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colégio salesiano de lins dom henrique mourão técnico em desenvolvimento de sistemas para web prof alexandre ponce de oliveira sistemas operacionais 2004
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colégio salesiano dom henrique mourão sumário 1 introduÇÃo 4 1.1 componentes de um computador 4 1.1.1 hardware dos computadores 4 1.1.2 números binários 4 1.1.3 tabela ascii 6 2 sistema operacional 8 2.1 o que é um sistema operacional s.o 8 2.2 o que faz um sistema operacional s.o 8 2.3 tipos de s.o 9 2.3.1 monotarefa 9 2.3.2 multitarefa 9 2.3.3 multiusuário 9 3 microsoft disk operating system ms-dos 11 3.1 inicializando o ms-dos 11 3.2 caracterÍsticas 11 3.3 diretÓrios e arquivos 12 3.3.1 diretórios 12 3.3.2 arquivos 12 3.4 referÊncia de arquivos 13 3.5 prompt do sistema 13 3.6 mudanÇa de unidade de disco 13 3.7 comandos 14 3.7.1 cls 14 3.7.2 time 14 3.7.3 date 14 3.7.4 ver 14 3.7.5 type 14 3.7.6 comandos de redirecionamento 15 3.7.7 dir 15 3.7.8 copy 16 3.7.9 del erase 16 3.7.10 rename ren 16 3.7.11 mkdir md 17 3.7.12 chdir cd 17 3.7.13 rmdir rd 17 prof alexandre ponce redes de computadores 2002
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colégio salesiano dom henrique mourão 4 windows 98 18 4.1 partição e formatação do hd hard disk 18 4.1.1 fdisk 18 4.1.2 format 19 4.2 requisitos 19 4.3 instalação do windows 19 4.4 configuração do windows 20 4.4.1 adicionar novo hardware 21 4.4.2 adicionar ou remover programas 23 4.4.3 modem s 26 4.4.4 impressora 27 4.4.5 vídeo 28 4.4.6 utilitários do windows 29 5 redes de computadores 31 5.1.tipos de redes 32 5.1.1 redes ponto-a-ponto 32 5.1.2 redes cliente/servidor 33 5.2 componentes de uma rede 34 5.3 tipos de transmissão de dados 35 5.4 informação analógica e digital 36 5.5 modulação 37 5.6 transmissão paralela e serial 37 6 tecnologia de redes 38 6.1 tipos de redes de computadores 38 6.1.1 internet 39 6.1.2 lntranet 39 6.1.3 extranet 39 6.1.4 virtual private network 39 6.2 tipos de topologias 40 6.2.1 estrela 40 6.2.2 anel 40 6.2.3 barramento 40 7 protocolos 41 7.1 modelo osi 42 7.1.1 camada 7 aplicação 42 7.1.2 camada 6 apresentação 42 7.1.3 camada 5 sessão 42 7.1.4 camada 4 transporte 43 7.1.5 camada 3 rede 43 prof alexandre ponce redes de computadores 2002
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colégio salesiano dom henrique mourão 7.1.6 camada 2 link de dados 43 7.1.7 camada 1 física 43 7.2 padrão ieee 802 44 7.2.1 controle de acesso ao meio mac 44 7.2.2 controle de link lógico llc 44 8 tcp/ip 46 8.1 o modelo tcp/ip 46 8.1.1 camada de aplicação 46 8.1.2 camada de transporte 47 8.1.3 camada de internet 47 8.1.4 camada de rede 47 8.2 o protocolo ip endereçamento ip 47 8.2.1 formato 47 8.2.2 roteamento 48 8.2.3 máscara de rede 51 8.3 reconhecendo um ip 51 8.4 protocolo tcp transmissão de dados 52 8.4.1 socket 52 8.5 protocolos de aplicação 53 8.5.1 dns domain name system 53 8.5.2 telnet 54 8.5.3 ftp file transport protocol 54 8.5.4 smtp simple mail transfer protocol 55 8.5.5 http hyper text transfer protocol 55 8.6 netbeui netbios enhanced user interface 56 9 cabeamento 58 9.1 cabo coaxial 58 9.1.1 tipos de transmissão 58 9.1.2 cabo coaxial fino 10base2 59 9.2 cabo par trançado 59 9.2.1 par trançado sem blindagem utp 60 9.3 cabeamento estruturado 63 9.4 cabo fibra Óptica 65 9.5 redes sem fio 67 9.5.1 rádio 67 10 bibliografia 68 prof alexandre ponce redes de computadores 2002
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colégio salesiano dom henrique mourão 4 1 introduÇÃo 1.1 componentes de um computador o computador é um dispositivo digital formado por dois componentes principais o hardware parte física do computador monitor mouse teclado e o software programas 1.1.1 hardware dos computadores o hardware é a parte física do computador pode ser dividido em · c.p.u unidade central de processamento núcleo processador de informações responsável pela movimentação das informações e pelo controle e sincronismo dos periféricos composta por processador cérebro do sistema executa as ações e coordena o sistema memória dispositivo de armazenamento de programas e dados em processamento na c.p.u barramento via de comunicação rápida entre a c.p.u e os periféricos controles auxiliares do processador no controle e coordenação da c.p.u · periféricos acessórios de interface com o mundo real são adaptadores que convertem informações do mundo real figuras musicas para códigos binários e