Revista 3 SEPEI - IFSC Câmpus Canoinhas

 

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Resumos apresentados no 3 Seminário de Pesquisa, Extensão e Inovação (SEPEI) - IFSC Câmpus Canoinhas

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SEMINÁRIO DE PESQUISA, EXTENSÃO E INOVAÇÃO. 3 SEPEI o CADERNO DE RESUMOS CANOINHAS - 2013

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3o SEPEI – Seminário de Pesquisa, Extensão e Inovação IFSC - Câmpus Canoinhas Caderno de Resumos http://kdimagens.com O Instituto Federal de Santa Catarina – Câmpus Canoinhas promoveu nos dias 23 e 24 de outubro de 2013, o “3 o SEPEI – Seminário de Pesquisa, Extensão e Inovação”. O objetivo desse evento foi divulgar, socializar e avaliar, tanto a produção extensionista, quanto aquela oriunda da pesquisa científica, desenvolvidas por alunos bolsistas e os respectivos servidores orientadores no Câmpus Canoinhas, durante o período de 2012/2013. Esse Caderno de Resumos traz os principais resultados dos projetos de pesquisa e de extensão apresentados no evento, com intuito de preservar as memórias e divulgar os trabalhos para nossos alunos e para a comunidade. Boa leitura! Organização: Graciele Viccini Isaka (Coordenadora de Pesquisa - IFSC Câmpus Canoinhas) Revisão: Claudia Kuns Tomaselli (Docente - IFSC Câmpus Canoinhas) 2

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PESQUISA O talco de basalto no controle de incidências de doenças em plantas de tomate .........................  Utilização de ambiente protegido para produção precoce de mudas de batata-doce ..................  Produtividade de cultivares de batata-doce, plantadas com ramas de safra anterior, conservadas durante o inverno em diferentes ambientes ..................................................................  Produtividade e qualidade de frutos de morango cultivados organicamente sob diferentes ambientes de proteção ........................................................................................................................  Preparo do solo, fontes alternativas de nutrientes e adubação verde na recuperação de solo degradado .............................................................................................................................................  Papel Semente e IFSC Sustentável: uma estratégia de cooperação ambiental e geração de oportunidades ......................................................................................................................................  Análise sensível da nebulosidade e avaliação de sua eficácia na dinâmica do tempo em Canoinhas-SC ........................................................................................................................................  Análise e Mapeamento dos ensaios de sondagem e caracterização do solo realizado pelas edificações, em obra, no município de Canoinhas-SC .........................................................................  Portal do estágio e emprego ............................................................................................................  Determinação de alguns parâmetros físico-químicos em águas tratadas de diferentes regiões da cidade de Canoinhas-SC ..................................................................................................................  Surimi: elaboração e fabricação de derivados de tilápia (Oreochromis spp.) .................................  Produção de estruturados a partir de polpa de amora obtida no Planalto Norte de Santa Catarina .................................................................................................................................................  Desenvolvimento de iogurte prebiótico com polpa de Physalis sp .................................................  Avaliação da qualidade microbiológica de produtos artesanais comercializados na cidade de Canoinhas-SC ........................................................................................................................................  Qualidade higiênico-sanitária de cachorros-quentes comercializados em pontos de venda informais de alimentos em Canoinhas-SC ............................................................................................  Restaurantes self-service no município de Canoinhas (SC): segurança e qualidade microbiológica dos alimentos servidos ................................................................................................ Sumário 4 6 8 10 13 16 19 21 24 27 29 31 33 35 37 40 EXTENSÃO  Agroecologia e agricultura urbana no IFSC, Câmpus Canoinhas: plantando ideias e colhendo bem viver .............................................................................................................................................. 42  Gincana Estudantil de Integração do IFSC Canoinhas ...................................................................... 44 FOTOS ................................................................................................................................................... 49 ENCERRAMENTO .................................................................................................................................. 50 3

