Lição Bíblica 1 trimestre 2014

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Lição Bíblica 1 trimestre 2014

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www. cpad.com.br Jo v e n s A dultos 1o Trimestre de 2014 cr ISSN 1678-6823 r» o rma çao u o 0; o v o -f r. .~ i

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a Bíblia em sua vida Gomo funciona a oração? O que a Bíblia realmente diz sobre o dinheiro? A Bíblia tem algo a dizer sobre amizade? j MANUAL da BIBLIA de A plicação Pessoal Nem sempre é fácil ligar os pontos entre as diversas passagens bíblicas sobre um tema em particular, pelo qual você possa estar interessado, independentemente do assunto: dinheiro, sucesso ou como vencer a depressão. Mas agora você encontrará as respostas de modo rápido e prático no Manual da Bíblia de Aplicação Pessoal. Esta obra é o seu guia bíblico, organizado em 645 tópicos, em ordem alfabética, que orientam a maneira como você vive seu dia a dia. Em destaque, alguns temas: - Amizade - Atitudes - Contentamento - Dinheiro - Dúvida - Depressão - Encorajamento - Oração - Preocupações - Sexo - Zeio C® g fjmp é i p á r a _ Um recurso indispensável para sua vida NAS MELHORES LIVRARIAS 0800 021 7373 CB® w w w .liv ra ria cp a d .co m .b r

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Digitalização: Escriba Digital C o m e n t á r io : ANTONIO GILBERTO Liçõ es do 1° T rim estre de 2 0 1 4 L içã o 1 O Livro de Êxodo e o C ativeiro de Israel no Egito Liçã o 2 Um Libertador para Israel Liçã o 3 As Pragas D ivinas e as Propostas A rd ilo sas de Faraó L içã o 4 A Celebração da Prim eira Páscoa Liçã o 5 A Trave ssia do Mar Verm elho L içã o 6 A Peregrinação de Israel no Deserto até o Sinai L iç ã o 7 Os Dez M andam entos do Senhor L iç ã o 8 Moisés — sua Liderança e seus A u xiliare s Liçã o 9 Um Lugar de Adoração a Deus no Deserto L içã o 10 As Leis C ivis Entregues por Moisés aos Israelitas L içã o 1 1 Deus Escolhe Arão e seus Filhos Para o Sacerdócio L içã o 12 A Consagração dos Sacerdotes L içã o 1 3 O Legado de Moisés 11 19 26 33 41 49 57 64 70 77 84 90 L iç õ e s B í b l ic a s 1

