Revista Arte Real - Edição N.27 - Maio/2009

 

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o que mais me surpreende é o homem pois perde a saúde para juntar dinheiro depois perde o dinheiro para recuperar a saúde vive pensando ansiosamente no futuro de tal forma que acaba por não viver nem o presente nem o futuro vive como se nunca fosse morrer e morre como se nunca tivesse vivido dalai lama p ermitam-nos diletos leitores abrir este editorial convocando-os a uma profunda reflexão sobre a sábia resposta de tenzin gyatso sua santidade o 14º dalai lama quando perguntado sobre o que mais o surpreendia na vida essa postura capitalista é o verdadeiro câncer da sociedade raiz de quase todos os problemas atuais que nos afligem tal modelo coloca em primeira conjugação em nossas vidas o verbo ter para sermos felizes temos que ter algo material À custa da própria saúde da família se é que essa instituição ainda existe nesse modelo de sociedade atual e de uma vida digna avassaladoramente marchamos com uma visão possessiva em direção ao efêmero os incautos são adotados pela libertinagem que rola na internet os programas de tv diga-se de passagem preocupados apenas em atingir altos índices de audiência sem pedir licença vomitam toda sorte de alienação e maus exemplos a droga o homossexualismo a violência e a implosão familiar são exaustivamente exaltados nesse mês em que se comemora o dia internacional da família 15 entendemos ser uma boa oportunidade para refletirmos sobre esse desnorteio perplexo diante dos fatos conversávamos com uma amiga sobre essa inversão de valores a que estamos assistindo pacíficos em clima de normalidade intuitivamente falamos não acreditar encontraremos a solução para esse quadro caótico parece-nos que somente a revolta da natureza poderia pôr fim aos descaminhos por que trilha a humanidade conta-nos a história que civilizações inteiras desvinculadas das leis de deus foram dizimadas pela força da natureza a exemplo dos lêmures e dos atlantes para não forçarmos nossa curta memória contemplemos apenas os últimos 4 anos tsunami na Ásia furacão katrina nos eua desabamentos em santa catarina furacões no sul do brasil aquecimento global temperaturas ao extremo secas e há poucos dias enchentes no maranhão e no amazonas e os terremotos na itália manifestações ceifando várias vidas a natureza mostra os reflexos do descaso da ganância e da destruição do homem outras catástrofes com certeza virão e com elas lampejos temporários de conscientização e de solidariedade entre os povos ao nos negarmos a aprender pelo amor somos condenados com certeza a fazê-lo pela dor a lei do karma não castiga pois como toda lei divina é justa a verdade é que toda ação gera uma reação igual e contrária queridos leitores façamos um mundo mais leve para que possamos carregá-lo reflitamos nas sábias palavras de s.s dalai lama que encimam o editorial na contramão desse amargo retrato continuamos com nosso trabalho em prol da cultura e da conscientização através das seguintes matérias em mais uma edição de nossa revista visando a elucidar e a conscientizar nossos irmãos de que ritual é coisa séria apresentamos como matéria da capa de autoria do ir sérgio sargo a importância do ritual já na coluna destaques a bela matéria a origem do acrônimo gadu da lavra do nosso ir frederico guilherme costa merecendo especial atenção a coluna ritos maçônicos apresenta a ordem da estrita observância do irtenório de albuquerque na coluna trabalhos corroborando com esse editorial destaco o texto do ir walter de oliveira biarini o livre arbítrio os tempos são chegados e a humanidade mais uma vez ao longo de sua história insiste em usar as vendas do efêmero materialismo em se ofuscar com o falso brilho do que está fora quando deveria voltar-se para dentro de si mesma despertemos para o real encontrar-nos-emos um pouco mais conscientes na próxima edição queiram os deuses a b

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capa ­ a importância do ritual capa editorial 2 matéria da capa ­ a importância do ritual 3 destaques a origem do acrônimo gadu 4 os grandes iniciados ­ paulo de tarso 6 ritos maçônicos ­ ordem da estrita observância 7 trabalhos ­ o livre arbítrio 8 uma reflexão sobre o salmo 133 10 reflexões ­ seja você mesmo 11 lançamentos ­ livro 12 boas dicas 12 a importância do ritual o ritual em sua concepção específica é um processo disciplinador de nossos atos e da vida É uma forma de ordenar a sucessão de fases atos e atitudes destinadas a promover o desenvolvimento gradativo e lógico dos acontecimentos da natureza em comunhão com a atividade do ser humano isto é do ser vivo pensante não se trata de um acontecimento aleatório e supersticioso mas de um processo científico e técnico presente em todos os fatos do mundo profano embora se manifeste mais claramente na esfera religiosa esotérica e principalmente nas ordens iniciáticas como a maçonaria o ritual nada tem de crendice e mistério representa ordem de processos determina que aquele que o pratica faça a atração das forças a serem mobilizadas depois deverá concentrá-las e em seguida de maneira gradativa dinamizar e direcioná-las para o objetivo escolhido nem sempre esse objetivo será nobre e o iniciado deve ter conhecimento de que a força do ritual poderá ser utilizada tanto para o bem como para o mal dependendo da ritualística praticada também deverá conhecer ambas as forças e obviamente seguir pela senda do bem ao próximo observamos as fases de um ritual nos dias que se passam na vida de todos os dias não seria um ritual aquela sucessão de etapas que realizamos logo que acordamos pela manhã e quando nos atrasamos não nos sentimos mal o dia todo como se estivéssemos fora de sintonia ou quando temos que pular alguma fase dentro do ritual de nossas vidas somos todos sérgio sargo sacerdotes uma das