Revista Comércio & Indústria - Agosto/2009

 

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Revista Comércio & Indústria - Agosto/2009 - Ano 4 - Nº 49

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Agosto/2009 • Ano 4 - N° 49 ATACADÃO DA CONSTRUÇÃO CARTA 991.223.042-4DR/SPI MODERNO SEM PERDER AS RAÍZES Produtos de qualidade e atendimento rápido ainda mantém 16 anos depois o perfil do Atacadão, especializado em materiais para construção e com atuação em dezenas de municípios da região. A modernidade está na implantação de programas de capacitação profissional, serviço de telemarketing e home decore, estratégias que aproximam ainda mais os colaboradores dos consumidores.

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do editor ponto de vista Valter Merlos - Presidente Ivan Roberto Peroni LUIZINHO FLÓRIO, ATÉ UM DIA! ábado, 18 de julho. Sei que um dia normal, pra mim, tão pouco paS ráque aprenderamnemgostar amanhã não sera os a desta fantástica criatura: Luizinho Flório. Os dias não serão iguais para quem regularmente passava pelo Leitoa e com Luizinho trocava um dedo de prosa. Foi embora uma parte da história da cidade, arrastando nesta viagem, os sonhos de um menino ainda, audacioso, corajoso nos negócios, igual fazia com o verde da esperança ao encarar os laterais que seguiam seus passos no Palmeiras da Vila. Luizinho em sua bondade infinita, tinha o peito aberto e o coração em festa. Suas palavras, mesmo que fosse curta a conversa, soavam em tom de experiência. Bom marido, pai, profissional, escreveu com o sorriso coisas que poeta algum conseguiria colocar no papel. Tinha o poder mágico em transformar os maus momentos em horas de alegria e fraternidade. Pessoas como ele, contudo, partem cedo, pois mais adiante há coisas, que só os elevados espiritualmente e chamados por Deus podem resolver. Sua esposa Maria Aparecida sabe disso. Para seus colaboradores: Salete, Eliane, Jall, Marta, Suzana e Placídia, fica um rastro de saudade. Para nós, amigos, ele deixa um vazio na Arena da Fonte, pois também os jogos da sua Ferroviária perderam a graça. Capa Kris Tavares UMA CIDADE COM GENTE ORDEIRA E QUE EXPERIMENTA O SABOR DO PROGRESSO Atualmente a condição que me é proraraquara está comemorando porcionada, aumenta não apenas a res192 anos de fundação. Mais que ponsabilidade como dirigente classista, uma terra onde fincamos nossas mas também me obriga a ficar ainda raízes, esta é a cidade que recebe a tomais apegado às coisas da minha terra e dos verdadeiramente de braços abertos ao meu povo. Neste momento observo e que tem experimentado nos últimos que o mundo é uma camada de necessianos o sabor do progresso, tornando-se dades e que não há mais, nem menos o centro das atenções para investimenimportantes, somos todos iguais, onde tos. Seu posicionamento estratégico na precisamos uns dos outros. região central do Estado de São Paulo e Em 2010 encerraremos este mandaas situações disponibilizadas para uma to na ACIA e com orgulho deixaremos a economia forte, aliam-se à qualidade de marca da nossa diretoria vida destes 200 mil habina história da instituição, tantes que preservam uma morada repleta de rique- Essa satisfação se completa tal como nossos antecessores que sempre pautazas construída pelos nos- com a indicação do nosso nome para ser vice-prefeito ram por uma linha de consos antepassados. duta irrepreensível e fanAparentemente uma ci- e também o secretário de tástica parcela de colabodade completa, porém, há Desenvolvimento com a ração no processo de demuito ainda que se fazer condição de ser criada a senvolvimento da cidade. por ela nos mais diversos Sala do Empreendedor A implantação do Movisetores. É lógico que a paimento Degrau, Projeto xão que nutrimos por esse Empreender, Conselho de Mulheres pedaço de chão, fatalmente nos conduEmpreendedoras, além de outras ziria à rapidez desenfreada para vê-la ações, são frutos do nosso trabalho, como a maior e melhor de todas, no enbem como o apoio da ACIA para instalatanto, se a pressa é inimiga da perfeição do Escritório Regional da Jucesp. ção, trabalhamos com cautela e zêlo, pois o objetivo é torná-la pujante e huma- Essa satisfação se completa com a indicação do nosso nome para ser vicena. prefeito e secretário de DesenvolvimenComo presidente da ACIA, olhávato Econômico, mas com a condição de mos Araraquara de uma forma em funser instalada a Sala do Empreendedor ção das finalidades da própria entidade. na Prefeitura, abrindo as portas para os Mas, preferimos abrir um leque nestes pequenos empresários se firmarem no objetivos, respeitando seus propósitos caminho do sucesso econômico. e promovendo uma aproximação mais Por essa razão é que estamos raampla com a comunidade para fazê-la diantes com o aniversário de Araraquacumpridora também, das suas responra, cumprimentando e comemorando sabilidades sociais. A ACIA hoje está na com os nossos associados da ACIA, vida empresarial, tanto quanto, na vida uma grande data; e se Araraquara vive da população, pois nestes últimos anos fortaleceu seus vínculos com micro e pe- essa fase de fortalecimento econômico, se deve naturalmente a todos que se quenos empresários e levantou uma apresentam como empreendedores de bandeira em defesa dos empreendedoum novo tempo, acreditando que o meres, pondo em prática o desejo de vê-los lhor ainda está por vir. como cidadãos integrados à economia do município. A UMA HISTÓRIA COM 16 ANOS DE IDADE Embora muito jovem, o Atacadão tornou-se mais que referência, uma espécie de modelo no ramo de materiais de construção. São 16 anos e um crescimento guardado em segredo pelo empresário Amilton Brizolari. EDIÇÃO N° 49 - AGOSTO/2009 Diretor Editorial: Ivan Roberto Peroni Supervisora Editorial: Sônia Marques Assistente Editorial: Michele Rampani Depto. Comercial: Gian Roberto - José Teodoro de Souza Silmara Zanardi - Elaine Anaya Designer: Bete Campos, Mário Francisco e Carolina Bacardi Impressão: Gráfica Bolsoni - (16) 3336 9008 A revista Comércio & Indústria é distribuida gratuitamente em Araraquara e região INFORMAÇÕES ACIA: (16) 3322 3633 COORDENAÇÃO, EDITORAÇÃO, REDAÇÃO E PUBLICIDADE marzo comunicação Fone/Fax: (16) 3336 4433 Rua Tupi, 245 - Centro Araraquara/SP - CEP: 14801-307 marzo@marzo.com.br

