MBVol18n1

 

Embed or link this publication

Description

Revista de la Real acadèmia de medicina de les Illes Balears. Volumen 18, número 1, 2003

Popular Pages


p. 1

Volum 18 • N ú m . 1 Gener-Abril 2003 Medicina Balear Publicació de la Reial Acadèmia de Medicina de les Illes Balears http://ramcib.caib.es SUMARI EDITORIAL Enfermedades importadas Concepción Villalonga VIDA ACADÉMICA Jornada sobre els nous models econòmics i de gestió Sessió inaugural del curs acadèmic 2003. Acadèmic corresponent per elecció ORIGINALS Autoanálisis de glucemia en sangre capilar en el Área de Mallorca: consumo, características clínicas, patrones de utilización y relación con el grado de control metabólico de la diabetes mellitus Luis Masmiquel Comas, Luis A. Gómez Gómez Estudio experimental de la aplicación nuevo cemento óseo de baja toxicidad y biocompatibilidad de un 30 J. A. de Pedro Moro, B. de la Torre Escudero, J. F. Blanco Blanco, M. Salvado Muñoz, B. Vázquez Lasa, J. San Román del Barrio, F. de Paula Collia Fernández ORIGINAL BREU Neurocisticercosis: una enfermedad emergente 39 María Peñaranda, María Leyes, Teresa Serra, Enrique Ruiz, M" Àngels Ribas, Antoni Mas, Salvador Miralbés. LLIBRES ... 42 A. Obrador 45 P r o g r a m a de premis per al curs 2003 46 Amb la col·laboració de la Conselleria de Salut i Consum del Govern de la Comunitat Autònoma de les Illes Balears

[close]

p. 2

WWW. B A N C A M ARC H .ES ESTAM MES A PRDP DE TU ESTAMOS MÁS CERCA DE TI

[close]

p. 3

Medicina Balear Director emèrit J o s é M R o d r í g u e z Tejerina a Director M a c i à T o m à s Salvà Redactor en cap Jordi Forteza-Rey Borralleras Redactors Ferran Tolosa Cabani, Antoni O b r a d o r Adrover, Joan B u a d e s Reines, Joan M a r c h N o g u e r a Junta directiva de la Reial Acadèmia de Medicina de les Illes Balears President Vicepresident Secretari General Alfonso Ballesteros F e r n á n d e z Francesc Bujosa H o m a r B a r t o l o m é A n g u e r a Sansó Juana María Sureda Trujillo Antoni O b r a d o r A d r o v e r Ferran Tolosa Cabani Vicesecretari Tresorer Bibliotecari Revista inscrita en el índice M é d i c o Español Secretaria i correspondència Campaner, 4 , baixos. 0 7 0 0 3 P a l m a de Mallorca. Tel.: 971 72 12 30 A d r e ç a electrònica: info@ramcib.es - Pàgina w e b : ramcib.caib.es Publicitat Aquelles e m p r e s e s o institucions q u e vulguin inserir algun anunci a M e d i c i n a Balear poden contactar directament a m b la Secretaria de la Reial A c a d è m i a

[close]

p. 4

Medicina Balear - Vol. 18, núm. 1, 2003 Acadèmic d'honor Excm. Sr. J e a n D a u s s e t , P r e m i N o b e l d e M e d i c i n a 1980 Acadèmic d'honor electe Excm. Sr. S a n t i a g o Grisolia García, P r e m i P r í n c e p d ' A s t u r i e s d ' I n v e s t i g a c i ó Científica i Tècnica Acadèmics numeraris M. I. Sr. S a n t i a g o F o r t e z a F o r t e z a M. I. Sr. M i g u e l M a n e r a R o v i r a M. I. Sr. José M R o d r í g u e z Tejerina M. I. Sr. M i g u e l M u n a r Q u é s M . I. Sra. J u a n a M . R o m á n P i ñ a n a M . I. Sr. José T o m á s M o n s e r r a t M. I. Sr. G u i l l e r m o M a t e u M a t e u M . I. Sr. A r n a l d o C a s e l l a s B e r n a t M . I. Sr. José M i r ó N i c o l a u M. I. Sr. A n t o n i o M o n t i s S u a u M . I. Sr. Feliciano F u s t e r J a u m e M. I. Sr. C a r l o s V i a d e r F a r r é M. I. Sr. B a r t o l o m é A n g u e r a S a n s ó M. I. Sr. B a r t o l o m é N a d a l M o n e a d a s Excm. Sr. A l f o n s o Ballesteros F e r n á n d e z M. I. Sr. M i g u e l M u n t a n e r M a r q u é s M. I. Sr. F r a n c e s c Bujosa H o m a r M . I. Sr. F e r r a n T o l o s a C a b a n i M. I. Sr. M a c i à T o m á s Salvà M . I. Sr. A l v a r o A g u s t í G a r c i a - N a v a r r o M . I. Sr. A n t o n i O b r a d o r A d r o v e r M. I. Sra. J u a n a M S u r e d a Trujillo M. I. Sr. J u a n B u a d e s R e i n e s a a a Acadèmic honorari M . I. . Sr. S a n t i a g o L u e l m o R o m á n Dipòsit Legal: PM 486 - 95 - ISSN 1579 - 5853 Imprès a Impremta Moderna. Cl de Sa Fira, 10 - Llucmajor