características do ritual é a repetição sem falhas dos gestos palavras e ações que quando feitos com concentração e motivação alegre nos ligam com arquétipos e energias muito benéficas às nossas vidas ainda mais importante é a atuação de cada um dentro de um ritual destinado a nos ligar às energias superiores ou mesmo significações filosóficas em prol não apenas de quem o executa mas de algo maior e muito mais valioso o ritual maçônico se constitui de um meio poderoso para fazer com que todos aqueles que dele participam atinjam um estado superior de consciência que através da repetição disciplinada e constante com grande requinte de detalhes e realizado com extrema atenção e correção realizado com suavidade e obedecendo a certo ritmo gera equilíbrio emocional calma interior além de colocar cada um em estado de atenção nota-se que quando o venerável de uma loja está indisposto desconcentrado cansado nervoso preocupado ou perturbado por emoções e/ou energias estranhas ocorre desde o início do ritual uma quebra na prática do mesmo as falas saem erradas pulam-se partes do ritual no que se refere a sua seqüência e tudo começa a ficar fora de sintonia os erros do venerável mestre são logo acompanhados de erros dos demais oficiais e por fim acaba por se instalar uma completa desarmonia no ambiente da loja gerando completo desconforto daqueles que participam a meditação no início serve para acalmar os ânimos relaxando os nervos diminuindo a exaltação e o stress do dia-a-dia nos desligando das preocupações profanas nosso ritual irá com certeza fluir melhor após uma meditação bem realizada.

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toda escola iniciática estabelece um ritual uma liturgia a ser seguida de maneira irrepreensível não se trata apenas de uma repetição de ações mas principalmente de se gerar uma forte energia que alimente um egrégora o qual por sua vez dará um sentido e uma força mágica ao ritual e ao cerimonial É dessa seqüência cerimonial que a iniciação retira seu mais profundo significado produzindo um impacto emocional e espiritual necessário ao candidato o que marcará sua alma por toda a eternidade a maçonaria como herdeira e depositária de ritualísticas advindas de sociedades muito mais antigas como a egípcia por exemplo transforma o indivíduo atuando nele e no grupo como um todo causando uma transmutação interior o ritual tem uma importância capital na maçonaria e definitivamente é um mau maçom aquele que faz pouco caso da ritualística ou a realiza apenas de maneira mecânica gestos palavras sons e posturas são geradores e canalizadores de energia sejam positivas ou negativas É responsabilidade dos oficiais da loja zelar para que os obreiros ajam conforme a maneira prevista na ritualística corrigindo desvios e impondo disciplina pontualidade assiduidade dedicação aos estudos e conhecimento profundo de cada grau que o obreiro venha a praticar sabe-se por experiência que lojas cujas colunas abateram relaxaram na disciplina e no rigor da prática ritualística e quando o egrégora se enfraquece o mesmo com o tempo se desfaz há uma quebra de sintonia e o enfraquecimento do grupo outra causa comum da dissolução das lojas é a fuga dos obreiros por falta de motivação o principal responsável é geralmente o venerável que negligencia suas obrigações e deixa de preparar uma instrução ou um tema para debate em cada sessão os obreiros se sentem frustrados por não terem aprendido nada de novo naquela reunião e começam a pensar ser uma perda de tempo ir à loja É no embate de opiniões e nas contribuições de cada membro do grupo que descobrimos novas formas de ver o mundo e então buscamos o que há de mais fundamental na maçonaria a investigação e busca da verdade aprendizes maçons ânimo nessa nova e importante etapa de vossas vidas e lembrai-vos de que aprendiz não fala apenas simbolicamente pois precisa mais ouvir do que falar para poder absorver com mais eficácia esse mundo novo que se apresenta a b a origem do acrônimo gadu la franc-masoneria tiene buen cuidado de no definir el gran arquitecto dejando toda latitud a sus adeptos para que hagan del mismo una idea de acuerdo cons su filosofia los francmasones abandonam la teologia a los teÓlogos cuyos dogmas levantam apasionadas discusiones cuando non conducen a las guerras o a persecuciones inicuas oswald wirth frederico guilherme costa 11 10 como sábio arquiteto pus o alicerce 1ª epístola aos coríntios 3 10 sabemos que nos antigos deveres nas raras invocações rituais encontraremos uma forte influência do catolicismo e um pouco mais próximo ao novo período o credo andersoniano todavia merece nossa consideração o fato de a data da primeira condenação pontifícia ter ocorrido justamente em 1738 quando os ingleses modificam pela primeira vez o livro das constituições tornando-o mais próximo o rito moderno intelectualmente direcionado para o verdadeiro princípio da tolerância e em nome da total liberdade de identificar-se com as consciências de seus membros desconsidera a afirmação dogmática de que o recipiendário é obrigado no dia de sua iniciação a afirmar solenemente a sua crença no gadu fórmula que harmoniza o princípio da construção com o ideal maçônico na construção do edifício da liberdade humana a tradição maçônica chama de deus o grande arquiteto do universo mas seria isso uma tradição a partir de 1717 ou desde mais além todos sabemos que a partir da chamada maçonaria dos aceitos erroneamente chamada de especulativa uma forte influência protestante fez-se presente na sua primeira constituição através dos irmãos pastores responsáveis por sua redação notadamente seu compilador anderson todavia onde teria ele buscado o nome ga du À espera da cidade dotada de sólidos fundamentos da qual deus é o arquiteto e construtor epístola aos hebreus,

