Revista Comércio & Indústria - Junho/2008

 

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Revista Comércio & Indústria - Junho/2008 - Ano 3 - Nº 35

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Comércio REVISTA Indústria Associação Comercial e Industrial de Araraquara Junho/2008 • Ano 3 - N° 35 A SAGA DESTA BRAVA GENTE Num dos momentos mais importantes das comemorações do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil, Nelson Cuniyochi - coordenador dos eventos na cidade - reúne os presidentes Mauro Shinzato e Shitoku Touma e mostra que a história da colônia em Araraquara transcende os muros da Nipo e Associação Okinawa e penetra em cada lar dos japoneses e seus descendentes, mantendo uma tradição de trabalho, persistência, honestidade e alegria, na preservação e divulgação da cultura.

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DO EDITOR PONTO DE VISTA Valter Merlos Presidente da ACIA Ivan Roberto Peroni METER O BEDELHO SEM SER CHAMADO num momento como esse, em que tar livremente seus recursos, sendo obrias principais entidades patronais gadas a seguir as determinações do do País estão se opondo à decisão MEC. do Ministério da Educação de reÉ verdade que não somos nenhum ver os critérios de repartição dos recursos expert sobre o tal Sistema S, tanto quanto para o chamado Sistema S, reunindo o o amigo Frasson, porém, sabemos que o Serviço Nacional de Aprendizagem InSistema S não foi criado para dar suporte dustrial (Senai), o Serviço Social da Inàs políticas educacionais do Governo, dústria (Sesi), o Serviço Nacional de mas para permitir o desenvolvimento da Aprendizagem Comercial (Senac) e o indústria e do comércio, formando mãoServiço Social do Comércio (Sesc), que de-obra especializada para os setores me vem à memória, peseconômicos que se exsoas que dedicaram pandiram com o avanço grande parte de suas da tecnologia. Ainda revidas a essas instituicentemente, o jornal O E o Governo, em vez de ções em nossa cidade. Estado de São Paulo, concentrar recursos e Uma dessas pessoas, o publicou que além de esforços para melhorar a querido amigo Eduardo delegar para os serviqualidade do ensino Frasson, que durante ços sociais da iniciativa público, mais uma vez muitos anos esteve a privada uma tarefa báinvoca o “social” como frente do Sesi, na Vila sica do Estado - que é pretexto para tentar Xavier e com quem semoferecer ensino público interferir na mais bempre conversava sobre o de boa qualidade - a tal Sistema S. Ainda proposta do MEC desucedida experiência de bem, que depois de sorganiza o funcionaensino profissionalizante cumprir com dignidade e mento de entidades que se fez neste País. respeito a função de dibem administradas e retor, hoje está no descompromete sua autocanso, e talvez à distânnomia acadêmica, sencia, está tanto quanto do considerada uma nós, assustado com que o Governo proposta esperta de estatização. pretende fazer. Não é difícil ver quem tem razão nesAtualmente, dos 2,5% sobre a folha sa polêmica. A iniciativa privada desende pagamento que as empresas revolveu um eficiente sistema de treinacolhem todos os meses para financiar o mento, aperfeiçoamento e qualificação sistema, 1,5% é destinado a serviços de mão-de-obra. E o Governo, em vez de sociais e 1% a serviços de aprendizaconcentrar recursos e esforços para megem. Sob a justificativa de expandir a lhorar a qualidade do ensino público, rede de entidades privadas de formação mais uma vez invoca o “social” como profissional e de obrigá-la a ampliar a pretexto para tentar interferir na mais oferta de cursos técnicos gratuitos de bem-sucedida experiência de ensino pronível médio, a proposta do MEC inverte fissionalizante que se fez neste País. as porcentagens, destinando 1% para os Uma das maiores provas de que o Sisserviços sociais e 1,5% para os de tema S funciona, é só olharmos para tudo aprendizagem. O projeto, também prevê aquilo que ao longo do tempo foi feito em a criação de um Fundo Nacional de nossa cidade, onde Sesi, Senac, Sesc e Formação Técnica e Profissional (FunSenai, sempre deram demonstração da tep) para distribuir os recursos. Hoje, eles seriedade dos seus projetos. O Governo são repassados diretamente para as enna verdade, nunca aprecia com bons tidades do Sistema S, que movimentam olhos o que está funcionando bem; inanualmente R$ 8 bilhões. Com isso, as tromete-se para poder confundir - pra ele entidades perderiam a liberdade de gasé melhor. Esse é o nosso País. RECLAMANDO COM RAZÃO L É ojistas da cidade outra vez criticam a falta de troco que por sinal, inferniza suas vidas. Os 6 bilhões de moedas em circulação não dão conta do recado. O Banco Central (BC) promete liberar mais 400 milhões de unidades até o final do ano. Pesquisa do próprio BC, realizada no ano passado, mostra que a falta de troco é decorrência, em grande parte, do costume popular de guardar as moedas ou utilizá-las apenas esporadicamente. Nada menos que 74% dos entrevistados confessam: quando recebem as moedinhas, não acham necessário passá-las adiante. Já foi pior. Segundo pesquisa semelhante, feita em 2005, 80% dos consumidores tinham o costume de enfurná-las em cofrinhos. Não é novidade para ninguém, que a utilização do dinheiro como principal forma de pagamento das dívidas e compras - e a conseqüente falta de troco - deve persistir por décadas ou até gerações, até sua substituição gradual por cartões ou cheques. Faz parte da cultura de todos os povos usar dinheiro vivo para quitar débitos. Só agora os mais jovens começam a pagar suas contas utilizando os cartões. De acordo com pesquisas, cheques e cartões ainda são utilizados fundamentalmente pelas classes média e alta ou, no máximo, pela nova classe C. CAPA FOTO: FOTO FUJI A IMIGRAÇÃO JAPONESA Com a realização do Tanabata e outros eventos durante o ano, a colônia japonesa se une e deixa suas entidades, Nipo e Okinawa ainda mais fortes e companheiras. Commércio Indústria & REVISTA EDIÇÃO N° 35 - JUNHO/2008 Diretor Editorial: Ivan Roberto Peroni Supervisora Editorial: Sônia Marques Redação: Rosane D’Andréa Depto. Comercial: Gian Roberto Sebastião Barbosa Designer: Bete Campos Mário Francisco Diego Ribeiro Impressão: Gráfica Bolsoni - (16) 3336 9008 A revista Commércio & Indústria é distribuida gratuitamente em Araraquara e região INFORMAÇÕES ACIA: (16) 3322 3633 COORDENAÇÃO, EDITORAÇÃO, REDAÇÃO E PUBLICIDADE comunicação Fone/Fax: (16) 3336-4433 Rua Tupi, 245 - Centro Araraquara/SP - CEP: 14801-307 marzo@marzo.com.br