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L iç õ e s B íb l ic a s P u b lica çã o T rim e s tra l d a C a s a P u b lica d o ra d a s A s s e m b le ia s d e D e u s Presidente da Convenção Geral d a s A ssem b leias de Deus no Brasil José Wellington Bezerra da Costa Presid ente do C o nselh o A dm in istrativo LIVRARIAS CPAD ~\ José Wellington Costa júnior D iretor Executivo Ronaldo Rodrigues de Souza___________ Gerente d e Publicações Alexandre Claudlno Coelho C o n s u lto ria D o u trin á ria e T eo ló g ica Antonio Gilberto e Claudionor de Andrade G erente Financeiro Josafá Franklin Santos Bomfim Gerente d e Produção Jarbas Ramires Silva Gerente Com ercial Cícero da Silva Gerente da Rede de Lojas João Batista Guilherme da Silva G eren te de C o m u n ic a ç ã o Rodrigo Sobral Fernandes^ Chefe de A rte & D e sig n Wagner de Almeida C h efe do Setor d e Educação C ris tã César Moisés Carvalho R e d a to re s Marcelo de Oliveira e Telma Bueno D esigner Gráfico A M A Z O N A S : Rua B a rro so , 36 - C e n tro - 6 9 0 1 0 -0 5 0 - M anaus - AM - T e le fa x : (92) 2 1 2 6 -6 9 5 0 - E-m ail: manaus<ã>cpad.com.br Gerente: R icard o dos Santo s Silva B A H IA : Av. Antônio Carlo s M agalhães, 4 0 0 9 - Loja A - 4 0 2 8 0 -0 0 0 - Pituba - S a lva d o r - BA - Tefefax: (71) 2104-5300 E-m ail: salvador<§>cpad.com.br - G erente: Mauro G om es da Silva B R A S IL IA : Setor C o m ercial SuS - Qd-5, Bl.-C, Loja 54 - G aleria Nova O u vid o r - 70305-918 - B rasília - DF - T e lefax : <61) 2107-4750 E-mail: b rasilia@ cp ad .co m .b r - G erente: Marco Aurélio da Silva ESP ÍR ITO SA N TO : Rod. do Sol, 5000 loja 1074 e 1075 - Praia de Itaperica - 29102-020 - Vila Velha - ES - Tel (27) 3202-2723 - G erente: Fran cisco A le xa n d re Ferreira M A R A N H Ã O : Rua da Paz, 428, Centro, São Luis do M aranhão, MA65020-450 - Tel.: (98) 3231-6030/2108-8400 - E-mail: saofuisc®cpad. c o m .b r - G erente: Eliel A lb uquerque de Agurar Junior M IN A S G E R A IS : Rua São Paulo, 1371 - Loja 1 - C e n tro - 30170-131 Belo H orizonte - MG - T e l.: (31) 3431 -4 0 0 0 - E-m ail: belohorizontet® cp a d .co m .b r- G erente: W illiam s Roberto Ferreira P A R A N Á : Rua Senador X avíer da Silva, 450 - Centro Cívico - 80530060 - Curitiba - PR - Tel.: (41) 2117-7950 - E-mail: curitiba@ cpad.com .br Gerente: Maria Madalena Pimentel da Silva P E R N A M B U C O : Av. D antas Barreto, 1021- São José - 5 0 0 2 0 -0 0 0 Recife - PE - T e lefax : (S l) 3 4 2 4-66 00 /21 28 -47 50 E-mail: recife@cpad.com.br - Gerente: Edgard Pereira dos Santos Junior R IO D E J A N E IR O : V icen te de C a rv a l ho: Av. Vicente de Carvalho, 1083 - Vicente de Carvalho - 21210-000 - Rio de Janeiro - RJ - Tel.: (21) 2481-2101 J 2481-2350 - Fax: (21) 2481-5913 - E-mail: vicentecarvalho<£>cpad.com.br Gerente: Severin o Joaquim da Silva Filho N it e ró i: Rua Aurelino Leal, 47 - lojas A e B - Centro - 24020-110 Niterói - RJ - Tel.: (21) 2 620-4318 / Fax: (21) 2621-4038 E-mail: niteroicpad.com.br - G erente: E d e r C a la z a n s N o va Ig u a çu : Av. Governador Amaral Peixoto, 427 - loja 101 e 103 Galeria Veplan -Centro- 26210-060- Nova Iguaçu -RJ -Tel.: (21)2667-4061 Telefax: (21) 2667-8163 - E-mail: n ovaiguacu@ cpad.com .br- G erente: Patrick d e O liveira C e n tr o : Rua Prim eiro de M arço, 8 - C e n tro -R io de Janeiro-RJ - Tel: 2509-3258 / 2507-5948 - G erente: Silvio Tom é S h o p p in g J a rd im G u a d a lu p e : Av. B rasil,22.155, Espaço Com ercial 115-01 - G uadalupe - Rio de Janeiro-RJ - (21) 3369-2487 - G erente: Ju cileid e G om es da Silva S A N T A C A T A R IN A : Rua Sete de Setem b ro , 142 loja 1 - Cen tro • 8 8 .0 1 0 -0 6 0 - Flo rian ó p o lis - SC - T e lefax : (48) 3225-3923 / 32251128 - E-m ail: floripa(§>cpad.com.br G erente: Geziel V ieira D am asceno S Ã O P A U L O : Rua C o n se lh e iro Co teg ip e, 210 - Belenzinho - 03058000 - SP - Telefax: (11) 2198-2702 - E-mail: saopauío<®cpad.com.br G erente: Jefferso n de F reitas F L Ó R ID A :3 9 3 9 North Federal H ighw ay - Pom pano Beach, FL 3 3 0 64 - USA - Tel.: (954) 941-9588 - Fax: <954) 941-4034 E-mail: cpadusa<®cs.com - Site: http ://w w w .ed itp atm o s.co m Gerente: Jo n a s Mariano D is t r ib u id o r : C E A R Á : Rua Senad o r Pom peu, 834 loja 27 - Centro - 6 0 0 2 5 -0 0 0 - Fo rtaleza - C£ - Tel.: (85) 323T-3004 - E-mail: cbiblia@ ig.com .br G e re n te :Jo sé Maria N ogueira Lira P A R Á : E .L .G O U V E IA - Av. G o v . J o s é M a lch e r 1579 - C e n tro 66060-230-Belém-PA-Tel.:(91)3222-7965-E-mail:gerencia@cpadbelem. com .br - G erente: Benedito de M oraes Jr. JA P Ã O : Gunm a-ken O ta-shi Sh im oham ada-cho 304-4 T 373-0821Tel.: 2 76 -4 5 -4 0 4 8 Fax (81) 276-43-8131 C e lu la r (81) 90 8942-3669 E-mail: cpadjp@ hotm ail.com - G erente: Jo e lm aW atab e Barbosa L IS B O A - C A P U : Av. A lm irante G ag o Co u tin h o 158 - 1700-030 Lisboa - Portugal - Tel.: 351-21-842-9190 Fax: 351-21-840-9361 - E-m ails: capu@>capu.pt e silvio<®capu.pt Site: w w w .cap u .p t M A T O G R O S S O : Livraria A sse m b lé ia de Deus - Av. Rubens de M en­ d on ça, 3 .5 0 0 - G rande Tem p lo - 7 8 0 4 0 -4 0 0 - Centro - Cu iab á - MT - T elefax : (65) 644-2136 - E-m ail: he lio rap @ zaz.co m .b r G erente: Hélio José da Silva M IN A S G E R A IS : Nova Sião - Rua Jarbas L. D. Santos, 1651 - 1 . 102 j - Shopping Santa Cruz - 36013-150 - Juiz de Fora - MG - Tel.: (32) 32127248/3236-8757 E-mail: n ovasiao @ g m ail.co m G erente: D aniel Ram os de O liveira SÃ O P A U LO : S O C E P -R u a Floriano Peixoto, 103 - C e n tro -S ta . Bárbara D’O este - SP - 13450-970 - T e l.: (19) 3 4 5 9-20 00 E-m ail: v e n d a s@ so ce p .c o m .b r- G erente: A ntônio Ribeiro Soares TELEM ARKETIN G (de 2 a à 6a d as 8h às 18h e aos sáb ad o s d as 9h às 15h) R io d e J a n e ir o : (2 1 ) 3 1 7 1 -2 7 2 3 C e n t r a l d e A t e n d im e n to : 0800-0217373 (lig a ç ã o g ra tu ita ) ■ Igrejas / C o tas e A ssin atu ra s - ram al 2 ■ C o lp o rto re s e Lo g istas - ram al 3 » Pastores e d em ais clientes - ramal 4 « SA C (Serviço de A tend im ento ao Co nsum id or) - ram al 5 L IV R A R IA V IR T U A L : w w w .c p a d .c o m .b r O u vid o ria: o u vid o ria@ cp ad .co m .b r Marlon Soares Capa Flamir Ambrósio Av, B rasil, 34.401 - Bangu Rio de Janeiro - RJ - Cep 218 52 /0 02 Tel.: (21) 2406-7373 Fax: (21) 2406-7326 CB4D 2 L iç õ e s B í b l i c a s