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Luiz Carlos Penha Fiel, com os empresários do Distrito Industrial na Helibombas FUTURO Merlos diz que o restaurante poderá ocupar área privilegiada do V Distrito RESTAURANTE PARA OS TRABALHADORES Uma iniciativa praticamente inédita adotada pelo nosso município pode beneficiar trabalhadores do V Distrito Industrial, se a proposta for acatada pelos empresários. Via de regra, os operários que trabalham distantes de suas casas, tomam as refeições no próprio emprego. Quando as empresas possuem refeitórios há naturalmente maior conforto. O comentário foi feito pelo presidente da ACIA, Valter Merlos, também vice-prefeito e secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, no encontro que manteve em junho com empresários do V Distrito Industrial, um dos mais importantes da cidade. Na oportunidade, acompanhado do seu assessor Joel Aranha, Merlos comentou que o objetivo do prefeito Marcelo Barbieri é humanizar ainda mais o relacionamento entre empresários e colaboradores. Para isso, argumentou Merlos, o município e a ACIA seriam parceiros na cessão de uma área onde poderá ser construído um salão com características de refeitório. Com a medida, as empresas podem oferecer um local apropriado para os funcionários no horário das refeições, sem a necessidade da permanência deles no local de trabalho. Contudo, o mais importante para os empresários é proporcionar aos trabalhadores condições de terem uma refeição com qualidade, preparada por profissionais e seguindo orientação de nutricionistas. Valter Merlos com os empresários José Luiz, Salvador Carlos e Geraldo Cataneu, na reunião realizada na Helibombas Eduardo Bianchi, gerente administrativo da Helibombas e Célio Dória (coordenador de Agroindústria e Segurança Alimentar)