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LANÇAMENTO Fotos: Tetê Viviani FACIRA 2008 EM SEU MAIS ALTO ESTILO Representantes das diversas entidades beneficiadas com diretores da ACIA BAILE DOS ANOS 60 MAIS DE 22 MIL PARA NOSSAS ENTIDADES O Baile dos Anos 60, organizado pela Associação Comercial e Industrial de Araraquara com o objetivo de captar recursos para manutenção de entidades filantrópicas na cidade, rendeu R$ 22.148,00, segundo seu idealizador, o diretor Joel Roberto Aranha. Na sextafeira (16/maio), na própria ACIA, as entidades receberam - cada qual o valor correspondente ao seu desempenho, e agradeceram a iniciativa da associação que sempre esteve voltada para inúmeras ações sociais, cumprindo seu papel junto da comunidade. As instituções: APAE (R$ 7.565,00), Lar São Francisco de Assis (R$ 5.213,00), Casa Cairbar (R$ 3.745,00), Vila Vicentina (R$ 3.315,00) e Orfanato Renascer (R$ 2.310,00), foram contempladas com esta promoção da ACIA, no Clube 22 de Agosto. Na oportunidade, o cantor Wanderley Cardoso, foi a grande atração da noite. Para o presidente da ACIA, Valter Merlos, uma vez mais a classe empresarial contribuiu de forma decisiva com o sucesso do movimento: “São iniciativas deste porte que enriquecem o trabalho da instituição e envolvem a comunidade no auxílio às entidades filantrópicas”. Joel Roberto Aranha, que em nome da ACIA, tem promovido inúmeros eventos com o objetivo de colaborar com as entidades filantrópicas, ressaltou durante o período de realização do Baile dos Anos 60, a colaboração do empresariado e o apoio dos membros das instituições que entram nas parcerias. Da solenidade de entrega, participaram os diretores Joel Roberto Aranha, Maria Teresa Smirne, Marlene Porsani e Jair Martineli, além do jornalista Ivan Roberto Peroni (ACIA/Marzo). Surpreendente. Essa foi a definição feita pelo público que assistiu a apresentação do novo projeto da FACIRA, transformando o Pavilhão Principal em minicidade com direito a Plano Diretor e remodelação da fachada do prédio em pintura 3D, através de artista plástico. O arquiteto Francisco José Santoro é o responsável pelo projeto. Com o apoio direto da Prefeitura Municipal, SEBRAE-SP, SinHoRes e o Fundo das Instituições Sociais, a Associação Comercial e Industrial de Araraquara promoveu em maio no Teatro Municipal, o lançamento do seu principal evento: a Feira Agro Comercial e Industrial da Região de Araraquara (FACIRA), em sua décima nona edição. Segundo o presidente Valter Merlos, da ACIA, o projeto da feira foi apresentado neste ano com inovações, tendo como tema: “FACIRA, nossas riquezas além do Sol” e o conceito da construção de uma pequena cidade em seu Pavilhão Principal. Ao todo serão movimentados cinco pavilhões, cada um com aproximadamente 11 mil metros quadrados: Multi Setor (Principal), Empreendedores (micro e pequenas empresas), Alimentação (FISA), Agro Pecuária e Esportes. O LANÇAMENTO Uma das novidades deste ano é o período de duração da feira, reduzido para seis, medida que agradou os expositores consultados, ocorrendo entre os dias 5 e 10 de agosto. Definiu-se na oportunidade, que o show de abertura será com o Grupo Exalta Samba: o ingresso será um quilo de alimento não perecível. Além do vídeo institucional da feira Thiago Arancam emocionou o público com maravilhoso espetáculo lírico preparado pela W&L Publicidade, o jornalista Ivan Roberto Peroni, da Marzo Comunicação, apresentou o projeto que praticamente muda todo conceito e o visual da FACIRA. O grande desafio para os organizadores desta edição da feira é o de bater o recorde de público registrado três anos atrás: 24 mil pessoas por dia. Célia Merlos Narciso Zanin

