Revista Comércio & Indústria - Marco/2009

 

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Revista Comércio & Indústria - Marco/2009 - Ano 3 - Nº 44

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Março/2009 • Ano 3 - N° 44 RASTREAMENTO VEICULAR E MONITORAMENTO DE IMAGENS Os novos projetos da Alarm System Agregando o Rastreamento Veicular e o Monitoramento de Imagens ao Monitoramento de Alarme 24h, a Alarm System torna-se pela seriedade dos seus serviços e a excelência dos profissionais que a servem, numa das mais competentes empresas do interior na área de tecnologia em Segurança.

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do editor ponto de vista Valter Merlos - Presidente Ivan Roberto Peroni O PEDÁGIO DA COXINHA té que ponto, perguntam os comerciantes de Araraquara e os consumidores de Matão, tem sido importante o “pedágio da coxinha” na estrada que liga Araraquara-Matão. Quando da implantação, falaram em levantar recursos para preservação da estrada, impedir fuga dos motoristas pela Washington Luiz e minimizar custos para os moradores das duas cidades, “esfolados” com o abusivo preço do pedágio oficial que beneficia a Triângulo do Sol. Passado algum tempo, o que se observa é uma estrada com buracos, consumidores deixando de prestigiar o comércio de Araraquara e, de quebra, estragos em uma outra rota de fuga que passa pela Avenida José Palamone Lepre e desemboca atrás do pedágio da Washington Luiz. Não bastasse, os moradores que se servem da estrada passaram a enfrentar novos desafios, pois oficializou-se a fuga naquela região e com a outra rota criada, pelo Jardim Tropical, é evidente que os danos também passaram a ser causados na José Palamone Lepre. O bom senso indica a necessidade de reestudos e ações mais práticas que teóricas, sem “achismos” e ilusionismo na forma de aplicar os recursos públicos. Um novo Governo aí está e quem sabe tenha soluções, acima de tudo, mais humanas. AS MEDIDAS PROVISÓRIAS ERAM PARA ALIVIAR O BOLSO DO CONTRIBUINTE A C omo empresário, presidente de uma entidade de classe ligada diretamente ao meio empreendedor e secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, temos que estar mais que nunca atentos aos fatos ligados à economia nacional. São funções que nos obrigam a saber e passar as informações corretas aos que confiam em nosso trabalho. Um fato tem nos chamado a atenção nas últimas semanas, pois baixadas pelo Governo no final do ano passado como forma de amenizar os efeitos da crise financeira, as Medidas Provisórias 449 e 451 tratam, respectivamente, de parcelamentos de débitos tributários e da criação de novas alíquotas do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), além da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) dos carros. À primeira vista, são iniciativas que aliviam o bolso da maioria dos contribuintes. Mas nem tanto. Tributaristas e economistas integrantes do Conselho de Altos Estudos de Finanças e Tributação da Associação Comercial de São Paulo e ligada a nossa FACESP, concluíram que ambas as medidas foram editadas com discretos artigos que aumentam a carga tributária. Os artigos 8 e 9 da MP 451, por exemplo, tiram de atacadistas e varejistas que apuram o PIS/Cofins pelo regime não-cumulativo, o direito ao crédito sobre despesas de aluguel, energia elétrica e depreciação. Entendemos que, essa medida resulta numa perda de cerca de 30% da base de cálculo das despesas até então geradoras de crédito. Não é oportuno, tampouco necessário, esse aumento do custo tributário, pois independentemente dos motivos que levaram a Receita a extinguir o direito a crédito nesses casos, a medida deveria ser acompanhada por redução de alíquota. Juntas, as contribuições do PIS e Cofins somam 9,25%. Haverá impacto financeiro no caixa das empresas se esses artigos não forem rejeitados pelo Congresso Nacional. Se de um lado o Governo beneficiou o setor automobilístico com a redução do IPI, do outro, trouxe esse complicador que afeta diretamente o comércio. Já a MP 449 atinge diretamente as companhias que apuram o Imposto de Renda (IR) pelo regime do Lucro Real. Nesse caso, o artigo 29 impede que as pessoas jurídicas compensem créditos tributários com débitos de IR e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) recolhidos por estimativa mensal. Com isso, as empresas são obrigadas a recolher os tributos através de desembolso financeiro, prejudicando seu fluxo de caixa e impedindo que deem vazão a seus créditos acumulados no balanço. O que preocupa são as penalidades previstas no artigo 31 da MP 449 para os usuários do Emissor de Cupom Fiscal (ECF). Equipamentos irregulares resultam em multa no valor de R$ 5 mil, e a não-regularização no prazo de 20 dias implica no fechamento do estabelecimento. Não são poucos os que criticam o sistema tributário em vigor, o uso exagerado de medidas provisórias e as mudanças frequentes na legislação. Ao nosso ver, o sistema tributário continua um caos, principalmente no campo do ICMS. Aquele famoso ditado de que - quando a esmola é demais, até o santo desconfia - acaba prevalecendo, infelizmente, em situações como essa, onde vemos apenas um lado sendo beneficiado e a corda arrebentando do lado mais fraco. Somos naturalmente um grão de areia no oceano e indefesos diante da pálida intervenção dos nossos deputados e senadores, que a tudo veem, tudo aplaudem e nada fazem. Capa Foto: Mário Fuji A TECNOLOGIA DA ALARM SYSTEM Empresa administrada por Luis e Jefferson Barroso, iniciou 2009 se consolidando com o Monitoramento Veicular e o Monitoramento de Imagens. EDIÇÃO N° 44 - MARÇO/2009 Diretor Editorial: Ivan Roberto Peroni Supervisora Editorial: Sônia Marques Assistente Editorial: Michele Rampani Depto. Comercial: Gian Roberto - José Teodoro de Souza Sebastião Barbosa - Silmara Zanardi Designer: Bete Campos e Mário Francisco Impressão: Gráfica Bolsoni - (16) 3336 9008 A revista Comércio & Indústria é distribuida gratuitamente em Araraquara e região INFORMAÇÕES ACIA: (16) 3322 3633 COORDENAÇÃO, EDITORAÇÃO, REDAÇÃO E PUBLICIDADE Marzo comunicação Fone/Fax: (16) 3336 4433 Rua Tupi, 245 - Centro Araraquara/SP - CEP: 14801-307 marzo@marzo.com.br

