Sindi

 

Embed or link this publication

Description

edição 39

Popular Pages


p. 1



[close]

p. 2

Vo cê v ê p r i m e i r o a q u i 13 a 15 de Maio de 2014 • Florianópolis • SC • Brasil O MAIOR PONTO DE ENCONTRO DO SETOR AVÍCOLA E SUINÍCOLA DA AMÉRICA LATINA! Além de ser um evento completo, a AveSui é uma vitrine de negócios que está em constante evolução e traz para seu público-alvo todas as novidades, oportunidades de novas parcerias, investimentos, pesquisas, discussões de mercado e atualização técnica e científica para profissionais do setor. v Feira de Negócios v Painel Conjuntural de Mercado v Seminários Técnicos em Aves e Suínos: Nutrição e Ambiência v Workshop de Controladores e Sensores em Galpões v Trabalhos Científicos v Granja Modelo com as Últimas Inovações Tecnológicas v Pavilhões Internacionais v III Painel de Biomassa e Bioenergia v III Painel de Reciclagem Animal v Prêmio Jovem Pesquisador e Profissional v Palestras traduzidas para Português e Espanhol Organização, informações e reservas: Saiba mais: REFERÊNCIA E INOVAÇÃO Av. Antonio Gazzola 1001, 8º andar • Itu • SP • Brasil Fone.: (11) 2118.3133 / (11) 4013.1277 E-mail: avesui@gessulli.com.br • Site: www.avesui.com

[close]

p. 3

Em sua ultima edição em 2013, a AveSui movimentou 400 milhões em negócios e atraiu um publico de 17,8 mil visitantes e foi eleita mais uma vez, por expositores e visitantes como o grande ponto de encontro do setor em toda America Latina. VEJA ALGUMAS VANTAGENS EXCLUSIVAS PARA QUEM EXPÕE NA AVESUI : 4 GARANTIA DE PÚBLICO E BONS NEGÓCIOS 4 2 MERCADOS EM UM SÓ LUGAR 4 GRANDE DESTAQUE PARA SUA MARCA 4 INFRA-ESTRUTURA - HOTÉIS E SERVIÇOS 4 FÁCIL ACESSO AÉREO E RODOVIÁRIO 4 REALIZADA NA MAIOR REGIÃO PRODUTORA E EXPORTADORA DE CARNE DE AVES E SUÍNOS BRASILEIRA SUA EMPRESA TEM INÚMERAS POSSIBILIDADES PARA FICAR EM EVIDÊNCIA NA AVESUI : 4 STANDS NO PAVILHÃO DE EXPOSIÇÕES 4 PATRICÍNIO DA FEIRA 4 PATROCÍNIO DOS SEMINÁRIOS 4 PRÊMIO CATEGORIA PROFISSIONAL INOVAÇÕES E PESQUISA 4 SALAS PARA PALESTRAS COMERCIAIS 4 GRANJA MODELO Manual de Identidade Visual Organização do Seminário e Prêmio Jovem Pesquisador e Profissional:

[close]