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AUTO-ENVELOPADORA Equipamento para auto-envelopar formulários planos. Ideal para holerites, boletos e cobranças. Capacidade de 50 formulários p/ minuto (dobrado, serrilhado e colado). Fotos: Tetê Viviani A ORGANIZAÇÃO Público do Teatro Tel.: (16) 3333.2925 Av. Pio Corrêa Pinheiro, 660 Vila Melhado vendas.maqsoffner@techs.com.br “Este é o momento em que devemos unir nossas forças e mostrar o que representa uma feira com as características da FACIRA, que sabe por identidade própria, conciliar objetivos empresariais e sociais”, comentou Valter Merlos, presidente da ACIA. A feira foi lançada com enorme espírito participativo, observando-se o interesse do Executivo e do Legislativo em uma atuação ainda mais forte e cujo resultado surpreenderá, pois todos os segmentos da comunidade serão chamados para colaborar. Merlos destacou o papel do FISA, representado pelo diretor José Carlos de Campos, SEBRAE-SP (Fábio Ângelo Bonassi) e SinHoRes (José Carlos Pascoal Cardozo). Ele enalteceu ainda o trabalho de ex-presidentes da feira, como Narciso Zanin e ressaltou o apoio dos clubes de serviços, na ocasião representados por sua esposa Célia Merlos, presidente do Rotary Clube Carmo. O PODER EXECUTIVO O PODER LEGISLATIVO Para lembrar a importância da FACIRA, o prefeito Edinho Silva destacou os avanços econômicos do município. A feira é um espelho desse sucesso. “Desde 2001 tivemos um aumento de 73% no valor adicionado do ICMS, atraímos várias empresas nas áreas de logística e de TI com investimentos superiores a U$ 20 milhões e estamos recebendo a GE Hidro que investirá mais U$ 140 milhões. Uma cidade com esse potencial deve trabalhar para o sucesso de uma feira como a FACIRA, que tem o propósito de conciliar negócios com benemerência”, disse o prefeito. Disposto a tornar a feira no mais importante centro de negócios da região, em seu último ano de governo, lembrou que vai se empenhar para que antigas empresas e também as que chegaram em sua gestão, participem da exposição. Edna Martins, presidente da Câmara, argumentou em sua saudação, que a FACIRA tem conseguido, ao longo de sua história, ser a vitrine do setor produtivo de Araraquara ao mesmo tempo que dispõe de meios para estimular a solidariedade. Isso faz com que a feira seja singular, apoiando uma causa nobre que é a causa social ao oferecer às entidades que atendem os mais necessitados, o lucro obtido, disse a presidente. Diante dessa análise, ela pediu que as instituições municipais, públicas e privadas, estejam unidas para que a FACIRA continue sendo a expressão de nossas riquezas, para podermos fazer dela a melhor de todas. E garantiu: “A Câmara Municipal e os vereadores estarão empenhados com todos, para o sucesso da feira neste ano”. José Carlos de Campos José Carlos Cardozo Fábio Bonassi A FACIRA, em toda sua história, jamais teve um envolvimento de todos os setores como em 2008. Isso significa que a comunidade está organizada para contribuir na organização do principal evento da região.

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Fotos: Tetê Viviani SENSACIONAL O QUE MUDA NA FACIRA EM 2008 A FACIRA vai ganhar uma nova concepção, voltada para a arquitetura, buscando aliar beleza, o retorno de antigos expositores, envolvimento mais amplo do Poder Executivo, shows de ponta e conscientizar a comunidade sobre a importância do meio ambiente. No começo do ano quando consultado sobre como poderia ser a FACIRA em seu Pavilhão Principal, o arquiteto Francisco José Santoro sugeriu que lhe fosse dado o conceito de uma mini-cidade envolvida por plano diretor. E foi isso que aconteceu, revela Chico Santoro A Estação de Tratamento de Água da Fonte Luminosa deverá ser a fachada da FACIRA o presidente da ACIA, Valter Merlos, iniciando então o processo de formalização das comissões e definição do presidente da importante feira regional. O tema “FACIRA, nossas riquezas além do Sol” começa já na porta de acesso com aplicação de pintura em 3D, mostrando o prédio da Fonte Luminosa (Estação de Tratamento de Água), fazendo alusão a qualidade da água servida à população e seu destino na fabricação de produtos como cerveja, refrigerantes e sucos. Assim, a cidade de acordo com projeto de arquitetura, será dividida em ruas, avenidas e alamedas, tendo 4m em seu leito carroçável, 2m nas calçadas, stands que seguem padrão individual de aproximadamente 25m². As ruas deverão ser arborizadas com produtos recicláveis (80 ipês) e palmeiras em suas duas praças com o aproveitamento dos pilares, através das reeducandas do Centro de Ressocialização. José Maria Marcelino pelo seu talento e extraordinários serviços na área cultural, foi contratado para mudar a fachada do prédio, fazendo pintura em 3D O Pavilhão Principal ou Multi-Setor com cerca de 100 stands em disponibilidade A rua de acesso ao centro da cidade passa por uma praça que simbolizará o passado, com ajardinamento, bancos e coreto, e onde, uma bandinha, grupos de choros, poderão se apresentar. A Rua da Saudade terá continuidade num acesso ao Túnel do Tempo com exposição fotográfica e serviço de iluminação apropriado até chegar na Praça do Futuro formada por empresas expositoras do mini-shopping, montado em círculo e espaço em seu centro para desfiles e lançamentos de confecções. O cenário diferenciado será marcado por um Pianos-Bar e som ambiente. O Túnel do Tempo na complementação do projeto, também poderá ser marcado pelo avanço da tecnologia japonesa simbolizado através do Centenário da Imigração no Brasil, fechando o tema da FACIRA: Nossas Riquezas Além do Sol. Farmácia MEDICAMENTOS, PERFUMARIA, MANIPULAÇÃO DE FÓRMULAS, FARMACÊUTICOS EM PERÍODO INTEGRAL, APLICAÇÕES E ENTREGAS EM DOMICÍLIO Loja 2 R. Antenor Borba, 808 Jd. Universal Fone/Fax: (16) 3331.4488 Loja 1 Av. Bandeirantes, 1707 (entre Ruas 13 e 13 ½) Fone/Fax: (16) 3336.1050 A primeira Farmácia Climatizada de Araraquara e com ISO Empresarial 2004 APLICAÇÕES E ENTREGAS EM DOMICÍLIO