vice-versa atua fazendo entrada e saída de dados divididos em três tipos periféricos de entrada codificadores atuam transformando informações do mundo real para o formato binário exemplo mouse teclado scanner periféricos de saída decodificadores atuam transformando informações binárias para o formato entendido pelo mundo real exemplo impressora monitor projetor periféricos de entrada e saída neutros armazenamento discos fitas disquetes cd-rw comunicação modem placa de rede 1.1.2 números binários vou iniciar falando do sistema de numeração decimal para depois fazer uma analogia ao apresentar o sistema de numeração binário.todos nos conhecemos o sistema de numeração prof alexandre ponce redes de computadores 2002
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colégio salesiano dom henrique mourão 5 decimal no qual são baseados os números que usamos no nosso dia-a-dia como por exemplo 100 259 1450 e assim por diante você já parou para pensar porque este sistema de numeração é chamado de sistema de numeração decimal não bem a resposta é bastante simples este sistema é baseado em dez dígitos diferentes por isso é chamado de sistema de numeração decimal todos os números do sistema de numeração decimal são escritos usando-se uma combinação dos seguintes dez dígitos 0123456789 vamos analisar como é determinado o valor de um número do sistema de numeração decimal número multiplica por ou seja resultado igual a somando tudo É igual a 4 103 1000 4 x 1000 4000 5 102 100 5 x 100 500 3 101 10 3 x 10 30 8 100 1 8x1 8 4000+500+30+8 4538 o sistema binário que é utilizado pelos sistemas computacionais deve ser baseado em dois dígitos exatamente números no sistema binários são escritos usando-se apenas os dois seguintes dígitos 0 1 também por analogia se no sistema binário para obter o valor do número multiplicamos os seus dígitos de trás para frente por potências de 10 no sistema binário fizemos esta mesma operação só que baseada em potências de 2 ou seja 2 2 2 2 2 e assim por diante vamos considerar alguns exemplos práticos como faço para saber o valor decimal do seguinte número binário 11001110 vamos utilizar a tabelinha a seguir para facilitar os nossos cálculos 1 multiplica por equivale a multiplicação resulta em somando tudo resulta em 27 128 1x128 128 1 26 64 1x64 64 0 25 32 0x32 0 0 24 16 0x16 0 1 23 8 1x8 8 1 22 4 1x4 4 1 21 2 1x2 2 0 20 1 0x1 0 0 1 2 3 4 128+64+0+0+8+4+2+0 206 ou seja o número binário 11001110 equivale ao decimal 206 observe que onde temos um a respectiva potência de 2 é somada e onde temos o zero a respectiva potência de 2 é anulada por ser multiplicada por zero prof alexandre ponce redes de computadores 2002
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colégio salesiano dom henrique mourão 6 conversão de decimal para binário bem e se tivéssemos que fazer o contrário converter o número 234 de decimal para binário qual seria o binário equivalente nota nos exemplos deste tutorial vou trabalhar com valores de no máximo 255 que são valores que podem ser representados por 8 dígitos binários ou na linguagem do computador 8 bits o que equivale exatamente a um byte por isso que cada um dos quatro números que fazem parte do número ip somente podem ter um valor máximo de 255 que é um valor que cabe em um byte ou seja 8 bits existem muitas regras para fazer esta conversão eu prefiro utilizar uma bem simples que descreverei a seguir e que serve perfeitamente para o propósito deste tutorial vamos voltar ao nosso exemplo como converter 234 para um binário de 8 dígitos 128 2 7 64 2 6 32 2 5 16 2 4 8 2 3 4 2 2 2 2 1 1 2 0 pergunto 128 cabe em 234 sim então o primeiro dígito é 1 somando 64 a 128 passa de 234 não dá 192 então o segundo dígito também é 1 somando 32 a 192 passa de 234 não dá 224 então o terceiro dígito também é 1 somando 16 a 224 passa de 234 passa então o quarto dígito é zero somando 8 a 224 passa de 234 não da 232 então o quinto dígito é 1 somando 4 a 232 passa de 234 passa então o sexto dígito é zero somando 2 a 232 passa de 234 não dá exatamente 234 então o sétimo dígito é 1 já cheguei ao valor desejado então todos os demais dígitos são zero com isso o valor 234 em binário é igual a 11101010 tabela de sufixo o sufiko k kilo que em decimal representa 1.000 vezes em binário representa 2º ou 1.024 assim como eles temos outro valores que devem ser observados na tabela abaixo sufixo kilo k mega m giga g tera t peta p valor decimal 1.000 1.000.000 1.000.000.000 1.000.000.000.000 1.000.000.000.000.000 valor binário 1.024 1.048.576 1.073.741.824 1.099.511.627.776 1.125.899.906.843.624 1.1.3 tabela ascii american standard code for information interchange prof alexandre ponce redes de computadores 2002