p. 4

Editorial Diretoria Presidente: Domingos Martins Vice-presidente: Alfredo Kaefer Secretário: Claudemir Bongiorno Tesoureiro: João Roberto Welter Diretores efetivos: Roberto Kaefer e Guilherme dos Santos Diretores suplentes: Sidnei Bottazzari, Ciliomar Tortola, Ademar Rissi, Dilvo Grolli, Roberto Pecoits e Valter Pitol Conselheiros fiscais efetivos: Paulo Cesar Cordeiro, Célio Martins Filho e Pedro Henrique de Oliveira Conselheiros fiscais suplentes: Evaldo Ulinski, Paulo Karakida e Marcos Batista Delegados representantes efetivos: Domingos Martins e Osvaldo Ferreira Junior Delegados representantes suplentes: Claudio de Oliveira e Rogério Gonçalves Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná Av. Cândido de Abreu, 140 - Salas 303/304 Curitiba/PR - CEP: 80.530-901 Tel.: 41 3224-8737 | sindiavipar.com.br sindiavipar@sindiavipar.com.br Conquistas e desafios A qualidade da carne de frango brasileira é a melhor do mundo. Isso ninguém contesta. E o Programa de Compartimentação da Avicultura Brasileira vem para reforçar essa certeza. A medida complementa o programa de regionalização – que o Sindiavipar tanto batalhou pela implantação junto às autoridades governamentais e às indústrias – e reflete o vanguardismo de nossa produção avícola. Por isso, a matéria de capa desta edição, que você encontra a partir da página 24, dedica-se a explicar os benefícios que o programa trará para o nosso setor, garantindo a estabilidade econômica da indústria avícola brasileira e reforçando seu caráter sanitário exemplar para o mundo todo. Mas alguns detalhes precisam ser ajustados para que nossa indústria continue em ritmo ascendente, como o gargalo logístico brasileiro, que deverá ser um dos principais desafios para o agronegócio este ano. Confira mais sobre essa questão nas páginas 32 a 35. E vale mencionar, também, a repercussão gerada pela medida do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) que permitiu o uso da frase “sem hormônios, conforme estabelece legislação brasiO Sindiavipar reforça que é importante que empresas, sindicatos e órgãos reguladores do setor avícola se esforcem para corrigir essa desinformação junto ao público. Só assim poderemos eliminar qualquer possibilidade de dúvida sobre a nossa maior certeza: a de que produzimos a melhor carne de frango do mundo. E sem hormônios. Foto: Sindiavipar leira” nas embalagens dos produtos nacionais. Fale conosco Se você tem alguma sugestão, crítica, dúvida ou deseja anunciar na revista Avicultura do Paraná, escreva para nós: revista@sindiavipar.com.br. Ed. nº 39 - Mar/Abr 2014 Domingos Martins Presidente do Sindiavipar Expediente Produção: Centro de Comunicação centrodecomunicacao.com.br Jornalista responsável: Guilherme Vieira (MTB-PR: 1794) selo SFC Editora-chefe: Cecilia Gibson (MTB-PR: 6472) Colaboração: As matérias desta publicação podem ser reproduzidas, desde que citadas as fontes. Camila da Luz, Giórgia Gschwendtner, Mariana Macedo e Rafael Neves. Design e diagramação: Cleber Brito Marketing: Mônica Fukuoka Impressão: Maxi Gráfica Allan Oliveira, Bruna Robassa,

[close]

p. 5

22 Foto: Divulgação Economia Copa Entidades preparam ações para a Copa do Mundo Brasil Fifa 2014 com o objetivo de aumentar o consumo interno da carne de frango. O evento está sendo visto como uma ótima oportunidade para mostrar a qualidade do produto brasileiro para estrangeiros. Seções Espaço Sindiavipar.............................06 Canal aberto.........................................07 Radar...................................................08 Ciência...................................................09 Agenda..................................................10 Observatório........................................10 24 Capa Eventos.................................................12 Sindiavipar...........................................14 Capacitação..........................................15 Entrevista..............................................16 Oportunidades ....................................18 Artigo técnico......................................20 Compartimentação O Programa de Compartimentação da Avicultura Brasileira é considerado uma conquista histórica pelo setor. A medida fortalecerá a indústria com iniciativas ainda mais rígidas que deverão ser seguidas em todas as etapas produtivas. Economia.............................22 Capa.....................................24 Fiep........................................................28 Ubabef...................................................30 32 Foto: Valter Campanato/ABr Logística Desafio Os problemas logísticos brasileiros configuraram-se como o principal gargalo para o agronegócio em 2014, que atualmente vive um paradoxo sem pé nem cabeça: quanto mais cresce, mais dificuldades enfrenta. Confira o que está sendo feito para superar as pedras pelo caminho. Logística..............................32 Mercado................................................36 Negócios...............................................38 47 Mito ou verdade? Foto: Sxc.hu Associados............................................40 Saúde do trabalhador........................42 Notas e registros.................................44 Estatísticas...........................................46 Frango faz bem para a pele? Diversos pontos positivos e benefícios no consumo de frango têm sido constatados por meio de estudos científicos, e uma das avaliações é que a carne da ave faz bem para a pele humana. Descubra como na página 45. Mito ou verdade?.................47 Receita...................................................48