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Fotos: Tetê Viviani Apresentação de Kawakame como novo presidente da feira, feita por Edinho Silva e Valter Merlos, foi recebida com muito entusiasmo pela classe empresarial e diretores das entidades que formam o FISA na cidade FACIRA 2008 KAWAKAME, COM A MÃO NA MASSA Em meio as comemorações do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil, Valter Merlos e Edinho Silva, lançam em solenidade na Nipo Brasileira, o novo presidente da FACIRA, e escolhem um membro da colônia na cidade. Carlos Eduardo Eizo Kawakame, escolhido para presidir a 19ª FACIRA - Feira Agro Comercial e Industrial de Araraquara, tem 43 anos; além de engenheiro, é comerciante e tem importante atuação na diretoria do SinHoRes (Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares da Região de Araraquara). A escolha, disse Valter Merlos, presidente da ACIA, levou em conta sua experiência como presidente da Feira da Bondade, da APAE, durante dois anos. Além disso, sua trajetória profissional e envolvimento em atividades empresariais, também foram fundamentais para que o nome fosse aprovado por unanimidade pelo prefeito Edinho Silva e pela Presidente da Câmara, Edna Martins, que durante solenidade de entrega de títulos na Nipo Brasileira, cedeu espaço para apresentação oficial do novo presidente. SUA HISTÓRIA 18 de Junho de 1908. Chegava ao Brasil, Kasato-Maru, navio japonês que trouxe os primeiros imigrantes japoneses. Dez anos depois, desembarcava Eizo Kawakame, trazendo na bagagem a esperança de todos os imigrantes, que era conseguir na terra dos “Gaijin”, a oportunidade de ganhar dinheiro e voltar para o Japão. Ele casou-se com Kame Kawakame, teve filhos e passou por vários municípios do Paraná e São Paulo. Finalmente, decidiu fixar moradia em Araraquara e a hospitalidade do nosso povo o conquistou rapidamente. Eizo, até então, só havia trabalhado na lavoura, quando, em janeiro de 1948, decidiu montar um bar e sorveteria no bairro do Carmo (Av. 7 de Setembro, esquina com a Rua Expedicionários do Brasil), iniciando a fabricação de sorvetes, porém, o que fazia sucesso era o famoso lanche “bauru de carne”. Morando no mesmo local, também passou a fabricar pipoca doce. Anos depois, saiu do Carmo e veio para a Rua 9 de Julho, montando um modesto armazém. Naquela época, a vida já não estava fácil, quando decidiu que precisava fazer algo diferente. Foi então que Eizo e os filhos Sinko e Takuso, resolveram investir na fabricação de sorvetes, transformando o armazém em uma sorveteria. Nascia então uma tradição em Araraquara: deliciar-se com um sorvete Kawakame. Em 1983, Takuso Kawakame, um dos filhos do fundador, após empreender outros negócios, montou sua própria loja no bairro do São Geraldo, localizada na Rua Itália. Em 1995, o filho Carlos Eduardo assumiu o comando da empresa, onde já trabalhava desde 1983 com o pai. Publicidade • Propaganda Assessoria de Imprensa Cliente ilustre de Carlos Kawakame: o escritor Ignácio de Loyola Brandão

