Jornal Domus Nostra 2011/12

 

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domus nostra residência de estudantes universitárias caminhos cruzados 20 de maio de 2012

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jornal da domus nostra 2011/12 Índice título editorial estudante ilhéu do 512 a 2012 o que é a domus nostra para mim as minhas recordações nova família nova casa caminhos cruzados por cristina nunes ana carolina andrade cátia almeida dina mendes rosana ova patrícia fazenda maria josé rodrigues maria manuela e josé carlos rodrigues tibério silva cláudia cruz sofia silva e teresa mendes mafalda veiga pág 2 4 6 7 9 11 13 já passaram cinco anos 15 passos porquê voltar domus o lugar da amizade vai caminhando desamarrado 15 17 19 20 caminhos cruzados -1-

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jornal da domus nostra 2011/12 editorial hoje dei por mim a olhar a fotografia que as finalistas 2011/12 fizeram para dar cor ao tema da festa da família ­ caminhos cruzados ­ que celebramos na domus nostra aproximei-me e olhei mais de perto interessante como de caminhos cruzados aparecem graficamente mãos dadas no centro e braços cruzados num círculo sem fim a princípio até podem parecer realidades dissonantes não creio simplesmente porque estas imagens complementam-se no muito que significa viver na domus nostra neste tempo de vida universitária a vida é um caminho que se percorre com os nossos próprios pés e que inevitavelmente se cruza com outros caminhos É neste cruzar que reside muito da beleza da reciprocidade da vida o encontro com os outros É no encontro que nos descobrimos mais de sempre que ousamos sair de nós e nos damos de sempre que arriscamos abrir o coração para acolher o outro e a domus nostra tem tanto destes encontros de caminhos que se cruzam porque um dia ousaram viver e partilhar a sua vida de estudante aqui estes encontros têm também o seu lado das sombras e crises indissociáveis da vida mas que quando superadas são trampolim para irmos mais longe no caminhos cruzados -2-

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jornal da domus nostra 2011/12 caminho o desencanto a desilusão no outro só nos pode remeter para o nosso próprio lado mais escuro deste modo avançamos no caminho da vida com mais consciência de nós próprios dos outros da própria vida do mundo e também de deus avançamos com esperança e mais seguros porque amados se um dia no nosso caminho nos deixarmos encontrar por aquele que nos amada incondicionalmente incluindo este nosso lado mais escuro descobrimos a grandeza do amor que se dá sem reservas assim vou cada vez mais acreditando que chegar e viver na domus nostra é uma oportunidade única de crescimento que não se faz senão de encontros o mundo precisa de bons profissionais ­ isso as universidades promovem mas precisa também e cada vez mais de profissionais que sejam peritos em criar e transformar os espaços profissionais em lugares humanos e humanizantes que acolham e dignifiquem as pessoas se a domus nostra promove isso significa que continua a fazer todo o sentido estarmos aqui junto à cidade universitária tal como em 1965 este é o lema escolhido pelos finalistas da diocese de lisboa mudamos sempre o mundo se ousarmos aprender a justiça e fazer a paz fica assim o desafio hoje aqui na domus estes braços estendidos e as mãos dadas fisicamente poderão ser amanhã a marca de um estilo de vida humanizadora onde quer que nos encontremos com quem quer que o nosso caminho se cruze cristina nunes caminhos cruzados -3-

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jornal da domus nostra 2011/12 estudante ilhéu estudante tu que partes cedo deste teu rochedo cruzando o mar confiante deixas este cais abraçando os pais sei que um dia hás-de voltar deixando este cais e teus pais hás-de voltar tu que partes cedo cruzando o mar quando a noite chegar e a saudade apertar fecha os olhos e sonha então com a lua e o mar com a terra e o lar e adormece ouvindo esta canção lá distante tens por companhia a fotografia que alguém te dera estudante tens o sentimento e pensas no tempo de voltar para quem te espera antónio severino o tema da festa da família 2012 é caminhos cruzados porque cada uma de nós partiu de diferentes sítios de portugal na busca de um novo mundo e por um feliz acaso a nossa vida cruzou num ponto a domus nostra a minha caminhada é igual a tantas outras que por aqui passaram de alegrias muitas amizades choro e com o mais importante de crescimento pessoal no entanto quero deixar o meu testemunho em especial para as caloiras deste ano e para as futuras residentes estava a anoitecer abri a porta do táxi e toquei à campanhia alguém abriu a porta era uma senhora de cabelos brancos que com um sorriso de quem já tem muita experiência afirmou é caloira entrei no elevador olhei para a caminhos cruzados -4-

