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a minha preocupação não está em ser coerente com as minhas afirmações anteriores sobre determinado problema mas em ser coerente com a verdade mahatma gandhi u m novo ano começa e a esperança de um novo tempo invade nossos corações e mentes a entrada do ano novo nos remete à reflexão a reavaliarmos nossas metas sempre na expectativa de progredirmos e evoluirmos pois ambas as correntes devem caminhar juntas em meio à troca de presentes aos abraços e as rabanadas ficaram para trás as comemorações natalinas o comércio que registrou recordes de vendas nos faz pensar onde está a crise por falar no consumo excessivo de final de ano nos faz pensar também onde está a razão do natal comemora-se o nascimento do mestre jesus com mesa farta presentes e roupas novas em um feroz consumismo enquanto seu real significado é o renascimento interno através dos excelsos ensinamentos pregados por esse avatara que se doou em sacrifício e não me canso de repetir em sacro-ofício para que a humanidade pudesse ascender em estado de consciência e não em status social material etc pobre e cega humanidade que se aferra à própria vaidade e ao falso brilho do que é efêmero permitimo-nos aproveitar a virada do ano para sugerirmos aos nossos leitores uma profunda reflexão dos reais valores da vida e começarmos um novo ano sem os grilhões da materialidade ou pelo menos predispondo-nos a retirálos a revista arte real aproveitando a entrada de 2009 e coincidentemente o final de um ciclo de 22 edições à guisa dos 22 arcanos do tarô das 22 letras do sagrado alfabeto hebraico reveste-se de nova cara de nova diagramação e de um conteúdo cada vez mais interessante o que a fez cair nas graças de seus seletos exigentes e participativos leitores muitos deles tendo participação direta com o grande sucesso e rápida ascensão de nossa revista sua nova roupagem jamais deverá afastá-la de seu objetivo maior a transmissão da cultura maçônica como instrumento transformador do maçom retirandolhe as vendas da ignorância fazendo luz nos assuntos mais transcendentes e necessários que lhe servirão como ferramentas precisas para autotransformação e conseqüentemente da sociedade pois essa é a missão de um obreiro da arte real nesta edição na coluna destaques saudamos o alvorecer de um novo ano e de oxalá uma nova era com a matéria ano 2009 da era vulgar de autoria de leon szklarowsky neste mês em que se completam 60 anos do assassinato de mahatma gandhi a coluna os grandes iluminados faz uma merecida homenagem a esse mestre de sabedoria embora seja para alguns um tema polêmico de autoria do insigne escritor maçônico joaquim gervásio de figueiredo abrimos um espaço na coluna ritos maçônicos para a matéria maçonaria feminina e pretendemos com isso abrir um grande debate entre nossos leitores a fim de tentarmos entender o porquê de a mulher não poder participar da maçonaria gostaria de destacar a matéria templo de salomão ideais e compromissos de autoria de um querido irmão pelo qual tenho grande apreço o poderoso irmão antônio do carmo ferreira eminente grão-mestre do goipe e presidente da abim associação brasileira de imprensa maçônica cujo registro nossa revista tem a honra de possuir corroborando com a essência de nosso editorial convido a todos a uma leitura meditativa na coluna reflexões através da bela matéria sobre xícaras cafés e pessoas lamentavelmente para mim de autor ignoto nossa revista a cada edição vem desbravando fronteiras e chegando às mais distantes partes do brasil e a vários países seja o mais distante oriente em que a cultura maçônica encontre eco teremos o imenso prazer de lá estar relatos de nossos leitores afirmam que as matérias publicadas de autoria de nossos prestimosos irmãos colaboradores têm se transformado em valiosas peças de arquiteturas enriquecendo e enaltecendo o estudo e a pesquisa em suas lojas o que é muito gratificante e nos dá a certeza de que estamos no caminho certo temos recebido muitas solicitações de cadastramento de e-mail em nossa listagem para recebimento direto o que nos fez chegar a 2009 ultrapassando o expressivo número de 12.000 obrigando-nos a aquisição de software específico para o envio de nossa revista vários sites maçônicos já a disponibilizam para download além de várias listas de discussão maçônica que a distribuem entre seus membros quem assim desejar disponibilizá-la basta fazer contato que teremos prazer em atender aguardamos as sempre valorosas considerações críticas e sugestões de nossos leitores a fim de nos ajudar a produzir cada vez melhor a revista que trata a cultura maçônica com a seriedade que merece esse ano que se inicia com certeza será de muitas conquistas isto porque nos queremos que se cumpra a b
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capa inaugurando um novo ciclo capa editorial 2 destaque ano de 2009 da ev feliz ano novo 3 os arcanos do taro e a tradição oculta 4 informe cultural sejamos solidários 6 os grandes iniciados mahatma gandhi 6 ritos maçônicos maçonaria feminina 9 trabalhos a pronúncia do nome jeová 10 templo de salomão ideais e compromissos 12 lançamentos livros 13 boas dicas e-book/indicação de livros edições anteriores 13 reflexões sobre xícaras cafés e pessoas 14 ano de 2009 da ev feliz ano novo leon frejda szklarowsky n em todos os seres humanos comemoram na mesma época o raiar de um novo ano variando este no espaço e no tempo muitas e muitas civilizações se perderam embora tenham deixado gravados resquícios de sua cultura e o calendário como ancoradouro para atender às necessidades da vida religiosa e civil demarcando o tempo em dia mês e ano outros povos mantêm ainda calendários próprios como os cristãos os chineses os muçulmanos e os judeus atualmente o calendário gregoriano é universalmente aceito nas relações entre os homens conquanto guardem esses povos suas próprias tradições e datas religiosas há de se lembrar que alguns sábios e estudiosos dos livros sagrados têm feito profundos estudos e pesquisas sobre a idade do universo que na verdade tem bilhões de anos o que não contradiz absolutamente as escrituras sagradas um marco de fundamental importância na história humana coincidindo com os ensinamentos da ciência moderna admitem esses estudiosos que os ciclos sabáticos tenham existido antes de adão assim devem-se levar em conta os anos divinos e não terrestres um dia divino dura mil anos terrestres e um ano divino equivale a 365.250 anos terrestres chegando-se dessa forma a 15.340.500.000 anos de idade exatamente quando segundo os cientistas ocorreu o big bang há aproximadamente 15 bilhões de anos não obstante o ser humano apesar das imensas e revolucionárias conquistas técnicas e científicas não evoluiu o bastante para atingir a suprema verdade e a espiritualidade que lhe revelariam o mistério da vida rememorem-se a bíblica sodoma e gomorra as catástrofes as guerras infindas a violência a decadência da moral e dos costumes a corrupção o desamor o clamor dos miseráveis e dos desprotegidos dir-se-á que nos aproximamos do fim de um ciclo ou de uma civilização tampouco podemo-nos orgulhar do que lhe deixaremos violência incontida tortura guerras miséria fome inversão de valores crimes contra a natureza impunidade corrupção desenfreada e leis iníquas