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O Estado tem seis meses para realizar uma fiscalização orientadora por parte da Cetesb, Anvisa e Bombeiros e caso não ocorra neste período nenhuma notificação, a empresa estará definitivamente licenciada. Merlos cumprimenta Serra pela implantação do projeto FUTURO TRABALHADOR SAI DA INFORMALIDADE O presidente Valter Merlos, da ACIA, acompanhou em São Paulo, a cerimônia de assinatura do decreto que dá tratamento diferenciado ao trabalhador autônomo que a partir de agora pode legalizar seus negócios. Serra deu a largada para a legalização do empreendedor informal Até 2010, mais de 300 mil trabalhadores autônomos sem vínculos com os órgãos públicos que vivem no Estado de São Paulo deverão legalizar seus negócios. A meta foi traçada pelo governador José Serra durante cerimônia no Palácio dos Bandeirantes, marcando o início de vigência da lei que criou o Empreendedor Individual, (MEI), nova figura jurídica inserida no Simples Nacional. O governador também assinou decreto que estabelece tratamento diferenciado para as chamadas atividades de baixo risco, como as exercidas por cabeleireiros, manicures, sapateiros, entre outras. Ao se inscreverem, os empreendedores vão obter licença provisória de funcionamento por 180 dias. Se, nesse prazo, a fiscalização não se manifestar, a licença passa a ser definitiva, automaticamente. “A informalidade é uma das grandes tragédias do Brasil porque desorganiza a economia e o sistema previdenciário. O MEI é a aposta de São Paulo para combatê-la”, disse Serra, ao lembrar que esses trabalhadores poderão obter crédito a juros baixos no Banco do Povo. O secretário de Emprego e Relações do Trabalho, Guilherme Afif Domingos, disse que a criação do MEI é um grande avanço em busca da legalização de pequenos negócios porque representa uma ade-

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Alencar Burti, presidente da Facesp, disse ao presidente da ACIA, Valter Merlos, que a legalização é necessária para que o País seja mais solidário Afif falou que São Paulo dá o primeiro passo para regularizar centenas de milhares de profissionais que trabalham por conta própria quação das exigências do governo ao público a que se destina. “Os informais não estão fora da lei. Na verdade, a legislação que estava fora deles”, disse. Entre as inovações, Afif destacou a desobrigação de emitir nota fiscal nas vendas de produtos ou serviços e o direito desses empreendedores a obter créditos do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) por meio da nota fiscal paulista. COMO FUNCIONA Podem se inscrever no MEI os pequenos empreendedores com faturamento de até R$ 36 mil por ano, que tenham até um empregado, não possuam mais de um estabelecimento e nem participem de outra empresa como titular, sócio ou administrador. O empreendedor não precisará de contabilidade e nem emitir nota fiscal. Pagará uma taxa única mensal, por meio do Documento de Arrecadação do Simples Nacional, que poderá variar de R$ 52,15 a R$ 57,15, recolhida em um só carnê, que incluirá todos os impostos (federais, estaduais e municipais). Em nossa cidade, as inscrições dos microempreendedores serão feitas na Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, na Associação Comercial e Industrial de Araraquara (ACIA), no Escritório Regional da Jucesp e também com os contadores filiados ao Secom, que não cobrarão pelo serviço. Os tributos serão recolhidos mensalmente. A taxa mínima é de R$ 51,15 (11% do salário mínimo) para o INSS, R$ 1,00 de ICMS e R$ 5,00 de ISS. Se o empreendedor atuar no comércio ou indústria, pagará R$ 52,15 (R$ 51,15 + R$ 1,00). Aquele que for prestador de serviços pagará R$ 56,15 (R$ 51,15 + R$ 5,00). Caso atue em atividade mista (comércio ou indústria e prestação de serviços) pagará R$ 57,15 (R$ 51,15 + R$ 1,00 + R$ 5,00). Para Valter Merlos, Araraquara está empenhada em proporcionar aos autônomos que hoje se encontram na informalidade, acesso aos direitos básicos do trabalhador, inserindo-os na legalidade e garantir assim o direito a uma aposentadoria. “Vamos fazer tudo o que for preciso para atender o máximo de autônomos. Faremos um esforço concentrado entre o poder público e a sociedade civil para divulgarmos os benefícios que o autônomo terá na formalidade”. Valter Merlos e Joel Aranha com Geraldo Alckmin que foi prestigiar o evento

