Revista Comércio & Indústria - Dezembro/2007

 

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Revista Comércio & Indústria - Dezembro/2007 - Ano 3 - Nº 29

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Commércio REVISTA Indústria Associação Comercial e Industrial de Araraquara Dezembro/2007 • Ano 3 - N° 29 UMA HISTÓRIA DE TRABALHO E CORES Os empresários Adelcio Carlos Magrini e Sergio Ricardo Garcia comemoram os 18 anos de sucesso de uma das mais conceituadas redes de lojas de tintas do interior. A Aquarela, com cinco unidades, tornou-se um modelo neste segmento pela qualidade dos seus produtos e implantação de arrojados projetos para expansão de suas atividades.

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DO EDITOR PONTO DE VISTA Valter Merlos Presidente da ACIA Ivan Roberto Peroni Temos que dar a esse tempo um caráter União e Organização a chave do desenvolvimento bem mais contemplativo e espiritual chegada das festas natalinas celembram o Natal aceitando que peranunciadas pela decoração e ilusistam situações como: as profundas diminação de nossas ruas e lojas, ferenças sociais entre aqueles que não cria um clima diferente entre totêm nada e aqueles que possuem bens dos. O sentimento de amor e ternura nos materiais em excesso, a violência desleva a celebrar o Natal, porém, essa comedida que entristece dia após dia as memoração não deve ser motivo para nossas famílias ou a pobreza desumana que esqueçamos dos múltiplos problena qual vivem milhares de pessoas nas mas e dos desafios pessoais e sociais áreas marginais da cidade. que enfrentamos todos os dias. Vemos neste momento nossas ruas Como dirigente de uma entidade de iluminadas ou enfeitadas. Este é o anúnclasse e integrante de um clube de sercio de que o Natal está próximo e como viços, o Rotary, conceituado em todo o empresário sua chegada nos enche de mundo pela sua filosofia de servir ao próalegria e esperança. Mas, não apenas os ximo, entendemos que é importante fazer mais necessitados em nossa periferia um esforço para dar a esse tempo um cavivem o drama das dificuldades, mas ráter mais contemplativo e muitos de nós mesmos, espiritual. Importante sentimos o drama da Dentro da nossa ótica, comemorar o contudo seria que todesigualdade e a falta dos, cada qual em sua Natal significa retomar o empenho de de uma política mais comunidade, em seu lar tornar Deus presente em todo o justa e decente que ofeou ambiente de traba- mundo, mediante uma verdadeira ação reça condições de conslho, assim agisse tamtruirmos com segurança solidária realizada com pessoas e bém, exercendo o papel o futuro do nosso povo. comunidade, em favor dos mais de agente de comuImpostos e mais imposnecessitados. nhão. Dentro da nossa tos só levam os pequeótica, comemorar o Nanos e os médios emtal, significa retomar o empenho de tornar preendedores à informalidade. Oferecem Deus presente em todo o mundo, meapoio para a formalidade, porém, esdiante uma verdadeira ação solidária reafolam o empreendedor com juros que vão lizada com pessoas e comunidade, em atravessar o tempo. Vivemos para um favor dos mais necessitados. governo impiedoso que contribui na proliSendo rotariano, aprendemos em feração da vadiagem com inúmeros benossas viagens e serviços, a importância nefícios, vistos como esmolas, e incapaz de se viver em sociedade e a necesside gerar empregos, saúde, educação, dade de ajudarmos uns aos outros. Junsem forças de entregar ao País, o vertamos a esse aprendizado lições que endadeiro cidadão do futuro. Ainda assim, sinam que a chegada das festas navivemos de esperanças, de que o amatalinas não significa esquecer os denhã será bem melhor, pois nossos pais sastres, mas se conscientizar que a vinda nos ensinaram a ir à luta de forma perde Cristo na pobreza é um motivo a mais manente, a enfrentar os desafios e alpara se empenhar em uma vida de maior cançar os ideais. doação e serviço, de maior solidariedade Num momento como esse, agradee disponibilidade para com quem sofre. O cemos a Deus pela missão confiada e a Natal é visto em especial, num tempo de disposição dada para juntamente com os conversão e como cristãos, devemos secompanheiros de diretoria, atravessarguir o caminho da conversão permanenmos mais um ano de realizações na te, especialmente se buscarmos edificar ACIA. Que os nossos associados, os emjuntos uma nação na qual todos gozem preendedores de uma forma geral, tedos mais elementares direitos humanos. nham um Feliz Natal ao lado de seus Sabemos que é difícil e quase imposfamiliares e amigos, abençoados por sível, pois os que estão a nos dirigir, Deus. A O projeto Novos Centros, implantado recentemente pela ACIA, SINCOMÉRCIO, Sebrae e Senac, com o objetivo de revitalizar o comércio da Vila Xavier a partir da retirada dos trilhos da antiga Fepasa, na região central da cidade, é uma das grandes provas de união empresarial em Araraquara. De fato com união e organização, que consideramos a chave para o desenvolvimento, será sempre possível obter progressos em favor das empresas, em especial as pequenas e médias. Cerca de 100 empreendedores numa das regiões mais populosas da cidade, hoje buscam alternativas para processarem melhoramentos em seus negócios. Jamais, em toda história da cidade, em momento algum se viu movimentação semelhante, onde um crescimento sustentado pela organização é o objetivo. A Vila Xavier é o primeiro passo deste projeto e está de parabéns por esse exemplo de união; outros corredores comerciais já manifestam interesse na adoção de medidas semelhantes e a nossa cidade se organiza para ser um dos mais importantes centros comerciais no futuro. CAPA FOTO: MÁRIO FUJI AQUARELA TINTAS Ganha status de rede em 18 anos de vida Os empresários Adelcio Carlos Magrini e Sergio Ricardo Garcia, consolidam a posição da Aquarela como uma das mais conceituadas redes do comércio de tintas em nossa cidade. Commércio Indústria & REVISTA EDIÇÃO N° 29 - DEZEMBRO/2007 Diretor Editorial: Ivan Roberto Peroni Supervisora Editorial: Sônia Marques Redação: Rosane D’Andréa Depto. Comercial: Idalina Silva Gian Roberto Sebastião Barbosa Designer: Bete Campos Mário Francisco Marcelo Pícolo Diego Ribeiro Impressão: Gráfica Bolsoni - (16) 3336 9008 A revista Commércio & Indústria é distribuida gratuitamente em Araraquara e região INFORMAÇÕES ACIA: (16) 3322 3633 COORDENAÇÃO, EDITORAÇÃO, REDAÇÃO E PUBLICIDADE Fone/Fax: (16) 3336-4433 Rua Tupi, 245 - Centro Araraquara/SP - CEP: 14801-307 marzo@marzo.com.br