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ao teísmo de roma condenação esta que não aconteceu em 1723 quando o texto original nitidamente deísta foi aprovado e publicado pela grande loja de londres parece-nos ter sido uma preocupação constante a introdução de nomes e episódios bíblicos para a formação da nossa mitologia maçônica até mesmo a fórmula g adu que nos parecia tão pessoal foi buscada na epístola de paulo se entendermos nossa arte como não dogmática somente um maçom livre e de bons costumes poderá entender essa liberdade como a querem os franceses que em seu nome suprimiram das suas constituições em 1877 a fórmula do gadu o que provocou o rompimento com a inglaterra e o início da sua irregularidade perante a loja-mãe da moderna maçonaria oriunda da grande loja de londres de 1717 considerada maçonaria regular ou seja fundada por maçons autênticos regularmente iniciados e possuidores dos poderes necessários para fundar lojas seria isso mesmo se a afirmação acima fosse verdadeira acontece que segundo ambelain não é en septiembre de 1714 en londres el pastor presbiteriano james anderson educa a profanos en las ideas masónicas y a finales de ano probablemente el dia de san juan de invierno funda una logia com siete de ellos ahora bien anderson no es maestro de logia por lo tanto no puede transmitir la iniciación masónica ni siquiera es masón regular ya que no se ha encontrado ningrín rastro de su iniciación sino capelian de logia cosa muy diferente por conseguiente esas iniciaciones son totalmente irregulares sin ningún valor y aunque hubiera sido compañero regular lo que no es el caso seguiram siendo ilícitas y ninguno de sus iniciados podria ir más lejos tres anos más tarde en 1717 esos ocho masones irregulares constituirán cuatro logias tan irregulares como la primera robert ambelain el secreto masónico mertinez roca págs 219 e 220 acreditamos corajosamente que em momento algum nossos irmãos franceses negaram a existência da fórmula do grande arquiteto do universo deixaram sim fluir e isto deve ser visto com o respeito devido a todo ser que se pretendia livre de dogmas a percepção íntima e pessoal do deus do seu próprio coração quando e como esta realidade manifestar-se na sua mente pequenina perto do macro-ideal de um universo em expansão e ainda quase totalmente desconhecido o mais são regras pessoais impostas e determinativas de algo que não se impõe mas oferece-se como demonstração do mais profundo amor esse amor representa a unidade o princípio e o fim de tudo ela não pretende eliminar os contrários mas estabelecer o princípio da ordem sobre a desordem ao qual o lema escocista tão bem se ajusta ordo ab chao a origem do acrônimo gadu está portanto no princípio criador independente da fórmula ou oposição o gadunão exige a crença nele ele simplesmente é uma atualidade não pode ser uma realidade humana seu nome está inscrito na constituição da maçonaria o verdadeiro livro do conhecimento sagrado somente através dessa lei sagrada que rege o universo será possível ascender do inferior até o superior todavia essa constituição não foi escrita por mãos humanas não foi anderson quem a elaborou e as potências a compilaram não suas páginas estão brancas como a alma universal apenas o verdadeiro iniciado o mestre exemplar saberá gravar no seu próprio coração a origem do acrônimo gadu lendo no silêncio da paz profunda as regras que lhe forem atribuídas a b

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paulo de tarso p giselda sbragia finalmente em corinto aí além de organizar a comunidade cristã exerceu grande atividade apologética e política três anos depois retorna à palestina chegando a antioquia em 53 ou 54 d.c logo em seguida inicia-se a terceira jornada missionária que refazendo rapidamente o itinerário da anterior dirige-se a Éfeso onde por mais de três anos desenvolve o apóstolo intensa atividade doutrinária não longe dessa cidade porém seus inimigos o atacam em corinto e galácia acusam-no de ser apenas um apóstolo secundário estranho aos doze primitivos companheiros de jesus e concluem que seu evangelho não passa de uma falsa interpretação dos princípios judaico-cristãos em duas famosas epístolas aos gálatas e aos coríntios paulo responde às acusações refutando ponto por ponto as críticas de seus adversários pouco antes de abandonar definitivamente a grécia escreve a sua mais importante epístola dirigida aos cristãos de roma em que revê inúmeros fundamentos teológicos do cristianismo ao regressar a jerusalém é acusado por fanáticos de profanar os templos encarcerado em cesaréia e depois transferido para roma consegue ser absolvido em 61 d.c realiza algumas missões que o levam mais uma vez ao oriente e provavelmente à espanha de volta a roma os judaizantes da comunidade o perseguem acabando por prendê-lo submetido a longo processo foi decapitado 64 ou 65 d.c por ordem de nero paulo é o verdadeiro fundador do cristianismo como grande apóstolo dos gentios coordenou o trabalho das sete igrejas do oriente ou seja um verdadeiro sistema geográfico em função numa tentativa de codificação da doutrina cristã a autora pertence às fileiras da sociedade brasileira de eubiose rimeiro grande missionário e teólogo cristão também chamado de apóstolo dos gentios paulo ou saulo nasceu em tarso então um dos centros intelectuais do império romano cidadão romano por nascimento pertencia a uma família de fariseus fervorosos tendo sido iniciado desde cedo nas leis e tradições judaicas at 16,38 22,29 em tarso aprendeu o grego o latim e o hebreu mais tarde em jerusalém estudou na escola de gamaliel onde tomou contato com a dialética processo que muito viria a utilizar em suas especulações teológico-fisiológicas essa formação intelectual torna compreensível sua compreensão universalista do cristianismo terminada a educação rabinítica volta a tarso e logo depois a jerusalém durante