TEOLOGIA SISTEMÁTICA AUGUSTUS HOPKINS STRONG VOLUME 2.

 

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TEOLOGIA SISTEMÁTICA DE AUGUSTUS HOPKINS STRONG VOLUME 2,UMA OBRA DE QUALIDADE,ÓTIMA PARA PESQUISAS NA ÁREA.

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a ugustus hopk in spref á c i o de russellshedd

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augustus hopkins strong nasceu em nova york rochester e.u.a em 1836 homem de grande vigor intelectual literato filósofo e teólogo strong cresceu e se formou dentro da igreja batista tal perfil se faz presente em sua obra não de forma limitante mas criativa e atenta às mudanças que fervilhavam em sua época fin-de-siécle sua obra teológica prezando a reflexão teológica qualificada e aprofundada mais que a quantidade marcou toda uma geração de estudantes do início do século pas sado inclusive no brasil dentre suas obras desponta a systematic theology sua opus magnum.

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t eolqgia sistematica augu stu shopk in s strong prefácio de r u ss e ll shedd adoutr in adedeus vol ii magnos

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c opyright © 2003 por editora h agnos supe rv is ã o e d ito ria l luiz h enrique alves da silva rogério de lima campos silvestre m de lima silvia cappelletti t rad u ção augusto victorino r e v isão cláudio j a rodrigues d ig itaç ão de textos regina de m oura nogueira c apa rogério a de oliveira layoutea rte f in a l comp system d ia g ra m a ç ã o pr regino da silva noqueira cícero j da silva c o o rd enador de p ro d u çã o m auro w terrengui ia edição m arço 2003 3000 exem plares im p r e ssã o e ac ab am en to im prensa da fé d ad o s in te rn a c io n a is de c a ta lo g a ç ã onapub lic açã o c ip c â marabras ile ir a do l iv r o sp b r a sil stron g a u gu stus h opkins 1836-1921 t eologia sistem ática a u gu stu s h opkins strong prefácio de r u ssell shedd [tradução a u gu sto v ictorino s ão paulo h agnos 2003 título original system atic theology o bra em 2 v conteúdo a doutrina de d eus 1 b atistas d outrinas 2 teologia doutrinai i shedd r u ssell ii título isb n 03-0919 85-89320-12-x c d d -230 ín d ic espara ca tá lo g o siste m ático 1 teologia sistem ática r eligião 230 todos os direitos desta edição reservad os à e d it orahagnos rua belarm ino c ardoso de a ndrade 108 s ão paulo sp 04809-270 t el/fax xxll 5666 1969 e-m ail h agn os h agn o s.co m .b r-w w w .h agn o s.co m .b r

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prefÁcio foi uma grande surpresa saber que a teologia sistemática de strong aquela obra inumental de pensamento teológico da minha juventude na escola graduada de wheaton bem como no seminário da fé estava sendo traduzida e editada em portur_ês confesso que não tenho lido muito desta teologia tão conhecida no mundo evan gélico durante mais de cem anos mas descobri que é uma vasta fonte de informação isolágica e bíblica não é necessário concordar com tudo que strong escreveu para irr veitar a impressionante coletânea de ensinamentos e textos que o incansável teóloajuntou augustus strong foi eleito presidente e professor de teologia bíblica do seminário teológico de rochester no estado de nova iorque em 1872 ocupou estes dois cargos durante 40 anos após pastorear a primeira igreja batista de cleveland estado de ohio por sete anos não abandonou o espírito pastoral na torre de marfim [fc seminário a teologia sistemática de strong primeira edição 1886 encontra o seu centro em cristo em suas palavras a pessoa de cristo foi o fio da meada que segui sua divindade e sua expiação eram os dois focos da grande elipse citado por w r estep jr na enciclopédia histórico teológica da igreja cristã ed w a elwell ed.vida nova 1990 vol iii p 420 o leitor não precisa ler os dois volumes para perceber a r.qjeza de apoio bíblico e teologia histórica entre os teólogos mais destacados dos batistas do sul dos estados unidos e y mullins e w t conner receberam forte influência de strong espero que o aparecimento desta teologia sistemática seja bem recebido no brasil deve ser um referencial para os que procuram uma âncora para sua fé mesmo que tenha sido escrita antes dos teólogos liberais tais como paul tillich e udolf bultmann a deus toda a glória p r d r r ussell s hedd

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josé dos reis e-books digital esta obra não representa necessariamente a opinião da editora hagnos atos 17.11

