Manual de Cerimônias Realizadas pelo Ministro Assembleiano

 

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Manual para Obreiros

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IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS CGADB - CIADSETA ARAGUATINS - TOCANTINS MANUAL DAS CERIMÔNIAS REALIZADAS PELO MINISTRO ASSEMBLEIANO ATÉ AQUI NOS AJUDOU O SENHOR! Pastor Deuramar Ribeiro Leite

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Manual das cerimônias realizadas pelo ministro Assembleiano Pr. Deuramar Ribeiro Leite Pr. George Wood Presidente do Comitê Mundial das Assembleias de Deus Pr. José Wellington Bezerra da Costa Presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) Pr. Pedro Lima Santos Presidente da Convenção Interestadual das Assembleias do SETA (CIADSETA) Pr. Dr. h. c. José Ribamar Carvalho dos Santos Presidente da Assembleia de Deus em Araguatins-TO Pr. Deuramar Ribeiro Leite Co-pastor da Assembleia de Deus em Araguatins-TO “Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze conforme as tuas forças”. (Ec. 9.10a) Página 2

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Manual das cerimônias realizadas pelo ministro Assembleiano Pr. Deuramar Ribeiro Leite ÍNDICE ASSUNTO 1. Apresentação.......................................................................................................................... 2. Dedicatória............................................................................................................................. 3. Agradecimentos..................................................................................................................... 4. Princípios que orientam a direção de um culto que agrada ao Senhor............................................................... 5. Sequência do culto na Igreja Assembleia de Deus-CIADSETA em Araguatins-TO................... 6. Noivado.................................................................................................................................. 7. Celebração de Casamento..................................................................................................... 8. Bodas (Aniversário de casamento)........................................................................................ 9. Festa de 15 anos (debutante)................................................................................................ 10. Batismo nas águas................................................................................................................. 11. A Santa Ceia.......................................................................................................................... 12. Admissão de novos membros na igreja (ou Transferência).................................................... 13. Culto Fúnebre......................................................................................................................... 14. Culto ao ar livre...................................................................................................................... 15. Posse de Dirigentes............................................................................................................... 16. Inauguração (templos, casa pastoral etc).............................................................................. 17. Lançamento de Pedra Fundamental...................................................................................... 18. Cerimônias cívicas no templo.................................................................................................. 19. Bodas de Casamento (01 à 100 anos de casados)............................................................... 20. Bibliografia.............................................................................................................................. PÁGINAS 04 05 05 06 09 09 11 15 16 20 21 23 24 26 27 28 29 30 30 32 “Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze conforme as tuas forças”. (Ec. 9.10a) Página 3

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Manual das cerimônias realizadas pelo ministro Assembleiano Pr. Deuramar Ribeiro Leite 01. APRESENTAÇÃO Meus queridos e amados irmãos, depois de um intenso estudo, levantamento voltado às necessidades quanto à importância de manejarmos bem as ferramentas de trabalho que Deus concede aos obreiros de sua seara. Quero através deste manual, disponibilizar em suas mãos algo precioso e de suma importância que trata do direcionamento de cada obreiro em relação ao ofício pastoral que envolve muitas atividades e principalmente a que se trata do assunto que estaremos abordando em vários tópicos, MANUAL DAS CERIMÔNIAS REALIZADAS PELO MINISTRO ASSEMBLEIANO, porque cada denominação tem a sua forma ou liturgia. O trabalho que apresento é resultado de experiências próprias e pesquisas, porém, o obreiro pode ser criativo diante de cada uma delas, atentando apenas para que o objetivo da cerimônia não fuja do foco diante dos variados atos cerimoniais. No campo do trabalho secular é inadmissível que um profissional mesmo depois de ser treinado para a sua função não consiga desempenhá-la simplesmente alegando que não está preparado para a sua execução, quando na maioria das vezes se trata de uma incerteza ou fobia. É e sempre será estranho, um padeiro dizer que não sabe fazer o pão; o servente, a massa; o pedreiro, a obra; a cozinheira, a comida e o obreiro, especialmente um pastor não saber realizar uma cerimônia. Pois a maior atividade do pastor é celebrar cerimônias, seja de casamento, batismo, fúnebre etc. A Bíblia, nosso manual de regra, fé e prática nos ensina, “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade” (II Timóteo 2.15). Voltada a esta enorme preocupação, elaboramos este material que o ajudará bastante cada obreiro e principalmente aos pastores e evangelistas. Estamos conscientes de não termos ainda alcançado a plenitude do que deveríamos colocar em suas mãos, mas, por outro lado, temos o prazer de lhe fornecer um material rico em estudo e que servirá muito bem para encararmos de forma mais homogênea, o importante trabalho no Reino de Deus em nossa denominação Assembleia de Deus CIADSETA-CGADB. Agradecemos de coração ao nosso querido pastor presidente, Dr. h.c. José Ribamar Carvalho dos Santos, que tem sido um mestre em cerimônias, e seu exemplo em cada uma delas, fonte de aprendizagem ministerial. Onde parte de minhas experiências pastorais tanto no aconselhamento como na celebração de cerimônias adquiri junto a ele. Aos demais irmãos pastores e evangelistas de nossa conceituada CIADSETA, presbíteros e diáconos do ministério local da Assembleia de Deus Seta em Araguatins-TO, que com dedicação participam da palestra e adquirem este compêndio para lhes servirem como fonte de pesquisa para suas práticas eclesiásticas. Meu desejo é que você tenha sucesso em seu ministério, lembrando que diante de cada tarefa ministerial, não a tenha como um fardo pesado, e sim, como um privilégio em estar cumprindo a obra do Senhor. Sabendo que, “Ninguém que milita se embaraça com negócios desta vida, a fim de agradar àquele que o alistou para a guerra”. (II Timóteo 2.4) Em Jeremias 48. 10 (Bíblia linguagem de hoje) diz: Maldito aquele que é relaxado no serviço de Deus!”. Portanto, faça e dê o melhor de seu trabalho ao Senhor, o Deus das recompensas: “Pois ele recompensará cada um de acordo com o que fez”. (Rm. 2.6) “Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze conforme as tuas forças”. (Ec. 9.10a) Página 4

