Description
Desejo, assim, que este livro, ao ser publicado na esplendorosa roupagem
desta bela filha do latim que é a língua portuguesa, desperte compreensão
e estimule um profícuo trabalho próprio por parte de seus leitores.
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herbert donner · volume 1 d o s primordios atÉ a formaÇÃo d o estado hvhiw/rara fsinodal %
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herbert donner história de israel e dos povos vizinhos volume 1 dos primórdios até a formação do estado sinodal 1997 vozes
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traduzido do original geschichte des volkes israel und seiner nachbarn in grundzügen teil 1 von den anfángen bis zur staatenbildungszeit © 1995 1986 vandenhoeck ruprecht gõttingen república federal da alemanha os direitos desta edição pertencem à editora sinodal rua amadeo rossi 467 93030-220 são leopoldo rs tel 051 590-2366 fax 051590-2664 co-editora editora vozes rua frei luís 100 25689-900 petrópolis rj tel 024243-5112 fax 0242 42-0692 capa editora sinodal tradução cláudio molz hans a trein revisão nelson kilpp enio r mueller luís m sander coordenação editorial luís m sander série estudos bíblico-teológicos at-9 publicado sob a coordenação do fundo de publicações teológicas/instituto ecumênico de pós-graduação 1epg da escola superior de teologia est da igreja evangélica de confissão luterana no brasil ieclb a publicação desta obra contou com recursos provenientes de inter nationes bonn república federal da alemanha arte-finalização con-texto gráfica e editora impressão gráfica editora pallotti cip brasil catalogaÇÃo na publicaÇÃo bibliotecária responsável rosemarie b dos santos crb 10/797 d686h donner herbert história de israel e dos povos vizinhos herbert donner tradução de cláudio molz e hans trein são leopoldo sinodal 1997 v grundrisse zum alten testament conteúdo v.l dos primórdios até a formação do estado título original geschichte des volkes israel und seiner nachbarn in grundzügen 1 isbn 85-233-0464-9 1 teologia bíblica 2 antigo testamento i título ii série cdu 22.08 222 sumário prefácios abreviaturas bibliografia básica parte 1 os pressupostos capítulo 1 as fontes 1.1 as fontes literárias 1.2 as fontes arqueológicas capítulo 2 povos e países do oriente antigo na 2a metade do 2° milênio a.c capítulo 3 a terra da palestina e seus habitantes capítulo 4 separação agregação e estruturação excurso os hebreus capítulo 5 a pré-história de israel os futuros israelitas antes da tomada da terra 5.1 os patriarcas 5.2 a saída do egito 5.3 o monte de deus no deserto 5.4 a caminhada pelo deserto excurso moisés 5.5 especulação historicamente controlada parte 2 a história primitiva de israel início e desdobramento capítulo 1 a tomada da terra pelos futuros israelitas na palestina e suas conseqüências 1.1 o desenrolar dos acontecimentos excurso josué 1.2 as conseqüências 33 50 60 80 82 83 98 112 118 124 134 137 137 137 152 153 5 9 13 17 17 18 29
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capítulo 2 formas de vida e instituições das tribos israelitas na palestina capítulo 3 ameaças e salvamentos da existência de israel na palestina parte 3 o período da formação dos reinos capítulo 1 a fundação do reino de israel por saul capítulo 2 a fundação do reino de judá por davi e a união pessoal entre judá e israel capítulo 3 o império de davi capítulo 4 o governo de salomão excurso cronologia da época da formação do estado 170 181 197 197 prefácios prefácio à 1 edição uma nova história do povo de israel só faz sentido no momento atual se levar em conta a situação da pesquisa consideravelmente modificada no decorrer dos dois últimos decênios e caracterizada por insegurança e reservas mesmo que não exclusivamente isso se aplica em especial à pré-história e à história primitiva de israel para de antemão eliminar mal-entendidos na utilização deste livro a expressão e dos povos vizinhos naturalmente não significa que aqui também ainda possa e deva ser oferecida de passagem por assim dizer a história do egito da mesopotâmia dos povos e dos países do corredor siro-palestinense e quem sabe da Ásia menor no 2 e e 1q milênios a.c o título não quer nada mais do que indicar o fato historicamente indiscutível de que a história de israel não pode ser tratada independentemente da do oriente antigo mas constitui sob todos os aspectos parte inseparável dela a exposição foi disposta em dois volumes o primeiro dos primórdios até