Revista Comércio & Indústria - Junho/2009

 

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Revista Comércio & Indústria - Junho/2009 - Ano 3 - Nº 47

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Junho/2009 • Ano 3 - N° 47 CARTA 991.223.042-4DR/SPI SOLCRED 20 ANOS NO MERCADO DE FINANCIAMENTOS Além de completar 35 anos de carreira na área de financiamentos de veículos, o empresário Sebastião Mesquita comemora com sua esposa Inês outra data especial: 20 anos da SOLCRED, que hoje é agente financeiro da OMNI.

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do editor ponto de vista Valter Merlos - Presidente Ivan Roberto Peroni A IMPORTÂNCIA DA CAPACITAÇÃO E QUALIFICAÇÃO NOS TEMPOS DA CRISE esse é um profissional que consegue aner presidente da ACIA no motecipar movimentos, manter-se sempre mento em que o Brasil passa pela atualizado e mostrar boa vontade no tracrise com a moral mais intacta do balho. que a maioria dos mercados, nos permiEm algumas oportunidades, temos te uma visão bem ampla da real situafalado que não basta ser bom profissioção da economia regional. Somamos à nal, é preciso saber se vender adequafunção de dirigente classista outras atridamente colocando em prática um bom buições como vice-prefeito e secretário marketing pessoal. E de que forma? O municipal de Desenvolvimento Econôprofissional precisa mostrar que é útil, mico e isso aumenta ainda mais essa possibilidade de analista e nos leva a en- que ele agrega valor à empresa, que tender que a agitação provocada na eco- seus superiores podem tê-lo à disposição para qualquer desanomia brasileira foi muito fio. além da “marolinha” braVisitar o comércio, a indada pelo governo federal. Visitar o comércio, a dústria, dialogar com emDesemprego e as difi- indústria, dialogar com os preendedores, facilitar culdades vivenciadas pela nossos empreendedores, dentro da legalidade a classe empresarial em nos- facilitar dentro da legalidade abertura de novas empresa cidade explicam então, a abertura de novas sas, tem sido uma nova exbem melhor, essa situação empresas, tem sido uma e dela, não podemos fugir. nova e valiosa experiência... periência aliada a captação de informações que O cenário criado faz o traenriquecem nossa trajetóbalhador - do executivo ao ria na ACIA ou Prefeitura. E essa convichão de fábrica - viver sob a expectativa vência também tem nos ensinado que o de ser o próximo a ter a cabeça cortada marketing pessoal é bem diferente da nos tempos de crise. Mas esse também tentativa de se fazer autopromoção. A é o momento de todo e qualquer trabamelhor forma de se vender é com a qualhador sair da zona de conforto, mostrar lidade do trabalho; assim, quando houserviço e deixar claro que o seu trabalho ver uma reunião pela frente, o trabalhaé importante e que deste trabalho ele se dor deve se preparar; quando o incumbiorgulha. rem de um projeto ou tarefa, tem que se Ainda na semana passada, em nosdedicar como nunca; esse é o marketing sa Associação Comercial, fazíamos pessoal, na hora em que devemos subsuma análise mais profunda sobre o que tituir a preocupação pela ocupação. O vem ocorrendo nas empresas que nas profissional deve deixar o receio de lado últimas semanas, buscam profissionais e se ocupar de ações que levem benefíque possuem flexibilidade. Ou seja, cio para a empresa. aqueles empregados que conseguem Via de regra, as crises costumam ser se adaptar às diferentes situações pelas usadas como justificativas para demisquais a companhia pode passar devido sões, quando na verdade, motivos pesà instabilidade econômica. São profissoais estão por trás do corte. sionais que mudam de área e mantém o Fazemos este alerta sobre a impornível de produção, que se adaptam aos tância da capacitação do profissional diferentes meios em que forem inserineste momento, pois sendo ele qualifidos. cado, terá maior chance de se recolocar Resumidamente, o profissional com mais chance de manter o emprego é sim- em outro emprego mais rapidamente e ter merecidamente sua valorização. plesmente aquele que trabalha bem. E PAULO A. C SILVA E ROBERTO BARBIERI proposta para substituir denominação do Aéatual Palacete das Rosasaporque o município “Paulo A. C. Silva” uma das maiores justiças pratica, homenageando quem prestou relevantes serviços a nossa cidade. Paulinho, como era chamado, jornalista dos bons, trilhou os caminhos deixados pelo pai Antônio. Foi diretor do jornal O Imparcial e presidiu a Associação Brasileira dos Jornais do Interior. A contribuição d’O Imparcial para com a nossa terra é inquestionável e atravessar o tempo de forma destemida é a marca deixada durante 79 anos por essa família. Paulinho levou avante um ideal, tanto quanto Roberto Barbieri com o antigo O Diário da Araraquarense, que acabou sucumbindo em outras mãos, após disputar durante quase trinta anos, a supremacia jornalística regional. Foram dois idealistas impossíveis de serem substituídos, cada qual apresentando um perfil, porém, idênticos em sua saga por uma cidade mais justa e humana. Jamais na história de nossa terra, haverá um período de respeito à classe semelhante ao que foi imposto por eles, pela simples força da palavra. Hoje a Sala de Imprensa da Câmara Municipal tem o nome do jornalista Roberto Barbieri; o antigo prédio do Araraquarense, agora pertencente ao município, se chama Paulo A. C. Silva. Capa Gilmar Fotografias S COMEMORAÇÃO EM DOSE DUPLA Há 35 anos, Sebastião Mesquita começava sua vida profissional com financiamento de veículos; há 20 anos ele criou a SOLCRED, que hoje está consolidada como empresa de ponta no mercado financeiro. EDIÇÃO N° 47 - JUNHO/2009 Diretor Editorial: Ivan Roberto Peroni Supervisora Editorial: Sônia Marques Assistente Editorial: Michele Rampani Depto. Comercial: Gian Roberto - José Teodoro de Souza Sebastião Barbosa - Silmara Zanardi Designer: Bete Campos, Mário Francisco e Carolina Bacardi Impressão: Gráfica Bolsoni - (16) 3336 9008 A revista Comércio & Indústria é distribuida gratuitamente em Araraquara e região INFORMAÇÕES ACIA: (16) 3322 3633 COORDENAÇÃO, EDITORAÇÃO, REDAÇÃO E PUBLICIDADE marzo comunicação Fone/Fax: (16) 3336 4433 Rua Tupi, 245 - Centro Araraquara/SP - CEP: 14801-307 marzo@marzo.com.br