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Manual das cerimônias realizadas pelo ministro Assembleiano Pr. Deuramar Ribeiro Leite Não tenha medo de encarar uma cerimônia. Confie no Senhor, não tema, descanse Nele. Ele transforma nossos receios em ousadias. Nossas fraquezas em força e a incapacidade na certeza de que tudo podemos Nele que nos fortalece. Que a Graça do Senhor Jesus esteja sempre em vossas vidas, a qual repercutirá com certeza em vosso ministério. Nos laços do Calvário, Pr. Deuramar Ribeiro Leite, Co-Pastor da IEADA, Bacharel em Teologia, Professor do CETEMAD, Membro do Conselho de Educação e Cultura da CIADSETA, 2º Vice Presidente do Conselho de Comunicação da CIADSETA, Membro do Conselho de Pastores, Assessor de Comunicação da Igreja Assembleia de Deus-CIADSETA em Araguatins-TO, Oficial da Polícia Militar do Tocantins, responsável pelos trabalhos da Capelania Militar Evangélica da 4ª CIPM e acadêmico do curso Bacharel em Administração Pública pela UNITINS. Contatos: (63) 9983-4639 – E-mail: deuramar@yahoo.com.br 02. DEDICATÓRIA Aos nossos queridos irmãos e companheiros de ministério, que comprometidamente com a obra Daquele que nos alistou, almejam realizar e sem reserva dedicar-se com o melhor de suas vidas para o crescimento do Reino de Cristo, combatendo o bom combate, até terminar a carreira com alegria. 03. AGRADECIMENTOS Ao Eterno e Soberano Deus, por tudo o que Ele é e faz em minha vida; à minha querida esposa Cecília Duarte, pelo apoio e mais que uma esposa, uma companheira fiel junto em meu ministério e em tudo que faço. Aos meus três filhos abençoados, Daniel Berg, Melky André e Hévelyn Sâmea, por serem herança do Senhor e presentes de Deus em minha vida. À minha mãe Raimunda Ribeiro, por ser instrumento de Deus, que com seus cuidados maternos, me ensinou os primeiros passos, base sólida para tudo que faço. Ao Pr. Dr. h. c. José Ribamar, presidente da Igreja Assembleia de Deus, o qual tem me ensinado e confiado ao longo destes anos de experiência, a oportunidade em lhe auxiliar, o que faço com prazer e dedicação. “Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze conforme as tuas forças”. (Ec. 9.10a) Página 5

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Manual das cerimônias realizadas pelo ministro Assembleiano Pr. Deuramar Ribeiro Leite 04. PRINCÍPIOS QUE ORIENTAM A DIREÇÃO DE UM CULTO QUE AGRADA AO SENHOR Iremos conversar sobre a melhor maneira de dirigirmos um culto. Quando queremos fazer algo bem feito sempre desejamos um referencial, um modelo. Nesse sentido, uma curiosidade que vêem à nossa mente é saber como era o culto na igreja primitiva? A resposta à essa questão pode ser vista esparsamente em alguns textos bíblicos e também na história relatada pela tradição dos "pais da igreja" (os obreiros que sucederam os apóstolos). Os cristãos primitivos não concebiam a igreja como um lugar de culto como se faz hoje. A igreja significava para eles um corpo de pessoas numa relação pessoal com Cristo. Para tanto, os cristãos se reuniam em Casas (At 12. 12); no templo (At 5.12); em salas de aula (AT 19.9); nas sinagogas até quando foram permitidos (At 14.1-3). O lugar não era tão importante, mas sim, o que lhes importava é que o culto era o encontro para celebrarem a comunhão de uns para com os outros e para adorar a Deus. No primeiro século, segundo escritos dos "pais da igreja", dois cultos eram realizados no primeiro dia da semana, domingo. Esse dia foi adotado como dia de culto por ter sido o dia em que Cristo ressuscitou dentre os mortos (At 20.7; 1 Co 16.2; Ap 1.10). O culto da manhã, na igreja primitiva, certamente, incluía a leitura das Sagradas Escrituras (Cl 3.16); exortação pelo presbítero principal; orações e cânticos (Ef 5.19). A Festa do Amor chamada "Ágape" (1 Co11.20-22) precedia a ceia no culto da noite. Por volta do ano 100 da era cristã, a Festa do Amor tinha praticamente desaparecido, sendo a ceia celebrada no culto da manhã. Plínio escreveu aos cristãos uma carta endereçada originalmente a Trajano, na qual, dizia que os cristãos se encontravam ao romper do dia. (Apostila de História da Igreja – Setad, São Paulo, 1997, p. 7). Nesse estudo estaremos aplicando o tema para os nossos dias. É preciso ter em mente alguns princípios para podermos dirigir um culto de modo a agradar ao Senhor. I. SABER O QUE É UM CULTO. A palavra "culto" significa ato ou efeito de cultuar. Cultuar é prestar reverência a uma divindade. No nosso caso, prestamos adoração ao único e verdadeiro Deus. Logo, a idéia de ir ao culto somente para receber uma bênção de Deus é muito incompleta. Na verdade, quando cultuamos a Deus devemos prioritariamente elevar ao Senhor nossa gratidão, nosso louvor e nossa adoração. Certamente, as demais coisas receberemos por acréscimo (Mt 6. 33). Quem dirige um culto deve estar atento à essa verdade e levar o povo de Deus essencialmente a adorar ao Pai celeste. É lamentável quando alguns líderes mostram meramente um Deus que tem quase a obrigação de suprir todos os desejos do povo (alguns até egoístas). Deus não supre nossos desejos, Ele supre as nossas necessidades (Sl 23.1; Fp 4.19). É triste ver alguém que dirija um culto, que apresente um Deus que não é soberano e, portanto, não é devidamente adorado. II. LEVAR O POVO DE DEUS A ADORAR AO SENHOR EM ESPÍRITO E EM VERDADE. No Santo Evangelho de Jesus segundo escreveu João capítulo 4, Jesus condenou o culto hipócrita dos judeus e o culto ignorante dos samaritanos. Ele declarou que o pai procura, ou seja, Ele está muito interessado em adoradores que O adorem em espírito e em verdade (v. 24). Mas, o que significa um culto em espírito e em verdade: Essa expressão tem quatro signficados: 1. Um culto eminentemente espiritual Jesus quis dizer a mulher samaritana que vinha chegando a hora quando o povo de Deus não se preocuparia mais com o lugar da adoração (se no templo de Jerusalém ou se no monte Gerizim). O senhor quis ensinar que não é onde adoramos a Deus que tem valor; mas como O adoramos: Nossa adoração deve ser espiritual e verdadeira. Para tanto, devemos contar com a ajuda do Espírito Santo para adorar a Deus de forma que Lhe agrade. Isso porque Deus é espírito, e nós precisamos da ajuda do Espírito para poder adorar ao Senhor como devemos. É essa qualidade de culto que o Pai quer de nós. 2. Um culto com espontaneidade “Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze conforme as tuas forças”. (Ec. 9.10a) Página 6