[close]

p. 5

Medicina Balear-Vol. 18, núm. 1, 2003 SUMARI EDITORIAL Enfermedades importadas Concepción Villalonga 5 VIDA ACADÈMICA Jornada sobre els nous models econòmics i de gestió Sessió inaugural del curs acadèmic 2003. Acadèmic corresponent per elecció 7 ORIGINALS Autoanálisis consumo, de glucemia características en sangre clínicas, capilar patrones en el Área de utilización mellitus de y Mallorca: relación 8 con el grado de control metabólico de la diabetes Luis Masmiquel Comas, Luis A. Gómez Gómez Estudio experimental de la aplicación y biocompatibilidad de un 30 nuevo cemento óseo de baja toxicidad J. A. de Pedro Moro, B. de la Torre Escudero, J. F. Blanco Blanco, M. Salvado Muñoz, B. Vázquez Lasa, J. San Román del Barrio, F. de Paula Collia Fernández ORIGINAL B R E U Neurocisticercosis: una enfermedad emergente María Peñaranda, María Leyes, Teresa Serra, Enrique Ruiz, M Àngels Ribas, Antoni Mas, Salvador Miralbés. a 39 LLIBRES Más allá del 11 de septiembre.La A. Obrador superación del trauma, de L. Rojas Marcos 42 Convocatòria de beques Programa de premis per al curs 2003 45 46

[close]

p. 6



[close]

p. 7

Editorial Enfermedades importadas Concepción Villalonga Las enfermedades tropicales son, por definición, las e n d é m i c a s de países c u y o ecosistema permite la existencia de r e s e r v ó n o s y vectores que, a su vez, p o s i b i l i t a n el m a n t e n i m i e n t o d e c i c l o s v i t a l e s d e m i c r o o r g a n i s m o s patógenos. El ejemplo más ilustrativ o son las enfermedades parasitarias. En los últimos treinta años ha a u m e n t a d o e x p o n e n c i a l m e n t e el n ú m e r o de personas que a lo larg o de su vida tienen contacto con países tropicales. C a b e señalar que el turismo es la principal fuente de desplazamientos intercontinentales y así, en España, se cifra en un millón el n ú m e r o de viajeros que anualm e n t e se desplazan a países tropicales. U n a segunda fuente de desplazamientos y contacto con aquellos países es la inmigración, f e n ó m e n o relativamente reciente en E s p a ñ a que h a ido adquiriendo p r o t a g o n i s m o en la última d é c a d a hasta el punto d e marcar una n u e v a realidad social. El término " i n m i g r a n t e " es m u y amplio, ya que incluye a personas d e m u y diversos orígenes y condiciones, a u n q u e en g e n e ral está constituido p o r colectivos vulnerables. A s í pues, los procesos migratorios entre el Tercer M u n d o y los países industrializados constituyen u n acontecimiento de gran transcendencia en la actualidad. En España, según la Delegación de Gobierno p a r a la Extranjería y la Inmigración, el n ú m e r o de personas de origen foráneo q u e residen de forma legal en n u e s tro país es de un millón y medio, a p r o x i m a d a m e n t e , lo que s u p o n e el 3 % de la población total española. J u n t o a ello, es importante no olvidar la realidad candente que supone la inmigración ilegal, con los prob l e m a s sociales y sanitarios que suscita. L a inmigración -es oportuno recordarlo- se relaciona también con un peor acceso a los servicios sanitarios. U n estudio reciente de M . R a m o s y J . C M a r c h estima q u e el n ú m e r o de inmigrantes irregulares en M a l l o r c a asciende a unas 4 0 . 0 0 0 personas, utilizando c o m o fuente a d e m á s de los datos de la Delegación de Gobierno, otros proporcionados por distintas asociaciones (Comisiones Obreras y entidades que prestan a los inmigrantes servicios relacionados con la salud); el m i s m o trabajo se hace eco también de los datos de la D e l e g a c i ó n de G o b i e r n o , para la que el n ú m e r o de inmigrantes regularizados en esa fecha era de 9.000; en consecuencia, el n ú m e r o de inmigrantes irregulares en M a l l o r c a superaría los 30.000. Este trabajo pone al decubierto el e l e v a d o n ú m e r o de inmigrantes que no recogen las fuentes oficiales. En la actualidad estamos constatando en nuestro m e d i o un i n c r e m e n t o de enfermedades llamadas tropicales: paludismo, esquistosomiasis, helmintiasis, fílariasis. En el presente n ú m e r o se describen los casos de cisticercosis diagnosticados en el Hospital Son D u r e t a en los últimos a ñ o s . Es sólo una referencia de u n a de las varias enfermedades importadas que estam o s d i a g n o s t i c a n d o c a d a vez con más frecuencia. 2 Frente a esta realidad preocupante y emergente, resulta esencial dar un enfoque multidisciplinario a la m e d i c i n a tropical, d e m o d o que incluya la salud pública, la política sanitaria, la atención primaria y especializada, la microbiología y la cooperación internacional. El c o n o c i m i e n t o , la prevención, el diagnóstico y el tratamiento de las e n f e r m e d a d e s importadas constituyen un punto de partida fundamental para conseguir la salud internacional. Referencias 1 .-Ramos M, March J.C. Estimación de los inmigrantes económicos en Mallorca mediante el método de capturarecaptura. Aten Primaria 2002; 29: 463-8 2.- Peñaranda M, Leyes M, Serra T, Ruiz E, Ribas MA, Mas A, Miralbés S. Neurocisticercosis: una enfermedad emergente. Medicina Balear 2003; 18: 39-41. Servicio de Medicina Interna. Hospital Universitario Son Dureta, Palma de Mallorca. Medicina Balear 2003; 5 5

