Revista Arte Real - Edição N.10 - Dezembro/2007

 

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fundado em 24 de fevereiro de 2007

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editorial seja um dos que concorrem para o melhoramento da humanidade zoroastro portas de 2008 encerramos muito trabalho de À srealizações o ano de 2007 emmaisdeum ano de foi um marco para ogrande aprendizado e 24 fevereiro arte real fundamos nossa revista virtual pouco a pouco conquistou nossos leitores pela seriedade como tratamos a cultura maçônica fomos brindados com matérias de altíssimo nível de autores consagrados no mundo maçônico e de valorosos irmãos que entenderam nosso legado de incentivar o estudo e a pesquisa e nos proporcionaram verdadeiras pérolas literárias incansavelmente lidas em lojas e grupos de estudos estimulando a pesquisa e servindo de referência para criação de novas peças de arquitetura essa edição fechando o ano de 2007 promete por sua diversidade de temas e de matérias de irmãos de várias partes do brasil o que faz do arte real um informativo eclético permitindo-nos beber cristalinas águas de várias fontes da sabedoria dezembro é o mês do natal da confraternização dos encontros Época de reavaliação e ajuste de rota para iniciarmos um novo ano mais estruturados em todos os aspectos a coluna destaques através da matéria natal ­ nascimento do cristo em nós traz a origem e a verdadeira essência do natal já a coluna reflexões mostra uma crônica escrita por mim há alguns natais com uma mensagem sincera para todos os natais vindouros nossos leitores poderão através da matéria a Águia bicéfala de lagash de autoria do irmão luiz gonzaga venelli entender melhor a origem e o significado desse antiqüíssimo símbolo utilizado pelo reaa em seus altos graus ninguém melhor do que o ilustre irmão josé castellani para nos falar da maçonaria simbólica através de sua matéria a importância dos graus simbólicos inaugura-se uma coluna especialíssima os grandes iniciados visando trazer à compreensão dos leitores vida e obra desses excelsos avataras que ciclicamente iluminam a face da terra com seus elevados ensinamentos em prol da evolução humana e o fazemos com zoroastro o codificador da fraternidade dos magos e reformador da religião vigente em sua época nossa capa mais uma vez tenta conscientizar nossos leitores da mudança de postura com relação aos cuidados com nosso planeta não podemos esperar por soluções governamentais imediatistas cada um de nós deve fazer sua parte o exemplo não é a melhor maneira de conscientização e sim a única seja um dos multiplicadores dessa idéia temos um encontro marcado na próxima edição arte real arte real é um informativo maçônico virtual de publicação mensal que se apresenta como o mais novo canal de informação integração e incentivo à cultura maçônica em todo o brasil especialmente às lojas do sul de minas de gerais o editor responsável francisco feitosa da fonseca diagramação e editoração gráfica francisco feitosa da fonseca revisão joão geraldo de freitas camanho colaboradores nesta edição aroldo gonçalves ­ edivaldo josé de souza ribeiro ­ josé castellani ­ leo cenizi luiz gonzaga venelli texto da capa pensamentos do professor henrique josé de souza ­ fundador da sociedade brasileira de eubiose contatos artereal@entreirmaos.net ou feitosa@entreirmaos.net empresas patrocinadoras arte fios ­ aquecedores solar argus e belosol ­ arte real software ­ condomínio recanto dos carvalhos ch dedetizadora ­ conciv construções civis cfc objetiva auto escola churrasqueiras arke ­ lider rio maqtem santana pneus ­ sbs mármores e granitos sul minas laboratório fotográfico ­ walmir battu distribuição gratuita via internet os textos editados são de inteira responsabilidade dos signatários.

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nesta edição trabalhos a importância dos graus simbólicos 9 trabalhos a luz 10 trabalhos o templo de salomão 11 ritos maçônicos ­ história do rito mêmphis-misraïm 12 reflexões ­ então é natal 14 boas dicas ­ e-book /edições anteriores 14 texto da capa ­ pensamentos de jhs capa editorial 2 destaque natal ­ nascimento do cristo em nós 3 matéria da capa ­ preservação ambiental 5 os grandes iluminados ­ zoroastro 6 trabalhos ­ a Águia bicéfala de lagash 7 destaques natal ­ nascimento do cristo em nós o francisco feitosa arte real através desse trabalho de pesquisa sobre as origens do natal não tem a menor intenção de ofuscar e nem mesmo conseguiria a beleza das festas natalinas momentos de confraternização onde a solidariedade a fraternidade entre os povos estão mais em evidência os festejos natalinos têm um clima de harmonia e paz remetendo-nos à interiorização e reavaliação de valores cabe-nos o compromisso de fazer luz sobre o que muitos ainda ignoram por isso preparamos este singelo trabalho de cunho elucidativo a palavra natal tem a ver com nascimento ou aniversário natalício em especial com o dia em que geralmente se comemora o nascimento de jesus cristo esse vocábulo não aparece na bíblia e também não foi utilizado pelos primeiros apóstolos a festa de natal não se inclui entre as festas bíblicas a nova enciclopédia católica reconhece a data do nascimento de cristo não é conhecida os evangelhos não indicam nem o dia nem o mês a revista católica americana u.s catholic diz É impossível separar o natal de suas origens pagãs na verdade a festividade no mês de natal já existia mesmo antes de o menino jesus nascer durante muitos anos comemorava-se nesse período final do mês de dezembro do atual calendário gregoriano o solstício de inverno no hemisfério norte que seria o tempo em que o sol se afastava do equador e estacionava durante alguns dias pois assim eram as noites mais frias do ano a celebração do natal antecede ao cristianismo em cerca de 2000 anos tudo começou com um antigo festival mesopotâmico que simbolizava a passagem de um ano para outro o zagmuk muitos povos comemoravam quando o inverno passava eles esperavam por dias mais longos com mais luz do sol essas festas eram comemoradas por doze dias muito antes de cristo já havia na europa mitos e rituais relacionados ao solstício de inverno na escandinávia em 21 de dezembro era comemorado o yule ocasião em que os chefes de família queimavam grandes toras em adoração ao sol na alemanha honrava-se o temido deus oden que em seus vôos noturnos escolhia quem iria se dar bem e quem seria desafortunado no ano seguinte no egito celebrava-se a passagem do deus osíris para o mundo dos mortos povos antigos da grã-bretanha também comemoravam o evento as festividades aconteciam ao redor do monumento de stonehenge construído cerca de 3100 a.c para marcar a trajetória do sol ao longo do ano a construção existe até hoje para os mesopotâmios o ano novo representava uma grande crise devido à chegada do inverno eles acreditavam que os monstros do caos enfureciam-se e marduk o seu principal deus precisava derrotá-los para preservar a continuidade da vida na terra o festival de ano novo que durava 12 dias era realizado para ajudar marduk em sua batalha a tradição dizia que o rei devia morrer no fim do ano para ao lado de marduk ajudá-lo em sua luta para poupar o rei um criminoso era vestido com as suas roupas e tratado com todos os privilégios do monarca sendo morto levava todos os pecados do povo consigo assim a ordem era restabelecida um ritual semelhante era realizado pelos persas e babilônios chamado de sacae a versão também contava com escravos que tomavam o lugar dos seus mestres a mesopotâmia chamada de mãe da civilização inspirou a cultura de muitos povos como os gregos que englobaram as raízes do festival celebrando a luta de zeus contra o titã cronos mais tarde através da grécia o costume alcançou os romanos sendo absorvido pelo festival chamado saturnália em homenagem a saturno a festa começava no dia 17 de dezembro e ia até o 1º de janeiro comemorava-se o solstício do inverno de acordo com seus cálculos o dia 25 era a data em que o sol se encontrava mais fraco porém pronto para recomeçar a crescer e trazer vida às coisas da terra.

