Aldeias: Memórias e Identidades | Pretexto Sesc Blumenau 2011

 

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Aldeias: Memórias e Identidades | Pretexto Sesc Blumenau 2011

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marco antônio struve suzana sedrez pri brazuna gogo casas belíria boni fabricio schmidt rosina de franceschi gláucia maindra aldeia memórias e identidades mostra sesc de arte contemporânea

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mostra sesc de arte contemporânea aldeia memórias e identidades de 08 dezembro de 2011 a 30 de janeiro de 2012 casa sesc blumenau presidência do sistema fecomércio /sc bruno breithaupt diretor regional do sesc roberto anastácio martins diretora de programação social leila echer setor de cultura maria teresa piccoli valdemir klamt curadoria e texto carla carvalho fotografia projeto gráfico e editoração liquidificador comunicação e arte produção executiva jamil antônio dias gerência idelfonso dos santos

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aldeia memórias e identidades carla carvalho aldeia s.f pequena povoação de categoria inferior à de vila memória s.f faculdade de reter idéias sensações impressões adquiridas anteriormente efeito da faculdade de lembrar a própria lembrança recordação que a posteridade guarda identidade s.f o que faz que uma coisa seja da mesma natureza que outra conjunto de caracteres próprios e exclusivos de uma pessoa nome idade sexo estado civil filiação etc verificar a identidade de alguém identidade pessoal consciência que alguém tem de si mesmo aldeia memórias e identidades na aldeia vivem e convivem relações que nos constituem seres humanos marcados pelas histórias memórias tempos territórios conflitos na alteridade se estruturam as identidades que transitam nos espaços material e virtual no qual ficção e realidade se misturam nesse cenário marcado por incertezas no entanto vivido e portanto mergulhado na objetividade as subjetividades desses artistas se mesclam à vida de todos que habitam essa aldeia o termo aldeia apareceu em nosso bate papo inicial que marcado por lembranças e experiências de vida e arte possibilitou coletivamente a construção do tema e do percurso cada artista contribuiu a sua maneira para a construção desse processo que me arrisco a chamar de coletivo curadora.

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falo 2011 fotografia

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susana sedrez sentese provocada a falar do poder daquilo que especialmente está representado pelo falo que na forma masculina transita nas diversas esferas de nossa sociedade na condição de mulher olha o falo o poder como a perda numa relação dúbia de desejo e crítica este é parte de seu olhar criterioso para o mundo o falo nos aponta e nos coloca em estado de perda pois como este pode nos questionar como nos coloca contra a parede que poder é este nesta aldeia qual a minha condição o que te dá poder esta última é a pergunta da artista que não quer calar.

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rosina de franceschi nos pergunta sobre o que nos serviram além do alimento físico com que nossa aldeia nos alimenta ou nos alimentou partindo das experiências ontológicas do sujeito questiona as pessoas que circulam num processo de pesquisa no qual arte e linguagem se tornam o meio pelo qual a artista é portavoz da aldeia o que te serviram 2011 instalação

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sem título 2011 fotografia e desenho

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pri brazuna é uma jovem artista que pesquisa o desenho como linguagem sua breve e intensa trajetória possibilitoulhe o contato com as provocações visuais de ben heine desse artista ela bebe e olha para a paisagem de blumenau não é nascida aqui no entanto percebe na arquitetura elementos que se relacionam a sua cidade com isso aldeias dialogam e territórios se ampliam a artista experimenta o diálogo entre fotografia e desenho ainda criando problemáticas visuais ao achar soluções/problemas para uma escada.

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belíria boni cria os urbanóides assim batizados pela colega suzana homens mulheres seres apenas seres sujeitos feitos em estruturas de arame com sacolas plásticas enroladas num grito ecológico marca da artista seus urbanóides invadem e ocupam o espaço assim como na cidade esses seres estão nas paisagens e dela fazem parte num processo dialético e dinâmico que nos faz pensar sobre a ação do homem na terra urbanóides 2011 arame e sacolas plásticas

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memórias intransitórias 2011 monotipia de ribbon de impressão sobre papel fotográfico marco antônio struve é um pesquisador dos processos artísticos seus trabalhos marcam não somente uma preocupação temática como uma grande preocupação com o processo com a descoberta os materiais caem nas suas mãos e ele processa como que em uma alquimia para deles extrair sentido artístico foi o que fez com restos de processos de revelações fotográficas nos quais achou formas de impressão únicas explora nesse trabalho identidades diversas escolhidas ao acaso parte do processo de apropriação de algo já usado utiliza registros de imagens fotográficas feitas por outras pessoas e cria novo sentido às marcas manchadas que revela.

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fabricio schmidt é um artesão da fotografia artesão no sentido de dominar selecionar e cuidar de todo o processo realiza um trabalho com diversas fotografias que no percurso de sua história são significativas nascido na alemanha esse artista que mora em dr pedrinho dialoga entre dois mundos que para ele se tornam um materializados na sua vida na sua existência não deixa suas memórias lá as traz para dialogarem com o que aqui vive e se coloca numa marca que deixa claro são parte de sua identidade seu autoretrato está presente num grande quebra cabeça de fotos individuais que constituem um todo o processo é tecnológico mas não deixa por isso de ser artesanal pois o artista cuida de cada detalhe que se encaixa.

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momentos duráveis 2011 fotocolagem e fotomontagem

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