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configuração básica de rede curso de gerenciamento de ti prof adalberto f p junior
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configuração básica de rede 2 agradecimentos agradeço primeiramente a deus sem ele nada é possível agradeço também aos meus colegas aos diretores da microcamp de indaiatuba e a minha mãe pouco conhecimento faz com que as pessoas se sintam orgulhosas muito conhecimento que se sintam humildes leonardo da vinci microcamp indaiatuba gerenciamento de ti
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configuração básica de rede 3 sumário agradecimentos 2 um pouco sobre rede 4 -para que serve uma rede 4 componentes de rede 5 placas de rede 5 padrões de velocidade em redes ethernet 5 -cabeamento 6 montando um cabo de rede 7 padrões para crimpagem eia 568b e eia 568a 8 hub ou switch 11 configuração da rede 12 endereço ip 12 máscara de sub-rede 13 default gateway gateway padrão 13 servidor dns 14 redes wireless 15 -padrões de rede wireless 16 um resumo sobre redes e protocolo tcp/ip 18 níveis de transmissão osi 18 levando a sério o endereço ip 22 -endereço ipv4 22 -endereço ipv6 25 configuração de rede no microsoft windows xp e microsoft windows 2000 28 -passo a passo 28 configurando uma rede no microsoft windows vista 35 compartilhamento de arquivos e impressoras no windows xp e vista 39 -mapeando unidades 40 -definindo permissões de acesso 41 -compartilhamento no microsoft windows vista 44 configurando o microsoft windows vista para o samba 49 compartilhamento e conexões de ponte no microsoft windows 50 conexões de ponte no microsoft windows xp 50 conexões de ponte no microsoft windows vista 53 rede microsoft em linha de comando 54 configurando uma rede wireless no microsoft windows xp 57 configurando uma rede wireless no microsoft windows vista 63 configurando um servidor no microsoft windows 2003 server 67 -versões do microsoft windows 2003 server 67 -teste o microsoft windows 2003 server 68 quando usar o microsoft windows 2003 server 68 servidor de arquivos 70 servidor dhcp 74 servidor dns 76 active directory 80 vamos então à configuração 80 cadastrando as máquinas 88 microcamp indaiatuba gerenciamento de ti
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configuração básica de rede 4 um pouco sobre rede montar uma rede já foi complicado e caro hoje em dia praticamente todas as placas-mãe trazem placas de rede onboard e os cabos e switchs são relativamente baratos o que fez com que as redes se tornassem comuns permitindo compartilhar a conexão de internet transferir arquivos compartilhar impressoras e assim por diante como não falo sobre a configuração de redes em outros tópicos do curso vou aproveitar para fazer um apanhado geral sobre o assunto -para que serve uma rede o uso mais comum é compartilhar a conexão de internet você tem apenas uma linha adsl ou apenas uma assinatura do serviço de acesso via cabo e pode acessar ao mesmo tempo a partir de todos os micros que tiver em sua casa ou empresa neste caso um dos micros atua como um ponto de encontro enviando os pedidos de todos para a internet e devolvendo as respostas além de compartilhar a conexão este servidor pode compartilhar arquivos servir como firewall protegendo a rede de acessos externos rodar um proxy que permite criar um cachê de arquivos e páginas acessados melhorando a velocidade da conexão além de outros serviços outra necessidade comum é compartilhar arquivo você pode compartilhar arquivos entre micros windows simplesmente ativando o compartilhamento de arquivos para redes microsoft e o cliente para redes microsoft nas propriedades da rede e compartilhando as pastas desejadas que passam a aparecer no ambiente de rede para os outros micros no linux você pode compartilhar arquivos usando o samba que permite que os compartilhamentos sejam acessados também por máquinas windows nfs ou mesmo via sftp o módulo de transferência de arquivos do ssh microcamp indaiatuba gerenciamento de ti