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GENTE DA NOSSA TERRA Por mais de 30 anos, o presépio armado pelos portugueses Araújo e Teixeira, vindos do Rio de Janeiro, foi uma atração regional na Casa Barbieri Anúncio publicado no Álbum de Araraquara em 1915 pelo sapateiro José Barbieri e seus filhos Raphael e Domingos. Anos depois viram que a lucratividade estava na venda e não no conserto de calçados. Assim, nascia a Casa Barbieri em 1924. A SAGA ITALIANA, A SAPAT ARIA, O PRESÉPIO, COISAS QUE WILMON BARBIERI NÃO ESQUECE SONHO DE NATAL A partir dos anos 20, a Casa Barbieri passou a criar uma forte tradição na época das festas natalinas. Hoje com 86 anos, Wilmon Barbieri relembra com emoção, esse período romântico dos fins de ano na mais famosa e mais antiga loja de departamentos do interior. parte inferior da loja, ocupando duas vitrines que davam para a avenida Duque de Caxias. As peças e imagens trazidas de Portugal por Araújo eram montadas em 30 dias e todas em sintonia, se movimentavam com auxílio de correias e correntes; os carneirinhos vagavam em meio à relva; a água movimentava o monjolinho que fazia gerar a energia, acendendo pequenas lâmpadas que coloriam a manjedoura e iluminavam a Virgem Maria que fazia movimentos a embalar o Menino Jesus em sonhos. Tudo era feito com absoluta precisão. Foi neste clima que os filhos de Raphael Barbieri (esposa Dona Ida) - Waldemar, Leonardo, Palmira, Roberto e Paulo e também os filhos de José Domingos Barbieri (esposa Dona Romilda) - Neto, Waldo, Wilmon, Nelson, Benito e Arnaldo, cresceram. Os dois irmãos, Raphael e Domingos, construíram a Casa Barbieri (Rua Nove de Julho esquina com a Duque) em forma de sobrado: no térreo a loja com seus diversos departamentos e na parte de cima, as casas, um verdadeiro luxo para a época, separando as famílias por uma única porta. Anexada ao prédio, pela Duque de Caxias, uma outra casa, onde moravam Dona Anunciata e José Barbieri, pais de José Domingos, Raphael, Luiza e Michelina. COMO TUDO COMEÇOU Por volta de 1900, José Barbieri deixava Monte Leone, um vilarejo de Vivo Valêncio, na Itália. Algum tempo depois, já estabelecido com uma sapataria na Rua do Commércio, n° 70, em Araraquara, ele trazia através do Consulado Italiano, toda família. Em nossa cidade, os filhos Domingos e Raphael passaram a ajudá-lo no conserto de sapatos. Os dois, já moços, decidiram que seria bem mais rentável vender os sapatos do que consertá-los e começaram a representar uma das mais famosas marcas da época: Calçados Villaça. A loja funcionava na esquina da Nove de Julho com Espanha (antiga Casa A Esmeralda), vendendo inicialmente calçados; depois vieram as meias, camisas, seções Presépio da Casa Barbieri, no natal de 1936 S empre no final de outubro de cada ano, a partir da década de 30, dois portugueses - Araújo e Teixeira, vinham do Rio de Janeiro com uma finalidade: a montagem do presépio em movimento da Casa Barbieri, um dos mais conceituados estabelecimentos comerciais na região de Araraquara, fundada pelos irmãos Raphael e José Domingos Barbieri, em 1922. Na verdade, Araújo e Teixeira eram funcionários da Casa Continental, uma loja especializada em confecções e de quem a Casa Barbieri comprava artigos para revender, desde sua fundação. O presépio ocupava o setor destinado a venda de faqueiros e eletrodomésticos na