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As novidades estão na praça COMÉRCIO Não há crise para quem gosta de chocolate SANTA PÁSCOA DOS OVOS, BOMBONS... Para um segmento do nosso comércio (alimentação), a Semana Santa representa grande potencial em vendas. Neste contexto, a linha de chocolates faz parte com um crescimento que atinge 40% no faturamento das lojas especializadas. Quarenta dias após o Carnaval, é celebrada a Páscoa. A festividade cristã que marca a ressurreição de Jesus Cristo é um dia em que famílias aproveitam para se reunir e celebrar o filho de Deus. Entretanto, outros símbolos também identificam essa data festiva, entre eles o coelho, o ovo e o chocolate. A festa tradicional associa a imagem do coelho, um símbolo de fertilidade e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes. Mas o grande impulso comercial da data é mesmo o chocolate. A Páscoa se tornou muito importante para o comércio e em alguns setores, ela só perde para as vendas do Natal. ESTÁ CHEGANDO A indústria de ovos de chocolate prevê um aumento de 10% nas vendas em 2009. Entretanto, a Cacau Show, uma das casas especializadas na iguaria idolatrada pelos povos Maias e Astecas, estima um faturamento 30% maior que em 2008. No comando das duas lojas na cidade que representam a franquia, Luciano de Lima e sua esposa Ana Carolina Carneiro, estão confiantes na Páscoa deste ano. Lucia-

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A Pipocopos promove cursos para quem gosta de fazer ovos de páscoa em casa OVOS CASEIROS Antônio Deliza Neto, da Pipocopos, uma das casas especializadas no ramo e que chega a vender 15 toneladas de chocolate nas semanas que antecedem a Páscoa no revela que a Cacau Show traz novidades e lança o ovo trufado Mezzo, com casca branca e ao leite; um ovo com 70% cacau puro e lançamentos em caixas de bombons. Além dessas opções, a loja mantém os sucessos em ovos dos anos anteriores e também o delicioso Bolo de Páscoa trufado, um dos seus campeões de venda. Loja especializada em chocolates Outra opção para essa Páscoa são os ovos feitos em casa, tanto por aquelas pessoas que querem agradar parentes e amigos presenteando-os com ovos produzidos de forma artesanal, como para quem tem na confecção de ovos de chocolate uma fonte de renda. “Quem perdeu emprego ou busca incrementar a renda, tem no trabalho com o chocolate uma opção, principalmente, na Páscoa, e isso aquece muito esse mercado nessa época do ano”, explica Antônio Deliza Neto, da Pipocopos e Casa Deliza. Ele também é vice-presidente do SINCOMÉRCIO, em Araraquara. De acordo com Toninho Deliza, no período que antecede a Páscoa, são vendidos na loja, cerca de 15 toneladas de chocolate. “O ovo de páscoa caseiro tem excelente margem de lucro para quem vende e assim, as pessoas se interessam em aprender”, disse. Na Pipocopos, os cursos que ensinam a fazer ovos já estão acontecendo desde o mês passado e podem ser feitos por qualquer pessoa. “As novidades da Páscoa 2009 estão nas lojas e a expectativa de todos, lojistas e consumidores, é muito boa, apesar da crise econômica. A Páscoa será comemorada em 10 de abril, por isso ainda dá tempo para aprender e se preparar para a festividade”, finalizou Deliza.

