Iom HaShoa -portugues- FINAL

 

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iom hashoa tefilot e textos para comemorar iom hashoa

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iom hashoa produção ariel blufstein daniel cohn ariel dajczman liliana gurevich more theo hotz gratidão rabino daniel dolinsky rabino maximiliano shalom rabino guido cohen rabino marcelo bater fontes va ani tefilati an israeli siddur the masorti movement and the rabbinical assembly of israel rab mauricio balter presidente de la comisión del sidur y co-presidente de la asamblea rabínica de israel mr yzhar hess director ejecutivo del movimiento masorti en israel tel aviv 2009 desenho e diagramação dg andrea oszlak

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movimento masorti iom hashoá i iom hashoá vehagvurá 5770 encontramo-nos diante de uma das comemorações que pela proximidade no tempo pelo impacto emocional e pelo compromisso com o futuro mais nos mobiliza falar de iom hashoá é trazer para o presente milhões de histórias que longe de morrer naquela barbárie brotaram da fumaça daqueles crematórios para se espalharem como cinzas que nos cobrem desafiandonos com o compromisso de nunca mais permitir que ocorra que nunca mais ninguém possa com seu dedo polegar decidir entre a vida e a morte de seu próximo somos convocados a repetir mil e uma vezes que nunca mais o ser humano seja reduzido a cinzas e que a barbárie seja a atitude dominante cada vez mais nos restam menos protagonistas de primeira pessoa daqueles malfadados dias cada vez mais vemos novos lideres fanáticos que nos fazem lembrar da possibilidade de que a shoá volte a acontecer e então o que podemos fazer certamente exercer a memória memória que é compromisso memória que é ação porque memória não é recordar mas sim gerar a energia transformadora quanta tristeza e desolação quanta amargura no nome completo deste dia está a palavra guevurá heroísmo neste dia evocamos e valorizamos cada levantamento e cada rebelião entretanto não colocamos a ênfase no heroísmo militar mas mais basicamente no heroísmo espiritual esse que nos remete a líderes mestres rabinos e muitos mais que em suas histórias de vida heróica apesar de entregar suas vidas hoje se riem daqueles que se propuseram a apagar o povo judeu da face da terra basta apenas ver o povo judeu pelo mundo afora e especialmente no maravilhoso e moderno estado de israel para entender que aqueles heróis da esperança são sem dúvida os grandes vitoriosos da vida hoje a vingança pelo que aconteceu não nos alimenta sonhamos com um mundo onde os valores e a educação assegurem a convivência entre os povos e a paz como bandeira universal é nosso estandarte é nosso novo chazak ve ematz forÇa e valentia com este lema moisés incitou josué antes de morrer para que ele continuasse suas missão convidando-os para trocar as armas pela força da vida shoá destruição que deu lugar à esperança de liberdade e sonhos que se renovaram os nazistas e seu maquinário fracassaram causaram muitos danos mas fracassaram estamos aqui sejamos dignos herdeiros dos partisans das 6.000.000 de histórias das que tem nome próprio e das anônimas nós somos eles todos porque ele todos foram nós iechi zichram baruch que sua bendita memória nos inspire na missão de sermos cidadoa e não meros habitantes do mundo em que vivemos rabino daniel dolinsky

