Revista Comércio & Indústria - Novembro/2013

 

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Revista Comércio & Indústria - Novembro/2013 - Ano 9 - Nº 100

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ÍNDICE Artigos 05 | Da Redação Sônia Maria Marques 07 | Editorial Ivan Roberto Peroni 18 | Thelmo Mendes Impactos do Desenvolvimento 26 | A palavra do Presidente Com Renato Haddad , da ACIA Aposentados e a greve dos bancários. O nosso Editorial PÁG. 07 Especial 27 | Sessão de Negócios Um Guia para quem esteve lá 40 | Sincomércio Projeto para melhorar o atendimento no comércio 42 | Samuel Brasil Bueno Seu nome está na Rua Capa Comércio 25 | Óptica Objetivva Verão com proteção e modernidade Sindicato Rural 45 | Feira de Anuga O nosso sindicato esteve lá 46 | Agronegócio Os irmãos que plantam pêssegos, uvas e ameixas 49 | Cachaça de Alambique Tudo para melhorar as cachaças populares Nicolau de Souza Freitas e outros presidentes de sindicatos rurais do interior, na Alemanha PÁG. 45 Construção 51 | Área externa Conviver ao ar livre pequenos 52 | Funcional e Estético Um painel que liga os ambientes em AP 53 | Novidade na praça Box para banheiro ganha sofisticação e acessórios 56 | Pintura Dicas para seguir os passos do pintor Presidente Theophilo Perche acompanha o avanço tecnológico PÁG. 08 da Uniodonto Cidade 10 | Palestra O Ipem vem dia 11 para tirar dúvidas dos comerciantes 12 | Valter Merlos Sua foto vai para a galeria de presidentes 14 | Bulevar da Dois Se essa rua fosse minha 20 | Reportagem All: Grande coisa, era só uma casa velha 22 | Lembranças Gim, o que resta é uma cadeira num canto Bulevar parece que emplaca, mas ainda continua rendendo discussão política PÁG. 14 Os nossos pêssegos saindo para o mercado nacional PÁG. 46 NA HORA DO DESABAFO: “PÔ, ME DEIXEM TRABALHAR” Na segunda quinzena de setembro, após o Tribunal Regional Eleitoral (TRE SP) manter a decisão de primeira instância e negar o pedido de cassação do prefeito Marcelo Barbieri, em uma ação iniciada pelo PT de Araraquara, ecoou um grito revestido por uma expressão bem popular: “Pô, me deixem trabalhar”. Nem é preciso dizer que o prefeito Marcelo Barbieri mandou um recado aos seus opositores. Ele bem sabe que política é isso mesmo. Pura ela nunca foi. Nela há uma mistura de ideologia, interesses, demagogia, passa pelas vaidades, se enraíza nas leituras maquiavélicas e faz mal para o estômago do ser humano. Mas, temos que admitir que há os que gostam dela; e devemos respeitar. Embora o recado tenha sido dado, ele também sabe que até o final do mandato não estará livre da língua dos petistas. No dia em que Bueno de Andrada festejou 115 anos (1° de outubro), Beatriz Guelere, moradora no belo distrito desde 1972, recebeu o diploma de reconhecimento público do município. “Adoro a vida sossegada, sem correria. Moro feliz com minha filha Tatiana e os netos Leonardo e Laura”, contou Beatriz. Ela reside em uma casa próxima à linha. A estação de Bueno foi inaugurada em 1898. -4-

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DA REDAÇÃO Sônia Maria Marques Publicidade 70 | Festa Infantil Está chegando Tim do Lalá na Avenida 36 79 | Dia da Criança A Grow Up mostrou no Araraquarense a cara do verão Moda Implanta-se a economia do terror bem agora, as portas das festas de fim de ano As crianças da Grow Up deram um show na passarela PÁG. 79 Saúde O primeiro tiro foi dado: vendas no comércio por ocasião das festas de final de ano não devem passar dos 5% a mais em relação ao ano passado, índice que não combina com as esperanças dos nossos varejistas. A máxima mais juros, menos vendas, adotada pelo Governo vem assombrando desde julho o comércio e promete deixar sua marca neste ano. As previsões são de um Natal mais magro, com crescimento entre 3% a 5% sobre o consolidado