Jornal Empresários

 

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Edição Abril/2011

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polÍtica pÁgina 8 indÚstria pÁgina 19 deputados derrubam projeto que impedia a venda do banestes elkem ganha prêmio nacional ernesto mosaner júnior diretor da empresa e fernanda nascimento silva do rh receberam a homenagem em são paulo ano xii nº 136 www.jornalempresarios.com.br abril de 2011 fotos bruno de menezes ainfraerogas to u r 1 3 5 mil hõ e s na re g ular iz aç ão do nív eldote rr e no eemo ut r as o br as de t e rr aple n age m acredite se quiser depois de concluída em 2014 a ampliação do aeroporto estará defasada em um período de seis anos pÁgina 16 vitÓria pÁgina 13 economia pÁgina 15 crise na serra pÁgina 6 coser quita débitos com empreiteiras o prefeito joão coser pagou 90 da dívida segundo informações do sindicato da indústria da construção pesada no espírito santo sindicopes micro cria 1/3 dos empregos o superintendente do sebrae/es josé eugênio vieira comemora mais um resultado positivo vidigal mostra a saída e aponta os responsáveis o prefeito sérgio vidigal credita as atuais dificuldades ao elevado endividamento da gestão anterior do município e à redução do volume de tributos.

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2 abril de 2011 vitÓria/es 11 anos carlos amorim polÍtica econÔmica antonio delfim netto contatodelfimnetto@terra.com.br tristeza encomendada uma coisa absolutamente natural que fazenda e banco central estejam de acordo na condução da política monetária desde a confirmação de guido mantega no ministério dilma e a escolha de alexandre tombini para presidir o banco alguns analistas que trabalham no mercado financeiro ficam tristes com este fato e chegam a estranhar a ausência de desencontros como aqueles que caracterizaram o período precedente quando o copom conseguiu sustentar altas taxas de juro por períodos excessivamente longos a despeito da oposição mal disfarçada do ministro da fazenda não deve haver subordinação do banco central à autoridade fazendária mas sim uma cooperação inteligente para a execução da política fiscal de responsabilidade do ministério e a política monetária que é conduzida pelo banco depende do nível de coordenação entre as duas entidades o maior ou menor sucesso no cumprimento das metas de crescimento econômico mantendo-se o controle da inflação permitindo eventual correção no câmbio e demais setores sensíveis a estranheza manifestada pelo setor financeiro apenas insinua que essa maior coordenação vai comprometer a autonomia do banco central o que obviamente é pura armação tupiniquim basta olhar o mundo e constatar que as duas instituições trabalham normalmente na mesma direção não se imagina o presidente do federal reserve contestando pelo menos publicamente as diretrizes da secretaria do tesouro americano com quem tem que trabalhar unido para poder realizar a sua missão mais importante que é garantir a solidez do sistema bancário o nosso banco central tem feito com bastante sucesso esta primeira parte mantendo o sistema bancário hígido como É editorial vergonha e descaso epois de vários anos de atraso o brasil passou a viver a partir da última década uma fase expressiva de crescimento econômico com profundas alterações na linha da pobreza que fica menor a cada dia no entanto restam graves problemas estruturais a serem solucionados provavelmente o maior esteja no setor de transportes principalmente quando se aproximam dois grandes eventos que projetarão o nome do país para todo o planeta a copa do mundo em 2014 e as olimpíadas de 2016 É importante ressaltar que mesmo na ausência desses dois grandes eventos o brasil precisaria investir muitos bilhões de reais apenas para atender ao atual ritmo de crescimento da economia e dos investimentos esse é o caso do aeroporto de vitória maior exemplo do descompasso entre o poder público grandes empreiteiros e subempreiteiros sempre em busca de lucros maiores a experiência brasileira recente demonstra que obras de infraestrutura em aeroportos demandam alguns anos entre a etapa de projeto e a sua con d clusão o aeroporto de vitória é um exemplo significativo que demonstra descaso e até mesmo irresponsabilidade as obras foram iniciadas em fevereiro de 2005 e interrompidas em junho de 2008 quando o tribunal de contas da união tcu constatou irregularidades no final de 2009 a infraero rescindiu o contrato com o consórcio de empreiteiras responsável pelas obras enquanto não se resolvem as denúncias comprovadas de superfaturamento e outros problemas técnicos o aeroporto de vitória cuja capacidade é de até 560 mil passageiros por ano continua operando com 2,6 milhões cinco vezes mais do previsto segundo dados de 2010 mais grave é que o plano de investimentos já está defasado pois prevê o aumento da capacidade operacional em condições satisfatórias até 2020 com a estimativa de cinco milhões de passageiros por ano entende-se que os gastos de quase meio bilhão de reais serão suficientes apenas para gerar comodidade por um curto período de seis anos até mesmo uma medida pa liativa visando ampliar o espaço do terminal de passageiros sofreu com o descaso as obras foram paralisadas e o chamado puxadinho só vai estar pronto caso não haja um novo empecilho daqui a cinco meses a infraero anuncia que ainda neste ano algumas das obras