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1 Lição 1 5 de Ja n eiro de 2014 O L iv r o de Êx o d o e o C a t i v e i r o d e Is r a e l n o E g it o “E Jo sé fe z ju r a r os filhos de Israel, dizendo: Certam ente, vos visita rá Deus, e fa re is tra n sp o rta r os m eus o ssos d a q u i” (Gn 5 0 .25 ). V E R D A D E P R A T IC A Os propósitos de Deus são im utáveis e se cu m p rirão no tem po d eterm in a­ do por Ele. H IN O S S U G E R I D O S 33, 42, 4 6 L E IT U R A D IA R IA S e g u n d a - Gn 5 0 .2 5 Jo sé não se esqueceu da prom essa . v T e rç a - Êx 1.7 . ■ O crescim en to dos hebreus no Eqito Q u a r ta - Êx 1.11 A aflição dos hebreus Q u in ta - Êx 1.1 3 ,1 4 A op ressão do Povo Escolhido Sexta - J r 3 3 .3 Deus atende ao clam or do seu povo S á b a d o - Jó 4 2 .2 Os propósitos do Senhor ja m a is serão fru strad o s L iç õ e s B í b l i c a s 3 , •"

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L E IT U R A B ÍB L IC A EM C L A S S E Êxodo 1.1-14 IN T E R A Ç Ã O P reza d o p ro fe sso r, pela g ra ç a de D eus in ic ia m o s um n o vo a n o e um n ovo t r im e s t r e . E s tu d a r e m o s o se g u n d o liv ro do P en ta teu co , Êxod o. T erem o s a o p o rtu n id a d e ím p a r de co n h e ce r m a is a re sp e ito da lib e rta çã o de Is ra e l do ca tiv e iro eg íp cio e su a tra je tó ria pelo d e se rto ru m o à T e rra P ro m e tid a . O c o m e n ta r is ta d a s liç õ e s é o p a s to r A n to n io G ilb erto , C o n su lto r Teológico e D o u trin á rio da CPAD, m e m b ro da C asa de L e tra s Em ílio C onde, teólogo e e sc rito r. Que o Todo-Poderoso utilize ca d a lição p a ra a ed ifica çã o de se u s a lu n o s. Que D eus o a b en ço e. 1 - Estes, pois, são os nomes dos filhos de Israel, que entraram no Egito com Jacó; cada um entrou com sua casa: 2 - Rúben, Simeão, Levi e Judá; 3 - Issacar, Zebulom e Benjamim; 4 - Dã, Naftali, Cade e Aser. 5 - Todas as almas, pois, que des­ cenderam de Jacó foram setenta al­ mas; José, porém, estava no Egito. 6 - Sendo, pois, José falecido, e todos os seus irm ãos, e toda aquela geração, 7 - os filhos de Israel frutificaram, e aumentaram muito, e multipli­ ca ram-se, e foram fortalecidos O B J E T IV O S grandemente; de maneira que a terra se encheu deles. Após esta aula, o aluno deverá estar 8 - Depois, levantou-se um novo rei apto a: sobre o Egito, que não conhecera a José, R e s s a l t a r os aspectos p rincipais do 9 - o qual disse ao seu povo: Eis que livro de Êxodo. o povo dos filhos de Israel é muito e D e lin e a r os aspectos biográficos de mais poderoso do que nós. 10 - Eia, usem os sabiam ente M oisés. para com ele, para que não se S a b e r que o z e lo p re c ip ita d o de multiplique, e aconteça que, vindo Moisés e sua fu g a não im pediram os guerra, ele também se ajunte com propósitos d ivinos em sua vid a. os nossos inimigos, e peleje contra nós, e suba da terra. 11 - E os egípcios puseram sobre eles maiorais de tributos, para os O R IE N T A Ç Ã O P E D A G Ó G IC A afligirem com suas cargas. E edifi­ caram a Faraó cidades de tesouros, Professor, para esta prim eira aula suge­ rimos que seja feito um esboço geral do Pitom e Ramessés. livro de Êxodo. R eproduza o esquem a da 12 - Mas, quanto mais os afligiam, página seguinte no quadro de giz ou tire tanto mais se m ultiplicavam e cópias para os aluno s. Explique à classe tanto mais cresciam; de maneira que o vocábulo êxodo sig n ifica saída. que se enfadavam por causa dos M oisés é o autor do livro e, segundo a filhos de Israel. Bíblia de Estudo P en tecostal, o propósito 13 - E os egípcios faziam servir os dele ao e screver a obra foi o ferecer ao filhos de Israel com dureza; seu povo um registro perm anente dos 14 - assim, lhes fizeram amargar atos histó rico s e redentores de Deus. a vida com dura servidão, em Com ente com os alunos que alguns barro e em tijolos, e com todo o conceitos im portantes são enfatizados trabalho no campo, com todo o por Moisés no d ecorrer de todo o livro , seu serviço, em que os serviam com o por e xem p lo , a libertação da m or­ com dureza. te, da escravidão e da idolatria. (RKlBIlEiflE 4 L iç õ e s B í b l i c a s

