Revista Comércio & Indústria - Maio/2013

 

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Revista Comércio & Indústria - Maio/2013 - Ano 8 - Nº 94

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Associação Comercial e Industrial de Araraquara Maio/2013 • Ano 8 • N° 94

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ponto de vista redação E AGORA, O QUE FAZER COM A ARENA DA FONTE? IVAN ROBERTO PERONI* Limpeza e Desenvolvimento SÔNIA MARIA MARQUES Às vezes me pergunto qual tem sido a importância da Arena da Fonte para a nossa cidade. Fico em dúvida sobre as respostas que poderiam vir e me convencer de que se trata de um empreendimento que tem contribuído de forma magní ca com a economia de Araraquara. Pelo lado político observamos que é uma obra grandiosa, beleza incontestável, profundamente favorável à divulgação da cidade e de acentuado valor para o currículo de quem a projetou e a tornou conhecida em todo o país. Quanto a esses benefícios, a Arena da Fonte é um cartão de visita para uma cidade de 220 mil habitantes que outrora marcou sua trajetória na história esportiva do país. Seria questionável contudo, o investimento de mais ou então menos que 30 milhões de reais em um espaço que tem se mostrado relegado a sediar eventos de alta importância e predisposto em não garantir um equilíbrio nanceiro para sua manutenção. Se olhada por esse prisma, a arena pode ser tida como um capricho político que caminha aos abraços de um elefante branco que busca explicações à má aplicação do dinheiro público. Não há para ela nenhum tipo de retorno a curto e muito menos médio prazo para recuperar o investimento realizado. Quanto a ser uma obra signi cativa a longo prazo para grandes promoções, isso parece ser simplesmente um sonho, onde a realidade escapa pelos vãos dos nossos dedos e se depara com um futuro incerto e duvidoso. E se isso ocorrer, dando-nos o prazer de vermos espetáculos suntuosos, temos a convicção de que ela estará ultrapassada diante do avanço tecnológico que outras praças esportivas já vêm tendo. Ela simplesmente estará na saudade. É possível até que a arena seja aproveitada por alguma seleção no período preparatório da Copa do Mundo no ano que vem. Mas como arrebanhar qualquer seleção se nem certeza temos da possibilidade de São Paulo sediar um dos grupos ou ser palco da abertura do torneio? Além do aspecto logístico avaliado pelas seleções de fora, a Copa do Mundo será disputada em pleno inverno e cremos que a adaptação por qualquer um dos times será melhor em cidades com baixa temperatura. A própria seleção brasileira quando disputou a Copa do Mundo de 1962 no Chile, cou em Serra Negra, que mantinha temperatura semelhante a que os jogadores encontrariam em Santiago. E essa avaliação já se fazia há exatamente 51 anos. Estamos vivendo um período de sonhos e suposições. Uma fase de se descobrir o que faremos com a Arena da Fonte, onde se aplicou dinheiro do povo sem qualquer previsão sobre o amanhã. Curioso é que falaram tanto no fortalecimento da economia - motivada por eventos esportivos ou artísticos - e até agora a nossa satisfação se pautou por minguados espetáculos. Paralelamente, corre a Ferroviária sem lenço e sem documento, com sua história abalada, não dispondo de uma praça esportiva e despojada dos direitos que deveriam lhe caber, até mesmo por respeito ou reconhecimento ao que ela no passado gerou para a nossa economia. Na época, ela só precisava de um campo, mesmo que abraçado por arquibancadas de madeira e distante das estruturas pré-moldadas em cimento. Isso lhe era su ciente para ser grande e contribuir com a economia, gerando riquezas pelo menos aos hotéis, bares e restaurantes. Não se critica o presente da Arena da Fonte, mas sim o investimento feito no passado, de forma desordenada e descabível, sem projeção do futuro. Empresa privada quando parte para investimento faz pesquisa de mercado, pois dá importância ao valor aplicado e seus riscos no negócio. Quando o dinheiro é do povo, abrem-se as torneiras, fecham-se as cortinas e termina o espetáculo, como diria Fiori Gigliotti. Araraquara é uma cidade privilegiada pela sua localização, desenvolvimento, além da geração de empregos tal é o número de empresas, clínicas, bares, lojas de material de construção inaugurados quase que diariamente. Isso é ótimo, pois deixa o município num patamar de cidade em expansão e que se preocupa em oferecer o melhor ao seu povo. Temos contudo que car atentos quanto a um outro lado que nos preocupa: conservação e limpeza do patrimônio público. Sabemos que a demanda é grande, que a administração cuida com certeza; mas hoje o que vemos, quando andamos principalmente por locais afastados do centro, é preocupante. Jardins e praças a mercê do mato, em alguns lugares até encobrindo identi cações, precisando urgente de uma poda em gramados e árvores. Há também ruas com canteiros em que o mato até di culta a visão para a outra pista. São situações como essa que deixam os araraquarenses alarmados, pois todos sabem que aparecendo o mato, surgem também inúmeros outros problemas, principalmente insetos e mais precisamente, o mosquito da dengue. Além disso, aparecem aranhas e outros animais peçonhentos. Podemos até ajudar mantendo a frente de nossas casas e quintais limpos, mas a limpeza de praças, jardins e ruas é indispensável. EDIÇÃO N°94 - MAIO/2013 REVISTA Diretor Editorial: Ivan Roberto Peroni Assistente Editorial: Rosane D’Andréa Supervisora Editorial: Sônia Marques Depto. Comercial: Gian Roberto, Silmara Zanardi e Heloisa do Nascimento Design: Mário Francisco, Carolina Bacardi e Fernando Oprime Tiragem: 5 mil exemplares Impressão: Grafinew - (16) 3322-6131 A Revista Comércio & Indústria é distribuida gratuitamente em Araraquara e região INFORMAÇÕES ACIA: (16) 3322 3633 COORDENAÇÃO, EDITORAÇÃO, REDAÇÃO E PUBLICIDADE Fone/Fax: (16) 3336 4433 Rua Tupi, 245 - Centro Araraquara/SP - CEP: 14801-307 marzo@marzo.com.br

