Revista Comércio & Indústria - Agosto/2008

 

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Revista Comércio & Indústria - Agosto/2008 - Ano 3 - Nº 37

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Comércio REVISTA Indústria Associação Comercial e Industrial de Araraquara Agosto/2008 • Ano 3 - N° 37 STÉFANI MOTORS A morada da potência Toyota Ao completar 10 anos de atividades em Araraquara, a empresa administrada por André Candeloro, consolida sua marca e liderança no mercado regional divulgando as características e a alta qualidade de toda linha 2009.

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Araraquara A UniDoor Comunicação Visual, uma das maiores empresas de mídia externa do interior paulista, orgulha-se de mostrar, à cada dia, em seus painéis, o progresso de Araraquara. Essa união de mais de seis anos entre a UniDoor e a cidade, é fruto de parceria entre agências e anunciantes da cidade. A UniDoor também saúda os 191 anos de Araraquara. Aos araraquarenses, nosso muito obrigado e parabéns!!! afiliada representante nacional dúvidas / informações (16) 3322.0696 www.unioutdoor.com.br

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DO EDITOR PONTO DE VISTA José Carlos Pascoal Cardozo Presidente em exercício Ivan Roberto Peroni O DESAFIO DE SER PRESIDENTE DA ACIA DURANTE DOIS MESES E MEIO parceiros e oportunidades aos associados á mais de 30 anos no comércio de pois essa é a nossa função. Araraquara, atuando com o objetivo Logo que assumimos a presidência nos de agregar pessoas e fortalecer a deparamos com algumas tarefas de suma união dos empresários para conimportância: FACIRA e o Dia do Comerquistar benefícios e oportunidades ao setor, ciante, eventos que têm a marca da ACIA, assumí com enorme orgulho a ACIA, com a em parceria permanente com o SINCOproposta de unir ainda mais a classe, forMÉRCIO e outras instituições. Sabemos o talecendo as idéias e os projetos que a entigrau de responsabilidade da nossa endade tem feito chegar até seus associados. tidade perante a opinião pública e o que nos A nossa diretoria desde que assumiu a conforta é ter o apoio desses parceiros bem entidade, vem mostrando uma visão sobre como a colaboração dos nossos diretores. os novos tempos, preparando-se para o São manifestações des-te porte que nos futuro, convicta de estar incen-tiva aos novos cumprindo seu papel com desafios que por certo ética e responsabilidade. virão nes-tes quase dois “Por outro lado, temos que Temos naturalmente, uma meses e meio em que levar em conta o avanço visão de apoio e incentivo estaremos a frente da acelerado dos mecanismos ao aprimoramento da entidade. tecnológicos já que a gestão empresarial para o Entendemos que o internet traz uma desenvolvimento sistenosso papel é manter espreocupação conceitual matizado do comércio intreitos laços de relaciosobre o futuro e quem não dustrial em Araraquara. namento com as autoriacompanhar esse processo Com a licença do dades constituídas, em nosso presidente Valter evolutivo, certamente estará todas as esferas de poMerlos, temos a obrigader e o que temos feito fora do mercado ção de dar continuidade desde 2004, é principalcompetitivo.” ao excelente trabalho mente sermos ouvidos realizado até então por quanto às decisões a seele, apesar dos caminhos rem tomadas sobre serem bem difíceis. Esperamos cumprir assuntos que nos afe-tam diretamente, com o menor número possível de erros, a principalmente no tocante ao nossa tarefa, tendo como parâmetro o tradesenvolvimento da cidade, pois somos os balho que estamos realizando há 7 anos no geradores e arrecadadores dos impostos SinHoRes. Lá temos como estratégia, a resque sustentam a máquina pública. Por conponsabilidade e a transparência, focando seguinte, temos o direito de participar, junparalelamente à união como referência ao tamente com outros setores da sociedade, sucesso do projeto administrativo. Essa é a sobre os destinos do dinheiro público, que, forma para uma boa administração, atrelade fato, é de todos nós. da ao companheirismo de todos. Continuaremos na luta, a exemplo do Entendo que é preciso nova adequação nosso presidente Valter Merlos, pela redas políticas públicas, favorecendo a atidução da altíssima carga tributária que é vidade e a tornando menos cara, com a reimposta ao povo e também pela desbudução de impostos, taxas e encargos que rocratização do serviço público, que ainda sobrecarregam a economia e impede sua hoje é um fator de impedimento do cresexpansão. cimento e desenvolvimento do país. TriPor outro lado, temos que levar em conbutos estes que estão embutidos nos preta o avanço acelerado dos mecanismos tecços de todos os produtos e serviços que são nológicos, já que a internet traz uma preocucolocados no mercado, e que quem os papação conceitual sobre o futuro e quem não ga, na realidade, somos todos nós quando acompanhar esse processo evolutivo, cerconsumidores. A luta é da FACESP, porém, tamente estará fora do mercado compeassinamos embaixo pois é para o bem de titivo. Juntos buscaremos novos serviços, todos nós. O A SACOLA VAI & VOLTA H Sindicato da Indústria de Panificação de São Paulo e outros parceiros lançaram campanha para conscientizar a categoria e os clientes. Batizada Sacola Vai & Volta, ela é composta de folhetos explicativos. O objetivo é incentivar a participação das padarias em programas socio-ambientais para reduzir o uso de sacolas plásticas nos estabelecimentos. A meta da entidade é diminuir o total de 40 milhões de sacolas plásticas que vão para o lixo todos os dias. As sacolas já começaram a ser vendidas a R$ 4. Os supermercados, estabelecimentos campeões no uso de sacolas plásticas também lançam opções para os consumidores substituí-las. O Grupo Pão de Açúcar vende sacolas retornáveis de tecido a R$ 2,99, desde 2005. Agora, passou a oferecer também sacolas verdes (de plástico) 100% recicláveis, produzidas em três camadas, com materiais virgens e reprocessados, mais resistentes e saquinhos de papel com certificação FSC, ou seja, do Forest Stewardship Council (Conselho de Manejo Florestal). Já foram vendidas em torno de 200 mil unidades em todo o Brasil. Na rede Carrefour, a sacola reutilizável começou a ser vendida a R$ 2,99 desde o dia 7 de julho nas lojas de São Paulo e do Paraná. Serão distribuídas 62 mil unidades. Em nossa cidade, as sacolas já estão chegando como opção para os que desejam contribuir com o meio ambiente. CAPA FOTO: FOTO FUJI A MORADA DA POTÊNCIA TOYOTA O diretor da Stéfani Motors na cidade, André Candeloro, faz a apresentação da linha Toyota 2008 e mostra o crescimento da marca no mercado nacional. Commércio Indústria & REVISTA EDIÇÃO N° 37 - AGOSTO/2008 Diretor Editorial: Ivan Roberto Peroni Supervisora Editorial: Sônia Marques Depto. Comercial: Gian Roberto, José Teodoro de Souza Sebastião Barbosa - Silmara Zanardi Designer: Bete Campos Mário Francisco Impressão: Gráfica Bolsoni - (16) 3336 9008 A revista Commércio & Indústria é distribuida gratuitamente em Araraquara e região INFORMAÇÕES ACIA: (16) 3322 3633 COORDENAÇÃO, EDITORAÇÃO, REDAÇÃO E PUBLICIDADE comunicação Fone/Fax: (16) 3336-4433 Rua Tupi, 245 - Centro Araraquara/SP - CEP: 14801-307 marzo@marzo.com.br