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dade e o trato com as pessoas: “Trocava idéias, dialogava com os funcionários, para que as coisas dessem bom resultado. Elas me ajudaram muito”. Nilda Wilmon Com a morte do pai Domingos Barbieri, nos anos 60, a sociedade com o irmão Raphael terminou. Wilmon foi para a Constrular Barbieri que havia sido criada pelos seus irmãos Nelson e Arnaldo; a Casa Barbieri, ficou para o seu Suzana Wilma Regina tio Raphael e os filhos Leonardo e Roberto. Foi nesta época que também surgiu a Tendinha do Papai Noel, uma loja praticamente agregada à Casa Barbieri e que atendia cerca de mil clientes por dia. Com o ingresso de Leonardo Barbieri na política e de Roberto Barbieri no jornalisLuisa Helena José Domingos Luis Antônio mo (O Diário) e também a voltadas para os homens. Em 1924, agora morte do seu tio Raphael, Wilmon foi consós, os dois irmãos inauguravam a Casa vidado a reassumir a Casa Barbieri. Só que Barbieri, em prédio próprio, na Nove de agora, ele já administrava a Constrular e Julho com a Duque de Caxias, optando por uma outra loja recém criada, que era a novos departamentos: roupas femininas, Centrolar, na Nove de Julho, especializada jóias, discos, presentes, eletrodomésticos em ferragens, eletrodomésticos e artigos e completa seção de brinquedos. Para cha- para presentes. mar a atenção das crianças criaram uma Wilmon outra vez enfrentou o desafio, estratégia de marketing: o presépio em deixando a Constrular para seus irmãos e movimento, montado por Araújo e Tei- encerrando as atividades da Centrolar para xeira. Acertaram em cheio. Para receber as se dedicar à Casa Barbieri, que voltou a crianças, a loja tinha o seu Papai Noel, que passar por reformulações, em função das era o motorista Barrela. Agora, bem estru- próprias mudanças no comportamento da turados economicamente, Raphael e Do- sociedade a partir dos anos 70. Por mais 20 mingos decidiram comprar terrenos ao anos, a Casa Barbieri se manteve em seu lado para ampliação dos negócios, conso- ponto tradicional na Nove de Julho. A parlidando a Casa Barbieri na década de 30. tir de 06/07/1996, ela passou a atender em outro prédio próprio, na avenida Brasil, O INGRESSO DE WILMON entre as ruas Nove de Julho e São Bento, voltada exclusivamente para o setor moEnquanto José Barbieri Neto, Waldo, veleiro. Nelson, Benito e Arnaldo avançavam nos “Sinto-me orgulhoso hoje em ter manestudos, Wilmon que fizera o primário no tido a tradição da loja e estou profundaColégio Progresso, afastou-se momenta- mente feliz em acompanhar o sucesso dos neamente por causa de problemas na vista meus filhos Luisa Helena e Luis Antônio esquerda. O pai disse que Wilmon, então que assumiram a Casa Barbieri”, diz Wilcom 11 anos, não podia ficar parado e o mon. Com Luisa e Luis, a história dos colocou para trabalhar na seção de pa- irmãos Domingos e Raphael se repete, cotes e entregas. Cinco anos depois, Wil- agora em novos tempos, outros costumes, mon passou a tomar conta da perfumaria, porém com uma responsabilidade muito presentes, utilidades domésticas e seção maior: de conservar um patrimônio e uma dentária, sendo bem sucedido pela faci- das mais conceituadas marcas existentes lidade de formar equipes. Retornou tem- no mercado brasileiro e que se identifica pos depois aos estudos para se formar com ética e seriedade comercial. Contabilista, em 1950, na Escola Técnica de Comércio. Neste ano ele também se casou com Nilda Goulart Barbieri e com quem teve os filhos: Maria Regina, Wilma, Suzana, José Domingos (falecido) e os gêmeos Luis Antônio e Luisa Helena. Setenta anos depois, ele lembra que por ter problemas de visão e audição, encontrou sucesso profissional pela humil- Durante a Revolução de 1932, a Casa Barbieri, ao fundo, utilizou seu cofre para guardar o “ouro para o bem de São Paulo” Seção de Tecidos: da esquerda para a direita, no balcão, o primo de Wilmon, Roberto Barbieri; Abelardo, atrás, com as peças de tecidos; José, à frente e Rafael, ao fundo, em 1958 Vitrine da Casa Barbieri com peças de cristais importados da Bohemia, em 1960 Wilmon com os filhos gêmeos Luis e Luisa, que assumiram o controle da loja Casa Barbieri em novo endereço a partir de 96