esse tempo torna-se fariseu exaltado perseguindo os cristãos tal procedimento entretanto cedeu lugar a uma radical transformação fruto da visão que teve na estrada de damasco convertido paulo se retira para o deserto aí se entregando durante dois anos de solitária contemplação aos êxtases da revelação cristã de volta a damasco perseguições judaicas obrigaram-no a fugir para jerusalém onde se encontra com o apóstolo pedro convidado depois por barnabé a tomar parte nos trabalhos ministeriais da igreja de antióquia visita jerusalém pela segunda vez e traça os rumos de um novo apostolado de vanguarda iniciando suas célebres jornadas apologéticas a primeira das três expedições paulinas dirige-se a chipre em pouco tempo paulo que partira para jerusalém em 47 d.c consegue converter o procônsul sérgio paulo o acontecimento garante o êxito da missão que se estendeu também às regiões de panfília pisídia e licaônia onde numerosas igrejas foram fundadas entre a primeira e a terceira jornada tem lugar o concílio apostólico de jerusalém 48 ou 49 d.c a que paulo e bernabé comparecem como representantes da igreja a segunda jornada missionária 50 d.c partiu em direção à Ásia menor e seguindo o rumo ne atingiu tróada onde uma visão misteriosa fez que paulo se dirigisse à europa atravessou então a macedônia visitou atenas estabelecendo-se a b

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ordem da estrita observância o rito da ordem da estrita observância foi mais uma inovação feita pelo inglês michel andrés ramsay figura de grande renome na maçonaria no século xviii o rito da ordem da estrita observância despertou grande interesse atraiu numerosos adeptos o objetivo de michel andrés ramsay fundando-o foi uma tentativa de pô-lo indiretamente a serviço de sua causa e também de seus interesses particulares jacques ii da família dos stuarts perdeu o trono da inglaterra para o usurpador guilherme de orange e foi refugiar-se na frança no castelo de saint-germain-enlaye onde foi recebido por luis xiv com a mais entusiástica cordialidade jacques ii não viera só seguiam-no os seus partidários e as tropas fiéis das quais uma parte era constituída por três regimentos escoceses extraído do livro la franc-maçonnerie ecossaise em france página 9 do escritor albert lantoine numerosos eram também os acompanhantes irlandeses os escoceses e os irlandeses eram católicos com apoio deles foi fundada uma loja regular em saint-germain cuja existência já em 1688 era assinalada figurando durante algum tempo nos anuários do grand orient de france os partidários dos stuarts espalharam que a maçonaria estava trabalhando para o retorno de jacques ii ao trono da inglaterra que a instituição era uma continuação dos templários e que as lojas maçônicas eram possuidoras de fabulosos tesouros os verdadeiros maçons conhecedores dos verdadeiros objetivos da ordem e do que se propalava revoltaram-se como constituíam a minoria o recurso foi retirar-se das lojas contagiadas por falsos doutrinadores gerou-se um período de confusão justamente o que desejavam os propaladores dos falsos informes os jesuítas julgaram ter chegado o momento propício para apoderarem-se da instituição definitivamente para tanto fizeram aparecer em cena alguém de quem não se poderia dizer com justiça se foi enganado ou se era enganador isto é se sabia o que fazia e para quem trabalhava ou se era mero instrumento posto a serviço daqueles a quem não conhecia trata-se do barão de hund renovador da crença de que a maçonaria era efetivamente uma continuação da ordem dos templários o barão de hund era homem tenório de albuquerque riquíssimo generoso mas presunçoso amante de aventuras e novidades iniciado na maçonaria em francofort em 1742 quando contava apenas 20 anos dedicou-se à ordem em 1784 mudou-se para paris onde foi iniciado nos altos graus do capítulo de clermont compenetrado de que a maçonaria era a sucessora da ordem dos templários passou a fazer propaganda intensa disso baseado no sistema de altos graus organizado por michel andrés ramsay o barão de hund resolveu organizar nova associação que denominou ordem da estrita observância dividida em muitos graus de iniciação com um chefe superior e visível para cujo cargo ele mesmo se nomeou o barão de hund forjou uma lenda declarando ter sido iniciado e nomeado cavaleiro templário na frança por um inglês em presença do próprio grão-mestre da ordem e que o cavaleiro marshall grão-mestre da 7ª província ao morrer lhe transmitira a suprema dignidade de que estava revestido que o autorizava a propagar a ordem e a maçonaria para comprovar as lendárias afirmações o barão de hund limitava-se a exibir um documento escrito em caracteres desconhecidos que ninguém conseguia compreender é claro surge outro misterioso grÃo-mestre de espírito inventivo declarou o barão de hund que havia sido apresentado aos chefes desconhecidos que lhe ministraram instruções e lhe haviam concedido poderes para armar cavaleiros como missionário ele adotou os símbolos maçônicos adulterou as cerimônias da maçonaria e iniciou inúmeras pessoas inclusive muitos maçons convencidos de que hund era senhor da verdade de súbito surgiu na frança outro misterioso grãomestre um tal de johnson ele afirmou ter sido enviado da escócia pelos famosos superiores desconhecidos a fim de revelar aos irmãos verdadeiros segredos fazê-los participar das fabulosas riquezas da ordem era um embusteiro o barão de hund foi obrigado a sair a público para desmascarar o outro fez um apelo aos maçons convidando-os a lhe jurarem obediência e fidelidade e a se prepararem para seguir suas instruções para maior aparato e convencimento de todos o barão fez ostentação de sua fortuna e reafirmou saber onde se encontravam as fantásticas riquezas dos templários prometeu exibi-las e andou acenando com altos graus a muitas pessoas.