em 2012, percentuais que se confirmados trarão o menor momento dos últimos dois anos em nossa cidade. O cenário só não apresenta projeções negativas porque o período segue sendo o melhor do calendário comercial: o de maior apelo ao consumo e o de maior adesão por parte dos consumidores. Logo que foram iniciadas as obras de reformulação do Boulevard, andávamos por ele, quando um comerciante disparou “Juros para cima, vendas para baixo”, numa referência às últimas elevações da Selic. Essas altas têm criado um ambiente de desequilíbrio econômico, que para o varejo resulta em crédito mais caro e restrito, o que afugenta as vendas. Lamentavelmente, as notícias vêm combinando com expressões ruins, parece que mandadas pela própria Economia de Mantega, que tem assumido uma postura não de precaução, mas de terror. O Natal para o comerciante é sinônimo de esperança, euforia, expectativa, com fatores de incentivo que se juntam às suas necessidades, ao seu desejo. Jamais de desestímulo. Frear vendas em nome do que e de quem. Algum tempo atrás essa mesma política criou vendas sem IPI, 80 meses para pagar, subsídio para comprar imóvel. Se essa política era a correta, porque aterrorizar agora o comércio. Dá-se a impressão de que a economia é um barco à deriva... 60 | Comportamento Minha mãe é um negócio 62 | Vanderlan Nossa cientista conquistando o planeta 64 | Cátia Rezende Jovialidade é que todos querem 66 | Elza Pimentel Uma lição de vida Variedades Vitalidade, vontade de viver, exemplos que Elza Pimentel tem de sobra nos seus 82 anos. PÁG. 66 39 | ComTexto Uma vida em 18 anos 70 | Em Foco Os fatos e as pessoas da cidade 82 | Luiz Carlos Bedran A Era do terror EXPORTA SOJA, SEM PRODUZIR Olá Ivan Roberto, Gostaria de parabeniza-lo pela sensibilidade e perspicácia em identificar o que passa desapercebido pelo grande conjunto da população, ou seja, como Araraquara exportou soja “se não produz um grão”? Pela primeira vez (cheque esta informação) o suco de laranja não é o principal produto exportado pelo Município e o porque isto aconteceu? Quando o Prefeito Edinho Silva tomou posse e por convite este que lhe escreve aceitou o desafio de organizar o desenvolvimento econômico de Araraquara, de imediato (isto ainda sem ter tomado posse) fizemos um estudo para diversificar a matriz econômica do Município, porque como você relatou, o binômio cana-de-açúcar e laranja dominavam e continuam dominando nossa economia. Foram identificados 3 setores e os quais empenhamos esforços para implantá-los e desenvolvê-los: TI - Tecnologia da Informação; Logística; e Interação com a grande cadeia agroindustrial estabelecida. REVISTA EDIÇÃO N°100 - NOVEMBRO/2013 Diretor Editorial: Ivan Roberto Peroni Supervisora Editorial: Sônia Marques Depto. Comercial: Gian Roberto, Silmara Zanardi, Marcos Assumpção Design: Mário Francisco, Carolina Bacardi, Fernando Oprime, Bete Campos Tiragem: 5 mil exemplares Impressão: Grafinew - (16) 3322-6131 A Revista Comércio & Indústria é distribuida gratuitamente em Araraquara e região O que acontece neste momento e vai se consolidar ao longo dos anos, é o acerto em investir naquilo que a natureza e divisão geográfica nos deu, ou seja, sermos centro geográfico do Estado mais rico da Federação. O caso da Brado Logística é um exemplo visível e com impactos que apareceram rapidamente, porém outros exemplos não faltam: Panarelo (medicamentos); Coca-Cola e Schim (bebidas); Expansão da Santa Cruz (medicamentos); Friozem (armazenagem frigorificada - atual Minerva); Fortaleza (argamassa), aqui se instalaram motivados por esta visão e política. Um forte abraço Sergio Sgobbi INFORMAÇÕES ACIA: (16) 3322 3633 COORDENAÇÃO, EDITORAÇÃO, REDAÇÃO E PUBLICIDADE Fone/Fax: (16) 3336 4433 Rua Tupi, 245 - Centro Araraquara/SP - CEP: 14801-307 marzo@marzo.com.br -5-