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EM FOCO ACIA E SINCOMÉRCIO HOMENAGEIAM OS EMPRESÁRIOS DA NOSSA HISTÓRIA Anualmente, as duas mais importantes entidades de classe de Araraquara se unem na organização das comemorações do Dia do Comerciante e tornam público o reconhecimento e a gratidão a quatro empreendedores que ajudaram a escrever a história comercial da cidade. Trata-se de um momento, disse o presidente da ACIA, Valter Merlos, em que devemos destacar esta atividade, que talvez seja a mais antiga do mundo, ressaltando a saga destes profissionais que impulsionam o progresso e desenvolvimento em qualquer comunidade. O ato de compra e venda sempre foi básico para o crescimento de um povoado. Isso é o que diz a história, e dela não devemos fugir. Para o presidente do SINCOMÉRCIO, Ivo Dall’Acqua Júnior, a atividade de comerciante é a responsável pela qualidade de vida de uma cidade. Cidade com comércio forte é sinônimo de município com qualidade de vida e a isso devemos relacionar o emprego e a sustentabilidade de diversas famílias, baseadas na comercialização de produtos, completou. O jornalista Ivan Roberto Peroni, responsável pelo cerimonial do Dia do Comerciante, argumentou que as empresas são responsáveis pelo pagamento de tributos que ajudam na melhoria da infraestrutura de uma cidade. De uma forma bem simples, comentou ele, devemos dizer que o emprego existente no comércio, mantém famílias inteiras que consomem alimentos, escolas, habitação, lazer e tantas outras ferramentas existentes numa cidade. E completou: “Eles são merecedores do nosso reconhecimento”. Esta data deve ser sempre comemorada com muito carinho Valter Merlos ACIA A cidade deve se orgulhar por esses filhos tão conceituados Ivo Dall’Acqua SINCOMÉRCIO

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HOMENAGEADOS EM 2009 Araraquara, estimulada pela saga de audaciosos comerciantes da sua história, reconhece seus valores e orgulha-se em cumprimentá-los, pois são exemplos a serem seguidos e modelos para o sucesso. CLÁUDIO MARÇOLA LILIANTEX E CASA BRASIL DORIVAL RODRIGUES GRÁFICA ESPERANÇA GENESIO DELIZA PIPOCOPOS E CASA DELIZA NINYRA LEAL BASAGLIA FARMACOTÉCNICA

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GRATIDÃO NOITE DE EMOÇÕES O comércio de Araraquara hoje é considerado um dos mais modernos e atuantes e isso se deve ao empenho e o amor que cada um dos laboriosos comerciantes tem pela sua profissão, recebendo nossa gratidão. Ser comerciante não é fácil, destacou o deputado estadual Roberto Massafera, durante as comemorações do Dia do Comerciante, no dia 16 de julho. Naquele momento, o deputado lembrava o papel desempenhado por sua mãe Amália Acetozzi Massafera no comércio local. Hoje, continuou Massafera, é preciso ter perfil empreendedor e deter uma série de conhecimentos que no passado não eram muito exigidos. Antigamente bastava saber vender. Hoje o comerciante precisa ser um especialista para se manter no mercado, tendo uma qualificação específica para ser emIvo Dall’Acqua homenageia Cláudio César (acompanhado da mãe Marli) que no evento representou o pai, Cláudio Marçola, que não pode comparecer em função de uma viagem inadiável ao norte do país preendedor. Antes de mais nada precisa ter o dom, depois é preciso desenvolver potencialidades. Nos tempos atuais, frisou Valter Merlos, que também representou o prefeito Marcelo Barbieri, o comerciante tem que saber diversificar funções. É preciso saber comprar bem e vender bem, além disso, promover economia, ter uma equipe de vendas capacitada e oferecer produtos de interesse, apesar da distinção entre um comércio e outro. É visível verificar quais as empresas que acompanham a evolução e quais as que pararam no tempo. Só se mantém, quem tem algo novo e diferente para apresentar, mas acima de tudo responsá- Massafera lembrou o trabalho realizado por sua mãe Amália no comércio local Dorival e Elza são homenageados por Valter Merlos e Marlene Porsani