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Momento em que Valter Merlos é cumprimentado por Skaf e Barbieri EM FOCO SALA DO EMPREENDEDOR, UMA REALIDADE Nos primeiros trinta dias da administração Barbieri e Merlos, é inaugurada a Sala do Empreendedor com a presença do presidente da FIESP/CIESP, Paulo Skaf, o que mostra a força conjunta do atual Governo. Como presidente da ACIA, Valter Merlos tinha um sonho: ampliar o relacionamento da entidade de classe com o Poder Público visando beneficiar os empreendedores de Araraquara, principalmente, as micro e pequenas empresas. Por sinal, foi essa uma das suas exigências ao sair como candidato a vice-prefeito de Marcelo Barbieri, que acabou indo mais além: nomeou Merlos, secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e instalou a Sala do Empreendedor no nono andar da Prefeitura. “Ela tem por objetivo desburocra- O primeiro alvará emitido em apenas vinte minutos pela Sala do Empreendedor foi para a Uniodonto, representada por seu presidente Theófilo Perches tizar o acesso das empresas e contabilistas aos serviços públicos, além de facilitar a abertura de novos empreendimentos, com diminuição de prazos para emissão de alvará e certidões”, disse esta semana Valter Merlos aos seus colegas da ACIA. Ele foi mais incisivo: “Nós entendemos que são os empresários que proporcionam renda e empregos para a cidade e, é fundamental, que sejamos ágeis. Não po-

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demos aceitar que uma cidade como Araraquara demore 60 dias, 90 dias ou até um ano para emitir alvarás. Na Sala já trabalham funcionários de diversos setores afim de agilizar os serviços. É uma oportunidade para que os empresários e contabilistas sejam ouvidos e tenham um tratamento diferenciado, acrescenta Merlos. O Brasil precisa agilizar a vida daqueles que querem trabalhar, produzir e gerar empregos. A cidade está de parabéns pela iniciativa, ressaltou Paulo Skaf A vinda de Paulo Skaf além de prestigiar o atual Governo, serve para dar força ao trabalho que vem sendo realizado pela ACIA, visando beneficiar seus associados HOMENAGEM A GUMERCINDO FERREIRA JÚNIOR A Sala do Empreendedor tem o nome de Gumercindo Ferreira Júnior, empresário dos mais conceituados que faleceu no ano passado. Gumercindo começou a trabalhar cedo ajudando seu pai na fábrica de Chapéus Bandeirantes, até assumir os negócios em 1953, com apenas 18 anos. Em 1969, a fábrica de chapéus contabilizava 110 funcionários. Com visão de futuro, Gumercindo não ficou alheio à decadência do uso de chapéus e decidiu partir para a fabricação de calças. Assim nasceu a Chaban. Em 1985 a Chaban começou a produzir para a grife Paco Rabanne. A fábrica nessa época, contabilizava 320 funcionários diretos sendo uma das principais empresas na arrecadação de ICMS e outros tributos para o município. Em 1969, Gumercindo fez parte da primeira turma do curso de Direito da Fefiara. Foi também delegado do CIESP e vicepresidente da ACIA. Incentivou o esporte, com a empresa patrocinando a AFE. Ele foi certamente, um dos maiores empresários de Araraquara e todo o interior do Estado. Presentes na cerimônia: o irmão Gerson Ferreira, a esposa de Gumercindo, Helenice, e os filhos Gregor e Greice

