente com e stím ulos alheios, co m o um som , p o r e xem plo . Parece tam bém não escutar, quando alguém fala. Sente d ific u ld a d e s em o rg a n iz a r e c o n c lu ir tarefas escolares, d o m é stica s ou p ro fissionais. Não segue instruções (não p o r incapacidade ou oposição). Evita, com frequência, atividades que exijam esforço mental, concentração, pois não gosta delas. Perde o bjetos com o m aterial escolar, b rinq u e ­ dos, d o cu m e n to s, chaves, celulares; e, no caso de adultos, esquecem as atividades diárias com o pagar contas, to m a r m ed ica m en to etc. d e v id o às consequências da v u ln e ra b ilid a d e de h u m o r de sua h istória de vida, fru stra çõ e s p o r não conseguir concluir m uitas de suas atividades e baixa tolerância à frustração. Porém, a falta de atenção em meninas poderá ficar despercebida, uma vez que, normalmente, ela se mostra educada e coopera quando requisitada para fazer algum a atividade. Importância do diagnóstico Os profissionais exercem um papel fundamental no tratam en to , pois ajudam no dia gn óstico e até no esclarecim ento da doença para o p o rta d o r e a fa m ília para q ue estes, assim, a d q u ira m uma m elho r q u a lid ad e de vida. Se v o c ê d e s c o n fia r q u e um a c ria n ç a , um adolescente ou adulto é TDAH, aconselhe-o com carinho e cu id ad o a procurar um profissional. 2) Hiperatividade: Fica m exendo as mãos ou os pés, ou se remexe na cadeira o te m p o to d o . N ão co n se g u e fica r p a ra d o na sala de aula ou em o u tro s lugares. Tam bém na igreja não é d ife re n te e fala dem ais. Escala paredes e corre m u ito em escadas ou em loca is im p ró p rio s . Q u a n d o a d o le s c e n te s , te n d e m a p ra tic a r c o n s ta n te m e n te e s p o rte s Como a Escola Dominical e a família podem ajudar? O p o rta d o r de TD AH precisa de um a m b ie n ­ te e s tru tu ra d o , com rotinas claras, sem m uito s estím ulos, para q ue possa finalizar suas tarefas sem fica r d isp erso . As a tiv id a d e s devem fe itas em períodos curtos. Exem plo: se tiver duas lições de casa, deverá fazer uma, d a r um p e río d o de descanso e dep ois fazer a outra; Nunca deve ser comparado com irmãos, amigos etc, pois isso só irá prejudicá-lo. Os lim ite s p re cisa m ser claros e o b je tiv o s . Q u an do fo r falar com o p o rta d o r de TD AH , olhe em seus olhos e peça para que ele repita o que vo cê fa lo u ou s o lic ito u , para c o n firm a r se ele entendeu. É im p o rta n te que alguém responsável acom ­ panhe a criança, apoiando-a na execução de sua tarefa. Os pais devem ajudar o filho a se organizar com a ntecedência para as a tivid ad es escolares, b a n h o , a lim e n ta ç ã o , sono ou até m esm o para saídas para escola, à igreja etc. Os pais deverão fa la r s o bre isso alg un s m in u to s antes, uma vez q u e o p o rta d o r de T D A H te n d e a se e squ ece r com fa c ilid a d e . Os pais poderão contribuir colocando lem bre­ tes em um painel, na geladeira ou em o utro local, para que o p o rta d o r de TD AH consiga executar as suas atividades do dia. Assim com o o p orta d o r a d u lto p od erá usufruir de agendas, lem bretes e 3 radicais. } Im p u lsivid ad e Dá respostas apressadas, antes m esm o das p erg u n ta s serem concluídas, e te m d ific u ld a d e de aguardar a sua vez. In te rrom pe ou se in tro m e te em conversa ou assuntos alheios. N o caso de crianças, p o r exem ­ plo, entram em brincadeiras sem ser convidadas. Consequências As consequências para o p o rta d o r do T D H A não são boas, ta n to para a criança c o m o para adolescentes e adultos: - M aior índice de repetição escolar e expulsão escolar; m aior índice de acidentes p o r conta de quedas, acidentes dom ésticos e autom obilísticos, p o rq u e correm mais riscos. - Tendem a usar á lco o l e d ro g a s duas vezes m ais q ue os não p o rta d o re s de T D A H , d e v id o à p o s s ib ilid a d e de uma d ep re ssão secundária