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HOMENAGEM AO NOSSO QUERIDO ILDEU WOLFARTH ATÉ UM DIA, AMIGO! ciante Ildeu Wolfarth chegou em Araraquara na década de 1970. Logo que desembarcou na cidade, conseguiu emprego como mecânico na Arauto, antiga Concessionária Volks. Um ano depois montou seu primeiro negócio, uma oficina mecânica em sociedade com um amigo. Em 1972 comprou a parte do sócio, passou a trabalhar sozinho na oficina e sempre disposto a aprender e com vontade de vencer, matriculou-se no curso de Direito. Em 80 formou-se advogado pelo Instituto São Bento de Ensino, atual Uniara. A Comercial de Ferragens Santa Paula, fundada em 13 de maio de 1965 pelo comerciante Augusto Toloi, na Rua Nove de Julho, 1299, era pioneira na venda de parafusos na cidade. Em 1980, os negócios não estavam bem e a loja foi vendida para uma empresa de São Paulo. Dois anos depois, os negócios ainda não haviam melhorado e foi contratado como advogado para auditar a Santa Paula. Arregaçou as mangas e traçou um plano de trabalho para reerguer a loja, mas a diretoria não se interessou pelo projeto. Acreditando na possibilidade da Santa Paula voltar a crescer, ele comprou a loja, em 1982. Os negócios prosperavam e surgiu a necessidade de ampliação. A loja mudou-se para a Rua Gonçalves Dias, 1222, em 15 de junho de 1987, onde está situada até hoje. Durante alguns anos, Ildeu Wolfarth conciliou as profissões de advogado e comerciante, mas em 1988 decidiu seguir em frente apenas com a Comercial de Ferragens Santa Paula. Como empresário ou advogado, foi brilhante, deixando bons exemplos para os que enveredam na prática do bem. Na comunidade ficou um enorme rastro de saudades. ENTIDADE OFICIAL DA CATEGORIA FEIRA FISPAL FOOD SERVICE 24ª Feira Internacional de Produtos e Serviços para Alimentação Fora do Lar Caravana dia 25/06/08 Você que tem estabelecimento do ramo de gastronomia ou hospedagem venha se associar Mais Informações ligue: (16) 3322-5977 www.araraquarasinhores.com.br sinhores@araraquarasinhores.com.br Ildeu foi homenageado pela ACIA e o SINCOMÉRCIO no Jantar dos Comerciantes em 2006 Araraquara perdeu em abril um dos seus filhos mais ilustres: Ildeu, sinônimo de raça e coragem, de peito aberto e o coração em festa, bondoso, amável e leal, uma dessas pessoas tão raras de encontrarmos nos tempos atuais. Ele lutou contra a doença, porém, aceitou o chamado de Deus, com resignação, entendendo que para os bons, ficar próximo da luz, é ter consciência de que poderá iluminar os caminhos dos que deixa. Partiu, levando uma história rica em detalhes, e que fala do mecânico Ildeu Wolfarth que um dia arregaçou as mangas para estudar com o objetivo de ampliar seus conhecimentos. Foi assim que, depois de se formar em Direito, acabou sendo chamado para auditar uma loja negociada com uma empresa da capital. Não havendo interesse no projeto de recuperação da loja, Ildeu apostou no sucesso da Santa Paula. Nascido em Andradina, o comer- Jucesp J U N TA C O M E R C I A L D O E S TA D O D E S Ã O PA U L O Escritório Regional Araraquara Registro de Constituição, alteração e encerramento de empresas; emissão de ficha de breve relato; consulta de nomes; protocolo de certidão específica, inteiro teor (fotocópia) e certidão simplificada. O Escritório Regional da Jucesp disponibiliza ainda o registro de documento em até 24 horas. PABX (16) 3322 7224 AV. XV DE NOVEMBRO, 324 - CENTRO jucespararaquara@terra.com.br A Santa Paula, na Rua Gonçalves Dias

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Vicente Scarambone, mais quatro anos ELEIÇÃO VICENTE VENCE NA INDUSTRIAL De um total de 1.261votos, Vicente Scarambone obteve 63,14% e vai continuar como diretor do Centro Paula Souza em Araraquara, por mais quatro anos. Ele concorreu com outros dois candidatos: Luciane Furtado e Donizete Pereira. Ser diretor do Centro Estadual de Enem, garantindo-lhe o título de melhor Educação Tecnológica Paula Souza em escola pública de Araraquara. Araraquara, é um desafio que não assusta o professor Vicente Scarambone, reeO QUE VEM POR AÍ leito para permanecer a frente da antiga Escola Industrial, após vencer seus dois Vicente Scarambone, professor há concorrentes por larga diferença dos vo- 31 anos, dos quais 23 dedicados à Industos destinados pelos eleitores que são trial, considera que uma das prerrogaalunos, professores e tivas no início do seu sefuncionários da unidade gundo mandato é orde ensino profissiona- A Marzo Comunicação foi a ganizar a comemoração agência contratada para lizante. dos 60 anos da instiO resultado para ele, desenvolver todo projeto tuição, que vai ocorrer da campanha publicitária além de consolidar um de Vicente, com ações do em agosto: “Esse é um verdadeiro ideal, vai seu mandato e as sonho do nosso amigo permitir que o programa propostas que começarão Lourenço Arone, que fatraçado em seu primeiro a ser colocadas em prática leceu no ano passado”, mandato seja cumprido a partir de 15 de julho. comenta o diretor. até o final: “Nosso objeAs propostas para a tivo é implantar projetos próxima gestão são foque beneficiem filhos e netos dos que cadas em uma administração participahoje estudam na Industrial”, comentou tiva, voltada para a união e o compaScarambone, após ser anunciado ven- nheirismo, além da continuidade de um cedor. trabalho que proporcione o fortaleciA eleição na verdade, é uma obri- mento da escola. gatoriedade mantida pela Fundação Paula Souza, em sistema de lista tríplice: três nomes são apontados e entram em disputa eleitoral. A vitória de ScaramTrabalho de bone mostrou o reconhecimento dos Arone, sempre alunos, professores e funcionários pelo lembrado por Vicente trabalho que tem realizado, levando a escola a apresentar pela terceira vez consecutiva, os melhores resultados no SICOOB IESACRED ALTERNATIVA EFICAZ DE CRÉDITO, INVESTIMENTO E SERVIÇOS FINANCEIROS PARA O EMPREENDEDOR Cooperativa de Crédito formada pela credibilidade de grandes parceiros AS VANTAGENS • Aplicações financeiras com rentabilidade maior que a aplicada no mercado. • Crédito rápido (sem burocracia). • Conta Corrente (serviços bancários e custos abaixo do mercado financeiro). • Aumento do poder aquisitivo. • Benefícios sociais e educativos. • Garantia de tranqüilidade aos empreendedores associados da ACIA, CDL, SINCOMÉRCIO, SINHORES e COMAPA. Utilize a Cooperativa de Crédito para realizar suas aplicações com a maior rentabilidade do mercado e seus empréstimos com juros menores e parcelas que não comprometem sua renda. (16) 3331 2170 Rua Gonçalves Dias, 974 - Centro - Araraquara/SP