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movimento masorti iom hashoá ii iom hashoá vehagvurá 5771 entre os marcos mais significativos da história da humanidade ninguém pode deixar de mencionar o iom hashoá o dia em que nos recordarmos dos seis milhões de judeus assassinados nas garras dos nazistas e por extensão de toda uma etapa de violência ódio perseguição guerra e morte em proporções descomunais entretanto longe de permanecer um ato simbólico para o povo judeu este dia encerra um conjunto de significados e inclusive de práticas que vão muito além de uma breve menção histórica e portanto isso implica em nos referirmos a um elemento fundamental de nosso calendário nas palavras de elie wiesel lemos que o contrário do amor não é o ódio é a indiferença o contrário da beleza não é a feiúra é a indiferença o contrário da fé não é a heresia é a indiferença e o contrário da vida não é a morte e sim a indiferença entre a vida e a morte sem dúvida o escritor nos deixa com seu texto um grande legado para todos aqueles que vieram depois da shoá existe uma obrigação maior do que aquela que poderia ter qualquer ser humano no passado é a de recordar e nunca esquecer este capítulo medonho de nossas vidas e para recordar e não esquecer não é suficiente pensarmos ou sentirmos É necessário educar não deixar de contar transmitir lutar e viver de acordo com isso e também opor-se ou protestar caso nos deparemos com qualquer circunstância em que as pessoas sejam efetivamente discriminadas oprimidas perseguidas quando cada ano terminamos o tradicional seder de pesach um dos momentos mais emblemáticos de nossa tradição penetramos na hagadá e entoamos um célebre parágrafo referente a uma festividade conhecido como vehi sheamda uma referência a ela a que se sustenta ao longo do tempo quem é ela nossos sábios nos ensinam que ela é a promessa de d-s que nos revelou e que nos expressa em todas as épocas que apesar de em cada geração surgir um opressor que nos persegue e quer nos exterminar ele nunca poderá conseguir finalmente seu objetivo para nós fica uma tarefa somos aqueles que devem lutar para que nunca mais volte a acontecer uma shoá desta maneira o iom hashoá não constitui um dia em que simplemente convencionou-se celebrar um acontecimento de nossa história e sim uma parte indivisível inescapável e imprescindível de nossa identidade como judeus e de nossos valores como seres humanos quando estourou a ii guerra mundial meu falecido bisavô optou por esconder-se com sua família em uma zona rural do interior da polônia de onde era oriundo a cada manhã se levantava cedo e se embrenhava pelos espessos campos de pastagem onde permanecia vários minutos em pé se movendo sem parar somente alguns dos habitantes locais reparavam nele e acabaram acreditando que ele era louco essa loucura não era outra coisa que a prática de colocar os tefilin e realizar sua tefilá todos os dias mesmo colocando em risco sua vida mas também era muito mais do que isso era a responsabilidade de sustentar sua identidade e a de seu povo até nas circunstâncias mais difíceis de lutar para não esquecer seus vaores não se pode negar que há um ponto no qual independentemente da origem geográfica de sua ascendência todo judeu é marcado a fogo pelo que aconteceu na shoá e isto é assim desde o exato momento em que ele vem a este mundo entra em contato com suas raízes e toma consciência de quem é iom hashoá dia de recordação e chamado à ação não é somente um olhada no passado iom hashoá é uma mensagem para o futuro e deve ser um ensinamento que mantenha sua força e sua vigência em todas as épocas para podermos fazer frente aos opressores de cada geração e vivermos vidas de verdadeira libertade rabino maximiliano shalom

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movimento masorti iom hashoá iii iom hashoá vehagvurá 5772 iom hashoá é um dia de recordação das vítimas da shoá e um dia de gratidão para com os heróis que resistiram e dos valentes justos que arriscaram suas vidas escolhendo não permanecer em silêncio e estendendo a mão para salvar vidas em momentos em que tudo era silêncio desolação e morte costumamos dizer quase como clichê que lembramos para que a história não se repita entretanto é suficiente lembrar para que a história não se repita seria a lembrança o antídoto mais eficaz contra aqueles que a partir do ódio da perseguição e da violência buscam a destruição da vida a porção da torá lida no shabat zachor nos prescreve uma dupla resposta diante daqueles que nos perseguem uma resposta que talvez possa nos ajudar a responder estas perguntas acina apague a lembrança de amalek e não se esqueça estes dois imperativos aparentemente contraditórios talvez nos ensinem sobre o que acrescentar à nossa tarefa de lembrança em um dia como o iom hashoá por um lado não esquecer nos vincula ao nosso passado não esquecer é ouvir cada depoimento de um sobrevivente lembrá-lo e transmiti-lo às gerações futuras não esquecer é acender em nossos filhos a chama da memória para garantir que aqueles que negam ou minimizam o assassinato de 6 milhões de nossos irmãos pelas mãos dos nazistas deixem de ser ouvidos não esquecer é repetir continuamente nossa história para recordar aqueles que foram abatidos honrar aqueles que resistiram e dar reconhecimento àqueles que arriscaram suas próprias vidas para salvar o próximo e então o que é apagar a memória de amaleque apagar a memória do genocida não contradiz mas mais basicamente se complementa com o não esquecer não se trata aqui de olhar para o passado mas para o futuro e consequentemente questionar o presente apagar a memória dos genocidas é certificar-se de que não existam hoje aqueles que proponham um mundo semelhante ao que os nazistas tentaram impor apagar a memória dos genocidas é tomar partido de forma ativa no preceito que grita nunca mais É não é apenas questionar quem foi cúmplice silencioso e reconhecer quem escolheu falar e salvar mas também perguntar qual é o nosso lugar em relação aos genocídios que estão sendo perpetrados enquanto lemos este texto no século xxi parafraseando primo levi eu diria que o preceito de apagar a memória de amaleque fala a todos nós que vivemos seguros em casas aquecidas todos nós que ao voltar para casa no final do dia encontramos a comida quente e os rostos amigos somos nós que estamos hoje no lugar do observador que há 70 anos teve que escolher entre ser cúmplice e resistir ao massacre no lugar em que conseguisse não esquecer é o desafio de manter viva a memória da shoá apagar a lembrança de amaleque deve ser o compromisso como povo que tem sido prerseguido de levantar ativamente nossas vozes e unir nossas mãos para ajudar da forma que nos for possível aqueles que hoje são vítimas de genocídio e perseguição apagar a memória de amaleque não é apenas lutar contra aqueles que negam o holocausto mas também perguntar qual é o nosso lugar e de nossas congregações diante do que aconteceu na ex-iugoslávia no camboja ou em ruanda ou mesmo o que ainda acontece no sudão a torá nos ensina que dado que os nossos antepassados tinham sido escravos no egito lhes foi determinado que tomassem um cuidado especial no trato com seus escravos da mesma forma nós que somos descendentes daqueles que puderam salvar-se do horror e da morte devemos não apenas nos comprometer com a memória do que aconteceu mas também ser a voz que clama no silêncio que possamos dedicar este iom hashoá para lembrar nossos irmãos vítimas do holocausto e para refletir sobre como podemos responder criativamente à pergunta que deus continua a fazer desde o primeiro assassinato da história onde está teu irmão rabino guido cohen