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EDITORIAL Que os bancários pensem em uma reciclagem profissional Vinte dias depois vem a pergunta: para quem foi mais interessante a greve estabelecida pelos bancários? Funcionários ou patrões? A resposta é complexa. Porém, uma coisa é certa: no meio deste fogo cruzado estiveram os aposentados que em sua totalidade não podiam receber pois davam de cara na porta fechada; os comerciantes que deixaram de vender e receber. Assim, o setor com estes transtornos foi um dos grandes prejudicados - perdendo 30% do seu movimento devido à paralisação. Em nossa cidade os prejuízos começaram a ser contabilizados a partir da primeira semana de paralisação, pois todas as agências estavam praticamente paradas, e o que aumentou de maneira considerável foi a procura por caixas eletrônicos. Em greve, bancários se organizaram em manifestações para a reabertura de negociações mas sensibilizaram muito pouco os seus patrões. Na avaliação dos técnicos da área, a greve dos bancários acabou prejudicando a economia como um todo, o comércio e também a população. Ainda hoje, a situação se apresenta de maneira delicada e precisa de estímulos para retomar o crescimento. De braços cruzados por três semanas, os grevistas fecharam mais de 11 mil instituições financeiras em todo país e passivamente os banqueiros se distanciaram de um acordo Pois é. Vivemos num país com sintomas de ao Deus dará, onde a sonolência governamental não interfere demonstrando claramente que acompanhar as negociações parece o melhor remédio. Em situações assim, banqueiros e bancários, o Governo não abre a guarda contra os banqueiros e também finge proteger os trabalhadores. Os dias vão se passando e no meio da correnteza fica estabelecido o crime da apropriação indébita, porque você não dispõe de tantos recursos para retirar do banco o dinheiro que lhe pertence. Onde andam as associações e sindicatos que garantem proteger os O Governo de braços cruzados, o Banco Central que não interfere na greve e no fogo cruzado, o cliente que deve analisar as cooperativas financeiras como o caminho mais viável direitos dos seus associados e não se manifestam? Onde está o Governo que por questões naturais deveria se sobrepor a esta situação para solucionar o impasse, mas que se mostra fragilizado ou submisso ao poder dos banqueiros. No meio da semana passada conversamos com Walter Orloski, diretor da agência do Sicoob Iesacred em Araraquara, uma cooperativa financeira que cresce assustadoramente. Sem ter a visão de lucros, a Iesacred avança com a expansão dos seus serviços e se cada vez mais amplia sua clientela, é justamente em função dos desmandos praticados pelos banqueiros que parecem mandar em nossa economia. Deitam e rolam. Fazem acontecer da maneira que mais convém ao setor. Com o Governo dizendo amém a essa situação, observa-se que a tendência é o consumidor, e, principalmente o empreendedor, deixar de lado os bancos e rumar para as cooperativas financeiras, afinal de contas elas nunca estão com as portas fechadas, não abusam na cobrança de taxas altíssimas que via de regra pagamos e que enchem o bolso dos banqueiros. Nesta queda de braço entre os patrões e empregados, atualmente fica a tecnologia, porque estando ela cada vez mais apurada, os bancos criam situações para a dispensa em massa. E se o relacionamento entre as agências - Araraquara é um exemplo e os seus clientes já era frio ou distante, vai piorar ainda mais. Vamos ter que falar com as máquinas. Dois conselhos podem ser absorvidos neste instante: que marchemos para nos tornarmos clientes das cooperativas que também têm a mesma fiscalização e segurança do Banco Central e, que os bancários comecem a entender a necessidade de uma reciclagem em seus conceitos profissionais, pois são apenas números e os bancos já não precisam deles com tanto fervor. -7-