[close]

p. 6

Espaço Sindiavipar Boas expectativas O ano iniciou para o setor avícola com otimismo e boas notícias. Desde o começo de janeiro o sindicato tem trabalhado com diversas ações como cursos, reuniões, feiras e avaliações sobre assuntos que permeiam a avicultura paranaense para buscar cada vez mais tecnologia, e produtividade. Alguns eventos, como a participação no Show Rural, também foram importantes para ter uma espécie de termômetro de 2014 e saber quais são as prioridades que o setor tem para continuar crescendo. Foi realizado contato com a BRF para estudos das dificuldades de entrega de produtos nas cidades. Confira as principais ações do Sindiavipar durante os meses de janeiro e fevereiro: Janeiro Bem estar animal 13/01: Atualmente a equipe do Sindiavipar está em contato com a médica veterinária Carla Maiolino, professora da Universidade Federal do Paraná (UFPR), para articular a realização de um congresso com o tema “bemestar animal”. A previsão é que o congresso seja realizado em agosto deste ano, na sede da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), em Curitiba. O encontro aconteceu também no dia 13 de janeiro. Garantia analítica na avicultura 13/01: Uma das primeiras ações do ano ocorreu quando o diretor executivo Icaro Fiechter, do Sindiavipar, se encontrou com a médica veterinária Dione Francisco, da Agroqualitá, para realizar avaliações e acertos para o curso “Garantia analítica na avicultura”, que será coordenado pela profissional. O curso será realizado no dia 25 de março, das 8h45 às 15h45, durante a Tecno Food Brazil - Feira Internacional de Proteína Animal, que acontecerá entre os dias 25 e 27 de março no Expotrade Convention Center em Pinhais, região metropolitana de Curitiba. O curso tem o objetivo de, frente aos requerimentos analíticos impostos pelos países compradores e tam bém pelo mercado interno, capacitar o corpo técnico das empresas avícolas para que possam se aprofundar nesses assuntos. O assunto é de interesse de gerentes, responsáveis técnicos e responsáveis pela equipe de qualidade das indústrias avícolas, tanto na produção quanto no processamento, além de médicos veterinários que atuam no segmento. As inscrições devem ser feitas pelo site eventioz.com.br/e/garantia-analitica-na-aviculturacampo-proces sament/registrations/new. Associados do Sindiavipar e da Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav) podem fazer o curso sem qualquer custo. 6 | sindiavipar.com.br

[close]

p. 7

Espaço Sindiavipar fevereiro Exaustores em aviários 24/02: O diretor executivo Icaro Fiechter, do Sindiavipar, se reuniu com o deputado estadual Rasca Rodrigues (PV), com o assessor técnico e veterinário da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), Alexandre Monteiro, e com o médico veterinário da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) Cassiano Kahlow para realizar avaliações sobre o projeto de lei 02/2014 do deputado Rasca Rodrigues. O projeto prevê normas para instalação de exaustores em aviários no Paraná. Foi discutido, durante a reunião, a pertinência do projeto de lei, já que, de acordo com o Icaro Fiechter, não há nenhuma pesquisa que comprove a necessidade de trocar os exaustores nos aviários. A discussão ainda será realizada em audiências futuras com membros do setor avícola. Canal aberto Planejamentos do plano de Logística Reversa, sindicatos e indústrias agora darão continuidade às ações necessárias para a implementação do plano nas plantas industriais, o que deverá tornar a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) enfim uma realidade. A obrigação de estruturar e executar uma cadeia de logística reversa deve ser encarada não apenas como uma exigência, mas como uma medida para utilizarmos sustentavelmente os recursos naturais de nosso planeta. É uma atitude de consciência. Por isso é bastante importante que a indústria avícola faça sua parte e dê o exemplo. Isso é o fato de o Brasil ser o país que produz a melhor carne de frango do mundo, e de maneira exemplarmente sustentável. Paralelamente, as negociações pela Convenção Coletiva de Trabalho do setor ocorreram de forma positiva para todos os lados. Conseguimos negociar valores justos, que mantiveram o equilíbrio competitivo da indústria, ao mesmo tempo em que proporcionam salários melhores para os trabalhadores do setor avícola. O Sindiavipar mostra assim que está à disposição de todas as engrenagens deste grande motor do crescimento brasileiro, que é a avicultura paranaense e brasileira. Foto: Sindiavipar Com o fim do prazo para a entrega essencial para consolidarmos cada vez mais Icaro Fiechter Diretor executivo do Sindiavipar sindiavipar@sindiavipar.com.br sindiavipar.com.br | 7