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movimento masorti iom hashoá iv iom hashoá vehagvurá 5773 em 27 de nissan comemoramos iom ha shoa ve hagvurá o dia do holocausto e do heroísmo judeu lembrando a morte de mais de seis milhões de judeus na zona ocupada pelos nazistas na europa talvez seja demasiadamente difícil dimensionarmos o que significa tamanha atrocidade seis milhões de inocentes morreram pelo único fato de serem judeus recordo ao longo dos anos ter tido o privilégio de ouvir os testemunhos de diversos sobreviventes que contavam o que haviam vivido com lágrimas nos olhos com o único objetivo de transmitir a história para a próxima geração somos a última geração que vai ouvir a verdadeira história da shoá na primeira pessoa dentro de alguns anos ela passará a formar parte dos livros de história e então mais do que nunca deveremos cumprir com nosso dever de contar a história a verdadeira já que apesar de tudo alguns se empenham em dizer que a shoá nunca existiu porque na shoá não morreram apenas seis milhões de judeus mas também seus mundos suas ilusões seu futuro sua descendência e seus sonhos na shoá morreram muitos mais lembro-me como se fosse hoje de ouvir por dois minutos em israel uma sirene que recordava este trágico acontecimento do norte ao sul do país um som paralisante que fazia que todos estremecerem numa de respeito tristeza e lembrança o primeiro genocídio da literatura bíblica é precedido de silêncio esse mesmo silêncio que não responde à pergunta do porquê da shoá quando caim mata abel a torá nos diz e disse caim a abel seu irmão e quando estavam no campo levantou-se caim contra abel e o matou as reticências são a chave para tentar elucidar o que aconteceu naquele momento pois sem dúvida há um silêncio no texto o que disso caim a abel antes de matá-lo não sabemos mas podemos aprender que perante o assassinato nÃo há palavras nem antes nem depois não há palavras que possam explicar o inexplicável da mesma forma não podemos deixar que o silêncio nos vença porque temos uma obrigação tanto para com os que morreram como para com os que sobreviveram contar a histÓria elie wiesel sobrevivente dos campos de concentração nazistas disse hoje como hoje ser judeu é testemunhar ser testemunha do que se é e do não se é mais a ideia de que cada um de nós está habilitado a falar em nome de todos nunca foi mais verdadeira que agora só que agora cada judeu fala também em nome dos judeus que já não existem difícil demais ser judeu é buscar o difícil para depois superá-lo quer testemunhemos com alegria relembrando o renascimento de israel ou com raiva recordando as cinzas da shoá o que conta é a voz que dá ao testemunho seu valor humano mesmo que não permanente o que conta também é a atitude interior que temos perante ao que transmitimos de minha parte nenhum testemunho me parece válido a menos que a testemunha se identifique com ele hoje todos sobrevivemos de alguma maneira à shoá por isso não temos opção nosso compromiso é manter viva a memória dos que não estão por eles por nós e pelos que virão nunca mais rabino marcelo bater