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PROJETO NATAL “CRÔNICA” E COMÉRCIO REFORÇAM PARCERIA EM CAMPANHA DE PRÊMIOS O projeto de decoração de Natal, organizado pela ACIA e o SINCOMÉRCIO em 2008, está começando mais cedo e com uma proposta que visa chamar a atenção dos comerciantes através da distribuição de prêmios. Os proprietários de estabelecimentos comerciais de Araraquara que estão colaborando com o projeto de decoração de Natal, elaborado pelo SINCOMÉRCIO e ACIA, participam em junho e julho de campanha lançada pela revista “Crônica” que Um dos objetivos do projeto de Natal é atrair o público regional distribuirá prêmios diariamente. O SINCOMÉRCIO, a ACIA empresa que executou a decoração natae a Central de Jornalismo da Rádio Mo- lina no ano passado. rada do Sol, estão apoiando a iniciativa. “Sabemos que é um grande desafio reNesses estabelecimentos, identifica- petir e ampliar, este ano, o sucesso obtido dos com as peças de comunicação visual pela campanha “Claro que é Natal” de da campanha, os consumidores interessa- 2007”, comenta o presidente do SINCOdos em tomar parte, deverão retirar os cu- MÉRCIO Araraquara, Ivo Dall’Acqua Júpons de participação, a partir do dia 1º de nior. Para Valter Merlos, presidente da junho. ACIA, é importante que as entidades se Diariamente serão sorteadas quatro unam e se empenhem para a participação assinaturas anuais da revista “Crônica” e dos comerciantes, assim teremos uma fesno dia 30 de julho, todos os que tiverem ta inesquecível em Araraquara em 2008. sido contemplados com as assinaturas da publicação, irão concorrer a um carro Fiat Mille Fire Flex básico, zero quilômetro e cor sólida. Além dos comerciantes que colaboraram com o projeto de decoração natalina do SINCOMÉRCIO em 2007, também participarão da promoção aqueles que estão dando sua colaboração para o projeto de decoração neste ano. O SINCOMÉRCIO e a ACIA estão contatando os estabelecimentos comerciais em busca da colaboração para realização do projeto, que está pronto desde o início do ano e ficará a cargo da mesma Show de luzes e cores em 2007

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Como Hospital Referência, a Beneficência Portuguesa de Araraquara já iniciou sua participação no programa nacional Mais Gestão, organizado pela Guerdau e Petrobras, com o objetivo de ser capacitada com o QPC - Qualidade, Produtividade e Competitividade, disponibilizando ao SUS em 2009, serviços da mais alta complexidade. SAÚDE BENEFICÊNCIA ESTRUTURADA PARA SER MODELO EM SAÚDE Entre os 47 hospitais do Estado de São Paulo escolhidos pela Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas e do Fórum Nacional dos Programas Estaduais e Setoriais, Produtividade e Competitividade (QPC), a Beneficência Portuguesa está preparada para dar o passo mais significativo da sua história: ser um Hospital Referência, capacitado pelo Ministério da Saúde com o QPC, programa subsidiado pelo Governo Federal, Petrobras e o Grupo Guerdau, que investem inicialmente 15 milhões de reais. O programa nacional foi lançado em Belo Horizonte, no final do ano passado e dele participou o presidente da Beneficência Portuguesa de Araraquara, Fábio Donato Gomes Santiago, que conseguiu inserir a instituição entre os hospitais filantrópicos que já fazem parte do projeto. Os hospitais foram inicialmente selecionados com base em vários critérios, como - por não ter fins lucrativos e ser um importante prestador de serviços de uma determinada região que atenda o Sistema Único de Saúde. Também foram divididos em Hospitais-Âncoras e Hospitais-Referências. A Beneficência Portuguesa está no Grupo 5 do Programa Mais Gestão e do qual também fazem parte o Hospital Maternidade Sinhá Junqueira de Ribeirão Preto, Santa Casa de São Joaquim da Barra, Santa Casa de Batatais, Sociedade Matonense de Assistência à Saúde de Matão e Santa Casa de Franca, que vêm participando dos primeiros módulos de estudos e debates do projeto técnico. Em dois cursos realizados em Ribeirão Fábio Santiago e profissionais de diversas áreas administrativas do hospital, reunidos no programa Mais Gestão em Ribeirão Preto Santa Casa de Votuporanga considerada hospital modelo e onde já foi realizada a primeira etapa do segundo módulo do projeto Preto e outro em Votuporanga (Santa Casa), o programa Mais Gestão avança para cumprir suas finalidades, ressalta Fábio Santiago. Segundo ele, com duração de 40 semanas, as equipes dos hospitais serão capacitadas para aplicação de gestão estratégica, operacional, financeira e da informação por uma Equipe de Consultores Técnicos, treinada especialmente para tal e observadas as peculiaridades de cada hospital. De uma forma geral, o método Kaizen, o mesmo utilizado pela Toyota, lembra o presidente da Beneficência, será adotado na gestão operacional e deve possibilitar rápido alcance de nossos objetivos. EXPANSÃO HOSPITALAR Treze anos depois de assumir a presidência da Beneficência, Fábio Santiago considera que o hospital está projetado dentro dos mais amplos conceitos hu- manísticos e tecnológicos e com enorme destaque na medicina regional. “Estamos consolidados como referência em diversas especialidades pela incessante busca no aperfeiçoamento científico e o perfeito desenvolvimento das atividades médicas”, comenta Santiago. O hospital tem se estruturado fisicamente e investe altos valores na tecnologia de ponta para apresentar um atendimento diferenciado ao público. Com a realização da Semana Kaizen, organizada pelos idealizadores do Programa Mais Gestão - Petrobras e Guerdau e dedicada aos funcionários da Beneficência Portuguesa, nas próximas semanas, o hospital vai comprovar que está capacitado a ser um modelo para o Ministério da Saúde e disponibilizar serviços complexos ao SUS, em 2009. Novos sistemas operacionais A capacitação dos profissionais Palestras motivacionais com a enfermeira Martina Florenciano