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REPORTAGEM DE CAPA Fotos: Gilmar Fotografias SOLCRED EMPRESA COMPLETA 20 ANOS NO MERCADO DE FINANCIAMENTOS Neste ano, o empreendedor Sebastião Mesquita está comemorando duas datas muito importantes em sua vida. A primeira delas é a celebração dos seus 35 anos de experiência na área de financiamentos e a segunda, é o aniversário de 20 anos de sucesso da SOLCRED que em nossa na cidade representa a OMNI Financeira. O êxito, diz ele, se deve à visão e ao empenho da minha esposa Inês Mesquita. O casal de empresários Inês e Sebastião Mesquita participando de congresso da OMNI em Águas de São Pedro e aplicando na SOLCRED, todo o aprendizado implicidade e vontade de vencer sempre foram fatores importantes na brilhante trajetória de um dos mais conhecidos empreendedores da área de financiamentos em nossa região: Sebastião Mesquita. Trinta e cinco anos depois, ele e a esposa Inês, recordam felizes o início de uma bela carreira que hoje envolve plenamente o casal. Sebastião conta que seu primeiro emprego na área de financiamentos foi em 1974, na Finasa, onde permaneceu por 10 S A entrega de prêmios tem proporcionado momentos de emoção para os diretores anos com grande sucesso, chegando a ocupar o cargo de gerente da empresa em São Carlos. Em seguida, Sebastião Mesquita trabalhou por cinco anos na Zogbi/Promovel, onde adquiriu mais experiência e confiabilidade dos clientes. Buscando novos desafios, ele resolveu, em 1989, investir em um negócio próprio e assim, deu início a SOLCRED, em um pequeno escritório na Avenida Osório. A abertura da empresa foi o grande marco em sua vida, pois além do empreendimento próprio, nesse período, Sebastião trouxe a esposa Inês Mesquita para trabalhar junto com ele. Através da SOLCRED, Sebastião e Inês foram por dois anos representantes do Banco Martinelli e posteriormente, em 1991, a SOLCRED se junta ao Banco Ficsa, uma representação que ocorreu por 14 anos. Em São Carlos, Sebastião iniciou a representação do Banco Ficsa em 1996. Entretanto, uma outra mudança estava para acontecer e em 2003: um novo desafio aparece para Sebastião e a SOLCRED se torna agente credenciado da Omni Financeira. Uma das grandes financeiras em ascensão no País, a Omni conta com mais de 90 pontos espalhados pelo Brasil e com cobertura de mais 1.780 municípios. A sintonia e parceria do casal Sebastião e Inês continuam impecáveis, pois ela comanda a agência em Araraquara e ele está a frente da Omni, em São Carlos. As duas agências são referências de sucesso em toda a rede Omni. Prova disso são as conquistas acumuladas em apenas Receber prêmios pelo trabalho de vendas tem sido fato constante na SOLCRED