nem nos apetecem o estado onipotente e onipresente previsto por george orwell e a sociedade também prevista por monteiro lobato no primeiro quarto do século xx apesar das boas coisas realizadas e das conquistas científicas que poderiam propiciar à sociedade humana o tão sonhado bem-estar paradoxalmente apenas uma pequena parcela dela desfruta mercê da insanidade e torpeza da pequena humanidade credite-se porém que a grande humanidade silenciosa e boa existe apesar de tudo e por isso mesmo com certeza quando houver o equilíbrio absoluto entre as duas realidades ser-nos-á revelado o mistério da vida o ser humano não está no planeta terra em vão sua passagem por esse mundo tem um significado muito grande pois o homem sem dúvida representa a criação maior do altíssimo e tem uma missão a cumprir prossegue sua jornada em busca da perfeição e do aprimoramento espiritual visando à construção de um mundo melhor para todos e para seus descendentes sem embargo de as gerações anteriores nos terem legado uma sociedade apodrecida desarticulada e feroz enquanto houver seres humanos na terra haverá sempre uma chance de convivência a alegria de viver e a esperança porque os valores maiores são eternos e jamais serão olvidados a presença do homem na terra e quiçá em outros planetas e astros não parece ser por acaso nem em vão não importa a religião que professe ou até que não a professe sem dúvida o homem deverá palmilhar o verdadeiro caminho para a união fraterna e aperfeiçoamento moral preparando o mundo material e espiritual para grandes acontecimentos que 2009 seja o prenúncio do encontro do homem com o altíssimo o autor é membro da arls abrigo do cedro nº 8 gldf a b
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os arcanos do tarô e a tradição oculta francisco feitosa h á uma frase que carrego comigo e que muito utilizamos em auxílio à educação de nossa filha mais nova um dos segredos da vida é estar sempre atento a tudo e a todos já tivemos a oportunidade de publicar a matéria o tabuleiro de xadrez e o jogo da vida na edição nº 17 sobre o simbolismo esotérico do jogo de xadrez mostrando sua estreita relação com diversos aspectos dos ensinamentos iniciáticos abordando o tema em uma direta relação de suas peças movimentos e objetivos com os mistérios que envolvem a ascensão espiritual percebemos que em alguns jogos seja através do simbolismo da numerologia etc ocultam-se à visão profana muitos ensinamentos que vistos com olhos de ver ou seja pelas lentes de um verdadeiro iniciado podem revelar profundos conhecimentos sabiamente inseridos no cotidiano popular a fim de despertar a centelha divina que habita em cada um de nós esta edição de nº 23 inicia uma nova fase da revista após uma trajetória de 22 edições por isso uma nova cara nova diagramação etc embora mantendo o mesmo padrão de qualidade de seu conteúdo numerologicamente além de 22 ser um número mestre nos estudos da ciência iniciática das idades está relacionado aos 22 arcanos maiores tema que vem presentear nossos leitores através de um profundo trabalho de pesquisa e compilação em diversos estudos da eubiose trabalhar pela humanidade é a única forma de servir à divindade por isso ao longo dos tempos vários avataras adeptos seres iluminados vêm cumprindo sua missão na terra em prol dessa mesma humanidade vários deles ensinaram meios para que os homens pudessem alcançar esse equilíbrio dentre eles cada um escolheu um estado de consciência um raio planetário traduzindo para a humanidade seus ensinamentos os quais em linguagem simbólica seriam incompreendidos pela grosseira mente humana em sua maioria assim sendo dentro das sete chaves do conhecimento e dos ramos da ciência bem como suas subdivisões temos seres como yeseus krishna e o príncipe sidharta gautama o buda no oriente jeoshua ben pandira jesus o cristo conde saint germain helena petrovna blavatsky hpb ludwing van beethoven wagner bach no ocidente inclusive henrique josé de souza jhs no brasil etc embora muitos deles não sejam conhecidos pela grande maioria da humanidade sendo-o apenas por aqueles que se dedicam aos estudos dos mistérios celestes ocultismo teosofia ou outro nome que lhe queiram dar seus ensinamentos no entanto permanecem vivos e infiltrados no seio da humanidade através de seus discípulos e simpatizantes à parte vínculos com quaisquer instituições ou ordens iniciáticas determinadas a propagar seus legados através dos tempos sempre renovados pelos ciclos no antigo egito havia um ser com a denominação de hermés o trismegisto o três vezes grande o qual legou àquela civilização um enorme cabedal de conhecimento traduzido em livros e em outras escrituras ao que parece hermés não foi um único ser mas uma corte de adeptos que visaram à instrução da sociedade da época por meio de escolas iniciáticas as quais ainda hoje perduram assim para ocultar as verdades sagradas criaram eles um livro composto de várias lâminas ou figuras que as encerram de uma maneira sintética segundo uma tradição muito antiga dizse que thot uma das divindades egípcias na sua passagem pela terra ensinou aos antigos moradores do nilo a arte de escrever a maneira de dividir o tempo averiguar enigmas cifrados nas medidas e após haver declarado de viva voz o mistério da vida e da morte legou-lhes um livro no qual se encontrava a chave que abria os portais do conhecimento e de tudo mais esse conjunto de símbolos foi originalmente engendrado pelos sábios atlantes como a forma concreta de uma linguagem profundamente abstrata capaz de atravessar a interminável sucessão de gerações civilizações e experiências humanas sem se desatualizar nem se deturpar assimilando as adequadas renovações a cada ciclo evolutivo decodificado por hermes formou um livro composto apenas por figuras sendo mais tarde acrescentado nomes a essas figuras o livro de thot como ficou conhecido estava integrado por 78 lâminas de ouro em cujas figurações esmaltara o autor diversos signos letras e números ordenados de tal maneira que cada lâmina ocupava determinado plano e permitindo que na série de 78 lâminas estivessem presentes todos os símbolos letras e números que os egípcios conheciam
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na época os ensinamentos contidos em tal obra foram divulgados muitos anos mais tarde entre a casta sacerdotal dizendo-se a respeito que ao se retirarem os israelitas do egito moisés levou consigo parte dessas lâminas relacionando então parte das primeiras 22 com as 22 letras do alfabeto hebraico converteu-as nos arcanos maiores que explicam graficamente o sentido dessas letras e facilitam a sua aplicação prática inclusive o descobrimento de múltiplas incógnitas sendo que em muitas delas os 22 arcanos maiores são assistidos pelos 56 menores esse saber arcano tem a virtude de atualizar em nós outras determinadas faculdades primárias prestandose a interpretar e fazer inteligível o saber expresso acerca de determinado tema os hierofantes egípcios e gregos do rito de elêusis já haviam recebido esse instrumental da enorme série de escolas iniciáticas que desde os tempos atlantes vinham preservando-o e o transmitindo de geração em geração dessa forma seu emprego ultrapassa os limites do antigo egito para iniciar sua trajetória ao longo do itinerário da mônada humana na idade