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GENTE DA NOSSA TERRA PEDRO BONINI NO BALANÇO DAS HORAS Dos oito filhos do casal Raphaela De Marzo e Vertuno Bonini, apenas Pedro seguiu os passos do seu pai, um relojoeiro estabelecido nas proximidades da Santa Cruz, desde o final da década de trinta. Agregou à profissão, o prazer de tocar saxofone nos bailes da cidade. TEXTO: ROSANE D’ANDRÉA Herdou a profissão do pai aos 14 anos pelo pai era enorme. Tanto que a Relojoaria Bonini se tornou referência na cidade até os dias de hoje e já por cinco edições consecutivas, recebe o Prêmio Top of Mind. De lá para cá, não parou mais. Quando o assunto é relógio, não existe o que Pedro Bonini não saiba. Vende e conserta relógios que conhece como ninguém, desde as minúsculas pecinhas até sua complicada estrutura, independente do tamanho ou do modelo. Seja antigo ou moderno, de parede ou de pulso. A loja foi fundada pelo pai na Rua Nove de Julho, n° 1086, na altura da Santa Cruz em 1939 e lá permaneceu até 2005. No ano seguinte, Pedro Bonini comprou novo prédio na Rua São Bento, 1538, na Galeria Center 3, loja 6. PAIXÃO PELA MÚSICA Os Bonini eram uma família de relojoeiros e músicos. Assim, para Pedro Bonini seguir os passos do pai em ambas as atividades foi uma conseqüência natural de sua educação. “Sempre exerci as duas profissões: relojoeiro de dia e, à noite a música falava mais forte. Estudei música com meu pai e toquei meu saxofone pelos bailes da cidade”, relembra. No começo tocou no Clube Araraquarense, com a extinta Orquestra Marabá. Depois montou sua própria orquestra, “Bonini e seu Conjunto”, que animou bailes e carnavais por volta de três décadas: dos anos 50 aos 70. Não continuou porque passou a ser profissional também na música e viajava muito. “Isso acabava atrapalhando os negócios, pois a música era mais prazer. O dinheiro mesmo era do trabalho com a relojoaria. E tínhamos família para C om uma energia, vontade e alegria de viver de fazer inveja a muitos jovens, o empresário Pedro Bonini, proprietário da tradicional Relojoaria Bonini, é um exemplo a ser seguido. Isso sem falar da paixão pela música que o levou a conciliar, durante muitos anos, o balanço das horas com o prazer de tocar seu saxofone nos bailes da cidade e região. Filho de descendentes italianos Raphaela De Marzo Bonini e Vertuno Bonini, Pedro nasceu em Araraquara no dia 6 de agosto de 1927. “Não me recordo muito bem de onde meus pais vieram e nem quando chegaram aqui”. O casal Raphaela e Vertuno Bonini teve além de Pedro, os filhos Rosa, Vitório, Carmem, Edson, Cléia, Darcy e Eullo. Mas, somente Pedro seguiu os passos de Vertuno, seu pai, um relojoeiro que se estabeleceu na praça Santa Cruz em 1939. “Que eu me lembre, sempre trabalhei com ele desde criança e, depois de sua morte, assumi os negócios”, conta. Foi no ano de 1944 e Pedro contava com 14 ou 15 anos de idade. Apesar da pouca idade, a habilidade herdada Bonini e seu conjunto

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Desde 1939 na Praça Santa Cruz A partir de 2005 na Galeria Center 3 sustentar”, conta. Porém, o verdadeiro amor pela música continua, só que agora, nas horas de folga e apenas para a família ou amigos. NAMORO E CASAMENTO Uma moça bonita e inteligente, Maria Chad, conhecida como Leila, foi quem tocou no coração de Pedro Bonini. Leila e Pedro, em 1951 “Ela era minha vizinha. Morávamos III, a primeira e mais antiga loja da perto, na Rua Voluntários da Pátria, mas cidade, da qual meu avô foi um dos foi quando estudava no Liceu São Bento fundadores”. Também é diretor do Gru(hoje Uniara), é que a conheci melhor”, po da Melhor Idade, liderado pelo diz. Na época os dois tinham 20 anos e Alzemiro Ianelli. Fez parte da diretoria foi na escola que comedo SINCOMÉRCIO na çaram a troca de olhares, gestão de Olien BiancarAdora um o flerte até o namoro que di, na época da constru“dedo de durou três anos. Pedro e ção do novo prédio do prosa” e está Maria casaram-se em 11 sindicato. sempre pronto de novembro de 1951 e Como bom italiano, a ajudar e a tiveram os filhos: Rosânadora um “dedo de prosa” servir. gela, bioquímica em Sane está sempre pronto a tos, Pedro Júnior, engeajudar e a servir. Pedro nheiro em São Paulo e o Bonini é um homem concaçula Sérgio, proprievicto de seus ideais e reatário da Joalheria Mont Blanc e atual- lizado na vida e na profissão. “Agradeço mente, cinco netos. a lembrança e a homenagem que vocês Pedro Bonini é maçon desde 1955 e estão me fazendo, porque pra mim, hocontinua na ativa. “Sou irmão Emérito menagem boa tem que ser feita em vida” da Loja Maçônica Caridade Universal finaliza, rindo. Intensa alegria de viver 57 anos depois