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prefÁcio do autor a presente obra é uma revisão e ampliação da minha systematic theology primeiramente publicada em 1886 da obra original foram impressas sete edi ções cada uma das quais incorporando sucessivas correções e supostos apri moramentos durante os vinte anos que mediaram entre a primeira publica ção reuni muito material novo que agora ofereço ao leitor meu ponto de vista filosófico e crítico nesse período também sofreu alguma mudança con quanto ainda eu sustente as doutrinas antigas interpreto-as diferentemente e exponho-as com maior clareza porque a mim me parece ter chegado a uma verdade fundamental que lança novas luzes sobre todas elas esta verdade rentei estabelecer em meu livro intitulado christ in creation e delas faço referências ao leitor para mais informações que cristo é aquele único revelador de deus na natureza na humanida de na história na ciência na escritura a meu juízo a chave da teologia este ponto de vista implica uma concepção monística e idealista do mundo junta mente com uma idéia evolutiva quanto à sua origem e progresso mas é o próprio antídoto do panteísmo que reconhece a evolução como único método do cristo transcendente e pessoal que é tudo em todos e que faz o universo teológico e moral a partir do centro da sua circunferência e desde o seu come ço até agora nem a evolução nem a alta crítica tem algo de aterrador para aquele que as considera como parte do processo criador e educador da parte de cristo o mes mo cristo em quem estão ocultos todos os tesouros da sabedoria e do conheci mento fornece todas as salvaguardas e limitações necessárias tão somente porque cristo tem sido esquecido é que a natureza e a lei tem sido personifica da e a história tem sido considerada como um desenvolvimento sem propósi to que se tem feito referência ao judaísmo como tendo uma origem simples mente humana que se tem pensado que paulo tirou a igreja do seu próprio curso mesmo antes de iniciar o seu próprio curso que a superstição e ilusão vieram a parecer o único fundamento do sacrifício dos mártires e o triunfo das missões modernas de modo nenhum creio numa evolução irracional e ateísta como esta contrariamente creio naquele em quem consistem todas as coisas,

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augustus h opkins strong que está com o seu povo até o fim do mundo e prometeu conduzi-lo em toda a verdade a filosofia e a ciência são boas servas de cristo mas pobres guias quando rejeitam o filho de deus quando chego ao meu septuagésimo ano de vida e no meu aniversário escrevo estas palavras sou grato por aquela experiência da união com cristo que me capacitou a ver na ciência e na filosofia o ensino do meu senhor porém esta mesma experiência pessoal fez-me mais conscien te do ensino de cristo na escritura e fez-me reconhecer em paulo e joão uma verdade mais profunda do que a que foi descoberta por quaisquer escritores uma verdade com relação ao pecado e a sua expiação e que satisfaz os mais profundos anseios da minha natureza e que por si mesma é evidente e divina preocupam-me algumas tendências teológicas dos nossos dias porque creio que elas são falsas tanto na ciência como na religião como homens que se sentem pecadores perdidos e que uma vez receberam o perdão do seu senhor e salvador crucificado podem daí em diante rebaixar seus atributos negar a sua divindade e expiação arrancar da sua fronte a coroa do milagre e sobera nia relegá-lo ao lugar de um mestre simplesmente moral que nos influencia apenas como o fez sócrates com palavras proferidas através dos tempos pas sa pela minha compreensão eis aqui o meu teste de ortodoxia dirigimos nossas orações a jesus invocamos o nome de cristo como estêvão e toda a igreja primitiva o nosso senhor vivo é onipresente onisciente onipotente ele é divino só no sentido em que nós também o somos ou é ele o filho unigênito deus manifesto em carne em quem habita corporalmente toda a plenitude da divindade que pensais vós de cristo esta ainda é a pergunta crítica e a ninguém que diante da evidência que ele nos forneceu se não pode responder corretamente assiste o direito de chamar-se cristão sob a influência de ritschl e seu relativismo kantiano muitos dos nossos mestres e pregadores têm deslizado para negação prática da divindade de cristo e da sua expiação parece que estamos à beira do precipício de uma repetida falha unitária que esfacelará as igrejas e compelirá a cisões de maneira pior que a de channing e ware há um século os cristãos americanos se recupera ram daquele desastre somente ao afirmar vigorosamente a autoridade de cris to e a inspiração das escrituras necessitamos de uma visão do salvador como a que paulo teve no caminho de damasco e joão na ilha de patmos para nos convencermos de que jesus está acima do espaço e do tempo que a sua exis tência antedata a criação que ele conduziu a marcha da história dos hebreus que ele nasceu de uma virgem sofreu na cruz levantou-se dentre os mortos e agora vive para sempre é senhor do universo o único deus com quem nos relacionamos nosso salvador aqui e juiz no futuro sem haver avivamento