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príncipes nobres toda sorte de pessoas importantes deixaram-se dominar pela esperança de participar das lendárias riquezas e pela vaidade de vir a possuir altos títulos e condecorações valiosas entrando na ordem da estrita observância numerosas lojas e capítulos novos foram instalados difundiu-se o novo sistema que ganhou muito terreno o barão de hund e os seus parceiros com apoio de homens poderosos declararam heréticos os demais sistemas que passaram a ser hostilizados as lojas não filiadas à estrita observância foram taxadas de observância relaxada pelas outras cujos componentes se intitulavam grandes maçons chegou uma ocasião em que a ordem da estrita observância estava disseminada através de quase toda a europa distribuída em 9 províncias que abrangiam muitos países era uma sociedade secreta predominante em um velho mundo cada província era dividida em prioratos estes em prefeituras estas em comandos estes em lojas os graus da estrita observÂncia o barão de hund modificou muitos rituais maçônicos de acordo com seu espírito fantasioso e estabeleceu seus graus a princípio adicionando-lhes mais um eram os seguintes · graus simbólicos aprendiz companheiro e mestre · graus superiores templários mestre escocês noviço templário dividido em cavaleiro aliado e portaestandarte · eques professus extinÇÃo da ordem da estrita observÂncia imaginoso o barão de hund de tempos em tempos acenava com promessas novas chegou a asseverar ter encontrado os tesouros dos templários e que os iria incorporar à ordem falava em construção de hospitais de edifícios próprios das lojas mas nada aparecia alguns adeptos começaram a impacientar-se entarch mais exaltado do que os outros publicou e espalhou um folheto a pedra de toque em que divulgou os segredos da estrita observância os manejos e falsidades do barão de hund foi um escândalo divulgada a organização da ordem surgiram os mais acres comentários foi convocada uma assembléia ou convenção para realizar se em wilhemstadt sob a presidência do duque fernando de brunswick foi efetuada a assembléia em 16 de julho de 1782 em que se tratou da reforma da maçonaria repúdio definitivo à lenda de ser a maçonaria uma continuação dos templários e extinção da ordem da estrita observância a b o livre arbítrio n ão há como dissociar o homem de seu destino a perfeição relativa ao todo perfeito contudo esse destino não está nas mãos de deus ou do demônio conforme nos querem fazer crer as religiões por não existir determinismo ou fatalismo na evolução humana a faculdade de pensar de raciocinar colocou o homem no topo da escala evolutiva acima de seus companheiros de jornada terrestre os chamados irracionais sendo ele um espírito encarnado dotado dessa faculdade está sujeito às intempéries que a vida oferece a cada passo em seu caminhar gregário na maior parte das vidas e às vezes solitário rené descartes chegou ao ápice da questão ao concluir que por deter o poder de raciocinar o homem logicamente é um ser existente ou seja penso logo existo mas o existir não está diretamente ligado ao viver existir é ser e viver é ter quer dizer o homem tem na vida a oportunidade de ser algo mais do que um simples vivente exatamente por pensar ele existe porque pensa e o pensamento envolve o desenvolvimento da inteligência e essa o da razão assim interligando-se essas conquistas evolucionais acabam por determinar parâmetros que levam às ações e pensamentos e podem tornar o homem ditoso ou desgraçado em suas romagens terrenas encarnação após encarnação vida após vida walter de oliveira bariani essa dualidade graça e desgraça decorrem da liberdade de consciência maior conquista da criatura face ao seu criador que em sua infinita misericórdia proporciona oportunidades incontáveis para que o homem possa evoluir a despeito de sua condição de réprobo de si mesmo a posse da razão é o cadinho depurador das ações divisionárias dessa dualidade porquanto tudo que é confrontado com a razão recebe a chancela do certo e/ou do errado essa por sua vez amolda-se à moral cientifica confirmando seus estamentos filosóficos o livre arbítrio vem de ser exatamente o determinante da liberdade de consciência a encruzilhada da moral e da razão do pensar e do agir o livro dos espíritos ao comentar o tema relata-nos na questão nº 843 tem o homem o livre arbítrio de seus atos tendo a liberdade de pensar tem igualmente a de agir sem o livre arbítrio o homem seria máquina a cada ação corresponde uma reação é a lei das causas e efeitos dotado da liberdade de pensar tem o homem automaticamente a de agir mas ao direito de agir conforme sua liberdade de consciência corresponde o dever de circunscrevê-la aos crivos da razão e da moral ou seja de acordo com os atos praticados será glorificado ou execrado.