estarão concluídas e que a partir daí não haverá mais atrasos no entanto é preciso considerar o andamento dos processos judiciais que provocaram paralisação das obras por três vezes o poder público poderia estabelecer procedimentos diferenciados em relação às obras de infraestrutura nos aeroportos a fim de diminuir a demora na execução das diferentes etapas desse tipo de investimento espera-se que os prazos das obras no aeroporto de vitória possam ser cumpridos e que novas medidas sejam tomadas para que o estado ofereça serviços de transporte aéreo de qualidade com mais respeito ao usuário que hoje é obrigado a enfrentar problemas como espaços reduzidos e calorentos e falta de estacionamento de veículos entre outros se viu durante a crise financeira mundial de 2007/2009 a segunda missão é controlar a inflação mantendo-a nos limites da meta estabelecida pelo governo esse momento de crescimento de tensões políticas e enfrentamento militar em regiões sensíveis como o mediterrâneo ainda no rescaldo da maior crise financeira desde o término da segunda grande guerra o combate às tensões inflacionárias se tornou muito mais difícil e complicado para o brasil isso acontece não apenas em razão de pressões externas mas pela própria mudança de estrutura da demanda em nosso mercado interno produzida pelo sucesso da política de redistribuição de renda no governo lula houve uma mudança profunda com a ascenção dos grupos de menor renda que afetou a estrutura da demanda de bens e principalmente serviços que não podem ser importados trata-se na realidade de uma benção pois representa a melhoria do bem estar da sociedade brasileira o combate à inflação tem o aspecto doméstico uma frente onde é preciso controlar a demanda global interna e nisso o ministério da fazenda exerce o papel mais importante ao reduzir os gastos do governo e tem o problema de enfrentar as tensões externas com o aumento dos preços das matérias-primas tais como os alimentos e os minerais que exportamos É necessário paciência pois não é fácil eliminar atritos e trabalhar coordenadamente de forma a evitar o recurso fácil de aumentar a taxa de juros como vinha sendo feito elevando extraordinariamente os custos sociais do desenvolvimento antonio delfim netto é professor emérito da fea-usp ex-ministro da fazenda agricultura e planejamento É publicado por nova editora empresa jornalística do espírito santo ltda me insc municipal 1159747 cnpj 09.164.960/0001-61 endereço rua ferreira coelho 330 sala 613 edifício eldorado center praia do suá vitória espírito santo cep 29052-901 diretor e jornalista responsável marcelo luiz rossoni faria rossoni@jornalempresarios.com.br diagramação márcio carreiro fernandes redacao@jornalempresarios.com.br representante df go e to bueno comunicação ltda francisco bueno fbueno@buenocomunicacaodf.com.br srtvs qd 701 bloco o sala 658 asa sul brasília-df cep 70.340-000 telefone 61 3223-6999 colaboradores antonio delfim netto jane mary de abreu primeira via giovanna giovannotti e-mail jornal@jornalempresarios.com.br site www.jornalempresarios.com.br telefone 27 3224-5198 impressão gráfica jep 3198-1900 editor roberto junquilho editor@jornalempresarios.com.br repórter fotográfico bruno de menezes brunodemenezes.foto@gmail.com as opiniões em artigos assinados não refletem necessariamente o posicionamento do jornal.

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4 abril de 2011 vitÓria/es 11 anos informÁtica a ti virtual reduz o consumo de energia tecnologia da informação virtual com os novos avanços as empresas podem diminuir o número de máquinas sem prejuízo das ações de gerenciamento ue tal utilizar várias máquinas que não se encontram em seu ambiente de trabalho usando apenas um computador parece impossível mas é real a era da virtualização chegou ao espírito santo e já está sendo uma prática comum em várias empresas pequenas e grandes como forma de reduzir o tempo e o custo de gerenciamento a brasp especializada em tecnologia da informação ti acaba de lançar o brasp briefing center bbc em parceria com o fabricante de computadores dell ali os clientes terão a oportunidade de testar e comprovar o funcionamento adequado de novas tecnologias e equipamentos cria-se um ambiente virtual chamado de nuvem que simula o ambiente real possibilitando a utilização de diversos sistemas sem a necessidade de acesso físico à máquina na qual estão hospedados explica o sócio-diretor comercial da empresa marcus brum a brasp nasceu no espírito santo em 1994 e oferece consultoria e implementação de projetos a empresas que vêem as novas tecnologias como canal para atingir maior produtividade e competitividade no merca q a empresa brasp rua eurico de aguiar 888/502 santa lúcia vitória-es telefones 27 2122-2700 site www.brasp.com.br endereÇo do a empresa ampliou seu raio de ação e hoje atende clientes de minas gerais e rio de janeiro prestando consultoria infraestrutura serviços e capacitação seus diretores são marcus brum jairo zucolotto jefferson monjardim e guilherme curcio a substituição dos computadores físicos por virtuais segundo os diretores da empresa geram uma economia de até 80 nos gastos com infraestrutura no sistema mais tradicional tem de ser consideradas as despesas com equipamentos conexões de rede espaço físico e mão-deobra para gerenciar no máximo 10 servidores a ti virtual possibilita o gerenciamento de 