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t eolog ia s is t e m á t ic a 9 esta fé nossas igrejas se tomarão secularizadas a missão morrerá e o casti çal será removido do seu lugar como ocorreu às sete igrejas da Ásia e como em sido com as igrejas da nova inglaterra que se apostataram imprimo esta edição revista e ampliada da minha systematic theology na esperança de que a sua publicação possa fazer algo para refrear esta veloz maré que avança e confirmar a fé nos eleitos de deus não tenho dúvida de que os cristãos em sua grande maioria ainda mantêm a fé que de uma vez por todas foi entregue aos santos e que eles cedo ou tarde hão de separar-se iaqueles que negam o senhor que os comprou quando o inimigo entra como um dilúvio o espírito do senhor levanta o estandarte contra ele É preciso que eu faça a minha parte levantando tal estandarte e preciso que eu conduza :utros a reconhecer como eu a despeito das opiniões arrogantes da moderna infidelidade a minha firme crença reforçada somente pela experiência e refle xão de meio século nas velhas doutrinas da santidade como atributo funda mental de deus de uma transgressão e pecado de toda a raça humana na preparação divina da história hebréia da redenção do homem na divindade ~a preexistência nascimento virginal expiação vicária e ressurreição corpo ral do nosso senhor jesus cristo e na sua futura vinda para julgar os vivos e os mortos eu creio que estas são verdades da ciência assim como da revela ção que ainda se verá que o sobrenatural é mais verdadeiramente natural e que não o teólogo de mente aberta mas o cientista de mente estreita será obrigado a esconder a sua cabeça na vinda de cristo o presente volume ao tratar do monismo Ético da inspiração dos atribu tos de deus e da trindade contém um antídoto para a mais falsa doutrina que agora ameaça a segurança da igreja desejo agora chamar especialmente a atenção para o assunto perfeição e os atributos por ela envolvidos porque eu creio que a recente fusão da santidade com o amor e a negação prática de que essa retidão é fundamental na natureza de deus são responsáveis pelos pon tos de vista utilitários da lei e os pontos de vista superficiais sobre o pecado que agora prevalecem em alguns sistemas de teologia não pode haver nenhu ma apropriada doutrina da retribuição quando se recusa a sua preeminência o amor deve ter uma norma ou padrão e isto só pode ser encontrado na san tidade a velha convicção do pecado e do senso de culpa que conduz o peca dor convicto à cruz são inseparáveis de uma firme crença no atributo de deus logicamente auto-afirmante anterior ao auto-comunicante e condicionado a ele a teologia da nossa época carece de um novo ponto de vista sobre o justo tal ponto de vista esclarecerá que deve haver uma reconciliação com deus antes que o homem seja salvo e que a consciência humana seja apaziguada só na condição de que se faça uma propiciação à justiça divina neste volume eu

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10 a ugustus hopkins strong proponho o que considero a verdadeira doutrina de deus porque nela deve basear-se tudo o que se segue nos volumes sobre a doutrina do homem e a da salvação a presença universal de cristo luz que ilumina a todo homem tanto em terras pagãs como cristãs para dirigir ou governar todos os movimentos da mente humana dá-me a confiança de que os recentes ataques à fé cristã fra cassarão no seu propósito torna-se evidente por fim que não só atacam-se as obras primorosas mas até mesmo a cidadela pede-se que se abandone toda a crença na revelação especial dizem que jesus cristo veio em carne exata mente como qualquer um de nós e ele era antes de abraão senão só no mesmo sentido que nós somos a experiência cristã sabe como caraterizar tal doutrina tão logo se estabelece de um modo claro e a nova teologia entrará em voga possibilitando que até mesmo crentes comuns reconheçam a heresia destruidora de almas mesmo sob a máscara de professa ortodoxia não faço apologia alguma do elemento homilético do meu livro para ser verdadeira ou útil a teologia deve ser uma paixão pectus est quod teologum facit e nenhum zombador que apregoa a teologia peitoral me impedirá de sustentar que os olhos do coração devem ser iluminados para perceber a ver dade de deus e que para conhecer a verdade é necessário praticá-la a teolo gia é uma ciência cujo cultivo pode ser bem sucedido somente em conexão com sua aplicação prática por isso em cada discussão dos seus princípios devo assinalar suas relações com a experiência cristã e a sua força para des pertar emoções cristãs e levar a decisões cristãs teologia abstrata na verda de não é científica só é científica a teologia que traz o estudioso aos pés de cristo eu anseio pelo dia em que em nome de jesus todo joelho se dobre creio que se cada um servir a cristo o pai o honrará e ele honrará o pai eu mes mo não me orgulharia de crer tão pouco mas sim de crer muito fé é a medida com que deus avalia o homem por que haveria de duvidar que deus falou aos pais pelos profetas por que haveria de pensar que é incrível deus ressuscitar os mortos o que é impossível aos homens é possível a deus quando o filho do homem vier porventura achará fé na terra queira deus que encontre fé em nós que professamos ser seus seguidores na convicção de que as trevas presentes são apenas temporárias e que serão banidas por um glorioso alvore cer ofereço ao público esta nova edição da minha teologia rogando a deus para que qualquer que seja a boa semente que frutifique e qualquer que seja a planta que o pai não plantou que seja arrancada rochester theological seminary rochester n y 3 de agosto de 1906.