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colégio salesiano dom henrique mourão 7 nul soh stx etx eot enq ack bel bs ht lf vt ff cr so si dle dc1 dc2 dc3 dc4 nak syn etb can em sub esc fs gs rs us 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 abcdefghijklmnopqrstuvwxyz abcdefghijklmnopqrstuvwxyz 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 120 121 122 123 124 125 126 127 Ç ü é â ä à å ç ê ë è ï î ì Ä Å É æ Æ ô ö ò û ù ÿ Ö Ü ø £ Ø × á í ó ú ñ Ñ ª º ¿ ® ¬ ½ ¼ ¡ « » ¦ ¦ Á Â À © ¦ ¦ ¢ ¥ 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 ã Ã ¦ ¤ ð Ð Ê Ë È i Í Î Ï ¦ Ì Ó ß Ô Ò Õ Õ µ Þ Þ Ú Û Ù ý Ý ¯ ´ ± ¾ ¶ § ÷ ¸ ° ¨ · ¹ ³ ² 192 193 194 195 196 197 198 199 200 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250 251 252 253 254 255 prof alexandre ponce redes de computadores 2002
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colégio salesiano dom henrique mourão 8 2 sistema operacional 2.1 o que é um sistema operacional s.o por mais complexo que possa parecer um sistema operacional é nada mais que um conjunto de rotinas executadas pelo processador da mesma forma que nossos programas 2.2 o que faz um sistema operacional s.o sua principal função é controlar o funcionamento do computador como um gerente dos vários recursos disponíveis no sistema um sistema de computação possui normalmente diversos componentes como terminais impressoras discos fitas etc quando utilizamos estes dispositivos não nos preocupamos com a maneira como são realizadas esta comunicação e os inúmeros detalhes envolvidos uma operação aparentemente simples como ler um disquete exige um conjunto muito grande de rotinas especificas como por exemplo converter um endereço lógico em físico posicionar a cabeça na trilha correta esperar pelo setor correto passar etc o sistema operacional serve então como uma interface entre o usuário e os recursos do sistema tornando esta comunicação transparente em um sistema multiusuário onde vários usuários podem estar compartilhando recursos tais como disco ou memória é necessário que todos tenham chance de ter acesso a esses recursos de forma que um usuário não interfira no trabalho do outro o sistema operacional é responsável por permitir o acesso concorrente a esses recursos de forma organizada e protegida dando ao usuário a impressão de ser o único a utilizá-los algumas definições de so · É uma máquina virtual que faz com que a interface dos programas com o hardware sejam mais simples · É a porção de software que roda no modo kernel ou modo supervisor com o objetivo de proteger o hardware da ação direta dos demais softwares · a função do sistema operacional é apresentar ao usuário uma máquina estendida ou uma máquina virtual equivalente ao hardware porém muito mais simples de programar por exemplo usar um comando de leitura de arquivos do disco tipo read file é conceitualmente muito mais simples do que se preocupar com coisas como o movimento das cabeças de leitura ou a velocidade dos discos do hd embora para fazer uma leitura alguém tem que se preocupar com isto que seja então o sistema operacional ao invés do programador de aplicativos · É um programa que controla todos os recursos do computador e fornece a base sobre a qual os programas aplicativos são escritos · a função do sistema operacional é gerenciar os usuários de cada um dos recursos da máquina destas definições vemos que os so podem ser apresentados como · uma máquina virtual · um gerente de recursos prof alexandre ponce redes de computadores 2002
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colégio salesiano dom henrique mourão 2.3 tipos de s.o 2.3.1 monotarefa este tipo de so permite que apenas um aplicativo seja executado de cada vez 9 os sistemas monoprogramáveis ou monotarefa se caracterizam por permitir que o processador a memória e os periféricos fiquem dedicados a um único usuário nesses sistemas enquanto o programa aguarda por um evento como a digitação de um dado o processador ficará ocioso sem realizar qualquer tarefa útil a memória é subutilizada caso o programa não a preencha totalmente e os periféricos estão dedicados a um único usuário são de simples implementação não tendo muita preocupação com problemas de proteção pois só existe um usuário utilizando-o 