30 a 40 servidores com a infraestrutura reduzida com influência direta nos custos afirma marcus brum a redução nos custos principalmente com energia é muito grande imagine um ambiente com vários computadores e cada um com duas ou duas fontes pense ainda nos gastos com refrigeração agora imagine todos esses equipamentos dentro de uma única máquina diz marcus guilherme curcio também sócio da empresa dá mais detalhes sobre o funcionamento da ti virtual em apenas uma tela o administrador do sistema pode ter acesso a todos os serviços da empresa efetuar troca de equipamentos tomar decisões e uma série de outras ações sem qualquer risco segundo ele a virtua lização é uma tendência forte em todo o mundo principalmente por criar condições para negócios com sustentabilidade guilherme curcio um dos diretores da empresa mostra o armazenamento de dados em reduzido espaço físico no mesmo espaço várias máquinas podem funcionar sem prejuízo dos outros segmentos

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6 abril de 2011 vitÓria/es 11 anos administraÇÃo prefeito da serra abre o jogo vidigal aponta saída para a crise a redução do recolhimento de impostos e o grande endividamento deixado pela gestão anterior são as razões das dificuldades nico político do espírito santo a alcançar 94 de aprovação popular o prefeito da serra sérgio vidigal está diante de um novo desafio equilibrar as finanças do município que apesar da crise ainda é o que mais investe em saúde e educação em todo estado com a segurança de quem comandou o maior programa de saneamento financeiro em 1997 quando a cidade estava completamente falida o médico sérgio vidigal tem a receita para vencer a crise atual reescalonamento da dívida e trabalho contínuo o prefeito garante que em 10 meses coloca novamente a casa em ordem sérgio vidigal que foi reconduzido ao cargo em 2008 por expressiva votação pede paciência à população da sua cidade quando eu assumi o meu primeiro mandato as dívidas correspondiam a 40 da receita hoje elas correspondem a apenas 1,6 da receita a população da serra pode ficar tranquila a dívida está absolutamente sob controle nós já enfrentamos situação pior do que esta e mais uma vez vamos vencer as dificuldades nesta entrevista o médico sérgio vidigal faz um diagnóstico da crise que se abateu sobre o município e traça metas para os próximos dois anos jornal empresÁrios prefeito o que aconteceu e por que aconteceu sÉrgio vidigal ­ algumas pessoas estão tentando criar a falsa imagem de que eleição de 2010 foi a origem do desequilíbrio fiscais da serra isso não é verdade as dificuldades financeiras de hoje foram criadas com as medidas tomadas até 2008 pela administração anterior e só se revelou em 2009 ano em que iniciei o terceiro mandato à frente da administração municipal em 2009 enquanto a despesa do município aumentou de 3,4 a receita corrente encolheu 4,3 em termos reais o que resultou num déficit orçamentário de r 34,8 milhões correspondentes a 5,4 da receita como isso aconteceu no final de 2008 a administração que terminava seu mandato incorporou aos salários do magistério o abono salarial a despesa foi feita em 2008 para ser paga em 2009 ao mesmo tempo minha administração se viu na obrigação de contratar novos servidores para colocar em opera Ú diogo dassie com relação à saúde os especialistas econômicos demonstram aquilo que eu venho dizendo desde o início da gestão as cidades com mais de 50 mil habitantes exceto vitória gastaram em média 4,4 a mais que em 2008 o destaque desse grupo foi a serra que elevou sua despesa em 17,5 enquanto os outros municípios do estado investiram uma média de 5 realizamos um aporte adicional de r 16,1 milhões ­ o maior aumento monetário entre todos os municípios do estado nós estamos economizando equilibrando as finanças do município mas ao mesmo tempo mantendo os investimentos nas áreas essenciais que são a saúde e a educação isso poucos gestores públicos conseguem isso em tão pouco tempo alguns setores se aproveitam abertamente da situação para a exploração política onde o senhor busca força para enfrentar esta situação essa força vem da minha fé essa ninguém conseguirá destruir quanto mais intenso é o sofrimento mais eu me refugio em deus a minha história de vida sempre foi uma história de superação ­ nada caiu pronto no meu colo eu tive que pavimentar cada trecho da minha estrada portanto nenhuma dificuldade por maior que seja consegue me paralisar tenho trabalhado normalmente inclusive nos finais de semana crise para mim tem o mesmo significado que tem para os chineses significa oportunidade oportunidade de fazer melhor o senhor é o único político que alcançou 94 de aprovação popular isso pode ter provocado a ira dos opositores o mundo da política às vezes é muito sombrio muito perverso mas eu prefiro acreditar que este é apenas mais um teste de fogo para mim dizem os pescadores que mares revoltos é que fazem bons marinheiros são as crises que desenvolvem o talento de um administrador É na crise que realmente se conhece a competência de um gestor público meu jeito de viver é este ­ gosto de olhar só o lado bom das coisas na política há os que disputam e vivem para destruir mas há também os que colaboraram e se dedicam a construir eu me coloco no segundo time acho que todo recomeço é uma bênção uma nova oportunidade para fazer ainda melhor o prefeito sérgio