NORMA BRASILEIRA ABNT NBR 9050

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A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Fórum Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB), dos Organismos de Normalização Setorial (ABNT/ONS) e das Comissões de Est

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norma brasileira abnt nbr 9050 segunda edição 31.05.2004 válida a partir de 30.06.2004 acessibilidade a edificações mobiliário espaços e equipamentos urbanos acessibility to buildings equipment and the urban environment palavras-chave acessibilidade edificação mobiliário ergonomia pessoa portadora de deficiência deficiente físico descriptors accessibility disabled people universal design building forniture ergonomics ics 91.010.49 número de referência abnt nbr 9050:2004 97 páginas © abnt 2004

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abnt nbr 9050:2004 © abnt 2004 todos os direitos reservados a menos que especificado de outro modo nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida ou utilizada em qualquer forma ou por qualquer meio eletrônico ou mecânico incluindo fotocópia e microfilme sem permissão por escrito pela abnt sede da abnt av treze de maio 13 ­ 28º andar 20003-900 ­ rio de janeiro ­ rj tel 55 21 3974-2300 fax 55 21 2220-1762 abnt@abnt.org.br www.abnt.org.br impresso no brasil ii © abnt 2004 todos os direitos reservados

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abnt nbr 9050:2004 sumário página prefácio vii 1 2 3 4 4.1 4.2 4.2.1 4.2.2 4.3 4.3.1 4.3.2 4.3.3 4.3.4 4.4 4.5 4.6 4.6.1 4.6.2 4.6.3 4.6.4 4.6.5 4.6.6 4.6.7 4.7 4.7.1 4.7.2 4.8 5 5.1 5.1.1 5.1.2 5.1.3 5.2 5.2.1 5.2.2 5.2.3 5.2.4 5.3 5.4 5.4.1 5.4.2 5.4.3 5.4.4 5.5 5.5.1 5.5.2 objetivo 1 referências normativas 1 definições 2 parâmetros antropométricos 5 pessoas em pé 5 pessoas em cadeira de rodas p.c.r 6 cadeira de rodas 6 módulo de referência m.r 6 Área de circulação 6 largura para deslocamento em linha reta de pessoas em cadeira de rodas 6 largura para transposição de obstáculos isolados 7 Área para manobra de cadeiras de rodas sem deslocamento 8 manobra de cadeiras de rodas com deslocamento 8 Área de transferência 9 Área de aproximação 9 alcance manual 9 dimensões referenciais para alcance manual 9 aplicação das dimensões referenciais para alcance lateral de pessoa em cadeira de rodas 11 superfície de trabalho 11 Ângulos para execução de forças de tração e compressão 11 empunhadura 12 controles dispositivos de comando ou acionamento 13 altura para comandos e controles 13 parâmetros visuais 13 Ângulos de alcance visual 13 aplicação dos ângulos de alcance visual 14 alcance auditivo 16 comunicação e sinalização 16 formas de comunicação e sinalização 16 visual 16 tátil 16 sonora 16 tipos de sinalização 16 permanente 17 direcional 17 de emergência 17 temporária 17 informações essenciais 17 símbolos 18 símbolo internacional de acesso 18 símbolo internacional de pessoas com deficiência visual cegueira 19 símbolo internacional de pessoas com deficiência auditiva surdez 19 símbolos complementares 20 sinalização visual 22 condições gerais 22 legibilidade 22 © abnt 2004 todos os direitos reservados iii