o fim da época da formação do estado e o segundo da chamada divisão do reino até alexandre magno além de uma visão prospectiva sobre a época helenístico-romana entre 332 a.c e 135 d.c esta última tem a função de visualizar como as principais correntes continuaram ativas até a segunda revolta judaica sem pretender enfocar a totalidade da história judaica em seu estreito entrelaçamento com a história geral da área mediterrânea as indicações bibliográficas são relativamente detalhadas para possibilitar o trabalho de aprofundamento seguidamente menciono trabalhos sem os comentar mesmo que não coincidam com a posição defendida no texto com alterações pouco significativas a transliteração das palavras semíticas segue o modelo usual na revista da associação alemã para a palestina zeitschrift des deutschen palãstina-vereins para o egípcio decidi apesar de várias ponderações em contrário ater-me à transliteração clássica do Àgyptisches wõrterbuch de berlim neste sentido deve-se considerar que não conhecemos ou não conhecemos corretamente a pronúncia de várias línguas semíticas antigas e do egípcio isso está relacionado com o fato de que na maioria dos textos antigos estão escritas só as consoantes e não as vogais por isso as transliterações muitas vezes só oferecem a estrutura impronunciável das consoantes sem as vogais onde era possível e parecia fazer sentido indiquei a pronúncia convencional dos eruditos p ex em egípcio sh sw mais ou menos shasu pr.w mais ou menos apiru e coisas parecidas tais indicações 5 216 227 250 265
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só servem para de qualquer modo possibilitar alguma pronúncia e não para reproduzir a expressão foneticamente correta da respectiva palavra nos topônimos constam entre parênteses as localidades i é os nomes atuais em geral árabes quando conhecidos ou prováveis os esboços de mapas só servem para se ter uma visão geral para um estudo mais exato do lado geográfico da história gostaria de recomendar palãstina historisch-archãologische karte duas folhas a 14 cores em escala de 1:300.000 com introdução e índice elaborado por ernst hõhne gõttingen 1981 ambos os volumes são dedicados à memória de meus professores de antigo testamento e egiptologia albrecht alt e siegfried morenz devo-lhes mais do que é possível expressar com palavras kiel fevereiro de 1983 herbert donner nomes geográficos junto aos topônimos arábicos são indicadas agora também as coordenadas para facilitar sua localização nos dois grandes mapas em escala de 1:100 000 16 folhas para a palestina 20 folhas para o levante sul esta segunda edição é publicada na esperança de que apesar de suas deficiências e de seu caráter de história dos eventos que ficou preservado ela possa ser de algum proveito kiel outubro de 1994 herbert donner prefácio à edição em português por iniciativa da escola superior de teologia da igreja evangélica de confissão luterana no brasil de são leopoldo rs a 2a edição deste livro foi traduzida para o português e publicada em cooperação com a editora sinodal algo assim alegra qualquer autor e lhe dá a esperança de que seu trabalho produza seus efeitos no grande âmbito de língua portuguesa na américa do sul e possa ser útil no contexto da teologia latino-americana não foram feitas alterações no texto da 2a edição embora em face do rápido progresso da ciência isso a rigor tivesse sido necessário aqui e acolá agradeço à escola superior de teologia aos tradutores e revisores bem como à editora pelo trabalho muitas vezes decerto difícil e abnegado que realizaram quem lida pessoalmente com tradução tem condições de avaliar a problemática e a conseqüente responsabilidade implícitas nessa tarefa desejo assim que este livro ao ser publicado na esplendorosa roupagem desta bela filha do latim que é a língua portuguesa desperte compreensão e estimule um profícuo trabalho próprio por parte de seus leitores kiel outubro de 1997 herbert donner prefácio à 2 edição como em qualquer ciência também na pesquisa do antigo testamento um espaço de dez anos é bastante tempo novas fontes são descobertas coisas até aqui desconhecidas são trazidas à luz a ordenação do conjunto do que é conhecido bem como sua interpretação sofrem modificações sob a influência de novos métodos e enfoques surgem novas hipóteses e teorias É como se aquela percepção isolada de goethe em seus paralipômenos ao diva ocidental-oriental devesse ser posteriormente ilustrada e confirmada a tradição é um