vidigal foi o único no espírito santo a alcançar 94 de aprovação popular ção as novas unidades escolares e de saúde construídas no ano anterior e que passaram a operar em 2009 tudo isso fez com que a folha de pagamento aumentasse em 22 em termos reais uma despesa extra não prevista desequilibra qualquer orçamento acontece assim na casa da gente acontece assim também numa prefeitura quais outros fatores contribuíram para o desequilíbrio fiscal a exemplo do presidente lula que com a sua política de investimentos tirou o país da crise fizemos a opção de manter em níveis elevados a taxa de investimento municipal pois também julguei ser imprescindível a aplicação de recursos na infra-estrutura municipal para dar sustentação ao crescimento da economia da cidade com isso a arrecadação voltaria a crescer como estamos constatando agora tal opção nos parecia viável naquele momento pois tínhamos a percepção de que a crise financeira internacional iria reduzir a taxa de crescimento das receitas municipais mas a redução foi ainda mais severa do que esperávamos e promoveu uma queda sem precedentes nas fontes de recursos do município em 2009 o senhor fez uma contenção de gastos foi uma medida preventiva para evitar o pior sim já em 2009 adotamos um conjunto de medidas para sanear as finanças do município que se fizeram sentir ano seguinte mas não houve a gritaria que assistimos a partir do segundo semestre de 2010 porque não era ano de eleição em 2010 a serra promoveu o maior superávit de sua historia economizando recursos da ordem de r 48,1 milhões enquanto a receita corrente cresceu 3,8 promovemos uma forte contenção de gastos da ordem de 7,3 mas preservando o nível de investimento a insuficiência financeira de curto prazo do município que era de r 36,6 milhões em 2009 caiu para aproximadamente 10,5 milhões em 2010 em valores ainda preliminares ou seja o endividamento de curto prazo da serra corresponde atualmente a apenas 1,6 de receita corrente municipal o senhor já enfrentou situação mais difícil que esta desde que chegou à prefeitura da serra evidentemente que sim em 1997 quando eu iniciei o meu primeiro mandato na serra a situação era infinitamente mais difícil o município tinha 5 folhas de pagamento atrasadas as greves pipocavam por toda parte os marajás ocupavam altos cargos na administração pública e o crime organizado ditava leis na cidade quem não se lembra disso as dívidas acumuladas do município correspondiam a 40 da receita era uma situação insustentável muitos achavam que eu jamais iria erguer a cidade hoje a situação é muito diferente as dívidas correspondem a apenas 1,6 da nossa receita são dívidas pagáveis e que estão absolutamente sob controle repactua mos os prazos com os fornecedores e até o final do presente exercício já teremos equacionado o desequilíbrio fiscal as revistas especializadas em economia apontam que apesar da crise a serra foi o município que mais injetou dinheiro na economia municipal para fazer frente à crise e também foi o que mais investiu no social bateu recordes de investimentos tanto na saúde como na educação como isso foi possível a nossa estratégia econômica foi injetar recursos na economia da serra para compensar a falta de dinheiro e investimentos provocados pela crise econômica tivemos a mesma atitude do presidente lula que salvou a economia brasileira dentro dessa estratégia priorizamos os investimentos sociais pois são serviços essenciais que não podem parar de jeito nenhum É num momento de crise que se comprova a competência técnica de um gestor público conter gastos equilibrar as finanças e manter o nível de investimento é tarefa que requer muita experiência e com relação à saúde e educação a serra é mesmo o maior investidor nessas áreas essenciais sim a revista dos municípios de 2010 mostra para a população um resultado animador a serra foi o município que mais aumentou os gastos em educação em termos absolutos com recursos adicionais aplicados na área de r 21,1 milhões em 2009 com crescimento relativo de 11,7

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8 abril de 2011 vitÓria/es 11 anos polÍtica a aÇÃo para a derrubada da pec que impedia a federalizaÇÃo do banco foi iniciativa do lÍder do governo na assembleia deputado marcelo coelho deputado não desiste do banestes gilsinho lopes disse que ficou surpreso com a derrubada da proposta mas que pretende manter a sua posição movimentação para impedir a federalização do banco do estado do espírito santo banestes não vai parar o deputado gilsinho lopes que teve a proposta de emenda constitucional pec engavetada disse que continua trabalhando com essa finalidade mas que somente no próximo ano é que poderá apresentar um novo projeto ele conversou com o governador renato casagrande e afirmou que ele garantiu o cumprimento de compromisso assinado quando ainda era candidato ao governo do estado esse documento registrado em cartório foi publicado na edição de março do jornal empresários a venda do banestes para o banco do brasil começou a ganhar força este ano principalmente depois da divulgação do balanço do ano passado quando a instituição financeira apresentou lucro líquido de r 167 milhões além disso houve a ampliação da carteira de crédito e e grande recuperação de ativos financeiros leia a entrevista do deputado a este jornal jornal empresÁrios foi uma surpresa para o senhor o