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Fotos: Rosane D’Andréa Do meu caderno de NOTAS ALVES CORRÊA Cristina Santiago e sua irmã Ana Beatriz, com o cantor Thiago Arancam Waldir Massucato, presidente da Ferroviária S/A, o prefeito Edinho Silva, bastante entusiasmados com o sucesso de Thiago Arancam, no teatro O SALTO DA QUALIDADE O lançamento do mais importante evento anual realizado em nossa região, a FACIRA, foi prestigiado por seleto público no dia 19 de maio, no Teatro Municipal, local que segundo o prefeito Edinho Silva, seria ideal para que a feira fosse apresentada com nova roupagem. Entre as atrações, o talento de Thiago Arancam, tenor brasileiro que atualmente reside em Milão, contratado pelo Teatro Alla Scalla e com apresentações nas principais cidades da Europa. Florisvaldo Catelani, presidente do Clube 22 de Agosto, também vem colaborando de forma importante na organização da FACIRA em 2008. Pela sua experiência responde pela organização dos shows da feira Jorge Lorenzetti, ex-presidente da ACIA/FACIRA e sua esposa Ligia Iost Carlos Salmazo, da Leão Engenharia e a esposa Ada Maria Ivo Dall’Acqua Júnior, presidente do SINCOMÉRCIO e Maria Teresa Smirne, diretora social da ACIA Entre os ilustres convidados da festa, o ex-presidente da FACIRA, Silvinho Prada, acompanhado da esposa Leninha

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EMPREENDEDOR JAIR MARTINELI SEUS SONHOS, SEUS IDEAIS Empreendedor muito bem sucedido e respeitado pelos seus ideais políticos, Jair Martineli tem seu nome ligado aos movimentos locais, atuando de maneira ética e responsável, sempre com o objetivo de estar ajudando no processo de desenvolvimento da cidade. O empresário Jair Aparecido Martineli, proprietário da Jair e Márcio Despachante, começou sua vida profissional ainda jovem. Aos 12 anos conseguiu o primeiro emprego no Despachante Carlos Gomes, onde ficou por três anos. Depois passou pelos despachantes Itamaraty, Bandeirantes e durante 21 anos, trabalhou no Escritório São Paulo. Depois dessa longa experiência como despachante documentalista, Martineli decidiu abrir seu próprio negócio e, em agosto de 1996, inaugurou a Jair e Márcio Despachante, localizada na Rua Padre Duarte, n° 1.200, no centro. Ele também é sócio proprietário da Araraquarense - Administração e Corretagem de Seguro, localizado no piso superior, do mesmo endereço. No ano seguinte ampliou seus negócios e tornou-se sócio proprietário da Auto Escola CFC União. Filho do casal Ana e Dorival Martineli, Jair nasceu em Tabatinga, mas mudou-se com a família para Araraquara ainda garoto. De lá pra cá adotou nossa cidade como sua. Aqui ele cresceu, estudou - fez Contabilidade no antigo Colégio Duque de Caxias - e construiu uma carreira íntegra e correta. Foi aqui também que Jair conheceu, namorou e casou-se com Cristina de Fátima Pereira Martineli, no dia 6 de julho de 1985. Da união nasceu Lívia, única filha do casal, hoje com Na infância, Jair e os irmãos: Benedito, Wilson e Rosa Jair, a filha Lívia e a esposa Cristina, da Vira Volta Calçados (Rua São Bento) Jair começa a ter um envolvimento mais forte na vida política da cidade 20 anos. Com a esposa Cristina montou a Vira Volta, loja especializada em calçados, bolsas e acessórios. “A loja tem quatro anos. Os dois primeiros no Tropical Shopping e há dois mudamos para a Rua São Bento, no centro”, explica. Com um currículo extenso, Jair é instrutor e diretor de Auto Escola, diretor da ACIA, diretor da Associação dos Despachantes de Araraquara e diretor do Conselho Regional dos Despachantes Documentalistas do Estado de São Paulo (CRDD). Para ele o trabalho dos despachantes na cidade deveria ser mais valorizado, em função do que representa na sociedade. Estamos caminhando para isso, confessa. Além de tudo, Jair Martineli ainda consegue um tempo na sua vida atribulada para colaborar como voluntário em prol de diversas entidades assistenciais. VIDA POLÍTICA Filiado ao PMDB e admirado por seus ideais, Jair tem uma posição definida sobre o que a política pode influenciar na vida das pessoas e no desenvolvimento do município. É por isso que cada vez mais procuro me envolver para colaborar com propostas, idéias e sugestões, diz. Jair no atendimento com o sócio Márcio Prudêncio, na Jair e Márcio Despachante Jair e Sônia Mista (Vila Vicentina) Nos fins de semana o futebol com os amigos nos clubes da cidade

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