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DESTAQUE Fotos: Mário Fuji EMPRESÁRIOS DA NOSSA HISTÓRIA Quinhentas pessoas viveram com empreendedores da cidade no Clube 22 de Agosto, uma festa cercada de muita emoção. Cada vez mais o Dia do Comerciante ganha força para render homenagens aos que tanto têm trabalhado pela cidade. A Associação Comercial e Industrial de Araraquara e o Sindicato do Comércio Varejista, comemoraram o Dia do Comerciante (25/julho), numa festa já tradicional que permite uma série de homenagens aos Empresários da Nossa História e com a entrega também do Prêmio Personalidade Empresarial, ao empreendedor que pautado pelo seu trabalho e expansão da empresa que representa, transforma-se num dos vetores do progresso e do desenvolvimento da nossa terra. O Dia do Comerciante, data criada por Decreto do Presidente do Senado, José Café Filho, constitui-se numa homenagem ao Visconde de Cairu - José da Silva Lisboa, um dos responsáveis pela abertura dos portos às nações amigas. Para quatro empresários, o evento foi muito especial, sendo homenageados pelo que fizeram através da sua profissão e o engrandecimento da cidade. Cada um tem sua parcela de contribuição na construção de Araraquara, sendo efetivamente audaciosos empreendedores de outrora, que permitiram uma volta ao passado depois de terem vivido épocas de lutas e conquistas, cada qual vivendo a seu modo a realidade de ontem, transformada em sucesso dentro da modernidade de um outro século. José Carlos Pascoal Cardozo (presidente em exercício da ACIA), Ivo Dall’Acqua Júnior (presidente do SINCOMÉRCIO), João Carlos Missorino (coordenador municipal de Turismo) e Fábio Santiago (presidente da Benemed/Beneficência), na homenagem a Narciso Antônio Zanin, da Usina Zanin (Personalidade Empresarial de 2008 (esposa Caetana) Eles fazem parte de uma economia antiga, atravessaram o tempo, são vencedores de planos econômicos, pagadores de impostos oriundos de uma carnificina tributária, mas que se orgulham do Brasil que vivem, de honrar pais e compromissos, de formarem famílias e darem alento aos seus filhos e aos que virão depois, porisso são lembrados pela ACIA e SINCOMÉRCIO, que resgatam esse caminhar de lutas e de sacrifícios. Cada um foi homenageado como Empresário da Nossa História, mas todos têm algo em comum: o exemplo, o respeito e a ética. Caetano Antônio Pesce, do Café Irca; Mara Regina Gomes de Assumpção Larocca, da Panificadora Jóia e Vera Lúcia Micelli, da Organização Social de Luto Micelli, são em 2008, os EMPRESÁRIOS DA NOSSA HISTÓRIA. Narciso Antônio Zanin, representando a diretoria da Usina Zanin de Açúcar e Álcool, é a Personalidade Empresarial de 2008. Para os homenageados, o evento serviu também como forma dos amigos se reverem e promoverem uma troca de informações, sobre suas atividades em nossa cidade. CAFÉ IRCA Vereador Elias Chediek, representando a Câmara, entregou o troféu ao empresário Caetano Antônio Pesce O homenageado com seu filho Luciano Pesce, que é proprietário da Blend Coffee, na avenida Sete de Setembro Tel.: (16) 3322.5965 - Fax: 3322.2268

