Revista Comércio & Indústria - Setembro/2006

 

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Revista Comércio & Indústria - Setembro/2006 - Ano 2 - Nº 14

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Commércio R E V I S TA & Indústria Setembro/2006 ANO 2 - N° 14 Associação Comercial e Industrial de Araraquara João Luiz Ferreira O senhor dos motores A Detroit ao completar 20 anos de atividades, mostra seu crescimento no processo de retífica de motores e revela a importância da Escola Senai na carreira profissional do empresário João Luiz Ferreira, que coloca a empresa entre as maiores e melhores do interior.

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ARTIGO Valter Merlos Presidente da ACIA DO EDITOR GUERRA CONTRA AS USINAS SEGURANÇA, A DOENÇA É GRAVE ACIA sempre teve como uma de entidades se esforcem em fazer parcerias suas finalidades, estar bem próxima para colaborar com a polícia, é verdade das instituições ligadas à seguque, sentimo-nos fragilizados diante de asrança pública, entendendo que, cada uma saltos, roubos, furtos e outras agressões delas tem o seu devido valor. Neste ano, praticadas contra a sociedade. Gostaríahomenageamos com a entrega do Troféu mos de ajudar mais, buscar alternativas, da Paz, policiais que se destacaram em sugerir medidas e levar avante projetos suas tarefas, reconhecendo e valorizando que por uma razão ou outra foram engaveseu desempenho. A ACIA também fez a tados pelos administradores públicos. doação de bicicletas diferenciadas para a Mas, por mais que a gente se esforce criação da Ronda Ciclística Militar na rena tentativa de resolver os problemas de gião central da cidade e mandou imprimir casa, esbarramos sempre nos impasses selos que conscientizassem os motoristas que vêm de cima e se fizermos uma análise sobre os cuidados que devemos ter ao deido que já foi feito, poderemos dizer que é xar um veículo estacionado. muito pouco diante dos anseios da comuSão iniciativas que mostram a preocunidade. Não vamos culpar o Governo Lula, pação da associação com a comunidade porque o Governo anterior é tão responem seu todo, disponibilizando no cumsável quanto o atual Governo. primento do seu papel e dentro O Governo Fernando “O Brasil, todos nós das suas finalidades, sugesHenrique Cardoso chegou a sabemos, vive uma tões e recursos visando baixar dizer que a Polícia brasileira síndrome chamada o índice de ocorrências poliviolência. A doença é era incompetente e a unificiais. cação das polícias foi vendigrave e se converteu Nesta edição da Revista da ao País como solução panuma epidemia, Commércio & Indústria, a Pora a grave questão da seguque se expande lícia Militar avalia o seu trabarança pública - e sabemos sem freios”. lho na cidade, destaca seus que não é verdade. projetos, lembra a importância A revista Época pergunta da parceria com a Polícia Civil e ressalta a por que o Brasil avança tão devagar em um necessidade da população colaborar com tema tão dramático quanto o combate ao denúncias, mesmo que anônimas, para crime e à violência. A resposta é clara: ajudar na montagem deste quadro de comporque não há vontade política para se bate ao crime. resolver a questão e podemos comparar a O Brasil, todos nós sabemos, vive uma violência e a segurança pública com a síndrome chamada violência. A doença é questão da seca no Nordeste. Por que não grave e se converteu numa epidemia que se acaba com a seca no Nordeste? Porque se expande sem freios. Em linhas gerais, a muita gente boa não vai se eleger Depucriminalidade sem fronteiras se converteu tado Federal, Senador, Governador - sabeno maior desafio do Governo Federal. Pomos que muitos transformam aquele quarém, como integrantes de uma sociedade, dro miserável em palanques políticos. E o temos que cuidar da nossa casa, ainda que mesmo ocorre com a segurança pública. muitas pessoas tenham dito que não deA nossa parte vamos continuar fanunciam por medo, por não confiar ou não zendo como caipiras do interior, levando acreditar na polícia. Mas o que se vê, é uma por todos os cantos nossa vontade de conviolência crescente em quase todo o País. tinuar acreditando cada vez mais em nossa Ainda que a nossa associação e outras Polícia. A Não é de hoje que a queimada da palha da cana-de-açúcar tem