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Manual das cerimônias realizadas pelo ministro Assembleiano Pr. Deuramar Ribeiro Leite Devemos ir ao templo para adorar ao senhor de livre vontade, com voluntariedade. Há um desejo natural de o ser humano em adorar a Deus e o nosso culto deve ser norteado por esse anseio. Não podemos ir ao culto porque temos um cargo; ou porque alguém vai implicar conosco caso não irmos; ou por mera obrigação. Na verdade, deve haver um desejo profundo e voluntário de glorificar a Deus. A conhecida ilustração do barulho do mar na concha é uma bela metáfora da naturalidade com que temos que cultuar ao Senhor. 3. Um culto com Liberdade Adorar a Deus em espírito e em verdade também significa utilizarmos a condição de dispormos de nós mesmo para poder cultuar ao Senhor. Temos que exercer a faculdade que temos de render ações de graças, de louvar, e de adorar ao nosso Pai celestial. Temos que nos aproximar de Deus, com franqueza, tendo o prazer de exercer nosso livre arbítrio para glorificar ao Amado de nossa alma. Tudo aquilo que tira a liberdade do povo do Senhor louvá-Lo livremente deve ser evitado: repressão; excessos de regras sem sentido; formalismo; etc. Todo esse comportamento negativo impede que as pessoas louvem ao senhor "em verdade", ou seja, com sinceridade. É muito perigoso quando alguém começa fingir que está adorando ao Senhor. Mas, é maravilhoso quando estamos em um culto onde os servos de Deus adoram ao Pai celestial com liberdade. Onde há o Espírito Santo aí há liberdade. A regeneração de almas somente acontece em um ambiente onde há liberdade. Só há batismo com o Espírito Santo em um lugar onde existe liberdade para se glorificar a Jesus. Só acontece a distribuição dos dons espirituais quando as pessoas estão livres para receberem o derramar do Espírito Santo. III. ORGANIZAR A DIREÇÃO DO CULTO Dois extremos devem ser evitados quando vamos dirigir um culto: a improvisação displicente e preguiçosa; e a organização exagerada e formalista. Assim, podemos apresentar algumas sugestões para o planejamento do culto. 1. Prepare-se para dirigir o culto Prepare-se previamente para o culto que você irá dirigir: ore e, se possível, jejue. Peça a direção do Senhor quanto a quem irá participar do culto; quanto a que hinos serão cantados; a quem você convidará para pregar; ore também para que não haja impedimentos para o fluir do Espírito Santo; ore para que Deus salve, cure, liberte, batize com o Espírito Santo, cure os enfermos e liberte vidas. Se quisermos as muitas bênçãos do senhor temos que orar como Jesus orava. 2. Comunique-se previamente Não espere que as pessoas cumpram suas obrigações. Cumpra sua liderança. Telefone ou converse pessoalmente com as pessoas que estarão envolvidas no culto que você irá dirigir: o seu dirigente; técnico de som; quem irá dirigir os cânticos congregacionais; os demais louvores; ligue para o pregador dizendo que você está orando por ele, além de animá-lo, irá aumentar a responsabilidade dele. Enfim, não deixe as coisas ficar para em cima da hora. A preparação espiritual prévia para o culto faz muita diferença, no momento da adoração. 3. Seja espontâneo(a) no momento do culto Comece o culto sorrindo. Viva sinceramente o prazer que é gozar a vida abundante que Cristo veio nos trazer. Mesmo que você esteja, em lutas, Jesus merece ser louvado. Mostre ao povo de Deus o gozo que é poder estar ali cultuando ao Senhor. Todavia, se você não estiver em condições psicológicas para dirigir o culto procure transferir essa honra para outra pessoa. Deus irá lhe entender. 4. Priorize o objetivo de glorificar ao Senhor Lembre-se que o culto não ocorre prioritariamente só para recebermos bênçãos. A razão de ser do culto é a glorificação do Senhor. Quando damos prioridade para buscarmos ao Senhor em espírito e em verdade, as demais coisas nos são acrescentadas. 5. Valorize a oração no culto Os cristãos mais fervorosos são os que mais oram; as igrejas que mais crescem são as que se acostumaram orar junto, de joelhos. Essa foi uma das causas da explosão do crescimento das igrejas “Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze conforme as tuas forças”. (Ec. 9.10a) Página 7