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configuração básica de rede 5 componentes de rede os componentes básicos da rede são uma placa de rede para cada micro os cabos e o switch que serve como um ponto de encontro permitindo que todos os micros se enxerguem e conversem entre si placas de rede as placas de rede já foram componentes caros mas como eles são dispositivos relativamente simples e o funcionamento é baseado em padrões abertos qualquer um pode abrir uma fábrica de placas de rede o que faz com que exista uma concorrência acirrada que obriga os fabricantes a produzirem placas cada vez mais baratas e trabalhem com margens de lucro cada vez mais estreitas as placas de rede mais baratas chegam a ser vendidas no atacado por menos de três dólares o preço final é um pouco mais alto naturalmente mas não é difícil achar placas por 20 reais ou até menos placa de rede pci padrões de velocidade em redes ethernet temos três padrões de redes ethernet de 10 megabits 100 megabits e 1 gigabit as placas são intercompatíveis mas ao usar placas de velocidades diferentes prevalecerá a menor velocidade as redes de 10 megabits são obsoletas mas ainda é possível encontrar muitas instalações antigas por aí caso a rede já use cabos de categoria 5 o número vem decalcado no cabo é possível fazer um upgrade direto para 100 megabits trocando apenas o hub e as placas cabo de rede categoria 5e lembre-se de que a velocidade das placas é calculada em bits e não em bytes uma rede de 100 megabits permite uma taxa de transmissão teórica de 12.5 microcamp indaiatuba gerenciamento de ti
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configuração básica de rede 6 mb/s como além dos dados são transmitidas outras informações a estrutura dos pacotes retransmissões códigos de correção de erros etc a velocidade na prática fica sempre um pouco abaixo disso normalmente é possível transferir arquivos a no máximo 10.5 mb/s com a taxa máxima variando sutilmente de acordo com a placa e o sistema operacional usado a opção para quem precisa de mais velocidade são as redes gigabit ethernet que transmitem a até 1000 megabits 125 megabytes por segundo as placas gigabit atuais são compatíveis com os mesmos cabos de par trançado categoria 5 usados pelas placas de 100 megabits por isso a diferença de custo fica por conta apenas das placas e do switch como hoje em dia a maioria das placasmãe incluem chipsets de rede gigabit onboard e os switchs também estão caindo de preço elas estão se tornando cada vez mais comuns -cabeamento os cabos de rede também são um artigo relativamente barato os cabos de categoria 5 que usamos em redes de 100 ou 1000 megabits geralmente custam em torno de 1 real o metro com mais alguns centavos por conector os cabos de categoria 5e são construídos dentro de normas um pouco mais estritas e normalmente custam o mesmo preço por isso são sempre preferíveis você pode comprar quantos metros de cabo quiser junto com o número necessário de conectores e crimpar os cabos você mesmo ou pode comprá-los já prontos É no caso dos cabos já crimpados que o preço começa a variar de forma mais expressiva algumas lojas chegam a crimpar os cabos na hora cobrando apenas o valor do material enquanto outras vendem os cabos por preços exorbitantes cabos de rede de diferentes cores microcamp indaiatuba gerenciamento de ti
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configuração básica de rede 7 montando um cabo de rede para crimpar os cabos de rede o primeiro passo é descascar os cabos tomando cuidado para não ferir os fios internos que são frágeis normalmente o alicate inclui uma saliência no canto da guilhotina que serve bem para isso existem também descascadores de cabos específicos para cabos de rede descascando o cabo de rede usando a saliência no próprio alicate É possível comprar alicates de crimpagem razoáveis por pouco mais de 50 reais mas existem alicates de crimpagem para uso profissional que custam bem mais existem ainda alicates mais baratos com o corpo feito de plástico que são mais baratos mas não valem o papelão da embalagem alicates de crimpagem precisam ser fortes e precisos por isso evite produtos muito baratos os quatro pares do cabo são diferenciados por cores um par é laranja outro é azul outro é verde e o último é marrom um dos cabos de cada par tem uma cor sólida e o outro é mais claro ou malhado misturando a cor e pontos de branco É pelas cores que diferenciamos os 8 fios o segundo passo é destrançar os cabos deixando-os soltos eu prefiro descascar um pedaço grande do cabo uns 6 centímetros para poder organizar os cabos com mais facilidade e depois cortar o excesso deixando apenas a meia polegada de cabo que entrará dentro do conector o próprio alicate de crimpagem inclui uma guilhotina para cortar os cabos mas você pode usar uma tesoura se preferir microcamp indaiatuba gerenciamento de ti