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PARCERIA DE SUCESSO Cada um dos ilustres homenageados tem uma história de luta, sacrifícios, conquistas, igual a história de outros tantos empreendedores, que souberam vencer pela sua tenacidade. PANIFICADORA JÓIA A BUSINESS CLASS DEIXA SUA MARCA Empresa que desponta no mercado de turismo na região, faz parceria com a ACIA e o SINCOMÉRCIO e sorteia um pacote de viagem para Buenos Aires. João Carlos Missorino, coordenador municipal de Turismo entrega o troféu à empreendedora Mara Regina Casal Vânia-João Carlos Missorino com Rafael-Mara Regina, na entrega de flores para a homenageada ORGANIZAÇÃO SOCIAL DE LUTO MICELLI Érica Garutti, da Business Class e a contemplada Alzira Micelli, que vai viajar para Buenos Aires com acompanhante Vera Lúcia Micelli, recebendo o troféu das mãos do presidente do SINCOMÉRCIO, Ivo Dall’Acqua Júnior Emoção para a família Micelli: Verinha ao lado dos pais Vitória e Hugo, que tanto trabalharam pelo sucesso da empresa USINA ZANIN AÇÚCAR E ÁLCOOL Érica Garutti, diretora comercial da Business Class, no Jantar do Dia do Comerciante, apresentou às empresas, soluções inteligentes para o gerenciamento de viagens, com o objetivo de oferecer os melhores produtos turísticos para que as empresas possam premiar o bom desempenho de seus colaboradores. Segundo ela, o desempenho transformado em benefícios, é uma das estratégias mais utilizadas pelas grandes empresas que premiam seus funcionários com viagens em reconhecimento ao serviço que eles executam com sucesso em sua área de atividade, como por exemplo, vendas ou administração. CONSULTE NOSSAS OPÇÕES PARA VIAGENS DE INCENTIVO José Carlos Cardozo, presidente da ACIA, entrega ao diretor agrícola da Zanin, o troféu Personalidade Empresarial de 2008 O trabalho da usina é reconhecido em outro troféu, entregue por Ivo. Caetana recebe flores de Célia Merlos www.businessclasstour.com.br FONE. 3332 9898 - NEXTEL 82*71973 RA P R O F I S S I O N A L acesso CONCURSOS L D E ONCU C LIVRARIA DOS CONCURSOS CONSULTORIA DOS CONCURSOS CURSOS PREPARATÓRIOS INFORMAÇÕES: (16) 3311.6677 SO R S ESPECIALIZADA EM CONCURSOS PÚBLICOS convênio CE N T