gerado polêmica na região, e, pressionadas pelo poder público e pela sociedade, as usinas procuram soluções técnicas para os problemas e também, com o objetivo de preservar a imagem de utilidade social do setor, já se incorporaram à luta para a preservação do meio ambiente. A partir de 1990, o poder judiciário instaurou uma verdadeira guerra contra as usinas da região, em razão da prática das queimadas. Além da concessão de liminares que proíbem as queimadas nas áreas urbanas, desde 1991 foram movidas 86 ações contra as usinas em 13 municípios da região. Mesmo com pressão, as queimadas seguem, só que monitoradas pelo rebuliço promovido pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente que decide sobre os dias das queimadas de acordo com a umidade do ar. Quem não queima hoje, aguarda o dia seguinte para queimar tudo em uma só vez. Incontáveis são os problemas ocasionados pelas queimadas. Ivan Roberto Peroni CAPA FOTO: KRIS TAVARES João Luiz Ferreira O SENHOR DOS MOTORES Trajetória de um dos mais bem sucedidos empresários em retíficas de motores, atividade que hoje exige experiência e tecnologia de ponta. Diretor Editorial: Ivan Roberto Peroni Assistentes: Lucas de Almeida Rosane D’Andréa Supervisora Editorial: Sônia Maria Marques Executivo de Negócios: Claudio Muniz Departamento Comercial: Gian Peroni Carlo Endrigo Peroni Designer: Bete Campos Vicente Balbino Mário (Chiquito) Pedrolongo Samantha Rosa Impressão: Gráfica Bolsoni - (16) 3336-9008 A revista Commércio & Indústria é distribuida gratuitamente em Araraquara e região COORDENAÇÃO, EDITORAÇÃO, REDAÇÃO E PUBLICIDADE Commércio Indústria & REVISTA EDIÇÃO N°14 - SETEMBRO/2006 comunicações Fone/Fax: (16) 3336-4433 Rua Tupi, 245 - Centro Araraquara/SP - CEP: 14801-307 marzo@marzo.com.br PARABÉNS ARARAQUARA PELOS SEUS 189 ANOS Funcionários da Agência de Araraquara - (16) 3322 5433

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Em entrevista especial para a Revista Commércio & Indústria, o Sub Comandante da Polícia Militar em Araraquara, Major João Batista de Camargo Júnior, ressalta o desempenho dos profissionais que atuam na segurança da cidade e região e pontua os itens que poderiam contribuir em ações cada vez mais eficientes no combate ao crime. Major João Batista de Camargo Júnior DESAFIO Valter Merlos na entrevista dada à TV Record SEGURANÇA, PRÁ QUE TE QUERO? Com a onda de violência instalada recentemente no Estado de São Paulo, a população de Araraquara tem se alertado para este assunto que é pauta em qualquer conversa, por manter uma Penitenciária Regional e estar localizada em posição estratégica no interior: região central. Tais fatores e suas conseqüências colocaram a cidade no noticiário internacional nos últimos meses. Duas semanas depois do presidente Valter Merlos, da ACIA, ser entrevistado pela TV Record da capital, o Sub Comandante do 13° BPM-I, Major João Batista de Camargo Júnior, comentou à Revista Commércio & Indústria, que medidas que servem para contribuir com a segurança pública na cidade já vinham sendo tomadas de maneira preventiva e com utilização de todo efetivo. “A Polícia Militar divulga, através de pesquisa elaborada, que nossa cidade recuou 50% nos casos de homicídios se comparados ao mesmo período do ano passado”, destacou o militar. Segundo ele, atualmente a PM também se empenha em reduzir o índice de furtos de veículos, principalmente na região central da cidade. Esse tipo de ação criminal tem sido, de acordo com suas próprias palavras, um grande desafio. Uma das iniciativas lançadas pela PM neste sentido, foi desenvolver campanha de conscientização apoiada pela ACIA, orientando a população a tomar alguns cuidados básicos com seu patrimônio. “Não deixar o automóvel estacionado por muito tempo em vias de pouco acesso e iluminação precária. Uso de travas e alarmes também dificultam as ações dos bandidos”, comenta. Para identificação de áreas usadas em “desmanches”, normalmente matagais ou canavais e aplicação de uma segurança mais ostensiva, a PM tem recorrido ao helicóptero Águia, sediado em Ribeirão Preto: “É uma forma de perseguição mais rápida no combate às ações dos marginais”, diz ele. E completa: “Além disso, a parceria efetiva com a Guarda Municipal, tem proporcionado bons resultados”.