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configuração básica de rede 8 padrões para crimpagem eia 568b e eia 568a existem dois padrões para a ordem dos fios dentro do conector o eia 568b o mais comum e o eia 568a a diferença entre os dois é que a posição dos pares de cabos laranja e verde são invertidos dentro do conector existe muita discussão em relação com qual dos dois é melhor mas na prática não existe diferença de conectividade entre os dois padrões a única observação é que você deve cabear toda a rede utilizando o mesmo padrão como o eia 568b é de longe o mais comum recomendo-o que você utilize-o ao crimpar seus próprios cabos muitos cabos são certificados para apenas um dos dois padrões caso encontre instruções referentes a isso nas especificações ou decalcadas no próprio cabo crimpe os cabos usando o padrão indicado no padrão eia 568b a ordem dos fios dentro do conector em ambos os lados do cabo é a seguinte 12345678branco com laranja branco com azul branco com verde branco com marrom laranja verde azul marrom os cabos são encaixados nesta ordem com a trava do conector virada para baixo como neste diagrama ou seja se você olhar o conector de cima vendo a trava o par de fios laranja estará à direita e se olhar o conector de baixo vendo os contatos eles estarão à esquerda no caso de um cabo reto straight que vai ser usado para ligar o micro ao hub/switchs você usa esta mesma disposição nas duas pontas do cabo existe ainda outro tipo de cabo chamado de cross-over que permite ligar diretamente dois micros sem precisar do hub/switchs ele é uma opção mais barata quando você tem apenas dois micros neste tipo de cabo a posição dos fios é diferente nos dois conectores de um dos lados a pinagem é a mesma de um cabo de rede normal enquanto no outro a posição dos pares verde e laranja são trocados daí vem o nome cross-over que significa literalmente cruzado na ponta microcamp indaiatuba gerenciamento de ti
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configuração básica de rede 9 para fazer um cabo cross-over você crimpa uma das pontas seguindo o padrão eia 568b que vimos acima e a outra utilizando o padrão eia 568a onde são trocadas as posições dos pares verde e laranja 12345678branco com verde branco com azul branco com laranja branco com marrom verde laranja azul marrom esta mudança faz com que os fios usados para transmitir dados em um dos micros sejam conectados aos pinos receptores do outro permitindo que eles conversem diretamente a maioria dos hub/switchs atuais é capaz de descruzar os cabos automaticamente quando necessário permitindo que você misture cabos normais e cabos cross-over dentro do cabeamento da rede graças a isso a rede vai funcionar mesmo que você use um cabo cross-over para conectar um dos micros ao hub por engano na hora de crimpar é preciso fazer um pouco de força para que o conector fique firme a função do alicate é fornecer pressão suficiente para que os pinos do conector rj-45 que internamente possuem a forma de lâminas esmaguem os fios do cabo alcançando o fio de cobre e criando o contato você deve retirar apenas a capa externa do cabo e não descascar individualmente os fios pois isso ao invés de ajudar serviria apenas para causar mau contato deixando frouxo o encaixe com os pinos do conector crimpando o cabo É preciso um pouco de atenção ao cortar e encaixar os fios dentro do conector pois eles precisam ficar perfeitamente retos isso demanda um pouco de prática no começo você vai sempre errar algumas vezes antes de conseguir microcamp indaiatuba gerenciamento de ti