[close]

p. 8

Radar O que foi notícia Desde 2007 a revista Avicultura do Paraná é uma publicação que busca informar todas as pessoas envolvidas na cadeia avícola – desde tra balhadores até estudantes e outras pessoas interessadas no agronegócio paranaense. Já são quase 40 edições recheadas de notícias, entrevistas e informações que ajudam a fortalecer ainda mais a avicultura no estado. Na edição de março/abril de 2008 destacava as medidas dos Portos de Antonina e Paranaguá para o escoamento da produção de carnes paranaense. Atualmente, o porto está recebendo o maior investimento de sua história, com R$ 400 milhões em obras que pre tendem melhorar o serviço e o atendimento deste importante ponto de exportação do estado. E você também pode ter acesso a todo esse material. Basta acessar sindiavipar.com.br/revista para conhecer todas as edições da publicação. Não perca tempo, acesse já! 19.08.10 14:42:15 19.08.10 14:42:15 fotos.indd 2 19.08.10 14:42:15 fotos.indd 2 19.08.10 14:42:15 Fotos: César Machado UMa Foto perfeita CaUsa UMa ótima impressão o melhor e mais completo banco de imagens do agronegócio. suínos, aves, bovinos, culturas, alimentos, carnes, maquinário, etc. fotos.indd 2 www.agrostoCk.CoM.br fotos.indd 2

[close]

p. 9

Ciência A enfermidade é altamente contagiosa e pode causar mortalidade elevada Sinais respiratórios, digestivos e nervosos podem ajudar a identificar um caso de doença de Newcastle, enfermidade infecciosa aguda que apresenta rápida difusão e é altamente contagiosa. O vírus infecta uma grande variedade de aves domésticas e selvagens e pode causar mortalidade elevada. O nome deriva da descrição realizada em 1927, na cidade de Newcastle, na Inglaterra. A doença de Newcastle já foi descrita nos principais países produtores de aves do mundo, inclusive no Brasil. Ela pode atingir aves de diferentes idades e prevalece em galinhas e perus. A presença do vírus causador, Rubulavirus, já foi descrita em mais de 200 espécies de animais, especialmente nas aves. No entanto, algumas espécies não apresentam sinais clínicos ou são igualmente suscetíveis. O pato, por exemplo, pode albergar o vírus sem apresentar a doença. No homem, o vírus da doença de Newcastle pode causar conjuntivite e, por este motivo, a enfermidade é citada como zoonose. A presença do vírus pode ser identificada em secreções do trato respiratório e no conteúdo intestinal de aves contaminadas. Aerossol, água, alimento, cama, veículos, equipamentos aves e animais selvagens contaminados e o trânsito de aves doentes e mortas favorecem a disseminação e a transmissão do vírus. Nos lotes, a forma mais comum de contágio é o uso de equipamentos e veículos contaminados, além do homem. Quando aves adultas, em idade reprodutiva, são infectadas pode ocorrer produção de ovos contaminados, porém na maioria das vezes há mortalidade embrionária. Quando alguns embriões contaminados eclodem, pode ocorrer disseminação horizontal do vírus. Quando a ave é infectada, o vírus invade o trato respiratório e digestivo, onde causa uma infecção generalizada. Apesar de aves de todas as idades estarem susceptíveis ao vírus da doença de Newcastle, os lotes de pintos jovens infectados com amostras velogênicas apresentam maior mortalidade do que aves adultas. A manifestação e a gravidade dos sinais clínicos variam de acordo com o estado imune da ave, e depende também do patótipo envolvido. Os patotipos lentogênicos podem infectar aves sem induzir qualquer tipo de manifestação clínica, especialmente em aves adultas. Já as aves jovens geralmente apresentam alguns sinais respiratórios de tosse e espirro, que podem desaparecer em menos de uma semana, porém quando há complicação secundária o quadro pode se agravar e levar à morte. Os patotipos mesogênicos normalmente causam dificuldade respiratória, espirros e tosses. Sinais nervosos podem estar ou não presentes. Nas aves Doença de Newcastle adultas, pode haver queda na produção de ovos. A mortalidade geralmente é baixa. Já os patotipos velogênicos induzem uma manifestação clínica mais severa e, nos casos mais graves, pode ocorrer morte abrupta. Os sintomas mais observados são: depressão, incoordenação motora e torcicolo devido ao comprometimento do sistema nervoso. O diagnóstico da doença pode ser presuntivo, feito com base no histórico do lote, sinais clínicos, lesões e provas sorológicas. O diagnóstico definitivo é realizado por meio do isolamento e determinação do patotipo do vírus. A identificação do vírus é feita normalmente com o teste de inibição da hemaglutinação usando anti-soros específicos. O vírus também pode ser identificado pela neutralização viral, anticorpos policlonais e monoclonais, imunofluorescência e pela prova de PCR. Não há tratamento efetivo para a doença da Newcastle, contudo o uso de antibiótico de largo espectro pode auxiliar na redução de contaminantes secundários, que podem agravar a condição da ave. Proporcionar um ambiente confortável e de bom manejo pode minimizar as consequências do surto. Quando ocorrem surtos de patotipos de alta virulência o ideal é controlar por erradicação, o que não justifica, portanto, medicar. Fonte: Manual de Doenças de Aves, Alberto Back sindiavipar.com.br | 9

