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O melhor conteúdo sobre o mercado de serigrafia, estamparia têxtil, impressão digital, grandes formatos, tintas, PDV, out of home, industrial, cobertura de eventos do segmento e muito mais.
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www.empresarioserigrafico.com.br carta ao leitor publicação mensal da serinews editora diretor marco marcelino mtb 44.446 mmarcelino@serinews.com.br mÍdias e tintas jornalista responsável jorge luiz mussolin mtb 15.978 mussolin@serinews.com.br e m comparação com o que ocorre no cenário mundial os investimentos brasileiros no setor de impressão digital ainda são modestos estima-se que dos 50 mil equipamentos espalhados pelo mundo o brasil abrigue 3 mil deles se ainda falta investimento não faltam explicações para o fato de que poderíamos voar mais redação alexandre carvalho mtb 44.252 alecarvalho@serinews.com.br longe no que se refere a esta atividade uma das que mais ganham repercussão é a de que o uso errado da tecnologia digital somado à falta de política comercial tem criado conflitos e uma forte guerra de preço como diz um empresário de renome estamos todos querendo vender para os mesmos clientes por isso entramos no olho do furacão para abordar alguns dos pontos que têm a melhorar no setor um deles é a relação política entre mídias e tintas dois consumíveis responsáveis por bilhões de dólares no mundo e que no brasil ganham força e conseqüentemente provocam equívocos e problemas no artigo buscamos filtrar algumas informações para que não haja distorção em relação ao que se diz para os mais diversos cantos do brasil o exposto reflete muitas conversas realizadas entre a empresário serigráfico e as empresas uma recomendação específica para a região sudeste é inver ta os papéis no momento da compra isto mesmo consulte o serasa do seu fornecedor para que você não caia em armadilhas e fique na mão daqueles que pregam uma coisa e fazem outra fuja da pilantropia e se alie de fato às empresas que estão investindo no desenvolvimento do mercado quanto a isso não estamos falando apenas de qualidade preço também mas desde que haja consciência e responsabilidade na forma de atuação do mercado caso contrário estaremos falando em novas crises daqui algum tempo pensar macro é pensar na sobrevivência do segmento e acreditar que o maior desafio está por vir boa leitura a todos e até a próxima design be.érre design be.erredesign@uol.com.br comercial cae seabra cseabra@serinews.com.br administração agnes sales asales@serinews.com.br fotolito class fotolito www.classfotolito.com.br assinatura anual r 144,00 redação publicidade editoração e administração rua emília marengo 260 cj.123 tatuapé são paulo sp brasil cep 03336-000 fone/fax 11 6672-2700 www.serinews.com.br distribuição território nacional e internacional as matérias assinadas são de res-ponsabilidade dos autores não refletindo necessariamente a opinião da editora as fotos publicadas têm caráter de informação e ilustração das matérias os direitos das marcas são reservados aos seus titulares as matérias aqui apresentadas podem ser reproduzidas mediante prévia consulta por escrito à editora o não cumprimento dessa determinação sujeitará o infrator as penalidades previstas na lei de direitos autorais lei 9.610/98 Índice 06 notas 16 artigo 18 artigo 26 capa 30 serigrafia.org 32 artigo 4 revista empresário serigráfico · junho · 2006 · +11 6672-2700 34 mídia exterior 36 artigo 40 industrial 40 notas 42 digital 48 eventos
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www.empresarioserigrafico.com.br notas tendências contemporâneas na texfair 2006 participante da sétima edição da texfair do brasil que aconteceu entre os dias 30 de maio e 2 de junho em blumenau sc a teka surgiu com várias inovações em seus produtos no ano em que completa 80 anos de atividades a empresa expôs artigos de cama mesa e banho com temas contemporâneos que resgatam emoções e que proporcionam bem-estar e conforto todo o desenvolvimento dos novos produtos foi além de tendências do mercado as percepções essenciais dos nossos consumidores também nos serviram de inspiração explica luiz fernando brandt diretor-presidente da teka foram apresentadas seis novas coleções de cama e banho os principais destaques foram os produtos da linha special e spazio a primeira vem para complementar a série de artigos premium da teka e é composta por peças de cama nos tamanhos casal king e super king em tecido percal 200 fios estampadas com temas florais e geométricos e com acabamento branco mate complementam a coleção toalhas de banho produzidas em fio tinto e duplo jacquard duas alturas de felpa dando um toque mais clássico ao produto todas as peças são coordenadas em três famílias de cores distintas verde pistache azul cristal e laranja tropical as toalhas felpudas da nova coleção spazio apresentam desenhos que remetem ao romantismo com o uso de flores e rosas e às emoções de ritmo desacelerado com a aplicação de listrados e geométricos as toalhas nos tamanhos 70cm x 140cm banho e 45cm x 85cm rosto são em 100 algodão e tecidas em duplo jacquard todas possuem barra colorida com textura diferenciada evidenciada pela inserção de fios de poliéster as cores seguem os mesmos padrões da coleção special com a inclusão de um modelo em rosa-fúcsia ao lado imagem ilustrativa do pavilhão onde ocorreu a texfair 2006 em blumenau acima exemplo de produtos da empresa teka reclamações contra chineses chega ao planalto cansados de sofrer o ataque de empresas chinesas com um tipo de concorrência nada convencional representantes do setor têxtil no brasil foram desabafar diretamente com o presidente lula pedindo ações que protejam a indústria nacional e reclamando de problemas como a falta de repasses previstos pela lei kandir e os obstáculos às expor tações relacionados ao câmbio desequilibrado o olho grosso da receita junto às impor tações chinesas também foi assunto de destaque apesar de terem sido recebidos por um atencioso interlocutor não ouviram nenhuma proposta concreta do presidente que apenas prometeu a formação de um grupo de ministros para avaliar a situação junto ao grupo de representantes do setor têxtil estava o presidente da fiesp federação das indústrias do estado de são paulo que partilha das mesmas preocupações 6 revista empresário serigráfico · junho · 2006 · +11 6672-2700