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sm artphones para não se esquecer de seus com prom issos. As am izades devem ser estim uladas pelos pais e professores, ta n to para os p o rta d o re s de T D A H ip e ra tiv o co m o para os Desatentos. Os exercícios físicos podem contribuir, tanto para que o TDAH possa descarregar o seu lado hiper, como tam bém para produzir dopam ina (prazer); As crianças com TDAH tendem a buscar m aior segurança em seus pais, p orém se faz necessário que eles os incentivem a te r ind ep en d ên cia e a saberem que são capazes de realizar suas tarefas sozinhas. Incentive o TD AH com jo g o s de raciocínio e de concentração, pois são im p orta ntes para que ele desenvolva as capacidades de concentração e de co ntrola r a im p ulsivida de no caso de jo g o s em g ru p o . Ex.: N o caso de que bra cabeça, co­ m ece com poucas peças e a um en te o n úm ero de peças na m e d id a em que a criança consiga concluir, para que ela passe a enfrentar os desafios e se ntir que é capaz. Tam bém e lo g ie sem pre uma realização, p o r m e n o r q u e seja. E lo g io s a b on s c o m p o rta m e n to s servem de re fo rç o positivo, palavras co m o "P arabéns", "Você é capaz" e "Você vai conseguir" funcionam em to d o s os aspectos. A n te s de dorm ir, converse com seu filh o sobre o dia dele, ouça o que ele tem a lhe dizer. Orem juntos agradecendo a Deus pelo dia e peçam uma boa noite, para que ele possa se sentir p ro te g id o . E um conselho im portante: Am e-o incondicionalm ente (Pv 18.15). O p ro gn óstico para os TDAH tratados é bom . Muitos se tornam profissionais bastante qualificados com uma vida norm al e uma fam ília abençoada. Você, pai, mãe, irm ão ou educador, p o d e c o n tri­ buir m uito ao incentivar a pessoa com TDAH. Aos pais de filhos TD AH , leiam Filipenses 4.6. Todos tem os a missão de influenciar de form a positiva aqueles que nos cercam, quer na família, no trabalho ou na igreja. &

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B\fcA'0 9 ra 'a ' sm artphones para não se esquecer de seus com prom issos. As am izades devem ser estim uladas pelos pais e professores, ta n to para os p o rta d o re s d e T D A H ip e ra tiv o co m o para os Desatentos. Os exercícios físicos podem contribuir, tanto para que o TDAH possa descarregar o seu lado hiper, como tam bém para produzir dopam ina (prazer); As crianças com TDAH tendem a buscar m aior segurança em seus pais, p orém se faz necessário que eles os incentivem a te r ind ep en d ên cia e a saberem que são capazes de realizar suas tarefas sozinhas. Incentive o TD AH com jo g o s de raciocínio e de concentração, pois são im portantes para que ele desenvolva as capacidades de concentração e de co ntrola r a im p ulsivida de no caso de jo g o s em g ru p o . Ex.: N o caso de que bra cabeça, co ­ m ece com poucas peças e a u m e n te o n úm ero de peças na m e d id a em que a criança consiga concluir, para que ela passe a enfrentar os desafios e sentir que é capaz. Tam bém e lo g ie sem pre uma realização, p o r m e n o r q u e seja. E lo g io s a b on s c o m p o rta m e n to s se rve m d e re fo rç o positivo, palavras co m o "P arabéns", "Você é capaz" e "Você vai conseguir" funcionam em to d o s os aspectos. A n te s de dorm ir, converse com seu filh o sobre o dia dele, ouça o que ele tem a lhe dizer. O rem juntos agradecendo a Deus pelo dia e peçam uma boa noite, para que ele possa se sentir p ro te g id o . E um conselho im portante: Am e-o incondicionalm ente (Pv 18.15). O p ro gn óstico para os TDAH tratados é bom . Muitos se tornam profissionais bastante qualificados com uma vida norm al e uma fam ília abençoada. Você, pai, mãe, irm ão ou educador, p o d e co n tri­ buir m uito ao incentivar a pessoa com TDAH. Aos pais de filhos TD AH , leiam Filipenses 4.6. Todos te m o s a missão de influenciar de form a positiva aqueles que nos cercam, quer na família, no trabalho ou na igreja. > p squ\atna- ^ ' a" S ^ « docoTdprS p '» " ' c\'in\ca /tta r° A G re b'. B a t\sta. e p ^ u ' aV' a Sad OC^ e J a f B e n ia m ^ J-