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PROPOSTAS AUDIÊNCIAS PÚBLICAS A Polícia Militar ampliando seus serviços e buscando maior aproximação com a comunidade, cria as Audiências Públicas que permitirão ouvir os cidadãos Tenente Moreira “A população deve ser uma das principais aliadas da PM, ajudando em todos os sentidos”. A frase é do Tenente Luis Roberto Moreira Filho, que responde pela Força Tática, unidade que trabalha diretamente com a comunidade. Convicto de que o efetivo militar atende de maneira satisfatória todos os bairros, Moreira argumenta sobre a necessidade de sempre contar com a participação da sociedade, principalmente com denúncias anônimas que têm beneficiado o serviço policial. Sgt. Evandro e sua atuação no canil OS CÃES TRABALHAM O canil do 13º Batalhão da Polícia Militar também merece elogios pelos serviços prestados. Recebendo treinamento diário para o auxílio de busca e apreensão de entorpecentes e até mesmo bandidos em fuga nas matas, os cães têm contribuído de forma importante no trabalho policial. Recentemente, lembra Moreira, o Ice conseguiu apontar onde estavam armazenados tijolos de maconha e pastas de cocaína. A PM sabe melhor do que ninguém que o problema das drogas (tráfico e consumo) tem aumentado de forma vertiginosa, e os traficantes estão cada vez mais ousados, desafiando as autoridades responsáveis pela fiscalização. As substâncias entorpecentes saem dos países produtores e passam pelo nosso território, sem que possamos contar na maioria das vezes com um importante aliado da fiscalização, os cães farejadores de drogas, indispensáveis nos países do primeiro mundo. Em nossa cidade, o labrador Ice, também chamado de “Moleque” pela comunidade, tem ganho notoriedade por causa do seu desempenho na localização de drogas. Um outro cão chamado Ivan, nos seus 5 anos de idade, foi treinado para executar buscas em áreas de difícil acesso. Ice, diz o sargento Evandro, é dotado de um faro excepcional, uma robustez a toda prova e uma excepcional paixão na busca. Ivan Ice ou Moleque De acordo com a Polícia Militar, programas de prevenção e inclusão social estão em atividade e outros começam a ser implantados, como as Audiências Públicas, em que os comandantes dos vários Batalhões vão ouvir os cidadãos que terão interatividade com a Polícia Militar, apresentando sugestões, críticas e relatando os principais problemas do bairro ou comunidade. Para a PM é uma forma de saber ainda mais o que acontece com os cidadãos em seus bairros.