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durante a data que acabou conhecida como o dia do nascimento do sol invicto as escolas eram fechadas e ninguém trabalhava eram realizadas festas nas ruas grandes jantares eram oferecidos aos amigos e árvores verdes ornamentadas com galhos de loureiros e iluminadas por muitas velas enfeitavam as salas para espantar os maus espíritos da escuridão os mesmos objetos eram usados para presentear uns aos outros na origem as comemorações festivas do ciclo natalino vêm do final da idade antiga quando a igreja católica introduziu o natal em substituição a uma festa mais antiga do império romano a festa do deus mitra que anunciava a volta do sol em pleno inverno do hemisfério norte a adoração a mitra divindade persa que se aliou ao sol para obter calor e luz em benefício das plantas foi introduzida em roma no último século antes de cristo tornando-se uma das religiões mais populares do império até os primeiros três séculos da era cristã a humanidade não celebrava o natal como conhecemos hoje foi preciso que o império romano adotasse o cristianismo como religião oficial no século iv a partir desse momento a igreja passou a conferir significados católicos para as tradições e os simbolismos pagãos foi a apropriação destes cultos sobretudo o de mitra que acabou gerando o nosso natal com a data de nascimento de cristo sendo celebrada no dia 25 de dezembro a data conhecida pelos primeiros cristãos foi fixada pelo papa júlio i para o nascimento de jesus cristo como uma forma de atrair o interesse da população pouco a pouco o sentido cristão modelou e reinterpretou o natal na forma e intenção conta a bíblia que um anjo anunciou para maria que ela daria à luz a jesus o filho de deus na véspera do nascimento o casal viajou de nazaré para belém chegando na noite de natal a maior parte dos historiadores afirma que o primeiro natal como conhecemos hoje foi celebrado no ano 336 d.c a troca de presentes passou a simbolizar as ofertas feitas pelos três reis magos ao menino jesus assim como outros rituais também foram adaptados mas nem sempre e nem em todos os lugares o natal foi uma festa familiar e de paz na inglaterra no século 17 a data era sinônimo de bagunça costumava-se eleger um indivíduo desocupado como lord da baderna e sob suas ordens os pobres iam às casas dos ricos para exigirem a melhor comida e bebida quem não fornecesse era ameaçado e tinha sua casa atacada violentamente era tal o pavor das famílias com a proximidade do natal que a comemoração chegou a ser proibida durante vários anos pelos britânicos na américa o natal só começou a ser comemorado no século 19 época de desemprego e luta de classes prevalecendo o violento modelo de comemoração inglês as brigas de gangues em nova iorque atingiram seu auge na época natalina levando o conselho municipal a criar em 1828 a primeira força policial da cidade que surgiu com a missão específica de combater os conflitos de natal mais recentemente atendidos os interesses católicos o nascimento de jesus passou a servir ao novo poder mundial o capitalismo data máxima do marketing e do comércio a partir do século 20 o natal desde então arrasta multidões aos shoppings e supermercados em obediência à ordem suprema da publicidade para o consumo desenfreado e irracional a mensagem é tentadora compre e será feliz estudiosos afirmam que a figura do bom velhinho foi inspirada num bispo chamado nicolau que nasceu na turquia em 280 d.c o bispo homem de bom coração costumava ajudar as pessoas pobres deixando saquinhos com moedas próximos às chaminés das casas foi transformado em santo são nicolau após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele a associação da imagem de são nicolau ao natal aconteceu na alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo nos estados unidos ganhou o nome de santa claus no brasil de papai noel em portugal de pai natal até o final do século xix o papai noel era representado com uma roupa de inverno na cor marrom porém em 1881 uma campanha publicitária da coca-cola mostrou o bom velhinho com uma roupa também de inverno nas cores vermelha e branca as cores do refrigerante e com um gorro vermelho com pompom branco a campanha publicitária fez um grande sucesso e a nova imagem do papai noel espalhou-se rapidamente pelo mundo por interesses comerciais foram introduzindo-se novos hábitos de consumo para essa comemoração comer peru no natal surgiu em plymouth massachusetts nos eua em 1621 nesse ano no dia de ação de graças serviu-se peru selvagem criado pelos índios mexicanos como prato principal os espanhóis o levaram para a europa por volta do século 16 nessa época eram servidos gansos cisnes e pavões aves nobres o peru além de ser mais barato ganha peso mais facilmente o surgimento do panetone é atribuído ao mestre-cuca gian galeazzo visconti que o teria preparado para uma festa em 1395 o costume de comer panetones em ceias de natal nasceu em milão depois tomou conta da itália e daí ganhou todo o mundo a igreja católica sempre deu muita importância para o valor da música as primeiras canções natalinas datam do século iv e são cantadas até hoje na véspera de natal já o costume de montar presépios embora de origem hebraica surgiu com são francisco de assis que pediu a um homem chamado giovanni villita que criasse o primeiro são francisco então celebrou uma missa em frente daquele presépio inspirando devoção a todos que a ela assistiam foi em nápoles na itália no século xviii que esse hábito cresceu os presépios eram montados na sala das casas com figuras de barro e madeira no mundo milhões de famílias celebram o natal ao redor de uma árvore a árvore símbolo da vida é uma tradição mais antiga do que o próprio cristianismo e não é exclusiva de uma só religião muito antes de existir o natal os egípcios traziam galhos verdes de palmeiras para dentro de suas casas no dia mais curto do ano em dezembro como um símbolo de triunfo da vida sobre a morte já o costume de ornamentar a árvore pode ter surgido do hábito que os druidas tinham de decorar velhos carvalhos com maçãs douradas para as festividades desse mesmo dia do ano.