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sumario p arte v antropologia ou doutrina do homem c%rtnxo i prelim inares 19 l o homem uma criação de deus e um filho de d eus 19 ii unidade da raça humana 35 1 a partir da história 37 2 a partir da língua 38 3 a partir da psicologia 40 a partir da fisiologia 40 hl elementos essenciais da natureza humana 44 1 teoria dicotomista 44 2 teoria tricotomista 46 iv origem da alm a 51 1 teoria da preexistência 51 2 teoria criacionista 55 3 traducianista 59 v natureza moral do homem 64 1 consciência 65 2 vontade 73 capítulo ii o estado original do homem 87 i essência do estado original do homem 88 1 semelhança natural com deus ou pessoalidade 89 2 semelhança moral com deus ou santidade 91 ii incidentes do estado original do homem 100 1 resultados da posse da imagem divina da parte do homem 100 2 concomitância da posse da imagem divina pelo homem 103 c apítulo iii pecado ou estado de apostasia do homem 115 seÇÃo i a lei de deus i lei em geral 115 1 a lei é uma expressão da vontade 115 2 a lei é uma expressão geral da vontade 117 3 a lei implica poder de impor 117 4 a lei expressa e determina a natureza 118 ii a lei de deus em particular 120

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12 a ugustus h opkins strong iii relação da lei com a graça de deus 136 seÇÃo ii natureza do pecado i definição 139 1 prova 143 2 inferências 150 ii o princípio essencial do pecado 153 1 pecado como sensitividade 153 2 pecado como adaptação 159 3 o pecado como egoísmo 165 seÇÃo iii universalidade do pecado i todo ser humano que chegou à consciência moral cometeu atos ou acalentou disposições contrárias à lei divina 174 1 prova da escritura 174 2 prova da história da observação e do juízo comum da humanidade 176 3 prova a partir da experiência cristã 178 ii todo membro da raça humana sem exceção possui uma natureza corrom pida que é a fonte do verdadeiro pecado e por si mesma é pecado 181 1 prova da escritura 181 2 prova da razão 184 seÇÃo iv origem do pecado no ato pessoal de adÃo i o relato escriturístico da tentação e queda em gn 3.1-7 188 1 seu caráter geral não mítico ou alegórico mas histórico 188 2 o curso da tentação e a resultante queda 190 ii dificuldades em conexão com a queda consideradas como o ato pessoal de adão 192 1 como poderia cair um ser santo 192 2 como poderia deus com justiça permitir a tentação satânica 196 3 como poderia com justiça uma pena tão grande estar em conexão com uma ordem tão insignificante 198 iii conseqüências da queda no que respeita a adão 199 1 morte esta morte era dupla ela era parcialmente 199 2 exclusão positiva e formal da presença de deus 203 seÇÃo v atribuiÇÃo do pecado de adÃo À sua posteridade i teorias da atribuição 209 1 teoria pelagiana ou da inocência natural do homem 209 2 teoria arminiana ou teoria da depravação voluntariamente apropriada 215 3 teoria da nova escola ou teoria da viciosidade não condenável 223 4 teoria federal ou teoria da condenação por pacto 231 5 teoria da atribuição mediata ou da condenação pela depravação 237 6 teoria agostiniana do encabeçamento natural de adão 241 ii objeções à doutrina agostiniana da atribuição 254 seÇÃo vi conseqÜÊncias do pecado de adÃo À posteridade i depravação 265