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Num dos momentos mais importantes da abertura da FACIRA 2006, a entrega da chave ao prefeito Edinho Silva que abriu a exposição, entregue pelo presidente da ACIA, Valter Merlos e Sérgio Pande Polito, símbolo da solidariedade entre organizadores e expositores EXPOSIÇÃO A décima sétima FACIRA foi marcada pela expansão dos agronegócios e obras, como a construção do Auditório “Eng° Eduardo Michetti” para palestras. Além disso, o presidente Joel Roberto Aranha considera positiva a criação da pista de hipismo a ser utilizada em provas oficiais e a realização de leilões de animais em espaço apropriado. Os investimentos deram um novo perfil à Feira e a possibilidade de se ter na agropecuária, o seu crescimento aliado ao retorno de grandes expositores, como a Petrobras.

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VITRINE DE NEGÓCIOS Um dos bons negócios realizados na FACIRA deste ano foi a venda de um caminhão Scânia para a Transportadora Caravan, mostrando que a Feira teve seu lado positivo para muitos expositores. A presença da Vivax M esmo prejudicada pela grande onda de rebeliões nas penitenciárias estaduais durante a semana do Dia dos Pais, a 17ª Feira Agro Comercial e Industrial da Região de Araraquara foi muito bem, diz Joel Roberto Aranha, seu presidente. Poderíamos ter fechado com lucro, assegura o dirigente, contudo não deu. “No Dia dos Pais esperávamos 25 mil pessoas, como ocorre todos os anos; no entanto, os boatos dos ataques praticados por facções criminosas, reduziram o comparecimento do público”, lastima Joel Aranha. No saldo positivo, de acordo com os organizadores constam obras, abertura de uma nova fase para o agronegócio, retorno ou estréia de grandes expositores e a possibilidade de Araraquara viver um avanço na prática do hipismo, pois foi construída uma pista oficial. O que as autoridades consideraram importante em termos promocionais para a cidade, foi a realização do Congresso Internacional de Gastronomia, Hospitalidade e Turismo. De fato, justifica Joel Aranha, a Federação dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares acreditou no potencial da feira e como poderia contribuir na divulgação de um evento com características internacionais. A FACIRA passou a ser vista como um exemplo de solidariedade e negócios para ser organizada em todo o País, destacou o presidente do SinHoRes, José Carlos Pascoal Cardozo. Antecipar o resultado financeiro da Feira ainda é muito cedo, pois há acertos a serem feitos com expositores e valores publicitários que deverão ser pagos nas próximas semanas, argumentou o presidente Joel Roberto Aranha. Questionado sobre negócios realizados por expositores nos 10 dias de Feira, Aranha lembrou da presença da Scânia e a venda de uma carreta. Para a EMBRAER, segundo Joel, os negócios caminharam de maneira positiva, destacando a oportunidade de se manter próxima da comunidade com suas atividades. Além da divulgação dos seus programas educacionais, Senai e Sesi mostraram as razões do crescimento de suas unidades em Araraquara, alcançando um elevado índice de credibilidade na área de ensino. Isso, disse Joel Aranha, nos estimula e faz a FACIRA continuar tendo esse vínculo muito forte com a comunidade: “Agradeço a todos pela confiança e também participação na Feira. Um apoio que jamais vou esquecer”, completou. Pela primeira vez a Petrobras na Feira Itapuã mostrando o seu trabalho Cutrale e seus programas sociais O SinHoRes mostrou sua força junto à Federação dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Estado de São Paulo e a realização do Congresso de Gastronomia levou a entidade a criar um dos stands mais belos da feira, ponto obrigatório de parada para expositores, empresários e autoridades. BENEMED e a evolução dos serviços