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abnt nbr 9050:2004 5.5.3 5.5.4 5.5.5 5.5.6 5.6 5.6.1 5.6.2 5.7 5.8 5.9 5.9.1 5.9.2 5.10 5.11 5.12 5.13 5.14 5.14.1 5.14.2 5.14.3 5.15 5.15.1 5.15.2 5.15.3 5.15.4 6 6.1 6.1.1 6.1.2 6.1.3 6.1.4 6.1.5 6.1.6 6.1.7 6.2 6.3 6.4 6.5 6.5.1 6.5.2 6.6 6.6.1 6.6.2 6.6.3 6.6.4 6.6.5 6.7 6.7.1 6.7.2 6.8 6.8.1 6.8.2 6.8.3 6.8.4 6.8.5 6.8.6 6.8.7 6.9 6.9.1 textos de orientação 23 letras e números dimensionamento 24 figura 25 composições de sinalização visual 25 sinalização tátil 25 braille 25 texto e figuras 26 sinalização sonora 27 língua brasileira de sinais ­ libras 28 sinalização vertical 28 sinalização visual 28 sinalização tátil 28 sinalização de portas 28 planos e mapas táteis 29 sinalização tátil de corrimãos 29 sinalização visual de degraus 29 sinalização tátil no piso 30 sinalização tátil de alerta 30 sinalização tátil direcional 33 composição da sinalização tátil de alerta e direcional 34 sinalização de emergência 38 condições gerais 38 alarmes sonoros 38 alarmes visuais 38 sinalização de áreas de resgate 39 acessos e circulação 39 circulação condições gerais 39 pisos 39 piso tátil de alerta 39 piso tátil direcional 39 desníveis 39 grelhas e juntas de dilatação 40 tampas de caixas de inspeção e de visita 40 capachos forrações carpetes e tapetes 40 acessos condições gerais 40 rotas de fuga ­ condições gerais 41 Áreas de descanso 41 rampas 41 dimensionamento 41 patamares das rampas 43 degraus e escadas fixas em rotas acessíveis 44 características dos pisos e espelhos 44 dimensionamento de degraus isolados 45 dimensionamento de escadas fixas 45 escadas fixas 45 patamares das escadas 45 corrimãos e guarda-corpos 46 corrimãos 46 guarda-corpos 48 equipamentos eletromecânicos 48 condições gerais 48 elevador vertical ou inclinado 48 plataforma elevatória de percurso vertical 49 plataforma elevatória de percurso inclinado 49 esteira rolante horizontal ou inclinada 49 escada rolante 50 dispositivos complementares de acessibilidade 50 circulação interna 50 corredores 50 iv © abnt 2004 todos os direitos reservados

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abnt nbr 9050:2004 6.9.2 portas 50 6.9.3 janelas 53 6.10 circulação externa 53 6.10.1 inclinação transversal 53 6.10.2 inclinação longitudinal 53 6.10.3 inclinação 53 6.10.4 dimensões mínimas de faixa livre 53 6.10.5 interferências na faixa livre 53 6.10.6 acomodação transversal de circulação 54 6.10.7 obras sobre o passeio 54 6.10.8 dimensionamento das faixas livres 55 6.10.9 faixas de travessia de pedestres 55 6.10.10 faixas elevadas 55 6.10.11 rebaixamento de calçadas para travessia de pedestres 56 6.10.12 posicionamento dos rebaixamentos de calçada 58 6.11 passarelas de pedestres 60 6.12 vagas para veículos 61 6.12.1 sinalização e tipos de vagas 61 6.12.2 outros tipos de vagas 62 6.12.3 previsão de vagas 63 7 7.1 7.2.1 7.2.2 7.2.3 7.2.4 7.2.5 7.3 7.3.1 7.3.2 7.3.3 7.3.4 7.3.5 7.3.6 7.3.7 7.3.8 7.4 7.4.1 7.4.2 7.4.3 7.4.4 7.4.5 8 8.1 8.2 8.2.1 8.2.2 8.2.3 8.3 8.3.1 8.3.2 8.4 8.5 8.5.1 8.5.2 8.5.3 8.5.4 8.6 8.7 sanitários e vestiários 64 tolerâncias dimensionais 64 localização e sinalização 64 quantificação 64 sanitários familiares ou unissex 64 barras de apoio 65 piso 65 sanitários 65 bacia sanitária 65 boxe para bacia sanitária comum 69 boxe para bacia sanitária acessível 70 boxes para chuveiro e ducha 71 banheira 73 lavatório 74 mictório 75 acessórios para sanitários 76 vestiários 78 bancos 78 armários 78 cabinas 78 espelhos 78 cabides 79 equipamentos urbanos 79 bens tombados 79 locais de reunião 80 cinemas teatros auditórios e similares 80 locais de exposições 83 restaurantes refeitórios bares e similares 84 locais de hospedagem 84 condições específicas 84 cozinhas 85 serviços de saúde 85 locais de esporte lazer e turismo 85 esporte 85 piscinas 86 parques praças e locais turísticos 87 praias 87 escolas 87 bibliotecas e centros de leitura 88 © abnt 2004 todos os direitos reservados v