média esse conjunto de símbolos ganhou o nome de tarô palavra de origem céltica pois os druidas também os conheceram coube aos ciganos naturais da boêmia e morávia região da europa central não sendo de duvidar que os ciganos oriundos do baixo egito tivessem o papel de vulgarizá-lo no fim da época medieval a origem do tarô dos boêmios pode ser relatada a partir dos meados da idade média ocasião em que apareceu na europa trazido que foi pelos boêmios certo número de lâminas estranhas das quais surgiram mais tarde as famosas cartas que usamos para jogar com seus quatro naipes diz a tradição que o baralho foi introduzido na europa no século xiii simultaneamente no caminho de santiago de compostela e em veneza ciganos aparecem entre os romeiros que se dirigiam a santiago e em meio da nova aristocracia veneziana utilizando-se de misteriosas cartas para ler a sorte cada naipe possui 14 valores e assim sendo nos endereça aos 56 arcanos menores incluindo os quatro curingas no século passado um grupo de filósofos tendo à frente o dr papus o sábio estanislau guayta ste yves d alvedre e outros procuraram restituir tanto quanto possível às suas formas primitivas essas famosas lâminas por guardarem e serem portadoras de um significado no mínimo muito interessante parte que fazem da linguagem dos símbolos da linguagem hieroglífica não porém no sentido da linguagem sacerdotal mas sim de uma linguagem que deu origem a todas as tradições que se consubstanciam naquilo que nós denominamos de mosaico os antigos egípcios expressavam as suas idéias a respeito da cosmogênese e da antropogênese nessas línguas ou nessas lâminas como que em procura de ideogramas simbolizadores dos seus conhecimentos a respeito da formação dos universos da origem dos homens das leis que regem os seres em todos os planos da existência em determinada fase da antiga iniciação egípcia o hierofante conduzia o postulante à iniciação a um grande salão possuidor de doze colunas de cada lado entre elas havia as vinte e duas lâminas dos arcanos maiores sendo onze em cada lado entre as colunas deixando o neófito com apenas um pedaço de pão um pouco de água e um candeeiro que passava toda noite meditando e refletindo sobre seu significado uma lâmina por noite sendo argüido sobre o que entendeu com os primeiros raios de sol abro aqui um breve parêntese para chamar atenção para outro assunto o termo entre colunas em nossa ordem diante do exposto toma outra roupagem no sentido de ascensão de adquirir conhecimento até porque essa posição no eixo do templo assim conhecida está ligada ao nosso chacra raiz mas isso já é outro assunto voltemos ao tema em tais condições não há que admirar que pelo fato de o papa clemente xiv ter encontrado na biblioteca do vaticano alguns manuscritos hebraicos atribuindo-os a simão ben jokay encarregasse o abade lany de decifrá-los tendo em vista ser ele profundo conhecedor dessa linguagem antiga os aludidos manuscritos das famosas lâminas de thot-hermés deram então oportunidades de pesquisas maravilhosas das velhas tradições egípcias tendo sido usadas como uma ciência divinatória note-se que a palavra divinatória difere de sua aparentada adivinhatória pois em verdade a primeira refere-se aos estudos ligados ao espírito algo dito divino por isso superior encaminhando ao descobrimento dos laços existentes entre o mundo sutil e o mundo visível interessante que tal palavra tarÔ nos vocábulos ou na linguagem semítica usando o processo da temura consiste na permutação de letras endereça-nos à palavra torah a que os rabinos denominam de lei
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assim refletindo sobre o tema observamos como a divindade se utiliza de artifícios para perpetuar os ensinamentos da tradição oculta a fim de auxiliar a humanidade em sua infinita caminhada evolucional após essa breve elucidação sobre o tema ao defrontarmos novamente com as cartas adivinhatórias do tarô e com as cartas do jogo do baralho agora livres das vendas da ignorância que antes cobriam-nos olhos estaremos aptos para entender que tudo em nossa volta merece ser visto com olhos de ver sendo um dos segredos da vida o estar sempre atento a tudo e a todos a b sejamos solidários eus irmãos todo trabalho voltado para a coletividade é nobre principalmente quando não se tem interesse em se beneficiar com ele o que é raro nos dias de hoje nossa revista tem o objetivo de difundir através desta coluna toda obra sócio-cultural que lojas maçônicas instituições ou até mesmo pessoas como a sra ana paula vêm desenvolvendo solicitamos a quem possa ajudar principalmente nossos irmãos da região sul mineira a aacjj associação dos amigos da cultura do bairro de jatobá e jacarandá no município de pouso alegre sul de minas mg fundada e sob a presidência da sra ana paula petinato santiago viúva funcionária pública francisco feitosa m cozinheira de uma escola pública na cidade que em um trabalho altruístico tem reunido pessoas e vem solicitando ajuda através da mídia local em prol dos mais necessitados dona ana paula neste natal de 2008 com a ajuda de pessoas da região angariou doações para a realização do natal de 250 crianças da pobre comunidade de jatobá e jacarandá e em ato contínuo vem trabalhando para a campanha caderno feliz a fim de facilitar a vida dessas mesmas crianças em seu retorno escolar no ano de 2009 os irmãos que puderem engajar-se nessa bela empreitada em prol das crianças daquela região por favor façam contato com a dona ana paula através do telefone 35 9941-3804 as doações poderão ser depositadas no banco santander agência 2255 conta corrente 01002158-1 a b mahatma ghandi a política do ocidente morreu com franklin delano roosevelt e no oriente com mahatma gandhi o maior mártir do século xx a jóia preciosa da velha aryavartha professor henrique josé de souza francisco feitosa h á exatos sessenta anos no mês em que lamentamos o cruel assassinato do ser que mais praticou a não-violência tornando-se um ícone da paz abrilhantamos esta coluna com o aura desse grande mestre da sabedoria mohandas karanchand gandhi na esperança de que a mesma envolva a todos nós e ao mundo nos retirando da inércia frente às cruéis bastilhas da atualidade essa matéria é uma compilação baseada no texto de lázaro curvêlo chaves publicado no site www.culturabrasil.pro.br e no de elias rodrigues barrocas m i 33º membro da loja de estudos e pesquisas professor henrique josé de souza e o da sociedade brasileira de eubiose temos no mundo duas grandes tradições esotéricas a ocidental e a oriental a tradição oriental remonta às escolas de mistério do antigo egito e da caldéia delas nutriram-se várias gerações de nossos dirigentes espirituais e nossa tradição sempre foi mantida secreta ou de alguma forma sob o controle de determinados grupos sociais contra outros que poderiam destruí-la intencionalmente como os mais altos funcionários das religiões constituídas particularmente judaísmo cristianismo e islamismo ou por ignorância como todos aqueles a quem a tradição representava complicação exageradamente distante de sua lida cotidiana segundo desejam alguns dentre os quais se destaca platão essa tradição remonta mais remotamente ainda à atlântida cuja existência empírica jamais foi conclusivamente comprovada ou definitivamente descartada.