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Manual das cerimônias realizadas pelo ministro Assembleiano Pr. Deuramar Ribeiro Leite carismáticas da década de 20 à década de 70. É lamentável o pouco valor que está se dando para a oração no culto, em nossos dias. 6. Escolha bem os hinos congregacionais Se sua igreja utiliza alguma espécie de cancioneiro. Prefira começar o culto com canções de louvor, de adoração, e de invocação. Os hinários podem ser valorizados; mas, é preciso lembrar que nem todos os seus hinos são de louvor e adoração (há neles hinos de testemunho, hinos evangelísticos, e hinos de consagração). Podemos ponderar que, desde que usados com equilíbrio e graça, os corinhos de adoração elevam a espiritualidade de nossa alma. 7. Equilibre as oportunidades Distribua as oportunidades de modo que toda a missão da igreja na terra seja contemplada: exaltação do Senhor; ministração que beneficie os próprios membros da igreja; pregação da Palavra de Deus, visando comunicar o evangelho; desafio ao povo de Deus para exercerem diaconia para com o mundo. As oportunidades devem ser distribuídas proporcionalmente quanto à quantidade e quanto ao tempo dedicado aos louvores congregacionais; aos cânticos solos ou de grupos; aos testemunhos (é uma pena que tantas bênçãos recebidas nas reuniões vespertinas não são testificadas nos cultos da noite!); às intercessões; a uma palavra curta; à pregação da palavra de Deus; ao apelo; à oração de aplicação da mensagem; aos avisos; ao encerramento; à oração final; e à bênção apostólica. 8. Lembre-se que todas as partes e elementos do culto são importantes É errado dizer que a pregação é a parte mais importante do culto. Isso será verdade se, ao invés de ter tido anteriormente no culto, músicas que não louvaram ao Senhor (principalmente da forma congregacional) e nem edificaram a igreja. É lamentável quando de 4 a 10 pessoas cantam e todos o restante da igreja fica "assistindo". Será que Deus está se agradando disso? Outro problema: temos que admitir que é terrível estar em um culto em que ouvimos duas horas de música mal selecionada e depois pede-se que o(a) pregador(a) fale 10 minutos. É preciso saber que se ouvirmos a mensagem com a mente cansada vamos reter muito pouco o que ouvimos. Também é preciso, segundo bons ensinadores da Palavra de Deus, pelo menos 25 minutos para se pregar uma mensagem com introdução, desenvolvimento, conclusão, apelo e oração. 9. Valorize a pregação Quanto ao (à) pregador (a) é bom combinarmos com o dirigente pelo menos dez dias antes do culto e convidarmos alguém em tempo hábil para essa pessoa se prepare. Entretanto, é preciso orar para pedir a direção de Deus: não convide ninguém simplesmente pela sua mente; peça a direção de Deus. Paulo Rogério Petrizi citando Juan Carlos Ortiz, que no seu livro "O Discípulo" fala da Igreja como sendo um orfanato cheio de bebês e que nós, os pastores, passamos grande parte de nosso tempo correndo atrás de "bebês" para dar-lhes "leite". A Igreja somente pode cumprir seu papel em meio à sociedade se prezar pela qualidade de vida cristã. Tenho certeza de que crentes verdadeiramente avivamos são capazes de revolucionar uma sociedade, uma nação, um país inteiro. Para que a Igreja possa alcançar sua estatura ideal, nos termos de Efésios 4:12 e 13, o ministério da pregação é fundamental. Verdadeiramente a pregação é prioridade na Igreja Cristã (Artigo: A importância do ministério da pregação para a igreja cristã). O Dr. Lloyd-Jones no livro "Pregação e Pregadores" relaciona o declínio da Igreja ao empobrecimento e desprestígio do púlpito. O grande número de crentes nominativos em nossas Igrejas é conseqüência dos púlpitos insossos, sem unção, vida, nem criatividade. Para que a Igreja cumpra seu papel no mundo é imprescindível que os pregadores desempenhem seu ministério eficientemente e façam com que a pregação seja algo relevante. 10. Depois do final do culto, avalie o culto que você dirigiu Ao chegar em casa faça uma retrospectiva: glorifique a Deus em oração posterior, por tudo o que deu certo; analise o que poderia ter sido melhor, para no próximo culto você aprimorar o seu trabalho. Deus irá lhe ajudar! “Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze conforme as tuas forças”. (Ec. 9.10a) Página 8