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Maestro Plínio Oliveira do Vocal Sou da Paz CAMPANHA Além das ruas decoradas ou iluminadas e uma árvore na Santa Cruz anunciando o Natal, a cidade ganha a vinda do Grupo Vocal “Sou da Paz”, de Curitiba, com apresentações dias 3 e 4. CARNAVAL Porto Seguro saída 02/02/08 A partir de 8 dias e 7 noites CLARO QUE É NATAL Em 2007, o tema “Claro que é Natal”, escolhido e implantado pelo SINCOMÉRCIO com apoio da Associação Comercial e Industrial de Araraquara e Prefeitura Municipal, ganha uma grande atração: apresentação do Grupo Vocal “Sou da Paz” de Curitiba, um coral de 50 crianças e jovens moradores da Vila Torres, área carente de Curitiba, dirigido pelo cantor e compositor Plínio de Oliveira. A campanha também conta com o patrocínio do Sesc. O tema inspirou Plínio a compor uma canção para integrar o CD que presenteará associados e personalidades, além de ser veiculado como trilha dos comerciais para divulgar a campanha. O grupo tem um repertório constituído por algumas canções da MPB e do universo POP e principalmente por composições de Plínio Oliveira, com temas focados na paz, no amor, na solidariedade, na consciência social e ambiental, com um forte apelo na espiritualidade. DECORAÇÃO Neste ano, são quase 6 quilômetros de iluminação decorativa com motivos natalinos, num total de 347 peças: cometas, sinos duplos, sinos simples e bolas de Natal. A Nove de Julho recebeu iluminação desde a avenida Sete de Setembro até a Bento de Abreu. A rua São Bento, foi iluminada da avenida Brasil até a Bento de Abreu. Todas as avenidas entre as ruas Gonçalves Dias e São Bento (trecho entre as avenidas Brasil até a José Bonifácio), receberam iluminação; as avenidas Feijó, São Paulo e Brasil foram iluminadas entre as ruas Gonçalves Dias e Padre Duarte. A Alameda Paulista foi iluminada da rua Padre Cezarino à avenida Estrada de Ferro e a avenida Sete de Setembro, entre as ruas Carlos Gomes e João Gurgel. A árvore de Natal estará na Santa Cruz 10x R$ 135,80 5 dias e 4 noites Rio de Janeiro saída 02/02/08 A partir de 10x R$ 199,00 7 noites Cancun saída 01/02/08 A partir de 10x US$ 178,80 4 noites Santiago saída 01/02/08 A partir de 10x US$ 80,20 Consulte outras opções no site www.businessclasstour.com.br Business.Class VIAGENS E TURISMO Rua Itália, 1740 (esquina c/ Espanha) • Tarifas e disponibilidade sujeitas a alterações sem prévio aviso • Preço por pessoa em apartamento duplo (16) 3332 9898 Alameda Paulista Boulevard da Nove de Julho MARZO Prepare-se para a folia ou para o descanso

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CARNAVAL DE SIGNIFICADOS Em mais de dois mil anos, o Natal acumulou diferentes tradições Por Circe Bonatelli Fotos: Cecília Bastos entre o céu e a terra” desde os povos agrários. Dessa forma, mencionar o resgate dos valores do Natal é fazer a relação entre o religioso – fraternidade, amor ao próximo, celebração do Cristo – e o não religioso – ritual festivo, troca de presentes e ceia. Hoje, os costumes das famílias podem ser considerados representantes desse hibridismo, pois reúnem e incorporam novas tradições em suas festas natalinas. O NATAL ESTÁ NO ROL DAS FESTAS DE FIM DE ANO Todo fim de ano, milhares de cidades quando se dá o solstício no hemisfério ao redor do mundo se vestem com as cores norte. do Natal para festejar o nascimento de Começava aí uma grande temporada Cristo, a confraternização entre famílias e carnavalesca, com duração de três meses, relembrar antigas tradições. Mas como fo- vigorando até a chegada da primavera. As ram construídas as tradições até chegar- festas estavam relacionadas aos ciclos mos aqui? Existe um consenso entre pes- agrários e eram marcadas pela reunião da quisadores de que as origens dessa data sociedade, comida e bebida. ultrapassam a conotação religiosa e vêm Muitos anos mais tarde, a partir do das longas festas de povos pagãos. De século 12, esses elementos pagãos foram acordo com as culturas pré-cristãs, as co- anexados pelo cristianismo. Com o passar memorações no fim do ano eram grandes do tempo, vários concílios da Igreja Catócarnavais. Então, o que significa, hoje em lica adequaram as mobilizações populares dia, buscar o resgate dos valores do Natal? já existentes ao calendário de celebrações “Existe um sistema festivo de uma cul- cristãs. A própria data do Natal foi agendatura muito antiga sobre a qual não se fala”, da pela Igreja para se aproximar do solstíexplica a professora Ana Paula Megioni, cio de inverno. Em seguida, à medida que a da FFLCH (Faculfé se expandia, a dade de Filosofia, festividade do ciclo Letras e Ciências agrário foi cedendo Humanas). “E não espaço para a devose fala muito disso ção aos valores porque o Natal é cristãos. considerado uma Para a Igreja, festa introspectiva, foi como formular com sentido relium calendário edugioso. No entanto, cativo que ligasse a se analisarmos as cultura popular ao camadas que forsentimento de demaram a data, va- A tradição do presépio, que simboliza o voção”, resume a mos descobrir ou- nascimento de Cristo, começou com São professora Ana Francisco de Assis, no século 13 tras conotações.” Paula. “Surge aí a A Igreja Católimistura de elemenca só fixou o Natal no dia 25 de dezembro tos pagãos e religiosos que leva ao culto depois de, aproximadamente, quatro sécu- natalino como conhecemos hoje”. los após o nascimento de Cristo. Há dois mil anos, os mecanismos para contagem dos dias eram baseados nos ciclos da natureza. Portanto, é difícil precisar acontecimentos nesse período. Antigos povos agrários, situados na Europa dos primeiros séculos anteriores ao ano um, entravam em festa com o solstício de inverno. Na astronomia, o solstício de inverno acontece quando um dos pólos da Terra alcança o ponto mais afastado do Sol. Em decorrência disso, ocorrem fenômenos da natureza bastante perceptíveis como noites mais longas do que os dias e a mudança da posição solar no céu terrestre. PINHEIRO As sociedades agrárias, que se norteavam pelo ciclo da natureza, iniciavam as cele- A árvore, que cresce estritamente no senbrações em torno de 22 de dezembro, tido vertical, é considerada “intermediária Fonte: Revista Espaço Aberto/USP Luana Robles Vieira, do Serviço de Pós-Graduação da Faculdade de Educação, pouco relaciona o Natal com religiosidade. “Parte da minha família faz suas orações. Mas, para mim, Natal tem mais a ver com o rol das festas de fim de ano. Os presentes de amigo secreto, o sentimento de renovação e os novos planos são bem mais divertidos.” VALORES CONTEMPORÂNEOS Do mesmo modo que os primeiros significados natalinos foram incorporados pela Igreja a partir da Idade Média, a sociedade contemporânea também se apropriou das tradições estabelecidas ao longo dos anos. O professor aposentado Álvaro de Aquino Gullo, da FFLCH, coloca a seguinte idéia: “Partimos de um pressuposto: onde nós estamos? Vivemos numa sociedade marcada pela urbanização, capitalismo, tecnologia avançada, burocracia e divisão de classes. Com essas características, podemos deduzir o que o Natal significa na atualidade.” Segundo o professor Gullo, as tradições foram englobadas pelo modo de vida atual. “Não interessam quais são as tradições, porque todas foram secularizadas pelo modo de vida contemporâneo. O Natal de hoje tem que dar lucro, tem que exibir as tecnologias de ponta, e por aí vai. Os valores originais como fraternidade e festejos são importantes, mas as pessoas acabam se referindo a eles por influência da mídia sem de fato praticá-los.”