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www.empresarioserigrafico.com.br notas apple anuncia macbook com processador intel core duo já foi anunciado pela apple o novo e redesenhado macbook o notebook para o usuário doméstico agora com processador intel core duo e uma nova tela widescreen de alto brilho segundo a empresa este processador é até cinco vezes mais rápido que o ibook e até quatro vezes mais rápido que o powerbook de 12 polegadas toda a linha de portáteis da apple agora possui processadores intel core duo uma câmera de vídeo isight integrada para videoconferência o programa revolucionário front row para uma experiência de mídia com o apple remote e muitas outras funções avançadas incluindo dvi com suporte para dois monitores entrada e saída de áudio óptica e digital gigabit ethernet sensor de movimento súbito trackpad com rolagem e o adaptador de força magsafe a linha macbook inclui três modelos um macbook de 1,83 ghz e outro com 2,0 ghz em um case branco totalmente redesenhado além de um macbook de 2,0 ghz em um case preto o novo macbook inclui um frontside bus de 667 mhz e memória sdram ddr2 de 667 mhz expansível até 2gb com pouco mais de uma polegada de espessura é 20 mais fino que o ibook e possui uma tela brilhante de 13 polegadas sua resolução de tela é de 1280x800 todo novo macbook vem com uma câmera isight integrada para videoconferência e photo booth um aplicativo que permite ao usuário tirar fotos rápidas com a câmera isight integrada adicionar efeitos visuais e compartilhar as fotos com o toque de um botão além disso os novos modelos vêm com o ilife 06 instalado a nova geração da suíte de aplicativos para vida digital com os softwares iphoto imovie hd idvd garageband e iweb um novo programa que facilita a tarefa de criar websites com fotos blogs e podcasts e também de publicá-los no mac para serem vistos na internet todos os aplicativos do ilife 06 rodam nativamente nos novos macbook com processadores intel para performance máxima gretagmacbeth lança eye-one isis gretagmacbeth has introduced a new eye-one automatic chart reader known as isis featuring i1 inside based on the award-winning eye-one technology eye-one isis provides fast precise measurement of reflective test charts measuring 1500 patches in just four minutes with an absolute minimum of effort and training it is ideally suited for high production environments like prepress photo processing hi-speed digital printing and fine ar t printing where speed accuracy and ease-of-use are essential when constantly measuring test charts and updating color management profiles eye-one isis now in its final testing phase automatically begins the measurement process as soon as a chart is inserted there is no need to press any buttons with its unique built-in vision system eye-one isis has an extremely high tolerance for how charts are aligned as they are fed into the system and automatically corrects for misalignment this helps minimize handling errors and eliminates the frustration of having to re-feed misaligned char ts first shipments of the new eye-one isis are planned for july 2006 more infor mation www.gretagmacbeth.com 8 revista empresário serigráfico · junho · 2006 · +11 6672-2700
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www.empresarioserigrafico.com.br gráfico por heloísa omine presidente do popai brasil comunicação no ponto-de-venda egundo o índice apontado pela pesquisa de compor tamento de compra do consumidor no ponto-de-venda para os canais de hipermercados e supermercados realizada pelo popai brasil em 2004 81 das decisões sobre produto e marca acontecem no ponto-de-venda este resultado nos faz refletir sobre a importância da comunicação dirigida no pdv e dos investimentos publicitários que vêm ocorrendo neste segmento o índice demonstra a influência e a importância da comunicação no ponto-de-venda agindo como fator decisivo para o consumo de produtos e marcas trata-se de um novo cenário no qual os produtos e marcas precisam estar em evidência para o consumidor no momento de compra pois os consumidores hoje estão cada vez mais informados exigentes e ponderados em relação ao tempo de que dispõem para a compra e ao que vão comprar mas se a proposta oferecida for sedutora a ponto de capturá-los e estimulá-los a conversão ocorrerá espontaneamente o estímulo no pdv começa já na fachada da loja convidando o consumidor a entrar e a descobrir as inúmeras opções ali oferecidas a ambientação do ponto-de-venda ganha assim uma nova dimensão pois com ela as lojas transformam-se em destinos para compras e para vivenciar momentos inesquecíveis o piso de venda transformado em espaço cenográfico e de entretenimento atrai o consumidor pelos estímulos sensoriais retendo sua atenção e dirigindo os seus olhos através das áreas dos displays das exposições de produtos e marcas assim a comunicação no ponto-de-venda hoje é feita por meio dos sentidos humanos capturando a atenção estimulando a experimentação concretizando a venda hoje as novas ferramentas de comunicação no pdv são multidisciplinares utilizam cores design de equipamentos comunicação visual iluminação som aromas e texturas unindo-se à arquitetura atualmente os cenários das lojas cada vez mais precisam encantar os clientes convencê-los a entrar a olhar a se identificar com o ambiente e a consumir a nova geração de ponto-de-venda já atende a estas novas neces s heloísa omine sidades e demandas do consumidor com esta perspectiva verificamos o crescimento do cross merchandising utilizado para facilitar e sugerir opções e novas versões de uso propiciando inclusive mudanças de hábitos e de volume de consumo e potencializando o giro de produtos pouco conhecidos do consumidor integrar e gerar a participação do consumidor em última análise é a principal abordagem do merchandising no momento atual e tem por objetivo vender e também romper com a crescente imunidade aos apelos da comunicação de massa que o consumidor veio adquirindo nos últimos anos a comunicação no pdv por meio de uma for te presença constante e estimuladora é hoje um processo irreversível estimular o consumidor a experimentar e criar relações duradouras pode significar a permanência das propostas de produtos e marcas em um mercado cada vez mais competitivo 10 revista empresário serigráfico · junho · 2006 · +11 6672-2700