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Manual das cerimônias realizadas pelo ministro Assembleiano Pr. Deuramar Ribeiro Leite 05. SEQUÊNCIA DO CULTO NA ASSEMBLEIA DE DEUS CIADSETA/ARAGUATINS-TO 1. Inicia-se com oração:  Em nosso horário normal (sem ser o horário de verão) os trabalhos na igreja se iniciam às 19h30min, e pode acontecer de nos períodos festivos se iniciarem meia hora antes, ou seja, às 19h00min. 2. Dois hinos, preferencialmente de nossa amada Harpa Cristã; 3. Leitura da Bíblia Sagrada; 4. Oração; 5. Apresentação dos irmãos que não congregam naquele templo (nas congregações), visitantes de outras denominações, pessoas amigas e irmãos de outras cidades, com ou sem a carta de recomendação; 6. De acordo com a programação, a apresentação poderá ser feita posteriormente, o dirigente não pode esquecer é de fazê-la; 7. Durante o culto não é aconselhável dar oportunidade para outros irmãos realizarem pregação, se houver um pregador já definido para ser o ministrante da mensagem. Excessos de oportunidades podem ocasionar atropelamento no término do culto, vindo ultrapassar sem necessidades sua finalização que deverá ocorrer às 21h00min; 8. É necessário observar a questão do término do culto, evitando ultrapassar o horário, pois, muitos irmãos moram em locais longínquos e os filhos tem que irem para a escola no dia seguinte. É conveniente que quando o culto encerrar, os irmãos no outro dia fiquem na graça e não na “ressaca” por causa do sono; 9. É importante que o dirigente do trabalho (sede e/ou nas congregações) em culto ao ar livre ou dentro do templo, observe e ensine seus auxiliares quanto ao período que o mesmo tem de fala em cada oportunidade, para não tirar o precioso tempo da ministração da Palavra de Deus. Não existe uma regra quanto a esse assunto, mas como a obra de Deus deva ser feita com ordem e decência, é proveitoso atentarmos para esses detalhes:  Uma saudação – no máximo 02 (dois) minutos;  Uma palavra – máximo 04 (cinco) minutos, não queira pregar eloquentemente, pois, você não é o pregador oficial;  Convidado (a) para cantor, o (a) mesmo (a) não deverá pregar, é só para cantar. O “desconfiômetro” nos ajuda a não passarmos vergonha;  Mensagem oficial – antes de assumir o microfone, o pregador deverá ser informado pelo dirigente do trabalho quanto ao tempo de duração da ministração. Em nossas igrejas, sabemos que depois da mensagem sempre haverá convite para decisão etc, avisos e a bênção apostólica. Devemos atentar a estas observações e detalhes.  Dependendo do culto, a oferta poderá ser colhida antes ou depois da mensagem. Mas, caso seja uma festividade especial, é melhor colher a oferta antes de o pregador ministrar. Na obra de Deus faça o melhor. Como sal da terra que somos, devemos em Cristo, provocar sede nas pessoas. Uma boa administração do tempo em um culto é um dos fatores importantíssimo que contribui para que as pessoas se sintam bem naquela igreja. Devemos cair na graça (sermos simpáticos) e não na desgraça (antipáticos). 06. NOIVADO O namoro e o noivado precedem o casamento e se baseiam em costumes que variam de um país para outro. Porém, noivar é costume adotado na nossa sociedade por quem pretende assumir o casamento. Sugere uma atitude séria e uma decisão definida dos que resolvem ficarem noivos. Com muita frequência, namorados solicitam do seu pastor a celebração do seu noivado e “Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze conforme as tuas forças”. (Ec. 9.10a) Página 9

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Manual das cerimônias realizadas pelo ministro Assembleiano Pr. Deuramar Ribeiro Leite não raras vezes alguns obreiros ficam embaraçados quanto à forma de oficiarem tal solenidade, coisa que, por sua própria natureza, é muito simples , mas muito importante. É de vital importância que os noivos sejam orientados quanto ao significado do ato para eles, diante de Deus e da sociedade. Por isso todo casamento deveria ser precedido por um curso de noivos com boas orientações para o casal nas áreas de namoro, noivado, casamento, vida sexual, comunicação, finanças e vida familiar. A duração do curso pode ficar a cargo do pastor, lembrando que não é bom estender a sua ministração. Vejamos aqui algumas sugestões para a celebração de um noivado. Em primeiro lugar queremos dizer que não é prudente convocar uma reunião no templo, com toda igreja reunida para oficiar um noivado. Achamos que isso significaria ocupar o tempo da igreja com algo que deve acontecer no ambiente familiar, entre amigos mais chegados, e nunca no templo, em ato público, como se um casamento fosse. Então quem vai oficiar um noivado deve ter um prévio entendimento com o casal de namorados, fazendo-lhe ver que se trata de um ato que tem melhor lugar no recinto familiar do que num templo. Acomodada esta parte, seguir-se-á o seguinte roteiro: 1. O dia, o horário e o local devem ser previamente acertados. 2. O oficiante deve comparecer bem apresentável, não permitindo que a importância do evento perca o seu brilho. 3. A linguagem deve ser clara, porém equilibrada quando do aconselhamento às partes. 4. O ofício deve ter início, justificando-se o motivo do encontro. O oficiante poderá proferir as seguintes, entre outras palavras: “Estamos aqui, diante de Deus, para de forma solene celebrarmos o noivado de (citar os nomes), considerando que o tempo suficiente para que chegassem à conclusão de que Deus os quer unir em casamento se completou, e que agora desejam assumir um compromisso mais definido e o fazem diante do Senhor Jesus. Oremos inicialmente para que Deus oriente esta cerimônia.” 5. Feitas a introdução e a oração inicial o oficiante lerá um texto da Palavra de Deus que poderá ser os seguintes: Gênesis 24.58-61; Salmo 1.1-3; Provérbios 16.1; Mateus 18.19; Lucas 6.47,48, etc. 6. Após a leitura, o oficiante proferirá algumas palavras embasadas no texto lido e aproveitará para dizer ao casal que a responsabilidade agora é muito maior, tanto diante da família como da sociedade e principalmente diante de Deus. Dirá ainda que o noivado não abre caminho para a prática de atos amorosos que só são cabíveis dentro do matrimônio. O proceder dos noivos deve ser totalmente norteado pelo temor do Senhor, a fim de que a preparação para o casamento receba a plenitude das bênçãos do Altíssimo e em tudo Ele seja glorificado. 7. Proferida a preleção, o ministrante pedirá aos pais dos namorados, se presentes, para ficarem próximos aos filhos e com as alianças levantadas dirá: “Estas alianças serão o testemunho visível do pacto que estas duas vidas celebram diante de Deus. É um compromisso solene que deve ser respeitado por ambos e pelas famílias a que pertencem cujos efeitos conduzam ao altar do matrimônio com a segurança de que Deus confirmou a decisão tomada.” 8. Ato seguido o oficiante pedirá à mãe da moça que coloque a aliança no dedo correspondente da mão direita do rapaz e em seguida pedirá que o pai do rapaz ponha a aliança no dedo e na mão correspondente da moça. Após este procedimento o oficiante fará uma oração a Deus pedindo-lhe que confirme o que se acaba de celebrar. 9. Após a oração, os noivos se cumprimentarão na condição de noivos e se for conveniente e oportuno poderão dizer um ao outro, com suas próprias palavras, que a partir daquele momento “Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze conforme as tuas forças”. (Ec. 9.10a) Página 10