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EMPRESÁRIOS DA NOSSA HISTÓRIA “Há exatamente 120 anos, as mãos grossas e calejadas de Giuseppe Zanin estavam geladas enquanto ele segurava, espremido pela multidão, a amurada do navio Roma, naquele sombrio final de outubro de 1888... E naquele momento único, olhando a bella Itália que se afastava, murmurou um a um os nomes dos filhos perdidos, em uma surda prece de adeus. E quando o braço musculoso de Domingos envolveu os seus ombros, com alguma surpresa percebeu que o filho mais velho, com seus 16 anos, já estava mais alto que o pai. Os olhos vivos de rapaz fulgurantes de excitação e destemor, trouxeram-no de volta para o presente, obrigando-o a mudar o foco dos olhos e enxergar o horizonte que se abria através daquele mar sem fim que o navio calmamente sulcava rumo ao porto de Santos.” RODOLPHO TELAROLLI TERESA CRISTINA TELAROLLI Bela lembrança: o casal Maria Hermínia e Domingos Zanin e os filhos homens que vieram para Araraquara em 1950, José Francisco, Vergílio, Caetano, Martinho, Antônio e Osvaldo PERSONALIDADE EMPRESARIAL DE 2008 VIDA EM TRÊS TEMPOS Narciso Antônio Zanin, representando a diretoria administrativa da Usina Zanin, em noite especial, acaba de receber da ACIA e SINCOMÉRCIO, como reconhecimento e gratidão, o Prêmio Personalidade Empresarial de 2008. Embora constantemente lembrada em nossa região pela sua história e o trabalho dos seus fundadores, a homenagem feita pela Associação Comercial e Industrial de Araraquara e o Sindicato do Comércio Varejista, desta feita teve outra configuração: é que um dos diretores - Narciso Antônio Zanin, foi indicado ao Prêmio Personalidade Empresarial de 2008. A homenagem simbolizou o trabalho de décadas de uma das mais respeitadas famílias da nossa terra e de uma empresa considerada modelo. A EMPRESA A história da Usina Zanin tem início no ano de 1888, na Itália (Vicenza), quando de lá partiu para o Brasil a família de Giuseppe Zanin e Rosa Lorenzin, juntamente com seus cinco filhos, entre eles, Domingos Zanin, o mais velho com 16 anos. Os outros eram três meninos e uma menina. A primeira fazenda onde trabalharam foi em Guatapará na lavoura de café, permanecendo por aproxidamente 3 anos; de lá foram para outra fazenda entre Limeira e Piracicaba. Domingos Zanin casou-se em Limeira, com Maria Hermínia Alberoni no ano de 1895, onde a conheceu, também vinda da Itália (Padova) no ano de 1893, estabelecendo-se com a família em São Carlos por quase dois anos (Fazenda do Conde de Pinhal). Essas famílias vieram da Itália para trabalhar na lavoura de café, substituindo a mão-de-obra escrava. Na ocasião de seu casamento, a família Zanin já estava morando em Piracicaba, no bairro Água Santa, onde através de trabalho como meeiros, adquiriu um pedaço de terra. Com a vinda dos filhos de Domingos e Hermínia e conseqüentemente a família aumentando, estes se propuseram a tocar a vida por conta própria e assim se constituíram no casal e mais 14 filhos, 7 homens e 7 mulheres. O tempo foi passando, os filhos crescendo, trabalhando juntos, adquirindo pequenas áreas de terra até que decidiram produzir o açúcar mascavo, plantando cana, esmagando-a com moenda movida a animal e fazendo o açúcar em tachos, sendo um trabalho manual. Daí para frente os filhos iam se ca- sando, trazendo as noras para dentro de casa, enquanto as filhas casavam-se e se juntavam à família dos respectivos maridos. Dos filhos homens, o mais velho decidiu levar vida própria com sua família depois de certo tempo de casado. As mulheres se casaram (menos uma) e dos seis irmãos que permaneceram juntos, um deles não teve filhos. Nesta fase da vida, já pelos anos de 1940, essa família já produzia aguardente num pequeno engenho, ainda na Água Santa, conseguido através da produção de açúcar mascavo (denominado açúcar batido). Novamente os irmãos e os pais, movidos pelo desejo de crescimento dos negócios, já que a família aumentava, tomaram a decisão de ampliar suas atividades além de Piracicaba, e em 1941 compraram de Antônio Bombarda, o engenho de aguardente em Araraquara, na zona rural denominada fazenda São Joaquim, movido à roda d’água, local onde é hoje a atual empresa. Três irmãos e os pais permaneceram em Piracicaba e vieram três irmãos com suas famílias para esse novo local. Após 7 anos, venderam em Piracicaba e se juntaram todos em Araraquara agora com a fabricação de açúcar e em seguida também álcool, com denominação de Irmãos Zanin e que mais tarde passou a denominar-se Usina Zanin Açúcar e Álcool Ltda. Domingos Zanin, o patriarca, faleceu em 1951 em Araraquara, e sua esposa Hermínia, no ano de 1964. Dos seis irmãos que constituíam a empresa, cinco tiveram filhos que nasceram parte em Piracicaba e parte em Araraquara. Desses seis irmãos: Francisco José, Vergílio, Caetano, Martinho, Antônio e Osvaldo,

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Fotos: Mário Fuji Clemente José Zanin, faz parte da diretoria e do sucesso da usina Os diretores atuais da Usina Zanin: Ivan, Oswaldo Jr., Narciso e Fernando (em pé); Romualdo, Armando e Arlindo (sentados), durante reunião semanal da empresa apenas o tio Osvaldo é vivo. Os primos e primas que hoje compõem a sociedade de cotas na usina, são a maioria aqueles que passaram a representar os netos de Domingos Zanin e suas respectivas famílias que aqui se estabeleceram. Atualmente a empresa é constituída de uma diretoria representada por membros de cada família original e nos seus vários segmentos, executada juntamente com profissionais contratados que contribuem com o gerenciamento das atividades da empresa. Um dos princípios básicos da administração da Usina Zanin, é manter o equilíbrio entre os fatores: ambiental, econômico e social. UMA HISTÓRIA COM VISÃO DE FUTURO Narciso Antônio Zanin, pelo seu envolvimento com a comunidade, atuando em entidades e tendo através da empresa uma participação efetiva no desenvolvimento do município, transformou-se em uma das mais importantes lideranças empresariais em nossa região. Sua vida está intimamente ligada a nossa terra, embora nascido no distrito de Narciso, Personalidade Empresarial em 2008 Água Santa, em Piracicaba, em 1943. Com seis anos de idade mudou-se o casal tem dois filhos: Paulo (casado para Araraquara com os pais Inês To- com Danielli) e Carolina; Caetana e non e Martinho Zanin e mais 9 irmãos. Narciso têm dois netos: Pedro e Rafael. Fez o primário em escola rural, terHoje, é diretor agrícola da Usina minando o quarto ano no então Grupo Zanin, atuando juntamente com seu Escolar “Florestano Libutti”. Em 1958 irmão Arlindo e seus primos Armando, cursou o ginasial no Colégio São Ben- Clemente, Romualdo, Fernando, Osto; em seguida o curso científico foi waldo Júnior e Ivan, na administração realizado no próprio São Bento e de uma das mais importantes usinas de concluído no “Sud Menucci”, em Pi- açúcar e álcool no interior. racicaba (1961). No momento, o grupo está implanEm 1967, Narciso formou-se en- tando uma unidade usineira no municígenheiro agrônomo na Faculdade Luiz pio de Prata, região central do triângulo de Queiroz, em Piracicaba e em 2000, mineiro com projeto inicial de moagem concluiu o curso de Direito, na Uniara, de 500 mil toneladas de cana em uma em nossa cidade. primeira etapa e 3 milhões em 10 anos. Casado com Caetana Gulla Zanin, Ela será a Usina do Prata. OS NÚMEROS DA REALIDADE Usina Zanin: 68 anos de atividades N° de colaboradores: administrativo : 160 Indústria : 327 Agrícola : 2.195 Total : 2.716 Moagem anual: 2.750.000 ton Moagem diária: 13.000 ton/dia PRODUÇÃO • cana própria: 1.700.000 ton • cana de fornecedores: 1.050.000 ton • açúcar: 165.000 ton (3.300.000 sacas) • álcool: 120 milhões de litros Destino dos produtos: mercado interno e externo Abrangência: 13 municípios Outras atividades: granja, citrus, pecuária e viveiro de mudas nativas