jogo de dados o que o jogador leva é ganho insel-gesamtausgabe 1949 p 325 sobretudo porém a bibliografia tanto sobre o conjunto quanto sobre os detalhes aumenta constantemente na medida do possível e do razoável ela devia ser considerada ou pelo menos mencionada assim já estava na ordem do dia uma segunda edição deste livro nesta última década tenho sido não só corrigido mas também estimulado e ensinado de vários lados e de diferentes maneiras o que reconheço com gratidão isso se aplica ao todo mas especialmente às duas pámeiras partes que tratam da pré-história e da história primitiva de israel o lexto foi revisado e cuidadosamente modificado o caráter da exposição em seu conjunto contudo não foi alterado meu objetivo não foi escrever uma nova história de israel no que diz respeito à bibliografia foi acrescentado o que estava disponível e parecia promissor para o progresso da pesquisa tudo isso acabou modificando a numeração das páginas e das notas de rodapé de modo que os índices da primeira edição não servem mais para a segunda novos índices aparecerão no fim do volume 2 uma novidade para a qual chano a atenção no índice de 6 7
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abreviaturas 1 periódicos séries coletâneas monografias m noth aufsátze zur biblischen landes und altertumskunde 1/2 1971 annual of the department of antiquities of jordan amã abhandlungen des deutschen archàologischen instituis kairo glückstadt abhandlungen des deutschen palãstina-vereins wiesbaden agyptologische abhandlungen wiesbaden Àgypten und altes testament studien zu geschichte kultur und religion Àgyptens und des alten testaments wiesbaden Àf agyptologische forschungen glückstadt aflnw arbeitsgemeinschaft für forschung des landes nordrhein-westfalen colônia e opladen afo archiv für orientforschung gratz aion annali delltstituto universitário di napoli nápoles alph annuaire de 1 institut de philologie et d histoire orientales et slaves bruxelas ajba australian journal of biblical archaeology sydney ajbi annual of the japanese biblical institute tóquio ajsl american journal of semitic languages and literatures chicago anbib analecta bíblica roma anet j b pritchard ancient near eastern texts relating to the old testament 3 ed 1969 3 ed anor analecta orientalia roma ao der alte orient leipzig ao at s alter orient und altes testament sonderreihe kevelaer-neukirchen aot h gressmann altorientalische texte zum alten testament 1926 2 ed 2 ed reimpressão em 1970 apaw abhandlungen der preussischen akademie der wissenschaften berlim aror archiv orientální praga asae annales du service des antiquités de 1 Égypte cairo asor.ds american schools of oriental research dissertation series missoula mt atd das alte testament deutsch gõttingen atd.e das alte testament deutsch ergãnzungsreihe gõttingen athant abhandlungen zur theologie des alten und neuen testaments zurique auss andrews university seminary studies berrien springs mi ba the biblical archaeologist new haven ct bar biblical archaeology review new haven ct basor bulletin of the american schools of oriental research cambridge ma bbb bonner biblische beitrãge beataj beitrãge zur erforschung des alten testaments und des antiken judentums frankfurt/m beo bibbia e oriente roma betl bibliotheca ephemeridum theologicarum lovaniensium lovaina bhth beitrãge zur historischen theologie tübingen 9 ablak adaj adaik adpv aa Àat
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bifao bk bn brl 1 e 2 ed btavo bts bwant bzaw bz.nf cad cah cbq ctca cv dai dbat diss abstr intern eh etl evtheol frlant gga gm gs hat hdo hkat hsm hss hthr huca iej janes jbl jcs jdi jea jeol jesho bulletin de ltnstitut français d archéologie orientale cairo biblischer kommentar neukirchen-vluyn biblische notizen bamberg munique k galling biblisches reallexikon 1937 2 ed 1977 beihefte zum tübinger atlas des vorderen orients wiesbaden bible et terre sainte paris beitráge zur wissenschaft vom alten und neuen testament stuttgart beihefte zur zeitschrift für die alttestamentliche wissenschaft berlim biblische zeitschrift neue folge paderborn the assyrian dictionary of the oriental institute of the university of chicago chicago assyrian dictionary the cambridge ancient history catholic biblical quarterly washington d.c a herdner corpus des tablettes en cunéiformes alphabétiques découvertes à ras shamra ugarit de 1929 à 1939 2 vols 1963 communio viatorum praga deutsches archáologisches institut dielheimer