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www.empresarioserigrafico.com.br notas sem brindes e outdoors nas eleições o tribunal superior eleitoral tse decidiu que vale para este ano a maioria das alterações na legislação eleitoral aprovadas em abril pelo congresso nacional para os seis ministros do tribunal é inconstitucional o ar tigo que proibia a divulgação de pesquisas nos 15 dias que antecedem a eleição de outubro entretanto a propaganda em outdoor está vetada assim como a realização de showmícios e a apresentação de ar tistas nas campanhas foi mantida a deter minação da minirreforma eleitoral que proíbe a distribuição de brindes como camisetas bonés e canetas por exemplo a minirreforma veta ainda a divulgação de propaganda de par tidos e candidatos em cartazes camisas bonés e broches que passa a ser considerada como crime para aumentar o controle sobre as contas de campanha os par tidos e candidatos serão obrigados a publicar relatórios com os recursos recebidos para financiamento das campanhas e os gastos efetuados os documentos devem ser divulgados em 6 de agosto 6 de setembro e depois das eleições sobre as doações para campanhas eleitorais o tribunal também manteve para a eleição deste ano que elas somente podem ser depositadas em conta aber ta especificamente para recebimento dos recursos de campanha em dinheiro valem apenas os depósitos identificados curtas da central de outdoor como se cola um outdoor as folhas saem da gráfica numeradas no verso para orientar o trabalho do colador na colagem as folhas são fornecidas ao colador de forma que ele inicie seu trabalho afixando a primeira no canto superior esquerdo da tabuleta a segunda a ser colada é a que se posiciona à direita desta primeira após isso o colador passa para a carreira de baixo colando também duas a duas e assim aos pares as folhas são coladas de forma que o profissional mude a posição de sua escada o menor número possível de vezes numa colagem a escada é mudada de posição quatro vezes quantidade durante a impressão do car taz é praxe que o anunciante autorize a impressão de uma quantidade 10 maior que o número necessário este excedente servirá para a manutenção de folhas eventualmente danificadas perÍodo de veiculaÇÃo o período de veiculação é de duas semanas após este prazo outro car taz é colado sobrepondo-se ao primeiro e assim sucessivamente até que seja realizada uma raspagem sobre a tabuleta operação realizada normalmente após três colagens eliminando as folhas anteriormente coladas papel para a impressão o papel utilizado é o monolúcido 75 gramas ou similar ideal para o outdoor por ser ligeiramente brilhante de um lado o que proporciona cores mais vivas e áspero do outro o que facilita a colagem além disso é um papel que oferece resistência suficiente para as intempéries a que se submete o car taz 12 revista empresário serigráfico · junho · 2006 · +11 6672-2700
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www.empresarioserigrafico.com.br notas fespa lança ferramenta de e-learning para serígrafos novidades da arconvert manter na fispal tecnologia 2006 presente à fispal tecnologia 2006 a gafor distribuidora levará toda sua linha de filmes e papéis auto-adesivos da arconvert manter a grande novidade é a apresentação do wine spirits self adhesive collection uma coleção de auto-adesivos para a indústria de bebidas especificamente para o setor de vinhos a coleção é uma síntese de bom gosto e moderna tecnologia empregando papéis especiais fedrigoni com a última evolução de um adesivo permanente o sh3020 plus explica roselene martins gerente de negócios da empresa segundo ela esse material é ponto de referência no setor de vinhos europeus graças a sua forte adesividade inicial resistência à água e ao gelo e à grande versatilidade de aplicação sobre superfícies úmidas e em baixas temperaturas outra atração será o adesivo tt1 recomendado para todos os tipos de etiquetas de uso industrial principalmente para alimentos conservados em sistemas de refrigeração o tt1 é o mais adequado para superfícies que exigem maior resistência a baixas temperaturas principalmente para alimentos congelados de frigoríficos É bastante utilizado como etiqueta de identificação de alimentos agora com nosso estoque local atendemos tanto grandes quanto pequenos frigoríficos além de outros segmentos afirma roselene o adesivo faz parte da linha hot-melt indicado para superfícies nas quais há exigência de adesivo de 30 gramas aplicações críticas sendo aprovado pelas normas bgvv da alemanha e pelo instituto adolfo lutz para o contato indireto sobre produtos alimentícios estima-se que no brasil sejam vendidos mensalmente em torno de um milhão de metros quadrados nesse segmento a região sul principalmente santa catarina é responsável por cerca de 40 do consumo de etiquetas resistentes a baixas temperaturas desenvolvida para oferecer um recurso educacional interativo para os serígrafos a ferramenta de e-learning lançada pela fespa tem como base o curso on-line da associação em parceria com a pds consulting e este é só o primeiro passo a fespa pretende lançar novos módulos voltados para impressão digital e outras opções com o objetivo de desenvolver um programa europeu de qualificação por e-learning cobrindo todas as técnicas de impressão a etapa agora é de traduzir o programa para que seja compreendido também em países como finlândia noruega polônia portugal e espanha a fespa ainda está abrindo um número de licenças iniciais para cada uma das associações locais possibilitando que os serígrafos desses países sejam beneficiados pelo treinamento sem custos a ferramenta inclui gráficos animações e videoclipes abordando uma variedade de ensinamentos e dicas para usuários de todos os níveis de experiência com a serigrafia mais informações www.fespa.com nova vinílica prata espelho a fremplast desenvolveu a tinta vinílica prata para criar o efeito espelho a tinta à base de resinas e cloreto de vinila pigmentos orgânicos e inorgânicos cargas minerais aditivos solventes orgânicos hidrocarbonetos e glicóis é indicada para imprimir sobre pvc e policarbonato transparente pois o efeito espelhado só aparece no verso da impressão segundo a empresa para um resultado perfeito o substrato deve estar totalmente limpo isento de impurezas ou gorduras para que não prejudique a aderência ao manusear a peça impressa tomar muito cuidado pois a tinta espelho é muito sensível a riscos portanto o manuseio só deve ser feito após aplicação do verniz de proteção indicamos usar como verniz de proteção nosso verniz base água ou um verniz uv a aplicação do verniz deve ser feita mais ou menos 6 horas após a aplicação do prata espelho para que tenha um bom resultado não empilhar as impressões feitas com prata espelho sem que já esteje aplicado o verniz pois se empilhar as peças só com a impressão da tinta espelho poderá ocorrer a blocagem grudar infor mações 11 6480-1069 14 revista empresário serigráfico · junho · 2006 · +11 6672-2700