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a primeira referência a uma Árvore de natal é do século xvi na alemanha famílias ricas e pobres decoravam árvores com papel colorido frutas e doces essa tradição se espalhou pela europa e chegou aos estados unidos pelos colonizadores alemães logo a árvore de natal passou a ser popular em todo o mundo a prática de enviar cartões de natal surgiu na inglaterra no ano de 1843 em 1849 os primeiros cartões populares de natal começaram a ser vendidos por um artista inglês chamado william egly a guirlanda às vezes conhecida por coroa de natal é memorial de consagração em grego é stephano em latim corona podendo ser entendida como enfeite oferenda oferta para funerais celebração memorial aos deuses à vitalidade do mundo vegetal às vítimas que eram sacrificadas aos deuses pagãos aos esportes etc significa um adorno de chamamento e conseqüentemente é porta de entrada de deuses razão pela qual em geral coloca-se a guirlanda nas portas como sinal de boas vindas a bíblia não faz qualquer menção de uso de guirlanda no nascimento de jesus só existe uma na bíblia feita por roma para colocar na cabeça de jesus no dia de sua morte mas com espinhos símbolo de escárnio muito embora o natal tenha sua origem bem anterior ao nascimento de jeoshua ben pandira ­ o jesus bíblico e o cristianismo não conseguindo refrear as comemorações das festas tradicionais pagãs tenha inteligente e gradualmente adotado a data como o nascimento do mestre jesus isso em nada fere a essência da comemoração natal é para comemorarmos o nascimento do cristo sim mas dentro de nós na manjedoura de nosso coração o que devemos é pautar nossos passos baseados em seus excelsos ensinamentos eu sou o caminho a verdade e a vida ninguém vai ao pai senão por mim ninguém ascenderá em evolução em direção à casa do pai se não encontrar seu cristo interno se não iniciar uma ação ou melhor uma iniciação semeando amor em seu coração e conscientemente alimentando o fogo interno ­ kundaline a ponto de transformá-lo em luz a mensagem do natal nada mais é que uma proposta de renascimento de cada um mas não em carne mas em espírito nesse natal comemore sim o nascimento do cristo porém dentro de você feliz natal matéria da capa preservação ambiental ­ o planeta implora por cuidados e studos sobre a preservação ambiental e cuidados com nosso planeta sempre apontam resultados catastróficos se continuarmos a manter a mesma relação com os problemas ambientais com os quais convivemos É fato que o custo do modelo econômico buscando um crescimento rápido e ilimitado gera na natureza uma insustentabilidade e imprevisibilidade com relação aos impactos tecnológicos e de poluição sobre o meio ambiente para cada um desses impactos teremos de conviver com a resposta natural do planeta para cada ação do ser humano uma verdade natural poderá ser vislumbrada assim se de um lado o homem é responsÁvel pela devastação planos de desenvolvimento não-conciliados com o impacto ambiental extração de recursos de forma predatória queimadas irresponsáveis desperdício e mau uso de recursos naturais falta de respeito pelo ser humano e outros a natureza irá responder com o desequilíbrio da biodiversidade e do nosso ecossistema o aumento de populações dizimadas pela fome ou por catástrofes naturais a violência dos centros urbanos a escassez de recursos naturais os resíduos do lixo que se transformam em entulhos poluindo rios e trazendo doenças etc soma-se a esse quadro a relação da camada de ozônio e a elevação da temperatura da terra a mudança de clima do nosso planeta que traz o aquecimento global será ainda neste século uma das maiores causas de desastres ambientais as conclusões de cientistas do mundo todo são alarmantes em todo o mundo inundações e secas serão as situações mais graves além de um possível colapso na agricultura da escassez maciça de água da redução da cobertura florestal e da disseminação de novas doenças embora cientes de que nos últimos anos felizmente possamos registrar um aumento no sentimento de co-responsabilidade cidadania e consciência ecológica o que incrementa o sentido de se pertencer à humanidade com objetivos em comum ultrapassando o paradigma da sobrevivência e acenando pelo desejo de se poder viver de forma plena em um novo modelo estamos ainda muito longe de um mundo ideal salvaguardar nosso planeta e assegurar condições de desenvolvimento ligadas à evolução do ser humano são pontos que poderão mudar o cenário para as futuras gerações É preciso no entanto começar a agir toda a difusão nas áreas de comunicação e informações permeando os mais variados temas sobre o ser planetÁrio deve ser incentivada precisamos colocar em prática ações que neutralizem o efeito do desequilíbrio em cadeia sob pena de destruirmos nosso mundo.

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como preservar os recursos naturais do nosso planeta todo e qualquer programa que possa ser desenvolvido com um objetivo legítimo de desenvolvimento sustentável consciente voltado para a preservação ambiental deve ser colocado em prática para tanto todas as ações são bem-vindas principalmente se levarmos em conta que nossa dependência do meio é enorme o que cada um pode fazer em sua casa sua comunidade pode ser muito simples no entanto torna-se essencial reforçarmos o movimento natural que começa a aparecer assim participe de programas de preservação ambiental não derrube árvores e somente compre móveis de madeiras certificadas prefira os alimentos naturais não compre animais da fauna silvestre brasileira e comece em sua casa a coleta seletiva procurando sempre reciclar papéis e utilizar produtos e outros bens de consumo elaborados a partir de material reciclado estude o meio ambiente ajude a preservar entendendo melhor sobre o plantio e conservação de árvores sabemos que esses são alguns dos fatores mas são essas ações que irão ajudar a conscientização individual e nos poderão fazer sentir e respeitar a natureza É importante ter em mente que podemos em conjunto transformar nossa terra em um lugar mais apropriado para a vida de nossos filhos no futuro precisamos estar cientes de que o meio ambiente nunca esteve tão ameaçado como agora a intensidade de destruição dos recursos naturais pede ações imediatas desmatamento queimadas exploração irracional e ilegal de minérios caça e pesca predatórias estão alterando nosso planeta o que irá restar para nossos filhos e netos É buscando uma resposta para esse momento que decidimos escolher como um dos temas de nossas campanhas educativas o plantio de Árvores o que vamos abordar a seguir é o passo a passo para o plantio e conservação de árvores esse ato tão simples pode contribuir sobremaneira para o aumento de áreas verdes e melhor qualidade de vida em nossas cidades visando dar nossa contribuição para esse momento entendemos que implementar um programa de plantio de Árvores é um começo outros projetos já estão sendo programados para aumentar a sensibilização e conscientização de nossa população até lá para ampliar as ações do programa e ganhar eco em diversos pontos das nossas cidades e seus arredores esperamos contar com a população como um dos principais agentes de transformação do meio que a cerca todo cidadão pode contribuir com uma ação direta e/ou com o apoio a ações que valorizem os espaços verdes o respeito às características locais bem como a adequação integração à região compilação do site www.projetoplantar.org.br os grandes iniciados zoroastro i nauguramos a partir desta edição a coluna os grandes iniciados que visa trazer a luz a vida e a obra de excelsos seres manifestação terrena da divindade enfatizando o trabalho oculto da grande fraternidade branca em prol da evolução humana esses seres os avataras periodicamente por força da lei em sacrifício à humanidade ou melhor em sacro-ofício manifestam-se no plano terreno a fim de transmitir as novas diretrizes evolucionais não importando a época ou o local de sua aparição os avataras são os portadores da sabedoria iniciática das idades e de ciclo em ciclo semeiam novos ensinamentos e arrebanham aqueles que atingiram o percentual de consciência necessário para tornar-se a semente de uma nova civilização esse processo acontece ao longo da história da humanidade sob o jargão de muitos serão chamados porém poucos serão os escolhidos a fim de incrementarmos o estudo e a pesquisa sobre esses excelsos seres muitos deles citados em nossas instruções maçônicas tanto no simbolismo como principalmente nos graus filosóficos iniciaremos a coluna abordando sobre a vida e a obra de zoroastro ou se preferirem assim chamar como os persas zaratustra estaremos disponibilizando aos nossos leitores apenas fragmentos da vida e obra dos grandes iniciados com o objetivo de estimular o estudo mais profundo e completo utilizando-nos da máxima a dúvida é a semente da pesquisa os persas atribuem o avesta conjunto de textos sagrados primitivos dos povos iranianos de que se originou o masdeísmo ­ ao arquiprofeta zoroastro ou zaratustra seu nome persa o codificador da fraternidade dos magos e reformador da religião vigente em sua época parece que o nome com que o conhecem era nas civilizações assíriobabilônicas o título que usava o sumo sacerdote o supremo hierofante dos mistérios iniciáticos sempre consagrado à divindade que os presidia assim zoro ishtar consagrado a ishtar entre os caldeus originado de guruastara adorador do sol posteriormente corrompido para goro_astara lembrando os goros ou lamas perfeitos que cercam o rei do mundo em asgardi como ensinam as tradições mongólicas e daí zoroastara ou zoroastro por isso porfírio se refere a zaradas mestre de pitágoras que é o zar-ad ou na-zar-ad o nazar primitivo ou o nazaruam persa o ancião dos dias francisco feitosa