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REPORTAGEM DE CAPA PORQUE A UNIODONTO ARARAQUA MELHORES COOPERATIVAS ODONT Dispondo de 150 profissionais cooperados e realizando quase 200 mil procedimentos por ano, a Uniodonto ratifica a posição de líder em seu segmento no Estado de São Paulo. Com 23 anos, está entre as cooperativas em destaque do país, dando a mais ampla segurança aos seus cooperados e beneficiários. Com a Agência Nacional de Saúde impondo normas e controles cada vez mais austeros nos últimos anos, a Uniodonto Araraquara mostra que não foi em vão utilizar recursos e técnicas que lhe permitissem ter segurança nas suas gestões organizacionais e operacionais durante toda sua trajetória. Neste dia 26 de novembro ela estará completando 23 anos de atividades e sua marca posiciona Araraquara no ranking das melhores cooperativas odontológicas do país, segundo a própria ANS. Atualmente, com o uso da tecnologia da informação, é inegável o avanço científico observado na odontologia brasileira. E é essa TI que tem levado a agência a ser bem mais exigente com as cooperativas que atingem uma carteira de 20 mil beneficiários. “No ano passado fechamos com aproximadamente 19 mil; este ano passamos dos 20 mil e com isso as regras e os controles ficaram mais próximos da ANS”, diz o presidente Dr. Theophilo Perche, um dos grandes responsáveis pelo êxito da cooperativa ao lado dos seus diretores Dr. João Francisco Franco Filho e Dr. Gustavo Loria Leoni. Uma das normas da ANS neste momento, é exigir que a Uniodonto de Araraquara disponibilize reserva financeira de - R$ 600 mil - depositada em uma agência bancária a partir de janeiro de 2014, como garantia de pagamento nos serviços prestados por seus cooperados e procedimentos disponibilizados aos seus beneficiários. Mas não é só: relatórios antes apresentados anualmente, passam a ser trimestrais, da mesma forma, a auditoria externa que era anual e terá que ser feita a cada três meses. Uma da preocupações da Uniodonto é a implantação de projetos que visam mais prevenção do que os chamados tratamentos curativos, buscando com isso maior fidelização do cliente. O trabalho preventivo desde a infância evita tratamentos invasivos na idade adulta. O conceito de prevenção é indispensável. A captação de imagens através de uma câmera intraoral permitirá em breve, a criação de um banco de dados. Nele estarão arquivados exames que evitarão que os serviços se repitam: além da economia vamos agilizar os atendimentos, beneficiando principalmente o paciente. Diretores da Uniodonto: Dr. Theophilo Perche, Dr. Gustavo Loria Leoni e Dr. João Francisco Franco Filho -8-

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ARA HOJE É UMA DAS TOLÓGICAS DO ESTADO tras 30 cooperativas de ponta em nosso país, investindo na utilização de software específico para acompanhar todo trabalho de gestão através de sistema integrado, que permite - aprovação de tratamentos, emissão de documentos mais rápidos e disponibilidade de relatórios contábeis em tempo real, afirma Franco. A criação e implantação do software é feito pela OdontoTech. Com ele, conclui Franco, todos os nossos cooperados terão acesso à rede e as autorizações para procedimentos são emitidas no próprio consultório pelo SAEX (Sistema de Aprovação Eletrônica): “O beneficiário não precisa vir à Uniodonto para aprovar o procedimento; o auditor emite o parecer de forma online, agilizando a prestação do serviço”. Ao todo são mais de 150 consultórios trabalhando em tempo real com a cooperativa. O sistema da OdontoTech, para o diretor Dr. Gustavo Loria Leoni, padroniza os controles internos e o atendimento aos pacientes, beneficiando de forma ampla todos os segmentos. Segundo ele, a novidade no próximo ano será a