[close]

p. 8

Vida acadèmica JORNADA SOBRE NOUS MODELS ECONÒMICS I DE GESTIÓ Per tal de donar resposta a l'interès generat pel nou model nascut d e la a s s u m p c i ó el gener de 2 0 0 2 de les competències sanitàries per la Comunitat A u t ò n o m a balear, la Reial A c a d è m i a d e M e d i c i n a de les Illes Balears v a c o n v o c a r la j o r n a d a d ' e c o n o m i a sanitària "El n u e v o Sistema Nacional de Salud: aspectos e c o n ó m i c o s y de gestión", coordinat pel Dr. F r a n c i s c o G ó m e z Ruiz, acadèmic corresponent. La j o r n a d a , c e lebrada el 29 de n o v e m b r e passat a la seu de la Reial A c a d è m i a , va constituir un èxit tant pel nivell científic de les intervencions dels ponents c o m pel públic, q u e va o m p l i r el saló d'actes d e la corporació. Obriren la j o r n a d a unes paraules del president de la Reial A c a d è m i a , A l f o n s o B a l l e s t e r o s , i un b r e u parlament de la consellera de Salut i C o n s u m , A i n a S a l o m . Tot seguit, G u i l l e m L ó p e z C a s a s n o v a s , professor de la Universitat P o m p e u Fabra, va p r o n u n ciar la conferència " E q u i d a d geográfica: situación des- p u é s de las transferencias sanitarias" en la qual va advertir els gestors contra els perills d ' a b a n d o n a r el rigor pressupostari i va subratllar que la cohesió i equitat són garantia del b o n funcionament del sistema. Va seguir una taula redona, m o d e r a d a pel professor Vicente Ortún, sobre "Participación de los profesionales en las leyes de Sanidad de las A u t o n o m í a s " . En la taula rodona, a m é s del professor Ortún, director del Centre d'Investigació en E c o n o m i a i Salut de la Universitat P o m p e u Fabra, hi participaren experts c o m el Dr. R a i m u n d o Belenes, conseller delegat de l'Institut M u n i c i p a l d ' A s s i s t è n c i a Sanitària de Barcelona, el Dr. Jordi Colomer, gerent d e l'Hospital Vall d ' H e b r o n i el Dr. A n t o n i o Marrón, ex-director general de l'Insalud. E s va obrir a continuació un viu col·loqui entre el públic assistent i els ponents. Va tancar el cicle el professor Joan Rodés, president del Consell Assessor del Ministerio de Sanidad i C o n s u m o , qui va parlar sobre " M o d e l o s de gestión y planificación de la investigación b i o m é d i c a " . Un moment de la Jomada, celebrada a la Seu de l'Acadèmia SESSIÓ INAUGURAL DEL CURS ACADÈMIC 2003 L a tradició assenyala que la Reial A c a d è m i a de M e d i c i n a de les Illes Balears celebri la solemne sessió inaugural de curs el primer dijous després de la diada de sant Sebastià, patró de Palma. Fidel al costum, la seu del carrer de Can C a m paner va acollir la s o l e m n e celebració dia 23 de gener passat. Ocuparen la taula d ' h o n o r els senyors Alfonso Medicina Balear 2003; 18: 6-7 Ballesteros, president de la Corporació acadèmica, Joan Fageda, batlle de P a l m a i Teodor Úbeda, bisbe de M a llorca. U n c o p oberta la sessió, el. secretari general, Bartomeu A n g u e r a , va llegir la m e m ò r i a a c a d è m i c a 2 0 0 2 , on v a d o n a r c o m p t e d e les a c t i v i t a t s m é s destacades dutes a terme el curs anterior; tot seguit, el doctor Ferran Tolosa Cabani, acadèmic numerari, llegí el discurs inaugural titulat "Efectes del renou sobre la salut", seguit a m b gran interès pel públic assistent a l ' a c t e . A c o n t i n u a c i ó , el secretari general va fer la 6

[close]

p. 9

Medicina Balear - Vol. 18, núm. 1, 2003 previsió del p r o g r a m a científic pel primer trimestre d'enguany, va oferir la s e m b l a n ç a dels patrocinadors dels premis de la Reial A c a d è m i a de Medicina de les Illes Balears i va llegir l'acta de la sessió extraordinària d'adjudicació dels premis convocats per la institució. Els guardonats reberen els premis de mans del president qui, abans de aixecar la sessió, va declarar obert el curs acadèmic de l'any 2003 en n o m de S. M. el Rei. El secretari general, Dr. B. Anguera, llegeix la memòria acadèmica 2002, en l'acte d'inauguració del curs 2003. Acadèmic corresponent per elecció A la sessió extraordinària celebrada el 14 de gener de 2003 es va elegir acadèmic corresponent de la Reial A c a d è m i a de M e d i c i n a de les Illes Balears al Professor Luis Rojas M a r c o s , que ha passat així a engrandir la llista de professionals de prestigi que pertanyen a la nostra C o r p o r a c i ó . Per a conèixer els mèrits del Prof. Rojas M a r c o s , Vid. la secció Llibres d ' a q u e s t mateix número. 7