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O talco de basalto no controle de incidências de doenças em plantas de tomate Roselei Alves de Borba1, Magali Regina2 1 Técnico em Agroecologia, IFSC - Câmpus Canoinhas, roselei.borba@bol.com.br; 2 Doutora em Agronomia, IFSC - Câmpus Canoinhas, magali.regina@ifsc.edu.br A permanência dos produtores nas técnicas de produção agroecológica diante dos problemas de pragas e doenças constitui um momento crítico que, muitas vezes, fazem-nos desistir em função de uma solução rápida, porém desastrosa para o meio ambiente. Através da pesquisa participante, o presente trabalho buscou verificar soluções locais para o controle preventivo de doenças em hortaliças de produtores agroecológicos da região de Canoinhas, uma vez que alguns métodos agroecológicos são utilizados pelos produtores, porém sem um teste científico quanto à concentração ou dosagem. O trabalho foi realizado no Assentamento Manoel Alves Ribeiro, no município de Irineópolis, e, por meio de reuniões e entrevistas semiestruturadas, os agricultores definiram o talco de basalto no controle preventivo de doenças do tomateiro. O delineamento experimental foi o de blocos casualizados com 4 tratamentos e 4 repetições, sendo as parcelas constituídas de 4 plantas espaçadas 0,5 x 0,5 m. O talco de basalto foi diluído em água nas proporções de 0 (testemunha), 10, 15 e 20% e aplicado com o auxílio de um pulverizador, duas vezes por semana. As plantas de tomate foram avaliadas visualmente em duas colheitas e receberam notas de 1 a 5 conforme a incidência de doenças (baixa, de baixa a média, média, de média a alta e alta incidência de doenças). A diluição de 0% diferiu estatisticamente dos demais tratamentos, nas duas colheitas, apresentando incidência de doenças com avaliação de 2,85 na primeira colheita e 3,8 na segunda. Os tratamentos com 10, 15 e 20% de talco de basalto não diferiram estatisticamente, entre si, nas duas colheitas, com nota média de 1,8. 4

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O controle de doenças através da aplicação de talco de basalto no controle de doenças ainda é pouco estudado, no entanto as pesquisas com o silício, presente em sua composição (45-50%), indicam que este atua como barreira física, fortalecendo a camada de células epidérmicas. Sem diferença significativa entre as diluições, concluiu-se que a menor diluição de talco de basalto (10%) pode ser utilizada pelos agricultores para promover um controle preventivo de doenças em plantas de tomate. Palavras-Chave: Fitopatologia. Fungos. Agroecologia Produtores no Assentamento Manoel Alves Ribeiro, desenhando a doença para a realização do experimento FONTE: Magali Regina Desenho dos produtores expressando a aparência da doença da podridão do tomate FONTE: Magali Regina 5

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Utilização de ambiente protegido para produção precoce de mudas de batata-doce Bruna Kotkoski1, Andréa Aparecida Dolla Ferreira de Souza 1, Andriele de Fátima Pazdziora1, Sanderson Kaue de Oliveira Dias de Souza2, Felipe Andrei de Barros2, Cleber Murilo Gomes dos Santos2, Cristina Duda de Oliveira3 1 Técnicos em Agroecologia, IFSC - Câmpus Canoinhas; 2Alunos do Curso Técnico em Agroecologia, IFSC - Câmpus Canoinhas, cleber.mu4@gmail.com, felipedebarros49@gmail.com, sanderson-kaue1@hotmail.com; 3Doutora em Agronomia, IFSC - Câmpus Canoinhas, cristina.duda@ifsc.edu.br A utilização de ambiente protegido com agrotêxtil é uma das alternativas que podem viabilizar a produção precoce de mudas de batata-doce a baixo custo. O objetivo deste trabalho é avaliar a produção antecipada de mudas de batata-doce, produzidas a partir de plantas cujas batatas-sementes foram plantadas no final do outono/início do inverno em leiras de areia, serragem e solo, cobertas ou não com agrotêxtil. O experimento está sendo conduzido no Instituto Federal de Santa Catarina, Câmpus Canoinhas, estando o município, segunda literatura, situado ao norte do estado, a 26 º 10' S e 23º 50' W, a uma altitude de 765 m, possuindo clima do tipo Cfb, sendo que as temperaturas médias dos meses mais quente e mais frio e a anual, respectivamente, inferior a 22ºC; entre 10 e 15ºC; variável entre 15 e 17º C. O delineamento experimental utilizado é o inteiramente causalizado, em esquema de parcelas subdivididas 2 (tipos de coberturas: com agrotêxtil e sem agrotêxtil) x 3 (tipos de leiras: areia, serragem e solo), com três repetições, constituídas cada uma de 4 raízes comerciais, classe diversos (> 400 g), da cultivar Princesa. As batatassementes foram plantadas em 29/03/2013, em leiras de 0,4 m de altura, no espaçamento de 08 m entre leiras versos 0,4 m entre plantas, sendo na sequência os tratamentos com agrotêxtil, cobertos com o respectivo material cuja gramatura é de 20 g/m². 6