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www.empresarioserigrafico.com.br notas vinitex cria faq por que as lonas ressecam como se determina o tempo de vida útil de uma lona o que diferencia lonas para uso interno e para uso externo a formulação do composto de pvc utilizada para a fabricação do laminado além das características técnicas da tela de reforço é o que determina a aplicação interna ou externa da lona aditivos com absorvedores de uv lacas de proteção e gramatura também ajudam perguntas e respostas com o passar do tempo o pvc sofre a ação dos raios ultravioleta do sol além das chuvas ácidas e carregadas de outras substâncias da atmosfera estes fenômenos contribuem muito para o envelhecimento do material além de acelerarem o processo de exudação sair de dentro para fora dos plastificantes contidos nas lonas com isso há a ocorrência do que chamamos ressecamento o tempo médio de vida útil de uma lona comum é de aproximadamente dois anos mas pode ser maior se cuidados de limpeza e conservação forem obser vados podemos utilizar a mesma lona para impressão de tintas e vinil adesivado de maneira geral sim na confecção de banners luminosos coberturas faixas etc as lonas têm sido aproveitadas de forma comum tanto para impressão como para vinil adesivado um ou outro caso que porventura apresente um decréscimo na qualidade final deve ser estudado pois algumas lonas apresentam tendências para se comportarem melhor em um ou outro sistema independentemente do fabricante as lonas podem receber tratamentos superficiais quais sim É comum encontrarmos lonas com lacas vernizes especiais em outro tipo de acabamento superficial que visa a um melhor comportamento num determinado sistema especificamente como por exemplo a aderência de tintas especiais ou à base de água geralmente além da observação prática no nosso dia-a-dia podemos simular a ação do sol das intempéries condições climáticas do meio ambiente e de outros fatores por meio de testes laboratoriais câmaras de aceleração destas variáveis nos permitem calcular o tempo médio em que uma lona suportará as condições do ambiente natural quais os cuidados para limpeza e conservação das lonas de pvc os cuidados são bem simples bastando lavagens periódicas com água abundante sabão ou detergente neutro e escova de cerdas macias não devemos nunca utilizar solventes fortes como acetona thinners acetatos etc e nem componentes fortemente ácidos ou alcalinos se usarmos jato de água devemos manter uma distância mínima de 30cm perpendicular à lona temperatura inferior a 80°c e pressão menor que 1500 psi em casos de manchas persistentes podemos usar flanela embebida em querosene solução 1:30 de água e cloro e sempre enxaguar com muita água antes de adesivar a lona ou fazer o trabalho de impressão recomenda-se limpeza com álcool isopropílico desengordurante e papel toalha assim seu trabalho ficará bem bonito e duradouro 16 revista empresário serigráfico · junho · 2006 · +11 6672-2700 as lonas para os diversos segmentos são diferentes podemos usar as mesmas há algumas diferenças em linhas específicas para toldos e coberturas temos as lonas estampadas para caminhões temos uma lona mais reforçada e mais pesada no entanto as lonas monocoloridas translúcidas ou não podem ser utilizadas tanto para luminosos em comunicação visual como para toldos para cada caso é interessante que sejam verificadas as melhores relações técnicas e econômicas das lonas há diferenças técnicas entre lonas opacas e translúcidas não necessariamente o fato de utilizarmos uma receita e pigmentos translúcidos ou opacos não deve alterar as características técnicas do material desde que bem balanceados os componentes e observadas as condições do processo de transformação.
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www.empresarioserigrafico.com.br artigo por antônio leopoldo curi presidente da associação brasileira da indústria de formulários documentos e gerenciamento da informação abraform brasileiro paga mas não leva a o se deparar com problemas como a onda de violência que atingiu são paulo é justo que o brasileiro questione a relação custo/benefício dos exorbitantes impostos recolhidos ao setor público a pergunta muito legítima é onde e como está sendo aplicado o dinheiro dos impostos parcela expressiva da resposta se enontra na dança dos gastos públicos cujo crescimento real teve a média de 5,5 ao ano entre 1995 e 2004 saltando para 10,9 em 2005 os números relativos ao primeiro bimestre de 2006 são ainda mais preocupantes expansão de 17 em relação a igual período de 2005 detalhe somando-se o crescimento do pib em 2004 e 2005 chega-se a um índice de 5,8 ou seja muito abaixo da evolução das despesas governamentais enquanto o estado não poupa seus recursos a sociedade vai trabalhando mais e mais para sustentar sua estrutura pouco eficiente e burocrática cada brasileiro trabalha quase cinco meses somente para pagar imposto entre janeiro de 2002 e dezembro de 2005 o governo federal destinou cerca de r 26 bilhões da contribuição de intervenção do domínio econômico cide para quitar despesas e aumentar o superávit primário uma excelen18 te peça de marketing deixando de investir esse dinheiro nos empreendimentos aos quais efetivamente se destina ou seja hidrovias e rodovias a contribuição provisória sobre movimentação financeira cpmf que arrecadou quase r 30 bilhões em 2005 também tem sido dirigida a outros gastos e não à saúde para a qual foi especificamente criada com o dinheiro que paga de impostos o brasileiro compra infra-estrutura mas não leva compra saúde mas não leva compra educação mas não leva compra segurança mas não leva conforme acabam de evidenciar os ataques do crime organizado em são paulo e o que é pior em alguns casos o estado até atrapalha como demonstram dois