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reportagem de capa Akabamentos na Napoleão Selmi Dei UMA LOJA COM A PROPOSTA DE REALIZAR SONHOS Akabamentos & Cia está completando seu primeiro ano de atividades na Avenida Napoleão Selmi Dei, em frente ao DAAE. A matriz na Avenida Luiz Alberto já tem 13 anos. Atualmente é a loja que apresenta as mais finas sugestões para o acabamento de belas construções. Um espaço amplo, moderno e showroom com produtos de grandes marcas. É assim que podemos definir a beleza da Akabamentos & Cia, loja especializada em acabamentos, criada pelos irmãos Alexandre José Dias, Vagner Manoel Dias e Vaine Henrique Dias que completa em maio, seu primeiro ano de atividades. Depois do sucesso e experiência de vários anos no mercado araraquarense com a loja Akabamentos & Cia, na Avenida Luiz Alberto, os irmãos partiram para um projeto mais ousado. “Nossa proposta foi montar uma loja moderna e sofisticada para atender aos profissionais da construção que especificam os nossos produtos a um público mais exigente. É o que costumo chamar de boutique de acabamentos e revestimentos”, conta Alexandre José Dias. Ele diz que a ideia surgiu por ser um mercado não explorado na cidade destinado a arquitetos, decoradores, construtores e clientes exigentes que buscam por materiais de acabamento em alto padrão e exclusivos. “Sabíamos que esse mercado estava em expansão em grandes cen- AKABAMENTOS O empresário Alexandre José Dias tros. Era um espaço que ninguém queria investir e a cidade merecia: uma loja só de acabamentos finos e de qualidade; pensamos então no cliente diferenciado com potencial de compra, mas que, por falta de opção se deslocava para São Paulo ou Ribeirão Preto”, afirma. A Akabamentos trabalha com linhas de produtos de alta qualidade, design inovador e também de boa aceitação no mercado. Com tal objetivo, desenvolveu parcerias para revenda com fornecedores como Portobello, Deca, Franke, Mekal, Doka Bath-Works, Jacuzzi, Roca Revestimentos, Mosarte, Jatobá, dentre outras. A empresa atende clientes em Araraquara, e cidades da região, como Matão, São Carlos, Ibitinga, Tabatinga, além de outras. Também entrega seus produtos em casas de praia e fazendas. As novas tendências do mercado de design e arquitetura com modernidade e personalidade estão à disposição do consumidor e também de profissionais da área. Entre os arquitetos que escolheram os produtos da Akabamentos para oferecer a seus clientes estão Ricardo de Castro, Paulo Manini, Alessandra Lima, Fernando Malfará, Tatiana Castro e Fabíola Caramuru, Jaqueline Arantes, Renata Barbugli e Ricardo Aufieri, entre outros.