[close]

p. 10

Original Autoanálisis de glucemia en sangre capilar en e¡ Área de Mallorca: consumo, características clínicas, patrones de utilización y relación con el grado de control metabólico de la diabetes mellitus Luis Masmiquel Comas, Luis A. Gómez Gómez Introducción La diabetes mellitus ( D M ) es u n a enfermedad con una elevada prevalencia. L a Organización Mundial de la Salud ( O M S ) estima que existen a p r o x i m a d a m e n t e 35 millones de diabéticos en el m u n d o , todos ellos susceptibles de sufrir las complicaciones crónicas de la e n f e r m e d a d , e s p e c i a l m e n t e c u a n d o el c o n t r o l metabólico es inadecuado durante períodos de tiempo prolongados. Se han estudiado diferentes estrategias para la prevención de las complicaciones de la diabetes. D e éstas, cabe destacar p o r su eficiencia, la optimización del control metabólico. D e s d e la publicación d e los r e s u l t a d o s d e l D C C T (Diabetes Control and Coniplications Trial) y el U K P D S {United Kingdom Frospective Diabetes Study) se r e c o n o c e la importancia de la n o r m o g l i c é m i a en la prevención de la aparición de complicaciones crónicas de la diabetes. En este sentido, los estudios sobre resultados de salud sugieren q u e la optimización del control metabólico para la prevención de las complicaciones crónicas es u n a estrategia adecuada en términos de coste-efectividad . Así, p o r ejemplo, el incremento del coste p o r QALY g a n a d o mediante la intensificación del tratamiento, a través de la optimización del control g l u c é m i c o , se estima alrededor de 18000 $ . Este resultado puede c o n s i d e r a r s e c o m o " m u y a t r a c t i v o " en b a s e a las "Guidelines for adoption of medical interventions according to cost-utility ". 1 2 3 4 5 6 demuestra q u e : a) sólo el 2 0 % de los diabéticos tipo 1 y el 1 7 % de diabéticos tipo 2 de la población estudiada se realizaba el n ú m e r o a d e c u a d o (aconsejado) de controles y b) q u e la frecuencia de autoanálisis sólo se relacionaba con el grado de control metabólico en los diabéticos tipo 1. La práctica diaria nos hace sospechar q u e un gran n ú m e r o de pacientes se realiza n u m e r o s o s controles en sangre capilar sin emplear los resultados para m o dificar su c o n d u c t a en ningún sentido y, p o r tanto, utiliza la técnica de forma ineficiente. Nuestra p e r c e p ción no es q u e el autoanálisis carezca de utilidad sino que no se utiliza de forma adecuada. En este sentido, el autoanálisis h a sido una parte fundamental del m a nejo de la diabetes en pacientes incluidos en ramas de tratamiento intensificado de ensayos clínicos controlados , en los q u e , se h a alcanzado un alto g r a d o de control metabólico. A s í pues, parece preciso identificar y potenciar los patrones de uso de tiras reactivas relacionados con "eficacia" en la obtención de un buen control m e t a b ó l i c o . Estas variables, a pesar d e q u e p u e d e n parecer lógicas, prácticamente no han sido investigadas. Su estudio quizás permita la identificación d e puntos fuertes -a potenciar- y puntos débiles -a m i nimizar - y p o r tanto, diseñar estrategias e n c a m i n a d a s a mejorar la eficiencia en la utilización del autoanálisis de glucemia en sangre capilar. Para ello, se ha diseñado un estudio q u e implica a diferentes Centros de Salud del Área de Mallorca y al Hospital Son Dureta. Este se fundamenta en la realización de una entrevista personalizada a los pacientes diabéticos que practiquen autoanálisis de glucemia con el objetivo de investigar, tanto los patrones de utilización c o m o si disponen de conocimientos básicos de educación diabetológica para el auto-manejo de la enfermedad. A s i m i s m o intenta d e t e r m i n a r la r e l a c i ó n e n t r e el g r a d o d e c o n t r o l metabólico y el autoanálisis. Por último, evalúa algunos aspectos administrativos y clínicos q u e p u e d a n constar en la historia clínica y q u e podrían estar en relación con el grado de control. 1 2 El a u t o a n á l i s i s de g l u c e m i a en s a n g r e c a p i l a r ( A G C ) se r e c o m i e n d a c o m o u n a técnica para mejorar el control metabólico de la diabetes . 7 9 En 1994, el informe Nielsen cifró el coste del uso de tiras reactivas en E s p a ñ a en 4 2 4 9 , 3 millones de pesetas "'; y es posible que, en la actualidad, esta cifra sea m u y superior.". A pesar de ello, y paradójicamente, existen datos escasos sobre la efectividad del u s o de tiras reactivas para m e j o r a r el g r a d o de control metabólico. En este sentido, un estudio o b s e r v a c i o n a l 12 Medicina Balear 2003; 18: 8-29 Finalmente, un objetivo de gran trascendencia para nosotros es constituir un grupo profesional interesado 8

[close]