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jornal da domus nostra 2011/12 [minha figura assustada no reflexo do espelho e pensei é aqui que vais passar os próximos 6 anos da tua vida seis anos depois que não passaram depressa como se diz guardo no coração aquele 1º ano em que fui caloira do 512 com a cátia e a sara as boas conversas e brincadeiras as festas da casa como a de natal com lareira acesa rapsódias e cacau quente a minha primeira festa da família em que me despedi de uma das minhas madrinhas a ana sousa e em que fui repórter fotográfica no 1º ano já como veterana experimentei que o estar do outro lado é muito bom mas também trabalhoso pois tive gosto em manter a tradição desta casa que me fora passada pelas veteranas a despedida de algumas pessoas que já não vivem cá ou que não estão deste lado da casa a ana isabel a antiga directora joana a nossa carla fez-me crescer e aprender a aproveitar os momentos que por vezes são únicos hoje quando acordei olhei em redor e memorizei todos os cantinhos do meu quarto 513 recordando palavras amigas e de desabafo risadas sessões de filmes e de maquilhagem cortes de cabelo chazinhos com bolachas e até momentos de consulta com olhos cheios de lágrimas pensei agora digo com um ar ensonado bom dia a bina ou a dona maximina às 07h da manhã não toco à campanhia mas bato no varão de madeira e digo boa noite à dona júlia ou à cristina digo que bom hoje é pizza à tina e à cidália e boa noite à minha afilhada carolina É hora de voltar para quem me espera segundo a canção e já com alguma nostalgia fecho a porta desta casa e apanho de novo um táxi É hora de nós finalistas percorrermos um novo caminho quem sabe se nos iremos cruzar de novo obrigada domus nostra ana carolina andrade velas ­ s jorge q 513 finalista de medicina da fmul caminhos cruzados -5-

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jornal da domus nostra 2011/12 do 512 a 2012 primeiro dia na domus foi um turbilhão de emoções lembro-me de pensar que horror vou para uma residência de freiras onde não vou poder sair quando quero e onde não conheço ninguém não quero ficar aqui isto para a menina lá de casa que recebia todas as atenções e a quem raramente foi dito um não era o fim do mundo no entanto a partir do momento em que entrei no eterno 512 e fui recebida por um olá tão acolhedor e sincero da ana carolina pensei que provavelmente não iria ser assim tão mau e não foi isto apesar de nessa mesma noite ter sido invadida pelas tenebrosas veteranas e ter que fazer não sei quantos papelinhos para entregar diziam elas até à meia-noite de hoje passado uns dias chegou a sara e a partir desse momento não havia outro trio nem outro quarto igual ao 512 quer fosse pelas conversas infinitas até às tantas quer pelas oreos quer pelo famoso espelho que tanto jeito deu aquele andar quer pelas nossas músicas quer pelas corridas de cadeiras feitas no corredor mas sobretudo pela amizade e apoio que surgiu entre nós sim porque sempre que aquela oral corria mal ou o resultado do exame não tinha sido o melhor sabia que tinha em casa uma palavra de apoio um carinho uma presença amiga ou até um simples miminho aquando da mudança para o meu 616 mantiveram-se as amizades já feitas e surgiram outras novas que tornaram a estadia na nossa casa ainda melhor caminhos cruzados -6-