blátter zum alten testament jeths jjs jnes jnsl jpos jqr jsor jsot jthst.ns kai ks mdog musj m vaeg nese ntt noth pn obo or orant ots otwsa pefqst peq piap pjb pru pvz pw ra rb ribi rslr rso saec sbl sbs scrh sjot svt tgi 3 ed thhat dissertation abstracts international ann arbor mi londres europãische hochschulschriften frankfurt/m ephemerides theologicae lovanienses lovaina evangelische theologie munique forschungen zur religion und literatur des alten und neuen tèstaments gõttingen gõttingische gelehrte anzeigen gõttinger miszellen beitráge zur ãgyptologischen diskussion gõttingen gesammelte studien handbuch zum alten testament tübingen handbuch der orientalistik leiden handkommentar zum alten testament gõttingen harvard semitic monographs cambridge ma harvard semitic series cambridge ma harvard theological review cambridge ma hebrew union college annual cincinnati israel exploration journal jerusalém journal of the ancient near eastem society of columbia university nova iorque journal of biblical literature missoula mt journal of cuneiform studies cambridge ma jahrbuch des deutschen archãologischen instituts berlim journal of egyptian archaeology londres jaarbericht van het vooraziatisch-egyptisch genootschap ex oriente lux leiden journal of economic and social history of the orient leiden journal of the evangelical theological society wheaton il journal of jewish studies londres journal of near eastem studies chicago journal of northwest semitic languages leiden journal of the palestine oriental society jerusalém jewish quarterly review londres journal of the society of oriental research journal for the study of the old testament sheffield journal of theological studies new series oxford londres h donner w rollig kanaanáische und aramáische inschriften 3 vols 1971-1976 3 ed kleine schriften mitteilungen der deutschen orientgesellschaft berlim mélanges de 1 université saint-joseph beirute mitteilungen der vorderasiatisch-agyptischen gesellschaft leipzig berlim neue ephemeris für semitische epigraphik wiesbaden nederlands theologisch tijdschrift wageningen m noth die israelitischen personennamen im rahmen der gemeinsemitischen namengebung bwant iii 10 1928 reimpressão em 1966 orbis biblicus et orientalis friburgo [suíça gõttingen orientalia roma oriens antiquus rom oudtestamentische studien leiden die ou-testamentiese werkgemeenskap in suider afrika pretória the palestine exploration fund quarterly statements londres the palestine exploration quarterly londres r zadok the pre-hellenistic israelite anthroponomy and prosopography orientalia lovaniensia analecta 28 1988 palàstina-jahrbuch berlim reimpressão hildesheim nova iorque le palais royal d ugarit paris h weippert palãstina in vorhellenistischer zeit handbuch der archãologie vorderasien ii 1 1988 pauly-wissowa realencyclopádie der classischen altertumswissenschaft revue d assyriologie et d archéologie orientale paris revue biblique paris rivista bíblica bréscia rivista di storia e letteratura religiosa florença rivista degli studi orientali roma saeculum friburgo munique society of biblical literature missoula mt stuttgarter bibelstudien scripta hierosolymitana jerusalém scandinavian journal of the old testament aarhus supplemente zu vetus testamentum leiden k galling ed textbuch zur geschichte israels 1979 3 ed e jenni c westermann eds theologisches handwõrterbuch zum 11 10
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thlz thr thst thz tre tuat alten testament 2 vols 1971 1976 theologische literaturzeitung berlim theologische rundschau tübingen theologische studien zurique theologische zeitschrift basiléia theologische realenzyklopádie berlim texte aus der umwelt des alten testaments ed por o kaiser gütersloh 1982ss uf ugarit-forschungen neukirchen/vluyn kevelaer vd verbum domini roma vt vetus testamentum leiden wdo welt des orients gõttingen weippert m weippert edom studien und materialien zur geschichte der edomiter edom auf grund schriftlicher und archáologischer quellen dissertação tübingen 1971 weippert m weippert geschichte israels am scheideweg theologische rundschau scheideweg v 58 p 71-103 1993 whjp the world history of jewish people wmant wissenschaftliche monographien zum alten und neuen testament neukirchen/vluyn za zeitschrift fur assyriologie und vorderasiatische archàologie berlim zÀs zeitschrift fur ãgyptische sprache und altertumskunde berlim zaw zeitschrift for die alttestamentliche wissenschaft berlim zdmg