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Em São Carlos, a OMNI administrada pela SOLCRED, está instalada na Av. Comendador Alfredo Maffei, 2253 Pela sua extraordinária performance de agente financeiro, a SOLCRED recebeu da OMNI um veículo já personalizado em 2007 seis anos de representação. A SOLCRED que representa a OMNI, já esteve quatro vezes entre as melhores agências da rede espalhadas por todo o Brasil, recebendo várias premiações como carros e viagens. Inês explica o sucesso de uma forma bem simples, “Sou apaixonada por aquilo que faço e tenho uma equipe dedicada e integrada para atender com atenção os clientes”. A SOLCRED que representa a OMNI na cidade e região, está comprometida com a capacitação dos seus profissionais A FAMÍLIA MESQUITA O percurso profissional do empresário foi construído e consolidado com o incondicional apoio familiar. Prestes a completar também 30 anos de casado com Inês, o casal sempre foi muito confiante em seus empreendimentos. Eles têm três filhas que seguem seus próprios caminhos com a mesma perseverança. Lílian Cristina, é psicóloga e mora em São Paulo; Liliane Helen, se formou em pedagogia e é professora da rede estadual; a caçula Larissa Inês tem formação em fisioterapia, mas a vida toda fêz ballet. Atualmente Larissa está nos EUA, trabalhando como dançarina no mundialmente conhecido Circo Vazquez. Essa é a história de Sebastião Mesquita, religioso, torcedor fanático da Ferroviária e participante de projetos sociais, mostrando uma trajetória repleta de desafios, reconhecida principalmente por suas conquistas profissionais. SERVIÇOS As lojas em Araraquara e São Carlos oferecem financiamentos para carros, motos e caminhões, bem como refinanciamento de usados e crédito consignado para aposentados. A empresa possui 16 colaboradores, 10 em Araraquara e 6 em São Carlos. Sebastião lembra que o seu sucesso é fruto também da dedicação de seus colaboradores, por isso, faz questão de premiá-los todos os anos. “Uma fatia do que ganhamos nós repartimos com eles, merecidamente”, salienta Sebastião, orgulhoso em estar a frente de uma equipe muito dedicada. A equipe que faz o atendimento da empresa em São Carlos: Celso, Ferrari, Fábio, Cláudia, Sebastião e Luana As filhas Larissa, Lilian e Liliane Diretores e os brilhantes colaboradores da SOLCRED: Alexandre, Valdecir, Sebastião, Márcio, Carlos, Celimar, Mayra, Beth, Inês, Camila, Solange e Marta Para a nossa cidade é muito importante possuir uma empresa tão sólida no mercado financeiro como a SOLCRED. Esse resultado é fruto do trabalho integrado de uma família que pauta pela seriedade em seu comprometimento com milhares de clientes.

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Joel Aranha (Sala do Empreendedor) e representantes da Associação dos Pequenos Empresários de Araraquara: Antônio da Cruz Faustino Filho, José Carlos Gaudêncio e Vanderlice Aparecida Esequiel, na entrega dos jalecos para atuação como ambulantes QUALIFICAÇÃO SÃO PEQUENOS PORÉM UNIDOS Recebendo apoio direto da BENEMED, ACIA e da Sala do Empreendedor, cerca de 40 ambulantes se únem e mostram que é possível fazer a classe crescer. Rotulados de ambulantes na história comercial, eles agora iniciam trabalho de massificação para propagação de uma categoria: pequenos empreendedores. A ideia se transformou em realidade quando a Associação Comercial e Industrial de Araraquara decidiu apoiá-los através do Projeto Empreender, cujo objetivo é fortalecer profissionais de um mesmo segmento, desde que se tenha união e interesse na troca de informações sobre suas atividades, diz Joel Aranha, coordenador do programa. Quando o presidente da ACIA, Valter Merlos, assumiu a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, o Projeto Empreender ficou ainda mais forte, convocando outros parceiros a integrarem o movimento. O primeiro deles, a BENEMED, que tem ampliado consideravelmente seu trabalho de responsabilidade social junto da comunidade. “O capital humano tem sido valorizado e torna-se imprescindível que as empresas se dediquem a investir recursos no sentido de atender cada vez mais as necessidades desse ativo intangível, remetendo seu apoio à questão da qualidade de vida no trabalho”, diz Fábio Santiago, presidente da BENEMED. A operadora participando desta ação, investiu na confecção de jalecos que serão utilizados inicialmente por 40 membros da Associação dos Pequenos Empresários de Araraquara. No final de maio, durante a entrega dos jalecos, Vanderlice Aparecida Esequiel (alvará para lanches e bebidas há 10 anos), Antônio da Cruz Faustino Filho (alvará para lanches e bebidas há 5 anos) e José Carlos Gaudêncio (alvará para salgados, milho e bebidas há 32 anos), comentaram a longa trajetória do trabalho ambulante e garantem que sentem-se reconhecidos pelo apoio. É necessário, diz Faustino, que sejamos uma associação organizada, defendendo os nossos direitos e contribuindo para que a classe esteja regularizada, pois é através do nosso poder de união que poderemos exigir benefícios. O objetivo, segundo Valter Merlos, é que toda categoria esteja regulamentada. Para isso, há neste projeto um outro importante parceiro que é o SEBRAE. CONVÊNIO COM A ACIA Entre eles, a preocupação com a higiene