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té os primeiros dias de janeiro deste ano, o Eng° Eduardo Michetti vinha administrando em nossa cidade, o que ele considerava uma obra feita com muito amor: a ampliação da sede da Sociedade Beneficente Obreiros do Bem, entidade espírita fundada em 01 de janeiro de 1944 e reconhecida como uma das casas mais respeitadas na comunidade pelas ações espíritas e sociais que desenvolve. As ligações de Eduardo Michetti e da sua família com a entidade e a doutrina espírita, proporcionavam uma profunda admiração de todos. O seu falecimento em janeiro deste ano, causou perda irreparável à cidade e seu nome continua sendo lembrado constantemente face à convivência sadia que sempre teve nos mais diversos setores da sociedade. A ONDE TUDO COMEÇOU O presidente Valter Merlos (ACIA) e o prefeito Edinho Silva na FACIRA deste ano, decidiram apoiar a iniciativa do presidente da feira, Joel Roberto Aranha e o auditório construído no CEAR passou a ser chamado Auditório “Eng° Eduardo Michetti”, afinal foi ele, o presidente da primeira FACIRA, tornando-se a homenagem, em justo reconhecimento ao seu trabalho. A família relutou em ceder e autorizar a publicação de uma das mensagens psicografadas na Sociedade Beneficente Obreiros do Bem, porém, compreendeu no momento da homenagem, a necessidade de se ter sempre presente a querida imagem de Eduardo Michetti. ESQUECER JAMAIS! Foi na inauguração do Auditório “Eng.° Eduardo Michetti” no Centro de Eventos de Araraquara, por ocasião da FACIRA, que Heloísa, irmã de Eduardo Michetti, revelou trechos de mensagens psicografadas aos familiares. Pedimos para que pelo menos uma fosse divulgada, mantendo vivo o carinho e o respeito que a comunidade sempre teve com a família Michetti, uma das mais respeitadas em nossa cidade. “A“A emoçãode estar aqui éémuito forte...” emoção de estar aqui muito forte...” “Minha irmã, hoje me trouxeram aqui para ver se me acalmo porque a dor da saudade que sinto é muito grande. A falta da minha família, o passeio nos quarteirões com os nossos cachorrinhos, a saudade do papai e da mamãe, tudo vem acompanhado de muita dor, embora eu tenha me esforçado muito. Na proposta de poder me tranquilizar me foi dado essa oportunidade. Me sinto como um viajante em terras distantes, necessitado de entrar em contato com os familiares para ter notícias e dar notícias como alívio e esperança para os próximos “dias”, vou assim dizer, que ainda terei que permanecer distante de todos. A tia Laura muito tem me auxiliado, mas o que fazer diante de um sentimento tão forte para com os meus filhos, para com você Ina meu bem, e para com vocês minhas irmãs. Mudamos nossa forma de vida, mas não mudamos os sentimentos. A dor me disseram fazer parte, ser natural nesse processo de separação do corpo, mas somente a compreensão e aceitação vai abrandar. Peço que façam preces para mim, para que eu seja forte. Não foi autorizado minha visita a eles, pois ainda não me encontro preparado e que de repente isso poderá me desequilibrar ainda mais. A emoção de estar aqui é muito forte também, mas eu precisava dar notícias minhas. Tenho que ir, estão me dizendo que assim que puder voltarei, e isso já me deixa melhor, e quem sabe estarei em condições de falar mais, e sem tantas lágrimas acompanhando cada palavra aqui colocada. Um beijo com amor em todos vocês.” Eduardo Michetti Família de Eduardo na FACIRA VENDAS E ASSISTÊNCIA TÉCNICA AUTORIZADA. COMÉRCIO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS LTDA. EQUIPAMENTOS PARA HOTEL, RESTAURANTE, PADARIA, AÇOUGUE, COZINHA INDUSTRIAL E SIMILARES Av. Maria Antonia Camargo de Oliveira, 3489 (Via Expressa) Vila Ferroviária - Araraquara - SP Tel/Fax: (16) 3331-4755