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I - O L IV R O D E E X O D O 1. Seu p r o p ó s it o . O v o c á ­ bulo êxodo sig n ifica sa íd a. O livro de Êxodo foi e scrito por M oisés e, Neste trim e stre estu d arem o s o se g u n d o liv ro das E s c ritu ra s segundo a Bíblia de Estu d o Penteco sta l, foi “escrito para que tiv é s ­ S a g ra d a s, Ê xo d o . N esta p rim e ira liç ã o , d e s t a c a m o s a a f l i ç ã o sem o s um reg istro p erm an en te p e la q u a l o p o v o dos ato s h is tó ric o s e re d e n to re s de D e u s , h e b r e u p a s s o u no PA LA V RA -CH A VE E g ito p o r 4 3 0 a n o s . p elo s q u a is Isra e l foi C a t iv e ir o : lib e rto do Eg ito ”. Este O povo e s c o lh id o do E sc ra v id ã o , s e r v i­ S e n h o r foi c ru e lm e n te livro fig u ra a redenção. dão d os h e b re u s o p r im id o p o r F a ra ó . Seg und o o D ic io n á rio p elo s e g íp cio s. P o ré m , D e u s j a m a is ^ W ycliffe, “o conceito de se e sq u e c e d as su a s libertação da m orte, da p r o m e s s a s . E le v e la p o r s u a e scravid ão e da id o latria é enco n­ P a la v ra . D ia n te d as a tro c id a d e s trado ao longo de todo o livro ” . c o m e t id a s p o r F a r a ó , os 2. A e s c r a v id ã o . O livro de is r a e lita s c la m a ra m a D e u s. O Êxod o foi e sc rito entre 14 5 0 e S e n h o r o u v iu a a fliç ã o do seu 1 41 0 a .C. Nesse livro vem os como p o v o e e n v io u um lib e r t a d o r os hebreus foram duram ente a fli­ p a ra r e d im i- lo s . V e re m o s ao gidos por Faraó (Êx 1 .1 4 ). Com o lo ng o d as liç õ e s que o liv ro de e sca p a r de tão grande opressão? Ê x o d o é o liv r o da re d e n ç ã o Para os israelitas seria im p o ssível. e fe tu a d a p elo S e n h o r. Som ente Deus poderia resgatá-los INTRODUÇÃO O L IV R O D E Ê X O D O T í t u l o : ............................Êxodo. A u to r: .............................Moisés. D ata e lo c a l: .................Aproxim adam ente 1450— 1410 a.C. Foi escrito no deserto, durante a peregrinação de Israel, em algum lugar da península do Sinai. P r o p ó s it o : .................... Registrar os acontecim entos da libertação de Israel do Egito e seu desenvolvim ento com o nação. 9 E s tr u t u ra : ..................... I. IsraeE no Egito (1.1— 13.20). II. Israel no deserto (12.1— 18.27). III. Israel no Sinai (19.1— 40.38). L u g a re s-c h a v e s: ......... Egito, Gósen, rio Nilo, Midiã, mar Vermelho, península do Sinai e monte Sinai. C a r a c t e r ís t ic a s : ..........Relata mais milagres do que qualquer livro do Antigo Testamento. V e rsícu lo -ch a v e :......... Êxodo 3.7,10. .... P e ss o a s-c h a v e : ........... Moisés, Faraó, Miriã, Jetro, Arão. L u g a re s -c h a v e s : .........Egito, Gósen, rio Nilo, Midiã, mar Vermelho, penísula do Sinai e monte Sinai. > ----— .. ...... .......................................................................................................................................................... > A daptado d a Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. CPADr p. 82. L iç õ e s B í b l i c a s 5