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E-mail marketing criado pela Marzo Comunicação mostra parceria da ACIA no movimento SOLIDARIEDADE QUANTO MAIS GENTE, BEM MAIS QUENTE Diretores da ACIA apoiam a iniciativa do Fundo Social e buscam a colaboração dos empresários da cidade para tornar o inverno dos mais necessitados, bem menos rigoroso neste ano. Além de fazer constar em seu site a importância do envolvimento de todo empresariado, a Associação Comercial e Industrial de Araraquara está disparando aos seus associados desde o começo do mês, um cartão via internet, solicitando cobertores, roupas e calçados. É uma forma de fortalecermos a Campanha do Agasalho Célia Merlos e Zí Barbieri mobilizam campanha também junto à imprensa, aqui representada por Angélica Bombarda em 2009, diz Célia Merlos, uma das coordenadoras do Conselho de Mulheres Empreendedoras da ACIA e vice-presidente do Fundo Social de Solidariedade do município. Recentemente, Célia acompanhou Zí Barbieri, presidente do Fundo Social no lançamento da campanha em São Paulo. Elas foram recepcionadas no Palácio dos Bandeirantes por Mônica Serra, presidente do Fundo Social de Solidariedade e Desenvolvimento Social e Cultural do Estado de São Paulo. O tema da campanha deste ano é “Quanto mais gente, mais quente”. A ela, foram agregadas o conceito de solidariedade, a conscientização e a reflexão sobre questões ambientais e sustentabilidade. A campanha pede que todos pratiquem os “Três Rs”: Reduzir, Reutilizar e Reciclar. Em Araraquara, o movimento mobilizará empresas e entidades até julho, quando terminará a ação. Para Célia Merlos, a participação dos empresários é significativa pois também poderão mobilizar seus colaboradores e fornecedores, abrindo a campanha num leque de solidariedade e ajuda aos mais necessitados. No ano passado, a Campanha do Agasalho arrecadou em Araraquara 59.006 peças entre cobertores, edredons, moletons e meias. Estes números, para a dirigente da ACIA, deverão ser ultrapassados, pois a mobilização será muito maior, buscando a conscientização de todos. A diretoria da entidade, em seu pedido aos empresários, também abriu espaço para a doação de calçados. Outras informações na secretaria da ACIA ou pelo telefone (16) 3322 3633.

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MOMENTO ELES VOLTARÃO A atitude do prefeito Marcelo Barbieri em fazer retornar os veículos de passeio ao Boulevard, é observada por comerciantes e comerciários como democrática e capaz de reverter o quadro que levou alguns empresários a deixar o centro ou encerrar as atividades da empresa. Está decidido: a partir de julho os veículos de passeio voltarão a circular em caráter experimental no trecho do Boulevard da Dois e pelo menos 75% dos ônibus que tinham esse pedaço como itinerário serão desviados para a Rua Carvalho Filho. Outra decisão neste primeiro teste: os carros poderão estacionar nas baias do Boulevard pagando por uma hora, tempo estipulado e adequado para compras ou pagamentos. A iniciativa dos representantes da ACIA, SINCOMÉRCIO, SinHoRes, CDL e Sindicato dos Empregados no Comércio de Araraquara já foi levada ao conhecimento do prefeito Marcelo Barbieri para avaliações. No começo de maio, ele havia sugerido o encontro dessas lideranças e de onde sairia uma decisão para análise técnica da Companhia Tróleibus Araraquara e da Secretaria Municipal de Trânsito. Joel Marco Carrera mostrando como poderá ser no futuro, o tráfego de veículos na região central da cidade A excelente apresentação técnica do diretor da CTA, Ivo Eduardo Moroni, ao presidente da ACIA, Valter Merlos, que também representou o prefeito Barbieri Segundo o presidente da ACIA, Valter Merlos, a medida contempla todos os setores para fomentar os negócios no mais importante corredor comercial da cidade. Será um período de testes, disse ele. Se a experiência der certo, até o final do ano, os veículos de passeio voltarão definitivamente a passar pelo Boulevard que tem gerado muita polêmica em nossa cidade. As lideranças foram unânimes em apontar que o projeto criado pela administração anterior tinha um acordo que não foi honrado: circulação dos veículos de passeio e a retirada dos coletivos, tanto é que foram construídas as baias de estacionamento. Hoje, elas não cumprem sua fina-