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Ganhoão: a ED em meio às ilhas Não tem com o ninguém se locom over nas lhas, uma vez que os únicos m eios de transporte são canoas e rabetas", relata. Ela esclarece que a maré pod e com eçar às 7 horas da manhã e, nesse caso, há alunos que atra­ vessam as águas durante a madrugada. Ele schegam de manhã e ficam o dia to d o na igreja para participar da ED. "Servimos lanches, principalm ente para as crianças. O alim ento é custeado com a oferta da Escola D om inical"., conta Em m eio a essa situação tão adversa, a coor­ denadora Ruth explica que a Escola foi finalm ente organizada há quatro anos. "São várias ilhas e, além do tem plo-sede, a igreja possui seis congregações distribuídas nas demais ilhas. A Escola existe há 20 anos, mas começamos com relatórios apenas em ju ­ nho de 2010. No início, eram 12 alunos. Atualm ente, tem os mais de 90", afirma Ruth, que atribui o cres­ cim ento à classe de não crentes. "Eles participam da ED e logo aceitam Jesus e passam para a classe dos novos convertidos", declara. Os m oradores não têm acesso à internet e nem celular. Esses fatores cooperam para que os alunos se d e d iq u e m na leitura da Bíblia. "O resultado é a salvação de almas, avivamento, form ação de novos pregadores e um m aior conhecim ento da Palavra de Deus. É o caso da irmã Eli Faro. "Ela com eçou a frequentar a ED, aceitou Cristo e hoje ministra a Palavra de D eus", diz. O casamento com unitário é outra bênção de­ corrente da Escola Dom inical. C om dificuldades de acesso e financeiras, 80% dos irmãos não eram casados. Mas, através de um trim estre de Lições Bíblicas (CPAD) que abordou "A Família Cristã no Século XXI", os irmãos sentiram a necessidade de viver conform e a Palavra. "M ais de dez casais oficia­ lizaram o relacionam ento conjugal. Por exem plo, o casal Marcelo e a esposa. Eles passaram pelas águas batismais e já estão sendo preparados para d irigir uma congregação no rio Redenção", se anima Ruth. Várias adversidades p oderiam ser pontuadas para que Ruth dos Santos não prosseguisse com a ED em Ganhoão, mas ela prosseguiu e os frutos estão aí. "C o n ta r com educadores para capacitar os nossos mestres é outra tarefa com plicada. No entanto, estamos usando com o estratégia seminá­ rios para aperfeiçoam ento de professores e alunos. Estam os no início, mas acre dita m o s que Deus continuará a nos abençoar", enfatiza. & As crianças levam as próprias cadeiras para a sala atiV yadeenCaram m°tiVaÇ â° 3 divertid* A Assem bleia de Deus na Ilha d o Ganhoão, m unicípio de Chaves, na Ilha de M arajó (PA), pre­ sidida pelo pastor João Batista dos Santos, tem motivos de sobra para agradecer a Deus. A posição geográfica do local não favorece a frequência dos alunos à Escola D om inical, mas isso não im pede o crescim ento espiritual p o r m eio da Palavra de Deus. A coordenadora geral Ruth Rosário M acedo conta que o tra je to para chegar até a ED é uma das maiores dificuldades que os alunos enfrentam. Eles d ep en de m das condições da maré. "Q u a n d o a maré seca p or co m p le to e p od e durar até 6 horas. / E N SIN A D O R^ - L U Y CRISTÃO J