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abnt nbr 9050:2004 8.8 8.8.1 8.8.2 8.8.3 8.9 8.9.1 8.9.2 9 9.1 9.1.1 9.1.2 9.1.3 9.2 9.2.1 9.2.2 9.2.3 9.2.4 9.2.5 9.2.6 9.2.7 9.2.8 9.3 9.3.1 9.3.2 9.3.3 9.3.4 9.4 9.5 9.5.1 9.5.2 9.5.3 9.5.4 9.5.5 9.5.6 9.6 9.6.1 9.6.2 9.6.3 9.6.4 9.7 9.8 9.8.1 9.8.2 9.8.3 9.9 9.9.1 9.9.2 9.10 locais de comércio e serviços 88 comércio 88 estabelecimento bancário 89 atendimento ao público 89 delegacias e penitenciárias 89 condições específicas 89 instalações penitenciárias 89 mobiliário 90 bebedouros 90 condições gerais 90 altura e localização da bica 90 Área de aproximação 90 telefones 90 condições gerais 90 amplificador de sinal 91 telefone com texto tdd 91 Área de aproximação 91 altura de instalação 91 comprimento do fio 91 anteparos 91 cabinas 91 mesas ou superfícies para refeições ou trabalho 92 condições gerais 92 distribuição 92 Área de aproximação 92 altura 92 assentos fixos 93 balcões 93 condições gerais 93 Área de aproximação 93 balcões de auto-serviço 94 balcão de caixas para pagamento 94 bilheterias 94 corredores 95 equipamentos de auto-atendimento 95 condições gerais 95 Área de aproximação 95 controles 95 instruções e informações 95 cabinas de sanitários públicos 96 abrigos em pontos de embarque e desembarque de transporte coletivo 96 condições gerais 96 anteparos 96 sinalização 96 semáforos ou focos de pedestres 96 condições gerais 96 sinalização sonora 96 vegetação 97 vi © abnt 2004 todos os direitos reservados

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abnt nbr 9050:2004 prefácio a associação brasileira de normas técnicas abnt é o fórum nacional de normalização as normas brasileiras cujo conteúdo é de responsabilidade dos comitês brasileiros abnt/cb dos organismos de normalização setorial abnt/ons e das comissões de estudo especiais temporárias abnt/ceet são elaboradas por comissões de estudo ce formadas por representantes dos setores envolvidos delas fazendo parte produtores consumidores e neutros universidades laboratórios e outros a abnt nbr 9050 foi elaborada no comitê brasileiro de acessibilidade abnt/cb­40 pela comissão de edificações e meio ce­40:001.01 o projeto circulou em consulta pública conforme edital nº 09 de 30.09.2003 com o número projeto nbr 9050 esta norma substitui a abnt nbr 9050:1994 © abnt 2004 todos os direitos reservados vii

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norma brasileira abnt nbr 9050:2004 acessibilidade a edificações mobiliário espaços e equipamentos urbanos 1 objetivo 1.1 esta norma estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observados quando do projeto construção instalação e adaptação de edificações mobiliário espaços e equipamentos urbanos às condições de acessibilidade 1.2 no estabelecimento desses critérios e parâmetros técnicos foram consideradas diversas condições de mobilidade e de percepção do ambiente com ou sem a ajuda de aparelhos específicos como próteses aparelhos de apoio cadeiras de rodas bengalas de rastreamento sistemas assistivos de audição ou qualquer outro que venha a complementar necessidades individuais 1.3 esta norma visa proporcionar à maior quantidade possível de pessoas independentemente de idade estatura ou limitação de mobilidade ou percepção a utilização de maneira autônoma e segura do ambiente edificações mobiliário equipamentos urbanos e elementos 1.3.1 todos os espaços edificações mobiliário e equipamentos urbanos que vierem a ser projetados construídos montados ou implantados bem como as reformas e ampliações de edificações e equipamentos urbanos devem atender ao disposto nesta norma para serem considerados acessíveis 1.3.2 edificações e equipamentos urbanos que venham a ser reformados devem ser tornados acessíveis em reformas parciais a parte reformada deve ser tornada acessível 1.3.3 as edificações residenciais multifamiliares condomínios e conjuntos habitacionais devem ser acessíveis em suas áreas de uso comum sendo facultativa a aplicação do disposto nesta norma em edificações unifamiliares as unidades autônomas acessíveis devem ser localizadas em rota acessível 1.3.4 as entradas e áreas de serviço ou de acesso restrito tais como casas de máquinas barriletes passagem de uso técnico etc não necessitam ser acessíveis 2 referências normativas as normas relacionadas a seguir contêm disposições que ao serem citadas neste texto constituem prescrições para esta norma as edições indicadas estavam em vigor no momento desta publicação como toda norma está sujeita a revisão recomenda-se àqueles que realizam acordos com base nesta que verifiquem a conveniência de se usarem as edições mais recentes das normas citadas a seguir a abnt possui a informação das normas em vigor em um dado momento lei federal nº 9.503 de 23 de setembro de 1997 incluindo decretos de regulamentação e resoluções complementares código de trânsito brasileiro abnt nbr 9077:2001 ­ saídas de emergência em edifícios ­ procedimento abnt nbr 9283:1986 ­ mobiliário urbano ­ classificação abnt nbr 9284:1986 ­ equipamento urbano ­ classificação © abnt 2004 todos os direitos reservados 1