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e libertá-los do ju g o do inim igo. Som ente o Pai tam b ém poderia te r nos resg atad o do pecado e do m undo. C risto m orreu na cru z para nos lib ertar do poder do pe­ cado. Ele m orreu em nosso lugar. 3. C la m o r p o r lib e rta ç ã o . O povo hebreu, ao ser cruelm ente oprim ido pelos egíp cios, em g ran­ de an g ú stia clam ou ao Senhor, e a Palavra de Deus nos d iz que ouviu o Senhor o gem ido do seu povo (Êx 2 .2 4 ). Não desanim e! O Senhor ouve suas sú p licas e está atento às suas dores. Deus já e stava pro­ vid e n cia n d o um lib e rta d o r para o seu povo. Com o nos e n sin a a Verdade Prática d esta lição : “Os propósitos de Deus são im utáveis e se cum p rirão no tem po determ i­ nado por Ele”. S IN O P S E D O T Ó P IC O (1) M oisés é o autor do livro de Êxodo e, segundo a Bíblia de E s ­ tudo P entecostal, ele foi “escrito para que tivé sse m o s um registro perm anente dos atos h istó rico s e redentores de D eus, pelos quais Israel foi liberto do Egito”. RESPON DA 7. Q ual o p ro p ó s ito do liv ro de Ê xod o? II - O N A S C I M E N T O D E M O IS É S | I | | 1. O s i s r a e l i t a s no E g ito . Eles “fru tific a ra m , au m e n ta ra m m uito , e m u ltip licaram -se , e foram fo rta le c id o s g ra n d e m e n te , e a terra se encheu d e le s.” Estas m esm as bênçãos Deus têm hoje para a sua ig reja. O b se rve com atenção as segu intes p alavras do texto bíblico de Êxodo 1.7: L iç õ e s B í b l i c a s a) F ru tifica ra m , a u m en ta ra m m uito, m u ltip lica ra m -se (At 9 .3 1 ; Lc 1 4 .2 2 ,2 3 ). Este foi um cre sci­ m ento ve rtig in o so . Que Deus nos faça cre sce r na igreja em q uanti­ dade e q ualid ade. b) “Fo rta lecid o s g ra n d e m e n ­ t e ”. Na e s fe ra e s p ir it u a l, um a igreja deve sem pre fortalecer-se em C risto (1 Pe 5 .1 0 ; Fp 4 .1 3 ). Lem brem o-nos sem pre de que a n o ssa fonte suprem a e abundante de poder é o E sp írito Santo (Ef 3.1 6; Zc 4 .6 ). c) “A te rra se e n ch eu d eles". A ig reja p recisa se e n ch e r não só em d eterm in ad o d istrito , m u n icí­ pio, e stad o , região, país e c o n ti­ nente, mas em todo o m undo (Mc 16.1 5; At 1.8). 2. Um b e b ê é s a lv o da m o rte . Preocupado com o c re s ­ cim ento dos h eb re u s, Faraó deu um a ordem às p arte ira no Egito para que to d o s os m e n in o s is ­ ra e lita s re cé m -n a scid o s fo ssem m o rto s. Porém , as p arteiras eram te m en tes a D eus e não m ataram as cria n ça s (Êx 1 .1 7 ,2 1 ). Então, Faraó vo lto u à cena m acab ra, or­ denando aos eg íp cios que todos os m enino s dos heb reus fo ssem lançad os no rio Nilo (a fim de que se afo g asse m ou que fo ssem de­ vo rad o s por cro codilo s) (Êx 1 .2 2 ). Isso m o stra o q u a n to e sse rei era cruel e m alig no . A tu alm ente esta atrocidad e está g e n e ra liz a ­ da. M uitas cria n ça s estão sendo m o rta s, v ítim a s do ab o rto . É o in fa n ticíd io g e n e raliza d o e lega­ liza d o pelas a u to rid a d e s. O bebê M oisés foi sa lvo da m orte porque se u s pais eram tem en tes a D eus. P re cisa m o s de pais v e rd a d e ira ­ m ente cristão s para que possam z e la r pela v id a de se u s filh o s , 6

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com o M oisés foi p re serva d o da m orte. Os p ais de M o isés, pela fé em D eu s, d e scu m p rira m as or­ dens do rei e e sco n d e ra m o bebê em ca sa (Hb 1 1 .2 3 ). Por m ais um m ilag re de D eus, o nenê M oisés co n tin u o u send o criad o p ela pró­ p ria mãe (Ê x 2.3-1 0 ). 3. A m ã e d e M o i s é s (Êx 6 . 20 ). jo q u eb ed e aproveitou cada m inuto que p asso u ao lado do seu filh o para ensiná-lo ace rca de Deus, da sua Palavra, do seu povo, do pecado, das prom essas divinas e da fé no C riad o r. Sem d ú vid a, é um e xem p lo a se r seg u id o . 4 . A F i l h a d e F a r a ó (Êx 2= 5,6). A filh a de Faraó desceu para se b an har no rio Nilo e teve um a g ra n d e s u rp re s a — h a v ia ali um cesto com um bebê. Não sabem o s com o, m as Deus tocou no coração da filh a de Faraó para que ad o tasse o m enino hebreu. C ertam en te a p rin ce sa sab ia das ordens do seu pai con tra os isra e ­ lita s. Porém , operando o Senhor, quem im pedirá? (Is 43.1 3). D e u s , em s u a b o n d a d e , usou a filh a de Faraó para que e n c o n tra s s e a lg u é m , a fim de c ria r o bebê M oisés. Tal p esso a foi ju sta m e n te Jo q ueb ed e, a mãe de M oisés (Ê x 2 .9 ). Há um a re­ co m p en sa para os pais p iedosos e o b ed ien tes. Você tem en sin ad o a P alavra de Deus aos seu s filh o s? Então, p ersevere em cond uzi-lo s no cam inho correto (Pv 2 2 .6 ). S IN O P S E D O T Ó P IC O (2 ) Moisés nasceu durante o pe­ ríodo em que Faraó ordenou que todos os m eninos israelitas recém-nasctdos fo ssem m ortos. Todavia, os pais de Moisés eram tem entes a REFLEXÃO “O s p ro p ó sito s de D eus são im u tá veis e se cu m p rirã o no tem po d eterm in a d o p o r E le ." A ntonio G ilberto Deus e co n seg u iram , com a ajuda dEle, sa lva r o m enino. RESPO N D A 2 . Q u a l fo i a o rd e m de F a ra ó em re la ç ã o a o s b e b ê s m e n in o s is ra e lita s ? 3. Q uem tocou no co ra çã o da filh a ' de F a ra ó p a ra que ela a d o ta sse o E bebê M o isé s? III - O Z E L O P R E C I P I T A D O D E M O IS É S E S U A F U G A ( Ê X 2 .1 1 2 2 ) 1. M o is é s é le v a d o a o p a lá ­ cio (Êx 2 .1 0 ) . A p e sa r de te r sido adotado pela filh a de Faraó, Moi­ sés foi criad o por su a m ãe. Não sabem o s quanto tem po ele ficou na casa dos seus p ais, porém , em determ inad o tem po o m enino foi levado para o p alácio . Deus c u i­ dou de M oisés em cada etapa de sua vid a . Ele tam bém tem cuidado de vo cê. Todos os acontecim entos em sua v id a são parte do plano s do Senhor. Não d esanim e! Deve te r sido d ifícil para M oisés d e ixa r 1 a casa dos seus p ais. Entretanto, no tem po certo , ele o fe z . 2 . O p r e p a r o d e M o is é s (Êx 3 .9 ,1 0 ) . M oisés passou ju v e n tu d e no palácio real. Com o filho de um a p rin ce sa eg íp cia, ele fre q u e n to u as m ais re n o m a d a s universid ad es eg íp cias, inclusive a de Om (At 7 .2 2 ; Gn 4 1 .4 5 ). O Egito era então um a potência m und ial. Na e d u c a ç ã o s u p e r io r e g íp c ia L iç õ e s B íb l ic a s 7