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um dos exemplos mais marcante de livre arbítrio é encontrado nas páginas da bíblia mais precisamente na saga de adão e eva que como sabemos trata-se única e exclusivamente de personagens fictícios utilizados como símbolos do aparecimento do homem na face da terra não como elemento oriundo da teoria criacionista mas dentro de conceitos evolucionistas por excelência o paraíso ou éden é a inocência oriunda do não pensar e consequentemente não saber a árvore da vida no meio do paraíso é o marco evolucional do homem que busca o conhecimento apesar das dificuldades que a vida lhe interpõe a cada passo pois disse deus 16 e deu-lhe esta ordem e lhe disse come de todos os frutos das árvores do paraíso 17 mas não comas do fruto da árvore da ciência do bem e do mal porque em qualquer tempo que comeres dele certissimamente morrerás gênesis 2 16 e 17 observe-se que a árvore proibida era a da ciência do bem e do mal ou seja era a do conhecimento que faria com que o homem pudesse discernir em suas ações aquilo que lhe traria alegria e o que poderia ao mesmo tempo causar-lhe a dor e os tormentos da alma a serpente é o símbolo da inteligência somente através dela é que se pode atingir o conhecimento a narrativa bíblica nos mostra que eva formada de uma parte de adão o homem portanto mais evoluída arguiu de si mesma sobre a morte e chegou à conclusão de que caso comesse da fruta proibida certamente não morreria mas viveria com mais intensidade dado haver adquirido o conhecimento 4 mas a serpente disse à mulher bem podeis estar seguros de que não haveis de morrer 5 porque deus sabe que se comerdes desse fruto abrir-se-ão vossos olhos e sereis como deuses conhecendo o bem e o mal gênesis 3 4 e 5 deus como criador conhece sua criatura sabendo-a dotada de recursos necessários ao pleno desenvolvimento mental moral e espiritual coloca ao seu alcance o conhecimento para que possa discernir entre o certo e o errado eva simbolicamente instigada pela inteligência usou do livre arbítrio e colheu o fruto e viu que era formoso e agradável à vista e o comeu ou seja desafiou a proibição o cerceamento da liberdade de consciência que impede a evolução plena figura de retórica levando-nos aos desmandos dos líderes religiosos de todos os tempos que sempre utilizaram do pecado para determinar o que era proibido ao conhecimento do ser humano eva tomou conhecimento de que além do paraíso existia a vida e de que como ser pensante poderia determinar os rumos dessa vida adão e eva simbolizam a humanidade o homem criado simples e ignorante mas que dispõe de elementos naturais tanto à sua volta quanto em si mesmo para crescer intelectualmente despertando a partir da inteligência serpente o desejo de se conhecer para melhor aquilatar suas ações porque delas depende sua própria evolução a maldição que deus jogou sobre os ombros de adão e eva retrata as dificuldades que a humanidade enfrenta em sua marcha evolutiva porque primeiramente ele se dirigiu à serpente como elemento da discórdia disse ele 14 e o senhor deus disse à serpente pois que assim fizeste tu és maldita entre todos os animais e bestas da terra tu andarás de rojo sobre teu ventre e comerás terra todos os dias da tua vida 15 eu porei inimizades entre ti e a mulher entre a tua prosperidade e a dela ela te pisará a cabeça e tu procurarás morde-la no calcanhar essa frase bíblica tem sido usada pela humanidade não em seu significado simbólico mas como se fosse uma condenação verdadeira ao animal serpente por isso as cobras são caçadas impiedosamente e tidas como criaturas demoníacas mas o relato é simbólico a inteligência é apanágio superior por isso maldita entre aqueles que não a possuem ou que não podem usufruir plenamente de suas propriedades intelectivas a serpente sempre desempenhou um papel importante e multiforme como símbolo na china é o símbolo yin de yin e yang na Índia as nadjas são consideradas como mediadoras entre os deuses e os homens a kundalini é simbolizada como serpentes que se enroscam desde a base da coluna vertebral até a cabeça considerada a sede da energia cósmica no egito conheciam-se diversas deusas serpentes além disso foi nesse país que os arqueólogos encontraram o símbolo do ouroboros a serpente que morde sua própria cauda símbolo do que é eterno que não tem começo e nem fim finalmente no culto a asclépio ou esculápio a serpente tem um papel importante como símbolo da autorrenovação quanto à maldição de comer terra todos os dias observemos que figurativamente a terra não é alimento exclusivo da serpente pois que toda a humanidade se nutre da terra e a inimizade entre a inteligência e a mulher ficou no campo das conjeturas masculinas dominantes onde a mulher era considerada como ser inferior e dominada pelo marido conforme o relato bíblico gênesis 3 16 onde deus determinou à mulher que os trabalhos de parto seriam multiplicados para que seus filhos fossem paridos com dor e que ficaria debaixo do poder do marido a adão deus determinou que deveria tirar da terra o sustento à força de seu trabalho comendo o pão oriundo do suor de seu rosto não há progresso sem trabalho e não há paz sem a firme determinação de conviver respeitando as diferenças entre os povos assim é a humanidade que ainda busca se libertar dos liames e tentáculos dos poderes religiosos e seculares desatando os nós górdios do dogmatismo insensato para alçar vôos plenos da liberdade de consciência regulando-a pelo livre arbítrio utilizando a razão para crescer e evoluir sempre em busca da perfeição baseando seus atos na mais pura moral e na mais elevada consciência de que é um junto ao pai mas sabendo que o pai é maior que todos a b