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movimento masorti iom hashoá 8 zog nisht kein mol zog nisht keinmol az du gueist dem letstn veg chotsh himlen blaiene farshteln bloie teg kumen vet noch undzer oisguebenkte sho svet a poik ton undzer trot mir zainen do fun grinem palmen-land biz vaitn land fun shnei mir kumen on mit undzer pain mit undzer vei un vu gefaln iz a shprits fun undzer blut shprotsn vet dort undzer gvure undzer mut svet di morgn-zun bagildn undz dem haint un der nechtn vet farshvindn mitn faind nor oiv farzamen vet di zun in dem kaior vi a parol zol gein dos lid fun dor tsu dor dos lid geshribn iz mit blut un nit mit blei siz nit kein lidl fun a foigl oif der frai dos hot a folk tsvishn falndike vent dos lid gezungen mit naganes in di hent to zog nit keinmol as du gueist dem letstn veg chotsh himlen blayene farshteln bloye teg kumen vet noch undzer oisguebenkte sho svet a poik ton undzer trot mir zainen do ­ ­ ­ ­ ­

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movimento masorti iom hashoá 7 nunca digas traducción eliahu toker nunca digas este é meu último camino ainda que os días azuis se ocultem atrás de um céu nublado um dia a mais haverá e quando ele chegar nossos passos ressonarão em nossa marcha aquí estamos desde os países nevados até os países das palmeiras aqui estamos com nossa dor e nossa pena e onde quer que tenha sido derramado nosso sangue lá brotarão nosso heroísmo e nossa coragem o sol do amanhã ilumina nosso hoje e o inimigo se evanecerá como o ontem mas mesmo que demore a aparecer o sol vá pelas gerações afora com esta canção como lema esta canção foi escrita com chumbo e sangue não é o canto livre de um pássaro selvagem entre o desmoronar de muros em ruínas um povo todo a cantou com armas em punhos por tudo isso nunca diga meu último camino ainda que os días azuis se ocultem atrás de um céu nublado um dia a mais haverá e quando ele chegar nossos passos ressonarão em nossa marcha aquí estamos al na tomar hinê darkí haachroná et or haiôm histíru shmêi haananá ze iôm nichsáfnu lo od yaal veiavó umitsadênu od iarím anáchnu po meérets hatamar ad iarketê keforím anáchnu po bemachovót veissurím uvaashêr tipát damênu shám nigrá haló ianúv od oz ruchênu bigvurá amúd hasháchar al iomênu or yahêl im hatsorêr iachlóf tmulênu kemó tsel ach im chalila ieachêr lavó haór kemó sisma iehê hashír midór ledór bichtáv hadám vehaoféret hu nichtáv hu lo shirát tsipór hadrór vehamercháv ki bêin kirót noflim sharúhu col haám iachdáv sharúhu venaganim beiadám al ken al na tomar hinê darkí haachroná et or haiôm histíru shmêi haananá ze iôm nichsáfnu lo od yaal veiavó umitsadênu od iarím anáchnu po :

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movimento masorti iom hashoá 6 kadish de duelo itgadál veitcadásh shemê rabá bealmá di vrá chirutê veiamlích malchutê bechaieichón uviomeiechón uvchaiêi dechól beit israel baagalá uvizmán carív veimrú amén iehê shemê rabá mevarách lealám ulealméi almaiá itbarách veishtabách veitpaar veitromám veitnassê veithadar veitalê veithalál shemé dekudeshá brich hu leelá min col birchatá veshiratá tushbechatá venechematá daamirán bealmá veimmru amén iehê shelamá rabá min shemayá vechaím tovím alêinu veal col israel veimrú amen ossê shalom bimromáv hu iaassé shalom alêinu veál col israel veimru amén que o grandioso nome de deus seja sempre engrandecido e santificado aqui no mundo que ele criou segundo a sua vontade em nossas vidas e em nossos dias e na vida de cada integrante da casa de israel hoje e também no futuro e digamos amén que o seu nome glorioso seja abençoado eterna e universalmente que seja abençoado e louvado glorificado e exaltado engrandecido e honrado elevado e adorado o nome do santíssimo e bendito sua grandiosidade está acima de todas as bênçãos e hinos louvores e consolações que possam ser proferidos amén que haja grande paz vinda do céu e que haja vida boa para nós e para todo o povo de israel amén deus que mantém pacíficas as alturas celestiais fará com que a paz venha sobre nós sobre todo o povo de israel e digamos amén.