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retirada dos coletivos e o acesso dos veículos de passeio no Boulevard, prevaleceram as medidas já apresentadas ao prefeito Marcelo Barbieri. Qualquer mudança que não fosse essa, geraria despesas que o município e a CTA, no momento não têm condições de assumir. Estamos numa fase de reorganização do trânsito na cidade, encontrando outros Harley Carmona Soares, Antônio José Cardoso, Carlos graves problemas, como Renato Segura e José Antônio Segura durante o encontro Balão das Roseiras com a Avenida Luiz Alberto e lidade e os usuários deixam os coletivos pe- também Avenida 36. Elogios contudo, foram feitos às mulo lado direito. Antônio Deliza Neto, presidente do danças já feitas pela sua secretaria. Por SINCOMÉRCIO, fez questão de ressaltar exemplo: a retirada de um ponto de ônibus que pela primeira vez - desde a implanta- na Portugal, entre Nove de Julho e São ção do Boulevard, de maneira democráti- Bento, há menos de 200 metros do Termica, comerciantes e comerciários são ouvi- nal de Integração. Em defesa dos comerciários, o sindidos pela atual administração pública. Segundo Deliza, os veículos de passeio ti- calista José de Mattos Filho fez pesadas crínham dificuldade em entrar no quadriláte- ticas à antiga administração da CTA acuro comercial da região central e isso con- sando-a de omissa e responsável pelos tribuiu para provocar enormes prejuízos transtornos ocasionados aos comerciantes e trabalhadores. Ainda bem que agora estaaos varejistas. Embora o secretário municipal do mos discutindo democraticamente esse Trânsito, Joel Marco Carrera, tenha apre- problema, que vai contribuir para o bem essentado outras alternativas para discutir a tar de todos, completou. Wanderson Candido, da Jô Calçados: “Comerciantes deixaram a Rua 2 e os trabalhadores perderam o emprego” Marcos Santana, da Criações Cláudia, favorável às mudanças, em defesa dos que atuam no centro comercial da cidade José de Mattos Filho Presidente do Sindicato dos Comerciários de Araraquara O vice presidente Antônio Deliza Neto, do Sindicato do Comércio de Araraquara Vereador Elias Chediek Neto, representando a nossa Câmara Municipal Entre os participantes estava a empresária Antonia Rizzo da Matta (segunda fila), apoiando as modificações a serem feitas

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Valter Merlos e José Serra conversam durante a Virada Cultural em maio CONVITE GOVERNADOR NA FACIRA 2009 A vinda de José Serra na abertura da Virada Cultural motivou o presidente Valter Merlos a convidá-lo em nome da ACIA, para a feira programada para agosto. Já faz um bom tempo que não temos o governador do nosso Estado abrindo a Feira Agro Comercial e Industrial da Região de Araraquara. Talvez seja essa a grande oportunidade que temos, diante da afinidade política de José Serra com Araraquara e nossas lideranças. Essa é uma das razões que tem incentivado o presidente da ACIA, Valter Merlos, a trabalhar pela vinda de Serra por ocasião da FACIRA, em agosto. Os vínculos do governador com Araraquara são bem antigos: ele vinha passear em nossa cidade durante sua juventude e fez algumas amizades, sempre motivado pela vida tranquila do interior dos anos sessenta. Tê-lo por aqui, comenta Merlos, além de ser um orgulho, também significa estar trabalhando pelo fortalecimento da feira. Feito o lançamento do mais importante evento da cidade em março, Merlos tem se mobilizado para sensibilizar as empresas a participarem da FACIRA. Segundo ele, é num momento como esse em que muito se fala em crise é que as feiras tornam-se importantes para os empreendedores. Elas, disse Merlos, oferecem a oportunidade do empresário estabelecer contatos, apostando forte no sucesso da sua marca e do seu stand e assim tirar proveito. Para fortalecer o convite sobre a vinda do governador na abertura da feira, o presidente da ACIA, que também é viceprefeito e secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, conta com o apoio do prefeito Marcelo Barbieri.

