Revista Comércio & Indústria - Janeiro/2013

 

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Revista Comércio & Indústria - Janeiro/2013 - Ano 8 - Nº 90

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Janeiro/2013 • Ano 8 • N° 90 Publicação Mensal

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ponto de vista redação SÔNIA MARIA MARQUES AGINDO DESTA MANEIRA, CADA UM ESTARÁ CUMPRINDO COM SUA PARTE IVAN ROBERTO PERONI* RECONHECIMENTO E VALORIZAÇÃO Uma grande parte desta nossa edição foca a posse do prefeito Marcelo Barbieri, do seu vice Coca Ferraz e dos vereadores eleitos em outubro. O material ora apresentado tem o objetivo de reconhecer o trabalho do administrador público e que lhe sirva de estímulo no desempenho da função destinada pelo povo através do voto. Marcelo Barbieri tem uma trajetória notável dentro da política. Sua história sai das lutas ocorridas em prol de um país democrático; percorre os espaços da Câmara dos Deputados e chega ao nosso Paço Municipal pela vontade popular. Marcelo Barbieri simboliza na atualidade a esperança de uma cidade voltada para o desenvolvimento. Mas que dê a ela qualidade de vida, pontuada pelo respeito, por sinal uma das suas características. O trabalho jornalístico exibe uma Araraquara do presente com sua explosão socioeconômica, bem como os desafios que Marcelo Barbieri deverá enfrentar nos próximos 4 anos. Que neste novo mandato tenha toda sorte possível; que sua visão atinja os anseios da comunidade, pois o maior tesouro que possui nesta empreitada é a confiança. Felicidades, prefeito. Os problemas causados pela empresa que veio a nossa cidade construir o Atacadão (Carrefour) ainda repercutem de forma negativa e nos conduzem a uma análise mais profunda sobre o drama vivenciado pelos comerciantes de Araraquara. Após a venda de materiais ou prestação de serviços, a empresa responsável pelo projeto deixou de efetuar os pagamentos ocasionando sérios transtornos e prejuízos ao comércio. A Associação Comercial e Industrial de Araraquara como entidade de classe, defende naturalmente os interesses dos seus associados e repudia a atitude de quem faz a opção por investimentos em empresas que não estão sediadas no município. Ou então, insiste que por uma questão de segurança, seja analisado o histórico das empresas de fora, contratadas para atuarem na cidade. Ora, o comércio local constitui um patrimônio insubstituível na afirmação dos bairros e da cidade e é parte integrante da memória coletiva da população, sendo de extrema importância o respeito que deve ser dado aos empreendedores de boa fé. Sabemos que os moradores das pequenas cidades são tentados a deslocarse para municípios vizinhos, mais desenvolvidos, onde a oferta é maior e mais diversificada, tirando então partido das acessibilidades, cujas vantagens e desvantagens circulam em ambos os sentidos. É fato que antigamente os negócios realizavam-se num ambiente de grande proximidade entre a procura e a oferta. O comércio dentro de cada cidade então tinha um rosto. Hoje já não é assim. Criaram-se novos centros imbuídos de uma lógica comercial diversa, causando a descentralização comercial e o fim dos encontros diretos de compradores e vendedores. Nos novos modelos comerciais as relações tornaram-se frias, institucionais, formatadas, impessoais, subtraindo a magia da relação de vizinhança entre as partes que negociavam um bem ou serviço. O comércio com a abertura dos shoppings (em Araraquara são 2) e dos corredores (são cerca de 10 motivados pela descentralização), perdeu o rosto que era familiar ao consumidor. Naqueles tempos inspirava-se confiança e, muitas vezes, amizade. Aos poucos o relacionamento pessoal que se exercia no centro da cidade foi perdendo sua característica, e passa agora a ser feito no próprio bairro. Ninguém pode cercear o direito do Atacadão (Carrefour) trazer uma construtora de outra cidade, mas não podemos aceitar também a colocação de uma construtora sem histórico, que surge para ocasionar problemas às empresas que aqui estão sediadas. Esse tipo de situação não acontece pela primeira vez; também não será novidade se amanhã ou depois vir a se repetir. Da mesma forma que apelamos aos consumidores para que façam suas compras no comércio local, é justo que o Poder Público também faça o mesmo, dando preferência aos produtos e aos serviços executados por empresas da nossa cidade. Agindo desta maneira, cada parte estará cumprindo seu dever. EDIÇÃO N° 90 - JANEIRO/2013 Diretor Editorial: Ivan Roberto Peroni Supervisora Editorial: Sônia Marques Redação: Rosane D’Andrea Depto. Comercial: Gian Roberto, Silmara Zanardi e Heloisa do Nascimento Design: Mário Francisco, Carolina Bacardi e Fernando Oprime Tiragem: 5 mil exemplares Impressão: Grafinew - (16) 3322-6131 A Revista Comércio & Indústria é distribuida gratuitamente em Araraquara e região INFORMAÇÕES ACIA: (16) 3322 3633 COORDENAÇÃO, EDITORAÇÃO, REDAÇÃO E PUBLICIDADE Fone/Fax: (16) 3336 4433 Rua Tupi, 245 - Centro Araraquara/SP - CEP: 14801-307 marzo@marzo.com.br