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Ivo Dall’Acqua homenageia Genesio Deliza, da Pipocopos e Casa Deliza. Maribel Santos, nora do casal (esposa de Toninho Deliza, vice-presidente do Sindicato do Comércio Varejista), entregou flores para Dirce Deliza Cada um dos ilustres homenageados tem sua parcela de contribuição na forma com que buscamos resgatar suas histórias; sobre essas histórias é que temos que refletir, pois cada uma mostra claramente a importância deles na construção de uma cidade mais humana e com maior qualidade de vida. vel, respeitando inicialmente os direitos dos seus semelhantes, fazendo prevalecer seus conceitos pelo exemplo, respeito, ética e honestidade. Para os quatro homenageados, disse o presidente do SINCOMÉRCIO, Ivo Dall’Acqua, foi um momento muito especial. São reconhecidos pelo que fizeram através da sua profissão e pelo engrandecimento da nossa cidade. Ninyra Leal Basaglia e o seu marido Antônio Sérgio, da Farmacotécnica, recebem o troféu e flores do casal Célia e Valter Merlos em sinal de reconhecimento ao trabalho realizado no comércio da cidade O vereador Ronaldo Napeloso destacou o trabalho dos empresários em seu discurso Ivo Dall’Acqua Júnior entrega o troféu a Cláudio César (representando seu pai Cláudio Marçola) e Maria Teresa Smirne homenageia com flores, Marli Marçola, num dos momentos emocionantes da festa

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Liliantex contribuindo com o processo de desenvolvimento da nossa cidade LILIANTEX O EMPREENDEDOR CLÁUDIO MARÇOLA Cláudio Marçola, aos 64 anos, se sente orgulhoso ao completar 50 anos de sua vida trabalhando e ajudando no desenvolvimento da cidade a frente da Liliantex e da conhecida Casa Brasil. Nos anos 50, Cláudio Marçola após o falecimento de seu pai Octavio, transferese com a mãe, Teresa e mais 6 irmãos, da sua cidade natal, Ribeirão Bonito para Araraquara. Aos 8 anos já começa a trabalhar como engraxate, carregador de cesta na feira e jornaleiro colaborando assim, no sustento da casa. Seu primeiro emprego formal foi nas Casas Buri, em 1959. Lá exerceu vários cargos, desde empacotador até balconista. Em 1965, ocorrem duas transformações em sua vida. A primeira, o casamento com Marli Pedroso; a segunda, a mudança de emprego, passando a ser viajante, permanecendo com essa atividade até 1973. Em seguida, Cláudio começou a trabalhar na Comapa, onde ficou por 12 anos, até que em 1986, dá um dos passos mais importantes em sua vida, adquirindo a loja Liliantex. Cláudio Marçola com os filhos Cláudio César, Márcio e Maderli na administração da Liliantex e Casa Brasil, marcas que consolidam uma tradição familiar em Araraquara Cláudio com os irmãos Hilda e Enis, a filha Maridia, a esposa Marli e sua mãe Tereza Cláudio César emocionado agradece a homenagem feita ao pai A família Marçola reunida no evento Com muito trabalho e dedicação, o empresário consegue fortalecer a sua marca e inicia uma fase de grande desenvolvimento no seu negócio, transformando a Liliantex em uma das mais importantes lojas do comércio local. No ano de 2002, ele realiza seu grande desejo e adquire um prédio na Rua Nove de Julho; curiosamente, o imóvel comprado pertencia ao seu primeiro patrão, o dono das Casas Buri. Após uma ampla reforma, em 2006, a Liliantex inaugura seu novo prédio. Hoje, a loja emprega cerca de 50 funcionários. Além da Liliantex, Cláudio também está a frente de outro empreendimento de sucesso em Araraquara; a Casa Brasil. A loja foi adquirida em 1989, e já era referência no comércio de Araraquara, empregando atualmente, cerca de 10 funcionários. Cláudio, emocionado, agradece a cidade que o acolheu com muito amor e respeito e que lhe proporcionou esse crescimento profissional e a consolidação de uma linda família. Casado com Marli, o casal tem quatro filhos, Cláudio César, Márcio Henrique, Maderli Regina e Maridia Cristina, sendo que três deles trabalham com o pai em suas lojas. O casal tem 7 netos. “Agradeço aos clientes, funcionários e amigos que fiz em Araraquara pois fui acolhido por um povo muito bom”, reforça Cláudio. Casa Brasil um símbolo do nosso comércio