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PARABÉNS, NELSON! José Carlos Pascoal Cardozo com o homenageado Nelson de Abreu Pinto e a esposa Jurema, durante a solenidade realizada na Câmara HOMENAGEM Nelson de Abreu Pinto com o filho Wilson e a nora Márcia Regina já no stand do SinHoRes na FACIRA COM ORGULHO, NOSSO IRMÃO! O empresário Nelson de Abreu Pinto, presidente da FHORESP e da CNTur, recebeu em noite das mais festivas, o título de Cidadão Araraquarense pela maneira afetiva com que tem colaborado nos projetos criados pelo SinHoRes em benefício da classe. Além de ressaltar o trabalho do presidente do SinHoRes (Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Araraquara e Região), José Carlos Pascoal Cardozo, o presidente Nelson de Abreu Pinto (FHORESP, ABRESI, CNTur e CONFAMETUR), destacou a importância que Araraquara passou a ter em sua vida: “Esta cidade me acolheu com muito carinho e hoje a tenho como minha verdadeira terra natal, onde desfruto do respeito e da afetividade das pessoas”, disse o dirigente ao receber o título de “Cidadão Araraquarense”. O projeto de lei de autoria do vereador Carlos Alberto Manço, recebeu unanimidade da Câmara Municipal de Araraquara, o que mostra a importância que Abreu Pinto tem para a cidade, em função do apoio destinado às iniciativas do SinHoRes. Na entrega do título, Nelson de Abreu Pinto foi enaltecido por sua conduta séria no tratamento das causas que envolvem a classe e também foi citado como dirigente interessado em aliar o turismo às atividades da alimentação e hospedaria com o objetivo de alavancar os negócios do setor. O HOMENAGEADO O empresário Nelson de Abreu Pinto, brasileiro, natural da cidade de São Paulo, é advogado, administrador de empresas e possui empreendimentos no setor de hotelaria e gastronomia. O presidente da ABRESI, por vocação adquirida com seus pais, sempre atuou no segmento de gastronomia e turismo e assumiu a presidência do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de São Paulo com o propósito de fortalecer a entidade. Com o passar do tempo, como presidente, detectou as necessidades da categoria representada por aquele sindicato e, apoiado por empresários do segmento de turismo e gastronomia, ampliou a representatividade da categoria, com a fundação de outras entidades que preside: FHORESP (Federação de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Estado de São Paulo); CNTur (Confederação Nacional de Turismo); ABRESI (Associação Brasileira de Gastronomia, Hospedagem e Turismo); CONFAMETUR (Confederação Americana dos Organismos Empresariais Turísticos). Autoridades, dirigentes classistas e amigos prestigiaram a entrega do Titulo de Cidadão Araraquarense ao querido irmão Nelson, presidente da FHORESP

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MARCELO BOMBARDA SEU NOME ESTÁ NO PAVILHÃO Familiares e amigos não esconderam a emoção em momento importante da FACIRA 2006, vendo o nome de Marcelo Bombarda ser perpetuado num dos setores do Centro de Eventos de Araraquara. A esposa Cláudia, a filha Carla e a irmã Angélica, acompanham ao lado do prefeito Edinho Silva, o momento em que a placa é descerrada, dando o nome de Marcelo Bombarda, a um dos pavilhões do CEAR: o da Agropecuária, segmento em que ele mais atuou e sempre com dedicação e muito brilhantismo DONA CONCEIÇÃO, A NOSSA ARTISTA Seu trabalho deve ser visto como uma grande lição e estímulo para mostrar que a vida é bela. Quem disse que com o passar dos anos não podemos encontrar um tempo para expor aquilo que sempre tivemos vontade de fazer, mas muitas vezes não tivemos oportunidade? Um belo exemplo é o de Conceição Rodrigues, que há 10 anos despertou um grande interesse pela pintura através de desenhos que, segundo ela, são na maioria das vezes, intuitivos e temáticos. Hoje, aos 65 anos, Conceição coleciona obras que vão desde simples