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reportagem de capa COC MORUMBI A ESCOLA COM ESPAÇO PRIVILEGIADO E TECNOLOGIA ALIADA À EDUCAÇÃO Com uma das estruturas de ensino mais modernas do país, o COC Araraquara vem construindo a sua história na educação com muita seriedade, proporcionando o desenvolvimento integral dos seus alunos. Vivemos em tempos de grandes mudanças e novas configurações. A escola que outrora se concentrava apenas em conteúdos, começa a ter um novo contorno. Muito mais do que memorizar datas, fórmulas, conteúdos sem sentido, a instituição escolar abraça o desafio de ensinar e aprender com o cotidiano do aluno, a forte presença da tecnologia e principalmente com a habilidade da convivência, sabendo respeitar e aprender com o outro. Cada indivíduo se configura como uma oportunidade de aprendizagem dos laços humanos. É nesta direção e neste sentido que o COC Araraquara - Unidade Morumbi realiza, desde 1998, suas diversas atividades na Educação Infantil, Ensino Fundamental I, Ensino Fundamental II e Ensino Médio. Instalada numa área de 48 mil metros quadrados, a instituição de ensino dispõe de uma estrutura física e pedagógica capaz de atender com excelência seus alunos, além de proporcionar ampla interatividade com a Educação Ambiental MINI FAZENDA COC: A EDUCAÇÃO LEVADA A SÉRIO Localizada nas dependências da escola, a Mini Fazenda COC é um projeto inovador colocado à disposição do aluno. Sua estrutura com animais, flora a fauna, estimulam a consciência ecológica e a responsabilidade ambiental desde seus primeiros passos. Com essa iniciativa, a educação ambiental se torna concreta, fortalecendo o aprendizado das futuras gerações e aumentando a perspectiva de sustentabilidade no planeta. CUIDADO E CARINHO QUE FAZEM CRESCER A primeira fase da vida de um aluno é cuidada e desenvolvida de modo especial, com proposta, estrutura, educadores e demais profissionais voltados às necessidades específicas das crianças. O projeto pedagógico, uma referência nacional, baseia-se no princípio da capacitação das inteligências cognitiva e emocional, motivando as crianças a crescerem com atitude, sem esquecer o principal: elas precisam ser felizes no mundo em que vivem. Além das atividades regulares, a instituição busca despertar nas crianças o desenvolvimento amplo dos sentidos ao oferecer atividades especiais com professores de artes, música, inglês e educação física. A metodologia pedagógica global está apoiada nas linguagens de expressão que O meio ambiente sempre presente na vida da escola compõem o material didático: plástica, oral, corporal, musical, afetivo-social, matemática e científica, proporcionando aos pequenos a iniciação ao processo de alfabetização e a aquisição de importantes valores que servirão de alicerce na formação de suas personalidades. FORMANDO CIDADÃOS CONSCIENTES Para formar com atitude, o Ensino Fundamental COC Araraquara concretiza os valores que o aluno começou a desenvolver desde a Educação Infantil. Do 1º até o 5º ano, o ensino é voltado ao desenvolvimento das habilidades cognitiva, social e afetiva. A criança recebe os conteúdos para a sua formação intelectual e obtém oportunidades de desenvolver-se plenamente, tornando-se um cidadão participativo. Do 6º até o 9º ano, a consciência reflexiva dos alunos é estimulada pela troca de A Mini Fazenda COC estimula a consciência ecológica e o respeito aos animais Metodologia pedagógica global apoiada nas linguagens de expressão