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A farmácia no centro da cidade FARMACOTÉCNICA PIONEIRISMO DE NINYRA A Farmacotécnica é a primeira farmácia da área de manipulação e homeopatia no interior paulista. Há 36 anos a empresa se mantém como referência graças ao trabalho ético de Ninyra. A Farmacotécnica surgiu há 36 anos, quando Ninyra Leal Basaglia após uma palestra, decidiu trazer para Araraquara a novidade. Pelo caráter inovador e sucesso da empresa, Ninyra foi uma das homenageadas pela ACIA e SINCOMÉRCIO. Formada em 1967 como farmacêutica pela Faculdade de Farmácia da Unesp de Araraquara, nos primeiros anos após a graduação, Ninyra foi ser professora em escolas públicas da cidade, mas seu grande sonho sempre foi exercer a profissão. Foi quando assistiu a palestra do Dr. Paulo Queiroz Marques que lhe apresentou um novo conceito em farmácia, com a manipulação de fórmulas. Em 1973, a Farmacotécnica começou pequena, na Rua Maria Janasi Biagioni, a princípio comandada por três sócias: Ninyra, Elisabete Nogueira da Gama e Maria Leonice Alonso Perosso. Após alguns anos, a sociedade se desSua colação de grau na Farmácia em 1967 A mensagem de agradecimento à cidade Ninyra e o pai, o querido Nino fez. Ninyra, nesse novo momento, teve o apoio fundamental do marido, Antônio Sérgio Basaglia, que investiu e acreditou muito na visão e competência profissional da esposa. Foi então que eles construíram a Farmacotécnica no endereço atual: Avenida José Bonifácio, esquina com Padre Duarte. Ao passar dos 36 anos de fortalecimento dentro de um importante segmento, a Farmacotécnica é considerada farmácia de referência no setor. Hoje, a empresa tem 16 funcionários, três farmacêuticos, estagiários e conta com uma auditoria que certifica a qua- lidade e mantém atualizados todos os procedimentos realizados pela farmácia. Ninyra, filha de Nino Leal e Wanda Leal, está muito feliz e agradece, com todo o amor, a dedicação e apoio do marido, Antônio Sérgio Basaglia, com quem está casada há 42 anos. “Ele foi fundamental na consolidação desse meu sonho”, diz Ninyra. O casal tem dois filhos: Guilherme Augusto e Luis Gustavo (Pico) e quatro netos. Além da família, Ninyra também faz questão de agradecer os funcionários que trabalham com ela, ou que já trabalharam, bem como todos os clientes que confiaram na Farmacotécnica durante todos esses anos. É uma empresa de sucesso dirigida por uma Ninyra e o marido profissional compe- Sérgio que tanto lhe apoiou tente. Com colegas da Faculdade de Farmácia Laboratório na primeira farmácia Os netos João Pedro, Hugo, Júlia e Diogo

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Genesio e os filhos Antônio e Marcelo PIPOCOPOS A Casa Deliza ainda na Nove de Julho A Casa Deliza na Rua Carvalho Filho GENESIO DELIZA ONTEM E HOJE Neto de italianos e filho de comerciante, Genesio Deliza começou cedo a trabalhar e tornou-se um empresário de sucesso graças à seriedade nos negócios e o respeito para com as pessoas. Nascido em Araraquara, em 28 de julho de 1935, aos 12 anos de idade, Genesio Deliza foi admitido no Escritório São Paulo de Contabilidade, em seguida trabalhou na Casa Barbieri. Em 1951, inicia sua carreira na Nestlé, onde permaneceu 25 anos, chegando ao posto de chefe do departamento da região leiteira, cargo responsável pela compra do leite para abastecimento da fábrica. Buscando novos caminhos e outras oportunidades de crescimento, Genesio, em 1965, deixou a Nestlé e passou a gerenciar uma empresa de lacticínios na cidade de Araguari-MG. A esperada mudança na vida aconteceu mesmo em 1979, quando ele e um cunhado, adquiriram em sociedade o armazém Santa Cruz. Nesse ano, iniciaram as atividades da Comercial Pipocopos. Crescendo e se tornando referência na cidade, o negócio deu certo; Genesio, que mesmo com a inauguração da empresa continuou trabalhando fora, trouxe seu filho Antônio para ajudar na Pipocopos. Anos mais tarde, o outro filho, Marcelo, também se envolveu com a empresa. A sociedade com o cunhado durou dez anos, então em 1990, Genesio passou a se dedicar integralmente a Pipocopos. O crescimento e aceitação do trabalho pela comunidade araraquarense foi muito bom e em 1995, a família inaugurou a Casa Deliza. O empreendimento também foi um grande sucesso e hoje nutre clientes e enobrece o comércio de Araraquara. A Casa Deliza que começou na Rua Nove de Julho, atualmente está localizada na Rua Carvalho Filho. O nome Casa Deliza remete ao armazém de secos e molhados que os pais de Genesio, Antônio Deliza e Rosa Célere, tiveram na cidade. Genesio está casado há 50 anos com Dirce; o casal tem três filhos: Antônio, Marcelo e Cláudia e cinco netos. Ele atri- Reunião em família: Toninho Deliza e a esposa Maribel, Cristina e o marido Marcelo Deliza, Genesio e Dirce e Cláudia Deliza com o marido Eduardo Jakubowski bui o reconhecimento da Pipocopos e da Casa Deliza à dedicação, ao trabalho e ao amor dos seus filhos e esposa. “Agradeço a Deus, o empenho dos meus filhos, minha mulher e toda a família para alcançar a meta de nossa vida, sempre com muito trabalho e honestidade”, comenta Genesio. Outro agradecimento muito especial é feito aos fornecedores, e claro, aos clientes tão especiais da Casa Deliza e Pipocopos, que tornaram as duas empresas em referência regional. Genesio e Dirce casados há 50 anos Homenageado por ser Juiz de Paz Hoje, um Empresário da Nossa História