engavetamento da pec deputado gilsinho lopes sim considerando que além da minha pessoa 19 outros haviam assinado e não me comunicaram em momento algum que iriam retirar os seus nomes para que a pec não tramitasse registro que a pec já estava com parecer da procuradoria da assembleia favorável à sua constitucionalidade e ia ser votada na comissão de justiça fomos surpreendidos com o ofício 146/2011 do expediente or a dinário que pedia a desistência e impossibilitava o prosseguimento da pec pois o regimento interno da assembleia prevê que se mais da metade dos subscritores desistirem a pec será arquivada o governo do estado é considerado o articulador para derrubar a pec o senhor já conversou com o governador renato casagrande sobre o assunto sim conversei o governador mostrou preocupação com a portabilidade que afirma virá em 2012 a possibilidade do servidor escolher em qual banco deseja seja depositado seu pagamento e informou que irá manter o banco público pois não possui a pretensão de vendê-lo ao contrário disse o governador que pretende fortalecer o banestes quando apresentamos a promessa de campanha do governador assinada pelo mesmo onde prometia encaminhar a pec à assembléia no começo do seu governo o senhor acredita que a pec estava de alguma forma engessando governo não pois durante três anos consecutivos o banestes dá lucro está abrindo novas linhas de crédito para expansão da captação de clientes e criação de novas agências fato relatado pelo próprio presidente do banco e pelo governador do estado entendemos que a pec daria ainda mais segurança ao investidor aquele que deposita no banestes pois teria assegurada a cobertura pelo tesouro estadual de 20 deputados 12 retiraram suas assinaturas da pec existe alguma forma de reverter a situação bruno de menezes o deputado gilsinho lopes espera que casagrande cumpra compromisso de campanha a pec 1/2011 que foi o primeiro projeto desta legislatura não pode ser desarquivada mas podemos reapresentá-la para reapresentarmos ainda este ano seriam necessárias mais de 15 assinaturas para reapresentarmos no ano que vem são necessárias 10 assinaturas a aprovação da pec necessita de 3/5 dos votos da assembleia após aprovação nas comissões de justiça e cidadania e de finanças o senhor ainda lutará para que o banestes seja público e estadual sim todos os municípios dependem do governo do estado em contrapartidas desta forma é evidente que se houver intercessão do governador todas as carteiras serão mantidas evitando a evasão de receitas acabando com as dúvidas que afetam os deputados na hora em que desistiriam da pec continuarei lutando pelo banestes público e estadual pela manutenção das folhas de pagamento no banco e pela reapresentação da pec farei isso acreditando nos profissionais capacitados e comprometidos com a coisa pública que são os servidores do nosso banco tais servidores demonstraram aos investidores uma margem alta de confiança e nos dão força para lutar e acreditar que mudaremos o pensamento dos outros colegas deputados fazendo prevalecer a manutenção do nível de empregos plebiscito a proposta apresentada pelo deputado estadual gilsinho lopes restabelecia os artigos da constituição estadual que garantem que o banco do estado do espírito santo banestes permaneça público e o tesouro estadual garanta os depósitos realizados na instituição o deputado propôs ainda que a venda do banestes somente poderá acontecer se houver autorização popular através de um plebiscito.

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12 abril de 2011 vitÓria/es 11 anos energia projeto piloto para reduzir poluiÇÃo escelsa diz ter projeto para veículos elétricos o balanço do exercício de 2010 revela rede de abastecimento no espírito santo e em são paulo além da doação de 90 bicicletas elétricas para o patrulhamento por agentes públicos nos dois estados edp energias do brasil controladora da escelsa saiu na frente e bem antes de os carros movidos a eletricidades estarem no mercado lança rede de abastecimento elétrico de veículos com 20 locais de recarga pelo menos isso é o que está no relatório de administração da empresa assinado por seu diretor-presidente antônio pita de abreu que abre as demonstrações financeiras referentes a 2010 a informação sem qualquer chance de confirmação foi publicada na edição do jornal brasil econômico editado em são paulo que circulou no dia 3 de março deste ano depois de citar a poluição causada pelos meios de transporte movidos a derivados de petróleo um dos maiores contribuintes para o aquecimento global o texto diz o seguinte com essa convicção lançamos a primeira rede de abastecimento elétrico de veículos nos estados do espírito santo e de são paulo onde se situam as nossas áreas para distribuição de eletricidade instalamos já 20 postos de recarga e complementarmente fizemos a doação de 90 bicicletas elétricas para patrulhamento por agentes pú projeto passa por reavaliação a escelsa doou 20 bicicletas elétricas à polícia militar do espírito santo no ano passado e inaugurou postos de recarga em camburi praia do canto e jardim da penha em vitória e mais seis pontos em vila velha guarapari e serra no entanto de acordo com a assessoria da empresa o projeto não está em funcionamento passando atualmente por um avaliação a assessoria de comunicação social da polícia militar do espírito santo informou que as bicicletas