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abnt nbr 9050:2004 abnt nbr 10283:1988 ­ revestimentos eletrolíticos de metais e plásticos sanitários especificação abnt nbr 10898:1999 ­ sistema de iluminação de emergência abnt nbr 11003:1990 ­ tintas ­ determinação da aderência ­ método de ensaio abnt nbr 13994:2000 ­ elevadores de passageiros ­ elevadores para transporte de pessoa portadora de deficiência 3 definições para os efeitos desta norma aplicam-se as seguintes definições 3.1 acessibilidade possibilidade e condição de alcance percepção e entendimento para a utilização com segurança e autonomia de edificações espaço mobiliário equipamento urbano e elementos 3.2 acessível espaço edificação mobiliário equipamento urbano ou elemento que possa ser alcançado acionado utilizado e vivenciado por qualquer pessoa inclusive aquelas com mobilidade reduzida o termo acessível implica tanto acessibilidade física como de comunicação 3.3 adaptável espaço edificação mobiliário equipamento urbano ou elemento cujas características possam ser alteradas para que se torne acessível 3.4 adaptado espaço edificação mobiliário equipamento urbano ou elemento cujas características originais foram alteradas posteriormente para serem acessíveis 3.5 adequado espaço edificação mobiliário equipamento urbano ou elemento cujas características foram originalmente planejadas para serem acessíveis 3.6 altura distância vertical entre dois pontos 3.7 área de aproximação espaço sem obstáculos para que a pessoa que utiliza cadeira de rodas possa manobrar deslocar-se aproximar-se e utilizar o mobiliário ou o elemento com autonomia e segurança 3.8 área de resgate Área com acesso direto para uma saída destinada a manter em segurança pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida enquanto aguardam socorro em situação de sinistro 3.9 área de transferência espaço necessário para que uma pessoa utilizando cadeira de rodas possa se posicionar próximo ao mobiliário para o qual necessita transferir-se 3.10 barreira arquitetônica urbanística ou ambiental qualquer elemento natural instalado ou edificado que impeça a aproximação transferência ou circulação no espaço mobiliário ou equipamento urbano 3.11 calçada parte da via normalmente segregada e em nível diferente não destinada à circulação de veículos reservada ao trânsito de pedestres e quando possível à implantação de mobiliário sinalização vegetação e outros fins código de trânsito brasileiro 3.12 calçada rebaixada rampa construída ou implantada na calçada ou passeio destinada a promover a concordância de nível entre estes e o leito carroçável 3.13 circulação externa espaço coberto ou descoberto situado fora dos limites de uma edificação destinado à circulação de pedestres as áreas de circulação externa incluem mas não necessariamente se limitam a áreas públicas como passeios calçadas vias de pedestres faixas de travessia de pedestres passarelas caminhos passagens calçadas verdes e pisos drenantes entre outros bem como espaços de circulação externa em edificações e conjuntos industriais comerciais ou residenciais e centros comerciais 2 © abnt 2004 todos os direitos reservados