p. 11

Medicina Balear - Vol. 18, núm. 1, 2003 Autoanálisis de glucemia en sangre capilar en el área de Mallorca en el estudio de la diabetes, capaz de desarrollar una investigación necesaria en nuestra c o m u n i d a d , útil y de aplicación clínica práctica. Cuestionario para los pacientes diabéticos En una primera fase, a principios de noviembre del 2000, se diseñaron las hojas de recogida de datos del estudio. Estas consistían en: a) un apartado inicial para la recogida de datos clínicos y administrativos que se consideraron importantes para la identificación de los individuos y, por su posible relación tanto con los patrones de uso del autoanálisis como con el grado de control metabólico. Este apartado, a ser posible, se cumplimentaba con los datos disponibles en la historia clínica. Sin embargo, se aceptaba la inclusión de algunos aspectos referidos por el paciente que pudieran considerarse importantes (Ej. Si a una cuestión como - ¿ha estado ingresado en los últimos meses? - el paciente respondía que había ingresado por un infarto, a pesar de no constar en la historia clínica, este dato se incluía como presencia de cardiopatía isquémica) b) un s e g u n d o a p a r t a d o era una e n t r e v i s t a estructurada que recogía tanto aspectos de educación diabetológica que se consideraron básicos como datos sobre el patrón de uso del autoanálisis de glucemia capilar. El cuestionario inicial se aplicó de forma piloto a 20 pacientes. Este pilotaje fue llevado a cabo por cinco endocrinólogos expertos en diabetes y por la enfermera educadora en diabetes del Hospital Son Dureta. Después de una puesta en común de las posibles dificultades de comprensión y deficiencias detectadas, se realizaron algunas modificaciones estructurales y de forma. También, se modificó el planteamiento de algunos ítems para facilitar su comprensión. Asimismo, se añadieron o se suprimieron algunas cuestiones. El cuestionario definitivo fue evaluado en diez nuevos pacientes y finalmente, fue aceptado como válido, de forma consensuada. Consta de dos formas, una para pacientes t r a t a d o s con insulina y otra para p a c i e n t e s sin insulinoterapia. Variables clínicas y administrativas Material y métodos CASUÍSTICA Y SISTEMÁTICA DE TRABAJO Entre principios de enero y mediados de marzo del 2001 se solicitó la participación en el estudio a 351 pacientes diabéticos que acudieron a su centro de salud o a la consulta externa de endocrinología del Hospital Son Dureta. Todos ellos cumplían los siguientes criterios de inclusión: Realizar autoanálisis de glucemia en sangre capilar con un tiempo mínimo de práctica de cuatro meses. No presentar neoplàsia, enfermedad hepática, sistémica o infecciosa crónica conocida. No haber recibido tratamiento con antiretrovirales o esteroides durante el año previo al estudio. Disponer de, al menos, una determinación de hemoglobina glicosilada (HbA 1 c) durante el último año y siempre dentro de un período mínimo de tres meses desde el inicio de la práctica del autoanálisis. Los pacientes fueron incluidos en días consecutivos por los investigadores participantes, a un ritmo de 0 (en caso de no aparecer ningún candidato), uno o dos pacientes al día. siempre en horas diferentes. A todos los pacientes seleccionados que por disponibilidad del Servicio no podían ser entrevistados, o bien no acudían con la libreta de control de autoanálisis, se les citó en un día diferente. Doce pacientes se negaron a participar. En todos los participantes, se recogieron datos correspondientes a diferentes variables administrativas y clínicas obtenidas a través del interrogatorio directo o bien mediante el estudio de la historia clínica. También, se les pasó una entrevista estructurada en la que se dilucidaban aspectos referentes a educación diabetológica básica, al patrón de autoanálisis y a los cambios de conducta o de tratamiento relacionados con los valores de glucosa obtenidos mediante autoanálisis. Del total de hojas de recogida de datos remitidas por los diferentes entrevistadores (n = 339), las correspondientes a 32 pacientes eran incompletas por lo que fueron rechazadas para su análisis. Finalmente, los resultados de los ítems correspondientes a los 307 pacientes restantes fueron tabulados y analizados. Asimismo, se investigó su relación con el grado de control metabólico (evaluado mediante los valores de HbG [HbA le]). Se siguieron los principios formulados en la declaración de Helsinki. Los pacientes fueron informados de los propósitos y la metodología del estudio, y aceptaron libre y voluntariamente su participación. El protocolo de estudio fue evaluado y aprobado por el Comité de Investigación de la Gerencia de Atención Primaria del Área de Mallorca. Se recogieron datos sobre los siguientes aspectos: I - Número de historia clínica y Centro de Salud. 2- Edad, sexo, año de diagnóstico de la diabetes, tipo de d i a b e t e s , control por e s p e c i a l i s t a , variables antropométricas, hábitos tóxicos (tabaco - s e consideraron como fumadores los consumidores de 1 o más cigarrilos al día: alcohol -se consideraron bebedores aquellos individuos con una ingesta superior a 20 g/d), nivel cultural, y tipo de tratamiento (dieta/insulina/antidiabéticos orales). 3- Nivel de ejercicio: se consideró que un paciente hacía ejercicio si refería una pauta regular de ejercicio (ej. Caminar 30 minutos al día, hacer natación tres veces por semana, ir al gimnasio los lunes, miércoles y viernes, etc.) 4- Nivel de seguimiento de la dieta: el nivel de seguimiento de la dieta fue valorado, por cada entrevistador, semicuantitativamente y de forma subjetiva (en base a la descripción de las tres últimas ingestas principales referidas por el paciente y el número de ingestas que refiere realizar un paciente en un día - considerando el tipo de tratamiento farmacológico recibido). 9

[close]