implantação da Biometria nos consultórios dos profissionais cooperados. É o sistema de impressão digital do paciente que evitará qualquer tipo de fraude, como por exemplo, a utilização de carteirinha de terceiros para passar por um tratamento. A HISTÓRIA DA UNIODONTO LOCAL PASSA POR ELES O sucesso tem se dado pelo apoio e o incentivo dos cooperados, o comprometimento dos colaboradores e a compreensão dos beneficiários. Só essa integração nos permite caminhar juntos para consolidação dos ideais e o fortalecimento dos projetos. Somos gratos a todos por essa confiança. Dr. Theophilo Perche Presidente Em 2014 as singulares ODONTOTECH estarão integradas através de um sistema online para aprovação de guias. O auditor da cooperativa em Manaus poderá autorizar um procedimento de Araraquara. Faz-se a imagem e a encaminha online, tendo o auditor acesso ao cadastro do paciente que fará parte de um Banco de Dados. Isso conta pontos no IDSS (Índice de Desempenho da Saúde Suplementar) que classifica as operadoras em faixas. Dr. João Francisco Franco Filho Diretor A Uniodonto de Araraquara e outras 30 cooperativas brasileiras na área de Odontologia, investiram na criação de um software único para gerar seus negócios, através da empresa OdontoTech. O BI (Business Intelligence) pode ser traduzido como inteligência de negócios, ou inteligência empresarial. Isto significa que é um método que visa ajudar as empresas a tomar decisões inteligentes, mediante dados e informações recolhidas pelos diversos sistemas de informação. Sendo assim, BI é uma tecnologia que permite às empresas, transformar dados guardados nos seus sistemas em Informação qualitativa e importante para a tomada de decisão. Dr. Gustavo Loria Leoni Diretor Escritório central da Uniodonto em Araraquara, na Rua Voluntários da Pátria, 1947 Fone: (16) 3303 7133 www.uniodontoararaquara.com.br Quanto a essas novas regras estamos tranquilos, diz o diretor Dr. João Francisco Franco Filho, pois a Uniodonto sempre caminhou de maneira organizada e segura: “Nós também teremos que realizar um acompanhamento do gerenciamento da singular de modo muito mais próximo”. Para isso, a Uniodonto juntou-se a ou- O balanço dos últimos 12 meses inclui 18 mil atendimentos, 185 mil procedimentos e 650 empresas. Foram 150 profissionais trabalhando no atendimento para mais de 30 mil pessoas em Ara- raquara e municípios da região: Américo Brasiliense, Boa Esperança do Sul, Borborema, Dobrada, Ibitinga, Itápolis, Matão, Nova Europa, Rincão, Motuca, Santa Lúcia, Tabatinga e Gavião Peixoto. A Uniodonto oferece atendimento com hora marcada nos consultórios cooperados: urgência e emergência 24 horas em Araraquara e Matão; cirurgia; prevenção; dentística; periodontia e radiologia. Outra vantagem é a cobertura nacional: o beneficiário dispõe de atendimento odontológico mesmo que esteja em trânsito por outra localidade. -9-

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PALESTRA Alexandre Modonezi, superintendente do IPEM em Araraquara ACIA TRAZ O IPEM PARA O TIRA-DÚVIDAS Comerciantes da cidade no dia 11 de novembro terão a grande oportunidade de esclarecer dúvidas e receber orientações do IPEM. “A Associação Comercial e Industrial de Araraquara antecipa o encontro que os empresários terão com o Superintendente do Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo, Alexandre Modonezi, como um dos mais importantes dos últimos meses”. O comentário é feito pelo presidente da ACIA, Renato Haddad, que acertou a vinda de Modonezi e a equipe técnica do IPEM. Segundo Haddad, os participantes assistirão a uma palestra onde Modonezi explicará, com sua diretoria técnica, como é feita a fiscalização do IPEM-SP nos municípios e de que maneira os comerciantes devem proceder para evitar autuações na venda de produtos e serviços ao