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uma reflexão sobre o salmo 133 autor desconhecido oh como é bom e agradável viverem unidos os irmãos É como o óleo precioso sobre a cabeça o qual desce para a barba a barba de aarão e desce para a orla de suas vestes É como o orvalho do hermon que desce sobre os montes de sião porque ali ordena o senhor a sua benção e a vida para sempre na tradição hebraica a figura de davi rei de israel tem duplo significado o de fundador do poder militar judaico e o de símbolo da aliança entre deus e seu povo a história de davi é narrada na bíblia nos livros i e ii de samuel nascido em belém na judeia entrou como harpista na corte de saul primeiro rei de israel na guerra contra os filisteus o jovem davi armado com uma funda matou golias o gigantesco campeão dos inimigos essa vitória e outras que se seguiram despertou o entusiasmo do povo e enciumado o rei saul resolveu eliminá-lo embora este se tivesse casado com sua filha micol e fosse amigo de jônatas davi então fugiu da corte vivendo em seguida em vários lugares depois da morte de saul e jônatas davi regressou à judéia e sua tribo o nomeou rei ao mesmo tempo em que as tribos restantes elegiam isbaal o outro filho de saul na guerra que se seguiu isbaal foi morto e davi tornou-se rei de israel fixando a capital em jerusalém para lá transferiu a arca da aliança maior símbolo religioso dos israelitas aarão é o primeiro nome lembrado toda vez que se falar em religião judaica a citação do seu nome evoca um paradigma sacerdotal a linhagem levita aarão é o irmão mais velho de moisés e seu principal colaborador sua figura possui um peso próprio na tradição bíblica devido ao seu caráter de patriarca e fundador da classe sacerdotal dos judeus membro destacado da tribo de levi viveu em torno do século xiv a.c de acordo com a descrição do exôdo era filho de amram e jocabed e três anos mais velho que moisés segundo a maioria dos biblicistas se moisés encarnava a visão profética aarão simbolizava a necessidade de um poderoso testamento sacerdotal com tal preâmbulo traçamos um perfil de davi autor do salmo em epígrafe e de aarão citado no mesmo para comentarmos o sentido figurado de tal texto reputado como local sagrado pelos habitantes originais de canaã o monte hermon situa-se na região norte do território conhecido hoje como palestina na fronteira do líbano com a síria e se eleva a 2.800 metros de altitude o seu cume está permanentemente coberto de neve aos seus pés tem origem o rio jordão responsável por tornar fértil toda a região conhecida como vale do jordão que se estende da cidade de dã até a região de edom ao sul do mar morto a fertilidade isto é a própria vida da região é dádiva do monte hermon se não fosse o orvalho de suas vertentes não existiria o jordão a região vizinha é inóspita e sem chuvas as águas cristalinas do jordão asseguram a irrigação e com ela a vida ao longo do vale verdejante É possível se entender o significado simbólico do orvalho do hermon e a paráfrase da conclusão ali ordena o senhor a sua benção e a vida para sempre a figura o óleo que desce da cabeça de arão é como o orvalho do hermon que também desce na verdade é um símile feito pelo poeta para comparar as benesses da vida em união tudo se passando como se ele tivesse dizendo que viver em união é como ter aarão como sacerdote em íntimo contato com o criador interpretando nossas dores e alegrias e oferecendo os sacrifícios ou então é como ter garantida a vida que frui do hermon até aos montes de sião assegurando a fertilidade da região de onde vem nosso sustento com essa comparação entendemos o que o salmista nos traz viver em união como irmãos é a superação de todos os males É sinônimo da máxima virtude humana É quando os homens ascendem ao clímax da felicidade É a realização do eu coletivo não seremos eus mas nós a felicidade da vida em união é comparada em dois planos o espiritual simbolizado pelo óleo sobre a cabeça ungindo arão que permite ao homem alcançar o plano do eu superior e o material representado alegoricamente pela água que descendo do hermon assegura a vida pela perene fertilidade do solo de um lado o espírito de outro o corpo e no meio o homem plenamente harmonizado consigo mesmo com os demais semelhantes com a natureza a terra e com o principio criador o óleo o homem o monte e a água formam os símbolos e alegorias que nos levam a entender o significado da real união entre homens que se definem como irmãos o salmo 133 consagra o puro e verdadeiro amor fraternal essência para a construção dos novos tempos ali ordena o senhor a sua benção e a vida para sempre ele retrata os mistérios da felicidade interior dos que vivem em harmonia com seus irmãos felizes aqueles que compreendem o essencial desse poema para alguns oculto e muito mais do que isto conseguem viver essa experiência o objetivo primário é unir os irmãos de tal forma que possam parecer um só corpo uma só vontade um só espírito formando um templo coeso cuja fundação se assenta no lema um por todos todos por um a b