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Durante todo o inverno não ocorreram brotações das batatas-sementes; no início do mês de outubro observou-se o início de brotações em alguns tratamentos. Durante o crescimento vegetativo está sendo avaliado, mensalmente, o número de brotações novas emitidas e, quando a maioria das mesmas apresentarem em torno de 0,4 m de comprimento, será realizada a colheita, sendo avaliados o número e a massa de mudas produzidas com 30 cm de comprimento. Os dados serão tabulados e submetidos à análise de variância e os fatores significativos serão comparados pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Como resultados espera-se a produção antecipada de mudas, em pelo menos dois meses, o que acarretará ao produtor plantio antecipado da lavoura, com consequente precocidade de produção de raízes em relação aos cultivos tradicionais. Palavras-Chave: Ipomoea batatas. Propagação vegetativa. Cultivo protegido. FONTE: Cristina Duda de Oliveira 7

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Produtividade de cultivares de batata-doce, plantadas com ramas de safra anterior, conservadas durante o inverno em diferentes ambientes Aristeu Ferreira de Souza1, Andréa Aparecida Dolla Ferreira de Souza1 , Ademir José de Carvalho1, Cristina Duda de Oliveira2 Técnicos em Agroecologia, IFSC - Câmpus Canoinhas, aristeuferreiradesouza@hotmail.com; 2Doutora em Agronomia, IFSC - Câmpus Canoinhas, cristina.duda@ifsc.edu.br 1 Na região sul do Brasil, trabalhos de pesquisas que avaliem a produtividade de plantas de batata-doce, obtidas a partir de ramas armazenadas durante o período de inverno são inexistentes. O presente trabalho teve por objetivo avaliar a produtividade e a qualidade de raízes de duas cultivares de batata-doce, produzidas a partir de mudas, plantadas na primavera, advindas de ramas de safra anterior, armazenadas em diferentes ambientes durante o período de inverno. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados, com cinco repetições, em esquema fatorial 2 x 2, ou seja, dois tipos de armazenamento de ramas em ambiente natural: na areia úmida e sem colher e, duas cultivares de batatadoce: Dacosta e Princesa. As mudas foram obtidas a partir de ramas armazenadas por 78 dias nos ambientes descritos acima e foram plantadas em 09/10/12, sendo a colheita das raízes feita aos 153 dias após o plantio das mudas. O ambiente de armazenamento das ramas não influenciou na produtividade de raízes de batata-doce e possibilitou a antecipação de plantio da lavoura, na média, em meses. Palavras-Chave: Ipomoea batatas . Armazenamento de ramas. Produção de raízes. 8

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FONTE: Cristina Duda de Oliveira 9