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jornal da domus nostra 2011/12 não havia nada tão fantástico como os acampamentos de semanas nos quartos umas das outras assim da domus levo as noites de estudo na cave e na sala verde onde devorávamos os pacotes de bolachas e chocolates os almoços em conjunto sempre acompanhados pela bela da massa chinesa as idas ao pingo doce e ao minipreço para ir comprar chocolates as sestas entre cada exame feitas nos sofás as noitadas por lisboa e momentos de espera desesperante pela dona maximina de madrugada à porta da domus nostra as conversas estranhas e não estranhas mas sobretudo os nossos momentos por tudo isto tenho que agradecer especialmente às pessoas que fizeram desta minha passagem nesta casa um momento inesquecível desta forma pi carol inês sara becas ana carolina joana vanessa susete queijada georgina patrícia e tina cada frase deste texto é para vocês cátia almeida carregal do sal q616 finalista assistente social iscsp o que é a domus nostra para mim É a minha casa em lisboa há quase 5 anos inicialmente estava reticente por ir para um quarto triplo era filha única e nunca tinha partilhado quarto mas depressa optei por olhar esta realidade de outra perspectiva e passei a encarar como um desafio cheguei cá cheia de expectativas e vontade de descobrir um mundo novo a faculdade as praxes as novas pessoas a nova cidade viver numa residência universitária etc olhando para trás vejo que tive muita sorte com as minhas colegas no 201 fiquei com pessoas fantásticas e divertidas depressa nos tornámos grandes amigas e vivemos um 1º ano cheio de bons momentos noitadas à conversa mesmo com a luz já apagada ataques de riso tentativas de estudo que saíam sempre ou quase sempre frustradas saídas etc além de toda a brincadeira também nos apoiávamos nos momentos menos bons mas para que tudo funcione no quarto triplo é importante que se façam cedências eu abdiquei do meu relógio de cabeceira porque fazia demasiado barulho para elas elas abdicaram de estudar no quarto depois de eu me deitar porque a luz me incomodava É preciso respeito pelos outros caminhos cruzados -7-

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jornal da domus nostra 2011/12 no 2º ano lá tivemos nós que mudar para o quarto individual mas fizemos questão de ficar todas seguidas para facilitar a comunicação andávamos sempre nos quartos umas das outras mas há vida na domus para além do quarto triplo conheci imensas pessoas de todos os cantos do país e não só e fui construindo amizades amizades que são para a vida mesmo que deixemos de estar juntas diariamente vivendo com 80 pessoas é bom saber que quando chegarmos a casa temos sempre alguém com quem podemos falar por pior que tenha sido o nosso dia há sempre alguém que nos tenta animar e dar força e são estas pequenas coisas que nos ajudam a não desistir não só as alunas são importantes mas também os pilares desta casa as fcm a tina a cidália as senhoras da recepção etc todas elas contribuem para que nos sintamos bem aqui e é bom ver que com o passar dos anos as pessoas conhecem-nos cada vez melhor a tina e a cidália por exemplo já conhecem os nossos gostos ao jantar por falar em jantar é o momento mais relaxante do dia em que estamos todas juntas falamos de imensas coisas e depois prolongamos a conversa nas escadas antes de voltarmos para os quartos de vez em quando também se arranja tempo para jogar às cartas ir dar uma volta ou simplesmente correr desde que se queira convive-se muito nesta casa e há muitos outros momentos ao longo do ano lectivo que ajudam a isso como por exemplo a festa da família o tempo passa mesmo rápido ainda ontem era caloira e agora já sou finalista estes 5 anos foram inesquecíveis cresci aprendi descobri vivi novas experiências fiz novas amigas e diverti-me muito aqui eu fui feliz e por isso vou ter muitas saudades dina mendes castelo branco q506 finalista de ciências farmacêuticas fful caminhos cruzados -8-