foram recolhidas confirmando informação da doadora de que o projeto está parado um dos pontos negativos seria o tempo gasto na recarga dos veículos que é de seis horas o jornal da tarde de são paulo edição de 31 de março deste ano divulgou em seu site que o consumo de uma bicicleta segundo a edp equivale ao gasto de uma lâmpada incandescente de 100 watts a texto extraído do relatório da administração referente às demonstrações financeiras do exercício de 2010 da edp energias do brasil s a publicado na edição do dia 3 de março de 2011 do jornal brasil econômico de são paulo blicos nos dois estados o jornal empresários de posse da informação contida no balanço financeiro da empresa distribuidora de energia tentou levantar detalhes dessa rede de postos de recarga para veículos elétricos considerando a importância da notícia por meio de sua assessoria de imprensa a empresa afirmou por e-mail o projeto das bicicletas elétricas está em fase de avaliação e não temos dados consolidados de acordo com a assessoria o projeto passa por reformulação tarifa é uma das mais caras do mundo os custos da energia praticamente dobraram nos últimos seis anos e hoje o brasil tem a terceira tarifa mais cara do mundo isso inibe investimentos e se nada for feito nos próximos dez anos haverá um aumento de mais de 20 no custo da energia industrial a desoneração tributária e de encargos das tarifas de energia é a principal proposta do estudo efeitos do preço da energia no desenvolvimento econômico ­ cenários até 2020 feito pela fundação getúlio vargas fgv em parceria com a abrace de acordo com o coordenador do projeto energia competitiva da fgv fernando garcia com a desoneração das tarifas o brasil pode crescer mais e acrescentar r 695 bilhões ao pib até 2020 isso representa economia do tamanho da África do sul e três vezes a do chile informou garcia segundo ele o custo de energia no brasil cresceu mais rápido do que no resto do mundo e isso trouxe graves consequências à balança comercial de exportador de alguns produtos como material de construção passamos a ser importadores e hoje acumulamos um déficit de us 3 bilhões para conviver com uma taxa de câmbio valorizada precisamos tomar outras providências para reduzir os custos e aumentar a competitividade

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11 anos obras prefeitura de vitÓria recupera finanÇas vitÓria/es abril de 2011 13 coser quita 90 da dívida em reunião realizada entre o prefeito e diretores do sindicado da construção pesada foi feito o acerto das contas atrasadas sindicato da indústria da construção pesada sindicopes presidido pelo empresário vilmar barroso filho afirmou que a prefeitura de vitória já quitou 90 do débito que tinha com os empreiteiros uma reunião foi realizada este mês com as empresas da construção civil e coser para tratar dos pagamentos em atraso em nota oficial o sindicopes diz que mesmo com o ajuste de prazos a prefeitura de vitória superou as expectativas dos empresários e antecipou o pagamento das dívidas não foi divulgado o quanto representa o valor quitado com as empreiteiras em relação ao valor total da dívida da prefeitura calculada oficialmente em r 35 milhões em 30 de março o prefeito anunciou que havia quitado 65 do total da dívida do executivo na ocasião ele evitou estipular o prazos para encerrar a dívida mas afirmou que estava se esforçando para zerar o que falta o restante da dívida será acertado conforme os valores gerados na contenção de despesas no início deste ano o prefeito joão coser anunciou uma serie de medidas de contenção de gastos sem prejudicar a máquina pública em entrevista exclusiva ao jornal empresários ele responsabilizou a redução do volume de impostos do sistema fundap entre outros empecilhos para a adoção de ações de restrição de gastos entre 2009 e 2010 a arrecadação sofreu uma queda de quase r 50 milhões e foi prejudicada principalmente pela redução das atividades portuárias e comércio exterior com a crise financeira internacional o acerto dos contratos que tinha com empresas do setor da construção civil gerou uma fotos arquivo/je wilmar barroso filho presidente do sindicato da construção pesada o prefeito joão coser se alegra com a não paralisação das obras expectativa positiva principalmente pelo compromisso de que até o final de maio o débito seja praticamente zerado essas empresas são responsáveis pela obras em andamento na capital segundo o prefeito a dívida foi se acumulando porque ao invés de paralisar as obras que estavam em andamento a prefeitura decidiu continuá-las mesmo com queda na arrecadação vitória é uma cidade que tem gran de capacidade para investimentos e não pode esperar recursos federal e estadual para realizar suas obras disse nossa meta era investir r 300 milhões e só investimos r 200 milhões as obras que já tínhamos começado era preciso continuar não podia deixar pela metade e todas elas devem ser concluídas em 2011 É uma dívida que representa 3,5 do orçamento o ideal é não ter mas isso é comum é só fazer um planejamento para quitá-la evitando iniciar outras obras e reduzir os gastos com custeio afirmou as grandes obras que o prefeito se refere são as realizadas na avenida fernando ferrari praça do papa ponte da passagem tancredão e ampliação das galerias pluviais o prfefeito se alegra ao afirmar vitória por exemplo é uma cidade que não alaga mais .