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a tradição oriental se apresenta de maneira distinta principalmente na china no tibete no japão e na Índia ali não parece ter ocorrido tão severa cisão entre a religião e a tradição de maneira que as próprias religiões constituídas se transformaram em importantes veículos de transmissão da tradição enquanto no ocidente tinham de se enfrentar perseguições as mais diversas à tradição no oriente por suas peculiaridades essa foi intensamente difundida e popularizada ali a tradição protege-se a si mesma em sua complexidade e fascina a quantos dela se aproximam também segundo alguns aquela tradição reverbera a de um outro continente perdido no oceano pacífico a lemúria de existência tão provável ou improvável quanto a atlântida e datação portanto tão complexa quanto sua similar ocidental embora aparente não há divergência de fundo entre as tradições do ocidente e do oriente o que foi provado pelas descobertas sensacionais de gente do quilate de fritjof capra e joseph campell mera questão de escolha pessoal de afinidade eletiva identificamo-nos com a tradição de nossa gente de nosso povo do mundo e da civilização em que nascemos e nos criamos sempre com enorme respeito pela tradição ocidental e buscando preservar a forma como a nossa tradição se encaminha há milênios fizemos este preâmbulo por ser necessário pontuar o quanto mohandas gandhi foi movido pela tradição de seu povo poucos seres humanos incorporaram tão profundamente a tradição e a alma de sua gente como gandhi esse o principal motivo que leva seus biógrafos a sempre fazerem reiteradas referências à tradição oriental e freqüentemente converterem-se aeela por ser mesmo fascinante se em algum momento na história da humanidade pode dizer-se que uma nação teve um porta-voz essa foi a Índia e seu porta-voz consensual na primeira metade do século xx foi mohandas karanchand gandhi mahatma a grande alma ficou conhecido como mahatma gandhi nasceu em 02 de outubro de 1869 em probandar povoação costeira na província de bombaim costa ocidental da Índia quando gandhi nasceu em 1869 o domínio britânico atingia seu apogeu a companhia das Índias fora suprimida em 1858 e a autoridade passara inteiramente para a coroa inglesa em londres foi instituído um secretário de estado para a Índia onde a administração britânica era representada pelo indian civil service paradoxalmente foram os ingleses que com sua administração criaram condições favoráveis para o surgimento de um nacionalismo indiano que acabaria por levar o país à independência a descentralização política as comunicações mais rápidas a difusão da língua inglesa foram alguns dos fatores que serviram para aproximar os diversos povos indianos até então separados a educação ocidental proporcionada nas universidades revelou aos intelectuais do imenso país os princípios do liberalismo e nacionalismo europeus em 1885 funda-se o partido do congresso que marca o início da consciência política da Índia a complexa teologia hindu reza que há um único deus e este se apresenta em 3 formas brahma o criador shiva o destruidor sempre presente quando a história chega a seu final e vishnu o equilibrador a serviço de dharma quando o caos ameaça a humanidade vishnu toma a forma humana para recompor a ordem segundo o mahabharata vishnu veio ao mundo como krishna no alvorecer da civilização indiana para seus contemporâneos mohandas gandhi que repudiava ser chamado assim constituía a mais recente encarnação da divindade portanto era chamado de grande alma devotou a sua vida à causa da independência da Índia e a encaminhou política e religiosamente em perfeita harmonia com a tradição de seu povo daí o estrondoso sucesso obtido descendente de brahmanes de sua infância em probandar gandhi registra em sua autobiografia a freqüência aos locais sagrados e de prece com a mesma naturalidade do registro de episódios corriqueiros e cotidianos a religião de seus ancestrais lançava profundas raízes em seu coração casou-se a exemplo de todos de sua casta e nação naquele tempo ao final da infância com uma prima também saindo da infância kasturbai adulto parte para estudar direito em londres formando-se em 1891 e regressando a sua terra para praticar a profissão dois anos depois vai a convite para a África do sul onde trabalha em uma empresa hindu e faceia as primeiras dificuldades diante do poderoso império britânico que domina as nações do mundo no século xix e primeiros lustros do xx com o mesmo poder e descaso para outros povos com que o império ianque age hoje em 1914 regressa à Índia em definitivo e dá início à sua luta pela independência da dominação britânica que já dura quase três séculos e com igual vigor pela tradição de sua gente em grande medida contaminada e fragilizada diante da infecção capitalista.
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como líder político e espiritual da Índia soube utilizar-se engenhosamente de toda a tradição para reerguer o orgulho de sua gente abalado pela dominação dando muito que pensar àqueles que se consideravam superiores e por isso dominavam este sempre foi e segue sendo o discurso do dominador uma pretensa superioridade que ao cabo demonstra-se circunscrever no campo da belicosidade e ponto final gandhi centra sua luta na busca de demonstrar a superioridade moral dos hindus sobre seus dominadores britânicos reavivando assim a mente de seus conterrâneos quanto a dois ensinamentos tão antigos quanto o hinduísmo ahimsa não-violência ou como gandhi preferia dizer persistência pela verdade satiagraha viver em santidade tomemos a não-violência gandhi pregava a resistência pacífica não confundir com passiva a não-violência deve ser ativa e provocativa não concordar em se submeter ao mal e estar disposto a dar até a vida se necessário for para provar que está do lado do que é justo bom e correto foi assim que de demonstração maciça em demonstração maciça o império britânico comprovou muitas vezes a superioridade moral daquele povo oprimido e dominado a famosa marcha para o sal foi um ponto de inflexão decisivo os hindus moradores da região banhada pelo oceano não por acaso chamado de Índico eram proibidos de produzir sal o sal utilizado no cotidiano de todas as famílias tinha o fluxo a produção e a circulação monopolizados pelos britânicos gandhi ensina os hindus a desobedecerem a essa sandice do centro da Índia em 1930 faz saber ao primeiro ministro britânico que se dirigiria ao mar para produzir sal num gesto de desobediência civil ativa provocativa e contudo pacífica foi acompanhado de um pequeno grupo e a este se foram agregando cada vez mais significativas massas humanas ao fim a história registra que milhares de pessoas andaram mais de 320 km a pé este contingente imenso de seres humanos chega à praia e começa a fazer sal qual o problema o povo da Índia vai à praia banhada pelo oceano Índico fazer sal para o seu consumo o que têm os britânicos a ver com isso o controle do sal estava na raiz do domínio de toda a economia hindu pelos britânicos tão logo gandhi começa a fazer sal e a ser imitado a dominação é colocada em xeque os ingleses já não controlam os indianos estes estão prestes a tomar seu destino em suas próprias mãos outros fatores contribuem para