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configuração básica de rede 10 veja que o que protege os cabos contra as interferências externas são justamente as tranças a parte destrançada que entra no conector é o ponto fraco do cabo onde ele é mais vulnerável a todo tipo de interferência por isso é recomendável deixar um espaço menor possível sem as tranças para crimpar cabos dentro do padrão você precisa deixar menos de meia polegada de cabo 1.27 cm destrançado você só vai conseguir isso cortando o excesso de cabo solto antes de encaixar o conector como na foto conector rj45 o primeiro teste para ver se os cabos foram crimpados corretamente é conectar um dos micros ligado ao hub e ver se os leds da placa de rede e do hub acendem isso mostra que os sinais elétricos enviados estão chegando até o hub e que ele foi capaz de abrir um canal de comunicação com a placa se os leds nem acenderem então não existe o que fazer corte os conectores e tente de novo infelizmente os conectores são descartáveis depois de crimpar errado uma vez você precisa usar outro novo aproveitando apenas o cabo mais um motivo para prestar atenção os cabos de rede devem ter um mínimo de 30 centímetros e um máximo de 100 metros distância máxima que o sinal elétrico percorre antes que comece a haver uma degradação que comprometa a comunicação todas as placas são ligadas ao hub/switch que serve como uma central de onde os sinais de um micro são retransmitidos para os demais É possível também ligar vários hubs/switchs entre si até um máximo de 7 formando redes maiores microcamp indaiatuba gerenciamento de ti
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configuração básica de rede 11 um exemplo de hub/switch barato hub ou switch a diferença entre um hub e um switch é que o hub apenas retransmite tudo o que recebe para todos os micros conectados a ele isso faz com que apenas um micro consiga transmitir dados de cada vez e que todas as placas precisem operar na mesma velocidade sempre nivelada por baixo caso você coloque um micro com uma placa de 10 megabits na rede a rede toda passará a trabalhar a 10 megabits os switchs por sua vez são aparelhos mais inteligentes eles fecham canais exclusivos de comunicação entre o micro que está enviando dados e o que está recebendo permitindo que vários pares de micros troquem dados entre si ao mesmo tempo isso melhora bastante a velocidade em redes congestionadas com muitos micros antigamente existia uma grande diferença de preço entre os hubs burros e os switchs mas os componentes caíram tanto de preço que a partir de um certo ponto a diferença se tornou insignificante e os fabricantes passaram a fabricar apenas switchs que por sua vez dividem-se em duas categorias os switchs de verdade aparelhos caros capazes de gerenciar o tráfego de uma quantidade maior de micros e que possuem várias ferramentas de gerenciamento e os hubswitchs os modelos mais simples e baratos que usamos no dia-a-dia microcamp indaiatuba gerenciamento de ti
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configuração básica de rede 12 configuração da rede assim como quase tudo na informática as redes funcionam graças a uma mistura de hardware e software a parte física da rede é responsável por transportar os sinais elétricos de um micro ao outro para que eles possam efetivamente se comunicar é necessário utilizar um conjunto de normas e protocolos que especificam como enviar informações e arquivos chegamos então ao tcp/ip o protocolo comum que permite que computadores rodando diferentes programas e sistemas operacionais falem a mesma língua ligar os cabos e ver se os leds do hub e das placas estão acesos é o primeiro passo o segundo é configurar os endereços da rede para que os micros possam conversar entre si e o terceiro é finalmente compartilhar a internet arquivos impressoras e o que mais você quer que os outros micros da rede tenham acesso graças ao tcp/ip tanto o windows quanto o linux e outros sistemas operacionais em uso são intercompatíveis dentro da rede não existe problema para as máquinas com o windows acessarem a internet através da conexão compartilhada no linux por exemplo independentemente do sistema operacional usado as informações básicas para que ele possa acessar a internet através da rede são endereço ip os endereços ip identificam cada micro na rede a regra básica é que cada micro deve ter um endereço ip diferente e todos devem