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Calhas - Condutores - Rufos - Bobinas Telhas Galvanizadas Natal, seja feliz! Natal ideal, Não existe e você só o Natal qu reflexão m cide criar co res, de de seus valo es. os e tradiçõ desej Serviço autorizado de fábrica para eletrodomésticos Visite nosso SHOW-ROOM e conheça as novidades Rua dos Libaneses,1265 - Carmo Fone: (16) 3332 1611 Cel.: (16) 9783 8302 Fone: (16) 3331 5505 Rua 9 de Julho, 2383 - Jd. Primavera www.refriara.com.br ALUMÍNIO Fone: (16) 3334 7333 Vantagens únicas para você Fone: (16) 3335 7595 Rua Voluntários da Pátria, 2199 - Centro www.serunico.com.br

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A Recicla Brasil faz coleta de papel, latas de alumínio e aço, plásticos em geral, etc... A Recicla Brasil coloca à disposição de empresas, indústrias, usinas, escolas e comércio em geral, o trabalho Terceirizado de Administração dos Rejeitos Recicláveis com prensas, caçambas e funcionários qualificados. Universitários que formam a Paulista Júnior da Unesp em Araraquara EVENTO O ENCONTRO DOS EMPREENDEDORES A Paulista Júnior organiza nesta primeira semana de dezembro na cidade, um encontro de estudos e debates destinado aos empreendedores de micro e pequenas empresas. Um dos palestrantes será Valter Merlos, presidente da Associação Comercial. “Pela primeira vez, Araraquara terá um evento coordenado pela Paulista Júnior Projetos & Consultoria, da Unesp e totalmente voltado aos empreendedores de pequenas empresas”, comenta com entusiasmo o presidente da ACIA, Valter Merlos, que tornou-se parceiro do encontro a ser realizado no Sesc, no período de 4 a 8 de dezembro, a partir das 18h. O evento tem a finalidade de proporcionar troca de experiências sobre o tema empreendedorismo entre instituições, como ACIA, Banco do Povo, Sebrae-SP, SINCOMÉRCIO, Incubadora de Empresas e também empresários. Temos como objetivo, comenta Bruno Martucci Filho, coordenador do encontro, sanar dúvidas sobre aspectos relacionados a uma micro e pequena empresa, além de divulgar o trabalho das instituições. Para isso, pretendemos esclarecer assuntos como: empréstimos, dificuldades administrativas, financeiras, recursos humanos e outras dúvidas que possam surgir. Ao visitar o Sesc, o público poderá optar entre conversar com os expositores nos estandes, obtendo informações sobre os serviços oferecidos, participar de um