p. 12

Medicina Balear - Vol. 18, núm. 1, 2003 Autoanálisis de glucemia en sangre capilar en el área de Mallorca 5- Grado de control metabólico en base a las cifras de glucemia y H b A l c . 6- Presencia y tipo de complicaciones crónicas de la diabetes. 7- Número de descompensaciones agudas (ingresos) en los últimos tres años. 8- Número de hipoglucemias graves en los últimos seis meses, (se consideró como hipoglucemia grave a aquella que precisó de la ayuda de otra persona para su resolución) Variables de educación diabetológica y patrones de uso del autoanálisis de glucemia en sangre capilar A) Se investigaron los siguientes aspectos básicos de educación diabetológica: 1 - Conocimiento de los valores normales de glucemia en ayunas. 2- Conocimiento del efecto de la ingesta sobre las concentraciones de glucemia. 3- Conocimiento de los valores normales de glucemia postprandial. 4- Conocimiento del efecto que tiene un buen control metabólico sobre la aparición de complicaciones crónicas. 5- Conocimiento del concepto (utilidad) de hemoglobina glucosilada. 6- Conocimiento del efecto de la medicación (insulina o antidiabéticos orales) sobre los niveles de glucosa plasmática. 7- Capacidad de modificar adecuadamente el tratamiento en respuesta a una situación de hipcrgluccmia mantenida. 8- Conocimiento del concepto de hipoglucemia (se considero aceptable si el paciente describía alguno de los síntomas clásicos (temblor, debilidad, sudoración excesiva, etc) asociados a niveles bajos de glucosa en sangre o bien si definía los valores por debajo de los cuales se considera que existe una situación de hipoglucemia) 9- Conocimiento de los valores de glucemia aceptados como "de rango hipoglucémico". 10- Capacidad de reconocimiento y resolución de una situación de hipoglucemia. 11- Conducta de autoanálisis frente a situaciones de riesgo de hipoglucemia (ingesta de alcohol) 12- Conducta de autoanálisis frente a una situación en la que una hipoglucemia podría ser grave (conducción de vehículo) 13-Capacidad de modificar adecuadamente el tratamiento en respuesta a una situación de hipoglucemia mantenida. 14- Reconocimiento de un alimento, entre varios, con un contenido elevado de hidratos de carbono. 15- Conocimiento del número adecuado de ingestas al día que debe realizar un diabético. 10 16- Reconocimiento de cantidades de alimentos "equivalentes en hidratos de carbono" para intercambiar distintos alimentos con un mismo contenido de hidratos de carbono. 1 7 - C o n o c i m i e n t o del efecto de una enfermedad intercurrente sobre la glucemia. 18- Patrón de respuesta frente a la enfermedad (número de controles y capacidad de modificación del tratamiento) Además, se investigó el número de veces que el paciente acudía a su enfermera para recibir educación d i a b e t o l ó g i c a y el g r a d o de e d u c a c i ó n v a l o r a d o subjetivamente de forma semicuantitativa por el entrevistador. El grado objetivo de educación se valoró en función del número de respuestas contestadas de forma correcta de un total de 18. B) Se investigaron los siguientes aspectos referentes al patrón de uso del autoanálsis de glucemia capilar: 1- Marca comercial (nombre de la empresa fabricante) de las tiras reactivas entregadas. 2- Número de tiras reactivas entregadas al mes. 3- Tiempo de autoanálisis (años). 4- Número de determinaciones de glucemia realizadas al mes referido por el paciente. 5- Número de determinaciones de glucemia al mes anotadas en la libreta de autocontrol. 6- Opinión sobre la utilidad del tratamiento. 7- G r a d o de s a t i s f a c c i ó n r e l a c i o n a d o con el autoanálisis de glucemia (de 1 -mucho menos satisfecho- a 5- mucho más satisfecho) 8- Si el conocimiento de los valores de glucemia tiene efecto tranquilizador o no. 9- Número de controles al mes aconsejados por enfermera o médico. 10- Si se practican modificaciones dietéticas en respuesta a los resultados de glucemia. 11 - Si se modifica la actividad física en respuesta a los resultados de glucemia. 12- Número de modificaciones de dosis o de marca de medicación en el último año de autoanálisis por orden médica. 13- Número de modificaciones de dosis o marca de medicación por decisión propia debidas a los resultados del autoanálisis. 14- Número de modificaciones de dosis de insulina al año referidos por el paciente en relación con motivos diferentes al resultado del autoanálisis (ej. ingesta especial o excesiva, ejercicio físico, etc.). 15- Número de modificaciones de dosis de insulina al año en relación con los resultados del autoanálisis. 16- Número de modificaciones de dosis de insulina en el último año que constan en la libreta de autocontrol.

[close]