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seja você mesmo n ão importa se os vizinhos agem de forma semelhante se vários colegas do trabalho concordam entre si com certas questões se os parentes falam a mesma coisa se a história reconta o passado estimulada pelos fatos presentes se a mídia exibe a mesma situação repetidamente se a maioria faz tudo quanto faz conveniência nada deve interessar se você não analisa criticamente cada impressão que recebe portanto é um dever opor-se à opinião de terceiros sem apreciá-la primeiramente para não tropeçar e pior ao cair apontar o dedo da culpa para os outros boa parte da responsabilidade pessoal é fruto da consciência sobre si mesmo admitindo que se errou ao agir inconscientemente aquele que não ilumina o seu caminho através da reflexão vaga errante nas picadas escuras formadas pelos retalhos das ideias alheias só você é capaz de lançar compreensão sobre os pensamentos e atos com os quais convive seja você mesmo por não ter consciência sobre o que pensa o homem concorda com muita coisa que sequer lhe diz respeito no intuito de pelo menos mostrar-se cordato com os demais de convívio na ausência da opinião crítica individual resta-lhe a concordância cega do pensamento coletivo medo de ser rejeitado É um tipo de armando corrêa de siqueira neto compensação ainda que despercebida efetiva no seu propósito parte e todo pois andam morosa e empobrecidamente É preferível desagradar a alguns e evoluir solitariamente a manter-se preso ao atraso do grupo cumpre dizer contudo que não é pela discordância que as pessoas se separam ­ ela ao contrário aproxima aqueles que nela enxergam proveito mas pelo desinteresse que se instala à medida que um avança e outro fica para trás o ser humano agrupa-se socialmente por interesses particulares que atendam às necessidades e aos desejos próprios ao perder tais proveitos dá novo direcionamento às relações buscando inusitados horizontes ainda que negue a importante mudança pelo sentimento de culpa que pode imprimir pressão e pesar não é simples atravessar o deserto da transformação pessoal ao separar-se das pessoas de convívio todavia há ganhos que não apenas compensam mas elevam o entendimento de que a evolução cobra por cada passo dado e o seu preço é mais do que justo interessantes personagens atraem e são atraídos gerando renovada e oportuna roda de convivência além do alargamento da consciência que dá testemunho cada vez mais dos próprios atos por sua vez frutos da reflexão e não do acaso que é par constante da inconsciência seja você mesmo a b

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o autor nosso irmão celso grinaldi filho é atualmente gerente nacional de vendas de uma grande organização do segmento editorial possui mais de 30 anos de experiência em gerenciamento de grandes equipes de vendas tendo como área de especialização as atividades de treinamento planejamento e avaliação de desempenho dessas equipes este livro o vendedor talentoso discorre sobre a necessidade de pensar como um vendedor as suas opções de vendas os passos iniciais e finais de uma venda sobre o atendimento sobre os tipos de compradores sobre a arte de vender as virtudes de um vendedor os defeitos a serem evitados os objetivos da venda o merchandising a construção do futuro do vendedor e enfatiza o decálogo do vendedor além de se estudar em profundidade as técnicas de venda propriamente dita o vendedor como imagem da empresa como superar as objeções de uma venda como evitar que surjam obstáculos para a venda o planejamento do trabalho de venda a busca da persistência e da criatividade a promoção no ponto de venda e a relação empresa/vendedor talentoso agrega um glossário de termos usuais em vendas que o leitor não encontrará compilado em nenhuma obra similar indico o livro pequena história da maçonaria no brasil de autoria do irmão joão ferreira durão pela editora madras trata-se de uma bela obra baseada em pesquisas históricas sobre a origem da maçonaria brasileira a indicação de livro b a arte real ­ edições anteriores b além dos vários sites que disponibilizam nossa revista você poderá encontrar para download todas as edições anteriores em nosso portal www.entreirmaos.net a b a rte real é uma revista maçônica virtual de publicação mensal fundada em 24 de fevereiro de 2007 com registro na abim ­ associação brasileira de imprensa maçônica ­ 005-jv que se apresenta como mais um canal de informação integração e incentivo à cultura maçônica sendo distribuída diretamente via internet para mais de 12.500 e-mails de irmãos de todo o brasil e também do exterior além de uma vasta redistribuição em listas de discussões sites maçônicos e listas particulares de nossos leitores ao completar dois anos de idade no último 24 de fevereiro sua revista arte real de cara nova sente-se muito honrada em poder contribuir de forma muito positiva com a cultura maçônica incentivando o estudo e a pesquisa no seio das lojas e fazendo muitos irmãos repensarem quanto à importância do momento a que chamamos de ¼ de hora de estudos obrigado por prestigiar esse altruístico trabalho editor responsável diagramação editoração gráfica e distribuição francisco feitosa da fonseca mi 33º revisor joão geraldo de freitas camanho mi 33º colaboradores nesta edição armandocorrêa de siqueira neto ­ federico guilherme costa­ giselda sbragia ­ sérgio sargo ­ tenório albuquerque ­ walter oliveira bariani empresas patrocinadoras alexandre dentista arte real software ­ ch dedetizadora ­ conciv cfc objetiva auto escola ­ dirija rent a car livro celso grinaldi lópez y lópez advogados ­ maurílio advocacia olheiros.com santana pneus ­ sul minas lab fotográfico turmalina contatos 35 3331-1288 e-mail feitosa@entreirmaos.net skype ­ francisco.feitosa.da.fonseca msn ­ entre-irmaos@hotmail.com distribuição gratuita via internet os textos editados são de inteira responsabilidade dos signatários obrigado por prestigiar nosso trabalho temos um encontro marcado na próxima edição ?

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