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Martucci, coordenador do evento Juliana Dassoler, diretora de eventos curso do Sebrae, que será ministrado durante os dias de exposição, ou assistir a uma das palestras relacionadas ao encontro que tem como alvo, micro e pequenos empreendedores que buscam perspectivas para seu negócio e pessoas interessadas em estabelecer novas empresas. Este público, justifica Martucci, é certamente o mesmo do Sebrae-SP, constituído de pessoas interessadas nos serviços de instituições como ACIA e o SINCOMÉRCIO. Nos estandes, as entidades parceiras, farão troca de experiências com o público, proporcionando um contato maior entre visitantes e instituições, podendo aprofundar conversas e discussões de um modo mais confortável. Segundo Juliana Dassoler, diretora de eventos da Paulista Júnior, durante a exposição, ocorrerão cursos e palestras do Sebrae, também direcionados ao público e abordando temas e perspectivas que estão na ordem do dia dos pequenos empreendedores. A Paulista Júnior Projetos & Consultoria é uma empresa formada por estudantes dos cinco cursos da Faculdade de Ciências Valter Merlos e Letras do Campus da Unesp de Araraquara, abrangendo Ciências Econômicas, Administração Pública, Letras, Ciências Sociais e Pedagogia, constituindo-se em uma equipe multidisciplinar que atua em quatro áreas, Projetos Sociais, Eventos, Consultoria e Pesquisas, trabalhando há mais de 15 anos em Araraquara e região. Para os organizadores, o evento tornou-se importante após as parcerias, pois além de maior esclarecimento do tema, a Paulista Júnior poderá difundir sua imagem de empresa, que é pouco conhecida na cidade e das instituições que hoje colaboram na realização do Encontro de Empreendedores, completa Juliana. Comentar toda trajetória da Associação Comercial e Industrial de Araraquara, suas conquistas, benefícios aos associados e seu envolvimento nas questões políticas e sociais do município, é o tema escolhido por Valter Merlos, presidente da entidade. Sua palestra neste dia 6 de dezembro vai mostrar que a luta da Associação Comercial em quase 74 anos de existência é a mesma luta do empreendedor. Farmácia A primeira Farmácia Climatizada de Araraquara e com ISO Empresarial 2004 Loja 1 Loja 2 MEDICAMENTOS, PERFUMARIA MANIPULAÇÃO DE FÓRMULAS FARMACÊUTICOS EM PERÍODO INTEGRAL Av. Bandeirantes, 1707 (entre Ruas 13 e 13 ½) Fone/Fax: (16) 3336.1050 R. Antenor Borba, 808 Jd. Universal Fone/Fax: (16) 3331.4488 APLICAÇÕES E ENTREGAS EM DOMICÍLIO

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CITRICULTURA FUNDECITRUS 30 ANOS Fruto produzido pela Cutrale em foto de Henrique Santos Hans Georg Krauss reconhecer a doença. Hoje os próprios citricultores encaminham amostras de plantas suspeitas para os laboratórios analisarem. ATUAÇÃO SOCIAL Há 10 anos, o setor citrícola, por meio do Fundecitrus, integra o grupo de instituições e pessoas socialmente responsáveis. Da parceria de citricultores, indústrias de suco e prefeituras, surgiram duas instituições de ensino voltadas para a melhoria da condição de vida de crianças de Araraquara e Itápolis: os Centros de Educação Complementar, que têm o objetivo de contribuir para a erradicação do trabalho infantil, sobretudo na zona rural, e di- O presidente Hans Georg Krauss comemorou com seus companheiros de diretoria, três décadas de sucesso do Fundecitrus, um dos mais conceituados órgãos de defesa da citricultura no País. Em 1977, os produtores e as indústrias buscavam soluções para um problema grave e imediato - o cancro cítrico. Foi dado na oportunidade, o mais importante passo para a sobrevivência da citricultura, com a criação do Fundo de Defesa da Citricultura. “O Fundecitrus, nestes 30 anos, prestou ótimos serviços ao citricultor, construindo um patrimônio de expressivos resultados para a sanidade dos pomares citrícolas”, comenta Hans Georg Krauss, presidente do órgão. Segundo ele, esse suporte ao citricultor demanda muito trabalho, envolvendo 1,6 mil inspetores de campo, 29 engenheiros agrônomos e 57 técnicos, que atuam em 56 escritórios de apoio, dos 452 municípios do Estado de São Paulo e 17 do sul do Triângulo Mineiro. Após 30 anos de atividades, o compromisso com a missão de assegurar a sanidade citrícola respeitando o homem e o meio ambiente está bem mais sólido. Isso está expresso em sua atuação frente à pior doença dos citros, o greening, já presente em 154 municípios. O aumento de 10% nos últimos meses, de acordo com o Fundecitrus, é justamente porque os citricultores estão mais conscientes e sabem Ademerval Garcia foi presidente do Fundecitrus no período de 1995/2006. Desde 1988, é presidente da Associação Brasileira dos Exportadores de Cítricos, a ABECITRUS Oficinas de computação no CEC local Moda Primavera/Verão acontece aqui TEXTIL ABRIL variedade, economia e conforto para toda sua família Tel.: (16) 3303 2600 - Rua 9 de Julho, 955 (entrada também pela São Bento) Fotos: Henrique Santos