p. 13

Medicina Balear-Vol. 18, núm. 1, 2003 Autoanálisis de glucemia en sangre capilar en el área de Mallorca Selección de investigadores cuestionarios y cumplimentación de A mediados de diciembre se contactó con los responsables de la Unidad de Docencia e Investigación de la Gerencia de Atención Primaria del Área de Mallorca (GAP) y se les presentó el protocolo de investigación. Este protocolo fue estudiado y aprobado por la Comisión de Investigación de la GAP. Posteriormente, se preparó una información escrita sobre el estudio que fue remitida, junto con una copia del protocolo, a los responsables del programa de diabetes de los diferentes Centros de Salud. Estos fueron convocados a una reunión informativa en la que se presentaron las encuestas y se explicó la metodología del estudio. Se hizo especial énfasis en la metodología de selección de los pacientes y en la cumplimentación de las hojas de recogida de datos. Se remarcó que la entrevista debía ser verbal y personal; que deberían mantenerse fieles al contenido de las preguntas, pero que, en caso de dificultad de comprensión, podían realizarse aclaraciones (por ejemplo: en vez de decir "sustituir 40 g de garbanzos por 100 g de pan", decir "cambiar 40 g de garbanzos por 100 g de pan" o bien, por ejemplo, al decir "el azúcar bien controlado evita o retrasa complicaciones, especificar "el azúcar bien controlado evita el daño del riñon o de los ojos"). De la misma manera, en un intento de garantizar la veracidad de los datos comunicados, se solicitó un mínimo de dos investigadores por centro de salud. Así, se insistió en que la entrevista fuese llevada a cabo por cada investigador sobre los pacientes del otro investigador voluntario (es decir, pacientes distintos a los propios). Se hizo especial énfasis sobre el objetivo del estudio, especificando que no se trataba de juzgar la labor de los educadores en diabetes, sino de recoger información para mejorar el uso del autoanálisis. En un intento de reclutar un número importante de personal interesado en el estudio de la diabetes, con posibilidad para realizar estudios futuros y mejorar la atención diabetológica en nuestra comunidad, la participación de investigadores no se limitó en número. Estos fueron seleccionados ajuicio de los responsables del programa de diabetes. Al final de estudio, los cuestionarios fueron remitidos por correo interno a la GAP. Tras completar su recogida, se codificaron las variables en clave numérica y fueron introducidas en una base de datos para su posterior análisis estadístico. El tiempo medio para cumplimentar un cuestionario se calculó en 202 5 ' . De la misma manera, el tiempo de revisión e introducción de los datos en la base de datos fue de 25' por cuestionario. Cuantificación del grado de control metabólico En el Área de Mallorca, la determinación de HbAlc se realiza de forma centralizada en dos laboratorios de referencia: el laboratorio del Carmen y el Laboratori de Referència de Catalunya (para los centros dependientes de la Fundación Hospital de Manacor). En ambos casos, se siguen las recomendaciones del DCCT (12,85) y su determinación se realiza mediante cromatografía líquida de intercambio iónico de alta resolución (HPLC). Los valores normales de referencia son de 3,4% a 5,8% y de 4% a 6% para uno y otro laboratorio, respectivamente. CONSUMO DE TIRAS REACTIVAS El material reactivo (tiras reactivas) para el autoanálisis de glucemia capilar se encuentra incluido en los presupuestos del Sistema Nacional de Salud. Las tiras reactivas son entregadas por enfermería a cada paciente, de forma periódica y gratuita, en su Centro de Salud. A partir de las fuentes administrativas de la Gerencia de Atención Primaria se obtuvieron los siguientes datos: 1Numero de tiras reactivas para autoanálisis de glucemia suministradas a los centros de salud durante el año 1998, 1999 y 2000. 2- Coste total (en pesetas) de las tiras reactivas suministradas a los Centros de Salud durante los años 1998, 1999 y 2000. 3- Pacientes "en cobertura" por el concepto correspondiente al servicio 306 de la Cartera de Servicios de Atención Primaria: "atención a pacientes crónicos: diabetes". El número de pacientes en cobertura se calculó en base a las auditorias de historias clínicas de la cartera de servicios de atención primaria para los años 1998, 1999 y 2000. El cálculo se efectuó de la siguiente manera: Porcentaje de población diabética en cobertura = pacientes diagnosticados que cumplen criterios de inclusión x 100/población esperada. La población esperada de diabéticos es el 6% de la población mayor de 14 años del área. Por ejemplo, para el año 2000, la cobertura alcanzó al 57,7% de la población esperada de diabéticos. Así, sobre una población esperada de diabéticos de la zona de 31.429, 18.141 estaban incluidos en la cartera de servicios. En función de los datos recopilados, se calculó el coste medio aproximado del autoanálisis de glicemia capilar por paciente adulto atendido por diabetes. ESTADÍSTICA El procesamiento estadístico de los datos se ha realizado mediante el paquete informático SPSS (Statistical Packagefor tire Social Sciences) para Windows versión 6.0. Para contrastar la normalidad de las variables continuas se utilizó la prueba no paramétrica de KolmogorovSmirnov En caso de que las variables siguieran una distribución normal, el grado de asociación entre dos variables conti- El grado de control metabólico se cuantificó en base a los valores de HbG (HbAlc). En aquellos pacientes con más de una determinación de H b A l c en el último año (la mayoría de los casos), se calculó el valor medio de las dos (en caso de sólo disponer de dos) o tres últimas determinaciones. Este valor medio fue el empleado para el posterior análisis estadístico.

[close]