zeitschrift der deutschen morgenlándischen gesellschaft wiesbaden zdpv zeitschrift des deutschen palàstina-vereins wiesbaden zpe zeitschrift for papyrologie und epigraphik bonn zthk zeitschrift für theologie und kirche tübingen bibliografia básica 1 exposições abrangentes e coletâneas j wellhausen israelitische und jüdische geschichte 1894 7 ed 1914 reimpressão 1958 h guthe geschichte des volkes israel 1899 3 ed 1914 a schlatter geschichte israels von alexander dem grossen bis hadrian 1901 3 ed 1925 reimpressão 1977 e schürer geschichte des jüdischen volkes im zeitalter jesu christi vol i 3 e 4 ed 1901 vol ii 4 ed 1907 vol iii 4 ed 1909 edição refundida g vermes f millar e schürer history of the jewish people in the time of jesus christ 1973ss s oettli geschichte israels bis auf alexander den grossen 1905 m weber das antike judentum 1921 em inglês ancient judaism 1921 reimpressão 1952 e sellin geschichte des israelitisch-jüdischen volkes vol i 1924 2 ed 1935 vol ii 1932 r kittel geschichte des volkes israel vol i 7 ed 1932 vol ii 7 ed 1925 vol iii/l 1 e 2 ed 1927 vol iii/2 1 e 2 ed 1929 e meyer geschichte des altertums vol ii/l 2 ed 1928 vol ii/2 2 ed 1931 a lods israel des origines au milieu du vhf siècle 1930 em inglês 2 ed 1946 a jirku geschichte des volkes israel 1931 a t e olmstead history of palestine and syria to the macedonian conquest 1931 t h robinson w o e oesterley a history of israel vols i/ii 1932 e auerbach wüste und gelobtes land vol i 1932 2 ed 1938 vol ii 1936 g rícciotti storia dlsraele vols i/ii 1932 2 ed 1934 em alemão geschichte israels vols i/ii 1953-1955 em inglês the history of israel 1955 m noth geschichte israels 1950 10 ed 1986 a alt kleine schriften zur geschichte des volkes israel vols i/ii 1953 vol iii 1959 h m orlinsky ancient israel 1954 2 ed 1960 e l ehrlich geschichte israels von den anfàngen bis zur zerstõrung des tempels 70 n.chr 1958 2 ed 1980 em inglês a concise history of israel 1963 k galling studien zur geschichte israels im persischen zeitalter 1964 j bright a history of israel 1959 3 ed 1981 em alemão geschichte israels 1966 g buccellati cities and nations of ancient syria 1967 studia semitica 26 m a beek geschiedenis van israel 1957 5 ed 1983 em alemão geschichte israels von abraham bis bar kochba 1961 5 ed 1983 w f albright the biblical period from abraham to ezra 1963 f f bruce israel and the nations the history of israel from the exodus to the fali of the second temple 1963 m metzger grundriss der geschichte israels 1963 7 ed 1988 a jirku geschichte palãstina-syriens im orientalischen altertum 1963 b mazar ed the world history of jewish people vols i-viii 1964-1984 g w anderson the history and religion of israel 1966 h h ben-sasson ed history of the jewish people vol i em hebraico 1969 em inglês 1976 em alemão geschichte des jüdischen volkes vol i 1978 r de vaux histoire ancienne dlsrael vol i des origines à l installation en canaan 1971 vol ii la période des juges 1973 r de vaux histoire em inglês the early history of israel 1978 a h j gunneweg geschichte israels bis bar kochba 1972 6 ed 1989 s herrmann geschichte israels in alttestamentlicher zeit 1973 13 2 outras dtr e j lxx ohd p p8 ps deuteronomista eloísta javista septuaginta obra historiográfica deuteronomista escrito sacerdotal escrito sacerdotal escrito básico escrito sacerdotal partes secundárias 12
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2 ed 1980 em inglês 2 ed 1981 s herrmann geschichte p sacchi storía dei mondo giudaico 1976 g fohrer geschichte israels von den anfãngen bis zur gegenwart 1977 5 ed 1990 j h hayes j m miller eds israelite and judaean history 1977 j j davies j c whitecomb a history of israel from conquest to exile 1980 a lemaire histoire du peuple hébreu 1981 h jagersma geschiedenis van israel in het oudtestamentische tijdvak 1981 geschiedenis van israel van alexander de grote tot bar kochba 1985 em inglês a history of israel in the old tèstament period 1982 em alemão israels geschichte zur alttestamentlichen zeit vol i 1982 vol ii 1987 h cazelles histoire politique dlsrael des origines à alexandre le grand 1982 a malamat israel in biblical times historical essays em hebraico 1983 a d h mayes the story of israel between settlement and exile a redactional study of the deuteronomistic history 1983 j a soggin a history of israel from the beginnings to the bar kochba revolt ad 135 1984 em italiano storia dtsraele dalle origini alia rivolta di bar-kochba 135 d.c 