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fundir entre os jovens o conceito de cidadania. Nos CECs, as crianças recebem educação complementar no período alternado ao da escola regular. Durante esse tempo, fazem quatro refeições diárias. Por meio de oficinas de computação, artesanato, horticultura, dança, música e canto, teatro e também reforço escolar, elas têm a oportunidade de entrar em contato com informações e elementos a que antes não tinham acesso. Atualmente mantém 640 crianças de 7 a 14 anos e a participação do Fundecitrus na comunidade tem grande importância. O deputado estadual Roberto Massafera hoje faz parte da Frente Parlamentar em Defesa da Citricultura, criada pela Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, o que para a nossa região é motivo de muito orgulho. Foto: Douglas Braz O Secretário de Agricultura no Estado, João de Almeida Sampaio Filho, participou das comemorações dos 30 anos de atividades do Fundecitrus OPINIÕES Os produtores por outro lado, têm reclamado que o preço da laranja está defasado, apesar do preço final do suco ser satisfatório para a indústria. Segundo o presidente da Associtrus, Flávio Viegas, o preço que está sendo pago pelas indústrias não está cobrindo os custos de produção de seus fornecedores. “O produtor vem perdendo renda”, afirma. Antônio Crestana, coordenador de Citricultura da Faesp, diz que foi possível acertar um acordo com a indústria em torno de US$ 4 a caixa, quando a cotação da moeda americana estava em R$ 2,30, com a desvalorização do dólar para R$ 1,80, o preço que era correspondente a R$ 9,20 caiu para R$ 7,20. O presidente da Sociedade Rural Brasileira, Cesário Ramalho da Silva, estima um “descasamento” entre custo e receita da ordem de 30% entre 2000 e 2006, com o preço dos insumos se elevando em mais de 100%, em comparação com a receita agrícola que teve variação de 70%. Além de ajudar nas negociações, a Frente Parlamentar pode cobrar maior fomento à pesquisa no combate às pragas, principalmente ao greening, doença provocada por bactéria que deforma os frutos, causando sua queda. A citricultura paulista que emprega mais de 400 mil trabalhadores, é responsável por 80% da produção nacional e responde por 95% da exportação de laranjas do Brasil. PALESTRAS E AUXÍLIO “Greening, o desafio atual, foi o tema das palestras apresentadas durante o encontro de citricultores que marcou o trigésimo aniversário de fundação do Fundecitrus. Os palestrantes abordaram o avanço da doença nos pomares e a forma de combate. Para ajudar os produtores, o Fundecitrus colocou à disposição dos citricultores uma equipe especializada para auxiliar no controle do greening. MASSAFERA ESTÁ NA FRENTE “A citricultura enfrenta o cancro, o amarelinho, a morte súbita e agora, o greening. Mas as piores pragas são o dólar barato e os impostos.” Este tem sido o discurso do deputado Roberto Massafera, desde que assumiu uma das cadeiras na Frente Parlamentar em Defesa da Citricultura, na Assembléia Legislativa. Segundo ele, há que se encontrar mecanismos que defendam a sustentabilidade da citricultura, com preços que garantam a remuneração justa aos produtores de laranja. Para o deputado, o governo federal deveria criar uma política de compensação fiscal, principalmente nos momentos de crise do setor. Roberto Massafera tem dito que, até 1982, não se cobravam impostos dos agricultores. A partir daí eles foram onerados com impostos, taxas e contribuição social. Ele também tem comentado que “os recursos da contribuição, cobrada pela União, não retorna em benefício para os municípios”. O palestrante Osmar Bergamaschi, diretor executivo do Fundecitrus Roberto Yank Filho, engenheiro agrônomo, falando do greening Fotos: Henrique Santos