[close]

p. 10

Agenda XV Simpósio Brasil Sul de Avicultura e VI Poultry Fair Data: 8 a 10 de abril Local: Centro de Eventos Plínio Arlindo de Nês, Chapecó – SC Realização: Nucleovet E-mail: nucleovet@nucleovet.com.br Site: nucleovet.com.br Produção industrial A produção da indústria cresceu 1,2% em 2013, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado é melhor do que o de 2012, Agrishow - Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação Data: 28 de abril a 2 de maio Local: Ribeirão Preto - SP Realização: Abag, Abimaq e Anda E-mail: visitante.agrishow@btsmedia.biz Informações: (11) 3017-6807 Site: agrishow.com.br quando o setor registrou retração de 2,5%. O desempenho da indústria no ano passado se aproximou das previsões de analistas, que esperavam um crescimento pouco superior a 1%. Em 2013, os setores com as altas mais expressivas foram os de veículos (7,2%), refino de petróleo e álcool (7,3%) e máquinas e equipamentos (6,1%). Já as quedas de destaque ficaram com edição e impressão (10,2%), farmacêutica (9,7%) e indústria extrativa (-4,1%). Para 2014, analistas esperam ainda um ano difícil para o setor e com baixo crescimento diante de juros ainda em expansão e crédito escasso para o consumo. Há ainda o receio de piora do mercado de trabalho. AveSui 2014 Data: 13 a 15 de maio Local: Florianópolis (SC) Realização: Gessulli Agribusiness E-mail: avesui@gessulli.com.br Informações: (11) 2118-3133 Site: avesui.com Líderes na exportação XXIII Congresso Centro-Americano e do Caribe de Avicultura 2014 Data: 18 a 20 de junho Local: La Habana - Cuba Realização: Federação de Aves da América Central e do Caribe E-mail: info@aviculturacuba.com Informações: 537-2045-956 Site: aviculturacuba.com As duas empresas líderes no setor avícola, BRF e JBS, respondem por 69,6% dos cerca de 3,892 milhões de toneladas de carne de frango exportadas pelo Brasil em 2013, de acordo com dados da União Brasileira de Avicultura (Ubabef). Levando em consideração as dez principais empresas exportadoras (Aurora, Tyson, C. Vale, Copacol, Kaefer, Cooperativa Lar, Big Frango e GTFoods, além das duas citadas anteriormente), as outras oito dentro do rol respondem por 15% do volume de exportação, enquanto as demais (aproximadamente 15 empresas, de acordo com a relação disponível no site da Ubabef) responde Quer divulgar seu evento aqui? Entre em contato conosco pelo e-mail revista@sindiavipar.com.br ou ligue (41) 3224-8737. ram pelos 15,4% restantes. Os dados representam também a consolidação do Paraná como o maior estado produtor e exportador de carne de frango. 10 | sindiavipar.com.br