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abnt nbr 9050:2004 3.14 deficiência redução limitação ou inexistência das condições de percepção das características do ambiente ou de mobilidade e de utilização de edificações espaço mobiliário equipamento urbano e elementos em caráter temporário ou permanente 3.15 desenho universal aquele que visa atender à maior gama de variações possíveis das características antropométricas e sensoriais da população 3.16 elemento qualquer dispositivo de comando acionamento comutação ou comunicação são exemplos de elementos telefones intercomunicadores interruptores torneiras registros válvulas botoeiras painéis de comando entre outros 3.17 equipamento urbano todos os bens públicos e privados de utilidade pública destinados à prestação de serviços necessários ao funcionamento da cidade implantados mediante autorização do poder público em espaços públicos e privados 3.18 espaço acessível espaço que pode ser percebido e utilizado em sua totalidade por todas as pessoas inclusive aquelas com mobilidade reduzida 3.19 faixa elevada elevação do nível do leito carroçável composto de área plana elevada sinalizada com faixa de travessia de pedestres e rampa de transposição para veículos destinada a promover a concordância entre os níveis das calçadas em ambos os lados da via 3.20 faixa livre Área do passeio calçada via ou rota destinada exclusivamente à circulação de pedestres 3.21 faixa de travessia de pedestres sinalização transversal às pistas de rolamento de veículos destinada a ordenar e indicar os deslocamentos dos pedestres para a travessia da via código de trânsito brasileiro 3.22 fatores de impedância elementos ou condições que possam interferir no fluxo de pedestres são exemplos de fatores de impedância mobiliário urbano entradas de edificações junto ao alinhamento vitrines junto ao alinhamento vegetação postes de sinalização entre outros 3.23 foco de pedestres indicação luminosa de permissão ou impedimento de locomoção na faixa apropriada código de trânsito brasileiro 3.24 guia de balizamento elemento edificado ou instalado junto aos limites laterais das superfícies de piso destinado a definir claramente os limites da área de circulação de pedestres perceptível por pessoas com deficiência visual 3.25 impraticabilidade condição ou conjunto de condições físicas ou legais que possam impedir a adaptação de edificações mobiliário equipamentos ou elementos à acessibilidade 3.26 linha-guia qualquer elemento natural ou edificado que possa ser utilizado como guia de balizamento para pessoas com deficiência visual que utilizem bengala de rastreamento 3.27 local de reunião espaço interno ou externo que acomoda grupo de pessoas reunidas para atividade de lazer cultural política social educacional religiosa ou para consumo de alimentos e bebidas 3.28 mobiliário urbano todos os objetos elementos e pequenas construções integrantes da paisagem urbana de natureza utilitária ou não implantados mediante autorização do poder público em espaços públicos e privados 3.29 orla de proteção elemento edificado ou instalado destinado a constituir barreira no piso para proteção de árvores áreas ajardinadas espelhos d água e espaços similares 3.30 passarela obra de arte destinada à transposição de vias em desnível aéreo e ao uso de pedestres código de trânsito brasileiro © abnt 2004 todos os direitos reservados 3