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Alencar Burti, presidente da Facesp, no congresso realizado em Santos CONGRESSO DA FACESP A ACIA, representada por seus diretores Joel Roberto Aranha e Maria Tereza Smirne, participou do 8° Congresso da Facesp, em Santos, no mês de novembro. ASSOCIATIVISMO, VOTO DISTRITAL, MENOS BUROCRACIA E IMPOSTOS resse dos eleitores e não a O Brasil precisa mudar proposta que interessa ao já: abrir mais espaço para a Governo.” livre iniciativa, com a reduSó assim, argumentou ção dos gastos e melhoria da Faríamos a reforma Souza, a pessoa saberá quem gestão pública, aprimorando política levando em elegeu e acompanhará o os instrumentos de combate à comportamento de seu cancorrupção e ampliando a par- conta o interesse didato. “Trata-se de um sisticipação política da socieda- dos eleitores, de pelo associativismo e tam- e não a proposta que tema no qual o eleitor tem bém pelo voto distrital. E as interessa ao Governo. poder, pois o deputado terá que bater de porta em porta empresas precisam enfrentar Só assim, a pessoa no distrito ou não será eleito a batalha da concorrência saberá quem elegeu ou reeleito”, explicou. O proglobal de olho nas novas exi- e acompanhará o fessor de filosofia Denis Rogências do consumidor. Em comportamento do senfield, contudo, acha poulinhas gerais, disse Joel Ara- candidato que co fazer apenas a reforma ponha, que representou com a escolheu. lítica. “Não existe liberdade diretora Maria Tereza Smirno país onde o direito de ne, a Associação Comercial e propriedade não é respeitaIndustrial de Araraquara, essas foram as lições tiradas dos debates do”, enfatizou. “É preciso desconfiar de todos os que ocorridos no Congresso Facesp (Federação das Associações Comerciais do Esta- têm um discurso contra a iniciativa prido de São Paulo), realizado em novembro, vada”, afirmou. Outra ameaça ao setor privado, segundo ele, é a enorme transfeem Santos. O voto distrital foi o tema defendido rência de renda feita no Brasil pela “inapor Alencar Burti, presidente da Facesp, ceitável” carga tributária. “Quando a arresegundo Joel. Na opinião de Burti, o sis- cadação chega a 40% do Produto Interno tema permite ao eleitor uma vigilância Bruto (PIB), está ocorrendo uma transpermanente sobre o parlamentar. Para ele, ferência de bens e propriedades para o Eso voto distrital abriria espaço para o elei- tado”, alertou. O diretor executivo da Transparência tor cobrar eficiência no gasto do dinheiro Brasil, Cláudio Weber Abramo, reconhedo contribuinte. De fato, argumentou Joel Aranha, ceu a existência de avanços na melhora esses serviços não são um favor do Estado. dos instrumentos de combate à corrupção Isso ajudaria o cidadão a conhecer mais de no País. “Mas muitos focos permanecem, perto o peso dos impostos e da burocracia sobretudo, na área de gestão do Estado, resobre as empresas que geram renda e em- sultado do nosso modelo político”, argupregos. Mais organizado, o brasileiro dei- mentou. Para Abramo, em alguns aspectos xaria de transferir e assumiria suas respon- a corrupção se agravou com a descensabilidades na condução dos rumos do tralização ampliada pela Constituição de 1988, ao dar maior autonomia para os muPaís, concluiu. O cientista político e sócio da MCM nicípios, “sem estabelecer nenhuma regra Associados, Amaury de Souza, pediu uma de controle e fiscalização de gastos”. A participação uma vez mais da ACIA ampla mobilização das Associações Comerciais do Estado de São Paulo e do Bra- no Congresso da Facesp, foi muito imporsil na defesa do projeto de lei do deputado tante para fortalecer o seu relacionamento federal Arnaldo Madeira (PSDB), que ins- com as mais expressivas co-irmãs do titui o voto distrital no País. “Faríamos a Estado. reforma política levando em conta o inte- Unidade Centro Rua Gonçalves Dias, 651 Tel.: 3336 6819 Unidade Morumbi Rua Verbo Divino, 151 Tel.: 3336 6789 COMUNICADO A ACIA, celebrando uma parceria de sucesso, comunica que neste ano de 2007, não será aplicado o reajuste previsto no contrato com a Uniodonto.

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SOLENIDADE JUCESP SEU PRIMEIRO ANO Com um café da manhã e a palestra de Luis Augusto Cirelli, da Vilage Marcas e Patentes, a Jucesp reviveu sua luta para instalação da Regional em Araraquara. “Valeu a parceria com a ACIA e a Aescar; assim vencemos os desafios e hoje o nosso Escritório Regional da Jucesp atende mais de 25 municípios na região”. O comentário foi feito pelo presidente do Sindicato dos Contabilistas de Araraquara, Orlando Bonifácio Martins, ao abrir em novembro a solenidade que marcou o primeiro ano de atividades do órgão na cidade. No café da manhã que contou com a presença dos contabilistas de Araraquara e Região, o presidente do Sincoar, também destacou o papel da Prefeitura e do Governo do Estado. O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Sérgio Sgobbi, representou o Executivo. Orlando Bonifácio Martins disse que “a Jucesp não comemora apenas um ano de existência. Toda estrutura de um órgão público é demorado, não é fácil de se instalar, principalmente em cidades do interior. Na realidade, são 11 anos de atividades, sendo 10 anos de Posto de Atendimento”, completou o dirigente O diretor Luis Augusto Cirelli foi cumprimentado pela postura profissional da Vilage na região de Araraquara e também pela forma com que conduziu a palestra, abordando os cuidados indispensáveis para a abertura de uma empresa. “A Vilage tem sido uma grande parceira do Sincoar, Aescar, da ACIA e agora da Jucesp”, disse Orlando Bonifácio Martins. Orlando Bonifácio Martins, do Sincoar, lembrou a luta para instalar a Jucesp DEPOIMENTOS “A ACIA está orgulhosa em fazer parte deste movimento, afinal quem ganha, são as empresas”. Valter Merlos ACIA “As empresas que trabalham neste setor estão agradecidas por tão importante benefício”. Roberto Fonari Aescar “O município sempre acreditou na seriedade do projeto e hoje sentimos que valeu a pena”. Sérgio Sgobbi Prefeitura • Ambiente climatizado; • 23 variedades de carnes; • Buffet com mais de 30 tipos de saladas; • Bebidas de todas as marcas; • Equipe treinada para sua satisfação; • Reservas para casamentos e eventos; • Estacionamento próprio. “A Vilage Marcas e Patentes está sempre pronta em apoiar as grandes iniciativas”. Luis Augusto Vilage Equipe de trabalho da Jucesp na cidade

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