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todos os pontífices construtores de pontes entre o mundo das ilusões e o espiritual tomam esse nome e somente isso mostra a razão de os vários clássicos falarem em zoroastro como tendo vivido em épocas diversas eudóxio de cnido diz ter ele vivido 6000 anos antes de platão teopompo de quios no-lo descreve 5000 anos antes da guerra de tróia beroso fá-lo nascer 2200 anos antes de cristo e fundar uma dinastia médica em babilônia xantus de lídia acha que ele ele veio ao mundo 600 anos antes de xerxes para aristóteles floresceu 600 anos antes de cristo enquanto que hermipio de alexandria dá-lhe por mestre azonach azonach o deus azon e tendo existido 5000 anos antes da tomada de tróia É óbvio que esses autores descrevem alguns dos mais conspícuos zoro-astros que guiaram os povos do iran profeta e filósofo árabe nascido na região de ragha também dita ragae ou rai perto de teerã na pérsia hoje no irã fundador do zoroastrismo antigo sistema religiosofilosófico monoteísta que parte do postulado básico de uma contradição entre o bem e o mal inerente a todos os elementos do universo praticamente substituído pelo islamismo deixando influência em religiões como o judaísmo o cristianismo e o islamismo como a fé em uma divindade suprema criadora e guia absoluta do universo e sua permanente luta contra o reino do mal e suas entidades demoníacas de família nobre sua origem étnica e cultural estava ligada ao povo ária que se estabeleceu ao norte da península indostânica e planalto persa caracterizado por ter sido um povo nômade que por volta de um milênio e meio antes de cristo sofreu um processo de sedentarização formando pequenos reinos nas regiões mencionadas o zoroastrismo nasceu da sua revelação em sogdiana no reino de bactriana ou karezmia uma região que corresponde ao leste do irã afeganistão e turquemenistão tinha então cerca de 30 anos sendo que desde os 14 vivia como místico a partir de sete visões por ele contadas que reformaram a proto-religião conhecida como mazdeísmo religião dos adoradores de mazda perseguido inicialmente pelos príncipes e sacerdotes manteve-se firme em seus ensinamentos e dois anos depois com ajuda de um primo recém-convertido conseguiu influenciar o rei vishtaspa que se tornou um fervoroso seguidor de sua fé isso foi o início da verdadeira difusão dos seus ensinamentos e de uma grande reforma religiosa logo em seguida a corte real seguiu os passos do rei e mais tarde o zoroastrismo tornou-se a religião oficial da nação persa sua obra é conhecida através dos gathas textos arcaicos mencionados em textos contemporâneos conhecidos como yashts que contêm vários elementos de religiões populares do antigo irã todos fazem parte do avesta tardio com grande influência dos magos que introduziram elementos do zervanismo divisão sectária do zoroastrismo surgida na dinastia sassânida e defensora da idéia do princípio superior ao mundo causa de tudo o que existe e mitraísmo culto ao deus mithra divindade solar do povo ária associado ao zoroastrismo porém não mencionado nos gathas conta a tradição que aos 77 anos de idade foi martirizado por fanáticos sacerdotes da velha religião integrantes das hordas tirânicas de arjasp enquanto se encontrava orando em frente ao fogo sagrado de um templo em bakhdi também dita bactrae e por ocasião de uma guerra religiosa provocada pelo rei dos infiéis argataspa no reinado de dario i 550-486 a c redigiu-se o avesta ou zend-avesta o livro sagrado do zoroastrismo após a adoção como religião oficial pelos aquemênidas em minhas pesquisas sobre zoroastro jamais encontrei qualquer referência ao que diz a terceira instrução do primeiro grau os aapmm trabalham do meio-dia à meia-noite uma homenagem a um dos primeiros instituidores dos mistérios zoroastro que reunia secretamente seus discípulos ao meio-dia e terminava seus trabalhos à meianoite por um ágape fraternal peço a nossos leitores que se tiverem fontes de pesquisas tratando desse assunto que forneçam nas a mim na próxima edição falaremos sobre yesus krishna ­ a mais bela manifestação da divindade ­ 3.500 a.c trabalhos a Águia bicéfala de lagash a arte real maçonaria é uma ordem antiga que promulga seu sistema de moral através de alegorias sinais e símbolos alguns símbolos adquiriram tal vigor que até o não-iniciado sabe que os mesmos se referem à maçonaria o esquadro e o compasso são exemplos pessoas com um pouco de cultura reconhecem-nos como símbolos da maçonaria não sabem e só o iniciado sabe que pela disposição deles existe um significado intrínseco a águia bicéfala está em um outro patamar onde somente os mais atentos percebem quando ela é símbolo maçônico muito se tem escrito sobre ela porém quando são feitas específicas perguntas as respostas são curtas e não-precisas atualmente estamos em melhor situação porque temos uma mudança na pesquisa maçônica gerada pelo crescimento das comunicações com acesso a fontes e facilidade na troca de informações luiz gonzaga venelli