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Valter Merlos recebeu Marcos Martinelli (ACISC), Antônio Carlos Roberto, Antônio Cláudio Donato e Marcos Marona (ACIT) EXPORTA SÃO PAULO Senna, coordenador do Projeto Exporta São Paulo, comentando a importância do encontro para os nossos empreendedores OLHOS ABERTOS PARA O MERCADO EXTERNO Dia 26 de março teremos no SESC, mais uma etapa do projeto Exporta São Paulo que visa apresentar estratégias utilizadas na exportação de produtos e meios colocados em prática para o desenvolvimento da empresa que quer exportar. Os pequenos empresários da cidade e região podem exportar sim e “o bicho” não é tão feio como se pinta. As explicações e a abertura de portas para o mercado externo serão apresentadas durante o “Exporta São Paulo - Exportar para Crescer / Novos Caminhos para o Mercado Externo”, previstos para o dia 26 de março, no auditório do SESC. O Exporta São Paulo, diz Valter Merlos, presidente da ACIA e secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, é uma das mais importantes ações da FACESP e do seu braço de negócios internacionais - a Chamber of Commerce. O evento tem garantido o apoio da Prefeitura Municipal de Araraquara, Secretaria de Desenvolvimento do Governo do Estado de São Paulo, CIESP - Regional Araraquara, SEBRAE-SP, Instituto Aequitas, Sindicato Rural, Banco do Brasil e SESC. O dirigente lembra que - ao promover este acontecimento, a ACIA não apenas cumpre seu papel de congregar e fortalecer a classe, mas inicia um processo de abertura das portas do mercado internacional para produtores da região (exportadores ou não) como os de pequeno porte com potencial exportador, envolvendo pessoas físicas e jurídicas. Assim, completa Merlos, exportar para crescer é o objetivo que o empresário, de qualquer porte, deve ter ao vender seu produto ou serviço no exterior, segundo os especialistas. No seminário, teremos o encontro de negócios e despachos executivos focando - “O que vender?”, “Onde vender?”, Para quem vender?” e “Por quanto vender? Os temas de acordo com a Associação Comercial e Industrial de Araraquara serão: Objetivos e linhas de ação; Logística de exportação e importação e as operações simplificadas; Programa de apoio tecnológico à exportação; Consórcio de exportação; Mecanismos de financiamento de exportações e Cases de exportação.

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EMPRESÁRIO, PARTICIPE. BOM PARA VOCÊ, ÓTIMO PARA SUA EMPRESA. Com orgulho, ao lado da esposa Regina, Ademar mostra o prêmio recebido em 2005 EXPORTA SÃO PAULO O VITORIOSO ADEMAR RAMOS Indicado para receber um dos importantes prêmios da indústria nacional, Ademar Ramos viu que sua carreira de lutas não foi em vão. O empresário Ademar Ramos, da Alumínio Ramos, quando ouve falar do “Exporta São Paulo”, tem grandes e boas recordações. No dia 12 de dezembro de 2005, ele recebeu o Prêmio Exporta São Paulo, concedido pela São Paulo Chamber of Commerce e Associação Comercial de São Paulo. O prêmio foi instituído com o objetivo de estimular produtores paulistas a se engajarem em operações de exportação, reconhecer o esforço que muitos estão fazendo para ampliar suas vendas e dar visibilidade às estruturas públicas municipais voltadas para a promoção de negócios internacionais, como a disseminação de conhecimentos e informações, organização de eventos e missões empresariais. Ademar Ramos até hoje comemora o sucesso da conquista com muita humildade, lembrando sua passagem pela antiga Escola Industrial e os ensinamentos do professor Lourenço Arone. Atualmente, diretor da Alumínio Ramos, está com seus produtos em diversos países. Esta sua história, disse na época o presidente da ACIA, Valter Merlos, é uma história de amor, lutas e de um ideal a cumprir, e temos certeza que sua empresa exalta confiança e qualidade por tudo que tem feito na construção de uma grande cidade. CARACTERÍSTICAS DO EXPORTA SÃO PAULO Estrutura do Evento: seminário, encontro de negócios e despachos executivos com a participação de parceiros. Público-Alvo: produtores da região (exportadores ou não) em especial os de pequeno porte com potencial exportador, envolvendo pessoas físicas e jurídicas; Inteligência Comercial: “O que vender?”, “Onde vender?”, Para quem vender?” e “Por quanto vender?. TEMAS: · Exporta São Paulo - Objetivos e linhas de ação. · Logística de exportação e importação e as operações simplificadas. · Programa de apoio tecnológico à exportação. · Consórcio de exportação. · Mecanismos de financiamento de exportações. · Cases de exportação. INFORMAÇÕES: SECRETARIA DA ACIA RUA SÃO BENTO, 825 - CENTRO FONE (16) 3322 3633