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Manual das cerimônias realizadas pelo ministro Assembleiano Pr. Deuramar Ribeiro Leite reconhecem haver assumido grande responsabilidade e que tudo será feito para que a preparação do casamento seja desenvolvida sob as bênçãos do eterno Deus. 10. O ministrante dará a cerimônia por encerrada deixando lugar para os cumprimentos entre as famílias e convidados. Lembrando que: 1. Não havendo pais para a colocação das alianças, poderão ser substituídas por parentes mais próximos ou, se o oficiante preferir, poderá ele próprio colocá-las. 2. É bom comunicar à igreja o acontecimento, a fim de que uma oração seja feita em favor dos noivos e das suas famílias. MODELO RESUMIDO (APLICADO POR MIM) 1. INICIA-SE-Á COM AS SEGUINTES PALAVRAS: “Estamos aqui, diante de Deus para e forma solene celebrarmos o noivado de ____________ e _____________, considerando que o tempo suficiente para que chegassem à conclusão de que Deus os quer unir em casamento se completou, e que agora desejam assumir um compromisso mais definido e o fazem diante do Senhor Jesus. Oremos, para que Deus oriente esta cerimônia”. 2. LER A BÍBLIA EM Gn. 24. 58-61 ou escolher outro texto preferencialmente; 3. ESBOÇAR O TEXTO LIDO; 4. APÓS, FALAR AOS NOIVOS QUE: “O noivado não abre caminho para a prática de atos amorosos que só são cabíveis dentro do matrimônio, devem-se manterem em preparação até o dia do casamento”; 5. OS PAIS SE APROXIMEM DOS FILHOS. COM AS ALIANÇAS LEVANTADAS DIRÁ: “Estas alianças serão o testemunho visível do pacto que estas duas vidas celebram diante de Deus. É um compromisso solene que deve ser respeitado por ambos e pelas famílias a que pertencem cujos efeitos conduzem ao altar do matrimônio a decisão tomada”; 6. A MÃE DA MOÇA COLOCA A ALIANÇA NO DEDO DA MÃO DIREITA DO RAPAZ. O PAI DO RAPAZ COLOCA A ALIANÇA NO DEDO DA MÃO DIREITA DA MOÇA; 7. FEITA A ORAÇÃO, OS NOIVOS SE CUMPRIMENTARÃO NA CONDIÇÃO DE NOIVOS; 8. COM ISSO DARÁ A CERIMÔNIA POR ENCERRADA E SEGUE OS CUMPRIMENTOS. 07. CELEBRAÇÃO DE CASAMENTO O casamento cristão não é somente uma cerimônia. O casamento cristão é uma celebração de compromisso, dedicação, bênção e culto a Deus. Além de ser uma instituição religiosa, o casamento é também uma instituição civil e conseqüentemente sujeita a determinadas leis do país onde os noivos estão se casando. Por isso é importante o ministro religioso estar familiarizado com as leis do país e certificar-se de que está cumprindo os requisitos da lei. “Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze conforme as tuas forças”. (Ec. 9.10a) Página 11

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Manual das cerimônias realizadas pelo ministro Assembleiano Pr. Deuramar Ribeiro Leite É aconselhável a igreja manter um registro com todos os dados necessários, as assinaturas dos noivos, das testemunhas e do ministro oficiante. Não há uma seqüência rígida, por isso o ministro deve combinar com os noivos a forma preferida para solenizar o casamento. Importante é que a festa possa ser marcada pela presença de nosso Senhor (Jo 2.1,2). Quanto às promessas há várias formas de fazê-las. O casamento religioso deverá ser realizado após cumprir todas as exigências civis. Todo casamento é um compromisso dos noivos até que a morte os separe. Em algumas cidades brasileiras, o pastor, antes de realizar a cerimônia religiosa, exige dos nubentes a certidão de casamento civil. Porém, em outras cidades, como é o caso de Araguatins, nós realizamos o Casamento Religioso para Efeitos Civis. Nesse último caso, antes de realizar a cerimônia, exigimos dos noivos a certidão de habilitação para eles poderem se casar. Essa certidão é requerida junto ao cartório do distrito de residência de um dos nubentes. De posse desse documento, realizamos o Casamento Religioso para Efeitos Civis. Na semana seguinte à cerimônia, o casal ou um de seus familiares, encaminha ao cartório o Termo de Casamento Religioso para Efeitos Civis, comprovando a realização da cerimônia religiosa, e solicitando a Certidão de Casamento, devidamente registrada. Pastores que exigem antecipadamente a apresentação da certidão de casamento civil estão, inadvertidamente e sem necessidade, colocando-se em uma posição inferior a da autoridade civil. ROTEIRO DA CERIMÔNIA Instituição do casamento Após a entrada da noiva acompanhada da marcha nupcial ou não. Os noivos estarão juntos, de pé, diante do ministro, o noivo à direita da noiva. Dirigindo-se à igreja, o ministro dirá: “Estamos reunidos na presença de Deus e destas testemunhas para solenizar diante do Todo-poderoso o casamento deste homem e desta mulher. “O casamento é um estado honroso estabelecido por Deus, e santificado pela presença de nosso Senhor nas bodas de Cana da Galiléia. As Sagradas Escrituras nos dizem que digno de honra entre todos é o casamento, e o consagram como símbolo da união mística entre Cristo e sua Igreja. “O casamento deve ser contraído com reverência e no temor de Deus, considerando-se os fins para os quais ele foi ordenado, isto é, para o companheirismo, o apoio e o consolo que os esposos devem proporcionar um ao outro enquanto viverem. “O casamento foi ordenado para dar continuidade à sagrada instituição da família, e para que os filhos, que são herança do Senhor, sejam criados em retidão e respeito às coisas de Deus. O casamento contribui também para o bem-estar da sociedade e para transmitir – mediante a boa ordem familiar -, a pureza, a santidade e a verdade de geração em geração. “No jardim do Éden, Deus instituiu essa união à partir do primeiro casal humano, a fim de tornar feliz toda a humanidade. Desde então os seres humanos o têm praticado e, para dar-lhe consistência, o têm legalizado. Pode-se dizer que o casamento é o contrato jurídico de uma união espiritual. “A Palavra de Deus expressa que o casamento deve ser ‘digno de honra entre todos’ (Hebreus 13:4). Aqueles que se casam decidiram aceitar este estado honroso.” 1. O ministro fará uma Oração 2. Leitura bíblica Dirigindo-se aos noivos, o ministro dirá: “Vocês vieram a mim, ministro de Cristo, para serem unidos diante de Deus, pelos santos laços do matrimônio. Isto representa um passo sério e solene, onde um assume perante o outro o compromisso de enfrentar as circunstâncias que se lhes apresentarem, sejam elas de riqueza ou de pobreza, de alegria ou de tristeza, de saúde ou de enfermidade, e compartilharem tudo o que a vida dá e tudo o que ela tira, “Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze conforme as tuas forças”. (Ec. 9.10a) Página 12