2.3.2 multitarefa podem executar várias tarefas ao mesmo tempo ex imprimir um documento e fazer uma compilação os sistemas multiprogramáveis ou multitarefa são muito mais complexos e eficientes do que os sistemas monotarefas nesses sistemas vários usuários dividem os mesmos recursos como memória discos impressoras etc desta forma é possível aumentar a utilização do sistema diminuindo assim o custo total máquina/homem num sistema multitarefa enquanto um programa espera por uma operação de leitura ou escrita no disco outros programas podem estar sendo processados no mesmo intervalo de tempo desta forma a cpu estará sempre fazendo trabalho útil e teremos uma maior utilização da memória nos sistemas multitarefa os programas não rodam paralelamente na realidade eles rodam seqüencialmente um após o outro a cada programa é dada uma fatia de tempo timeslice na qual ele executa uma parte no fim deste tempo o sistema operacional suspende a execução deste programa e dá uma fatia de tempo a um outro programa esta fatia de tempo é muito pequena de forma que a impressão que se tem é que todos os programas estão rodando ao mesmo tempo 2.3.3 multiusuário permite que mais de um usuário trabalhe ao mesmo tempo usando os recursos de um computador sistemas de tempo compartilhado permitem a interação dos usuários com o sistema basicamente através de terminais de vídeo e teclado interação online dessa forma o usuário pode interagir em cada fase do desenvolvimento de suas aplicações e se preciso modificá-las imediatamente prof alexandre ponce redes de computadores 2002
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colégio salesiano dom henrique mourão 10 para cada usuário o sistema operacional aloca uma fatia de tempo do processador nesses sistemas não só o processador é compartilhado mas também a memória e os periféricos o sistema cria para cada usuário um ambiente de trabalho próprio dando a impressão de que todo o sistema está dedicado exclusivamente a ele programas batch ou em lote caracterizam-se por terem seus programas armazenados em disco ou fita onde esperam para ser executados seqüencialmente quando um programa é iniciado ele tem a posse total do sistema ate que sua execução termine quando um programa termina um outro programa também chamado job é colocado em execução imediatamente · os programas que são executados em batch não precisam de interação com o usuário eles lêem e gravam seus dados de discos ou fitas sistemas de tempo real são bem semelhantes em implementação aos sistemas de tempo compartilhado a maior diferença é o tempo de resposta exigido na execução das tarefas enquanto em sistemas de tempo compartilhado o tempo de resposta pode variar sem comprometer as aplicações em execução nos sistemas de tempo real os tempos de resposta devem estar dentro de limites rígidos que devem ser obedecidos caso contrário poderão ocorrer problemas irreparáveis um programa executa o tempo que for necessário ou ate que apareça outro prioritário em função de sua importância no sistema esta importância ou prioridade de execução é controlada pela própria aplicação e não pelo sistema operacional esses sistemas são normalmente usado em controle de processos como no monitoramento de refinarias de petróleo controle de tráfego aéreo usinas nucleares etc prof alexandre ponce redes de computadores 2002
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colégio salesiano dom henrique mourão 11 3 microsoft disk operating system ms-dos 3.1 inicializando o ms-dos quando o ms-dos está pronto para receber um comando ou executar um programa ele exibe um prompt na tela c e aguarda até que você lhe diga o que fazer um prompt é simplesmente um sinal que indica que um programa neste caso o ms-dos está aguardando que você digite algo 3.2 caracterÍsticas o ms-dos é um sistema operacional que se caracteriza por ser monousuário e monotarefa a comunicação do usuário com o ms-dos ocorre de dois modos o modo interativo e o modo batch a modo interativo propriedade de executar um comando no instante em que foi digitado através do prompt que é um sinal que indica que o dos está pronto para executar seus comandos b modo batch também chamado de comandos em lote ou seja uma seqüência de comandos que serão executados na ordem em que aparecem os comandos desejados devem ser colocados em ordem seqüencial em um arquivo que pode ser criado por um processador de textos o prompt do ms-dos geralmente a b ou c avisa que o dos esta pronto para receber um comando do usuário para se executar um comando simplesmente digita-se seu nome no teclado e a seguir pressiona-se a tecla return ou enter após você dizer ao dos o nome do comando o sistema operacional tem de encontrar o respectivo programa prof alexandre ponce redes de computadores 2002