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CS D a R ed a ç So CS <*> • •— ; q j T 3 o £ ^ <*> CS o C C J xh P - s cs "+-k s rtíC Ü J - < r T I 1 / 1 cu .£ o cs ^ Cj ^ 2 S5 ^ C l) co 105 C U ° Cü o - § ^ K ^ co cs (S ) D s CO Q (O O „ 5 u 3 “ O C tu 0 o n - 0 LU < O A p re o c u p a ç ã o com a vida e sp iritu a l das crianças levou Fátim a M allet, mais con h e cid a c o m o tia Faty, a criar o P rojeto A ra r e Sem e­ ar. O o b je tiv o d o p ro je to é trabalhar, em p rim e iro lugar, a vida das pessoas que tra b a lh a m com o m in istério infantil. Fátima ressalta que os dem ais d e p a rta m e n to s são fortes, no e n ta n to o in fa n til é frá g il e exige mais interesse, d e d ica çã o e in vestim e nto. Q u a n d o se tra ta d o s p e q u e n in o s , d iz Faty, d e v e m o s pe n sa r: "T e n h o q u e m e capacitar, m e atu alizar e m o s tra r Jesus e Seu sacri­ fíc io p e rfe ito para as crianças. Porém , isso não será fru to d o acaso, mas con se q u ê n cia da m inha perseverança e d e d ica çã o . Vejo co m o investim ento de te m p o , dinh eiro e renúncias". Fátima tem habilitação em M a g is té rio das Séries Iniciais e E ducação In fa n til e Licenciatura Plena em H is tó ria , cursa T e o lo g ia Básica na A s s e m b le ia de Deus em Im b itu b a e é m e m b ro da A D em G a ro p a b a (SC). S em pre a g ra ­ d e c e n d o a Deus pe la o p o rtu n id a d e d e en sin ar a m e lh o r m an eira de a u x ilia r a q u e m e xe rce o m in is té rio d e e v a n g e lis m o e e n sin o in fa n til, F átim a fala d e a lgu ns p o n to s q u e d e ve m ser o b s e rv a d o s e da sua e xp e riê n cia com as crianças e os pro fe ssore s dessa área. Fátim a M allet E cantora, m inistra em congressos e cultos in fanto-juvenis e é coordenadora do Projeto A rar e Sem ear. Com o su rgiu a ideia do p ro jeto ? E qual o objetivo? Surgiu devido aos pedidos de coordenadores da Escola Dominical, visando a um m aior d e sen volvim en to dos professores na capacitação c r istão ~

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direcio na da exclusivam ente para as faixas etárias de 0 a 12 anos. O o b ­ je tiv o é conscientizar cada vez mais o e d u c a d o r cristão da necessidade da p re p a ra ç ã o , n ã o só m a te ria l, mas acim a de tu d o e s p iritu a l para evangelizar, d is c ip u la r e d o u trin a r nossas crianças. r Qual a dificuldade em de­ senvolver o projeto? N ã o te n h o v is to d ific u ld a d e s . C o ntam o s com a p o io da liderança da s ig re ja s . V e jo b o a v o n ta d e e d e s e jo p o r p a rte d o s líde res para m e lh o ra r e c a p a c ita r a e q u ip e d o D e p a rta m e n to Infantil. para a ED. É d ifíc il p e d ir para essa criança com p rar a lição. É com um o pro fe sso r co m p ra r o m aterial dela. E x is te m lo c a is em q u e a E scola D o m in ic a l a c o n te c e em b a ix o de árvores ou m e sm o na rua d o la d o da igreja. Essa é a realidade e quase s e m p re q u e m fica no c a n tin h o da ig re ja são as crianças, q u e m uita s vezes são a lun os assíduos da ED. Por o u tro la do , co n h e ce m o s locais com condições, mas professores sem in te resse e acabam d e sa n im a d o s. Esses fa to re s p o d e m g e ra r um a evasão de alunos da ED in fa n til. Como se desenvolve o pro­ jeto? O Projeto Arar e Semear procura m o tiva r pais, professores, auxiliares e até pessoas q u e não tra b a lh a m com crianças, mas q u e po ssue m o d e s e jo d e aju d a r. A m o tiv a ç ã o é aplicada através de recursos visuais e outros m ateriais, inclusive reaprov e ita n d o o b je to s q u e se rve m d e recu rsos c o m o b o n e c o s , anim ais, pe rsonagens bíb lico s e ou tro s itens que incentivarão a criança a guardar a história em sua m em ó ria. O curso se d e s e n v o lv e com no m ín im o 10 horas d e aulas. Na p ro g ra m a ç ã o , é re a liz a d o w o rk s h o p , o fic in a d e recursos, dem onstração