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Manual das cerimônias realizadas pelo ministro Assembleiano Pr. Deuramar Ribeiro Leite mantendo a fidelidade um para com o outro, como esposo e esposa, conforme o que foi ordenado por Deus, até que a morte os separe. “Ouçam, pois, a Palavra de Deus, escrita para a instrução de vocês, e para que vocês tenham luz em seu caminho.” 3. O ministro lerá as seguintes passagens bíblicas:  Efésios 5:25-33;  1 Pedro 3:7;  Efésios 5:22-24;  1 Pedro 3:1. 4. Votos: Dirigindo-se ao noivo, o ministro perguntará: ” __________________ (nome do noivo), você promete, diante de Deus e destas testemunhas, receber __________________ (nome da noiva), como sua legítima esposa para viver com ela, conforme o que foi ordenado por Deus, na santa instituição do casamento? Promete amá-la, honrá-la, consolá-la e protegê-la na enfermidade ou na saúde, na prosperidade ou na adversidade, e manter-se fiel a ela enquanto os dois viverem?” O noivo responderá: “Sim, prometo.” Dirigindo-se à noiva, o ministro perguntará: ” __________________ (nome da noiva), você promete, diante de Deus e destas testemunhas, receber __________________ (nome do noivo) como seu legítimo esposo, para viver com ele, conforme o que foi ordenado por Deus, na santa instituição do casamento? Promete amá-lo, honrá-lo, respeitá-lo, ajudá-lo e cuidar dele na enfermidade ou na saúde, na prosperidade ou na adversidade, e manter-se fiel a ele enquanto os dois viverem?” A noiva responderá: “Sim, prometo.” 5. Entrega das alianças No caso da cerimônia incluir entrega de alianças, o ministro dirá ao noivo: ” __________________ (nome do noivo), que penhor você dará a __________________ (nome da noiva) como testemunho de suas promessas?” O noivo porá a aliança sobre a Bíblia do ministro, e o ministro, segurando a aliança, dirá ao noivo que repita as seguintes palavras: “Usando esta aliança como símbolo de nossa união, eu me caso contigo, unindo a ti o meu coração e a minha vida, e tornando-te participante de todos os meus bens.” Entregando a aliança ao noivo para que ele a coloque no dedo anular da noiva, o ministro dirá ao noivo: “Que esta aliança seja o símbolo puro e imutável do seu amor.” Em seguida, o ministro dirá à noiva: ” __________________ (nome da noiva), que penhor você dará a __________________ (nome do noivo) como testemunho de suas promessas?” A noiva colocará a aliança sobre a Bíblia do ministro, e este, segurando a aliança, dirá à noiva que repita as seguintes palavras: “Usando esta aliança como símbolo de nossa união, eu me caso contigo, unindo a ti o meu coração e a minha vida, e tornando-te participante de todos os meus bens.” Entregando a aliança à noiva para que ela a ponha no dedo anular do noivo, o ministro dirá à noiva: “Que esta aliança seja o símbolo puro e imutável do seu amor.” 6. Oração “Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze conforme as tuas forças”. (Ec. 9.10a) Página 13