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no freemasons guide and compendium de bernard e jones edição revisada de 1956 e reimpressão de 1970 às páginas 324/325 há o seguinte texto similar ao de inúmeras enciclopédias que diz w.j.chetwode crawley lembra-nos que nas fundações de um templo construído cerca de 3000 a.c isto é cerca de 2000 anos antes da construção do templo de salomão foram encontradas duas placas de terracota com inscrições detalhando como a construção havia sido ordenada e iniciada essas placas foram ali depositadas quando do lançamento da pedra fundamental do templo por gudea governador de lagash na babilônia as inscrições dos cilindros impressas nas mesmas incluíam um esboço de um pássaro da tormenta representado por uma águia com duas cabeças hoje usada como símbolo do rito escocês antigo e aceito perto do sítio onde estava o templo em referência foi também encontrada uma fina estátua de gudea as enciclopédias maçônicas de coil e mackey apresentam um texto semelhante provavelmente usado como fonte por bernard jones a cidade de lagash está situada ao sudoeste da babilônia entre os rios tigre e eufrates perto da moderna cidade de shatra no iraque um antigo centro de artes de literatura e militar com imensa força política dos sumerianos esse símbolo passou para o povo de akkad posteriormente foi usado por muitas tribos e grupos de nações sabe-se que marius cônsul romano em 102 a.c por decreto indicou a águia bicéfala como símbolo da roma imperial o dr albert merz 33º afirma em artigo publicado no new age scottish rite journal de março de 1959 que o sagrado império romano em 414 a.c tinha a águia bicéfala em seus selos simbolizando a unidade e universalidade do império nos compêndios de heráldica encontramos a águia bicéfala e acreditamos que como resultado da presença dos cruzados no oriente foi trazida como símbolo para os imperadores do oriente e do ocidente cujos sucessores foram nos últimos tempos os habsburgos e os romanovs em cujas moedas ela aparece sistematicamente sendo copiada pela maioria das cidades livres da europa principalmente as da alemanha e como emblema no império oriental da união de bizâncio com constantino podemos encontrá-la em alto relevo na porta principal da igreja ortodoxa oriental na cidade de são paulo É provável que a águia bicéfala tenha sido usada como símbolo maçônico desde o 12º século já as evidências disponíveis indicam ter sido usada pela maçonaria em 1758 após a criação do conselho de imperadores do oriente e do ocidente em paris era parte do rito de perfeição do antigo rito dos vinte e cinco graus evoluindo em grande parte para o sistema escocês não existe dúvida relativa ao uso da águia bicéfala pelo supremo conselho 33º jurisdição sul dos usa desde 1801 os sucessores do conselho de imperadores do ocidente e do oriente são os vários supremos conselhos do grau 33º espalhados pelo mundo que herdaram a insígnia do emblema pessoal de frederico o grande considerado como o primeiro soberano grande comendador do rito escocês antigo e aceito conferindo ao rito o direito de usá-la em 1786 sic simultaneamente adotou acrescentou mais sete graus aceitos aos vinte e cinco conhecidos antigos chegando-se então a trinta e dois graus antigos e aceitos a esses graus foi acrescentado o grau governativo do rito de número trinta e três observa-se que os supremos conselhos que tinham laços com a grande loja da inglaterra têm em seus selos a águia com as asas para cima conquanto os supremos conselhos que tinham laços com a grande loja da frança têm em seus selos a águia com as asas voltadas para baixo existe esse padrão seja ele intencional ou não o fato de a águia estar representada com as asas abertas para cima ou para baixo é uma questão diretamente relacionada ao desenho do selo por um supremo conselho em particular como resultante do gosto artístico de cada povo preferindo uns o estilo clássico copiando a natureza enquanto outros dão preferência à representação marcial a Águia bicéfala de lagash é o mais antigo emblema do mundo e nenhuma outra figura pode gabar-se desta antigüidade como símbolo do rito escocês antigo e aceito a Águia bicéfala de lagash tem suas asas abertas e coroada encimada pela coroa da prússia suas garras estão pousadas em uma espada desembainhada que tem uma fita como ornamento serpenteando-a desde seu punho até a extremidade da lâmina contendo a divisa deus meumque jus deus e o meu direito nota do editor em complemento à excelente matéria de nosso irmão luiz venelli acrescentamos nossa interpretação no sentido iniciático desse símbolo com relação à representação do mesmo notamos que a águia é um pássaro altaneiro de visão privilegiada e expressa a mente universal pela onisciência de tudo e de todos esse símbolo de duas cabeças ligado à iniciação expressa o objetivo a que se propõem todas as verdadeiras escolas de iniciação do presente ciclo servir de ponte ligando as duas cabeças mente concreta e mente abstrata para conquista e o domínio de nosso 5º princípio o eu superior o soberano grande comendador é o próprio pontífice aquele que constrói pontes expressão da cruz que se apõe a sua assinatura a ponte é gradualmente construída pelos excelsos ensinamentos do rito e proporciona aos estudiosos transpor do mundo material mente concreta para o mundo espiritual mente abstrata representado pelas duas cabeças da águia a espada arma de dois fios presa em suas potentes garras representa ao mesmo tempo a força para se combater os inimigos da verdade e a sabedoria para se poder acima de tudo fazer valer a justiça o que faz valer a tradução da inscrição na fita em latim deus e o meu direito a cor púrpura é muito utilizada por várias religiões e escolas de iniciação do oriente expressando a junção das energias cósmica fohat verde e telúrica kundaline ­ vermelho formando o púrpura cor do equilíbrio perfeito e da realização.

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trabalhos a importância dos graus simbólicos o s três graus simbólicos aprendiz companheiro e mestre comuns a todos os ritos maçônicos representam a essência total de toda a doutrina moral da maçonaria na primitiva franco-maçonaria formada pelas organizações de ofício só existiam os aprendizes e os mestres-deobras eram escolhidos entre os mais experientes aprendizes o grau de companheiro seria criado já nos primórdios da maçonaria dos aceitos também chamada impropriamente de especulativa no século xvii e essa era a situação quando da fundação a 24 de junho de 1717 da premier grand lodge de londres a primeira do sistema ocidencial o grau de mestre seria criado em 1725 mas só introduzido em 1738 pela grande loja londrina a partir daí iria concretizar-se a totalidade da doutrina moral e da mística da instituição maçônica os três graus simbólicos síntese do universo maçônico mostram a evolução racional da espécie humana ou seja intuição aprendiz análise companheiro e síntese mestre o aprendiz ainda inexperiente embora guiado pelos mestres realiza o seu trabalho de forma praticamente empírica através da intuição apenas representando o alvorecer das civilizações dominadas pelo empirismo o companheiro já tendo um método de trabalho analítico e ordenado simboliza uma mais avançada fase da evolução da mente humana enquanto o mestre juntando através da síntese tudo o que está disperso para a conclusão final da obra representa o caminho derradeiro da mente na busca da perfeição simbolicamente nesses três graus os maçons dedicam-se à construção do templo de jerusalém símbolo das obras perfeitas dedicadas a deus de acordo com a concepção da ordem dos templários criada em 1118 e regida pelos estatutos idealizados por são bernardo a construção do templo no caso representa a construção moral e ética do iniciado para a concretização desse simbolismo a maçonaria criou a lenda do terceiro grau de forte cunho moral segundo a qual havia um arquiteto hiram abif hiram meu pai que fora enviado ao rei salomão por hiram rei da cidade fenícia de tiro para ser o mestre das obras do templo isso evidentemente é pura lenda pois hiram abif era simplesmente um entalhador de metais diz também a lenda que hiram dividia os seus obreiros de acordo com suas aptidões em graus aprendiz companheiro e mestre dando-lhes a oportunidade de progredir pelo seu trabalho embora isso também seja lenda pois não havia maçonaria na época da construção do templo de jerusalém e nem graus de companheiro e mestre embora alguns ingênuos acreditem nisso mostra duas lições morais a cada um segundo as suas aptidões e a cada um segundo os seus méritos hiram a personificação da sabedoria acabaria sendo morto pela personificação de vícios degradantes a inveja a cobiça e a ignorância representadas em três companheiros que sem os méritos procuravam ser mestres a qualquer custo o que também é apenas lenda e não realidade esses traços gerais da lenda cujo desenvolvimento e cujas minúcias são reservadas aos iniciados no terceiro grau mostram que o maçom ao atingir o grau de mestre já deve possuir a plenitude do conhecimento iniciático moral social e metafísico necessário e pertinente aos objetivos da ordem maçônica restando-lhe então o trabalho constante na busca da perfeição nunca atingida mas sempre perseguida pois ela é o estímulo perene na vida do ser humano terá então o mestre a humildade de se prostrar perante os grandes mistérios da vida e os insondáveis escaninhos da natureza despojando-se de todas as vaidades incluindo-se entre elas a busca desvairada dos galardões símbolos da fatuidade e a busca da ascensão a qualquer custo numa escala que quase nunca reflete um conhecimento apreciável e um desejável mérito pessoal deverá então o mestre lembrar-se sempre de que a verdadeira beleza é a interior mesmo que o exterior não seja coruscante e não brilhe em faíscas de ouro e prata pois o maçom o verdadeiro maçom integral é um mestre por suas qualidades mentais e espirituais e não por sua posição na escala ou por seus vistosos paramentos o hábito não faz o monge diz a velha sabedoria popular e se pode até acrescentar que um muar ajaezado de ouro nunca poderá ser confundido com um corcel de alta linhagem na loja simbólica verdadeira e única essência da maçonaria universal o iniciado percorre um longo caminho desde as trevas do ocidente até à luz do oriente tendo o seu lugar de acordo com as suas aptidões e a sua ascensão de acordo com os seus méritos sua ascensão não deverá nunca ser devida a favores pessoais a apadrinhamentos a rapapés e bajulações ou ao poder corruptor dos metais expedientes esses tão comuns na sociedade em geral mas excluídos dos templos da verdadeira maçonaria desde os seus primórdios nos velhos tempos em que só existiam aprendizes e companheiros que usavam um simples avental de couro símbolo humilde do trabalho sem as riquezas flamejantes de uma nababesca farrambamba acham muitos maçons desavisados que os graus simbólicos são secundários e representam um mero apêndice da maçonaria uma etapa primária e elementar um trampolim para grandes escaladas quando na realidade é basilar e relevante sua importância a ponto de eles constituírem segundo consenso a pura maçonaria pois como alicerces de toda a estrutura maçônica universal nada mais existiria de maçônico sem eles restando apenas as honorificências de que o mundo não-maçônico é tão prenhe do livro liturgia e ritualística do grau de mestre maçom editora a gazeta maçônica 1987 josé castellani