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A formação de qualidade e a orientação adequada às melhores escolhas acontecem de modo integrado na preparação do aluno para um futuro de conquistas Desde cedo a tecnologia presente experiências. Nesse período, procura-se oferecer, por meio de um processo dinâmico, não apenas os conhecimentos e saberes necessários a uma formação de qualidade, mas também meios que auxiliem o desenvolvimento afetivo-social do aluno, possibilitando-lhe a perfeita integração na sociedade. Nos 2 últimos anos do Ensino Fundamental, os alunos iniciam o contato com o ambiente e com os recursos tecnológicos avançados do Ensino Médio. Essa ambientação torna a transição gradual e mais natural, contribuindo para o melhor aproveitamento do aluno em sua futura fase escolar. FORMAÇÃO E ORIENTAÇÃO INTEGRADA O Ensino Médio COC Araraquara é forte e inovador. A formação de qualidade e a orientação adequada às melhores escolhas acontecem de modo integrado, em 2 etapas de ensino: Primeira etapa: são as 2 primeiras séries, em que os esforços se concentram na formação dos alunos e nos fundamentos de todos os conteúdos programáticos do Ensino Médio. Segunda etapa na Unidade Centro: é a terceira série, também chamada de Terceirão®. Aqui o foco está na preparação in- tensa para os mais concorridos vestibulares do Brasil. Todo o conteúdo ensinado visa as escolhas do aluno e o vestibular que ele pretende prestar. TECNOLOGIA A FAVOR DA EDUCAÇÃO A mesma tecnologia disponível nos cinemas e em grandes parques temáticos ao redor do mundo é um dos grandes diferenciais do COC Araraquara. O giz e lousa dão lugar a um quadro interativo sensível ao toque (touch screen), composto por 2 telas que reúnem, em sala de aula, todos os recursos das salas especiais: 3D, aulas digitais, animações, vídeos, entre outros recursos. Com essa tecnologia, o professor pode disponibilizar na Internet todo o trabalho desenvolvido na DigiCOC® II durante a aula. É possível também rolar listas com o deslizar do dedo e ampliar ou reduzir imagens abrindo ou fechando (movimento de “pinça”) os dedos ou as mãos, proporcionando uma experiência enriquecedora e motivadora. A tecnologia inova para atender a realidade e a necessidade dos alunos. Um bom exemplo disso é o LapCOC®, um netbook para cada aluno (sendo 1º e 2º anos do Ensino Médio, neste primeiro momento, com previsão de ampliação para as de- mais séries ou anos). No COC Araraquara, esse recurso é utilizado como um instrumento auxiliar das estratégias educacionais (livros e recursos didáticos da escola), como oportunidade de ampliação do acesso à informação, do desenvolvimento de novas habilidades de produção, de aquisição de novos saberes, e na expansão e participação ativa da inteligência na construção coletiva do conhecimento pelos alunos. O professor orienta e fomenta o processo de aprendizagem com a ferramenta digital, estimulando pesquisas e buscas que propiciem o conhecimento de forma dinâmica e ativa. A convivência com as atividades físicas SERVIÇO: COC Araraquara - Unidade Morumbi Rua Verbo Divino, 151 Tel.: (16) 3303-1620 www.cocararaquara.com.br Ações desenvolvidas para a formação das crianças Na Unidade Centro a preparação do aluno para enfrentar os exames vestibulares