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Manual das cerimônias realizadas pelo ministro Assembleiano Pr. Deuramar Ribeiro Leite Em seguida os noivos se ajoelharão, e se o ministro achar conveniente, ele dirá: “Como sinal de fidelidade às promessas que vocês fizeram um ao outro, segurem agora a mão um do outro.” O ministro colocará a mão direita sobre as mãos unidas dos noivos e orará, fazendo a Deus os seguintes pedidos: “Deus eterno, Criador e Consolador do gênero humano, Doador de toda a graça espiritual, e Autor da vida eterna: Abençoa este homem e esta mulher, a quem abençoamos em Teu nome, a fim de que eles vivam sempre em paz e em amor, conforme teus santos mandamentos, e conduzindo o lar e a vida deles de acordo com tua Santa Palavra, através de nosso Senhor Jesus Cristo. “Rogamos-te, ó Deus Todo-poderoso, que continues a ser Salvador e guia de suas almas imortais, para que, mediante a redenção de nosso Senhor Jesus Cristo, alcancem a glória eterna. Amém.” 7. Pronunciamento Dirigindo-se à igreja, o ministro dirá: “Visto que __________________________ (nome dos noivos) consentiram ambos em ingressar no estado de matrimônio, diante de Deus e destas testemunhas, havendo ambos dado e empenhado sua fé e palavra um ao outro, o que manifestaram pela união das mãos, eu os declaro marido e mulher, casados em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.” “Aqueles aos quais Deus uniu, nenhum homem os separe.” Bênção pastoral O ministro colocará a mão direita sobre as mãos dos noivos e dirá: “Que o Deus Todo-poderoso, Pai, Filho, e Espírito Santo vos abençoe, vos guarde e vos mantenha firmes. Que o Senhor, em sua misericórdia, volte para vós seus olhos de harmonia e vitória, e de tal maneira vos encha de sua graça e bênçãos espirituais, que possais viver neste mundo em seu santo temor, e no mundo vindouro possais gozar da vida celestial e eterna. Amém.” ou “O Senhor os abençoe e os guarde. O Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre vocês e tenha misericórdia de vocês. O Senhor sobre vocês levante o seu rosto e lhes dê a paz.” MODELO RESUMIDO (APLICADO POR MIM) DO ROTEIRO DE CASAMENTO CIVIL E RELIGIOSO COM OS NOIVOS NO ALTAR: 1. ORAÇÃO; 2. CASAMENTO CIVIL (PERGUNTAR AOS NOIVOS) - Artigo 1.514 do Novo Código Civil, Lei 10.406 de 10/01/2002: “O casamento se realiza no momento em que o homem e a mulher manifestam, perante o juiz, a sua vontade de estabelecer vínculo conjugal, e o juiz os declara casados” - OS DECLARAR CASADOS EM NOME DA LEI; 3. LEITURA DO TERMO DE CASAMENTO (FEITO PELO ESCRIVÃO AD-HOC); 4. COLHER ASSINATURA DOS NOIVOS E TESTEMUNHAS; 5. LEITURA BÍBLICA; 6. ORAÇÃO; 7. APRESENTAÇÃO DOS PAIS DO NOIVO, FAMÍLIA, E PADRINHOS; 8. APRESENTAÇÃO DOS PAIS DA NOIVA, FAMÍLIA E PADRINHOS; 9. UM HINO COM ALGUM CANTOR OU GRUPO SE HOUVER; 10. EXPLANAÇÃO DA PALAVRA DE DEUS; “Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze conforme as tuas forças”. (Ec. 9.10a) Página 14

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Manual das cerimônias realizadas pelo ministro Assembleiano 11. 12. 13. 14. CONVIDAR A PORTA ALIANÇA; PERGUNTAR AO NOIVO SE ELE ACEITA A ESPOSA COMO COMPANHEIRA; PERGUNTAR A NOIVA SE ELA ACEITA O ESPOSO COMO COMPANEIRO; REPASSAR AS ALIANÇAS AOS NOIVOS. Mandará ele e ela repetir as palavras abaixo: “Usando esta aliança como símbolo de nossa união, eu me caso contigo, unindo a ti o meu coração e a minha vida, e tornando-te participante de todos os meus bens.”; 15. AJOELHADOS COM AS MÃOS SOBRE A BÍBLIA, PARA A IMPETRAÇÃO DAS BÊNÇÃOS; 16. OS NOIVOS SAIRÃO DA MESMA FORMA QUE ENTRARAM E OS CUMPRIMENTOS SERÃO NA PORTA DO TEMPLO (ou citar o lugar). Pr. Deuramar Ribeiro Leite 08. BODAS (ANIVERSÁRIO DE CASAMENTO) Bodas é o nome da celebração das festas de casamento, sejam elas no civil ou civil/religioso. As bodas são comemoradas todos os anos, e a cada ano ela recebe um significado e uma denominação diferente. Esta cerimônia não precisa ser longa como se um culto de pregação fosse. 1. O oficiante iniciará sempre com oração; os preparativos para tornar o ato mais solene podem ser como se um novo casamento acontecesse. Entrada, púlpito, música adequada, tudo disposto para o evento. 2. Diante do ministro, os cônjuges, acompanhados de descendentes (se houver) ou de alguém de seu relacionamento afetivo, se postarão e o ministro dirá: "Louvamos a Deus pelos casais que conseguiram, nestes tempos de crise espiritual, pecado e miséria, manterem-se firmes nos propósitos do matrimônio, fiéis e leais um para com o outro. Os nossos irmãos (nome do marido) e (nome da esposa) são um exemplo maravilhoso deste fato pelo que, solenemente queremos neste ato celebrar as Bodas (de prata ou de ouro) desta feliz e próspera união. 3. O ministro fará a leitura da Palavra de Deus num dos seguintes textos: Salmos 103.1,2,5; 112; 128; Provérbios 31.10-31; Efésios 5.22-33; Hebreus 13.1,4; 1 Pedro 3.1-7, etc. A seguir poderá haver louvores de solos, corais. Apresentação dos esposos Dirigindo-se aos presentes, o ministro dirá: “Queridos irmãos e amigos, estamos reunidos na presença de Deus e destas testemunhas a fim de celebrar os votos de vinte e cinco anos de casamento de nossos irmãos ________________________ (nomes e sobrenomes dos esposos). “Louvamos a Deus pelos casais vitoriosos, que se têm mantido fiéis a seus votos. Disto são exemplo digno de honra nosso irmão _________________ (nome do esposo) e sua querida esposa ___________ (nome da esposa), com os quais nós nos alegramos agora, celebrando este aniversário de bodas de prata. E para mim uma grande honra dirigir a cerimônia de um aniversário tão glorioso e transcendental.” Renovação de votos Dirigindo-se aos esposos, o ministro dirá: “Durante 25 ou 50 anos, vocês têm-se conservado fiéis em seus votos, tendo empenhado sua palavra e seu amor. Os anos têm transcorrido na infinita sucessão do tempo, e a vida tem-se mostrado agitada, com os muitos acontecimentos do viver diário. Vocês têm sido açoitados por enfermidades, divergências de “Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze conforme as tuas forças”. (Ec. 9.10a) Página 15

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