1985 n p lemche early israel anthropological and historical studies on the israelite society before the monarchy 1987 svt 37 g garbini storía e ideologia neltantico israele 1986 em inglês 1988 j m miller j h hayes a history of ancient israel and judah 1986 p r davies d m gunn eds a history of ancient israel and judah a discussion of miller hayes 1986 jsot 39:3-63 1987 n p lemche ancient israel a new history of israelite society 1988 m liverani antico oriente storia società economia 1988 h shanks ed ancient israel a short history from abraham to the roman destruction of the temple 1988 m gõrg beitráge zur zeitgeschichte der anfànge israels 1989 j a soggin einführung in die geschichte israels und judas von den ursprüngen bis zum aufstand bar kochbas 1991 h a wilcke grundzüge der geschichte israels 1990 p r davies in search of ancient israel 1992 jsot suppl ser 148 e a knauf die umwelt des ajten testaments 1994 neuer stuttgarter kommentar at 29 xikon 1987ss h weippert palástina in vorhellenistischer zeit 1988 handbuch der archãologie vorderasien ii vol i j rogerson p davies the old tèstament world 1989 dentre as numerosas obras com fotos destaca-se em especial por excelentes fotos aéreas das land der bibel erleben eine faszinierende bildreise aus noch nie gesehener perspektive photographien und satellitenbilder von r cleave 1992 3 recensões entre as recensões da edição deste livro que contêm posicionamentos críticos indo além do mero registro salientam-se as seguintes h engel theologie und philosophie 62:253-257 1987 r wenning theologische revue 836 450-453,1987 r stahl olz 83:168-170 1988 e 85:176-178 1990 k limburg scripta theologica 21:921-923 1989 h j zobel thlz 112:424-427 1987 atenção bem especial merece a recensão detalhada e proveitosa em todos os sentidos de m weippert geschichte israels am scheideweg theologische rundschau 58:71-103 1993 weippert scheideweg seria de se desejar que ela fosse anexada à 2 edição como uma espécie de vadcmecum crítico 4 bibliografia básica em português e espanhol albrecht alt terra prometida ensaios sobre a história do povo de israel são leopoldo sinodal 1987 estudos bíblico-teológicos at john bright história de israel 3 ed são paulo paulinas 1985 documentos do mundo da bíblia françois castel história de israel y de judá desde los orígenes hasta ei siglo ii d c 3 ed estella verbo divino 1992 henri cazelles história política de israel desde as origens até alexandre magno são paulo paulinas 1986 biblioteca de ciências bíblicas norman k gottwald as tribos de yahweh são paulo paulinas 1986 siegfried herrmann história de israel en ia época dei antiguo testamento salamanca sígueme 1979 biblioteca de estúdios bíblicos 23 martin metzger história de israel são leopoldo sinodal 1972 martin noth história de israel barcelona garriga 1966 jorge pixley a história de israel a partir dos pobres petrópolis vozes 1991 deus conosco winfried thiel a sociedade de israel na época préestatal são leopoldo sinodal são paulo paulinas 1993 roland de vaux história antigua de israel madrid cristiandad 1975 2 vols biblioteca bíblica i d instituciones dei antiguo testamento barcelona herder 1976 vários autores israel e judá textos do antigo oriente médio são paulo paulinas 1985 documentos do mundo da bíblia 2 obras subsidiárias a bertholet kuiturgeschichte israels 1919 h guthe bibelatlas 2 e d 1926 w f albright from the stone age to christianity 1940 2 ed 1957 em alemão von der steinzeit zum christentum 1949 g e wright f v filson w f albright eds the westminster historical atlas of the bible 1946 2 ed 1956 l h grollenberg atlas of the bible 1956 em alemão bildatlas zur bibel 5 ed 1965 id kleiner bildatlas zur bibel 1960 3 ed 1966 d baly the geography of the bible 1959 r de vaux les institutions de 1 ancien tèstament 1958/1960 em alemão das alte tèstament und seine lebensordnungen 2 vols 1960-1964 h schmõkel ed kuiturgeschichte des alten orient 1961 b reicke l rost eds biblisch-historisches handwórterbuch 4 vols 1963-1979 vol 4 também em separado e hõhne h wahle palástina historisch-archãologische karte zwei vierzehnfarbige blãtter 1:300.000 1981 g cornfeld g j botterweck eds die bibel und ihre welt 2 vols 1969 k galling ed biblisches reallexikon 2 ed 1977 hat i 1 y aharoni the land of the bible 2 ed 1979 em alemão das land der bibel 1984 o keel h küchler orte und landschaften der bibel vol 1 1985 vol ii 1982 m gõrg b lang eds ncues bibelle 14 15