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movimento masorti iom hashoá 5 nizcór et rechovót haaiará shessaanú kineharót veet hapundác habodêd alêi ôrach et hacashísh veclastêr panáv et haêm bessudará et haneará betsamotiá et hataf et alfê kehilót israel al mishpechót haadám et col adát haiehudím asher huchraá latévach al admát eiropa midêi hacorêt hanatsi et haísh shezaác pitóm uvezaacató mêt et haishá shechavcá tinocá el libá uzrootêa tsanchú et hatinóc sheetzbeotáv megashessót el pitmát haêm vehí kecholá vetsonénet et haragláim et haragláim shebicshu miflát veló haia manos od veet shecaftsú iedeihém laegróf haegróf shechafán et habarzêl habarzêl shehaiá lenéshec hachazón,haieúsh vehaméred vehém barêi haleváv vehém pekuchêi haeináim vehém she hislichú nafshám menégued veiadám ketsará milehoshía nizkor et haiom et haiom betsahoráv et hashêmesh shealtá al mokêd hadamím et hashamáim sheamdú guevohím umacharishím nizkor et telêi haéfer asher mitáchat laganim haporchím izkor hachái et metáv ki hinê hém minégued lánu hinê nibatot eineihém saviv veál domi al domi lánu adê ihiú chaiêinu reuím lezichrám ,

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movimento masorti iom hashoá 4 izkor recordemos nossos irmãos e irmãs as casas da cidade e as casas do campo as ruas da aldeia movimentadas como um rio o destino solitario o ancião e seu rosto a joven e suas tranças o bebê as milhares de comunidades de israel entre os povos toda a coletividade dos judeus que sucumbiu no exterminio europeu pelas mãos dos assassinos nazistas aquele que gritou e caiu em seu grito a mulher que abraçava seu bebê e os seus braços que se abriram o bebê cujos dedos buscam o seio materno que já está azul de frio as pernas as pernas que buscaram saída mas que já não havia e as mãos fechando os punhos e os punhos que ergueram o ferro e o ferro que se transformou em arma de esperança de desespero e rebelião e aqueles de coração generoso aqueles com seus olhos abertos são os que se lançaram sem possibilidade de se salvar recordemos o día em seu meio-dia o sol que levantou sobre o altar de sangue os céus tão altos e mudos recordemos os montes de cinzas que jazem sob os jardins florescentes que o vivo recordé a seu morto porque eles estão diante de nós confrontando-nos seus olhos nos cercam e não deixaremos não deixaremos até que sejamos dignos de sua memória.

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movimento masorti iom hashoá 3 tefilá leani chi iaatof velifnê adonai yishpoch sicho adonai shim á tefilati veshav ati elêcha tavo al taster panêcha mimeni beiom tsar li hate elai oznêcha beiom ecrá maher anêni ki chalu veashan iamai veatsmotai kemoked nicháru huca chaéssev vayivash libi ki shachachti meachol lachmi micol anchati daveca atsmi liv sari damíti likeat midbar hayíti kechos choravot shacádti vaehie ketsipor boded al gag col haiom cherefuni oievai meholalai bi nishbáu ki éfer caléchem achálti veshicuvai bivchí massáchti mipenê zaamechá vekits pêcha ki nassatáni vatashlichêni iamai ketsel natúi vaani caéssev ivash veata adonai leolam teshev vezich rechá ledor vador ata tacum terachem tsión ki et lechenená ki va moed ki ratsu avadêcha et avanêha veet afará iechonênu veyireú goyim et shem adonai vechol malchê haárets et kevodêcha ki vaná adonai tsión nirá bich vodo paná el tefilat haar ar velo vazá et tefilatam ticatev zot ledor acharon veam nivrá iehalel iá ki hishkif mimerom codsho adonai mishamáyim el érets hibit lishmôa encat assir lefatêach benê temuta lessaper betsión shem adonai ut hilato birushaláyim behicavets amim iachdav umamlachot laavod et adonai ina vadérech cochi kitsar iamai omar eli al taalêni bachatsi iamai bedor dorim shenotêcha lefanim haárets iassádta umaasse iadêcha shamáyim hema iovêdu veata taamod vechulam cabégued yivlu calevush tachalifem veiachalôfu veata hu ushnotêcha lo yitamu benê avadêcha yishcônu vezar am lefanêcha yicon -