[close]

p. 11

Observatório Pressão americana Cinco estados agrícolas dos Estados Unidos estão juntos na tentativa de invalidar uma lei do estado da Califórnia que impõe padrões mais ri gorosos de bem-estar animal a granjas produtoras de ovos. Procuradores-gerais de Nebraska, Kentucky, Oklahoma e Alabama, além do governador de Iowa, se juntaram à ação movida no mês passado pelo procurador-geral do Missouri. Esses Estados alegam que a lei da Califórnia excede seus limites e custaria milhões de dólares a produ tores de outros Estados nor te-americanos. A lei, que foi aprovada em 2010 e entra em vigor em 2015, exige que produtores californianos e de outros Estados que queiram vender ovos na Califórnia providenciem gaiolas mais espaçosas para as galinhas poedeiras. A Califórnia é o maior mercado de ovos dos Estados Unidos. Lucro da Tyson Foods A processadora de carnes norte­ a mericana Tyson Foods encerrou o 1º trimestre fiscal, em 28 de dezembro, com um crescimento de 47% no lucro. O valor registrado foi de US$ 254 milhões (US$ 0,72 por ação), acima dos US$ 173 milhões (US$ 0,48 por ação) de igual período do ano anterior. O sucesso foi puxa do pela boa performance do segmento de alimentos preparados, que registrou vendas 7,9% maiores, de US$ 907 milhões. A receita total da empresa foi de US$ 8,76 bilhões no trimestre, representando um aumento de 4,7% na comparação anual. A área de carne de frango teve receita 2% maior com crescimento das vendas no exterior, enquanto que o segmento de carne suína avançou 4,5%. A Tyson está com suas operações focadas principalmente na China, com o lançamento de novos produtos e melhora na área de alimentos preparados. Nos últimos 12 meses, a empresa norte-americana adquiriu empresas de alimentos nos estados de Utah e Califórnia, nos Estados Unidos. Destaque na alimentação Novamente a carne de frango se destacou como a proteína animal mais consumida no Brasil. De acordo com estatísticas divulgadas pela União Brasileira de Avicultura (Uba bef), o consumo de carne de frango no país foi de quase 42 quilos por habitante em 2013. No ano passado foram produzidas 12,3 milhões de toneladas da carne, sendo que cerca de dois terços da produção, o equivalente a cerca de 8,4 milhões, foram destinadas ao mercado interno. Já para a exportação foram destinadas quase 4 milhões de toneladas, consolidando o Brasil como o maior exportador mundial de frango, fornecendo o produto para mais de 150 mercados. Só o Oriente Médio encomendou quase 1,5 milhão de toneladas no último ano. Os maiores mercados compradores em 2013 foram Arábia Saudita, União Europeia, Japão, Hong Kong, Emirados Árabes Unidos e China. sindiavipar.com.br | 11

[close]

p. 12

Evento Show Rural Coopavel Evento bateu recorde de visitantes em 2014 Cascavel novamente foi sede do Show Rural Coopavel, feira do agronegócio que atraiu 210.144 visitantes, número que bateu recorde de todas as edições anteriores. O evento, que surgiu em 1988 e já está na sua 26ª edição, aconteceu entre os dias 3 e 7 de fevereiro. O Show Rural Coopavel funciona como uma espécie de vitrine tecnológica de produtos e serviços, além de ser um importante termômetro do setor, já que promove um dos primeiros encontros do ano entre trabalhadores rurais, estudantes, entidades e empresas das áreas de biotecnologia, genética, máquinas e equipamentos. “O Show Rural Coopavel foi excelente, com grandes tecnologias para o aumento de produtividade para o produtor. Nos próximos anos teremos respostas em produtividade na agricultura em média de 5% ao ano. A consciência do produtor do uso das novas tecnologias foi demonstrada pelo número recorde de visitantes que ultrapassou a marca de 210 mil pessoas em apenas uma semana. O bom momento do agronegócio foi confirmado pelo volume de negócios que atingiu R$ 1,8 bilhão de reais em máquinas e equipamentos”, afirma o diretor presidente da Coopavel, Dilvo Grolli. O saldo final do evento foi positivo para visitantes e expositores, que puderam realizar inúmeros negócios ao longo dos cinco dias de feira. Este ano o número de autoridades foi mais representativo de todos os eventos dos últimos anos. Ministros, governadores de vários estados, senadores, deputados federais, deputados estaduais, prefeitos, secretários de estado, vereadores e secretários municipais de várias cidades do Brasil participaram do evento, além de representantes de entidades de classes representativas e sindicatos. Presidentes, vice-presidentes 12 | sindiavipar.com.br