a emancipação do povo hindu de maneira diferente daquela desejada por gandhi que mais de uma vez fez um jejum até a morte para protestar contra a dominação britânica e pedir paz a seu povo em momentos considerados cruciais para a economia britânica gandhi convocava o povo a jornadas de jejum e meditação na prática ninguém trabalhava mas gandhi jamais falava ou mesmo pensava na palavra greve a expressão apropriada dentro da tradição hindu para o que se estava fazendo era jornada de jejum e meditação admirado por aliados e adversários foi chamado pelo primeiro ministro britânico winston churchill de faquir despido a questão que marca é um faquir despido que se alimenta com uma côdea de arroz e uma terrina d água por dia e se veste com uma peça de tecido feita por ele mesmo e semelhante a uma fralda um homem com tal forma de comportamento e hábitos espartanos pode ser suspeito de corrupção alguém presumiria estar ele lutando por algo diferente do que diz albert einstein o saudou como porta-voz da humanidade quando o armamento mais sofisticado está nas mãos do adversário que domina a resistência pacífica fundada na resistência e persistência pela verdade é o encaminhamento mais eficiente impossível ao hindu derrotar o dominador britânico através de guerrilhas ou luta armada por outro lado utilizando a verdade como arma seu poderio é inquestionável encaminhar o processo político a partir de um resgate profundo do que de mais sincero bonito e duradouro existe na tradição e na alma de seu povo esta é uma das lições que nos deixa mahatma gandhi no dia 30 de janeiro de 1948 gandhi se dirigia para suas orações diárias tudo aconteceu muito depressa naturam vinaiac godse um hindu extremista acionou o gatilho por três vezes gandhi teve forças para fazer um sinal em forma de triângulo acima da cabeça pronunciando o deus que está em mim saúda o deus que está em ti e o ser amante da paz da filosofia da nãoviolência teve morte brutal alguns meses após ter atingido seu grande objetivo a independência da Índia a b
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maçonaria feminina joaquim gervásio de figueiredo e m sã consciência na maçonaria e em seus rituais nada existe de que a mulher não possa participar em sua antiga tradição nada há que justifique a recusa e afastamento do elemento feminino das cerimônias e iniciações maçônicas e a julgar pelo que se observa em todas as religiões e igrejas a admissão da cara-metade do homem nos templos maçônicos hoje tão vazios em toda parte só lhes poderia dar maior colorido e vitalidade enriquecendo sua cultura sua moral e sua utilidade social tornaria a loja maçônica mais completa em seu significado filosófico-espiritual e mais autêntica em seu conteúdo simbólico a ser verdadeira como o é a lenda maçônica de que uma loja é o símbolo do universo ou o universo em miniatura ora no universo de deus não há nenhuma distinção entre os sexos não existem ali leis masculinas ou femininas há leis iguais para todos homens e mulheres anjos e humanos vivos e mortos se esse é o exemplo que nos dá o gad u por que fazerem os homens coisa diferente no mundo especialmente na loja maçônica reflexo desse universo portanto sob o critério filosófico a maçonaria se destina tanto ao homem quanto à mulher complementos um do outro destinados a constituir a família como base celular de uma sociedade bem organizada se examinarmos esse assunto à luz da tradição maçônica e remontarmos sua origem aos antigos mistérios do egito grécia e roma sem esquecermos a escola de pitágoras fundada em crotana em 529 a.c calcada nesses mistérios e depois difundida pela grécia ali encontraremos iniciados homens e mulheres passando todos igualmente pelas mesmas provas e cerimônias se ao contrário preferirmos encurtar a idade da maçonaria e situar sua origem nas corporações operativas da idade média então nada descobriremos expresso claramente a favor dessa tese tampouco nada depararemos contra essa foi uma época tenebrosa para a maçonaria em que foi forçada a trabalhar em completa clandestinidade devido às perseguições da igreja católica e dos governos ditatoriais some-se a isso a sua característica de sociedade secreta que nada deixava escrito e a do trabalho profissional de seus membros de natureza masculina e tem-se a completa explicação no entanto o exame dos mais antigos documentos maçônicos existentes na inglaterra minuciosos em pormenores e em proibições não nos mostra nenhuma proibição contra as mulheres havendo mesmo indicações de que elas por ali andaram o primeiro escrito com o nome de freemason que aparece é um ato do parlamento do ano de 1350 25º do reinado de eduardo i regulamentando a profissão de pedreiro é minucioso mas omisso em relação à mulher depois vem o chamado manuscrito régio ou manuscrito de halliwell descoberto por um antiquário nãomaçom e aparentemente sacerdote católico no museu britânico de dnodez escrito em 1390 e publicado no magazine freemason de junho de 1815 que segundo alguns autores era cópia de um escrito mais antigo trata-se de um pequeno livro em papel de vitela um poema com 794 versos em inglês antigo as linhas 1 a 86 tratam da antiga tradição da corporação e em seguida divididos em duas partes os 15 pontos da lei aumentados de 15 pontos amplificativos denominados plures constitutiones dos versos 97 ao 794 de estrito teor legal maçônico não se encontra nenhuma consignação de ser a maçonaria privativa tão-só do homem bem ao contrário deparam-se ali provas de que a maçonaria operativa daquela época tinha no mínimo a colaboração feminina com efeito em seu artigo 10º versos 203 e 204 se lê que nenhum mestre suplante outro senão que procedam entre si como irmão e irmã no ponto 9º versos 351 e 352 se diz amavelmente servindo-nos a todos como se fôssemos irmã e irmão em todo esse histórico documento básico para uma autêntica enumeração dos antigos limites ou landmarks existe só uma proibição a de admitir como aprendizes os servos verso 129 e os inválidos verso 154 também a constituição de york cf york carta ou constituição de 926 em seu artigo 11º assinala a condição obrigatória de o candidato à iniciação não ser servo inválido ou de maus costumes nada expressa contra a iniciação da mulher igualmente nada se encontra em outros documentos antigos como o manuscrito de watson datado de 1440 o qual coincide bastante com o manuscrito régio e com o manuscrito de rawlison levando o nome de quem o descobriu na biblioteca bodleina de oxford afinal no regulamento elaborado em londres em 27 de dezembro de 1663 numa assembléia geral em que henry jermin conde de santo albano foi eleito grão-mestre consta em seu artigo 2º que ninguém seria admitido na confraria que não fosse são de corpo de nascimento honrado de boa reputação e submetido às leis do país ainda uma vez nenhuma referência à mulher mais recentes ainda são as constituições da grande loja de hamburgo e os estatutos da grande loja e da dieta alemã essas constituições foram aceitas e aprovadas em 10 de março de 1782 sendo frederico guilherme da prússia o grão-mestre e protetor da ordem elas reproduzem com esmerada exatidão os antigos limites sob a denominação mais moderna de charges landmarks e nenhuma alusão fazem à mulher ou contra a sua admissão na maçonaria.