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Caetano, vida profissional voltada para o café EMPRESÁRIOS DA NOSSA HISTÓRIA Marca líder desde 1970 Machiara, empresa do mesmo grupo CAFÉ IRCA É COISA NOSSA Foi praticamente por uma imposição do Instituto Brasileiro do Café, o IBC, que nasceu em Araraquara em maio de 1970, o Café Irca, marca que atravessa o tempo e ainda está liderando o mercado regional em pelo menos 30%. Na época, conta Caetano Antônio Pesce, eram centenas de torrefações no interior e impossibilitado de exercer uma forte fiscalização sobre a qualidade do café, o IBC concentrou as empresas numa espécie de associação, escolhendo cidades chaves para sua fabricação. As torrefações existentes em Taquaritinga, Matão, Ibitinga, Boa Esperança do Sul e Itápolis abandonaram suas marcas e passaram a produzir em Araraquara um único café: o IRCA, que significa Indústrias Reunidas de Café da Araraquarense. Foi desta forma que o Café Santo Antônio (Silvio Máscia), Café Nogueira (Jurandir Nogueira), Café Hortenci (Luiz Hortenci) e Café Esplanada (Antônio Roberto Taddei), fabricados na época em Araraquara, também desapareceram do mercado, pois seus proprietários passaram a fazer parte de uma sociedade, cada qual entrando com sua cota adquirida no IBC em São Paulo. A produção adquirida junto ao IBC em São Paulo era entregue em Araraquara, sendo torrado e moído num prédio na rua Armando Salles de Oliveira (São Geraldo) e embalado sob uma única marca (IRCA), evitando-se os gastos com embalagens individuais. O processo final de empacotamento se dava na Rua Imaculada Conceição, 673, onde funcionou nos anos 50, o Café Nogueira. DE PAI PARA FILHO Natural de Taquaritinga, onde nasceu em 1947, Caetano seguiu os passos do pai, também Caetano, que havia fundado o Café Ribeirãozinho, em 1960. Com as regras adotadas pelo IBC, o Café Ribeirãozinho teria que ser produzido em Araraquara a partir de 1970. Caetano, que assumira os Caetano e a esposa Sueli, com os filhos Andréa (formada em Química) e Luciano, que seguindo os passos do pai, fundou a Blend Coffee, na av. Sete de Setembro O empresário com os pais Bruna e Caetano Pesce, em Taquaritinga negócios criados pelo pai, decidiu transferir sua cota no IBC para Araraquara, permanecendo com uma loja de confecções em Taquaritinga. Ao todo eram 16 sócios de 12 torrefações da região, com poderes delegados a um gerente administrativo. Quatro anos depois, já casado, Caetano e a esposa Sueli decidiram vir para a nossa cidade e com isso ele assumiu o controle do Café Irca, onde está até hoje, em companhia de dois sócios. Com a extinção do IBC e o mercado aberto para a concorrência, Caetano decidiu abrir uma empresa para fabricação de outros produtos: cereais, farináceos, tempero e condimentos, criando a Machiara, que hoje produz cerca de 80 itens com muita qualidade. Tel.: (16) 3322.5965 - Fax: 3322.2268