traços até desenhos mais complexos que instigam o conhecimento sobre a arte. A artista, que reside em Araraquara, está divulgando seu trabalho através de exposições e também pelo telefone (16) 3311-6536, onde elabora desenhos para silkscreen, painéis e pintura em óleo sobre tela para todos os gostos. A FACIRA teve importante momento de reflexão em 2006 com a homenagem feita pela diretoria da Feira ao produtor Marcelo Bombarda que faleceu no final de 2004, depois de estar presente por muitos anos na organização do evento. “Pela sua coragem, ousadia e vontade de colaborar com sua cidade, merece ser homenageado”, argumentou o prefeito Edinho Silva. Os amigos lembraram dele com muito carinho durante o evento, disse Valter Merlos, presidente da ACIA: “Quem conheceu o Marcelo sabe da sua luta e do seu desejo de sempre estar preparado para o que havia de fazer pelo próximo”. De fato, a FEPAGRI, criada por ele em junho de 2002, tornou-se um marco para Araraquara com o objetivo de promover as atividades do pequeno e médio produtor rural, contando com o apoio do SEBRAE-SP e Sindicato Rural e a organização do SAI (Sistema Agroindustrial Integrado) em parceria com a Prefeitura Municipal. Pelo seu trânsito em diversos órgãos, Marcelo ainda conseguia a colaboração do SENAR, FAESP, CATI e do ITESP. Cada edição do evento era um ideal a cumprir, comentava Marcelo com os amigos e cada um sabia do seu empenho, mesmo que fosse para seguir só nas batalhas do cotidiano. foto Nos dois últimos anos de FACIRA não tivemos Marcelo Bombarda que partiu, levando o respeito que sempre teve pela família, a lealdade que manteve com os amigos e os anseios de manter a responsabilidade em todos os momentos “Algumas Empresas aprenderam a investir em máquinas, outras investem em seu maior patrimônio, os seus funcionários”. PROFISSIONAIS ESPECIALIZADOS PARA DESENVOLVER • Laudos Técnicos Ergonômicos (NR 17-Ergonomia)* e Biomecânica do Movimento Ocupacional Qualitativo e Quantitativo dos Postos de Trabalho; • Assessoria Técnica para processos cíveis ou trabalhistas nos casos de LER/DORT; • Programa de Gestão de Ergonomia; • Ginástica Laboral: elaboração de prescrições de exercícios específicos para o trabalho; • Treinamentos Técnicos Ergonômicos - NR 17 (individual ou coletivo). * Norma Regulamentadora 17 - Ergonomia AMBIOERGO Uma empresa especializada e pioneira em Ergonomia e Biomecânica ocupacional Av. Espanha, 761 - Ed. Octávio Micelli - Sala 24 - 3° Andar Tel./Fax: (16) 3322 3043 e-mail: ambioergo@terra.com.br

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Ivo Segnini diz que “todo empresário, micro, pequeno ou médio, deve ter um cartão BNDES, pois é uma linha de crédito fácil e não tem custo de manutenção” seja, o BNDES tem o crédito e a condição que “cabe” para qualquer empresário. BANCOS E O BNDES A maioria dos bancos em atividade no país está autorizada a emprestar os recursos do BNDES, e essa foi a maneira encontrada para que um banco de fomento e sem agências pudesse oferecer seus recursos em todo país. O BNDES tem recursos para todos os segmentos da atividade econômica e financia, construção; aquisição de máquinas ou equipamentos; produção de bens e serviços para exportação; benfeitorias em propriedade rural; aquisição de caminhão e bens de produção e até capital de giro associado aos investimentos ou só o capital de giro para indústrias em municípios selecionados. CARTÃO DE BNDES Para Segnini, essa é a grande novidade em desburocratização e agilização de acesso às linhas de crédito do BNDES. O cartão é operacionalizado pelos bancos do Brasil, Caixa Econônica Federal e Bradesco e o empresário poderá obter um crédito rotativo pré-aprovado de até R$ 100 mil (em breve será de R$ 250 mil) para compra de bens de produção através do site do BNDES, onde estão cadastradas