exemplos que têm interface com a indústria gráfica o primeiro refere-se à maneira atabalhoada e pouco compartilhada com a sociedade de implantação da nota fiscal eletrônica que pode causar a perda abrupta de 16 mil empregos o projeto ainda está na primeira fase mas pode abrir espaço para ações de pirataria e comprometer a segurança e a integridade do processo de circulação de mercadorias o segundo exemplo está na cpi dos correios que chegou ao fim e ao que parece não só consagrou a impunidade como sequer in timidou a empresa estatal a dar continuidade a um de seus projetos mais permeados de vícios e dúvidas o chamado correio híbrido mas do que se trata este imbróglio prestes a se tornar mais uma das pizzas brasileiras o nebuloso projeto da empresa de correios e telégrafos ect estabelece monopólio da estatal para a impressão e distribuição de documentos de segurança e malas-diretas cobrando valores acima dos praticados no mercado conspirando contra todos os setores produtivos há os obstáculos dos juros altos inexplicáveis diante da inexistência da inflação de demanda e da necessidade de promover o crescimento do pib do câmbio sobrevalorizado da ausência de linhas de financiamento mais acessíveis da carência de políticas de estímulo ao empreendedorismo e às microempresas e da eterna postergação das reformas estruturais estes problemas explicam a conclusão de estudo da new economics foundation nef instituição independente de pesquisa com base na grãbretanha no atual ritmo de crescimento e distribuição de renda o brasil vai levar 304 anos para atingir o mesmo nível dos países ricos ou seja compramos desenvolvimento mas não levamos revista empresário serigráfico · junho · 2006 · +11 6672-2700
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artigo por ary luiz bon consultor técnico em serigrafia ary_bon@yahoo.com.br continuação n a primeira vez que mencionei a necessidade de tomar as rédeas do processo vários números atrás falei de reprodução de policromias diferentemente de outros artigos de minha autoria esta primeira parte foi curta e grossa e eu gosto de uma polêmica a intenção era prosseguir e este assunto continua em pauta na prática diária das serigrafias do brasil a recapitulação necessária será mais curta como segue 1 falei anteriormente de limites tonais e de ganho de ponto limitações do processo de impressão reticulada na reprodução das intensidades de cor da imagem 2 falei em padronizar os diversos aspectos da produção para estas limitações ficarem restritas a valores fixos falei em medir estes valores e não confiar nos sentimentos passar a trabalhar com números 3 expliquei que limitações de processo de impressão existem em todas as técnicas de impressão por que deveria ser diferente na serigrafia contei ao leitor que manter os números dentro de um padrão também se chama calibrar o processo 4 falei do principal instrumento de medida para a reprodução reticulada da imagem que é o densitômetro de transmissão para filmes e de reflexão para artes e impressos pisei no calo do administrador que investe 70 numa máquina impressora mas não investe 7 num densitômetro que é a única forma de se ter realmente controle dos resultados 5 falei das tiras de controle que devem deveriam fazer parte de todo e qualquer impresso por meio destas imagens de teste medimos durante a tiragem e ajustamos o que é possível quanto à deposição de tinta na impressão o que representa a diferença entre o input e o output das diversas gradações de intensidade das cores impressas assim conseguimos estabelecer valores nominais destas diferenças e devemos mantê-las nestes números além de compensar esses valores na fase de pré-impressão 6 por último falei que sem instrumentos não há medição e sem medição não há controle sem controle fica difícil falar em qualidade já que esta passa a ser subjetiva vamos agora à parte mais avançada vamos falar sobre o que fazer e o que não fazer o certo e o errado conceitualmente imprimir cromia com cores corretas requer o que se chama gerenciamento de cores a literatura fala que gerenciamento de cores requer os 3 cs calibração caracterização e correção ou compensação calibração É um processo que vem da padronização espessuras de emulsão tensão das telas tempos de exposição e revelação e ajustes de parâmetros da impressão fazem parte deste estágio do trabalho antes do advento das tintas de cura uv a viscosidade da tinta era talvez o fator mais cruel contra a padronização teoricamente hoje a viscosidade das tintas uv não varia entretanto os valores de viscosidade podem ser aferidos periodicamente em uma instituição ou com um consultor fazer medidas da tensão de telas é mais comum hoje e uma grande parcela dos serígrafos está consciente da importância deste fator no entanto nem todos têm o instrumento e a discussão sobre o valor correto está longe de um consenso para jogar um pouco de água fria no calor das opiniões digamos que telas com tensões diferentes de 20 revista empresário serigráfico · junho · 2006 · +11 6672-2700
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www.empresarioserigrafico.com.br positam tinta diferentemente indo mais além neste conceito digamos que uma tela com tensões diferentes em diferentes áreas da imagem depositará tinta diferentemente nestas áreas falando de valores de tensão sabemos que qualquer fio monofilar cilíndrico de diâmetro constante de 35 micra como os de telas de 150 fios/cm suporta tranqüilamente o esforço de 14 gramas quem duvidar separe um fio e pendure um peso de 14 gramas o fio não será rompido se esta tela tiver 150 fios/cm e todos os fios forem esticados por igual teremos 2 kg em cada centímetro da lateral do tecido o que significa 100 quilogramas na lateral do quadro se este tiver 50 centímetros de lado e assim por diante esta tensão do nosso exemplo é a de 20 n/cm 20 newton por centímetro equivalente a 2 quilogramas de força por centímetro não tem por que usar tensões abaixo disto a tensão deve ser igual ao longo de toda a área da imagem nos dois sentidos dos fios da tela variação de 10 é um bom ponto de partida como tolerância ou seja entre 19 e 21 estaria ok aqui começamos a trabalhar com números padronizando afiação retificação de rodos tem sido uma área nebulosa e como as tintas uv tendem a atacar quimicamente a borracha muitos têm mudado para rodos mais duros e/ou arredondado a borda com lixa