[close]

p. 13

Evento e diretores das maiores multinacionais, das entidades bancárias marcaram presença no Show Rural Coopavel. Essas pessoas influenciam o agronegócio brasileiro e mundial e tiveram a oportunidade de ver a força da tecnologia da agricultura no Brasil, apresentada pelas 440 empresas que participaram dos cinco dias do evento. Força da avicultura Os visitantes que trabalham com a avicultura puderam aproveitar para conhecer as novidades de equipamentos para melhorar e garantir alta produtividade. Climatização, equipamento NIPLE, água de bebida, forno para aquecimento, automação, quadro e comando elétrico, equipamento de segurança e de controle de queda da energia, foram os destaques na área de avicultura na 26ª edição do Show Rural Coopavel. Um destaque especial para um expositor de forno para aquecimento, que em dois dias de feira vendeu o equivalente para pagar os investimentos que teve para expor durante todo o evento. O Sindiavipar também esteve presente para prestigiar o Show Rural. No estande do sindicato era possível receber uma edição da re vista Avicultura do Paraná, além de outros folders com informações so bre a avicultura paranaense. Números O volume de negócios realizados durante o Show Rural Coopavel ultrapassou a marca de R$ 1,6 bilhão do ano anterior. Grandes negócios foram realizados durante a feira no setor de equipamentos, implementos, máquinas agrícolas, caminhões e automóveis. As empresas de sementes, fertilizantes e genética animal devem realizar excelentes negócios que iniciaram durante o evento, ao longo deste ano. O total de movimentação durante a 26ª edição do Show Rural Coopavel foi de R$ 1,8 bilhão. Mais de 5 mil experimentos e 250 apresentações técnicas puderam ser feitas ao longo dos cinco dias de Show Rural. Além disso, os visitantes puderam conferir as novas tecnologias de 440 expositores que mostraram ao público seus produtos e inovações. Estima-se que durante o Show Rural houve uma média de 15 a 20 mil refeições servidas por dia entre o restaurante, localizado próximo a entrada principal do parque, estandes e a área de lanches. Entre a preparação do espaço, abertura do Show Rural, serviços e encerramento foram gerados 840 empregos diretos pela Coopavel. estrutura especialmente preparada para receber o grande volume de público e proporcionar conforto a todos. Durante a etapa de montagem do espaço a coordenação do evento estimou que mais de 4 mil trabalhadores foram envolvidos nas atividades. O trabalho intenso na montagem dos estandes do Parque Tecnológico do Show Rural resultou em 5 mil me tros de pavimentos cobertas ao longo de dez ruas, 58 bebedouros espalhados em 36 pontos de água fresca, potável e gratuita, várias áreas de descanso e mais um banheiro construído na parte agropecuária do parque, somando-se aos 12 já existentes. Outra novidade na estrutura foi a ampliação do pátio de máquinas, uma medida que foi tomada após a so licitação das empresas participantes, trazendo mais espaço para a apresentação de produtos e serviços. O estacionamento com 7 mil vagas gratuitas e os quatro portais de entrada que foram modificados também trouxeram mais conforto aos visitantes. Paisagismo Uma característica marcante para quem compareceu ao Show Rural Coopavel neste ano, e também nos anos anteriores, é o espaço de flores e paisagismo. Em 2014, a novidade foram as rosas de diversas cores distribuídas em vários jardins no evento, além de ser o destaque da entrada principal do parque. Foram cerca de 2.600 mudas de rosas, 350 mil mudas de flores e plantas entre anuais e perenes e 15 espécies de flores. Programação Os cinco dias de Show Rural tiveram uma extensa programação que discutiu o agronegócio em suas diversas vertentes. Tecnologias ligadas à agricultura, suinocultura, avicultura, educação rural, integração entre lavoura e pecuária, pecuária de corte e de leite, ovinocultura, piscicultura e meio ambiente entraram na pauta do evento. Para 2015, a Coopavel espera continuar superando as expectativas e servindo de ponto de encontro para o setor. Estrutura Um dos destaques do evento é a sindiavipar.com.br | 13