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abnt nbr 9050:2004 3.31 passeio parte da calçada ou da pista de rolamento neste último caso separada por pintura ou elemento físico livre de interferências destinada à circulação exclusiva de pedestres e excepcionalmente de ciclistas código de trânsito brasileiro 3.32 pessoa com mobilidade reduzida aquela que temporária ou permanentemente tem limitada sua capacidade de relacionar-se com o meio e de utilizá-lo entende-se por pessoa com mobilidade reduzida a pessoa com deficiência idosa obesa gestante entre outros 3.33 piso cromo-diferenciado piso caracterizado pela utilização de cor contrastante em relação ás áreas adjacentes e destinado a constituir guia de balizamento ou complemento de informação visual ou tátil perceptível por pessoas com deficiência visual 3.34 piso tátil piso caracterizado pela diferenciação de textura em relação ao piso adjacente destinado a constituir alerta ou linha guia perceptível por pessoas com deficiência visual 3.35 rampa inclinação da superfície de piso longitudinal ao sentido de caminhamento consideram-se rampas aquelas com declividade igual ou superior a 5 3.36 reforma intervenção física em edificação mobiliário equipamento urbano ou elemento que implique a modificação de suas características estruturais e funcionais 3.37 rota acessível trajeto contínuo desobstruído e sinalizado que conecta os ambientes externos ou internos de espaços e edificações e que possa ser utilizado de forma autônoma e segura por todas as pessoas inclusive aquelas com deficiência a rota acessível externa pode incorporar estacionamentos calçadas rebaixadas faixas de travessia de pedestres rampas etc a rota acessível interna pode incorporar corredores pisos rampas escadas elevadores etc 3.38 rota de fuga trajeto contínuo devidamente protegido proporcionado por portas corredores antecâmeras passagens externas balcões vestíbulos escadas rampas ou outros dispositivos de saída ou combinações destes a ser percorrido pelo usuário em caso de um incêndio de qualquer ponto da edificação até atingir a via pública ou espaço externo protegido do incêndio 3.39 superfície de trabalho Área para melhor manipulação empunhadura e controle de objetos 3.40 tecnologia assistiva conjunto de técnicas aparelhos instrumentos produtos e procedimentos que visam auxiliar a mobilidade percepção e utilização do meio ambiente e dos elementos por pessoas com deficiência 3.41 uso comum espaços salas ou elementos externos ou internos que são disponibilizados para o uso de um grupo específico de pessoas por exemplo salas em edifício de escritórios ocupadas geralmente por funcionários colaboradores e eventuais visitantes 3.42 uso público espaços salas ou elementos externos ou internos que são disponibilizados para o público em geral o uso público pode ocorrer em edificações ou equipamentos de propriedade pública ou privada 3.43 uso restrito espaços salas ou elementos internos ou externos que são disponibilizados estritamente para pessoas autorizadas exemplos casas de máquinas barriletes passagem de uso técnico e espaços similares 3.44 visitável parte de unidade residencial ou de unidade para prestação de serviços entretenimento comércio ou espaço cultural de uso público que contenha pelo menos um local de convívio social acessível e um sanitário unissex acessível 4 © abnt 2004 todos os direitos reservados

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abnt nbr 9050:2004 4 parâmetros antropométricos para a determinação das dimensões referenciais foram consideradas as medidas entre 5 a 95 da população brasileira ou seja os extremos correspondentes a mulheres de baixa estatura e homens de estatura elevada nesta norma foram adotadas as seguintes siglas com relação aos parâmetros antropométricos m.r ­ módulo de referência p.c.r ­ pessoa em cadeira de rodas p.m.r ­ pessoa com mobilidade reduzida p.o ­ pessoa obesa l.h ­ linha do horizonte nota as dimensões indicadas nas figuras são expressas em metros exceto quando houver outra indicação 4.1 pessoas em pé a figura 1 apresenta dimensões referenciais para deslocamento de pessoas em pé figura 1 dimensões referenciais para deslocamento de pessoa em pé © abnt 2004 todos os direitos reservados 5

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abnt nbr 9050:2004 4.2 pessoas em cadeira de rodas p.c.r 4.2.1 cadeira de rodas a figura 2 apresenta dimensões referenciais para cadeiras de rodas manuais ou motorizadas nota cadeiras de rodas com acionamento manual pesam entre 12 kg a 20 kg e as motorizadas até 60 kg figura 2 cadeira de rodas 4.2.2 módulo de referência m.r considera-se o módulo de referência a projeção de 0,80 m por 1,20 m no piso ocupada por uma pessoa utilizando cadeira de rodas conforme figura 3 figura 3 dimensões do módulo de referência m.r 4.3 Área de circulação 4.3.1 largura para deslocamento em linha reta de pessoas em cadeira de rodas a figura 4 mostra dimensões referenciais para deslocamento em linha reta de pessoas em cadeiras de rodas 6 © abnt 2004 todos os direitos reservados

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abnt nbr 9050:2004 a uma pessoa em cadeira de rodas de rodas b um pedestre e uma pessoa em cadeira de rodas c duas pessoas em cadeiras de rodas figura 4 largura para deslocamento em linha reta 4.3.2 largura para transposição de obstáculos isolados a figura 5 mostra dimensões referenciais para a transposição de obstáculos isolados por pessoas em cadeiras de rodas 4.3.2.1 a largura mínima necessária para a transposição de obstáculos isolados com extensão de no máximo 0,40 m deve ser de 0,80 m conforme figura 5 4.3.2.2 a largura mínima para a transposição de obstáculos isolados com extensão acima de 0,40 m deve ser de 0,90 m vista superior vista frontal figura 5 transposição de obstáculos isolados © abnt 2004 todos os direitos reservados 7

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