p. 14

Medicina Balear - Vol. 18, núm. 1, 2003 Autoanálisis de glucemia en sangre capilar en el área de Mallorca nuas se investigó calculando el coeficiente de correlación de Pearson. Las diferencias entre las medias de las distribuciones de dos variables continuas se examinaron a través de la prueba de la t-de Student para datos independientes. En caso de comparar tres o más variables se aplicó el análisis de la varianza de un factor empleando la prueba de Scheffé para explorar a qué nivel se encontraban las diferencias y la prueba de Barlett para comprobar la homogeneidad entre las varianzas de las distintas variables. Las variables que se correlacionaron significativamente con la variable dependiente, se incluyeron en el análisis como covariantes. Asimismo, se practicó un análisis de regresión múltiple modelo stepwise para evaluar conjuntamente el efecto de las variables continuas que se correlacionaron de forma univariante con una variable independiente. Los datos se expresan en media ± desviación estándar. En caso de que las variables no siguiesen una distribución normal, se emplearon pruebas no paramétricas para su análisis. Así, se empleo el test no paramétrico de la U-de Mann-Whitney para comparar las medias de dos variables continuas. En caso de comparar tres o más variables se utilizó la prueba de Kruskal-Wallis. La correlación entre dos variables continuas se investigo mediante la prueba de Spearman. Los datos se expresan en mediana y rango. El grado de asociación entre dos variables cualitativas se investigó mediante la prueba de Ji al cuadrado (c ) o la prueba exacta de Fisher, en función del número de la muestra y del valor esperado en los diferentes subgrupos. 2 Resultados C O N S U M O DE TIRAS REACTIVAS Y COSTE DEL AUTOANÁLISIS El n ú m e r o de tiras enviadas a los diferentes centros de salud y su coste en pesetas durante los años 1998, 1999 y 2 0 0 0 se detalla en la tabla 1. El n ú m e r o d e pacientes diabéticos que c u m p l e n criterios de cobertura por diabetes, según la cartera de servicios, en b a s e a los resultados de la auditoría de historias clínicas de la gerencia de Atención Primaria, para los tres años anteriores, se detalla en la tabla 2. En base a los datos anteriores, el coste m e d i o del autoanálisis por paciente en el año 2 0 0 0 ha sido de 13.604 pesetas; 9 8 9 5 pesetas en 1999 y 8499 pesetas en 1998. CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS D E LOS PACIENTES Y GRADO DE CONTROL METABÓLICO Las características clínico-epidemiológicas de los pacientes incluidos en el estudio (n=307) se detallan en la tablas 3 y 4. C o m o m e d i d a del grado d e control m e t a b ó l i c o m e d i o del grupo, c a b e destacar q u e los valores m e d i o s d e H b A l c fueron 7,70 ± 1,21 %. Las variables clínico-epidemiológicas cualitativ a s q u e se r e l a c i o n a r o n c o n el g r a d o d e c o n t r o l metabólico ( H b A l c ) se detallan en la tabla 5. En todos los casos, se excluyó la hipótesis de nulidad cuando el error alfa fue inferior al 5%. ANO CAJAS DE 50 Diferencia Diferencia TIRAS de cajas con el año de cajas con el año anterior anterior 1998 55661 1999 76274 20613 37.07 2000 89301 13027 14,15 246.796.787 35.598.094 16,85% en número en porcentaje Coste en P E S E T A S Diferencia Diferencia en pesetas con al año de pesetas anterior con el año anterior 151.527.416 211.198.743 59.671.327 39,37% en porcentaje Tabla 1. Detalle del consumo y coste de las tiras reactivas, en los tres últimos años, en el Área de Mallorca. Año Número Diferencia Diferencia de pacientes de número de porcentaje de pacientes con el año previo previo 1998 17828 1999 21342 3514 19,70 2000 18141 -3021 - 14,15 de pacientes con el año Tabla 2. Detalle del número aproximado de pacientes diabéticos mayores de 14 años atendidos en el Área de Mallorca en los 3 últimos años. 12

[close]

p. 15

Medicina Balear - Vol. 18, núm. 1, 2003 Autoanálisis de glucemia en sangre capilar en el área de Mallorca D e las variables clínico-epidemiológicas continuas incluidas en el estudio, ú n i c a m e n t e los años de evolución se correlacionaron de forma directa con los valores de H b A l e (Figura 1). E s destacable q u e de todas las variables clínicoepidemiológicas cualitativas estudiadas, únicamente se relacionaron con el grado de control metabólico la presencia de complicaciones crónicas (básicamente p o r la presencia de retinopatía) y el n ú m e r o de ingresos por d e s c o m p e n s a c i o n e s agudas en los últimos 3 años. Estas diferencias se mantenían tras introducir los años de evolución de la D M en el análisis c o m o covariable ( A N C O VA). VARIABLE SEXO (HOMBRES/MUJERES) IMC EDAD (AÑOS) EVOLUCIÓN DE LA DM (AÑOS) TIPODM (TIP01/TIP02/SECUNDARIA) TABACO ALCOHOL (SI/NO) EJERCICIO (SI/NO) DIETA (MUY BIEN/BIEN/REGULAR/MAL) Características lico. Pacientes clínicas y grado insulinizados de control metabó- Las variables clínico-epidemiológicas cualitativ a s q u e s e r e l a c i o n a r o n c o n el g r a d o d e c o n t r o l metabólico en los pacientes insulinizados (n=178) se detallan en la tabla 6. Las variables clínico-epidemiológicas cualitativas que se relacionaron con el grado de control metabólico en los pacientes insulinizados (n=178), una vez se fracciona la muestra en diabetes tipo 1 (n= 63) y tipo 2 (112) se detallan en la tabla 7 (existen tres pacientes en tratamiento con insulina que, p o r presentar una diabetes secundaria, no han sido contabilizados). N Ú M E R O (DE) 153/154 27,89 (5,36) 57,94(16,36) 14,68 (9,94) 63/241/3 48/259 45/262 205/102 11/138/124/34 20,5/78,5/1 15,6/84,4 14,6/85,3 66,8/33,2 3,6/45/40,4/11,1 57,9 15,7 84,3 PORCENTAJE 49,8/50,2 CON TRATAMIENTO INSULÍNICO Intensificado Convencional A ñ o s de insulina 178 28 150 8,46(8,14) SIN TRATAMIENTO INSULÍNICO Dieta Sulfonilureas u otros secretágogos Metformina Sulfonilurea m á s metformina Inhibidores alfa-glucosidasa Secretágogo m á s metformina m á s inhibidor alfa-glucosidasa ENDOCRINO (NO/PRIVADO/PÚBLICO) 129 4 79 10 28 2 10 102/22/183 42,9 3,1 60,1 7,5 20,5 1,3 7,5 33,2/7,1/59,7 CULTURA Analfabetos N o escolarizados (sabe leer) E d u c a c i ó n Primaria E d u c a c i ó n Secundaria Universitarios HIPERTENSIÓN ARTERIAL (SI/NO) 16 49 179 46 17 169/138 5,2 16 58,3 15 5,5 55/45 Tabla 3. Características clínico-epidemiológicas de los 307 pacientes estudiados. La mayoría de los datos se obtuvieron de la historia clínica. En algunas variables, la información se obtuvo a través del interrogatorio directo (ver material y métodos). DE: desviación estándar. 13

[close]

Comments

no comments yet