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parte 1 os pressupostos capítulo 1 as fontes a história do povo de israel deve ser apresentada a partir das fontes para que isso se dê de forma adequada são necessárias antes de mais nada reflexões básicas sobre o acervo de fontes e sobre a interpretação do material primeiramente não é nem pode ser questionado que o historiador tem o compromisso de fundamentar sua exposição na totalidade do material de fontes disponível de modo nenhum apenas no at apesar de ele ser a fonte principal e em muitos casos infelizmente ser e continuar sendo a única em seguida é preciso obter clareza sobre o gênero a importância o valor a expressividade e os métodos para a utilização e interpretação das fontes isso se aplica não só às fontes extrabíblicas mas também e sobretudo ao próprio at quem trabalha com a história de israel se encontra assim numa situação que em nada difere da situação de quem trabalha com a história de qualquer outro povo em qualquer outra parte do mundo o modo de lidar com as fontes já não lhe está livremente franqueado desde o surgimento da historiografia moderna na era do iluminismo europeu a rigor também não estava antes disso mas os vínculos anteriores representados pela religião e filosofia foram substituídos agora pela rigorosa exigência de uma interpretação históiicocrítica das fontes no que tange ao material de fontes extrabíblico será fácil alcançar concordância a respeito disso as dificuldades e resistências se concentram no próprio at cuja canonicidade qualitativa cujo caráter de escritura sagrada do judaísmo e de parte inicial da escritura sagrada do cristianismo parece pelo menos sugerir outro modo de interpretação se é que não o parece exigir diante disso deve-se insistir firmemente que a história não pode ser escrita com base em fontes qualitativamente diferentes de um lado material profano sujeito à avaliação crítica pelo historiador de outro lado material sacro eximido de tal avaliação por um pronunciamento autoritário do poder 17
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os pressupostos religioso ou teológico para a história de israel o at não entra em cogitação a não ser como coletânea de documentos históricos de caráter diferenciado e de valor muito diverso É objeto de interpretação histórico-crítica da mesma forma como outros documentos da antigüidade1 a isso junta-se um segundo pensamento É evidente que o antigo israel possuía sua particularidade especial e inconfundível seu caráter e seu estilo mas isso vale também para os outros povos da antigüidade oriental para os egípcios babilônios assírios fenícios e em quem mais se quiser pensar o historiador não pode e não deve participar da busca do chamado proprium elemento próprio de israel que distingue esse povo fundamentalmente de todos os demais e o torna uma grandeza sui generis comparável a mais nada e mais ninguém2 esse proprium não é uma categoria histórica mas sim religiosa e eventualmente precisaria tanto quanto a canonicidade do at tornar-se objeto de investigação histórica a exposição da história de israel tem a considerar dois grandes âmbitos de fontes o material literário i é escrito e o arqueológico a ambos não se pode recorrer de forma independente um do outro e sobretudo não com graus diferentes de criticidade estão numa relação de intercâmbio complementaridade e elucidação recíprocas3 a princípio basta a constatação de que as fontes literárias da história de um povo por via de regra falam de maneira mais clara e vivida do que as arqueológicas a literatura fala por si mesma mesmo que não de modo primário e imediato às gerações posteriores enquanto que restos materiais inicialmente são mudos e precisam ser levados primeiro a falar não é sem motivo que se tornou habitual vincular o início da história humana com a utilização da escrita e atribuir tudo o que a precedeu à pré-história as fontes circunstância permite que se olhe para a história de israel a partir de dentro e de fora que a complementação das duas óticas é urgentemente desejável parecerá convincente a qualquer pessoa que alguma vez tenha sido obrigada a examinar um âmbito histórico no qual faltava um dos dois conjuntos de fontes neste contexto deve-se atentar com cuidado para que como em toda parte também no caso da história de israel sejam distinguidas fontes imediatas e mediatas fontes literárias imediatas são aquelas que fazem referência direta e estão temporalmente próximas a processos e ocorrências constelações e pessoas