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jornal da domus nostra 2011/12 as minhas recordações tudo começou numa tarde de sexta-feira calorosa de setembro de 2008 em que a domus nostra me viu chegar nova cidade novas pessoas e novas experiências começaram por me bater à porta a partir do momento que recebera a notícia que viria para finanças no instituto superior de economia e gestão em lisboa esta cidade foi um mundo novo e grandioso que se abriu para mim uma vez vinha de uma ilha a madeira onde tudo se torna mais pequeno aos olhos desta cidade começara então a minha primeira grande experiência após este deslumbramento começou a procura de uma casa onde me pudesse integrar e ter conforto para iniciar a nova etapa da minha vida aqui o papel da domus foi fundamental no meu crescimento como pessoa no fazer novas grandes amizades no fazer algumas lides da casa apesar do pequeno-almoço e jantar feitos e de uma outra forma nos momentos menos bons no decorrer do meu curso inicialmente o bicho de sete cabeças de partilhar o quarto com mais duas raparigas era inevitável após as primeiras impressões e praxes em todo o processo de integração estas foram pessoas importantes pois partilhamos choros e alegrias momentos a recordar o meu rico 6º andar acompanhou-me durante 3 anos ali haviam conversas e rizadas no corredor às tantas da noite ou mesmo dentro do quarto onde a vizinha dizia podes falar mais baixo estou a tentar dormir mesmo os momentos solitários aos fins-de-semana foram de certa forma reconfortantes pelo silêncio por último no meu 4º ano o 3º andar veio até mim aqui se juntam as pessoas que fazem parte das grandes amizades que nesta casa fiz fazem parte deste andar o subir e o descer escadas que trás por consequência a junção de pessoas para meter a conversa em dia após o jantar tal como as longas conversas as grandes guitarradas e cantorias nele vividas que encantam e preenchem as noites de sextas-feiras e sábados tal como não podia faltar em dias de festa o entra e sai do meu quarto 316 para trocar de roupa e sessões de maquilhagem onde alguém o descrevia com ironia como a minha loja são momentos que vou levar sempre comigo pois são estas as pessoas que me apoiaram e sempre apoiarão as minhas alegrias e tristezas por mais longe que eu esteja de certa forma estas pessoas foram de grande companheirismo pois por muitas vezes que nos cruzássemos nos corredores caminhos cruzados -9-

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jornal da domus nostra 2011/12 havia sempre um minuto de conversa e com elas cresci e aprendi pois a vida é uma constante aprendizagem ah e não esquecer o bater à minha porta a questionarem-me rosana tens filmes novos ou já sacas-te aquela série nestas situações partilhava o que tinha e logo se proporcionavam mais umas conversas com pessoas que via ou falava esporadicamente por outro lado as longas conversas com a tina no pbx a pergunta diária do jantar cidália é carne de porco e com a d eva a afirmar minha rica amiga que vai-me ajudar a não pagar impostos são frases que sempre em tom de brincadeira foram-me acompanhando ao longo destes quatro anos quanto aos grupos que se formavam para ver o mundial e o euro de futebol foram também momentos sempre passados com alegria tal como as longas noites de estudo do 1º ano passadas na sala de estudo da cave onde havia sempre espaço para brincadeiras e conversas num momento de distracção finalizo agradecendo a todas estas pessoas por fazerem parte desta importante etapa da minha vida principalmente às pessoas do 3º andar que me aturaram e viveram momentos muito bem passados comigo vou-vos recordar para sempre e um dia mais tarde até vou poder contar algumas histórias passadas aos meus próprios netos agradeço também àquelas pessoas que por simpatia partilhavam o alô o bom dia o boa tarde e o boa noite por último a minha estadia na domus foi muito positiva e não me arrependo de ter tido a possibilidade de vir passar estes quatro anos para uma casa que me recebeu de braços abertos e que faz da mesma maneira a despedida caminhos cruzados 10 -

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jornal da domus nostra 2011/12 eu amo tudo o que foi tudo o que já não é a dor que já não me dói a antiga e errónea fé o ontem que a dor deixou o que deixou alegria só porque foi e voou e hoje é já outro dia fernando pessoa rosana ova funchal q316 finalista finanças iseg nova família nova casa era mais um domingo um dia calmo e de família no entanto parecia ser um domingo diferente não apenas o início de uma nova semana mas também de uma nova vida de um novo caminho foi num dia assim que ainda a medo cheguei à domus nostra a casa que me iria receber e se tornar na minha casa os quartos estavam praticamente vazios e era a primeira caloira do ano parecia perder-me no quarto triplo parecia enorme só para mim lembro-me do nervosismo da primeira vez que alguém me bateu à porta e da dificuldade em perceber as palavras açorianas com que a kelly e a laura me receberam em poucos dias a casa encheu conheci as minhas colegas de quarto e não podia ter gostado mais de tudo o que construímos e partilhámos voltar a casa depois de um dia de aulas era sempre bom os caminhos inicialmente tão diferentes foram-se cruzando e desenhando troços em conjunto era uma nova família uma nova casa caminhos cruzados 11 -