mais de 2.880 empresas. O financiamento é automático e não exige garantia, o prazo é de 12, 18, 24 ou 36 meses, com juros fixos de 1,21% a.m. (agosto de 2006). O cartão pode ser solicitado no site www.bndes.gov.br, indicando o banco que você quer trabalhar com o cartão entre os citados. Ivo Segnini sugere que “todo empresário, micro, pequeno ou médio deve ter um cartão BNDES, pois é uma linha de crédito fácil e não tem custo de manutenção”. Lembra também: “todo industrial de bens de produção deve cadastrar seus produtos no site, pois é uma forma fácil e ágil de oferecer crédito ao cliente, diminuindo sua demanda por capital de giro próprio, melhorando o desempenho financeiro da empresa”. QUEM APOIA O CAIE? O CAIE (Centro de Apoio a Investimentos Empresarias), é uma iniciativa das entidades, Sincomércio, Ciesp, Sebrae, Senac, Setcar, Sindicato Rural em parceira com a Prefeitura Municipal. Atende no Sincomércio (Rua Voluntários da Pátria, 1435), telefone 3334-7070 e-mail adaempresarial@techs.com.br toda segunda-feira das 10h às 12h. ECONOMIA BNDES JÁ ATUA EM ARARAQUARA Em nossa cidade já se pode obter importantes informações sobre linhas de crédito do BNDES através do recém criado Centro de Apoio a Investimentos Empresariais (CAIE). A sociedade civil e o poder público, adotando uma atitude moderna visando o crescimento sustentado da cidade e região, criaram em fevereiro deste ano o Centro de Apoio a Investimentos Empresariais (CAIE), com expectativa precípua de dinamizar o relacionamento entre empresários e agentes financeiros, a fim de prover os negócios e empreendimentos com recursos que os levem a um crescimento sustentado na economia regional. A prioridade é incentivar a tomada de recursos oriundos do BNDES, sem deixar de lado as linhas de financiamentos dos Bancos Comerciais e Públicos, assegura Ivo Segnini, consultor em Gestão de Negócios. Para ele, o desafio está em detectar e conhecer as linhas de financiamentos do BNDES, assim como as dos agentes financeiros e direcioná-los às necessidades dos empresários. O CAIE será um Posto de Informações do BNDES em breve, mas já atua como se fosse, para atender as demandas dos empresários, informando qual linha de crédito tem o melhor custo benefício. Mas não é só informação que o BNDES oferece, lembra o consultor: “Fazemos também o contato com o gerente de negócios do Banco de prefe- rência do empresário e selecionamos juntos, a linha de crédito”. SEMINÁRIO BNDES Visando estreitar relações com o BNDES e conseguir a homologação como um dos Postos de Informações do BNDES, Ivo Segnini, acompanhado de Airton Bertochi (CIESP), participou do Seminário Estratégico dos Postos de Informações de São Paulo e do Sul do País. No seminário, os participantes foram treinados a operacionalizar as linhas de crédito do BNDES, assim como a direcionar a necessidade do empresário para a linha de crédito que o atenda com o melhor custo benefício. VALORES O BNDES é tido com um banco que financia apenas grandes empreendimentos, no entanto a prioridade do BNDES e suas maiores vantagens estão nas linhas de crédito para Micro, Pequenas e Médias Empresas, garante o consultor. Vale esclarecer o “tamanho” da receita bruta anual de cada uma delas: micro - até R$ 1,2 milhão, pequena - de R$ 1,2 milhão até 10,5 milhões, e média de 10,5 milhões até R$ 60 milhões. Ou Ivo Segnini, do CAIE, no seminário realizado em São Paulo com Valéria Costa Martins (BNDES RJ), Sandra Souza (BNDES RJ), Airton Bertochi (CIESP Araraquara) e Tibor Greif (Escritório BNDES SP)

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A Detroit mostrando o avanço do seu atendimento, hoje dispõe de uma Sala de Provas (Dinamômetro) que testa os motores retificados nas mesmas condições de trabalho.

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