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EMPRESÁRIOS DA NOSSA HISTÓRIA PANIFICADORA JÓIA 37 ANOS DEPOIS Mara é uma dessas pessoas com muita ousadia, que gosta principalmente do que faz. Por essa razão é que a Panificadora Jóia se tornou um verdadeiro modelo de bom gosto e qualidade, mantendo em evidência o ideal do seu pai “seo João”. Pão fresquinho com aquela casquinha crocante e assado em forno a lenha é a marca da Panificadora Jóia, fundada por João Gomes de Assumpção em 6 de setembro de 1971. A filha Mara Regina Gomes de Assumpção Larocca é quem hoje comanda os negócios com muito sucesso no bairro de São José. João Gomes de Assumpção casou-se com Maria Aparecida Leonardi, em 1953. O casal teve dois filhos: Jorge Luiz e Mara Regina. Na década de 60, “seo João” montou um bar, na avenida 7 de Setembro. “Ele ficou com o bar durante uns 12 anos. João Gomes de Assumpção e sua esposa Maria Aparecida, no atendimento a um cliente logo que a padaria foi aberta no início dos anos 70, no São José Depois comprou essa área com a intenção de construir alguma coisa. Um grande amigo dele, Sebastião Colombo, que trabalhava no ramo de panificação, sugeriu que ele montasse uma padaria, porque no bairro não existia nenhuma”, conta Mara, com muita saudade. A sugestão acabou sendo aceita e a Panificadora Jóia foi inaugurada. Assim, Mara Regina começou a trabalhar com os pais aos 13 anos de idade. Estudou, fez faculdade, mas o que Panificadora Jóia, uma tradição com 37 anos na Rua Pedro Álvares Cabral, 691, fone 3322 5132, São José realmente gosta de fazer é cuidar da padaria. Quando o pai faleceu, em 2003, assumiu definitivamente a di-reção dos negócios. “Casei, tive dois fi-lhos, mas sem me afastar da padaria por-que sempre gostei de atender as pessoas, de trabalhar, dar andamento ao que o meu pai construiu”, diz. Mara Regina casou com Rafael Armando Larocca, no dia 7 de janeiro de 1977 e teve os filhos Alexandre e Rafael. O segredo para os 37 anos da Panificadora Jóia é o trabalho realizado, a qualidade do produto e o bom atendimento. “Os nossos fregueses são fiéis com pouca diversidade. São pessoas assim, como Mara, o maPara quem exige qualidade, fornecerido Rafael e seus filhos Rafael e Alemos pães para restaurantes e lanchonetes. xandre, que levam avante o ideal de dar Sem falar no forno a lenha, mantido aceso continuidade ao trabalho iniciado tanto desde a inauguração da panificadora e que tempo atrás, pela própria família. A luta tornou-se uma tradição, dando um sabor e a vontade de vencer acabam se transformando em uma conquista que todo especial ao pão. Por essa razão é uma ninguém pode dimensionar. “Jóia”, conclui Mara Regina. Mara com a mãe Maria Aparecida A homenagem recebida é um estímulo para aprimorarmos cada vez mais o nosso trabalho e também agradecer aos amigos e clientes pelas manifestações de carinho. Panificadora Jóia Rua Pedro Álvares Cabral, 691 Fone: (16) 3322.5132 Obrigado Araraquara, somos uma Família Feliz.

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Vera Lúcia Micelli Os fundadores: Raphaela e Fortunato EMPRESÁRIOS DA NOSSA HISTÓRIA A empresa, há 70 anos no mesmo endereço: Rua 9 de Julho, 1626 FUNERÁRIA MICELLI A PIONEIRA Fundada por uma mulher, Raphaela Amoroso Micelli, a antiga Funerária Micelli transformou-se em uma Organização Social de Luto, para implantar de forma pioneira o que chama de consórcio, ao agregar 500 famílias em cada grupo. Essa história de consórcio ou plano de assistência funerária, soa de forma estranha num primeiro momento, porém, foi a estratégia revolucionária de crescimento da empresa sempre considerada pioneira em sua área de atividade. A Organização Social de Luto Micelli substituiu é verdade, a antiga Funerária Micelli, fundada por Raphaela Amoroso Micelli, em 1938. Raphaela nasceu na Calábria, em 1886. Com apenas 15 anos casou-se com Fortunato Micelli, ainda na Itália; os dois vieram para o Brasil em 1901 e se instalaram em São Carlos. O primogênito Francisco nasceu em 1903 e no ano seguinte, Raphaela e Fortunato vieram para Araraquara. Aqui nasceram os filhos Guido, Carmelinda, Verinha Micelli com os pais Hugo e Vitória e o irmão Victor, num encontro familiar Evelina, Etore, Alfredo, Amadeo, Hugo e Ítalo. Fortunato Micelli iniciou suas atividades com uma fábrica de colchões em 1904, e em seguida passou a fabricar móveis estofados. Depois surgiu a idéia de fazer urnas funerárias e vendê-las às cidades da região. Guido, Amadeo, Alfredo, Ítalo e Hugo trabalhavam com o pai. Com a morte de Fortunato Micelli em 1922, o filho Guido assumiu a frente dos negócios. No começo, a empresa chamava-se Irmãos Micelli. Como já fabricavam urnas funerárias, a viúva Raphaela decidiu montar uma funerária. “Continuaram fabricando os móveis e, ao mesmo tempo, as urnas”, conta Vera Lúcia Micelli, atual responsável pela empresa. Em 1969, Alfredo fez uma viagem e trouxe na bagagem um sistema que funciona como um consórcio. “Ele é for- mado por grupos e, cada grupo tem 500 famílias. Para gerar uma cobrança tem que haver dez falecimentos no grupo em um período de dois meses”, explica Vera. Assim, a empresa passou a se chamar Organização Social de Luto Micelli. Atualmente, dos irmãos Guido, Amadeo, Alfredo, Ítalo e Hugo, sócios da empresa, apenas Hugo ainda está vivo, mas depois de adoecer, em 2001 passou a direção da empresa para a filha Vera Lúcia. Em 2005, Vera fez uma reforma geral no prédio da empresa que atualmente tem 12 funcionários, estando localizada na rua Nove de Julho, 1626, mesmo endereço desde sua fundação. A família Micelli sempre esteve envolvida em grandes empreendimentos na cidade, constituindo-se assim em um grupo de empresários que ao longo do tempo contribuiu com o progresso de Araraquara, gerando divisas e empregos Temos muito que agradecer aos que sempre acreditaram em nosso trabalho e fizeram da nossa empresa uma referência regional. M ICELL I A PIONEIRA EM PLANOS FUNERÁRIOS Rua Nove de Julho, 1626 Fones: 3336.7879 / 3336.8563 funermicelli@uol.com.br

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O Grupo Zanin sente-se honrado com a homenagem prestada à Usina Zanin como empresa do ano, ao mesmo tempo congratula-se com seus colaboradores, fornecedores e parceiros.