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palavra do presidente TODOS QUEREM TER BONS RESULTADOS NO MOMENTO EM QUE SE RENOVAM AS ESPERANÇAS RENATO HADDAD Prezados Associados: É com muito prazer que volto a conversar com vocês, neste espaço, após um período de recomendado afastamento, em função da campanha eleitoral. Foram meses que continuamos trabalhando para fortalecer ainda mais a nossa entidade quando, inclusive, fomos chamados a comparecer na sede da FACESP, em São Paulo, juntamente com Gino Torrezan, nosso vice-presidente regional, para tratar de assuntos que poderão melhorar o leque de serviços oferecidos. Estivemos, também, em Campos do Jordão, acompanhados dos funcionários Fátima e Felipe, este responsável pelo Programa Empreender, que já conta com três núcleos em andamento e, brevemente, lançaremos o quarto, de confecções. Nosso presidente Rogério Amato diz sempre que “juntos, podemos mais”. E é verdade. Tanto que aguardávamos um desfecho final para a aquisição do Plano Benemed pela São Francisco, o que se deu em primeiro de novembro. Reunidos em nossa sede, explanamos a eles nossas preocupações em relação a atendimento, exames, internações e recebemos deles a palavra de que querem melhorar em muito todos os procedimentos, inclusive com mais médicos atendendo os usuários. Assim, estamos todos confiantes de que uma empresa forte como a São Francisco poderá, muito em breve, estar atendendo nossos associados com a qualidade que caracteriza a sua marca. Por isso que, com a melhoria desse convênio, mais empresas certamente se filiarão à ACIA e, cada vez mais, “juntos poderemos mais”. E por isso quero pedir-lhe: indique uma empresa cujo proprietário(a) seja seu amigo para filiar-se à ACIA. Precisamos agrupar um número maior de empresas, para que possamos ter mais representatividade no seio da sociedade araraquarense. Em virtude do trabalho realizado pelas diretorias que nos antecederam, somos uma entidade acreditada pela comunidade. Indicar um amigo para associar-se não tem preço, mas, em agradecimento, quando isso acon- tecer, sua próxima mensalidade será abonada. O novo ano já está batendo na nossa porta e, temos que, com base nos dados de 2012, tomar as providências em relação aos nossos negócios e, para tanto, os números são importantes, apesar de nem sempre, darem certo. Assim, os experts apontam para um crescimento em torno de 3%, movido pelo consumo doméstico. As pessoas aproveitam os incentivos da redução de impostos e endividam-se, principalmente comprando carros. É uma farra, que, obviamente, será estendida por mais algum tempo, até esgotar o modelo. No meu modo de ver, uma faca de dois lados, pois, se de um lado ter um carro é um sonho possível de se realizar hoje em dia, por outro, pagando a prestação do mesmo, mais a do seguro, mais a licença, mais o IPVA, compromete-se uma grande e significativa parte dos rendimentos não somente de um, mas, muitas vezes, de todos os membros da família que se cotizam para adquirir esse bem. Então, somando as despesas com o carro, o supermercado e parcelas de grandes redes de lojas, sobra muito pouco para o restante das despesas bem como para o consumo em lojas de menor porte, o que explica o problema enfrentado por pequenos comerciantes. O comércio, de um modo geral, foi bem em 2012, crescendo até 9% no geral; porém, quando se segmenta, temos uns crescendo e outros em dificuldade. Estejamos num ou noutro, temos que pensar em andar pra frente. Repensar, reinventar, movimentar-se, mas, principalmente, temos que usar, além das nossas próprias experiências, nossos talentos, temos que nos aliar à Universidade que, creia, tem muito o que passar para o empresário araraquarense. A ACIA vai atrás disso. Brevemente, fecharemos acordos de cooperação e parceria com universidades para orientação aos empresários. Dá trabalho, mas também traz resultados melhores. E bons resultados todos precisamos principalmente neste momento em tomamos fôlego para seguirmos em frente com mais um ano de atividades. Bom ano, boa sorte , saúde e bons negócios. Conte conosco sempre. A nossa luta vai continuar Renato Haddad, presidente da Associação Comercial e Industrial de Araraquara