[close]

p. 14

Sindiavipar Nunca houve hormônio questão é a Instrução Normativa nº 17, de 18 de junho de 2004. Em teoria, esse aviso nem precisaria ser colocado nas embalagens. Nenhum frango criado no Brasil leva hormônios. Mas a difusão de ideias enganosas é mais séria do que parece. Uma pesquisa encomendada pela União Brasileira de Avicultura (Ubabef), em março de 2012, apontou que 72% da população brasileira acredita que hormônios sejam utilizados na criação de aves. Não há dado sólido que apoie esse ponto de vista. Experimente fazer uma pesquisa sobre frangos com hormônios em um site de buscas na internet, e muito provavelmente não vai achar sequer um artigo ou pesquisa séria que sustente essa denúncia. Você acredita que comer manga com leite faz mal? Esse mito já deixou de fazer sentido para a maioria de nós, mas as raízes dele foram muito bem identificadas: no Brasil Colônia, especialmente no Nordeste, os senhores de engenho espalhavam a lenda para evitar que os escravos consumissem o leite das fazendas, abundantes de mangueiras frondosas. Esse exemplo mostra como uma ideia sem embasamento pode ganhar força no imaginário popular. Em dezembro do ano passado, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) autorizou as empresas do setor avícola a utilizarem, nos ró tulos de seus produtos, a mensagem “sem uso de hormônio, como estabelece a legislação brasileira”. A regra em O mito existe, em grande parte, porque o frango atualmente se desenvolve em ritmo muito mais acelerado do que há algumas décadas. As aves hoje crescem em um terço do tempo que levavam nos anos 50, e consumindo apenas um terço da quantidade de alimento. Essa evolução trouxe a suspeita de injeção de hormônios. O frango cresce mais rapidamente por ingerir uma dieta calculada minuciosamente para satisfazer sua demanda corporal. Além disso, décadas de seleção genética e evolução no tratamento melhoraram o ritmo de ganho de peso do animal. Não há nada de estranho nisso, todos os ramos da agropecuária e da indústria tiveram técnicas aperfeiçoadas ao longo do tempo. Além de se tratar de uma prática proibida, fiscalizada rigorosamente pelo Controle de Resíduos e Contaminantes (PNCRC), do Mapa, a literatura científica jamais comprovou a eficácia dessa utilização. Até hoje, nenhuma vantagem convincente deste método foi comprovada. Vale ressaltar, também, que os hormônios teriam de ser injetados individualmente em cada animal. E periodicamente: a liberação precisaria ser feita em doses frequentes que simulassem um processo natural. Tendo em conta que o país cria mais de 6 bilhões de frangos por ano, o procedimento é obviamente inviável. A carne de frango brasileira é a mais consumida do mundo há uma década. Desde que assumimos a liderança no ranking de exportações, em 2004, mantivemos o posto. Em 2013, segundo a Ubabef, foram vendidas 3,87 milhões de toneladas de frango para o mercado externo. Se houvesse uma única informação confiável sobre a existência de hormônios no frango brasileiro, nossa reputação com o consumidor internacional já teria sido abalada há muito tempo. É fundamental, dessa forma, que as empresas, sindicatos e órgãos re guladores do setor avícola se esforcem para corrigir esta desinformação junto ao público. E pedimos à população brasileira, de forma geral, que procurem se informar o máximo possível. Para que um dia, talvez, a ideia de que frangos se criam com hormônios tenha tanto crédito quanto a velha história de que tomar leite com manga dá dor de barriga. 14 | sindiavipar.com.br

[close]

p. 15

Capacitação III Workshop Sindiavipar III Workshop Sindiavipar Avicultura de corte do Paraná para o mundo Sindiavipar prepara 3ª edição do evento para agosto em Foz do Iguaçu bem-estar e nutrição animal. O sindicato está aberto a sugestões dos associados para nomes de conferencistas e temas de palestras. Envie sua sugestão pelo e-mail sindiavipar@sindiavipar.com.br. Patrocínio O Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar) já planeja o III Workshop Sindiavipar, que será realizado em agosto, em Foz do Iguaçu (PR). Em sua terceira edição, o evento pretende dar continuidade à capacitação e à promoção do desenvolvimento do setor avícola, com palestras sobre mercado, sanidade, Você pode disseminar sua marca para todo o setor avícola sendo patrocinador do III Workshop Sindiavipar. Para mais informações, entre em contato pelo e-mail marketing@sindiavipar.com.br. sindiavipar.com.br | ** 15

[close]

Comments

no comments yet