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Pia da Deca Banheira de hidromassagem da Jacuzzi Cuba da Franke Os produtos, de extrema qualidade e bom gosto, são porcelanatos, revestimentos, metais, louças, coifas, acessórios em mármore e todo o necessário quando o assunto é o acabamento da obra ou finalização de ambientes. A linha de cerâmica e revestimentos conta com a nacional Portobello, as italianas Florim e Gardênia e as espanholas Roca e Porcelanosa. AS NOVIDADES Para o um banho relaxante e agradável que tal uma banheira especial? A Doka, empresa reconhecida nacionalmente e atinge o mercado europeu, tem a solução: as banheiras são desenvolvidas a partir de rocha vulcânica, que mantém a temperatura durante 40 minutos. Para quem prefere uma hidromassagem ou spas, a Jacuzzi supre todas as possibilidades. Alessandro Lopes Corrêa, do Setor Comercial Arlete Kanaszewska (comercial) e a arquiteta Karina Ferrari Outra opção é a Deca, líder no mercado nacional e atende qualquer público, porém o diferencial da loja é a exclusividade com o canal Red uma linha, também da Deca, com peças em louças e metais com design moderno e arrojado que imprimem personalidade em cozinhas, banheiros e áreas de lazer. A Franke, empresa especializada em cubas de inox, leva para a residência do cliente a tecnologia do inox tratado e desenvolvido para cozinhas de fast food. Outra marca disponível é a Mekal que produz cubas de alta durabilidade. Para os acessórios de decoração os destaques são a Mosarte e Jatobá. A primeira oferece revestimentos em pedras naturais e semipreciosas para a confecção de mosaicos e painéis para paredes, interna e externa, além de fachadas. A especialidade da Jatobá são as pastilhas de porcelana e vidro - coloridas ou incolores - ideais para piscinas, fachadas e espaço gourmet. A loja também disponibiliza a arquiteta Karina Ferrari para compor e decorar o ambiente, apresentando projetos para satisfazer o cliente na hora do acabamento de sua obra. A equipe de vendas é formada por Arlete Kanaszewska e Alessandro Lopes Corrêa. AKABAMENTOS & CIA Rua Napoleão Selmi Dei, 197 Fone: (16) 3461 0100 Área externa Portobello

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ATENDIMENTO PERSONALIZADO O objetivo da ACIA e do SEBRAE em 2013 é atuar de forma presencial e continuada com soluções in loco e tecnologias para aprimorar a gestão, os produtos e processos das micro e pequenas empresas, garantindo sucesso a cada uma delas em seus negócios. Em 2012, a parceria entre a Associação Comercial e Industrial de Araraquara e o escritório regional do SEBRAE em Araraquara ofereceu aos empresários que participam do Programa Empreender, uma nova visão sobre a gestão de suas empresas. Por meio de consultorias, oficinas, workshops, missões e eventos, os empreendedores realizaram ajustes em seus negócios pensando em aumentar suas participações em seus mercados. Para este ano, o projeto continua fortalecido e será reforçado pelo Programa Negócio a Negócio (NAN) e Sebraetec. empreender Renato Haddad (presidente da ACIA) e Marimar Guidorzi, gerente regional do SEBRAE-SP Empresas dos grupos de marcenarias, oficinas mecânicas e clínicas de beleza - as três primeiras que aderiram ao programa receberão atendimento personalizado do SEBRAE - SP por meio do NAN. Com o diagnóstico das empresas em mãos, os consultores indicarão melhorias a serem implementadas e entregarão um Caderno de Ferramentas de Gestão que auxiliará o empresário na implementação das melhorias sugeridas. Numa próxima visita, o consultor vai aferir os resultados alcançados e as dificuldades encontradas na implantação das melhorias. Um dos grupos privilegiados com o apoio do Empreender é o da reparação automotiva Já o Programa Nacional de Serviços em Inovação e Tecnologia (Sebraetec) vai oferecer aos empresários acesso a conhecimentos científicos e tecnológicos para o aperfeiçoamento de processos, produtos e também implantação de inovações na empresa e no mercado. “Nossa proposta atual é atender de forma personalizada todos os empresários que participam do Programa Empreender, proporcionando atendimento in loco com soluções pontuais a partir das necessidades já identificadas”, afirma Marimar Guidorzi, gerente regional do SEBRAESP Araraquara. Já o presidente Renato Haddad, da ACIA, considera que a parceria com o Sebrae tem características inovadoras que proporcionam elevado grau de estímulo para que os pequenos empreendedores possam deslanchar em seus negócios: “Vivemos um novo tempo, onde prevalece no mercado quem realmente se debruçar sobre a evolução tecnológica e o aprendizado de como gerenciar seus negócios de maneira organizada. Essa, então, é a oportunidade”, diz ele.