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A ACIA investe no seu crescimento patrimonial com a compra de 1 moto e 1 carro fiscalização AJUDA ASSIM SERÁ SEMPRE BEM VINDA Mostrando o bom trabalho da sua diretoria e a grande preocupação em defender os interesses dos seus associados, a ACIA compra um veículo e coloca à disposição do município para ajudar no combate ao comércio clandestino. Tendo em vista o crescimento da invasão de vendedores ou comerciantes que agem na clandestinidade, tornando difícil a fiscalização sobre os que atuam desta maneira, a ACIA - Associação Comercial e Industrial de Araraquara, se propôs em dezembro a colaborar com o município e defender simultaneamente seus objetivos junto ao seu quadro associativo. A iniciativa se deu, principalmente, em razão da aquisição feita recentemente pela associação – de um veículo 0K – específico para prestação de serviços aos seus sócios, embora ao longo da sua história, tenha procurado apoiar o trabalho de fiscalização feito pelo Poder Público. Numa situação dessas vivenciada pelo município, disse o presidente Renato Haddad (ACIA) e com a necessidade de uma fiscalização mais intensa para defender os comerciantes que atuam de for- As cidades sempre se preocupam em alertar os ambulantes sem autorização ma legal em Araraquara, a ACIA se propõe em disponibilizar o mencionado veículo para realizar essa ação. “É do conhecimento de todos a grande atuação de vendedores clandestinos em nossos corredores comerciais ou áreas estratégicas, com a venda de cofres, móveis, estofados, mudas de frutas ou flores, mesas de bilhar; quando não, a invasão ocorre na região central, tendo livre atuação pela ausência de maior fiscalização”, argumentou o presidente da ACIA. Segundo ele, a união de todos os setores para o combate ao comércio clandestino é imprescindível para o crescimento econômico da cidade. Primeiro, como forma de incentivar os que trabalham dentro da legalidade e segundo, com a possibilidade do município ampliar sua arrecadação e com isso gerar mais riquezas para ampliar a qualidade de vida da comunidade em seu todo. O SINCOMÉRCIO também vem apoiando a iniciativa da ACIA para evitar que os lojistas sejam prejudicados pelo comércio clandestino. Venda de mudas cresce cada vez mais nos principais corredores comerciais da cidade

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cidade DESAFIOS QUE VIRÃO NOS PRÓXIMOS ANOS O que podemos esperar de Araraquara nos próximos 10 anos? Há possibilidades de uma projeção no setor econômico? O mercado de trabalho estará aberto com a chegada de novas empresas? Seu perfil atrativo parece despertar nossos sentidos para mudanças ainda mais rápidas. Ao analisar e elencar os desafios de Araraquara nos próximos anos e encontrar caminhos para um crescimento econômico sustentável, de qualidade, em consonância com a Questão Ambiental e que preze por contrapartidas de excelência à população, torna-se necessário entender como estamos, para, a partir disto, vislumbrar onde poderemos chegar. ONDE ESTAMOS A economia araraquarense findou a primeira década do século XXI em alto ritmo de crescimento. Em verdade, nestes 12 anos, a evolução da atividade econômica foi bastante portentosa e demonstrou, em sua essência, fortalecimento grandioso nos pontos já vocacionais da cidade. Com relação ao emprego, houve um crescimento de cerca de 75% entre 2001 e 2011, atingindo um total de 76.983. Destes, 57% estão em Comércio e Serviços e cerca de 35% na Indústria de Transformação. O salário médio obteve crescimento real de 8,84% (2011: R$ 1.553,10) e a massa salarial ultrapassou R$ 1,4 bilhão. São mais de 6.100 estabelecimentos, auxiliando o crescimento de um PIB (Produto Interno Bruto), que em 2009 ultrapassou R$ 4.193 bilhões e entre 2005 e 2009 obteve um crescimento médio anual de 11,11%, segundo o IBGE. Os números citados acima demonstram que o desempenho da economia de Araraquara junta-se ao bom desempenho da economia brasileira nos últimos anos e ultrapassa, em comparação percentual, o índice de crescimento econômico nacional. Além de nosso município sempre ter sido reconhecido pelos excelentes níveis de qualidade de vida e de oferta de serviços básicos à população, observou-se na primeira década do sec. XXI, um crescimento de altos índices de inserção ao mercado formal, aumento salarial e, consequentemente, geração de riqueza. Os bons resultados econômicos locais, aliados à alta qualidade de vida e a um ambiente macroeconômico brasileiro mais equilibrado, tornou Araraquara pólo atrativo que ultrapassa sua microrregião, atingindo um fluxo populacional e principalmente, novos fluxos de investimentos. Prova deste novo cenário é a quantidade de empreendimentos do setor comercial e industrial que nos últimos 3 anos escolheram Araraquara para suas novas plantas. Nosso mercado consumidor aumenta e nossas atratividades, as novas empresas acompanham.