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jornal da domus nostra 2011/12 o tempo passou a correr entre as praxes a ideia da tri-cama os preparativos para as festas da família as sessões de karaoke as partidas pregadas umas às outras as longas horas de conversa acompanhadas de chá e bolinhos as eucaristias as idas ao cupav e tantas outras coisas que foram intersectando o meu caminho nesta casa e tornando-o mais rico e valioso hoje já não toco a campainha bato à porta com a mão já não digo vou para a domus digo vou para casa esta casa onde tenho amigas esta casa que me permitiu conhecer pessoas que jamais conheceria de outro modo a casa onde todos os dias era bom voltar e que no verão deixava saudades não são as paredes que sustentam esta nossa casa são as relações sólidas que criamos cá dentro que a mantém que lhe dão vida que a enchem e preenchem e essas relações não ficam dentro das suas paredes vão connosco para a vida É tempo de partir e de sonhar em novos locais conhecer mais pessoas e viver ainda mais no entanto não esqueço estes caminhos que comigo se cruzaram e faço questão que estas pessoas continuem a caminhar perto de mim no coração ficam os momentos as gargalhadas as conversas enormes os abraços e mesmo as lágrimas talvez um dia volte e espero que nesse dia as caloiras continuem a ser recebidas do mesmo modo que as veteranas as praxem com toda a dedicação e que esta casa continue a ser feita não de cimento mas de pessoas de amizades que certamente ficam para a vida são essas as marcas que levo comigo e que fizeram a diferença na minha vida patrícia fazenda covilhã q617 finalista de economia ucp caminhos cruzados 12 -

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jornal da domus nostra 2011/12 caminhos cruzados É difícil de acreditar que já passaram quase cinco anos desde o dia em que vim para a domus como o tempo passou a correr ainda me lembro do meu primeiro dia a primeira pessoa que conheci foi a dina era com ela que ia partilhar o quarto triplo 201 no início a ideia de partilhar um quarto com pessoas que me eram completamente desconhecidas não me agradava nada e se não nos dermos bem e como é que vou fazer quando quiser ir descansar e uma delas quiser ficar a estudar até mais tarde e quando for ao contrário as dúvidas e as inseguranças eram muitas mas a expectativa de poder fazer novas amizades e de conviver mais de perto com outras pessoas superavam qualquer inquietação que pudesse existir nos primeiros tempos afinal de contas todas passávamos pelo mesmo não me podia sentir sozinha com a chegada da ana teresa o 201 ficou finalmente completo sinceramente nunca imaginei que este simples quarto que no início tanto temia iria ser o ponto de encontro de três grandes amizades que estavam prestes a começar passei momentos fantásticos nesta grande casa que é a domus nostra e tenho a certeza que nunca os irei esquecer caminhos cruzados 13 -

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jornal da domus nostra 2011/12 foi uma casa que me viu crescer e que sempre me acolheu nos momentos de angustia e de felicidade a ela também devo o sucesso do meu curso porque me disponibilizou todas as ferramentas tanto materiais como humanas que foram essenciais para o meu bom desempenho académico obrigada domus nostra será sempre a minha segunda casa muito obrigada também a todas as minhas meninas por toda a força e carinho que sempre me deram sem vocês nada teria sido tão bom e lembrem-se os nossos caminhos acabaram de se cruzar e vão ficar assim para sempre maria josé rodrigues vieira do minho q507 finalista do mestrado em eng biomédica e biofísica fcul caminhos cruzados 14 -

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