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EXPORTAÇÃO FIESP O CAMINHO PARA , O CERTIFICADO DE ORIGEM Quinze empresas de Araraquara e Matão em 2006, emitiram 73 certificados e exportaram quase US$ 1 milhão; dois anos depois, as exportações passaram dos US$ 2 milhões, de acordo com a Diretoria Regional do CIESP de Araraquara, responsável pela emissão dos documentos. A FIESP, enquanto entidade de classe, credenciada pelo país exportador, é autorizada a emitir Certificados de Origem. “A certificação de origem é feita a partir de três documentos; o Certificado de Origem (CO) devidamente preenchido e assinado, a Fatura Comercial (Commercial Invoice) e a Declaração de Livre Venda, documento que declara a ausência de qualquer restrição comercial, fitos-sanitária ou de natureza semelhante no País de origem”, diz Eneida Miranda de Toledo, diretora do CIESP local. O Certificado de Origem oferece ao exportador brasileiro, através de acordos de complementações econômicas, acordos de Comércio Exterior construído entre as autoridades brasileiras e a dos países das Américas do Sul, Central e Norte, a oportunidade de ampliarem seus negócios, possibilitando aos importadores privilégios na tribuEneida Miranda de Toledo e Airton Bertochi, do CIESP tação com isenção parcial ou total de triem nossa cidade butos internos. Existe ainda, o Certificado de Origem Comum, utilizado para o cumprimento de exigências estabelecidas através do país do importador, ou pelo próprio importador, embora não gere benefícios na tributação do produto importado. Alguns pontos devem ser observados para emissão do Certificado de Origem, como a nomenclatura dos produtos, uma vez que entre os países do MERCOSUL é utilizada a NCM (Nomenclatura Comum Mercosul), e entre os demais acordos com a América Latina é utiliza a NALADI (Nomenclatura da Associação Latino Americana de Integração). Não são considerados como originários, produtos vindos de terceiros países, ou resultantes de montagens, embalagens simples de diluição em água ou outras operações que não alterem as características do produto. O Certificado de Origem tem validade de 180 dias e como línguas oficiais, o Português e o Espanhol. O TRABALHO EM ARARAQUARA O CIESP Araraquara emite certificados desde 2003, acompanhando a evolução das emissões pelas empresas da região. O número de emissões se tornou significativo apenas em 2006, quando foram emitidos 73 CO’s por 15 empresas de Araraquara e Matão; ao todo foram US$ 883.287,26 exportados. Já em 2008, o número de certificados emitidos foi aproximadamente 23,30% maior que em 2006, direcionados a 13 países diferentes (contra 9 países em 2006), e o valor exportado em 2008 foi quase 2,5 vezes maior que em 2006, com um total de US$ 2.117.439,22. Outra observação importante é a constância dos países aos que se direcionaram as exportações. Dos 9 países que receberam exportações da região em 2006, apenas um país não recebeu em 2008. E, apesar do acréscimo de 30% no número de países que receberam exportações, os mercados conquistados em anos anteriores foram mantidos. Os países que receberam maior número de exportações no período: Bolívia e Chile. No entanto, essa mesma constância não se observa nas empresas exportadoras. Das 20 empresas que exportaram entre 2006 e 2008, sendo que foram 15 exportadoras em 2006 e 13 em 2008, apenas 8 exportaram nos dois períodos. Esse fator, segundo Airton Bertochi, gerente do CIESP, é preocupante, e demanda um trabalho específico e coordenado com as empresas, associações de classe e poder público e deve ser considerado de maior importância e iniciativas como o Exporta São Paulo são essenciais nesse contexto. CONVÊNIO COM A ACIA