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trabalhos e disse deus faça-se a luz e a luz foi feita a luz a aroldo gonçalves luz é para a maçonaria o mais importante de todos os símbolos É o símbolo da verdade e da sabedoria e nisto a arte real segue os passos do mais antigo sentimento religioso pois a luz sempre foi considerada como objeto da realização e concretização das metas principais dos antigos mistérios castellani afirma que a luz figuradamente designa ilustração esclarecimento o que esclarece o espírito claridade intelectual a luz não a material mas a do intelecto e da razão é a meta máxima do iniciado maçom que vindo das trevas do ocidente caminha em direção ao oriente onde reina o sol havendo aí sem dúvida uma influência dos mitos solares da antigüidade principalmente o de mitra persa e o de apolo grego graças a essa busca da verdade do conhecimento da razão é que os maçons autodenominam-se filhos da luz e talvez não tenha sido por acaso que a maçonaria em sua forma atual a dos aceitos nasceu no século das luzes o século xviii É do oriente que todas as manhãs a luz jorra magnífica o sol luz e vida da terra brilha igualmente sobre todos sem distinção de raças de cores ou de credos os maçons sabem que o oriente fonte da luz material é um dos símbolos da arte real pois eles percebem que a ordem contém em seu bojo a pura luz da verdade e se no mundo físico a luz do sol é a grande dádiva da natureza vivificadora distribuição de energia e fonte de vida também isto acontece no mundo espiritual e no mundo moral quando a noite intelectual nos tempos primitivos pairava por sobre o mundo do antigo sacerdócio que vivia no oriente a grande lição sobre deus a natureza e a humanidade foi primeiramente emanada e dirigindo-se para o ocidente revelou ao homem seu destino futuro e sua dependência de um poder superior era a luz vivificadora do espírito que do oriente esparzia luminosidade através dos sábios persas gregos árabes e judeus modificando inteiramente a visão dos que buscavam e ainda buscam o saber na ânsia incontida de encontrar a verdade daí porque luz sinônimo do conhecimento e da verdade se contrapõe às trevas sinônimo da ignorância da mentira e da falsidade em todos os antigos mistérios religiosos a luz era o que todos buscavam tal qual hoje na maçonaria entre os egípcios osíris a principal divindade era o nome do sol entre os hindus as três manifestações de sua divindade suprema brahma shiva vishnu eram os símbolos do sol brahma o sol no nascente shiva o sol no zênite vishnu o sol no poente além disso a roda solar como arma de vishnu como símbolo chakravartin e como a lei que o buda pôs em movimento procede por sua vez de um simbolismo solar antiqüíssimo e muito difundido luiz xiv da frança imitou a fórmula chamando a si mesmo de rei sol o sol luz e vida do mundo brilha igualmente sobre todos nós henrich zimmer filosofia das Índias a significação emblemática da luz na maçonaria está presente em todos os graus e em todos os ritos em todos os sistemas antigos essa reverência pela luz como símbolo da verdade era predominante nos mistérios de todas as nações o candidato passava durante suas iniciações por cenas de mais profunda escuridão e por fim terminava suas provas pela entrada num santuário esplendidamente iluminado onde lhe diziam que tinha alcançado a luz pura e perfeita e onde recebiam as instruções necessárias para investi-lo do conhecimento da verdade divina cuja consecução fora o objeto de todos os seus trabalhos e cujo fornecimento constituía o desígnio da ordem em que fora iniciado quando o candidato diz querer ver a luz imerso em profunda escuridão não está implorando a luz física mas a superior a saber para que possa iluminando os caminhos da sua inteligência e do seu espírito buscar outra vida através da qual possa transformar-se em outro homem passando de profano a maçom o que busca realmente é aquela luminosidade que lhe dissipará a escuridão da ignorância moral e mental colocando-lhe diante dos olhos da inteligência as verdades maravilhosas da filosofia e da ciência cujos ensinamentos se consubstanciam na grande meta da maçonaria o sol a lua a estrela flamejante as luzes que iluminam os altares ali com uma significação muito além daquela que lhes emprestamos no mundo material se a luz material nos informa através de nossa visão tudo o que existe ao nosso redor há outras formas de luz que nos proporcionam uma visão de muito maior valor para a nossa vida o caminho da existência espiritual que haveremos de percorrer como por exemplo a luz da inteligência que na maçonaria é representada simbolicamente pela estrela flamejante representação do homem de suas faculdades e sentidos essa é a luz que nos faz enxergar os problemas interiores e os meios para enfrentá-los e às vezes corrigi-los ou vencê-los a luz da inteligência é aquela que ilumina o mundo interior da consciência e da razão podemos chamá-la de luz espiritual necessário é que não desfitemos os olhos de uma terceira luz talvez mais importante que as duas primeiras a luz divina É preciso que o maçom lance mão de todos os seus esforços de todos os meios que a maçonaria lhe oferece para conseguir iluminar o seu interior com o trabalho e o estudo diuturnos ele alcançará aquela claridade indicadora do seu progresso intelectual e sobretudo moral e estará cumprindo fielmente as metas que a arte real lhe traçou através do esforço de cada maçom em busca do seu aperfeiçoamento interior conseguirse-á o progresso moral e espiritual da humanidade.