da utilida de e a p lic a ç ã o d e vá rio s recu rsos, e p rá tic a e d u c a tiv a . Esses ite n s fa ­ zem p a rte d o c rité rio de avaliação e m ostra se os o b je tiv o s d o curso foram alcançados satisfatoriam ente. Quais os frutos do projeto? É ve r pessoas q u e a n te s liam as h is tó ria s e h o je fa z e m a d r a ­ m atização. O u aquelas q u e nunca fizera m um d e se n h o e a tu a lm e n te co rta m e criam seus pe rso n a g e n s, e a p re n d e m a não fic a r lim ita d o s em m é to d o s m e c a n iz a d o s . Eles s u p e ra m -s e e cria m o u tro s p ro je ­ to s d ire c io n a d o s ao tra b a lh o com crianças. Tenho visto m uitas pessoas d e d ic a s ao m in is té rio in fa n til com um a nova ó tic a das ne ce ssid a d e s reais das crianças. Em sua opinião, como de­ veria ser uma aula bem apro­ veitada pelas crianças? Um a aula b e m a p ro v e ita d a é a q u e la em q u e o a lu n o p a rtic ip a , o n d e existe interação. Se não exis­ t ir p e rg u n ta s , isso s ig n ifc a q u e a aula não d e s p e rto u o interesse da classe. Temos q u e levar a criança a p e rg u n ta r, a te r sed e de a p re n d e r a Palavra de Deus. D e ve m o s usar estra té g ia s q u e e s tim u le m a a q u i­ siçã o d o c o n h e c im e n to e faça-as terem vo n ta d e de vo lta r na próxim a sem ana nessa m esm a classe. Como a liderança avalia o Arar e Sem ear? Na m aioria das A ssem bleias de Deus, o p ro je to te m re ce bido apoio dos líderes. Eles p a rticip am dos cur­ sos e alguns até lam en ta m q u a n d o algum professor não p o de participar. Cresce o interesse e a preocupação da lid e ra n ç a p e la c a p a c ita ç ã o e a p e rfe iç o a m e n to dos e d u ca d o re s d o D e p a rta m e n to Infan til.' W Quando teve início o Pro­ jeto Arar e Sem ear? Em 2010, com e çam o s a realizar cursos d e ca p a cita çã o nas igrejas, sem pre visando ao investim e nto no D e pa rta m ento Infantil. Som ente em 2012 o projeto tom ou força e criamos pa nfletos, co m e ça n d o a exe cutá-lo ta m b é m p o r to d o o Brasil. A sen h o ra a firm a que a criança também deve ser pas­ toreada durante a ED. Por quê? Com certeza, não só pastoreada, O que o p ro fe sso r dessaela d e ve ser p rim e ira m e n te eva n­ área precisa saber para m e­ gelizada, d iscipu la da e do u trin a d a . lhorar a qualidade do ensino? Não existe um evangelho diferente. Antes de tu d o , o professor deve ser consciente que não está ali para re ce b e r recom pensa aq ui na terra. Tudo o que esta fazendo é para gloria d e Deus, c o la b o ra n d o para o cres­ c im e n to e expansão d o Evangelho, form ando uma sociedade futura com bases sólidas na fé cristã. Ele é único e deve ser incentivada a do u trin a nos pequenos. A p re n d e r a orar, a d a r fru to s , ofertar, a p re n d e r sob re o p e ca d o e suas co n se q u ê n ­ cias. A lé m da fo rm a de livrar-se d o in im ig o das nossas almas, isso deve ser co n tín u o . P astorear crianças é b íb lic o (Jo 21.15). Elas p re c is a m d e um a a te n ç ã o re d o b ra d a , p o is é nesse m o m e n to q u e está sen do fo rm a d a sua p e rs o n a lid a d e . E terá fo rte influência do m eio. Esperamos q u e nesses 45 m in u to s de ED p o s ­ sam os te r p a rtic ip a ç ã o p o sitiva no cre scim e n to e sp iritu a l desse fu tu ro c id a d ã o dos céus. A senhora vê diferença no ensino entre as diversas regi­ ões do país? Se sim, por quê? Sim, a igreja não é hom og êne a, e x is te m d ife re n ç a s lo c a is , c u ltu ­ rais e co n ô m ica s e até g é o g rá fica s q u e fa c ilita m ou a té d ific u lta m o d e s e n v o lv im e n to para um a ED de qu alida de . O Brasil é evangelizado, d e m a n e ira q u e e x is te m m u ita s crianças q u e os pais não são eva n­ g é lic o s , mas m a n d a m seus filh o s r Qual seria a função desse pastor? Em p r im e ir o lu g a r, le v a r essa criança a c o n h e ce r o p la n o da sal­