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a primeira vez que tal proibição aparece na longa história da maçonaria é no livro das constituições compilado e publicado em 1723 por james anderson presbítero anglicano e gdvigda grande loja de londres em seu artigo 3º que diz no final as pessoas admitidas a fazer parte de uma loja devem ser boas sinceras livres de idade madura não são admitidos escravos mulheres pessoas imorais e escandalosas mas exclusivamente as que gozem boa reputação essa proibição foi repetida posteriormente no 18º landmark compilado por mackey em sua enciclopédia donde teria james tirado tal proibição para enxertá-la em sua constituição É difícil saber-se agora têla-ia inspirado o antigo testamento em que a lei mosaica era tão dura e cruel com a mulher joão 8:4 5 e tão liberal com o homem i reis 11:3 ao cometerem o mesmo pecado ou teve de jungir-se a algum preconceito inglês daquela época talvez apoiado em lei que mesmo no século xix relevava a tão difícil e dolorosa emancipação política da mulher naquele país como bem o atesta a luta desesperada das sufragistas ramsay contemporâneo dos reformadores é dessa opinião v.ramsay miguel andré 5º a não ser assim é inexplicável como se veio a admitir e criar esse óbice à mulher justamente na ocasião em que se ampliaram os horizontes da maçonaria transformando-a de operativa em especulativa e pelas mesmas mãos que codificaram suas leis e princípios o fato é que a maçonaria continental jamais se conformou com tratamento tão esdrúxulo conseqüentemente em 1730 esboçou-se na frança a maçonaria de adoção para as mulheres em quatro graus outras ordens surgiram depois como a de moisés em 1738 fundada por alemães e a dos lenhadores em 1747 derivada dos carbonários na itália mais associações similares vieram depois como a ordem do machado e a ordem da felicidade na frança cujo grande oriente acabou criando um novo rito em 1774 chamado de adoção com seus regulamentos e sob o patrocínio de uma loja regular em 27 de julho de 1786 o conde cagliostro funda em lyon frança a loja-master sabedoria triunfante do rito da maçonaria egípcia adaptado a homens e mulheres e finalmente as lojas de adoção se espalharam por toda a europa e depois pela américa do norte o movimento culminou com a fundação em 4 de abril de 1893 pelo dr georges martim e sua esposa da ordem maçônica mista internacional o direito humano também conhecida por comaçonaria internacional que outorga igual direito a homens e mulheres livres e de bons costumes e os admite no mesmo nível de igualdade a b pronúncia do nome jeová o tetragrama do delta nilton almeida e xiste um registro na bíblia judaico-cristã onde o deus de moisés se materializou aos seus olhos como um fogo sobre um arbusto e disse eu sou aquele que é e ainda eu sou me enviou até vós isso para uma mente não-treinada constitui um absurdo pois algo que afirma que apenas é tem sentido vago impreciso e não pode ser associado com uma entidade de qualquer tipo em seu estado natural sem a devida instrução o homem tem pouca ou nenhuma capacidade de lidar com o abstrato mas por condicionamento mental ele tem necessidade de sempre converter as informações que o rodeiam em símbolos tem tendência natural de nomear tudo o que encontra ao seu redor para tudo há necessidade de criar um símbolo e o maçom sabe muito bem o quanto os símbolos são importantes para o processo cognitivo pelo dicionário deus não é nome próprio é substantivo masculino comum por isso é escrito em letras minúsculas só utilizando maiúscula quando for nome próprio daí o deus do cristão poder ser representado por deus criador o todo-poderoso o pai o pai eterno o onipotente o altíssimo e outros até jesus cristo é confundido como se fosse o deus dos israelitas para o judeu e seus peritos religiosos o seu deus tem um nome que pode ser vertido como javé iavé elohím adhonay jah e outros em língua portuguesa é comum encontrar-se o nome próprio jeová aviltado pelo antropomorfismo generalizado e diante da confusão da existência de miríades de deuses e santos esbarra-se com as mais diversas linhas de pensamento que defendem um número enorme de variações quando perguntado por moisés aquele deus se apresentou como aquele que apenas é isso tem semelhança com o conceito de grande arquiteto do universo o que não causa discussões vazias e tolas mas para um simples operário lavrador criador de amimais é subjetivo e abstrato o próprio moisés solicitou que aquele deus declinasse o nome quando em seu primeiro encontro inclusive ele dotado de grande cultura com todo o treinamento iniciático egípcio com todo o conhecimento dos segredos e da cultura metafísica evoluída dos sacerdotes egípcios privilégio que a condição de adido da família real proporcionou teve como primeira reação obter um símbolo para algo que se identificou apenas como aquilo que simplesmente é isso facilita a dedução do porquê de o povo judeu dar-lhe um nome um deus sem nome já era incômodo
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por razões racionais intuitivas e naturais mas era agravado sobremaneira porque os vizinhos os tinham com nomes e como é comum entre as religiões aqueles certamente desdenhavam do deus de moisés mesmo com a promessa de que um descendente obteria um nome para ele diante da realidade vivida nos desertos os orgulhosos judeus exigiram que o seu deus tivesse um nome também daí inventou-se o tetragrama hebraico iod he vau he escrito da direita para a esquerda contrário ao padrão de escrita latinizado da esquerda para a direita e que pode ser escrito ihvh ou ihwh ou ainda jhvh existem diversas maneiras de verter o tetragrama do nome inefável em línguas latinas mas dão apenas uma noção muito pobre de tradução escrita do nome do deus de israel as consoantes no nome original que o deus de israel recebeu no deserto pelos seus adoradores chegaram até nossos dias o problema é a inexistência de vogais no hebraico original e sabe-se que as consoantes não produzem sons antes elas alteram o som produzido pelas vogais apenas as vogais produzem fonemas em resultado de símbolos gráficos fonema é som letra é o sinal gráfico que representa o som as incógnitas são quais vogais a combinar com as quatro consoantes É um problema insolúvel pois não existiam gravadores de som naquela época as vogais eram introduzidas e usadas ao gosto de cada um É de conhecimento geral que qualquer processo lingüístico é dinâmico no tempo basta observar as gritantes diferenças existentes entre o português falado no brasil e em portugal mesmo com as rígidas regras ortográficas estabelecidas em comum pela ausência de pontuações vocálicas entre os próprios judeus da época de moisés já se foram estabelecendo mudanças quanto à correta fonação do tetragrama o hebraico só veio a utilizar-se de pontos vocálicos na segunda metade do primeiro milênio da era cristã faz um pouco mais de um milênio e esses pontos vocálicos introduzidos não fornecem a chave para se pronunciar o nome inefável do deus israelita exatamente como faziam moisés e seus contemporâneos acrescente-se a isso que o próprio povo judaico por excesso de zelo estabeleceu como pecaminoso pronunciar o nome do deus representado pelo tetragrama inexistem provas cabais para determinar quando exatamente os judeus passaram a evitar a pronúncia do nome do seu deus sabe-se que o excesso de zelo dos sacerdotes foi endurecendo cada vez mais as rígidas normas religiosas judaicas a tal ponto que passaram a considerar que o nome de deus fosse sagrado demais para ser pronunciado por ordinários e imperfeitos mortais todavia ao ler as escrituras hebraicas é fácil observar que os mais antigos escritores não tinham o menor receio de se utilizarem do tetragrama nos escritos