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Uma casa em madeira exposição na FACIRA, veio do Paraná para homenagear a nossa colônia japonesa FACIRA A FACIRA 2008 ESTÁ PRONTA Em comemoração ao Centenário da Imigração Japonesa no Brasil, a Feira Agro Comercial e Industrial da Região de Araraquara começa dia 5, mesclando as riquezas além do sol com a cultura japonesa nos vários pavilhões do CEAR. A FACIRA está começando. Serão seis dias de evento com a participação maciça de grandes empresas, instituições filantrópicas ligadas ao Fundo das Instituições Sociais de Araraquara (FISA) e Prefeitura Municipal, que sustentam as mudanças realizadas neste ano, sob a supervisão da Associação Comercial e Industrial de Araraquara, entidade mantenedora do evento. Esta edição vai contar com parcerias de sucesso, a fim de fortalecer o evento. Matilde Julien Ferraz (FISA), Carlos Kawakame (FACIRA) com o presidente em exercício da ACIA, José Carlos Cardozo “Teremos de volta a parceria com a FEMSA (Kaiser), Refrescos Ypiranga (Coca-Cola) e a Souza Cruz, que pela primeira vez participa da FACIRA. Também destacamos a boa parceria com o FISA, tendo um só objetivo: o sucesso da feira, diz de forma entusiasmada, o presidente da FACIRA/2008, Carlos Eduardo Eiko Kawakame. FARMACÊUTICO VEREADOR JÉFERSON YASHUDA COM PEDRO TEDDE E MASSAFERA CNPJ 57.717.902/0001-60 CNPJ 09.749.142/0001-20 45.050 PREFEITO PEDRO TEDDE 45 Nova Morada do Sol VICE SILVIO PRADA

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Mergulhe neste conforto. AQUECEDOR SOLAR Maior eficiência. Maior capacidade de produção de energia. if A ção ca i no Inm et r o Os costumes japoneses na feira Beth Carvalho, o show da abertura Uma das novidades neste ano, será o pronunciamento de todas as autoridades e convidados durante o café da manhã, já que na abertura oficial da feira, serão realizados somente a execução do hino nacional e hasteamento das bandeiras, pontualmente às 19h30, para que os pavilhões possam ser abertos rapidamente ao público. Este café da manhã será oferecido pelo Sindicato da Panificação. “Aliás, este ano teremos o envolvimento de vários sindicatos como o Sindipan, SinHoRes, Sindicato Rural, Sindimúsicos e outros”, lembra o presidente. Vamos ter a volta da alvorada às seis horas e o café da manhã para as autoridades, expositores, imprensa e entidades cadastradas no FISA. Segundo Kawakame, os dias do evento, em número menor, auxiliarão expositores, aumentando a visitação em pelo menos 50% e a própria feira, em relação a gastos de manutenção. GRANDES SHOWS A preocupação com a grade de shows é de atender a maioria da população. Pensando nisso, a organização estudou minuciosamente os vários estilos de música e optou por uma seleção para agradam as mais diversas faixas etárias. “Um excelente samba na abertura, um mega evento sertanejo, que é a gravação de um DVD dentro do recinto da feira, um pagode, um pop rock de muito su- cesso e dois dias reservados para as bandas locais (um dia sertanejo e o outro samba e pagode)”, conta Kawakame. “O preço será de apenas R$ 4,00, com exceção apenas para a gravação do DVD: R$ 10,00. Teremos camarotes disponíveis para o público e empresas”. O parque de diversões será mais barato: R$ 3,00 cada brinquedo ou R$ 10,00 para quatro brinquedos. A grande atração será a maior montanha-russa itinerante da América Latina. O estacionamento oficial da feira, com entrada pela via expressa, terá seguro do veículo. O valor é de R$ 10,00 (autos) e R$ 5,00 (motos). FACIRA E FISA O principal objetivo da FACIRA é ajudar o FISA. Por isso, tudo o que foi executado até agora teve a aprovação das entidades, desde a programação de shows como a parceria para o fornecimento de bebidas. “Com o ingresso a preço popular, haverá maior público para consumir dentro do pavilhão da Alimentação”, ressalta Carlos Kawakame A presidente do FISA, Matilde Julien Ferraz, espera sucesso absoluto para a feira deste ano. Segundo ela, a credibilidade e dedicação da diretoria da ACIA/FACIRA - 2008, unidos aos bons projetos apresentados, formam uma combinação campeã. AQUECEDOR A GAS Economia no lazer de toda a família (16) 3331-5505 9766-4722 Rua 9 de Julho, 2383 Jd. Primavera - Araraquara www.piscinaaquecida.com.br vendas@piscinaaquecida.com.br Cl a ss AQUECEDOR SOLAR casamentos aniversários 15 anos bebê mensal gestantes book... Stúdio Fotográfico Tel.:(16) 3336.9086 / 3324.6176 / 9717.3659 Rua Henrique Lupo, 160 - Vila Harmonia www.adrianofotos.com.br adrifotos2004@ig.com.br