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economia GERAÇÃO DE EMPREGO TEM ALTA DE 16,9% NO PRIMEIRO TRIMESTRE A geração de emprego formal, medida todos os meses pelo CAGED2, aumentou em quase 17% em Araraquara, neste primeiro trimestre de 2013. Uma boa notícia para a economia. De acordo com os números levantados pelo economista Jaime Vasconcellos, do Núcleo de Economia da Unesp e do SINCOMÉRCIO, foram criados em Araraquara, 1.266 novos postos de trabalho com carteira assinada neste trimestre. No mesmo período de 2012, o saldo atingiu 1.083 novas vagas. Em 2013, a movimentação do emprego em Araraquara já soma 22.670, dos quais 11.968 em admissões e 10.702 em desligamentos. Pela análise setorial, 78,27% do saldo araraquarense em 2013 provém da Indústria de Transformação, a qual somou mais 991 empregos formais. O setor de Serviços, com saldo positivo em 380 vagas, e Construção Civil, com 135, respectivamente, foram os setores econômicos com maior saldo, após o desempenho industrial. Por outro lado, a Agropecuária, apoiada na sazonalidade das safras retraiu seu mercado de trabalho em 313 postos de trabalho. ANÁLISE Com números melhores que 2012, o primeiro trimestre do ano finda com destaque à Indústria local. A formação de mais 991 vagas significa um aumento de 28,7% em relação aos primeiros três meses de 2012. É tácito que todo início de ano, a tendência é o setor industrial sustentar a geração de empregos, já que a maioria dos contratos trabalhistas do setor inicia-se em consonância com o começo Saldo positivo para a área de prestação de serviços com a abertura de 380 vagas do ano. Ao mesmo tempo, neste período, é normal observar crescimento tímido do mercado de trabalho do setor de Serviços e Comércio, ambos ainda estavam em processo de desligamento dos trabalhadores contratados de forma temporária para fim do ano e janeiro. De forma comparativa com Matão, observa-se o desempenho de Araraquara no primeiro trimestre na geração de emprego com carteira assinada e ao grande saldo negativo de Matão, face ao fim da safra de laranja, nos meses de fevereiro e março (Araraquara fechou com 1.266 postos de trabalho e Matão perdeu 7.879 vagas). Se o primeiro trimestre funciona como grande termômetro para o desempenho do mercado de trabalho no decorrer do ano, observa-se uma tendência mais positiva em relação a 2012, no caso de Araraquara. O setor comercial e de prestação de serviços deverão continuar liderando as contratações, em um balanço anual. O melhor desempenho da indústria local, nestes três primeiros meses do ano, demonstra uma expectativa mais otimista do setor para 2013. Bom sinal para nossa economia. Recém chegado da Bahia, o pedreiro Jailson dos Santos, já foi contratado