consumidor. Na ocasião, de acordo com a programação, também será distribuída a nova cartilha Cartilha traz dicas sobre o que ver em produtos texteis, eletrodomésticos, embalados, itens que devem trazer o selo do Inmetro e também no uso de balanças em supermercados, açougues e outros tipos de comércio - 10 - “Orientações ao Comerciante”, com dicas sobre a venda ao consumidor de produtos pré-medidos, produtos com o selo do Inmetro, eletrodomésticos, entre outros. A cartilha também pode ser baixada pelo link: http://goo.gl/UbC6ps.” O PALESTRANTE Paulistano da Aclimação, zona sul de São Paulo, Modonezi é um profissional com longa experiência na área pública. Na área acadêmica, estudou nas melhores instituições de ensino do país. No IPEM-SP, também foi diretor administrativo. Mas apesar da aparente jovialidade, ele já deixou com competência, a sua marca estampada em diversos órgãos públicos. É exchefe de gabinete da Secretaria de Energia do Estado de São Paulo, foi coordenador da Controladoria e Planejamento da Secretaria de Coordenação das Subprefeituras da capital e chegou à Subprefeitura da Vila Mariana como coordenador de Administração e Finanças, passou a chefe de Gabinete e em seguida foi convidado pelo secretário das Subprefeituras, Andrea Matarazzo, a ocupar a cadeira de subprefeito. Modonezi estudou Economia, e concluiu Filosofia. Tem MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Projetos na Fundação Getúlio Vargas. Sempre antenado, Modonezi na sua juventude, integrou o movimento estudantil, época que estudou no Mackenzie, no período de 1995 a 1998. Foi tesoureiro da UEE (União Estadual dos Estudantes) e presidente do Diretório Acadêmico da Administração e Economia.

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Ação social em seu mandato: Bombeiro Sangue Bom (doação de sangue) HOMENAGEM Encontro de Empreendedores na ACIA FOTO DE VALTER MERLOS NA GALERIA DE PRESIDENTES DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL No coquetel a ser realizado no dia 11, o empresário Valter Merlos será homenageado pela ACIA com a entronização do seu retrato na Galeria de Presidentes da entidade. Valter Merlos, diretor do Grupo Provac, empresa que emprega cerca de 3.500 mil colaboradores no Estado de São Paulo, em uma grande disputa, tornou-se presidente da ACIA em 2004. Ele deu à entidade a oportunidade de viver um período de transformação. Colocou a ACIA mais próxima da comunidade, buscou fortalecer os corredores comerciais e ganhou força junto à FACESP. Desenvolveu projetos em parceria com o SEBRAE e o SINCOMÉRCIO buscando a revitalização do comércio varejista através do Projeto Novos Centros. Permaneceu na ACIA em dois mandatos e ao aproximar a instituição da comunidade, passou a desenvolver também inúmeros projetos com perfil social. Com o bom trabalho na presidência da ACIA, surgiu o convite para ser candidato a vice-prefeito na chapa encabeçada por Marcelo Barbieri. A vitória o conduziu à secretaria de Desenvolvimento Econômico, onde permaneceu até 2011, quando deixou o cargo e em seguida saiu candidato a prefeito, entrando definitivamente para a política. Com uma vida empresarial das mais ativas e tendo o incondicional apoio da esposa Célia em todos os momentos, Merlos é nome de destaque nas ações do Rotary Carmo e da Maçonaria, além de participar de outros movimentos sociais, seguindo a filosofia pautada pelas entidades que serve. Participando há anos do mercado de trabalho terceirizado, o Grupo Provac, administrado por ele, é uma empresa prestadora de serviços especializados, presente em mais de 130 cidades do Estado, com todo apoio técnico e operacional através de suas filiais em Araraquara, Barretos, Piracicaba, Ribeirão Preto, São Carlos e São Paulo. Valter Merlos foi presidente da ACIA no período de 2004 a 2010, quando assumiu o atual presidente Renato Haddad. Com o governador Alckmin durante recepção na cidade e ao lado da esposa Célia e de Afif Domingos em evento estadual das associações comerciais - 12 -