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Rover, viatura de reconhecimento do exército, além de apetrechos do Tiro de Guerra para exposição. Dos três, o M-41 é o de maior porte, com trem de rolamento de cinco pares de rodas, suspensão com barras de torção, motor traseiro de 500 hp, armado com canhão de 76,2mm com freio de boca e extrator de fumaça, adaptado para o tiro anti-tanque. Os carros serão mostrados sob supervisão de um membro da organização. Land Rover, viatura de reconhecimento do exército vai estar na feira neste ano FACIRA al oc Z BOLSAS - CINTOS MALAS DE VIAGENS CARTEIRAS - PASTAS MALETAS - MOCHILAS CARRINHO ESCOLAR BIJUTERIAS ARTIGOS PARA PRESENTES III CIHAT A feira vai receber no auditório “Engº Eduardo Roberto Michetti”, no pavilhão Multisetor, o III Congresso Internacional de Gastronomia, Hospitalidade e Turismo (CIHAT/2008), para discussão do tema “Turismo para todos e Gestão Ambiental”. A abertura oficial será dia 5, às 20h, no estande do SinHoRes. Dia 6, das 9h às 13h, autoridades e profissionais das diversas áreas do setor de turismo estarão presentes às palestras a convite do Dr. Nelson de Abreu Pinto, presidente da Associação Brasileira de Gastronomia, Hospedagem e Turismo (Abresi), do Conselho Nacional de Turismo (CNTur), da Federação de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de São Paulo (Fhoresp) e do Sindicato dos Hotéis, Bares, Restaurantes e Similares de São Paulo (SinHoRes-SP). Alunos e professores dos cursos de Turismo e Técnico em Hotelaria e empresários de diversos ramos podem assistir aos debates e sanar dúvidas quanto ao investimento nesse setor, que hoje é o que mais gera empregos no Brasil. A promoção é do SinHoRes de Araraquara. A VOLTA DO EXÉRCITO Na FACIRA estarão os carros blindados do exército brasileiro que há mais de dez anos não vinha participar da feira em Araraquara. Com a participação do Exército Brasileiro a FACIRA consegue resgatar a volta de antigos expositores. Serão três tanques de guerra, o M-41 (que até a segunda metade dos anos 90, era o carro de combate padrão do exército brasileiro), o Cascavel (maior sucesso brasileiro, tanto em produção quanto em vendas) e um jipe Land 2 ENDEREÇOS Um dos tanques que vai estar na FACIRA Palestrante Nelson de Abreu Pinto ARARAQUARA RUA 9 DE JULHO, 912 3336.0176 SÃO CARLOS RUA GENERAL OSÓRIO, 731 3372.9633 Chegou ImóvelPan, uma linha de crédito com garantia de imóvel que tem os melhores juros e prazos de pagamento. Agora o PanAmericano tem uma linha de crédito a longo prazo com taxas de juros reduzidas especialmente para você, empreendedor ou profissional liberal que deseja ampliar suas atividades, melhorar a infra-estrutura e dinamizar o fluxo de caixa do seus negócios. Ligue e venha conferir (16) 3333-6969

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Fotos: Neves CONCURSO UM SHOW DE BELEZA Raquel Semirâmis Contento foi eleita Garota FACIRA e durante os próximos doze meses, vai reinar como uma das representantes da beleza da mulher araraquarense. Das 34 inscritas no Concurso Garota FACIRA em 2008, 14 ficaram entre as finalistas e cinco foram eleitas para trabalhar na divulgação do evento antes e durante os seis dias de sua realização. A novidade deste ano foi a escolha da “Garota Centenário da Imigração Japonesa”, além dos títulos já tradicionais que são as garotas FACIRA, Comércio e Indústria, Agropecuária e Turismo. O desfile foi patrocinado por Lojas Marisa, que inaugurou uma de suas filiais recentemente em Araraquara, no Shopping Jaraguá e estará com um grande estande no pavilhão Multisetor da FACIRA. A organização do desfile, que incluiu aulas de passarela e ensaio da coreografia apresentada aos jurados, esteve sob o comando de Renata Crespi e Fátima Bergamim. A coreografia foi uma homenagem à colônia japonesa local. Quem olha para o futuro, escolhe melhor seu presente. A beleza morena de Raquel Semirâmis Contento, eleita Garota FACIRA ESCOLA HARMONIA Educação Infantil Ensino Fundamental I 3114.2981 / 3114.2983 Jéssica Miranda Fugimoto (Garota Centenário da Imigração Japonesa), Tâmires Cristino Veltri (Garota Turismo), Amanda Aparecida Salton de Lima (Garota Agropecuária), Grace Kelly Fonseca (Garota Comércio e Indústria) e Raquel Semirâmis Contento (Garota FACIRA) Av. Prof. Vespaziano Veiga, 500 Vila Harmonia www.harmoniaescola.com.br

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