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projeto ali ABRA AS PORTAS PARA A INOVAÇÃO E FAÇA SUA EMPRESA CRESCER Projeto que nasceu no Estado do Paraná para ajudar pequenas empresas a se diferenciar nos mais diversos segmentos, chega em Araraquara através da parceria da ACIA, SEBRAE e o CNPq. Está sendo lançado na cidade o Projeto ALI, ou seja Agentes Locais de Inovação, com o objetivo de orientar o pequeno empresário em relação a diferentes ações que ele pode aplicar nos seus negócios e obter melhores resultados. O projeto é uma parceria da ACIA, SEBRAE-SP e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). “Hoje, o micro empresário está mergulhado em desafios e a maioria se sente ameaçado pela concorrência de produtores que se apoiam em baixos salários ou empresas que têm alto potencial de inovação e criação de produtos e serviços”, diz o presidente da ACIA, Renato Haddad, ao mostrar sua visão. Questionado sobre o futuro deste quadro, Renato Haddad explica que o projeto apresenta como proposta, a mudança do patamar de competitividade pela inovação e diferenciação de produtos e serviços e inserção e reconhecimento nos principais mercados do mundo. É neste particular que entra a Inovação, e se apresenta como implementação de um produto (bem ou serviço) novo ou significativamente melhorado, um processo, um método de marketing, um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas. Sendo assim, diz o presidente da ACIA, o Programa ALI, visa promover a cultura da inovação nas pequenas empresas com o objetivo de se tornarem inovadoras e competitivas, por meio de um acompanhamento de bolsistas do CNPq selecionados e capacitados pelo SEBRAE. Num primeiro momento, os 14 agentes do ALI vão trabalhar em empresas que apresentam faturamento anual entre R$ 360 mil e R$ 3.600 milhões, com algumas alternativas de se buscar o fortalecimento delas. O empreendedor conhecerá a importância da inovação para a competitividade empresarial e receberá um diagnóstico empresarial com proposta de ações no campo da gestão e da inovação, com parecer técnico de um especialista do SEBRAE. Durante dois anos a empresa será acompanhada pelo programa e terá seu grau de evolução medido com a proposição de ações inovadoras para o negócio. “Nosso alvo é fomentar as práticas de negócios em cerca de mil empresas da região de Araraquara com acompanhamento dos agentes de inovação e supervisão do SeEBRAE-SP Araraquara, para elaborar em conjunto com o empresário um plano de gestão com base em diagnóstico no local de trabalho. Caso a caso, iremos realizar um trabalho gratuito, continuado e customizado por especialistas”, comenta Evandro Di Tódaro Junior, consultor do SEBRAE. Para o secretário de Ciência, Tecnologia, Turismo e Desenvolvimento Sustentável, José Roberto Cardozo, o programa nacional de inovação do SEBRAE vem ao encontro do desenvolvimento regional defendido pelo prefeito Marcelo Barbieri.

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economia A Randon está chegando para investir 500 milhões de reais FERROVIA E CANA IMPULSIONAM A ECONOMIA DE ARARAQUARA Reportagem publicada pelo jornal Folha de São Paulo reconhece a expansão econômica da nossa cidade; coloca uma vez mais os olhares dos investidores para ela e aponta os fatores que estão transformando o nosso jeito de viver. A ferrovia que estimulou o progresso de Araraquara no fim do século XIX é a mesma que ajuda, agora, a impulsionar a economia e atrair indústrias para a cidade de 220 mil habitantes. A vocação logística do município, na região central do Estado, tem contribuído para que se torne pólo de grandes empresas. Segundo a ALL, concessionária que administra mais de 21,3 mil quilômetros de ferrovias no país e no exterior, o pátio de Araraquara é o de maior movimentação de composições em toda sua malha. E está em ampliação. Só neste ano, serão R$ 20 milhões em investimentos, com expectativa de aumentar em 30% os 600 empregos. As obras permitirão maior produtividade e agilidade na movimentação de cargas. Mas não é só a localização do município que vai garantir investimentos nos próximos anos. A proximidade de centros produtores de matérias-primas como a cana-de-açúcar e a laranja também atrai empreendimentos. É o caso da CocaCola Brasil e da JBF Industries, da Índia, que anunciaram em setembro de 2012, a construção da maior fábrica do mundo para a produção de BioMeg (material feito a partir da cana usado na fabricação de embalagens recicláveis). A unidade vai consumir R$ 1 bilhão e gerar 1.650 empregos diretos e indiretos. Quem também está chegando por causa da linha férrea e da cana, é a Randon, que vai instalar uma unidade industrial na cidade. No fim de 2012, o grupo (que atua no transporte pesado de cargas) anunciou investimentos de R$ 500 milhões, com potencial de gerar 2.000 empregos até 2017. “Araraquara foi escolhida por ser um pólo ferroviário e canavieiro”, diz o diretor corporativo e de operações da Randon, Erino Tonon. Araraquara também vai receber investimentos no setor de energia. Em funcionamento, a retransmissora já faz a interligação aos sistemas de Furnas e da Cteep. A subestação recebe energia das usinas de Santo Antonio e Jirau (RO). A rede tem 2.345 quilômetros de extensão e 4.327 torres de transmissão, que atravessam 5 estados e 85 municípios. Já foi investido o valor de R$ 1,4 bilhão, mas está previsto mais R$ 1,6 bilhão para fazer a interligação e distribuir energia por meio de outros sistemas para regiões como o sul de Minas e parte do Rio. Como se vê, é o desenvolvimento chegando por todos os lados.