usar endereços dentro da mesma faixa o endereço ip é dividido em duas partes a primeira identifica a rede à qual o computador está conectado necessário pois numa rede tcp/ip podemos ter várias redes conectadas entre si veja o caso da internet e a segunda identifica o computador chamado de host dentro da rede É como se o mesmo endereço a parte inicial do endereço identifica a rede enquanto a parte final identifica o computador dentro da rede quando temos um endereço 192.168.0.1 por exemplo temos o micro 1 dentro da rede 192.168.0 quando alguém diz uso a faixa 192.168.0.x na minha rede está querendo dizer justamente que apenas o último número muda de um micro para outro na verdade os endereços ip são números binários de 32 bits para facilitar a configuração e a memorização dos endereços eles são quebrados em 4 números de 8 bits cada um os 8 bits permitem 256 combinações diferentes por isso usamos 4 números de 0 a 255 para representá-los todos os endereços ip válidos na internet possuem dono seja alguma empresa ou alguma entidade certificadora que os fornece junto com novos links por isso não podemos utilizar nenhum deles quando você conecta na internet seu micro recebe um e apenas um endereço ip válido emprestado pelo provedor de acesso algo como por exemplo microcamp indaiatuba gerenciamento de ti
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configuração básica de rede 13 200.220.231.34 É através desse número que outros computadores na internet podem enviar informações e arquivos para o seu quando quiser configurar uma rede local você deve usar um dos endereços reservados algumas das faixas reservadas de endereços são 10.x.x.x 172.16.x.x até 172.31.x.x e 192.168.0.x até 192.168.255.x você pode usar qualquer uma dessas faixas de endereços na sua rede uma faixa de endereços das mais usadas é a 192.168.0.x onde o 192.168.0 vai ser igual em todos os micros da rede e muda apenas o último número que pode ser de 1 até 254 o 0 e o 255 são reservados para o endereço da rede e para o sinal de broadcast se você tiver 4 micros na rede os endereços deles podem ser por exemplo 192.168.0.1 192.168.0.2 192.168.0.3 e 192.168.0.4 máscara de sub-rede a máscara é um componente importante do endereço ip É ela que explica para o sistema operacional como é feita a divisão do endereço ou seja quais dos 4 octetos compõem o endereço da rede e quais contêm o endereço do host isto é o endereço de cada micro dentro da rede ao contrário do endereço ip que é formado por valores entre 0 e 255 a máscara de sub-rede é formada por apenas dois valores 0 e 255 como em 255.255.0.0 ou 255.0.0.0 onde um valor 255 indica a parte do endereço ip referente à rede e um valor 0 indica a parte do endereço ip referente ao host dentro da rede se você está usando a faixa 192.168.0.x por exemplo que é um endereço de classe c então a máscara de sub-rede vai ser 255.255.255.0 para todos os micros você poderia usar uma máscara diferente 255.255.0.0 ou mesmo 255.0.0.0 desde que a máscara seja a mesma em todos os micros se você tiver dois micros 192.168.0.1 e 192.168.0.2 mas um configurado com a máscara 255.255.255.0 e o outro com 255.255.0.0 você terá na verdade duas redes diferentes um dos micros será o 1 conectado na rede 192.168.0 e o outro será o 0.2 conectado na rede 192.168 default gateway gateway padrão quando você se conecta à internet através de um provedor de acesso qualquer você recebe apenas um endereço ip válido a princípio isso permitiria que apenas um micro acessasse a web mas é possível compartilhar a conexão entre vários micros via nat opção disponível tanto no windows quanto no linux quando você compartilha a conexão entre vários micros apenas o servidor que está compartilhando a conexão possui um endereço ip válido só ele existe na internet todos os demais acessam através dele o default gateway ou gateway padrão é justamente o micro da rede que tem a conexão é ele que os outros consultarão quando precisarem acessar qualquer coisa na internet por exemplo se você montar uma rede doméstica com 4 pcs usando os endereços ip 192.168.0.1 192.168.0.2 192.168.0.3 e 192.168.0.4 e o pc microcamp indaiatuba gerenciamento de ti