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trabalhos o templo de salomão o templo de salomão foi o primeiro construído na cidade de jerusalém capital de judá sul de israel pelo rei salomão no ano 957 a.c no local chamado de monte moriah esse local foi determinado por seu pai o rei davi o templo foi protegido por uma grande muralha para a sua construção o rei salomão pediu ajuda ao rei hiram de tiro capital da fenícia líbano que por sua vez incumbiu o arquiteto hiram abif de ser o empreendedor de tamanha obra o magnífico templo era considerado como a morada de uma divina presença o shekhinah constituído de uma sala principal chamada o santuário encontravam-se ali três conjuntos importantes de objetos para os rituais os candelabros a mesa dos pães e o altar de ouro para os perfumes numa área atrás do altar principal ficava a sala sagrado dos sagrados e na porta de entrada duas enormes figuras de querubins dentro dessa sala estavam alguns elementos do tabernáculo de moisés dentre eles a arca da aliança ou arca sagrada que continha as tábuas com os dez mandamentos a arca era um conjunto de três caixas sendo duas de ouro e uma de madeira colocadas uma dentro da outra abaixo da edificação existiam inúmeros túneis e câmaras as quais entre várias funções poderiam ser usadas para esconder a arca da aliança caso houvesse uma eventual invasão no entanto o paradeiro dessa relíquia até hoje permanece desconhecido quando construiu esse templo o próprio rei salomão profetizara que um dia ele seria destruído confirmando sua previsão a cidade e o templo foram arrasados no ano 586 a.c pelo exército de nabucodonosor rei da babilônia região do iraque que deportou milhares de hebreus judeus vivendo no local para a babilônia cinco décadas depois o rei ciro da pérsia irã conquistou a babilônia e permitiu então que os hebreus retornassem a jerusalém logo um segundo templo foi construído no ano 515 a.c no mesmo local que o primeiro sob a direção de zorobabel mas também foi demolido em definitivo quando da construção de um terceiro construído na mesma plataforma que os anteriores e conhecido como templo de herodes o término dessa edificação provavelmente ocorreu na última década que antecedeu o nascimento de jesus todavia no ano 70 já na era cristã novamente foi destruído dessa vez pelos romanos sob o comando do imperador tito os romanos pouparam apenas parte do muro ocidental hoje conhecido como o muro das lamentações e considerado pelos judeus como um local sagrado de oração existe inclusive uma prece em que os judeus imploram pela reconstrução do mesmo uma parte da comunidade judaica acredita que um próximo venha tomar forma novamente não mais pelas mãos do homem mas sim pela vontade divina segundo os rabinos os textos sagrados dizem que a morada de deus só poderá ressurgir das mãos do messias de acordo com a previsão deles ninguém sabe exatamente quando ele estará entre nós a história iniciática aponta que a construção do templo de salomão seu canteiro de obras suas lendas e seu simbolismo se tornariam mais tarde o arquétipo utilizado pela maçonaria especulativa como base da tradição maçônica e de seus ensinamentos o espaço arquitetônico dos templos maçônicos são inspirados nesse templo poderá ressurgir das mãos do messias de acordo com a previsão deles ninguém sabe exatamente quando ele estará entre nós diríamos nós ele já veio e fundou uma nova jerusalém erguendo nela majestoso templo dedicado ao supremo arquiteto do universo em sua manifestação cíclica avatárica porém sem muralha alguma e sob a égide de uma nova era edivaldo josé de souza

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ritos maçônicos história do rito de mêmphis-misraïm h istoricamente essa obediência maçônica que comemorou seu bicentenário em 1988 originou-se quando dois ritos o de mêmphis e o de misraïm foram fundidos em 1881 por giuseppi garibaldi que se tornou o seu primeiro grão-mestre o rito de misraïm tinha sido fundado em veneza em 1788 sua filiação veio através de cagliostro que lhe confiou o grau mais baixo primeiro da grande loja da inglaterra e os mais altos da maçonaria templária alemã o rito de memphis foi constituído em montauban em 1815 por maçons que tinham tomado parte na campanha do egito com napoleão bonaparte em 1799 a esses dois ritos foram acrescentados graus iniciáticos que vieram de obediências esotéricas do séc xviii o rito primitivo o rito dos philadelphos etc durante o século xix os carbonários recrutaram membros nas lojas misraïm e mêmphis eles tinham numerosas lojas na frança e alguns de seus dignitários foram pessoas influentes como o duque decazeo e o conde muraire ambos grandes comendadores do rito escocês na frança a obediência é o local de encontro dos maçons que compartilham uma atração por esoterismo hermeticismo simbolismo etc há cerca de 90 lojas na frança sem contar as oficinas dos graus elevados nessas oficinas há algumas centenas de membros entre os quais se encontram maçons de todas as obediências que são mais qualificados no campo do esoterismo alguns são mesmo membros da administração de outras organizações ainda mais secretas o rito de mêmphis-misraïm perpetua a tradição de adesão aos princípios de tolerância e liberdade de pensamento que o tornaram o refúgio e local de recrutamento dos carbonários durante o reino do terror branco no século xix o rito de misraïm a primeira menção ao rito ocorreu em veneza em 1788 quando um grupo de socinianos uma seita protestante antitrinitarista solicitou a patente de uma constituição a cagliostro que estava então em trieste ele veio a veneza e ficou por seis semanas eles não queriam participar dos seus rituais mágico-cabalísticos por isso escolheram o rito templário para trabalhar portanto cagliostro conferiu-lhes sua única luz maçônica ele tinha os primeiros três graus da maçonaria inglesa e os graus superiores da maçonaria alemã que era fortemente influenciada pela tradição templária o nome misraïm é o plural de egípcio a única reminiscência desse rito egípcio que deu sua personalidade como obediência ele se espalhou rapidamente para milão gênova nápoles e apareceu na frança com michel bedarride que recebera o grão-mestrado poderes máximos em 1810 em nápoles de b delasalle de 1810 a 1813 os três irmãos bedarride desenvolveram com sucesso o rito na frança quase sob a proteção do rito escocês realmente ele contou com ilustres maçons na sua administração o conde de muraire soberano grande comendador do rito escocês antigo e aceito o duque de decazeo o duque de saxe-weimar o duque de leicester o tenente-general de teste etc durante o reino do terror branco o rito de misraïm se tornou a obediência que transmitia o terceiro grau exigido aos carbonários esse grupo tinha então 22 lojas em paris 6 em lion 6 em metz 5 em toulouse 3 em bordeaux 3 em genebra 3 em lausane e 1 em couriray a polícia da restauração conseguiu a sua dissolução porque era anticlerical e anti-realeza ferrenho depois de estar na clandestinidade por 18 anos foi restaurado em 1838 e novamente dissolvido em 1841 novamente emergindo dos subterrâneos em 1848 o rito de misraïm evoluiu até fundir-se com o rito de mêmphis em 1881 o que foi uma realização de garibaldi o rito de mêmphis a maioria dos membros que acompanharam napoleão bonaparte na campanha do egito eram maçons pertencentes aos antigos ritos iniciáticos philaletes irmãos africanos o rito primitivo e todos pertenciam ao grande oriente de frança tendo descoberto no cairo um remanescente herméticognóstico e no líbano a maçonaria drusa que gérard de nerval também havia encontrado e remontando à maçonaria operativa que acompanhou seus protetores os templários irmãos da campanha do egito decidiram renunciar a sua filiação à grande loja da inglaterra e recomeçar com um novo rito que nada ficaria a dever à inglaterra à época o inimigo número 1 assim nasceu o rito de mêmphis em 1815 em montauban sob a direção de samuel harris e marconis de négre quando o rito de misraïm reagrupou os jacobitas que estavam nostálgicos da república e os carbonários o rito de mêmphis reagrupou rapidamente os semi-retirados do exgrande exército e os bonapartistas fiéis à Águia além disso os dois ritos tinham o mesmo grão-mestre em 1816 um prelúdio à futura fusão mas o grande oriente era monarquista na sua maioria o seu selo ostentava a flor-de-lis e teve sucesso na dissolução do rito de mêmphis entretanto isso não durou muito em 1826 este rito retomou seu trabalho novamente dentro do mesmo grande oriente dissolvido em 1841 tal como o de misraïm o rito de mêmphis se tornou clandestino e voltou dos subterrâneos apenas em 1848 com o advento da república dissolvido novamente em 1850 foi reativado em 1853 unindo-se ao grande oriente em 1862 obrigado a isso por uma decisão do príncipe-presidente com numerosas lojas no exterior ele tinha pessoas ilustres em seus quadros tais como louis blanc e garibaldi que logo se tornaria o unificador dos ritos de mêmphis e misraïm francisco feitosa