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para onde vamos DISTRITOS INDUSTRIAIS BEM MAIS DINÂMICOS São 3 as frentes que mais desafiarão Araraquara nos próximos anos. Os 3 quesitos estão relacionados muito mais ao desafio de constância no crescimento econômico sustentável, do que algo muito mais exótico ou exuberante. O primeiro foco deve ser dado à atratividade que o município cada vez mais possui ao investimento privado. É visível o aumento da chegada de grandes empreendimentos no município, principalmente do setor comercial e industrial. Neste sentido, tornase vital a manutenção constante de infraestrutura com objetivo de facilitar tal instalação de novas plantas empresariais. Com isso, o foco deve ser dado ao setor de logística, serviços básicos, qualificação de mão-deobra e parcerias, sempre com preocupação voltada para a Questão Ambiental e os impactos que novos empreendimentos têm ao seu local de instalação e ao redor dos mesmos. Neste caso, percebe-se a importância dos Distritos Industriais cada vez mais dinâmicos e com plena facilidade de disponibilização ao capital privado. Desenvolvimento econômico em corredor comercial As 2 outras frentes que o mu- obriga mudanças e inovações no trânsito nicípio deve investir referem-se a atuação do Setor Público local. Primeira- mais distantes. É inviável imaginar o demente, deve ser base de exercício a formu- senvolvimento social e econômico, sem folação de um Orçamento Público Munici- co na oferta qualitativa de Saúde, Educapal rígido com as necessidades básicas da ção e Habitação, investimentos em infrapopulação e que vise a constante melhoria estrutura, transporte coletivo, movimenda qualidade de vida dos moradores de tos culturais e plena preocupação com o Araraquara. A importância de rigidez e res- meio ambiente. peito à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), principalmente na elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA) equilibrada, é vital para criar uma base orçamentária municipal do tamanho das nossas necessidades e um plano de investimentos públicos de total acordo com o crescimento socioeconômico do município. É imprescindível um plano orçamentário bem feito e contas fiscais saudáveis, que são pré-requisitos para a terceira frente de desafios, isto é, o investimento público coerente. É uma responsabilidade proveniente de um município com qualidade de vida reconhecida, e manter a constância na mesma qualidade de vida e adequá-la aos novos fluxos populacionais, de empresas e transformações locais dos mesmos quesitos. Neste último caso, ênfase ao inchaço urbano das áreas centrais da cidade e na dicotomia da oferta dos serviços de educação, saúde e segurança pública nos bairros O novo asfalto na Bocaiuva2 melhora o transporte coletivo, facilita a entrega de máquinas e equipamentos na fase final de montagem da subestação e é fundamental para o escoamento da produção agrícola. Um desafio superado em 2012.

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O acesso à Saúde de melhor qualidade e aos medicamentos conclusão Texto: Jaime Vasconcellos OUSADIA PARA EVITAR OS PROBLEMAS SOCIAIS Plataforma Política Social: é assim que se define a agenda para o Brasil do Século XXI e onde Araraquara está inserida. O objetivo é identificar desafios e propor soluções com vistas à formulação de uma agenda de desenvolvimento em todos os setores. E tácito que o desenvolvimento de Araraquara aumenta seu poder de atratividade de investimentos e mão-de-obra. Para atender a esta nova demanda, com a mesma qualidade com que historicamente o município atendeu, é necessário, cada vez mais, engajamento, isonomia e destemor do poder público local, em meio a um cenário de pujante crescimento urbano, problemas sociais e capacidade econômica. Em resumo, o principal desafio da economia araraquarense é a assimilação de que a mesma está crescendo e, em alguns quesitos, alterando-se estruturalmente. Não é viável o pensamento arcaico de cidade interiorana isolada. Cada vez mais estamos conectados em uma rede geográfica e, por muitos setores econômicos, nossas vocações tornam-se referências à Região, ao Estado de São Paulo e ao Brasil. O pensamento de que não mais esNecessidade de se construir uma cidade mais humana tamos tratando de uma economia mediana é que dever ser, na prática, uma busca constante por ações para o crescimento socioeconômico, sem o temor e a fuga, principalmente pelo poder público, sobre questões polêmicas que alteram o ritmo do nosso florescer econômico e da qualidade de vida da população. A energia aparece entre os desafios dos próximos anos exigindo o fornecimento de serviços para o bem-estar de uma população crescente. Terá que facilitar o acesso a formas de energias modernas à população pobre, com preços acessíveis e sem interrupções graves Jaime Vasconcellos Economista e Coordenador do Núcleo de Economia do Sincomércio Araraquara Pesquisador do Núcleo de Conjuntura e Estudos Econômicos / UNESP / Araraquara