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Produtividade e qualidade de frutos de morango cultivados organicamente sob diferentes ambientes de proteção Taciana Bradoski de Lima1, Wellinton Vieira dos Santos1, Cristina Duda de Oliveira2 Alunos do Curso Técnico em Agroecologia, IFSC - Câmpus Canoinhas, tacyanebradosk@hotmail.com, wellintonvieiradossantos@hotmail.com; 2Doutora em Agronomia, IFSC - Câmpus Canoinhas, cristina.duda@ifsc.edu.br 1 10 No mercado, anualmente, são lançadas novas cultivares de morango (Fragaria x ananassa), que são plantadas em ambiente natural, ou em ambiente protegido, como túneis alto e baixo e, agrotêxtil. Em Santa Catarina, o cultivo de morango sob túneis alto e baixo é mais difundido entre os produtores de morango e de outras hortaliças de porte menor e há divergência de opinião quanto ao qual proporciona melhor produção; já o uso de agrotêxtil é praticamente desconhecido entre os olericultores, sendo utilizado basicamente na produção de mudas de fumo. No estado do Paraná, na região de Campos Gerais, o cultivo protegido de hortaliças utilizando o agrotêxtil como cobertura de plantas tem sido usado desde o fim da década de 90 e têm se observado resultados positivos quanto ao aumento e precocidade de produção, com melhoria da qualidade do produto final, além de ser verificada a eficiência do mesmo na produção de mudas, proteção contra dano de geadas, manutenção na umidade do solo e da sanidade da planta. O presente trabalho tem por objetivo avaliar, em sistema orgânico de produção, a produtividade e qualidade de frutos de diferentes cultivares de morango, quando plantadas sob túnel alto, túnel baixo, agrotêxtil e em ambiente natural em Canoinhas-SC. O delineamento experimental utilizado é o de blocos casualizados, em esquema de parcela subdividida 4 x 4, com três repetições. Os tratamentos principais são constituídos pelos ambientes de cultivo túnel alto; túnel baixo; agrotêxtil e ambiente natural; os tratamentos secundários são formados pelas cultivares de morango de dia neutro Portolas, Montery, San Andreas e Albion.

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O experimento foi instalado em julho/2013, com previsão de término em março/2014. A área do experimento foi preparada com arações e encanteiramento manuais, sendo no ato incorporados ao solo esterco ovino curtido e farinha de ossos, de acordo com o recomendado para a cultura, segundo análise de solo efetuada. As parcelas experimentais apresentam o solo coberto com uma camada de 0,01 m de acículas de pinus e são de 1,6 m de comprimento por 0,8 m de largura e comportam oito plantas no espaçamento 0,4 x 0,4 m. As mudas das cultivares de morango citadas acima são do tipo certificada, de raízes nuas e resfriadas, provenientes do Chile, adquiridas junto à Associação dos produtores de morango de Mafra-SC. Os três ambientes de proteção foram instalados 30 dias após o plantio das mudas. O túnel alto tem 3,20 m de altura no ponto mais elevado e foi coberto com filme de polietileno transparente ultra violeta de 150 micras, cujos arcos de sustentação foram feitos com ferro de construção de 10 mm, encapados com mangueiras de água ¾. Já o túnel baixo apresenta 0,8 m de altura no ponto mais elevado e foi coberto com filme de polietileno transparente ultra violeta de 100 micras, sendo os arcos de sustentação feitos com ferro de construção de 8 mm, encapados com mangueiras de água de ½. O agrotêxtil é o de gramatura de 20 g/m² e foi colocado sobre as plantas sem nenhuma estrutura de sustentação, sendo fixado com terra do local. No ambiente natural não há nenhuma cobertura para proteção das plantas, ficando expostas às condições adversas do clima. A irrigação das plantas é feita por gotejamento, cujas fitas de gotejo são instaladas nos canteiros antes da colocação das acículas de pinus. A cada 30 dias é feita uma adubação de cobertura das plantas, utilizando esterco de aves curtido. O controle de pragas e doenças, quando necessário, é realizado por meio de pulverizações com caldas bordaleza e sufocálcica e/ou outros produtos naturais, como exemplo, óleo de nim. As colheitas tiveram início em setembro/2013 e irão se estender até março/2014. Elas são realizadas, em média, duas vezes por semana, sendo feitas em três plantas úteis de cada parcela (0,48 m²), com colheita de todos os frutos que apresentarem mais de dois terços de superfície vermelha. 11

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Nas colheitas são avaliados o número de frutos total, comercial e não comercial, bem como a massa fresca de frutos total, comercial e não-comercial, sendo os frutos comerciais avaliados quanto à massa, volume, comprimento e diâmetro médio. Estão sendo considerados comerciais os frutos que apresentam massa fresca igual ou maior que 6 g, sem danos e/ou defeitos. Os dados estão sendo tabulados e, posteriormente, serão submetidos à análise de variância e os fatores significativos serão comparados pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Esperase, com este trabalho, definir, quanto à produtividade e qualidade de frutos de morango produzidos organicamente, qual, ou quais, ambientes ou cultivares estudadas são mais adequados para o plantio no município de Canoinhas ou, ainda, definir se há melhor(es) ambiente(s) para determinada cultivar, podendo o cultivo de morango, na região do Planalto Norte de Santa Catarina, ser uma opção para diversificação da produção, com substituição de culturas convencionais, como o cultivo de fumo, necessidade emergencial na região como um todo. Palavras-Chave: Fragaria x ananassa . Produção orgânica. Cultivo protegido. 12 FONTE: Cristina Duda de Oliveira