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14 abril de 2011 vitÓria/es 11 anos entrevista especialista defende a criaÇÃo de cursos para formar empreendedores icms deve compor formação de preços o desconhecimento da estrutura tributária provoca inadimplência estimula a sonegação e causa o fechamento de empresas por roberto junquilho editor@jornalempresarios.com.br ousarem repassá-lo integralmente para os preços finais por que existe esse desconhecimento por parte do empresariado em minha opinião tendo em vista que os empregos de natureza formal são a cada dia mais escassos considero falacioso o que é alardeado aos quatro cantos oficialmente no brasil de que ser empreendedor implica em ter boa vontade e disposição não basta dou consultoria na constituição de novos negócios há 22 anos e raros foram os casos em que o empreendedor previamente fundamentado em projeto de análise de viabilidade econômica e financeira organiza os seus negócios com efeito basta analisar as estatísticas acerca da mortalidade dos micro e pequenos negócios para se constatar a formação dos preços para enfrentar a concorrência e contemplar os custos fixos e variáveis de qualquer empreendimento é condição básica para o sucesso e o insucesso do negócio como essa realidade poderá ser alterada o brasil dispõe do sebrae cujoorçamento advém de recursos públicos o preparo subsidiado dos empreendedores atuais e dos futuros empreendedores passa pelo treinamento de variáveis fundamentais para a sobrevivência e desenvolvimento dos negócios vislumbro uma espécie de curso obrigatório para o empreendedor que manipulará recursos escassos próprios e de terceiros terá empregados cujo gasto total não se circunscreve apenas no salário mensal etributos mensais enfim preparar o empreendedor como o motorista que deve passar no teste para dirigir é economizar recursos com execuções fiscais futurasque ficarão eternamente nos escaninhos do judiciário porcarência patrimonial ademais em qualquer lugar do mundo os impostos sobre valor agregado não incidem sobre à sua própria base não faz sentido ter-se uma alíquota de 25 sobre o consumo de energia e telefonia transformada em 33 o nosso icms é um tributo genuinamente brasileiro é a nossa cara com todo respeito ele é um tributo sobre valor agregado embutido o que faz com que o contribuinteleigo ache que não paga bruno de menezes correta formação de preços é condição fundamental para a viabilidade e sobrevivência dos negócios a médio e longo prazos com essa opinião o consultor empresarial aloízio munhão filho também advogado e contador inicia a entrevista exclusiva ao jornal empresários onde defende a realização de cursos obrigatórios para futuros empreendedores como forma de evitar o grande volume de fechamento de micro e pequenas empresas no país para ele o empresário deve mensurar os custos de sua produção comercialização ou prestação de serviços excluindo os tributos recuperáveis adicionando-se seus gastos operacionais e margem de lucro e sobre tal base de cálculo incidir a alíquota de icms caso seja considerada a flagrante cumulatividade de alguns tributos na cadeia de produção comercialização e prestação de serviços a diferença é ainda maior entre a alíquota nominal e efetiva o que irá distorcer os preços finais e trazer complicações nos fluxos de caixa dos empreendimentos eis os principais trechos da entrevista jornal empresÁrios ­ como ensinar ao empreendedor a forma correta de calcular o icms aloízio munhão filho o empresário deve mensurar os custos de sua produção e/ou comercialização e/ou prestação de serviços excluindo os tributos recuperáveis adicionando-se os gastos operacionais e margem de lucro e sobre o montante base de cálculo incidir a alíquota efetiva de icms e não a alíquota nominal de todo modo a alíquota que incidirá sobre tal base de cálculo não é a nominal por exemplo a alíquota interna do espirito santo é da ordem de 17 mas por compor sua própria base por determinação da lei complementar 87/96 sobreleva-se alíquota efetiva da ordem de 20,5 aliás a maior contingência dos tributos indiretos como o icms é o fato de distorcer os preços finais quando não repassados criteriosamente e não deixar margens para competidores do mesmo setor de atividade econômica que cumprindo a legislação a aloízio munhão filho diz que empresários devem ficar atentos para o cálculo dos preços finais de produtos e serviços o senhor confirma então que o consumidor é quem paga o icms de rigor todos os tributos indiretos isto é aqueles que incidem normalmente sobre o consumo de bens e serviços quem paga a conta é o consumidor final último elo da cadeia o empresário é mero arrecadador do tributo em nome do ente público e o repassa para a administração tributária imagine-se somente para efeito de argumentação qual a carga de tributos que compõem o preço final do pão carne remédios enfim toda essa carga é jogada nas costas do consumidor final e pior quanto menor a renda familiar maior é a taxa efetiva de tributos no brasil o senhor sugere alterações nos procedimentos atuais quais mereceriam destaque se dissertasse apenas acerca das alterações estaria sendo le viano a correção do icms transmudando-o em tributo de valor agregado clássico implicaria em excluir de sua base de cálculo o próprio valor do imposto