tirando o fio da borracha para não estender demais o assunto vamos dizer que as medidas devem ser feitas igualmente em todos os rodos usar borrachas de diferentes durezas vai tornar difícil a padronização usar rodos com diferentes larguras de lâmina vai influenciar o resultado impresso calçar o rodo na parte traseira com um calço ajustável pode resolver este problema variação do tamanho da lâmina do rodo causado por sucessivas retificações quebrar o fio do rodo com lixa vai promover um arredondamento com um raio variável já que a mão que segura a lixa não é uma retífica de precisão medir a espessura de emulsão sobre a tela começa a ser cada vez mais um consenso embora poucos façam o investimento neste instrumento o instrumento mais preciso é o de ultrassom mas o do tipo de permeabilidade magnética tem precisão suficiente para medir emulsões serigráficas já existem instrumentos deste tipo fabricados no brasil diferentes espessuras de emulsão exigem diferentes tempos de exposição se consideramos que a intensidade da lâmpada não deveria variar condição que depende do equipamento das instalações distância de lâmpada etc nas expositoras variações de apenas 10 na tensão de
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www.empresarioserigrafico.com.br artigo alimentação do equipamento fazem variar em muito a intensidade de uv que é a radiação necessária na fotografia de matrizes duas soluções têm sido apresentadas para sanar este problema construção de fontes eletrônicas com ajuste dinâmico da tensão de saída e integradores de luz instrumento controlador baseado em um radiômetro para controle da exposição em vez de simples temporizadores a presença destas variáveis junto à inexatidão da espessura de emulsão sem controle ou compensação faz com que na sua grande maioria matrizes serigráficas recebam exposição a menos do que o necessário ou suficiente para a melhor resistência química e estabilidade da reprodução dos pontos de retícula na matriz na área da impressão o ajuste do fora contato será tanto mais crítico quanto menor a folga entre os tamanhos da imagem e da tela para falar em números digamos que a folga entre as laterais do rodo e o lado interno do quadro seja de 10cm na minha opinião é pouco se o fora contato for de 5mm a deformação do fio será de 0,249mm se a deformação máxima admissível estiver definida na grandeza de 0,1mm a possibilidade de haver problemas será grande delta 2 [folga raiz quad folga^2 fcontato^2 esta equação se deriva do teorema de pitágoras trabalhar com tensões maiores permite reduzir o fora contato mas também exige maior atenção com seu valor que tal usar tensão de 40 n/cm e fora contato de 0,2mm com os equipamentos brazucas não dá equipamentos que permitem ajuste fino de fora contato têm que ter rosca fina e/ou redução pantográfica para este ajuste recomendação prática use o menor fora contato possível use mais espaço nas laterais entre a imagem e o quadro quadros maiores mesmo equipamento requeiram diferentes pré-configurações de valores nos ajustes para os melhores resultados estas diferentes préconfigurações definem uma característica do equipamento ou sistema de impressão daí o nome caracterização grande parte do que falamos na calibração é na verdade um conjunto de características que definem o melhor resultado no trabalho de impressão sendo a calibração na verdade uma auditoria destes valores correção compensação ou conversão o nome correção usado no gerenciamento de cor nas artes gráficas pode induzir a uma compreensão errada sobre o que deve ser feito na impressão é impossível corrigir aquilo que é característica do equipamento só podemos calibrar ou seja voltar os valores ao nível pré-determinado a compensação deve ser feita no estágio da préimpressão como dissemos no artigo da primeira parte se conhecemos qual o output para cada input basta compensar os valores da imagem original nos filmes de separação para chegar ao resultado desejado valores a que devem ser compensados são aqueles do ganho de ponto medidos com o densitômetro de reflexão e aqueles das tonalidades das cores do conjunto de tintas empregado na questão do ganho de ponto qualquer sistema de impressão terá um ganho maior quanto maior for a freqüência da retícula empregada no caso da serigrafia além disso pode ocorrer a necessidade de compensações diferentes para diferentes ângulos de retícula e/ou para diferentes seqüências de cores na impressão recentemente steven abbot da universidade swansea na inglaterra definiu o que chamou de ganho de ponto dinâmico que ocorre na serigrafia reticulada com tintas uv este estudo mostra que uma mesma porcentagem tonal tem ganhos diferentes quando impressa sobre diferentes porcentagens de outras cores resultado da acomodação de superfícies da matriz e da mídia sobre o relevo dos pontos préimpressos o efeito será reduzido se a impressão for feita com rodo de borracha mais macia e calçada por trás outro fator interessante e característico da serigrafia é que quando a matriz tem algum relevo áreas ao redor de 90 95 podem apresentar maior densidade do que o chapado área de ponto 100 este fenômeno ocorre porque os pontos de 95 formam um relevo embora um espalhamento da tinta possa fechar os pontos impressos o que renderia 100 de área de ponto a espessura de tinta depositada acaba sendo maior do que no chapado pelo efeito do relevo e a densidade óptica será maior se a imagem impressa apresentar uma solarização por causa deste efeito a correção será limitar a área tonal na pré-impressão em 95 por exemplo fazendo ajustes ajustes nos parâmetros da impressão como ângulo e velocidade do rodo têm que ser usados para manter os números padronizados nos valores nominais a medição dos valores densitométricos vai mostrar durante a impressão como manter o sistema calibrado use como pontos de controle os valores de 15 25 50 60 85 e 100 fatores relacionados ao equipamento e sua manutenção dificilmente são calibráveis entende-se que a velocidade de rodo uma vez ajustada deve ser constante e isenta de oscilações ou vibração o platô de impressão deve ser plano e o peso do rodo deve ser o mínimo possível para reduzir o desgaste do rodo pelo atrito o peso sobre o rodo não deve ser usado para compensar problemas já que na prática reduzir o ângulo faz o mesmo efeito sem o inconveniente do atrito uma observação a história de que o peso sobre o rodo