que traduziam suas experiências metafísicas naquela época o tetragrama era usado tanto em escritos religiosos como em correspondência mundana existem estudos que pretendem definir que o povo judaico passou a evitar proferir o nome inefável quando do êxodo para a babilônia no ano 607 antes de cristo o que é falso e baseado numa tendência das escrituras hebraicas apresentarem o nome cada vez menos a data mais provável da abstenção do uso do nome é cerca do ano 270 antes de cristo mas também não passa de especulação resumindo o nome passou a não ser usado por simples fanatismo na introdução ao pentateuco da bíblia de jerusalém os autores afirmam que seria um absurdo exigir das tradições de um povo o que lhe propiciava sentimento de unidade e a base de sua fé a precisão exigida por um historiador moderno em contrapartida seria errado também negar-lhes a verdade em decorrência do rigor técnico da historicidade todas as alegorias e fábulas da origem do universo e do homem do pentateuco são partes do que convinha à mentalidade de um povo inculto que se satisfazia com isso para tentar explicar a origem do universo e de todas as coisas e criaturas a maçonaria usa de semelhante processo em suas instruções mas aquele povo carregava em seus genes a necessidade de nomear tudo o que o rodeava daí exigirem um nome para o seu deus com seus recursos de escrita registraram o pentagrama que representava o nome de seu deus e que só eles os inventores tiveram a capacidade de produzir o som correto da pronúncia dos fonemas representados a maçonaria usa o nome jeová ao referir-se ao tetragrama e nenhuma argumentação justifica o abandono do uso desse nome próprio principalmente em resultado de não se saber o seu som original o que constitui uma insignificância transmitida pelo próprio moisés quando em seu primeiro contato com o deus que apenas é não se deve deixar de dar um nome principalmente se esse for o deus que satisfaz às necessidades metafísicas individuais nomear as coisas e principalmente aquilo que se considera o mais sagrado a razão de existir é uma necessidade física e emocional de cada um a sua maneira o próprio uso freqüente que fazem os mais diversos escritores dos livros da bíblia o justifica haja vista que o tetragrama aparece quase sete mil vezes apenas nas escrituras hebraicas ou velho testamento ademais jeová é um nome próprio designativo de um ser independente do que seja ou de como é É um nome pessoal para uso do cidadão que deseja um relacionamento pessoal com essa divindade reconhecendo a grave falha de retirar o nome do incriado da bíblia e do uso coloquial apareceram traduções novas como a bíblia de jerusalém que introduziu o nome iahweh já é um avanço pois tanto faz o nome que se dê iahweh ou jeová são nomes próprios e em nada diminuem o valor que seus adoradores lhe dedicam a maior liberdade é a preconizada pela maçonaria por influência dos iluministas na seara da discussão de detalhes como dar um nome para aquele que simplesmente é nada se adiciona na construção que dignifique o homem e sua sã racionalidade o século das luzes injustamente acusado de advento do ateísmo é na verdade o início da libertação dos grilhões da pequenez humana que discute detalhes da divindade em nada melhorando as condições de vida moral do cidadão antes foi e é causa de guerras o que de fato interessa é obter o laboratório próprio para efetuar saltos no conhecimento para propiciar eras de paz e tranqüilidade para a humanidade no encontro ao desejo do desenho do grande geômetra o despotismo combatido pela maçonaria não admite em seu meio que se perca tempo com prospecção da pronúncia correta de um deus por isso estabeleceu como forma de atender às necessidades metafísicas de cada adepto o conceito grande arquiteto do universo representando jeová ou qualquer outro deus que o iniciado maçom tenha como resultado de suas necessidades espirituais a b
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templo de salomão ideais compromissos antônio do carmo ferreira v ejo com admiração o esforço de muitos maçons no sentido de mostrarem que a maçonaria tem tudo a ver com o templo de salomão a história chega a ser farta de menções a esse respeito numas passagens dessa história até que existe relação enquanto noutras melhor seria sequer insinuar por exemplo no que se refere à participação nos trabalhos de construção da obra os maçons não estavam lá não é porque não quisessem ou não tivessem sido chamados não não foi isso o motivo é outro É que nos tempos da construção do templo ainda não havia a instituição maçônica vale a intenção mas só isso pois seria chique e nobre a participação caso todavia ela tivesse acontecido a construção do templo de salomão era um atendimento ao desejo do grande arquiteto do universo revelado por davi no capítulo 28 versículos 6 e 10 das i crônicas velho testamento e essa meta foi perseguida era preciso construir aquela casa sagrada para o encontro das criaturas com o criador a construção se desenvolveu também com esse objetivo o templo foi erigido no monte moriá com a magnitude e o esplendor a que a bíblia se reporta embora haja quem discorde da mencionada suntuosidade conforme apreciação de ambrósio peters em artigo publicado na edição nº 137 da revista maçônica o prumo no ano 586 a.c aquele templo foi destruído pelos guerreiros de nabucodonosor porém como os sonhos ninguém deleta continuaram de pé assim é que em 520 a.c outro templo no mesmo local que o anterior estava construído passando à história vinculado ao nome de zorobabel dezenove anos antes da era cristã herodes mandou demolir esse segundo templo e ali mesmo fez construir um terceiro o templo de jerusalém em que jesus aos doze anos encontrou-se com os doutores luc 2 46 e tempos depois expulsou de sua porta os vendilhões mat 21 12 is 56 7 e jer 7 11 no ano 70 d.c o comandante tito mandou que suas legiões destruíssem o templo de jerusalém as pedras e os tijolos foram demolidos e desarrumados mas os ideais não se destroem são compromissos que a honra cobra ainda estarão eles vivos perante o grande arquiteto do universo para aquela civilização a vida só teria glória honrandose os sonhos e respeitando-se os compromissos joão chegou a escrever em apocalipse sobre a fidelidade aos juramentos ele lembra o estabelecimento de um valioso prêmio para os que fossem fiéis aos sonhos mas só para os que chegassem a ser fiéis até o último instante reza essa cláusula de fidelidade sê fiel até o fim e ganharás o prêmio da vida apoc 2 10 melhor que isso não há mas só para os que forem fiéis até o fim conforme disse no caput deste artigo a maçonaria não estava na construção do templo de jerusalém em nenhum dos três então por que os maçons gostariam tanto que isso tivesse acontecido desejam tanto que deram à cadeira do venerável mestre em suas lojas a condição de trono do poderoso rei salomão quando sabemos que o trono estava em palácio do rei e não no templo mais ainda na posse do venerável roga se a deus que lhe dê inteligência e sabedoria para governar o seu povo como parte do saber destinado ao rei salomão ii cron 1 12 o homem ingressa na maçonaria para em seu seio aprender a ser justo solidário e assim trabalhar para tornar feliz a humanidade quer dizer o homem se inicia para obter a oportunidade de se instruir na prática da virtude e vai à loja buscando isto submeter sua vontade e vencer as paixões qualidades que alcançadas diagnosticam o estado de progresso a que chegou o maçom É preciso respeitar os compromissos e se envolver com a colimação dos ideais da ordem o maçom não estava na construção do templo de jerusalém o de pedra e cal mas essa ausência não o desobriga em nada ao contrário mais exige o seu papel nas reconstruções continua