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O projeto Novos Centros implantado inicialmente na Vila Xavier e mais recentemente na Avenida Sete de Setembro, busca conscientizar o comerciante sobre a importância de um visual bastante comunicativo, capaz de induzir o consumidor a comprar Vitrines chamativas, um convite para o cliente entrar e comprar MARKETING Cabides na cor azul, identificação para as peças masculinas COMPRANDO POR IMPULSO Saber induzir o cliente à compra, ou melhor, levar o cliente a comprar por impulso, são estratégias que começam a incentivar o comerciante a mudar seu conceito sobre as técnicas de venda em nossa cidade. Pesquisa realizada pelo Programa de Administração do Varejo da Fundação Instituto de Pesquisa (Provar/FIA) ouviu 400 consumidores na capital e o resultado apontou que 60,3% dessas pessoas compraram algum produto depois de vê-lo exposto nos estabelecimentos. Esse resultado condiz com que os profissionais de Propaganda e Marketing vêm trabalhando algum tempo: a compra por impulso é um grande negócio. O professor das disciplinas de Promoção de Vendas e Merchandising do curso de Propaganda e Marketing da Unip, Carlos Henrique Aiello, explica que em razão do cenário globalizado atual, a concorrência entre empresas está muito acirrada, com isso, elas têm buscado mais os clientes e mais ainda, manter a venda dos seus Fernanda Musto, gerente do Senac Carlos Henrique Aiello, da Unip produtos, através, principalmente, de algumas ações do Trade Marketing. “Essa área tem recebido muita atenção e investimentos das empresas”, comenta Aiello. O Trade Marketing é uma parte importante na estratégia de marketing das empresas que planejam maximizar a diferenciação dos seus produtos e serviços nos pontos-de-venda. No Trade Marketing são analisados os hábitos e as preferências dos consumidores para o sucesso das estratégias de marketing e vendas. Definem-se também quais canais de mídias serão utilizados, que produtos desenvolvidos e que canais de comercialização são mais adequados. Loja organizada, com gôndolas, prateleiras, promoções relâmpagos e até mesmo essências no ar para atrair e instigar a clientela, refletem algumas ações de merchandising que implicam no sucesso das vendas por impulso. Grandes redes de varejo em diversos setores são bons exemplos. O gerente da Textil Abril de Araraquara, Eder Magrini, afirma que manter o visual e a organização dentro da loja, são preocupações da empresa. “Nós sempre mudamos a vitrine, por exemplo, porque é uma forma de chamar o cliente. Além disso, dentro da loja os setores são diferenciados e sinalizados para os clientes não se perderem”. O exem- plo de Eder é bem simples: os setores masculino, feminino e infantil têm seus produtos identificados pela cor dos cabides. Detalhes como esses não exigem muito das empresas e podem ser aplicados também por pequenos comércios. O projeto Novos Centros, desenvolvido em parceria pelo Senac, Sebrae, ACIA e SINCOMÉRCIO, com comerciantes de alguns corredores comerciais da cidade, busca mostrar a esses lojistas como utilizar simples ações de Trade Marketing e potencializar o negócio. “O projeto Novos Centros trabalha com vários aspectos ligados à Gestão do Negócio, de forma bem abrangente. Entretanto, iniciamos as ações com as empresas pelo aspecto visual, que é o de maior impacto para os clientes na percepção das mudanças. O projeto conscientiza e orienta os empresários em relação ao aspecto visual, cores utilizadas, organização da loja, ao layout interno, disposição dos produtos, aspecto visual da fachada, iluminação, vitrines, entre outros aspectos”, explica Fernanda M. F. Musto, gerente do Senac, que completa: “Esse tipo de projeto entrega aos empresários o que há de mais moderno na conceituação do negócio em relação aos aspectos visuais, o que contribui para que tenham maior visibilidade, aceitação pelo público e consequentemente, aumento no fluxo de clientes e nas vendas”. Cor rosa, mostram que as mulheres estão no caminho certo