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A CTA assume importante papel junto à comunidade, mostrando a forma como foi idealizada a empresa e o pioneirismo dos tróleibus no País CONHECIMENTO Os tróleibus surgiram em 1949 em São Paulo; dez anos depois já estavam circulando em Araraquara UMA VIAGEM AO PASSADO DA CTA Os araraquarenses que ainda não completaram dez anos de idade, agora têm a oportunidade de conhecer um passado rico e não muito distante da cidade. A iniciativa do presidente da empresa, Paulo Rodrigues, tem como objetivo resgatar a história do transporte coletivo da nossa cidade. Um novo programa que entrou em vigor no dia 21 de maio, está mostrando a história dos quarenta anos em que os ônibus elétricos da CTA circularam por Araraquara. Durante boa parte desse período, a cidade foi atendida exclusivamente pelos tróleibus, um caso único em todo país. Para o presidente da companhia, Paulo Rodrigues, é uma história rica em detalhes que não podem ser apagados pelo tempo. “É preciso mostrá-los, principalmente aos jovens”, diz ele. No dia 21, um grupo de alunos da Emef Waldemar Safiotti visitou o Museu do Tróleibus, localizado na praça Clélia Honain, ou praça do DAAE, ao lado da sede da CTA. O museu está instalado no interior do primeiro ônibus elétrico fabricado no Brasil e o primeiro a circular em Araraquara, em 1959. Antes de visitarem o museu, os alunos assistiram a uma palestra dirigida pela estudante do 4º ano de Turismo da Uniara, Ariane Martins Rachid de Paula, sobre os cinquenta anos da CTA. Os alunos também conheceram o interior da empresa e seu funcionamento, finalizando a visita com um lanche. Fernando Cláudio Bazzoli, responsável pelo programa, afirma que as visitas proporcionarão aos alunos de escolas municipais, estaduais oficiais e particulares, conhecimentos da história, tanto da CTA e suas origens, como de Araraquara. “Futuramente, as visitas abrangerão também grupos específicos da nossa comunidade, tais como, grupos da melhor idade, artistas plásticos e mesmo de ex-funcionários da CTA, aposentados e suas famílias”, acrescenta ele. Além de Bazzoli e Ariane, uma equipe acompanha os alunos. No dia 21, estiveram presentes os diretores Marcelo Lopes, Reginaldo Gibim, Ivo Moroni, o encarregado de Manutenção Elétrica, Manoel Pereira Fray, com 49 anos de empresa, a secretária do Presidente, Silvia Cândida Borghi e o técnico de Segurança do Trabalho, Júlio Motta Júnior. No Museu do Tróleibus, os visitantes podem encontrar toda a evolução da empresa na cidade, por meio de fotos, roupas utilizadas pelos antigos funcionários e peças mecânicas, além de conhecer, por fotografias, todos os presidentes da CTA. Para o cumprimento do programa, a CTA realizará visitas todas as quintas-feiras, às 9h ou às 14h. Bazzoli com Reginaldo Gibin (diretor de Finanças da CTA) e Ariane Martins Rachid de Paula, integrantes do programa Fernando Cláudio Bazzoli conversa com os alunos que visitaram o Museu do Tróleibus Gibin e Marcelo Lopes (diretor Jurídico da CTA) recepcionando os estudantes