eliminando por conseguinte a diferenciação entre alíquota nominal e efetiva e tornando o destaque do mesmo nos documentos fiscais obrigatória e não para meros fins de creditamento pelos adquirentes conduto sabemos que os orçamentos públicos no brasil são de tênue equilíbrio e dificilmente os governantes têm disposição políticas para cortes nas verbas de custeio das máquinas públicas como o grande público poderia ter facilitado o acesso a essas informações que são essencialmente de caráter técnico não devemos nos iludir quanto às questões de natureza técnica em face da complexidade da matéria os consumidores têm o direito constitucional de serem informados sobre os efeitos práticos dos tributos indiretos em sua vida de forma a conscientizá-lo a participar da administração dos gastos públicos inclusive nos municípios menores as anomalias técnicas como essas do icms devem ser informadas aos contribuintes nas associações de moradores nos sindicatos nas escolas a mim me parece que perdemos a consciência de que o que é público tem dono e custa muito financiá-lo quem É aloízio munhão filho É advogado contador mestre em pla nejamento tributário consultor empresarial auditor e perito judicial integrante da cardoso guimarães advogados associados telefone 27 3041-0600

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11 anos trabalho espÍrito santo bate recorde de novos trabalhadores vitÓria/es abril de 2011 15 micro gera 1/3 dos empregos micro e pequenas empresas do estado foram responsáveis por 72,5 da geração de novos empregos em fevereiro d as 103 mil contratações feitas pelas micro e pequenas empresas em todo o país em fevereiro 3.746 foram geradas no espírito santo esse número equivale a uma expansão de 0,53 em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior segundo dados do cadastro geral de empregados e desempregados as empresas com até quabruno de menezes josé eugênio diretor superintendente do sebrae comemora o resultado tro funcionários geraram pouco mais de um terço das vagas formais de emprego abertas em fevereiro quando foi registrado o melhor resultado da história para esse mês em termos absolutos esse desempenho é o terceiro melhor de toda a série histórica do caged para o período sendo menor apenas que o ocorrido em 2008 4.224 postos e 2010 4.099 postos tal expansão decorreu principalmente do crescimento no setor de serviços 2.320 postos as micro e pequenas empresas do estado foram responsáveis por 72,5 da geração de novos empregos em fevereiro deste ano os números demonstram a importância das mpe para a economia do estado também indicam que o sebrae no espírito santo está no caminho certo em sua missão de promover a competitividade e o desenvolvimento sustentável de micro e pequenas empresas e fomentar o empreendedorismo no estado comemora o su perintendente do sebrae/es josé eugênio vieira companhias com até quatro pessoas ocupadas foram as principais responsáveis pelo desem a escalada das microempresas penho das contratações pois apresentaram saldo de 2.311 postos de trabalho desses 1.226 só nos setores de construção civil 455 e serviços 771 as empresas de cinco até 19 pessoas apresentaram um saldo de -330 demitiu mais que contratou decor rente das demissões do comércio as empresas de 20 a 49 profissionais apresentaram um saldo positivo de empregos de 693 as de 50 a 99 trabalhadores apresentaram 43 novos postos de trabalho no acumulado dos dois primeiros meses de 2011 já fo ram criadas 448.742 novas vagas com carteira de trabalho assinada em todo o país a previsão é chegar a 3 milhões de empregos até o fim do ano segundo o ministro do trabalho carlos lupi em 2010 foram gerados 2,5 milhões de vagas a importância das pequenas as pequenas empresas no brasil nunca foram tantas e nunca tiveram tanta importância econômica a atuação das micro e pequenas empresas coloca o país no topo dos países mais empreendedores do mundo essa é uma tendência mundial na era da informação acessível e barata o mercado nunca esteve tão voltado ao empreendedorismo no brasil surgem cerca de 460 mil novas empresas por ano a grande maioria é de micro e pequenas empresas as áreas de serviços e comércio são as com maior concentração deste tipo de empresa e cerca de 80 das mpes trabalham nesses setores diferentes fatores contribuem para a crescente participação desse tipo de empresa na economia brasileira estudo recente elaborado pelo banco nacional de desenvolvimento econômico e social bndes mostra que parte da proliferação dos pequenos empreendimentos é resultado da globalização já que este fenômeno exige que as grandes empresas ao buscarem uma maior eficiência terceirizem as atividades de apoio ao negócio principal absorção de mão-de-obra demitida das grandes empresas em decorrência de avan ços tecnológicos constatação de gradual redução nas taxas de mortalidade de micro e pequenos estabelecimentos e uma expressiva taxa de natalidade de micronegócios estruturas flexíveis que permitem responder melhor e mais rapidamente às crises econômicas exigência da modernidade que requer empresas mais enxutas menores e com maior índice de produtividade espírito empreendedor do brasileiro o país está em 6º lugar entre os 31 países mais empreendedores do mundo.

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