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BULEVAR DA DOIS SE ESSA RUA, SE ESSA RUA, Prefeito Marcelo Barbieri ouve o clamor que vem da Nove de Julho e em nome da Mobilidade Urbana, anuncia a revitalização do centro velho da cidade. A surpresa está por conta do início das obras na primeira quinzena de outubro e a sua finalização em novembro. Implantado em 2004 pelo prefeito Edinho Silva, o Bulevar da Nove de Julho leva o seu primeiro impacto: as mudanças que já vêm ocorrendo mostram que na prática ele não funcionou, tendo ocasionado na sua curta existência de oito anos ao principal corredor comercial da cidade, prejuízos que provocaram fechamento de lojas e mudanças de outras para pontos mais atraentes. Desde a sua implantação o projeto criou polêmicas chegando a provocar movimentos encabeçados pela ACIA e SINCOMÉRCIO; contudo prevaleceu o desejo político, e faltou a união da classe que submissa “sempre viveu às custas da esperança que a situação poderia melhorar”. Na época, após a conclusão do projeto, o prefeito Edinho Silva comentou: “Tivemos que passar este momento para redefinirmos as características do principal corredor comercial da cidade”. Foi mais taxativo: “Se pegarmos a história de desenvolvimento das cidades de médio e grande porte no Brasil, os centros comerciais antigos se não forem cuidados, acabam se deteriorando”. Bulevar no final de 2004 No caso de Araraquara, o Bulevard não deu certo e a grande maioria dos lojistas aprovou as alterações por conta de uma explicação técnica feita pelo vice-prefeito e coordenador de Mobilidade Urbana, Coca Ferraz em outubro no auditório da Biblioteca Municipal. Segundo ele, em 2004 circulavam pelas ruas de Araraquara cerca de 78 mil veículos e hoje somam mais de 153 mil. Para os comerciantes no entanto, Coca Ferraz foi extremamente polido para não se aprofundar em questões políticas e polêmicas, já que a classe varejista sabia que os resultados para a economia não seriam nada Os presidentes Renato Haddad (ACIA) e Toninho Deliza (SINCOMÉRCIO), vereador Jeferson Yashuda, prefeito Marcelo Barbieri e o coordenador de Mobilidade Urbana Coca Ferraz - 14 -

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, FOSSE MINHA AS FASES A Nove de Julho já no Século IXX era chamada de Rua do Commércio e se tornou a via pública por onde passa milhares de pessoas por dia. HOJE, COMO ESTÁ 1934: a Rua Nove de Julho e seu comércio emergente, onde aparecem a antiga Casa Ary (sobrado) e o Fordinho 29 Terminou a remodelação no trecho da Rua Nove de Julho entre as avenidas José Bonifácio e Feijó. O tráfego então foi liberado em duas faixas. À direita com prioridade aos ônibus e a da esquerda para veículos particulares e motos. O serviço de sinalização, com liberação de carga e descarga das 19h às 10h, completou as inovações neste trecho do principal corredor comercial da cidade. bons no futuro, sendo necessárias reformular sobre o que o antigo prefeito fez. Hoje, aplaudidos pela iniciativa, o prefeito Marcelo Barbieri e o coordenador de Mobilidade Urbana, Coca Ferraz, sustentam a necessidade de mudanças urgentes: “A área comercial central é importante sob a ótica econômica, social e de lazer. Além dessa mudança, faremos a sinalização e reforma das grades protetoras e outros itens que hoje estão quebrados ou enferrujados”. E segundo Coca Ferraz, com essa área mais atrativa e dinâmica, veremos refletir o nível de desenvolvimento da cidade. 1980: vinte e quatro anos antes do Bulevar, a Nove de Julho com a Duque, passagem para dois veículos e estacionamento - 15 -

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