ou pressão como é erroneamente chamado seja algo que possa servir para ajustar ou calibrar resultados de impressão é algo que prefiro chamar de vício de produção um paradigma enganoso que não deixa o serígrafo compreender a física da deposição da tinta durante a impressão outros fatores como formatos da lâmina de cobertura a existência de liftoff levantamento da tela concomitante à passada do rodo ou características construtivas do equipamento impressor poderão ser candidatos a ajustes de calibração do sistema de impressão trabalhando com porcentagens geralmente a serigrafia apresenta ganho de ponto negativo na área de 10 um ganho não muito acentuado na faixa de 50 e um ganho acentuado na faixa de 80 isto faz com que a impressão seja mais linear do que no off-set por exemplo mas também mais contrastada nas cores esta característica fez durante muito tempo os serígrafos erroneamente tentarem corrigir a imagem cortando as cores com verniz leitor se você faz isto tudo o que posso dizer é que existe caracterização também chamada de impressão digital fingerprint do sistema de impressão nada mais é do que o registro memória dos valores calibrados aqui também podemos incluir o comparativo entre diversos ajustes de calibração para definir o conjunto de ajustes que rende o melhor resultado pode ocorrer que diferentes tipos de impressão feitos em um 22 revista empresário serigráfico · junho · 2006 · +11 6672-2700
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www.empresarioserigrafico.com.br artigo um mundo melhor matrizes subexpostas e subreveladas tendem a apresentar duas oscilações de contraste uma na faixa de 30 e uma na faixa de 80 telas subexpostas e/ou com uma camada de emulsão insuficiente tendem a apresentar ganho mais acentuado na faixa de 50 além de uma redução da faixa tonal nas mínimas e nas máximas a camada de emulsão sem boa planicidade na face de contato com o impresso pode ser detectada observandose os pontos impressos ao microscópio de 50x se a geometria dos pontos estiver alterada é um indício a planicidade rugosidade ideal da matriz conforme o que é estabelecido internacionalmente é de cerca de 10 micra 1 centésimo de milímetro matrizes subexpostas tendem a apresentar maior rugosidade garantindo a qualidade das matrizes e o padrão no controle da impressão o ganho de ponto medido pode deve ser compensado na saída dos filmes de separação a compensação dos valores de porcentagens de cada cor de separação pode ainda contemplar as cores das tintas usadas para imprimir ferramentas como o adobe photoshop aceitam valores colorimétricos das tintas e sobreposições para converter cores de um arquivo de imagem ou exportar um perfil icc correspondente para fazer isto é necessário usar um espectrofotômetro para inserir no photoshop os valores lidos no espectrofotômetro entre no menu de configurações de cor selecione no espaço cmyk a opção personalizar lista drop-down selecione cores das tintas ao ver o quadro de diálogo das cores clique no checkbox valores lab e digite os valores exportando um icc dê um nome para a sua pré-configuração selecione novamente personalizar e escolha salvar cores de cor usando as especificações icc é uma forma de automatização deste trabalho o autômato continua sendo apenas uma ferramenta quanto maior for o índice de padronização do trabalho de impressão tanto maior será a probabilidade de uso bem-sucedido de perfis icc para quem tem diversos valores a aplicar em diferentes trabalhos terá também que criar diversas pré-configurações correspondentes seja na forma de perfis icc ou outra já houve no mercado serigráfico uma certa polêmica sobre garantia das cores corretas pelos fabricantes de tinta as normas para cor de tintas de cromia não contemplam a espessura depositada então o primeiro passo é adquirir a tinta a mais adequada possível a uma determinada contagem da tela serigráfica feito isto poderá ser necessário fazer um ajuste cortando a tinta com verniz para trazer as cores a valores colorimétricos e de densidade adequados a leitura da norma técnica abnt para tintas de cromia serigráfica é um bom ponto de partida abnt 12647-5 e 2846-4 existem discrepâncias entre os valores colorimétricos de cada uma das normas em apêndice da norma 12647 existem valores de densidade sugeridos na prática a maior quantidade de cores reproduzidas está mais em pigmentos que tenham cores mais puras do que no atendimento exato dos valores colorimétricos da norma guardadas as devidas proporções pode-se estabelecer quais as quantidades entre pares de cor de tinta que permitem chegar a tais cores reproduzidas É claro o seu fornecedor de tinta vai ter que mostrar o caminho concluindo obter cores corretas ou cores de referência a partir de tintas de cromia é tarefa difícil em todos os sistemas de impressão chegar a estes resultados sem calibrar o sistema de impressão é impossível seja serigrafia offset ou impressão digital em todos estes sistemas a parte de correção das cores é apenas o ajuste fino pois o principal é fazer a calibração densitométrica controlar o processo de impressão e de pré-impressão envolve o gerenciamento de cor com seus custos administrativos e seu investimento na instrumentação e padronização do jeito de fazer as coisas gerenciamento de cor aqui significa calibração caracterização e correção fazer sem medir achando que não estão ocorrendo variações é como fazer vôo cego mandar fazer filmes de separação sem saber como os valores tonais saem na hora da impressão é um pouco pior as possibilidades de acerto equivalem às chances na loteria eu tenho a maior fé de que um dia o trabalho de serigrafia no brasil vai ser mais técnico perfis icc os perfis icc são do ponto de vista da saída a imprimir pré-configurações de compensações de cor e ganhos de ponto são preparados para uso dentro de uma filosofia de trabalho compatível entre diversos softwares de preparação de imagens para diversos tipos de impresão usar perfis icc faz economizar tempo desde que a impressão de destino esteja devidamente caracterizada e o sistema calibrado icc significa international color consortium e os principais associados são a adobe a microsoft a apple a kodak a agfa a heidelberg a fogra entre outros www.color.org muita gente se engana achando que usar icc vai resolver todos os problemas da reprodução de cores como se o computador fizesse alguma coisa sozinho o fluxo de trabalho de gerenciamento 24 revista empresário serigráfico · junho · 2006 · +11 6672-2700