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Walter Francisco Orloski, disputando o cargo de conselheiro da Central Sicoob ELEIÇÕES SIM, NÓS TEMOS UM CANDIDATO Walter Francisco Orloski, do Sicoob Iesacred, faz parte da chapa que disputa as eleições do Sicoob Central Cecresp em março. Cinquenta e dois anos, casado, três filhos, Administrador, Contador, MBA em Gestão de Cooperativas de Crédito pela FGV/EASP - Fundação Getúlio Vargas. Gerente do Sicoob Iesacred - Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Funcionários do Grupo Iesa e Comerciantes de Araraquara e Região, com atuação no cooperativismo de crédito há 25 anos. Já participou do Conselho Fiscal do Sicoob Central Cecresp. Este é o perfil de Walter Francisco Orloski, único araraquarense que aparece na chapa situacionista que concorrerá nas eleições de 28 de março, em São Paulo para o Conselho de Administração da Cecresp. A indicação de Orloski significa reconhecer seu trabalho no Sicoob Iesacred e também valorizar o cooperativismo financeiro em Araraquara. Em três gestões, ele teve a oportunidade de fazer parte do Conselho Fiscal. “Lembro-me com muita saudade, da época em que fiz parte do Conselho Fiscal de nossa Central, quando no exercício da função, além da responsabilidade, do comprometimento e do envolvimento direto para com a evolução do nosso sistema. Para mim, foi também uma das raras oportunidades que me propiciou absorver a experiência dos demais amigos de Conselho, durante nossa convivência, que além de entenderem profundamente o cooperativismo de crédito, esbanjam conhecimentos em outras áreas de atuação, principalmente aquelas relacionadas às suas respectivas profissões. Esta troca de experiências foi muito enriquecedora, sem falar é claro, do fortalecimento dos nossos laços de amizade”, disse esta semana o candidato que representa a Iesacred. A instituição financeira que Orloski participa como gerente, a Iesacred, foi fundada em 1983 e possui saldo em carteira de pouco mais de R$ 5 milhões e um ativo que passa de R$ 6 milhões. O patrimônio líquido da Iesacred é de R$ 5 milhões. Já o Sicoob Central Cecresp possui em ativos (janeiro/2009), cerca de R$ 235 milhões, 197 cooperativas filiadas e 74 funcionários, sendo a maior central de crédito do País. Manoel Messias da Silva, atual presidente da Central Sicoob e vice-presidente do Sicoob Brasil. É candidato à reeleição

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O assunto foi parar na Câmara Municipal POSTURA LEI QUER ARROCHAR BARES E SIMILARES O Ministério Público recebe neste dia 3 a informação de que bares e similares que colocam mesas e cadeiras nas calçadas, já vêm se adequando ao cumprimento das leis municipais. De um lado, os empreendedores que alegam a impossibilidade de se ajustar às exigências da lei; do outro a Câmara, preocupada em sanar o problema e disposta a processar alterações no Código de Postura. Há também entidades de classe, como o SinHoRes, defendendo seus associados e apontando artigos contraditórios na mesma lei, o que estaria complicando a regularização da situação. Do último encontro, solicitado pelo vereador Elias Chediek, participaram a secretária municipal de Desenvolvimento Proprietários dos estabelecimentos agora aguardam Urbano, Alessandra Lima, José que a lei venha a ser rediscutida para evitar transtornos Carlos Cardozo, presidente do SinHores, Isiquiel Pereira Carvalho, presidente do Sinthoressara (representante dos funcionários de bares, restaurantes e similares) e representantes dos departamentos jurídico e de fiscalização da Prefeitura, além de proprietários de estabelecimentos envolvidos na discussão. Araraquara, apenas como registro, é uma das poucas cidades do País que conta com uma lei que prevê regras para a colocação de mesas e cadeiras no passeio público por parte de estabelecimentos comerciais. A questão agora mobilizou o Ministério Público que quer o cumprimento da lei, acionando a Prefeitura para punir os infratores. O outro problema é que os proprietários alegam a impossibilidade de se adequar às exigências da lei, que em alguns casos, segundo afirmam, precisa ser modificada. Diante do impasse e da pressão exercida pelo MP, o vereador João Farias e o presidente do SinHoRes, José Carlos Cardozo, sugeriram que representantes da Prefeitura, Câmara e da categoria, estudem futuras alterações na lei, que deverão ser votadas no legislativo em forma de emendas. As empresas que utilizam a prática das mesas e cadeiras nas calçadas, neste dia 3, vão oficializar esse pedido na Prefeitura e aguardar manifestação do MP sobre as possíveis mudanças na lei.