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co n sta v a m , co n fo rm e a H istó ria e as d esco b e rtas arq u e o ló g icas, a d m in is tra ç ã o , a rq u ite tu ra , m a­ te m ática , astro n o m ia, engenh aria etc. Esse con hecim en to adq uirid o por M oisés, e em pregado com sa­ bed o ria, foi-lhe m uito útii em sua m issã o p o s te rio r de lib e rta d o r, condutor, e sc rito r e leg islad o r na longa jo rn a d a co n d u zin d o Israel no d eserto para a te rra de C anaã. D eus pode u tiliz a r n o ssas h a b ili­ dades ad q u irid as em benefício de su a obra. 3 . A f u g a d e M o is é s (Êx 2.1 1-22). M oisés foi criado com o egíp cio, porém , ele sab ia que era hebreu. Estava no Egito, m as não pertencia àquele lugar. Certo dia, ao v e r um egípcio m altratando um israe lita, Moisés tom ou as dores do seu povo e resolveu defender um de seus irm ãos. Moisés acabou m atando um hom em e enterrando o corpo na areia. Ele queria libertar seu povo pela fo rça hum ana, m as a libertação viria pelo poder divino e so b ren atu ral, para que ninguém d isse sse : “ Nós fize m o s, nós co n ­ se g u im o s.” M oisés, a ssim com o os dem ais heb reus, p recisava v e r e sa b e r que fo ra o Sen h o r que os lib e rta ra . Quem nos libertou da escravid ão do pecado? D eus. Som ente Ele p o d e ria q u e b ra r o terrível ju g o do pecado que estava sobre nó s. Não dem orou m uito para Faraó d e sco b rir que Moisés m atara um egípcio. Ele deveria ser preso e m orto. Então, com m edo, fugiu para Midiã (Ê x 2.1 5). Alt foi convidado para a casa de Jetro, um sacerd o te. M oisés casou-se com um a das fithas de Jetro e c o n s ti­ tuiu um a fa m ília , longe da casa dos seus pais e do seu povo. Teve que ir para um lug ar d e sco n h e ­ cido e tornou-se um e stra n g e iro , m as tu d o fa z ia parte do plano de D eu s. Em M idiã, M oisés pôde co m p ro va r o cuid ad o p ro vid ente do Sen h o r por e le . T a lv e z vo cê te n h a que ir tam b é m p ara um lu g ar d ista n te , to d a v ia , não te ­ nha m edo. D eus e stá com v o cê . Pode ser parte do trein am ento do Sen ho r em sua v id a . S IN O P S E D O T Ó P I C O (3 ) Moisés passou su a ju v e n tu d e no palácio real. Como filho de uma p rin cesa eg íp cia, ele frequentou as m ais renom adas un iversid ad es. M oisés e stava sendo preparado, por D eus, para lib ertar o seu povo e conduzi-lo até a Terra Prom etida. RESPON DA 4 . Na te n ta tiva p re cip ita d a de d e ­ fe n d e r seu povo, o que fe z M oisés? 5. De a co rd o com a lição quem nos lib e rto u da e scra v id ã o do p eca d o? CO N CLUSÃO Ao estudar os prim eiros anos da vid a de M oisés, vem os que o S e n h o r tem um p lano d e fin id o para cada filho seu. É nosso dever o b e d e c e r a D e u s, m e sm o com nossas im perfeições, assim como fez Moisés; conseguim os fa ze r isso pela poderosa presença em nós, do Espírito Santo, que Deus dá àqueles que lhe obedecem (At 5.32). 'MUSmi ' .. 5 3 0 ! B 3 H \ '. , oi*.?w® 8 L iç õ e s B íb l ic a s