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o rito de mêmphis-misraïm os ritos de mêmphis e misraïm até 1881 seguiram caminhos paralelos e até concordantes no mesmo clima particular de fato ambos os ritos começaram a reagrupar maçons do grande oriente de frança e do rito escocês antigo e aceito que estavam interessados em estudos do simbolismo esotérico maçônico gnose cabala e até mesmo hermetismo e ocultismo agora esses dois ritos eram os depositários das antigas obediências iniciáticas do século xviii o rito de philatenes o rito de philadelphia o rito primitivo etc e tudo isso representado no rito de misraïm por 90 graus e no de memphis por 95 graus como administrar e utilizar esse conjunto tão heterogêneo quando garibaldi foi indicado como grão-mestre internacional ad vitam os irmãos no exterior não haviam sofrido perseguições políticas como as que ocorreram na frança foi feita uma espécie de classificação não-hierárquica a princípio mas que rapidamente assim se tornou de fato os 95 graus do rito de mêmphis-misraïm deveriam ser considerados um ambulatório dos restos dos velhos ritos maçônicos que não eram mais praticados ou o eram muito pouco e não como uma escala de valores além disso os acordos de 1863 com o grande oriente de frança e de 1886 com a grande loja do rito escocês que se tornaria a grande loja da frança falam apenas dos clássicos 33 graus ritos de perfeição seguidos pelo rito escocês antigo e aceito além disso os graus 66 90 e 95 podem ser conferidos a maçons como recompensa pelo seu valor seus conhecimentos e sua fidelidade o grau 95 lhes confere o direito de ter assento no conselho de sábios na sua qualidade de grande conservador do rito outros graus tais como o real arco não são obrigatórios e são deixados à escolha dos irmãos a sagração como cavaleiro é transmitida a alguns irmãos com o grau 20 cavaleiro templário ou cavaleiro do templo derivados diretamente da antiga e estrita observância templária e dos cavaleiros beneficentes da cidade sagrada de jean-baptiste willermoz as lojas do rito de mêmphis-misraïm trabalham no rito egípcio sobre os seus altares são acrescentados ao compasso e esquadro a régua símbolo do grande arquiteto do universo e da divina lei esse rito deu origem ao chamado rito francês ou moderno também utilizado em algumas lojas do rito mêmphis-misraïm desde março de 1960 o presidente do conselho nacional eleito assegura a administração de todas as lojas azuis do rito na frança e nos países associados em 10 de maio de 1991 a obediência francesa foi admitida no clipsas centre of liaison and information of the masonic powers ­ centro de ligação e informação das potências maçônicas signatária da reunião de estrasburgo registrando dessa forma a sua ação ao lado da maçonaria as oficinas dos graus mais elevados do rito de liberal européia mêmphis-misraïm devem trabalhar o 4º grau mestre o rito de mêmphis-misraïm perpetua sua tradição de secreto o 9º grau mestre eleito dos nove o 13º grau real arco o 14º grau grande eleito da sagrada abóbada 0 18º fidelidade aos princípios democráticos e às ciências iniciáticas grau cavaleiro rosa-cruz o 28º grau cavaleiro do sol o o rito de mêmphis-misraïm foi trazido ao brasil em 30º grau cavaleiro de kadosh o 32º grau príncipe do real 1989 e se foi estruturando até completar a sua pirâmide em segredo e o 33º grau soberano grande inspetor geral o 1996 ele trabalha como potência independente em nível 66º grau patriarca grande consagrador somente é nacional e está ligado aos outros países por uma coordenação conferido a alguns irmãos que poderiam ser convocados como internacional a grande loja simbólica do brasil reune lojas consagradores e certa preparação é exigida alguns o masculinas femininas e mistas ela se filia ao soberano compararam a uma consagração episcopal os graus 87 88 santuário do brasil que é a potência para todos os graus 89 e 90 englobam o que os livros mencionam como arcana filosóficos herméticos e esotéricos o nome completo do rito é arcanorum os arcanos dos arcanos os que são admitidos rito antigo e primitivo mêmphis-misraïm seus graus são até o grau 95 se convertem em protetores e conservadores do simbólicos do 1º ao 3º aprendiz companheiro e mestre rito como o seu nome indica patriarca grande conservador filosóficos do 4º ao 33º e herméticos ou esotéricos do 34º ao É entre eles que o grão-mestre internacional escolhe os 95º membros que servirão no soberano santuário internacional compilada de publicações da grande loja do brasil para corpo governante supremo do rito o rito antigo e primitivo de mêmphis-misraïm porto alegre rs sondagem geotécnica estaqueamento projetos e obras civis ­ laudos periciais irhamilton s silveira engenheiro civil geotÉcnico crea 35679/d-rj 35 3332-2353 8802-3116 conciv_hamilton@oi.com.br rua andradas 240/12 ­ s lourenço mg

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reflexões então é natal francisco feitosa sacrossanto dia de presentes e de mesas fartas de bicicletas e rabanadas onde os gritos de alegria se confundem com os fogos de artifício que iluminam a noite feliz então sim é natal do abraço forte das confraternizações dos reencontros e de tantas emoções sim é verdade é natal o amigo que oculto se revela presente em presentes dessa troca de objetos préescolhidos mais que o presente vale o carinho que o embrulha veja É o natal as músicas agora são bem outras conhecidas os ritmos se consolidam nas batidas dos corações de todos os presentes sim é o espírito do natal abracemos nossos vizinhos e telefonemos para toda a nossa lista de amigos e parentes e-mail s claro passemos para todos desejando um feliz dia afinal é natal claro façamos desse dia um dia especial por quê porque é natal então gostaria de te lançar um desafio por que não fazermos do ano inteiro um só natal por que não permitirmos que esse espírito de fraternidade que invade as nossas casas nessa noite passe a ser a essência do dia-a-dia em nossos lares que tal abraçarmos nossos vizinhos e amigos com o mesmo entusiasmo também nos outros dias do ano afinal quem disse que é proibido fazer rabanadas fora do natal por que não deixarmos de ser o amigo oculto para sermos o amigo presente por que o carinho que embrulha nossos presentes não pode ser o próprio presente bastando estar manifestado em nossos atos pensamentos e palavras esse ritmo coracional aferido pelo diapasão do natal poderia ser a trilha sonora de todos os dias utopia bem vale a pena sonhar mas por que não aproveitarmos essa energia divina que nos envolve no dia de natal e fazermos um esforço para que isso possa pelo menos um pouquinho tornar-se realidade o que eu quero te dizer e também desejar-te é que o espírito natalino seja o perfume a incensar todos os teus dias que a estrela natalina que orientou os 3 reis magos seja para ti o farol a te guiar na busca do seu deus interior na manjedoura do teu coração que a essência do natal seja um eterno renascer de evolução espiritual conduzindo-te de volta à casa do pai façamos um 2008 de natais diários deixando que o cristo jesus nasça dentro de nós através dos ensinamentos por ele deixados há mais de 2000 anos comecemos por amar ao próximo o mandamento maior eternizado no sermão da montanha então será a plenitude do natal preenchendo o vazio de nossas vidas que a luz divinal nesse natal também invada nossos corações e mentes e nos guie nos excelsos caminhos do amor da paz e da harmonia universal boasdicas clique no link abaixo baixe o arquivo e conheça a história da ordem demolay http www.culturabrasil.org/demolay.htm e-book´s indicação de livro escritos maçônicos i de autoria do escritor e acadêmico flávio augusto prado vasques ­ uma belíssima obra para ser adotada como livro de cabeceira já se encontram disponíveis para download as edições anteriores do arte real no site www.entreirmaos.net obrigado por prestigiar este nosso trabalho temos um encontro marcado na próxima edição arte real ­ edições anteriores

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