de pé a convocação para amar a deus e ao próximo cuja prática se auspiciava para aquele local construir um quarto templo de salomão em jerusalém não está no roteiro da civilização mas fazer do corpo uma morada divina está ao nosso alcance e em nossas obrigações teremos que nos esforçar para que o objetivo seja alcançado transformar o coração em morada do senhor deverá ser sonho e ao mesmo tempo realização de cada maçom inclusive porque isso é decreto do novo testamento i cor 3 16 escreveu michel montaigne em seu admirável livro dos ensaios que a utilidade da vida não está na duração e sim no emprego que se lhe é dado Útil pois é a vida para a qual foi traçado um roteiro naturalmente que voltado para o bem e esse foi seguido com determinação e perseverança pensar no templo de jerusalém é importante não só por sua história mas pelo significado de ser casa de deus por cuja construção uma duas três vezes aquela civilização lutou morreu e viveu legando esse denso simbolismo à posteridade de que não precisa em nossos dias buscar-se a construção de paredes portas e telhas mas a edificação em cada ser de um templo para deus ainda mais majestoso que o de salomão zorobabel e herodes em jerusalém que seja isso para todos como é para o maçom um sonho e ao mesmo tempo inarredável compromisso com sua realização · o autor é acadêmico e escritor maçônico grão-mestre do grande oriente independente de pernambuco e o presidente da abim associação brasileira de imprensa maçônica a b
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a editora maçônica a trolha lançou no mês de dezembro do ano passado o livro manual de banquete ritualístico de autoria do nosso irmão paulo roberto marinho de almeida um dos maiores pesquisadores de maçonaria da atualidade relato do autor em nossas pesquisas seguimos as pegadas dos acontecimentos das particularidades e das narrativas com a devida prudência registrando como verdadeiro o que está documentalmente provado e como provável aquilo que pudemos deduzir por raciocínio lógico e em respeito às opiniões e às propostas de pesquisadores maçônicos fidedignos x nosso irmão wanderley rebello filho advogado também autor do livro 1988 o verão das latas de maconha o processo lançou em novembro de 2008 no centro cultura da justiça federal no rj sua segunda obra literária pela editora letra capital o trata o presente livro do caso verdadeiro de márcio um jovem de 19 anos que foi acusado injustamente de furto pela sua ex-namorada filha de uma autoridade do poder judiciário para um crime cuja pena mínima é de 1 ano de reclusão márcio foi condenado a 6 anos e 6 meses de reclusão mas ficou foragido o autor fez uma revisão criminal e conseguiu a redução para a pena mínima e o decreto de prescrição da pretensão punitiva márcio jamais foi preso x autor nosso irmão celso grinaldi filho é atualmente gerente nacional de vendas de uma grande organização do segmento editorial possui mais de 30 anos de experiência em gerenciamento de grandes equipes de vendas tendo como área de especialização as atividades de treinamento planejamento e avaliação de desempenho dessas equipes este livro o vendedor talentoso discorre sobre a necessidade de pensar como um vendedor as suas opções de vendas os passos iniciais e finais de uma venda sobre o atendimento sobre os tipos de compradores sobre a arte de vender as virtudes de um vendedor os defeitos a serem evitados os objetivos da venda o merchandising a construção do futuro do vendedor e enfatiza o decálogo do vendedor além de se estudar em profundidade as técnicas de venda propriamente dita o vendedor como imagem da empresa como superar as objeções de uma venda como evitar que surjam obstáculos para a venda o planejamento do trabalho de venda a busca da persistência e da criatividade a promoção no ponto de venda e a relação empresa/vendedor talentoso o agrega um glossário de termos usuais em vendas que o leitor não encontrará compilado em nenhuma obra similar a b façam o download do e-book cavaleiros templários os pobres soldados de jesus cristo e do templo de salomão de autoria do irmão lázaro curvêlo chaves cliquem no link http superdownloads.uol.com.br/download/63/cavaleirostemplarios-pobres-soldados-jesus-cristo-templo-salomao a e-books b indico os livros manual de banquete maçônico de autoria do irmão paulo roberto marinho de almeida pela editora a trolha e abaixo do sólio de autoria do eminente grão-mestre do goipe irmão antônio do carmo ferreira a indicação de livros b a arte real edições anteriores b as edições anteriores se encontram disponíveis para download no site www.entreirmaos.net e em vários sites maçônicos a b
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sobre xícaras café e pessoas u autor desconhecido m grupo de ex-alunos todos muito bem estabelecidos profissionalmente se reuniu para visitar um antigo professor da universidade em pouco tempo a conversa girava em torno de queixas de estresse no trabalho e na vida como um todo ao oferecer café aos seus convidados o professor foi à cozinha e retornou com um grande bule e uma variedade de xícaras de porcelana plástico vidro cristal algumas simples outras caras outras requintadas dizendo a todos que se servissem quando estavam de xícaras em punho o professor disse se vocês repararam pegaram todas as xícaras bonitas e caras e deixaram as simples e baratas para trás uma vez que não é nada anormal que queiram o melhor para si isso é a fonte dos seus problemas e estresse tenham certeza de que xícaras em si não adicionam qualidade nenhuma ao café na maioria das vezes são apenas mais caras e noutras até ocultam o que estamos bebendo o que todos realmente queriam era o café não as xícaras mas escolheram conscientemente as melhores então ficaram de olho nas xícaras uns dos outros agora pensem nisso a vida é o café e os empregos dinheiro e posição social as xícaras elas são apenas ferramentas para sustentar e conter a vida e o tipo de xícara que temos não define nem altera a qualidade de vida que vivemos Às vezes ao nos concentrarmos apenas nela deixamos de saborear o café que deus nos deu saboreiem o seu café a b a rte real é uma revista maçônica virtual de publicação mensal fundada em 24 de fevereiro de 2007 comregistro na abim associação brasileira de imprensa maçônica 005-jv que se apresenta como mais um canal de informação integração e incentivo à cultura maçônica sendo distribuída diretamente via internet para mais de 12.000 e-mails de irmãos de todo o brasil e também do exterior além de uma vasta redistribuição em listas de discussões sites maçônicos e listas particulares de nossos leitores a partir desta edição inaugura um novo ciclo após 22 edições ininterruptas à guisa dos 22 arcanos maiores do tarô reveste-se com nova cara nova diagramação novo estilo porém sem se desviar da qualidade de seu conteúdo que a fez uma referência dentre as revistas maçônicas editor responsável diagramação e editoração gráfica francisco feitosa da fonseca revisão joão geraldo de freitas camanho colaboradores nesta edição antônio do carmo ferreira joaquim gervásio de figueiredo leon fredja szklorowsky nilton almeida empresas patrocinadoras aldo vídeo arte real software ch dedetizadora conciv cfc objetiva auto escola livro wanderley rebello f° livro celso grinaldi f° lópez y lópez advogados maurílio advocacia santana pneus sul minas lab fotográfico contatos e-mail feitosa@entreirmaos.net skype francisco.feitosa.da.fonseca msn entre-irmaos@hotmail.com 35 3331-1288 distribuição gratuita via internet os textos editados são de inteira responsabilidade dos signatários obrigado por prestigiar nosso trabalho temos um encontro marcado na próxima edição
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