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MOMENTO FALSO OU VERDADEIRO? O comércio local está atento para a campanha informativa que o Banco Central lançará no segundo semestre a respeito da falsificação de cédulas. Em Araraquara, uma ação policial em 2008 fez cair de forma acentuada a circulação de moeda falsa. Em dezembro do ano passado, o dia não tinha clareado e a Polícia Federal de Araraquara iniciava a “Operação Cascalho”, com o objetivo de desarticular uma quadrilha acusada de confeccionar e distribuir notas falsas no interior de São Paulo. A operação teve apoio de agentes de Bauru, São José do Rio Preto, Marília e São Paulo. Três das nove pessoas procuradas foram detidas em um esquema organizado de remessa de quase R$ 200 mil por mês à região. A média era de R$ 40 mil por semana ou mais de R$ 6.500 por dia. Em um ano, por exemplo, o bando teria movimentado R$ 2,4 milhões em cédulas de mentira em Araraquara, Matão e Ibitinga. As cédulas de R$ 20 e R$ 50 eram confeccionadas em uma gráfica em São Paulo. Homens de Araraquara viajavam até a capital e pegavam o dinheiro. Após essa ação policial houve grande redução na circulação de notas falsas em nossa cidade. Também em São Paulo, a apreensão de notas falsas caiu 21% entre 2007 e 2008, de 665,9 mil para 520 mil cédulas. Mas, isso não ocorreu por causa da diminuição do combate ao crime e sim porque os falsificadores diminuíram a distribuição. Toda vez que são feitas ações diretas, a falsificação cai. E como o comerciante e as pessoas físicas podem se proteger e evitar receber papel moeda falsificado? A primeira coisa a observar na cédula para comprovar sua autenticidade é a marca d’água. Segundo o BC, 60% das notas falsas não têm a marca. As cédulas de R$ 50 e R$ 100 apresentam como marca d’água apenas as figuras da República. As de R$ 1, R$ 5 e R$ 10 podem ter também a Bandeira Nacional. Já as notas de R$ 2 têm só a figura da tartaruga marinha com o número dois e a cédula de R$ 20 tem o mico-leão-dourado com o número 20. Veja no quadro ao lado detalhes para identificar uma nota verdadeira de R$ 20, com base em informações do Banco Central. SEGURANÇA MENOR A nota de R$ 20 é a mais moderna e, por isso, tem cores mais difíceis de reproduzir. Essa cédula também tem imagens holográficas. No entanto, as notas brasileiras são ruins em termos de segurança se comparadas a outras moedas mais novas, como o euro. O real foi desenvolvido às pressas. Por isso houve muitos erros. Um exemplo é o fato de as notas serem todas do mesmo tamanho, destacam os especialistas. Com o mesmo tamanho, o falsificador “lava” uma cédula de baixo valor e imprime por cima outra de valor maior. As notas de real mais falsificadas são as de R$ 50, com 325.284 apreensões no ano passado, e as de R$ 20, com 43.687 notas. CURSOS ESPECIAIS Para quem lida com muito dinheiro diariamente, o BC oferece cursos de uma ou duas horas, que podem ser ministrados conforme pedido de associações de classe ou do comércio. O Monitor das Fraudes e outras organizações não governamentais

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também oferecem treinamentos semelhantes. Para a pessoa física que não quer ser enganada, há informações importantes no site do Banco Central. Também existem equipamentos que podem ajudar os comerciantes, como canetinhas de identificação e aparelhos de luz ultravioleta. Se você em Araraquara receber uma cédula falsa, deve procurar uma agência bancária para solicitar o exame da nota. Já o BC entrega um protocolo para a pessoa e verifica a autenticidade da cédula. Se for verdadeira, devolve o dinheiro. Caso contrário, o prejuízo é do portador da moeda. Para não arcar com esse prejuízo, muiCOMO IDENTIFICAR A NOTA FALSA 1 - MARCA D’ÁGUA Segure a cédula contra a luz, olhando para o lado que tem a numeração. Observe na área clara, do lado esquerdo, a marca d’água em tons que variam do claro ao escuro. No caso da cédulas R$ 20 aparecem a figura do mico-leão-dourado e o número 20. 2 - FIBRAS COLORIDAS Pequenos fios espalhados no papel, em vermelho, azul e verde. Podem ser vistos dos dois lados, em toda a cédula. 3 - IMPRESSÃO EM ALTO-RELEVO As figuras da República e do mico-leão-dourado, as legendas “BANCO CENTRAL DO BRASIL” e “VINTE REAIS”, a tarja com a palavra “REAIS” e os números indicativos do valor da cédulas são impressos em alto-relevo - podem ser sentidos com os dedos. 4 - FAIXA HOLOGRÁFICA Se a cédula for movimentada, aparecem imagens do mico-leão-dourado e do número 20. Com lente de aumento, vê-se também ao fundo, o texto “20 REAIS”. Na lateral direita, é visível o texto “Banco Central do Brasil”. 5 - FUNDOS ESPECIAIS São formados por linhas retas e sinuosas, extremamentes finas que dão colorido a toda a cédula. 6 - MICROIMPRESSÕES Com a lente de aumento, podem ser vistas pequenas letras “B” e “C” nas faixas junto à efige da República, no interior do número 20 e nos troncos das árvores ao fundo da figura do mico-leão-dourado, no verso da cédula. 7 - REGISTRO COINCIDENTE Olhando-se a nota contra a luz, o desenho das Armas Nacionais aparecem por inteiro, pois suas partes complementares, impressas nos dois lados da nota, ajustam-se perfeitamente. 8 - FIO DE SEGURANÇA Fio vertical de cor escura embutido no papel, mais facilmente visível com a nota contra a luz, com propriedades magnéticas. Eles servem para leitura por equipamento eletrônico de seleção e contagem. 9 - NUMERAÇÃO São as letras e os números que identificam a cédula. Não podem existir duas cédulas da mesma numeração. tos dos que recebem dinheiro falso repassam a moeda no comércio, como tem ocorrido até com certa intensidade em nossa cidade. Mas é bom lembrar que, mesmo tendo recebido a nota de boa fé, ao tentar repassá-la a pessoa pode ser condenada a uma pena de seis meses a dois anos de detenção. As agências bancárias em Araraquara começam a receber as primeiras informações sobre a intensa campanha que o Banco Central deverá realizar no segundo semestre sobre a circulação do dinheiro. A campanha será de âmbito nacional conscientizando a população sobre os riscos que ela corre. 10 - IMAGEM LATENTE Observando a frente da cédula, olhe a partir do canto inferior esquerdo, colocando-a na altura dos olhos, na posição horizontal e sob luz natural abundante, ficarão visíveis as letras “B” e “C”. 11 - MARCA TÁTIL São marcas impressas em relevo para auxiliar os deficientes visuais a identificar a cédula. Cada cédula tem marcas próprias - as de R$ 20 têm como marca tátil duas barras inclinadas. 12 - MICROCHANCELAS São as duas assinaturas - uma do Ministro da Fazenda, outra do Presidente do Banco Central do Brasil - que conferem à cédula o seu valor legal. Fonte: Banco Central do Brasil