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A história dos irmãos Dorival e Emílio é muito semelhante à luta de empreendedores ousados que desafiam o futuro e partem em busca do sucesso profissional. Sempre foi assim na vida destes dois gráficos que a nossa cidade tem na conta de empresa bem sucedida pelo amor à profissão GRÁFICA ESPERANÇA O IDEAL DOS IRMÃOS DORIVAL E EMÍLIO O trabalho realizado por Dorival e Emílio Rodrigues deixam a Gráfica Esperança entre as empresas mais expressivas em seu ramo, merecedora da homenagem do SINCOMÉRCIO e ACIA. Inaugurada em 1977, a Gráfica Esperança é fruto da dedicação e amor pelo ofício. É assim que os clientes definem a atuação dos dois irmãos que sempre foram merecedores do carinho e respeito da comunidade, que leva em conta a ousadia de ambos. Dorival, muito respeitado pelo seu profissionalismo, é natural de Bueno de Andrada. Nascido em 7 de março de 1946, mudou-se para Araraquara aos cinco anos de idade. Filho do lavrador Emílio Rodrigues e de Lázara Fernandes Rodrigues, tem mais nove irmãos, um deles, Emílio, seu sócio na empresa. Dorival e sua mensagem de eterna gratidão Dorival e o seu amor pela profissão O trabalho incansável de Emílio Ainda muito jovem, aos 17 anos, Dorival teve o primeiro emprego em gráfica, e não parou mais de trabalhar na área. Adquirindo conhecimento, gosto pela profissão e muitos amigos, passou por três gráficas antes de iniciar a sua, ao lado do irmão. O começo da Gráfica Esperança foi difícil, eles tinham muita vontade de trabalhar, mas pouca condição financeira para suportar os primeiros anos da empresa. O maquinário foi comprado com o empréstimo feito no Banco Mercantil, onde Dorival fez um grande amigo, o gerente do banco, Adolfo Tabachine Ferreira que sempre o ajudou nos momentos mais delicados. Dorival e Emílio lembram desse apoio com muito carinho. O primeiro endereço da Gráfica Esperança foi na Rua São Bento, em frente à Escola Industrial; lá, o desempenho dos irmãos começou a ser reconhecido pelo povo araraquarense. O segundo e atual endereço fica na Av. Padre Antonio Cezarino, na Vila Xavier. Nos 32 anos da Gráfica Esperança, o apoio familiar, de sua esposa Elza Amaral Rodrigues com quem é casado há 44 anos, e de seus quatro filhos, Luciana, Fátima, Angélica e Júnior, se fez fundamental. Dorival lembra orgulhoso que todos os filhos passaram pela gráfica, hoje, Angélica é quem o ajuda na empresa. Emílio também destaca com muito carinho, o incentivo da esposa Sônia e de seus filhos Elizandra, Renata e Rafael. Além da família e amigos, eles não se esquecem dos clientes, pessoas especiais, que confiam na atuação honesta e profissional da Gráfica Esperança. Os pais Emílio Rodrigues e Lázara com os netos Angélica e Júnior, filhos de Dorival A Gráfica Esperança tornou-se uma empresa com característica familiar pelo grande companheirismo

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