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Profissionais da empresa participam de treinamentos e capacitação, aprimorando as técnicas do monitoramento e rastreamento veicular REPORTAGEM DE CAPA RASTREAMENTO VEICULAR E MONITORAMENTO DE IMAGENS SEGURANÇA EM QUALQUER LUGAR Os empresários Jefferson e Luis Barroso comemoram com seus profissionais, a implantação de um novo sistema de rastreamento veicular/monitoramento de imagens e a ascensão rápida da Alarm System, que para conquistar o competitivo mercado regional, utilizou ética e qualidade. do o Rastreamento Veicular devido a estrutura que a empresa possui e por estarmos ligados diretamente à alta tecnologia”. O Sistema de Rastreamento Veicular utiliza a tecnologia de Posicionamento Global via Satélite (GPS) e a tecnologia de Comunicação Móvel (GPRS), para proporcionar toda segurança necessária ao cliente. A Alarm System conta com uma moderna Central de Monitoramento, uma linha 0800 - disponível 24h para seus clientes e funcionários treinados para atender qualquer ocorrência, desde assaltos, sequestros e panes no veículo. O equipa- Na Avenida Luiz Alberto, a empresa mostra seu grande crescimento Completando 13 anos de atividades na área de tecnologia em segurança, a Alarm System iniciou 2009 ampliando seu leque de serviços e investindo em novos e sofisticados equipamentos. Uma das novidades para Araraquara em relação à segurança, é o Sistema de Rastreamento Veicular e o Monitoramento de Imagens, agregados ao Monitoramento de Alarme 24h que a Alarm System já presta há vários anos. Jefferson Barroso e Luis Barroso, que comandam a Alarm System, contam que este ano, a empresa atualizada com as novas tecnologias, passa a oferecer o Rastreamento Veicular. “É uma tecnologia nova, que pelo desenvolvimento da comunicação via satélite e da telefonia móvel, pode ser disponibilizada. Já atuávamos na área de moni- Luis e Jefferson desenvolvem projetos que tornam a toramento, agora estamos agregan- Alarm System em uma referência na cidade e região

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Serviço de recepção na empresa Colaboradores no atendimento interno Sala específica para o monitoramento mento que será rastreado pelo sistema pode ser instalado em qualquer veículo, como moto, automóvel, caminhonete, caminhão e frotas, diz Jefferson. O sistema oferece uma série de vantagens para o cliente. A primeira delas é o bloqueio em caso de roubo ou sequestro. Por exemplo, se o carro for roubado e nele estiver instalado o equipamento rastreador, o proprietário deve informar a Central de Monitoramento através do 0800. Imediatamente o operador da Alarm System localizará a posição do veículo e enviará sinal de bloqueio (progressivo) com sinalização de piscas e sirene. Em seguida, vai informar ao proprietário e as autoridades competentes sobre a localização do veículo. Esse procedimento pode ser realizado em qualquer lugar dentro do território nacional. Outra vantagem do sistema é o Botão de Pânico. Dois dispositivos são instalados no veículo, um próximo ao motorista e outro no porta-malas. Quando o Botão de Pânico for acionado, será enviado à Central de Monitoramento, um sinal sigiloso. A partir desse momento, o operador ativa a escuta que possibilita ouvir o que se passa no interior do veículo e dessa forma, iniciar o procedimento de bloqueio e socorro ao cliente. Ainda com o Sistema de Rastreamento Veicular, é possível usufruir do Botão de Serviços que quando acionado, estabelece uma conexão entre o operador e o motorista e pode ser utilizado em situações de dúvidas sobre rota, acidente ou Todo serviço de atendimento da empresa é realizado com a utilização de carros e motos oferecendo presteza e agilidade qualquer outro caso em que o cliente necessite de auxílio. Com o sistema, a pessoa também consegue monitorar 24h, a posição do seu veículo por meio da internet. Além disso, a Alarm System também está apta a desenvolver um plano de logística para frotas, na qual indicará a melhor rota, paradas, etc, para os clientes. A evolução tecnológica utilizada no Rastreamento Veicular também potencializa as ações de segurança desenvolvidas para imóveis. A Alarm System, em 2009, passa a oferecer aos seus clientes uma nova tecnologia em Monitoramento de Imagens. Segundo Jefferson, a tecnologia de comunicação possibilita que as câmeras instaladas em qualquer imóvel, possam ser monitoradas à distância, dessa maneira, além da Central de Monitoramento ter acesso 24h às imagens, o próprio cliente também tem condições de acompanhar o que acontece no seu imóvel através da internet. Sem abandonar o que lhe garantiu a ascensão, a Alarm System, que desde o seu início trabalha com o Monitoramento de Alarme, dinamizou esse serviço com a utilização da tecnologia GPRS, que segundo Jefferson, é a comunicação do cliente com a Central de Monitoramento via telefonia móvel e internet. “Não dependemos da linha física e de fios para estarmos conectados” diz o empresário. Para oferecer com qualidade e segurança todas as novas opções de serviços da Alarm System, os funcionários da empresa são treinados e capacitados para o desenvolvimento de cada uma dessas novas tecnologias. ATENDIMENTO Alarm System Soluções Av. Luiz Alberto, 642 – Vila Velosa Telefone: 3311-8800 Site: www.alarmsystemsp.com.br Profissionais que assessoram os clientes indicando as melhores soluções técnicas Jefferson aponta como é feito o mapeamento da cidade e a forma como a Alarm System realiza o monitoramento

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