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t eolog ia s is t e m á t ic a 13 1 a depravação é total ou parcial 266 2 capacidade ou incapacidade 269 culpa 275 natureza da culpa 275 2 graus de culpa 280 ul pena 286 1 idéia da pena 286 2 a verdadeira pena do pecado 292 eÇÃo vii a salvaÇÃo das crianÇas parte vi soteriologia ou doutrina da salvaÇÃo atravÉs da obra de cristo e do espÍrito santo capitulo i cristologia ou a redenÇÃo operada por cristo 307 seÇÃo i preparaÇÃo histÓrica para a redenÇÃo 1 preparação negativa 307 h preparação positiva 309 5eÇÃo ii a pessoa de cristo l levantamento histórico dos pontos de vista relativos à pessoa de cristo 313 ii as duas naturezas de cristo sua realidade e integridade 318 1 a humanidade de cristo 318 2 a divindade de cristo 330 m a união das duas naturezas em uma só pessoa 333 1 prova desta união 334 2 falsas interpretações modernas desta união 337 3 a natureza real desta união 344 seÇÃo iii os dois estados de cristo i estado de humilhação 358 1 natureza desta humilhação 358 2 estágios da humilhação de cristo 362 n o estado de exaltação 365 1 a natureza da exaltação 365 2 os estágios da exaltação de cristo 366 seÇÃo iv os ofÍcios de cristo i o ofício profético de cristo 371 1 natureza da obra profética de cristo 371 2 estágios da obra profética de cristo 372 ii o ofício sacerdotal de cristo 375 1 a obra sacrificial de cristo ou doutrina da expiação 376 2 a obra intercessora de cristo 464 ni ofício real de cristo 466 capítulo ii reconciliaÇÃo do homem com deus ou aplica ÇÃo da redenÇÃo atravÉs da obra do espÍrito santo 469

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14 auguslus h opkins strong seÇÃo i aplicaÇÃo da redenÇÃo de cristo na sua prepa raÇÃo i eleição 472 1 prova da doutrina da eleição 472 2 objeções à doutrina da eleição 482 ii vocação 490 seÇÃo ii a aplicaÇÃo da redenÇÃo de cristo precisamen te no comeÇo i união com cristo 496 1 representações escriturísticasdesta união 497 2 natureza desta união 502 3 conseqüências desta união relativa ao que crê 509 ii regeneração 518 1 representações bíblicas 520 2 necessidade da regeneração 523 3 causa eficiente da regeneração 527 4 recursos empregados na regeneração 536 5 natureza da mudança operada na regeneração 540 iii conversão 548 1 arrependimento 552 2 f é 559 iv justificação 577 1 definição de justificação 577 2 prova da doutrina da justificação 578 3 elementos da justificação 585 4 relação da justificação com a lei e santidadede deus 592 5 relação da justificação com a união com cristo e com a obra do espírito 595 6 relação da justificação com a fé 599 7 conselho aos inquiridores exigido pelo ponto de vista da escritura sobre a justificação 604 seÇÃo iii continuaÇÃo da aplicaÇÃo da redenÇÃo de cristo i santificação 605 1 definição 605 2 explicações e provas bíblicas 608 3 pontos de vista errôneos refutados por estas passagens da escritura 615 ii perseverança 624 1 prova da doutrina da perseverança 625 2 objeções à doutrina da perseverança 627 p arte vii eclesiologia ou a doutrina da igreja c apítulo i constituiÇÃo da igreja 635 i definição 635

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t eolog ia s is t e m á t ic a 15 h organização da igreja 645 1 o fato da organização 645 2 natureza desta organização 649 3 a gênese da organização 654 kl governo da igreja 658 1 natureza desse governo em geral 658 2 oficiais da igreja 674 3 disciplina na igreja 689 yl relação mútua entre as igrejas locais 692 1 a natureza geral desta relação é de comunhão entre s i 692 2 comunhão envolve o dever de consulta especial sobre assuntos que afetam o interesse comum 693 3 esta comunhão pode ser quebrada pelos manifestos desvios da fé ou da prática da escritura da parte de qualquer igreja 694 c apitulo ii ordenanÇas da igreja 696 l batismo 697 1 batismo uma ordenança de cristo 697 2 o modo de administrar o batismo 700 3 simbolismo do batismo 710 4 a quem se destina o batismo 717 il ceia do senhor 736 1 a ceia do senhor uma ordenança instituída por cristo 737 2 o modo de administrar a ceia do senhor 738 3 o simbolismo da ceia do senhor 741 4 pontos de vista errôneos sobre a ceia do senhor 745 5 pré-requisitos para a participação da ceia do senhor 751 parte viii escatologia ou a doutrina das Últimas coisas escatologia 769 i morte física 771 1 sobre bases racionais 773 2 em bases escriturísticas 783 ii estado intermediário 793 1 a respeito dos justos 794 2 a respeito dos ímpios 796 ul a segunda vinda de cristo 801 1 a natureza desta vinda 803 2 o tempo da vinda de cristo 805 3 precedentes da vinda de cristo 808 4 relação da segunda vinda de cristo com o milênio 812 iv a ressurreição 818

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