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Preparo do solo, fontes alternativas de nutrientes e adubação verde na recuperação de solo degradado Alisson Wesley Schostak1, Leonardo Castor Bezerra1, Eliziane Luiza Benedetti2 Alunos do Curso Técnico em Agroecologia, IFSC - Câmpus Canoinhas, alisson.ws@hotmail.com.br, leonardotgp@hotmail.com; 2Engenheira Agrônoma, Dr.ª, IFSC - Câmpus Canoinhas, eliziane.benedetti@ifsc.edu.br 1 O mau uso do solo pode provocar degradação, compactação e baixa disponibilidade de nutrientes. Solos nessas condições são pouco produtivos e necessitam de interferências, tanto para o fornecimento de nutrientes quanto para melhorar as condições físicas do solo. A descompactação pode ser realizada por meio do preparo adequado do solo, aliado ao uso de espécies vegetais adequadas. A melhoria da fertilidade do solo com consequente favorecimento à nutrição das plantas pode ser realizada de várias maneiras. Em sistemas convencionais de cultivo, o fornecimento de nutrientes às plantas pode levar à contaminação do meio ambiente, do ser humano e dos alimentos. A utilização de produtos, como os resíduos de pedreiras e de animais, é uma alternativa de substituição aos produtos convencionais. Assim, a investigação do efeito do preparo do solo e da disponibilidade de nutrientes com diferentes fontes são práticas que merecem ser investigadas na recuperação de solo degradado. Sendo assim, o objetivo desse estudo é avaliar o efeito do preparo do solo, de fontes alternativas de nutrientes e de plantas de cobertura na recuperação de solo degradado. O experimento será instalado no IFSC, Campus Canoinhas, local onde foi removida a camada superficial do solo. O delineamento será o de blocos casualizados e os tratamentos distribuídos em parcela subdividida, formando um fatorial 4x2. As parcelas serão compostas por quatro fontes de adubos e as subparcelas por dois tipos de preparo do solo, repetidas quatro vezes. 13

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As fontes de adubos serão: a) testemunha; b) cama de aviário; c) esterco de carneiro; e d) pó de rocha. Todas as fontes serão testadas com preparo convencional e preparo mínimo do solo. O preparo convencional do solo será realizado através de uma subsolagem a 40 cm de profundidade seguida por uma gradagem e o preparo mínimo do solo consistirá em uma gradagem. As parcelas terão área total de 81 m2 (9 x 9 m) e as subparcelas 40,5 m2 (9 x 4,5 m). A área útil de cada subparcela será de 8 m2 (4 x2 m). A dose de calcário e dos tratamentos será definida considerando o teor de nutrientes no solo e a necessidade nutricional do feijãoguandu, de acordo com a recomendação da CQFS (2004). O calcário e os adubos serão aplicados superficialmente e incorporados através de uma gradagem. Em maio de 2014 o feijão guandu será colhido e determinada a matéria seca e depois determinados os teores totais de N, P, K, Ca e Mg. Baseado no teor e na massa seca será quantificada a ciclagem desses nutrientes por área. Logo após a colheita será coletado solo, nas profundidades de 0-10, 10-20 e 20-40 cm, em que será determinado o pH; teor de matéria orgânica; e disponibilidade de P, K, Ca 2+ e Mg2+. Os dados serão submetidos à análise de variância. Quando constatados efeitos significativos dos tratamentos, as médias serão comparadas pelo teste Tukey em nível de 5 % de probabilidade. Palavras-Chave: Adubação orgânica. Degradação. Feijão-guandu. 14

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Figura 1 – Aplicação de calcário em uma das parcelas do experimento. FONTE: Eliziane Benedetti Figura 2 - Vista geral do experimento após aplicação do calcário. FONTE: Eliziane Benedetti 15

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