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r B IB L IO G R A F IA S U G E R ID A A U X ÍLIO B IB L IO G R Á F IC O I S u b s íd io Bibliológico ! COHEN, Arm ando Chaves. Êxodo, i 1 .ed, Rio de Janeiro: CPAD, 1998. “ M o is é s na In fâ n c ia e co m o R e fu g ia d o (1— 2) j HAM ILTON, V icto r P. M a n u a l d o É im p o ssíve l d e ix a r de no tar ; P e n ta te u c o . 2 .e d . Rio de Janeia d iferença entre o fim do livro de [ ro: CPAD, 2 0 0 7 . G ênesis e os p rim eiro s v e rsíc u lo s de Êxodo em term os de atividade S A IB A M AIS d iv in a . Com sua vid a em risco , José dá testem unho da proteção de Deus R evista En sin ad o r C ristão sobre ele. A histó ria é tanto a res­ CPAD, n° 5 7, p .3 6 . peito de Deus com o de Jo sé . Tem -se, então, os sete p rim ei­ R E S P O S T A S D O S E X E R C ÍC IO S ros v e rsíc u lo s de Êxodo, cobrindo 1. O propósito era “para que tivés­ nada m enos que 4 0 0 an o s. Durante semos um registro permanente dos todo esse período, não há q ualq uer re fe rê n cia e x p líc ita à atu ação de atos históricos e redentores de Deus, peios quais Israel foi liberto do Egito”. D eus (sem c o n sid e ra r o que fic a 2 . Que todo s os recém -n ascid o s im p lícito na p reservação e na e x ­ fossem m ortos. p lo são p o p u lacio n al de Israel no 3 . Deus. Egito (1 .7 ). Não surge ninguém que 4 . Moisés acabou matando um ho­ seja destacado pelas E scritu ra s. São mem e enterrando o corpo na areia. 5 . Deus. Somente Ele poderia que­ quatrocentos anos de silê n cio . Esse brar o terrível jugo do pecado que hiato é com parável ao período entre estava sobre nós. Noé e A b raão. Existem épocas em que Deus está perto (Is 5 5 .5 ) e épo­ cas em que sua presença é velad a. [...] A inda assim , não devem os p a ssa r tão rapidam ente pelos sete prim eiros ve rsícu lo s de Êxodo. Note que Êxodo 1.1 não co m e ça logo ap ó s G ê n e s is 5 0 .2 6 . O le ito r de Êxodo 1.1 é em v e z d isso , levado de vo lta no tem po até G ênesis 4 6 .8 . A m b as as genealo g ias ap resentam os filh o s de Jacó com o ‘filh o s de Isra e l’. A linhagem da alia n ça p assa através do novo nome dado a Jacó em Peniel” (HAMILTON, V icto r P. Ma­ n u a l d o P e n ta te u c o . 2 .e d . Rio de ja n e iro : CPAD, 2 0 0 7 , p .l 55). .içõr.s B í b l i c a s 9

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A U X ÍL IO B IB LIO G R Á F IC O II S u b s íd io H isto rio g ráfico “ O S ig n ific a d o d o Êxo do O Êxodo é o evento teológico e h istó rico m ais e xp re ssiv o do A ntig o Testam e n to , porque m ostra a m ag nificente ação de Deus em fa vo r do seu povo, um a ação que os co n d uziu da e scravid ão à liberdade, da frag m en tação à unidade, de um povo com um a pro­ m essa — os hebreus — à um a nação e stab elecid a — Isra e l. No livro de G ên esis encontram -se a introdução e o p ropósito, seguindo-se então todas as revelaçõ es su b se q u e n te s do A ntigo Te stam en to . Um reg istro que é ao m esm o tem po um com entário in sp irad o e um a exp o sição detalh ad a. Em últim a an álise, o êxodo serve com o um tipo de êxo do prom ovido p o rje s u s C risto , de fo rm a que ele se to rn a um evento sig n ifica tiv o tan to para a Igreja quanto para Isra e l” (M ERRILL, Eugene H. H is t ó r ia d e Is r a e l no A n tig o T e s t a m e n t o : O rein o de s a c e rd o te s que D eus colocou en tre a s n a çõ es. 6 .e d . Rio de Jan e iro : CPAD, 2 0 0 7 , p p .4 9 -5 0 ). 10 L iç õ e s B í b l i c a s

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Lição 2 12 de Ja n e iro de 2014 Um L ib e r t a d o r p a r a Is r a e l T E X T O ÁUREO “E d isse D eus a M o isés: EU SOU o QUE SOU. D isse m a is: A ssim d irá s a o s filh o s de Is ra e l: EU SOU m e enviou a vó s” (Êx 3.14). V E R D A D E P R Á T IC A A s s im c o m o M o is é s , u s a d o p o r D e u s, lib e rto u Isra e l do c a tiv e iro , Í23 C ris to nos lib e rta da e sc ra v id ã o do == pecado e do m u nd o . H IN O S S U G E R I D O S 4 5 8 , 4 5 9 , 4 6 7 L E IT U R A D IA R IA S e g u n d a - Hb 3 .3 C risto é su p e rio r a M oisés T e r ç a - Hb 3 .5 M oisés, um se rvo fiel Q u a r t a - Êx 2 .2 3 -2 5 Deus ouve o clam o r do povo Q u in t a - Êx 3 .1 0 Deus ch am a M oisés Sexta - Ex 4 .3 -8 Deus co n firm a a lid eran ça de Moisés com sin a is S á b a d o - Êx 5.1 M oisés diante de Faraó L iç õ e s B í b l i c a s