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eleições “Temos que realizar uma administração objetiva, voltada para o nosso quadro associativo; devemos disponibilizar meios que consolidem os corredores comerciais e tornem a nossa associação um poder na discussão das políticas econômicas da cidade e elas nos conduzam a um caminho extremamente seguro. Um dos nossos objetivos é ter nas festas de final de ano, um Natal bem iluminado, enfeitado, em parceria com o SINCOMÉRCIO” Renato Haddad Presidente RENATO HADDAD É REELEITO POR ACLAMAÇÃO NA ACIA Convidado para dirigir as eleições da Associação Comercial e Industrial de Araraquara no dia 8 de abril, Waldemar Antonietto reviveu sua grande experiência como diretor do Cartório Eleitoral de Araraquara e enalteceu o trabalho de Renato Haddad e seus diretores na entidade. Afinal, era chapa única e ele sentiu-se a vontade para destacar a importância de todos em torno da necessidade de fazer da ACIA, uma instituição ainda mais forte. “Tenho comigo a imagem do Renato Haddad como presidente do Clube Araraquarense, onde cumpriu dois importantes mandatos. Foi um período de expansão e consolidação do clube em nossos meios Abertura da assembleia feita por Waldema Antonietto sociais, culturais e esportivos”, justificou Antonietto. Em seguida, o presidente do Conselho Deliberativo, Jair Aparecido Martineli, anunciou que Renato Haddad estava reeleito por aclamação. Ele fez um breve comentário sobre a união dos associados em torno do nome de Renato, adiantando que “era o reconhecimento ao brilhante trabalho administrativo realizado pela diretoria”. Em seu discurso, Renato fez um breve relatório do avanço dado à Associação Comercial, desde o crescimento patrimonial com a aquisição de um carro e uma moto, à implantação do Clube de Bene-

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Toninho Deliza, presidente do SINCOMÉRCIO cumprimenta Renato Haddad, presidente da ACIA e antecipam parcerias em promoções a serem realizadas até o final do ano para beneficiar os comerciantes e os consumidores fícios, AdvocACIA, Universidade ACIA, Banco de Talentos, Posto da SERASA, Posto de Certificação Digital, realização de cursos de capacitação e outros benefícios. No final, o presidente reeleito para mais um mandato de três anos agradeceu aos diretores e funcionários da ACIA e disse que “uma das grandes preocupações é a retomada de um Natal bem iluminado, colorido, demonstrando fraternidade e o espírito festivo da nossa gente. É isso que o sócio quer, que o araraquarense deseja e vamos ter a decoração natalina como uma das metas”. Presente à reeleição de Renato Haddad, o presidente do SINCOMÉRCIO, Toninho Deliza, afirmou que de fato, a decoração natalina também passou a ser uma das prioridades em sua gestão neste ano. “Já estamos trabalhando para isso e Jair Martineli presidiu a assembleia temos certeza que teremos um dos Natais mais festivos dos últimos anos”, ressaltou. Antes, ACIA e SINCOMÉRCIO estarão empenhados em organizar a Quinzena do Consumidor, incentivando o comércio a organizar campanhas promocionais com farta distribuição de prêmios aos consumidores. Waldemar Antonietto não deixou de reconhecer o desempenho de Renato Haddad na ACIA, bem como no Araraquarense

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