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www.empresarioserigrafico.com.br capa por marco marcelino o casamento entre materiais a serem impressos por impressÃo digital e/ou serigrafia mídias e tintas substÂncias compostas por um aglutinante pigmentaÇÃo ou corantes a definição pode parecer simples mas a complexidade destes dois universos gera muitas divergências e confusões no nosso dia-a-dia em alguns casos o resultado de impressão provoca o fim de uma relação entre o fornecedor e seu cliente algumas vezes a justiça tem que ser acionada para saber quem é o responsável pelos prejuízos e o que parecia inicialmente simples torna-se pânico para muitas empresas que buscam excelência no atendimento e qualidade nas impressões então o que fazer a primeira atitude é equilibrar as expectativas e calcular os riscos antes de começar a impri mir não acreditar em milagres e se certificar de alguns quesitos antes de pôr em jogo o seu casamento com o cliente o inovador mercado de impressão digital há quase dez anos a impressão digital chegava ao brasil com a proposta de revolucionar o mercado de impressão abrindo novas possibilidades para impressões em baixas escalas o ano era 1996 e as impressoras digitais que invadiam o brasil tinham tecnologia à base de água naquele momento o universo de mídias encontrava pela frente dois tipos de tintas para uso interno e uso externo mas os riscos ligados à ação das intempéries eram grandes e o uso de laminadoras era imprescindível anos mais tarde as indústrias de máquinas apontaram para uma nova tecnologia à base de solvente que ampliava as possibilidades em impressão sobre uma ampla gama de mídias o problema nesta fase eram as definições e o forte odor mais alguns anos se passaram e surgiu a tecnologia uv que ampliou ainda mais a grade de mídias a serem impressas pelo processo digital até madeira incluía a lista 26 revista empresário serigráfico · junho · 2006 · +11 6672-2700
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www.empresarioserigrafico.com.br capa dos substratos em meio à disputa da melhor tecnologia houve o aprimoramento de todas estas com a missão de alinhar qualidade preço e produção e por motivos de pura oportunidade outros mercados foram sendo criados e fortalecidos ao longo desse tempo os fornecedores de mídias e tintas passaram a representar milhões ou talvez bilhões de dólares em todo o mundo o atrativo desencadeou uma guerra e em pouquíssimo tempo o preço da lona despencou e o material chegou a ser encontrado por 1 dólar muitos fabricantes de tintas surgiram e as apostas começaram a aumentar enquanto isso quem sofria eram as empresas que viam cabeças de impressão derreterem e por conseqüência travavam produções perdiam prazos clientes e dinheiro hoje podemos dizer que não há como generalizar e muitas das empresas de tintas e mídias conseguem um excelente resultado e excelência no atendimento em casos práticos vemos tintas alternativas fazer o que algumas originais não fazem acredite mas há fatos em que a tinta magenta original de um equipamento não consegue promover o tom vermelho de que precisa o cliente e daí o espanto uma tinta alternativa faz a diferença e proporciona a nuance que era esperada começa a haver desgaste entre fornecedor empresa de impressão e cliente os terapeutas de plantão também conhecidos por consultores teorizam sobre a qualidade mas é no preço que eles justificam as suas ações já não estamos mais falando de qualidade e sim de uma grande confusão e um processo instável a ponto de não sabermos mais que tinta que mídia caramba como aquela empresa consegue e eu não argumenta um empresário para mim durante uma visita a sua empresa por que os meus resultados técnicos e financeiros são diferentes dos daquela outra empresa que tem a mesma máquina usa a mesma tinta e mídia a resposta talvez seja política comercial definida a falta desta ultimamente tem criado uma bolha que está prestes a estourar fabricantes e distribuidores estão brigando para saber de quem é o cliente e a inversão destes papéis está pondo em risco as práticas do mercado a relação preço está ofuscando aspectos importantes como a rentabilidade de tintas e mídias eu pago determinada mídia 20 mais barato diz um empresário mas ao fazermos juntos o exercício descobrimos que o tempo de produção é maior assim como o custo de tinta também logo o famoso ditado volta à tona o barato saiu caro há muitas mentiras sobre ele consulte um especialista na área existem muitos e podemos ajudá-lo a encontrar os realmente bons mídias universais ainda não existem mídias universais aquelas que servem para tudo por isso é preciso entender dois fatores ·1 a natureza do seu produto impresso indoor outdoor para um mês um ano etc ·2 as condições externas da aplicação umidade temperatura limpeza da superfície etc diferença está na política comercial em meio a tudo isso o mito ofusca a verdade e alguns fornecedores adotam a política comercial de amedrontar os clientes e criar inverdades para proteger o seu próprio negócio meia hora depois o cliente recebe outro fornecedor que na sede de fazer a venda cria outras inverdades o cliente sente-se inseguro e precisa fazer o mais difícil desenvolver habilidade para entender a prática das tintas e mídias e ter sua própria verdade claro que para isto o preço a ser pago às vezes é um pouco alto perde-se tempo às vezes pedidos e novamente dinheiro nesta fase o casamento que deveria ser técnico entre mídias e tintas invade outras relações e 28 as melhores práticas de mercado se o caos está instalado em alguns pontos tenha a certeza de uma coisa a bonança já está sendo obtida por outras empresas e não estamos falando de empresas 100 organizadas com chão de mármore etc mas sim de empresas que criaram práticas e políticas bem definidas a começar pelo investimento no famoso icc um perfil de cor que proporciona o equilíbrio de determinada tinta com determinado substrato o icc seria um psicólogo na vida conjugal e na prática ele promove muitas melhorias como acerto das cores redução do consumo de tinta redução no tempo de produção e maior rentabilidade nas empresas mas cuidado icc é fundamental e revista empresário serigráfico · junho · 2006 · +11 6672-2700
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