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L E IT U R A B ÍB L IC A EM C L A S S E Êxo d o 3.1 -9 1 - E a p a sc e n ta v a M oisés o reb a n h o de Je tro , seu so g ro , sacerdote em Midiã; e levou o rebanho a trá s do deserto e veio ao monte de Deus, a Horebe. 2 - E apareceu-lhe o Anjo do SE­ NHOR em uma cham a de fogo, no meio de uma sa rça ; e olhou, e eis que a sa rça ardia no fogo, e a sa rça não se consum ia. 3 - E Moisés d isse : A gora me v ir a r e i p a ra lá e v e re i e sta grande visão, porque a sa rça se não queima. 4 - E, vendo o SENHOR que se vira va p a ra lá a ver, bradou Deus a ele do meio da sa rça e disse: Moisés! Moisés! E ele disse: Eis-me aqui. B 5 - E d isse: Não te chegues para S cá; tira os teus sapatos de teus ■ p és; porque o lugar em que tu estás é terra santa. 6 - Disse m ais: Eu sou o Deus de teu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó. E Moisés encobriu o seu rosto, porque temeu olhar para Deus. 7 - E disse o SENHOR: Tenho visto atentam ente a aflição do meu povo, que está no Egito, e tenho ouvido o seu clam or por causa dos seus exatores, porque conheci as su as dores. 8 - Portanto, desci p a ra livrá-lo da mão dos egípcios e para fazê-lo su b ir daquela te rra a uma terra boa e larga, a uma terra que mana leite e m el; ao lugar do cananeu, e do heteu, e do a m orreu, e do ferezeu, e do heveu, e do jeb u seu . 9 - E agora, eis que o clam or dos filhos de Isra el chegou a mim, e 5 também tenho visto a opressão gk com que os egípcios os oprimem. 12 L iç õ e s B í b l i c a s > IN T E R A Ç Ã O Deus tinha um plano traçado para o seu povo através de Moisés. Este o conduziria até Canaã. Moisés foi dia a dia preparado e lapidado pelo Senhor para cum prir os propósitos divi­ nos. A form ação de um líder requer tempo, mas infelizmente muitos na atualidade não querem respeitar o momento de Deus. Vive­ mos em uma sociedade imedratista onde as pessoas não admitem mais esperar. O enfoque da lição de hoje é o preparo de Moisés para se torn ar o libertador do povo de Deus. Quando a ssu m iu a m issão de conduzir os israelitas pelo deserto, Moisés já havia sido preparado pelas universidades egípcias e pelo próprio Todo-Poderoso. O Deus que levantou Moisés não mudou, Ele continua a le va n ta r e p re p a ra r pessoa s para serem usadas na sua obra. Você está disposto a se rv ir m ais a Deus? O Senhor deseja usá-lo em sua obra para que m uitos sejam libertos da escravidão do pecado e da ignorância espiritual. O B J E T IV O S Após esta aula, o aluno d everá e sta r apto a: C o m p r e e n d e r com o se deu a ch a ­ m ada e o preparo de M oisés. S a b e r q u a is fo ra m as d e s c u lp a s ap resen tad as por M oisés ao Senhor. A n a l i s a r com o foi a ap resen tação de M oisés a Faraó. O R IE N T A Ç Ã O P E D A G Ó G IC A Professor, reproduza o mapa da pági­ na seguinte. Utilize-o para m ostrar aos atunos o caminho que Moisés teve que percorrer de volta ao Egito. Ele andou aproxim adam ente 320 quilôm etros. Enfa­ tize que Deus chamou Moisés para uma importante Missão — libertar os israelitas do jugo da escravidão. Em obediência ao Senhor, Moisés voltou ao Egito. Muitas vezes Deus requer que voltem os de onde saím os. Porém, ao retornar, Moisés era um novo homem. Agora não agiria mais segundo as suas forças, mas em obediên­ cia restrita a Deus.

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e cham ou Moisés para libertar seu povo, ele estava pastoreando o ve ­ IN T R O D U Ç Ã O lhas — um excelen te aprendizado para quem m ais tarde iria ser o Um líder cristão não é feito da p astor do povo de D eus, Israel (SI noite para o dia. É preciso que sua 7 7 .2 0 ). É Deus que cham a e separa lid eran ça seja am ad u recid a pelo aqueles que vão d irig ir seu reba­ tem po. Na lição de hoje, verem os nho, e Ele continua vocacio nando que Moisés foi preparado lentam en­ e capacitando para o santo m in is­ te pelo Senhor ao longo dos anos tério . O Senhor cham a, mas cabe até que se tornasse o libertador do ao hom em cuid ar do seu preparo seu povo. Moisés era um homem para ser útil a Deus. m anso e ao que parece g PA LA V RA -CH A VE O que m u ito nos não era muito eloquente, edifica no versículo seis porém Deus viu que ele L ib e r t a d o r : é Deus identificar-se não seria obediente e capaz O que lib e rta ; que de libertar o seu povo da co n ced e a lib e rd a d e . som ente como “o Deus de Abraão e o Deus de escravidão egípcia. Isaque”, mas igualmente I - M O IS É S - S U A C H A M A como “o Deus d ejacó ”. Ele é, portan­ DA E SEU PREPA RO to, o Deus de toda graça, com paixão ( Ê X 3.1 17) e paciência, uma vez que Jacó teve 1. D eus cham a o seu esco ­ sérios incidentes negativos na sua lh id o . Quando o Senhor escolheu vida em geral (1 Pe 5.1 0;Jo 1.14,1 6). O CAM INHO DE VO LTA AO E G IT O Extraído- d a BibTia d e Estudo Aplicação Pessoal, CPAD. p . 89. L iç õ e s B íb l ic a s 13

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