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Mauro e Sérgio Solssia, ao lado de seus filhos Bruno e Thiago, carregam em uma tradicional empresa voltada para a área de seguros, o respeito e a admiração, provenientes do ideal nascido na década de oitenta. Como corretora de seguros, a Solssia tornou-se exemplo e um orgulho para a nossa cidade poder representar as mais destacadas marcas nacionais. negócios Mauro, Bruno, Thiago e Sérgio SÉRGIO E MAURO SOLSSIA OS IRMÃOS QUE FIZERAM DA SOLSSIA UMA CORRETORA DE SEGUROS MODELO NA REGIÃO Passados 26 anos desde sua fundação, a Solssia Seguros não é apenas uma empresa familiar pelo fato de Sérgio e Mauro, com seus filhos, estarem à frente dos negócios. É familiar pelo vínculo que criou com seus colaboradores e o carinho que a comunidade nutre pelos 2 irmãos. A Solssia Seguros foi criada da união dos irmãos Sérgio e Mauro Solssia. Tudo começou quando Sérgio Solssia, em 1971, começou a trabalhar com seguros em Araraquara. Um ano depois foi a vez de Mauro seguir os passos do irmão e trabalhar no mesmo ramo de negócios. Nos 15 anos seguintes, os securitários Sérgio e Mauro vinham conquistando seus clientes até que em 1986, decidiram que era chegado o momento de caminharem sozinhos e montaram a Solssia Corretora de Seguros. Nestes 26 anos, a empresa se consolidou em Araraquara se tornando uma das mais fortes do mercado. Com a possibilidade de oferecer todos os tipos de seguros aos seus clientes, a Solssia conquistou um patamar de destaque, formando uma carteira de 7 mil clientes, número comprovado até o final de2012. Tudo com muito trabalho, esforço e dedicação. Os clientes recebem diariamente atendimento personalizado. O principal produto da empresa é o seguro de veículos, seguido de seguros de PME (pequenas e médias empresas), Transporte, Vida e Acidentes Pessoais, Previdência Privada, Residencial, Empresarial, Propriedades Agrícolas, Frotas de Carros e Condomínios. Mauro diz que tudo depende da necessidade e do ramo de atividade do cliente. A empresa disponibiliza aos seus clientes o Seguro Saúde. “Hoje a maioria das pessoas tem dificuldades com os planos de saúde. As companhias de seguro, de modo geral, oferecem um seguro saúde com convênio em diversos hospitais e médicos de todo o Brasil, além de trabalhar através de reembolso. Você pode procurar seu médico de confiança, fazer a consulta normalmente e, com o recibo em mãos, ter o retorno de seu dinheiro”, explica Mauro. Profissionais que promovem o sucesso da Solssia Seguros em nossa cidade Atualmente existem diversos planos de seguro e, ao contrário do que muitos pensam, são extremamente acessíveis. Com isso a procura cresce cada vez mais. Com uma equipe de 22 funcionários altamente treinados para atender seus clientes, vale ressaltar que alguns estão há mais de 20 anos na empresa, além dos primos Thiago e Bruno que trabalham junto dos pais Sérgio e Mauro Solssia. “Nossos filhos estão algum tempo conosco e já possuem experiência para dar continuidade à empresa”, conta Mauro. A Solssia Corretora de Seguros representa as maiores companhias do mercado como Allianz, Porto Seguro, HDI, Tokio Marine, Sul América, Azul Seguros, Alfa Seguros, Zurich e Liberty. Solssia Seguros Av. Bento de Abreu, 914 | 3303-5555 www.solssiaseguros.com.br

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