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colégio salesiano dom henrique mourão 12 3.3 diretÓrios e arquivos 3.3.1 diretórios porção lógica de espaço em disco associada a um nome um usuário pode criar um diretório e dar um nome a ele um diretório pode possuir vários subdiretórios que por sua vez podem possuir também vários subdiretórios formando desta forma o que chamamos de estrutura hierárquica de diretórios estes diretórios podem conter também arquivos programas aplicativos utilitários conjunto de dados a finalidade de se usar diretórios reside na necessidade de se organizar o disco de modo a separar os arquivos de acordo com interesses específicos 3.3.2 arquivos os nomes de arquivos podem ter no máximo oito caracteres e uma extensão com no máximo 3 caracteres sendo que esta é opcional e separada do nome por um ponto e válida para o nome e extensão qualquer letra do alfabeto minúscula ou maiúscula e dígitos numéricos os caracteres não podem ser utilizados pois o ms-dos os utiliza para outros propósitos não pode haver também espaços em branco existem algumas extensões pré-definidas devendo-se evitar o seu uso p outras funções que não as especificadas abaixo extensão .bak .dat .doc .txt .bat .exe finalidade do arquivo arquivo de backup arquivo de dados arquivo documento arquivo texto arquivo texto arquivo temporário inútil lixo arquivo de comandos em lote batch programa executável para os nomes de diretórios são válidas as mesmas regras citadas acima sendo que geralmente a extensão não é usada prof alexandre ponce redes de computadores 2002
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colégio salesiano dom henrique mourão 13 3.4 referÊncia de arquivos utilizada quando se deseja fazer referência a um grupo de arquivos que possuem nomes semelhantes para tanto se utiliza o e a sendo que o primeiro é utilizado para substituir uma cadeia de caracteres e o segundo apenas um caracter exemplos analise.dat alcool.doc carta.txt dollar.txt kc.txt ka.txt kb.doc ka.doc é tratado como e faz referência a todos os arquivos txt referencia todos os arquivos c extensão .txt não importando o nome a referencia todos os arquivos que começam com a e tem qualquer extensão não importando as outras letras após o a ll faz referência ao arquivo dollar.txt pois é o único que possui dois l após os 2 primeiros caracteres k txt referencia todos os arquivos que começam c k e cuja extensão é .txt kc.txt ka.txt 3.5 prompt do sistema o c ou a se o boot tiver sido feito via disquete é chamado prompt do sistema pois o sistema esta pronto para receber nossos comandos neste ponto o dos esta no nível de comando o prompt do sistema tem também a finalidade de identificar o drive corrente pois o dos identifica seus drives com uma letra geralmente as letras mais usadas são aebp drives de disquete c para o disco rígido e d para o cd-rom mas as letras podem variar de acordo com a configuração da maquina 3.6 mudanÇa de unidade de disco para mudarmos o drive corrente basta digitarmos junto ao prompt do sistema a letra relacionada ao drive para o qual desejamos mudar sequida do sinal de dois pontos exemplo a b b c c g g a prof alexandre ponce redes de computadores 2002
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colégio salesiano dom henrique mourão 14 3.7 comandos 3.7.1 cls comando utilizado para se limpar a tela sintaxe a cls ou c cls 3.7.2 time comando utilizado para se verificar a hora do sistema e configurar a nova hora do mesmo suas informações são utilizadas para alterar o diretório sempre que criamos ou alteramos um arquivo sintaxe time hh:mm:ss:cs a/p am/pm ex time 10:30 a time 10:30 p time 22:30 3.7.3 date comando utilizado para se exibir a data do sistema e configurar a mesma sintaxe date mm-dd-aa o dia mes e ano podem ser separados por ou ex c date c date 06/03/93 3.7.4 ver utilizado para exibir a versão do ms-dos sintaxe ver ex c ver ms-dos 6.22 3.7.5 type utilizado para se exibir o conteúdo de um arquivo tipo texto sintaxe type [unidade caminho nome arquivo ex c type arq1.txt c type a:arq2.txt |more d type b:arq3.doc obs more permite a paginação na tela
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