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movimento masorti iom hashoá 2 salmos 102 uma prece de um oprimido quando se sente desfalecer e derrama ante o eterno sua súplica Ó eterno ouve minha prece e permita que te alcance meu clamor não ocultes de mim tua face no dia de minha aflição e sim inclina para mim teu ouvido atende-me prontamente quando eu te invocar pois como fumaça se esvaem meus dias e como se estivessem expostos ao fogo se ressecam meus ossos como a relva abatida pelo calor do sol está murcho meu coração esqueço até de comer meu pão de tanto me desgastar em suspiros colou-se minha pele em meus ossos me sinto como uma ave no deserto como um pássaro que só encontra ruínas sim estou insone e me assemelho a um solitário pássaro sobre um telhado afrontam-me todos os dias meus inimigos e meus detratores usam meu nome para praguejar comi cinzas como se fora pão lágrimas se misturam com o que bebo por causa de tua indignação e tua ira tu me elevaste e depois me precipitaste ao chão como sombra passageira são meus dias e como a erva murcha ressequei mas tu ó eterno para sempre estarás perante nós entronizado e por todas as gerações não deixará teu nome de ser lembrado certamente erguer-te-ás e demonstrarás tua piedade para com tsión porque há de chegar o tempo de favorecê-la há de chegar a época para isto estabelecida pois teus servos amam até as pedras de suas cidades destruídas e a poeira de seus caminhos arruinados então as nações temerão o nome do eterno e todos os reis da terra a sua glória pois o eterno terá reconstruído tsión e se manifestado em toda sua glória voltou-se para a oração do desvalido e não desprezou suas preces que seja isto escrito para as gerações futuras para que a nação ainda por ser recriada louve o eterno pois das alturas do seu santuário ele contemplou o céu e a terra para ouvir o gemido dos cativos e libertar os que à morte estavam sentenciados para proclamar em tsión o nome do eterno e em jerusalém o seu louvor ao reunirem-se povos e reinos para servi-lo ele debilitou minhas forças em meu caminho e encurtou meus dias implorei então meu deus não me leves desta vida na metade dos meus dias ó tu cujos anos perduram através das gerações por toda a eternidade criaste a terra e os céus são obras de tuas mãos eles talvez perecerão mas tu subsistirás eternamente como uma roupa que envelhece eles se desgastarão como se troca uma vestimenta tu os substituirás e eles terão passado tu porém és e serás sempre o mesmo e incontáveis são teus anos os filhos de teus servos farás habitar em segurança e ante ti sua descendência certamente há de subsistir.

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movimento masorti iom hashoá 1 el malê rachamim el malê rachamim shochên bameromím hamtsê menuchá nechoná al canfê hashechiná bemaalót kedoshim utehorim kezôhar harakía mazhirím lenishmot shêsh meót ribó meám israel guevarím nashím vatáf shenehergú veshenechnecú veshenitbechú veshenisrefú táchat memshélet hanatsim umeshatfei peulatám baavur sheánu mitpalelim leilúi nishmoteihém la chén baal harachamím iastirém besséter kenafáv leolamím veitserór bitserór hachaim et nishmoteihém adonai hu nachalatám be gan eden tehê menuchatám veianúchu beshalom al pezurêi mishcavám venomar amen deus pleno de misericordia que habita nas alturas conceda o justo descanso sob as asas da shechiná divina presencia nas alturas sagradas e puras como o explendor dos raios de luz do firmamento às almas dos seis milhões de judeus vítimas da shoá que foram assassinados sacrificados e queimados pelo governo nazista e seus comparsas toda a congregação reza pela elevação de suas almas por isso ó mestre da misericórdia acolha-os sob suas asas pela eternidade e mantenha sua alma ligada à corrente da vida eterna o eterno é a herança deles e que seu descanso seja no gan eden e que repousem em paz em seus leitos espalhados e digamos amén.

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