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COMÉRCIO QUE VENHA O INVERNO Lojas que atuam no setor de confecções em Araraquara estão prontas para encarar o inverno deste ano. Existe a expectativa das vendas aumentarem em pelo menos 10% em relação ao ano passado. A coleção inverno já está no mercado e as tendências da moda ilustram as vitrines para vestir mulheres e homens dos pés à cabeça. Em nosso comércio, os clientes podem conferir e acompanhar todas as novidades apresentadas no mais alto estilo em grandes desfiles nas capitais do país e do mundo. O inverno começa no dia 21 de junho e com isso a indústria têxtil do país se movimenta para abastecer o mercado interno Silvana, da Celavie, mostra uma das com produtos de qualidade. Em nosso atrações da estação em uma cidade que país, de acordo com dados da Associação tem por tradição, apresentar e ser chamada Brasileira da Indústria Têxtil (ABIT), o se- de “inverno tropical” tor investiu cerca de R$1,5 bilhão em máquinas e equipamentos no ano passado, o que coloca as empresas nacionais entre as mais competitivas do mundo, uma delas a Lupo. Segundo Beth de Stéfano, gerente da Celavie, a loja já está abastecida com a coleção de inverno, sempre com roupas que correspondem ao clima da cidade. “Nossa região tem um clima que eu chamo de “inverno tropical”, então procuramos ter peças que se adaptem a esse clima, calor durante o dia e queda na temperatura à noi- A Milano, especializada em calçados, também já está com seu estoque pronto para atender suas clientes te”, explica Beth.

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Para essa estação as tendências principais são o xadrez, estampados, blusas amplas, bermudas, coletes e também os vestidos curtos com o meião. A expectativa da gerente é que as vendas pelo menos se mantenham num ritmo semelhante ao mesmo período de 2008, já que a crise, segundo ela, pôde ser sentida no setor de vestuário. Mas Beth aposta na vaidade feminina: “Mulher sempre gosta de renovar o guarda-roupa, se sentir bonita e estar na moda”. Mas não é só com vestidos, calças, blusas que se compõem um visual. O sapato também é um grande aliado nessa época do ano. Para o gerente da Milano Calçados, Leonardo Gaudiano, a moda da estação está bastante diversificada, especialmente, nas cores que vão desde tonalidades neutras como o preto, café e prata velho como também as estampas de onça e listrados. Os modelos estão bem variados. Além das tradicionais botas, que são o coringa de todo inverno, esse ano os sapatos “retrô” (fechados no calcanhar e abertos nos dedos) com saltos grossos e as sapatilhas rasteirinhas são os grandes sucessos da temporada. Segundo Leonardo, a expectativa de vendas também é muito boa. “A coleção está muito bonita e acreditamos no aumento das vendas, com certeza”, diz o gerente. Para ele, o frio vai espantar a crise. LUPO MAGAZINE RESGATA ÍCONE HIPPIE A moda para o próximo inverno, marcada pela volta triunfal do xadrez, resgata também o espírito folk (folclórico), praticamente um ícone do movimento hippie dos anos 1960, com seu exagerado look psicodélico. A revista Lupo Magazine, já nas Lojas Lupo, antenada com as tendências internacionais, está hasteando na sua 11ª edição a bandeira “paz e amor” - mas sem saudosismo, em sintonia plena com os novos tempos - para mostrar, num ensaio super romântico, as novidades da Lupo para a estação que se aproxima. Na capa da revista, uma amostra, com a modelo Daniela Rios, da Agência Joy, fotografada por Leonardo Luz. Neste inverno compre em nosso comércio ACIA - SINCOMÉRCIO

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