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vação. Levá-la a a p re n d e r a te r uma vida diária desejando a presença de Deus, ensiná-la a fazer d e vo cio n a l m esm o lo n g e da Igreja. Ela precisa e n te n d e r s o b re o se rviç o na o b ra d e D e us, c o m o , p o r e x e m p lo , o s ig n ific a d o da o fe rta , d o a ju d a r o p ró xim o , d o d o a r e co la b o ra r com a o b ra m issioná ria . Isso não p o d e m orrer, som os fru to s de m issões e con tinu arem o s fa la n d o de missões. O o b je tiv o é p re p a ra r um fu tu ro cid a d ã o c ritic o e responsável e um ve rd a d e iro cid a d ã o dos céus. M eu lem a é "E d u c a ç ã o In fa n til: a p re n ­ d e r o A B C d o co rp o , da alma e do e s p írito ". tã o g ra n d e q u a n to : te r um a vid a co n sa g ra d a , d e d ica r-se e m e d ita r na Palavra de Deus etc. A diferença é que quando ensina para um adulto, sabe que ele analisa, pensa e possui um senso critico apurado., além de te r preceitos definidos; mas, no caso da criança, ela vai a cre d ita r e fazer e x a ta m e n te o q u e v o c ê m a n d a r fazer ou falar. O pastor é um m od elo para a criança, p o r isso exige grande responsabilidade. o pro fe sso r se d e d ic a r em buscar a Deus e to m a r com responsabilidade seu cham ado de pastorear crianças, as n e c e s s id a d e s v ã o a p a re c e r e se rã o tra ta d a s c o m s a b e d o r ia e d ire çã o d o Senhor. ^►Q ue visão a senhora tem do ed u cad or cristão b ra si­ leiro? A m in h a v is ã o é d e g ra n d e s he róis, p o is faze m seus tra b a lh o s c o m m u ito a m o r, d e d ic a ç ã o , lá ­ g rim a s . A lg u n s n u n c a tiv e r a m a o p o rtu n id a d e de fazer um curso de c a p a c ita ç ã o , mas e stã o b u s c a n d o d e D e u s, q u e é a fo n te d e to d a s a b e d o ria , e o S e n h o r c o n c e d e graça. O u tro s nem um local d ig n o possuem para m in istra r suas aulas, m as m e s m o a ssim e s tã o firm e s na c h a m a d a q u e D e us lh e s d e u . C o n c e ito s u ltr a p a s s a d o s e s tã o s e n d o a n u la d o s e e sta m o s v e n d o um grande d e sp e rta rm e n to na área d a .E d u c a ç ã o In fa n til C ristã. *PN o projeto, é possível de­ tectar as necessidades de uma criança em classe? O p r o je to c o n ta c o m a p a rte te ó ric a , o n d e são d e s e n v o lv id a s as ne cessidades básicas da criança no co n te xto cristão. C o ntam os com te s te m u n h o s o n d e m o s tra m o s as várias n e ce ssid a d e s q u é p o d e rã o surgir. N osso interesse é e sp iritu a l. Cremos que a Palavra de Deus em si é poderosa para edificar, transformar, restaurar. Cremos que, à m edida que Quais as ca ra c te rístic a s e qualidades que deve ter o pastor de crianças? A criança é sensível e, no â m b ito e s p iritu a l, não p o d e m o s e n g a n a r n in g u é m . O p a s to r de criança não d ife re d o p a s to r d e a d u lto s , p o is lhe é exigid a uma responsabilidade A m otiva ção p o d e rá ser aplicada p o r m eio de recursos visuais e ou tro s m ateriais que sirvam para a criança m em o rizar a história, com o , p o r e x e m p lo bo ne cos, anim ais, pe rson age ns b íb lico s e ou tro s o b je to s que ajud em os p e q u e n o s a g u a rd a r o c o n te ú d o ensinado.

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E l ín a l d o R e n o v a t o de Li ara os Os dons espirituais são ferramentas indispensáveis para que os crentes possam desenvolver seu papel, como "sal da terra" e "luz do mundo" (Mt 5.13,14). lb t C R IS T ÃO ;

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