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configuração básica de rede 14 192.168.0.1 estiver compartilhando o acesso à internet as outras três estações deverão ser configuradas para utilizar o endereço 192.168.0.1 como gateway padrão servidor dns memorizar os 4 números de um endereço ip é muito mais simples do que memorizar o endereço binário mas mesmo assim fora os endereços usados na sua rede interna é complicado sair decorando um monte de endereços diferentes o dns domain name system permite usar nomes amigáveis em vez de endereços ip para acessar servidores um recurso básico que existe praticamente desde os primórdios da internet quando você se conecta à internet e acessa o endereço http www.microcamp.com.br é um servidor dns que converte o nome fantasia no endereço ip real do servidor permitindo que seu micro possa acessar o site para tanto o servidor dns mantém uma tabela com todos os nomes fantasia relacionados com os respectivos endereços ip faz parte da configuração da rede informar os endereços dns do provedor ou qualquer outro servidor que você tenha acesso que é para quem seu micro irá perguntar sempre que você tentar acessar qualquer coisa usando um nome de domínio e não um endereço ip o ideal é informar dois endereços assim se o primeiro estiver fora do ar você continua acessando através do segundo também funciona com um endereço só mas você perde a redundância exemplos de endereços de servidores dns são 200.204.0.10 e 200.204.0.138 um exemplo de configuração de rede completa para um dos micros da rede que vai acessar a internet através do micro que está compartilhando a conexão seria ip 192.168.0.2 máscara 255.255.255.0 gateway 192.168.0.1 o endereço do micro compartilhando a conexão dns 200.204.0.10 200.204.0.138 o micro que está compartilhando a conexão por sua vez terá duas placas de rede uma para a internet e outra para a rede local por isso vai ter uma configuração separada para cada uma a configuração da internet é feita da forma normal de acordo com o tipo de conexão que você usa e a configuração da rede interna segue o padrão que vimos até aqui É possível usar também um servidor dhcp que faz com que os clientes possam obter a configuração da rede automaticamente a partir do servidor hoje em dia mesmo os modems adsl mais simples oferecem a opção de ativar um servidor dhcp onde você só precisa especificar a faixa de endereços que será fornecida aos clientes também é possível ativar o dhcp ao compartilhar a conexão tanto no linux quanto no windows microcamp indaiatuba gerenciamento de ti
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configuração básica de rede 15 redes wireless inicialmente mais caras as redes wireless estão gradualmente caindo de preço e se popularizando além da questão da praticidade as redes wireless podem ser utilizadas em casos onde por um motivo ou outro não é viável usar cabos em uma rede wireless o hub/switch é substituído pelo access-point ele tem basicamente a mesma função retransmitir os pacotes de dados de forma que todos os micros da rede os recebam ponto de acesso wireless ao contrário de uma rede cabeada onde podemos utilizar um switch em qualquer rede wireless a banda da rede é compartilhada entre os micros que estiverem transmitindo dados simultaneamente isso acontece por que não existem cabos independentes ligando o ponto de acesso a cada micro mas um único meio de transmissão o ar o que faz com que a rede opere como se todos os micros estivessem ligados ao mesmo cabo enquanto um transmite os outros esperam conforme aumenta o número de micros aumenta o tráfego da rede e cai o desempenho outra questão é que a potência do sinal decai conforme aumenta a distância enquanto a qualidade decai pela combinação do aumento da distância e dos obstáculos pelo caminho É por isso que num campo aberto o alcance será muito maior do que dentro de um prédio por exemplo conforme a potência e a qualidade do sinal se degradam o ponto de acesso pode diminuir a velocidade de transmissão a fim de melhorar a confiabilidade da transmissão a velocidade pode cair para 5.5 megabits 2 megabits ou chegar a apenas 1 megabit por segundo antes que o sinal se perca completamente microcamp indaiatuba gerenciamento de ti
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