da história de israel as fontes literárias são mediatas quando descrevem as condições gerais do espaço siro-palestinense as características da terra a vida a mentalidade e a religião de seus habitantes ou relatam processos e constelações históricas talvez de forma reflexiva a partir de uma distância cronológica maior a seguinte visão geral foi estruturada de acordo com as regiões 1 egito do país do nilo possuímos desde o 3o milênio a.c textos extremamente numerosos de diversos tipos e gêneros redigidos em escrita hieroglífica hierática e demótica sobre pedra madeira óstracos e papiro4 para a história de israel eles se tornam significativos a partir do 22 milênio a.c dentre esta grande massa devem ser destacados em especial os textos de execração da 123 dinastia por volta de 1900 a.c que citam inimigos em potencial do egito na palestina e síria entre outros5 os relatos de campanhas militares dos faraós do império novo 183-20§ dinastia e as listas relacionadas a eles ou independentes de topônimos e de despojos nas paredes de templos egípcios6 as inscrições de biografias idealizadas nos túmulos dos notáveis a chamada literatura política 7 em estilo narrativo como p ex a história da vida de sinuhe por volta de 1962 a.c 8 e o relato de viagem de wenamun por volta de 1076 a.c as doutrinas de sabedoria9 esteias comemorativas cartas diários e um grande volume de literatura religiosa10 4 panoramas do acervo em e hornung einführung in die Àgyptologie darmstadt wissenschaftliche buchgesellschaft 1967 5 k sethe die Àchtung feindlicher fürsten vòlker und dinge auf altãgyptischen tongefássscherben des mittleren reiches 1926 apaw philosophisch-historische klasse 5 g posener princes et pays d asie et de nubie textes hiératiques sur des figurines d envoütement du moyen empire 1940 quanto à elucidação científica cf a alt die asiatischen gefahrenzonen in den Àchtungstexten der 11 dynastie [1927 in id kleine schrifíen ks vol 3 pp 49-56 id herren und herrensitze palãstinas im anfang des 2 jt v.chr [1941 in ibid pp 57-71 w helck beziehungen 2 ed 1971 pp 44-67 6 j simons handboook for the study of the egyptian topographical lists relating to western Ásia 1937 m gÓrg untersuchungen zur hieroglyphischen wiedergabe palastinischer ortsnamen lese de doutorado bonn 1974 quanto à elucidação científica cf os artigos de m noth em aufsitze ablak vol 2 pp 1-132 7 r b williams literature as a médium of political propaganda in ancient egypt in the seed of wisdom coletânea em homenagem a t j meek 1964 pp 14-30 8 cf a alt diç ãlteste schilderung palãstinas im lichte neuerer funde pjb 37:19-49 1941 a f rainey the world of sinuhe israel oriental studies 11:369-408 1972 9 f w von bissig altágyptische lebensweisheit 1955 h brunner altágyptische uè/s/je/f;lenren für das leben 1988 10 cf de modo geral também j h breasted ancient records ofegypt 5 vols 1906/07 a eiman die literatur der Àgypter 1923 h brunner grundzüge einer geschichte der altãgyptischen literatur 3 ed 1980 1 as fontes literárias É óbvio que aqui não se pode explanar a totalidade das fontes literárias pertinentes à história de israel É preciso contentar-se com algumas observações fundamentais e subsídios para orientação desde a exploração das culturas do oriente antigo vizinhas de israel estamos na situação favorável dt possuir além das fontes de origem israelita também material extra-israelita para a história de israel material cujo volume aumenta ano a ano essa 1 cf a momigliani biblical studies and classical studies anmli delia scuola normale superíore d pisa iiill 25-32 1981 2 contra c f whitley the genius of ancient israel the distinctive nature of the basic concepts d israel studied against the cultures of the ancient near east 1969 3 cf e noort klio und die welt des alten testaments Überlegungen zur benutzung literarischer uni feldarchãologischer quellen bei der darstellung der geschichte israels in emten was mas saí coletânea em homenagem a k koch 1991 pp 533-560 18 19
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os pressupostos 2 mesopotâmia do país dos dois rios possuímos igualmente desde o 3fi milênio a.c ricos tesouros em textos cuneiformes em língua suméria e acádica sobre pedra e tabuinhas de argila11 além disso desde o 1q milênio a.c também textos em língua e escrita aramaica sobre pedra e óstracos devem-se destacar os seguintes as inscrições em construções e os relatos de campanhas militares dos reis assírios e babilônios as coletâneas de textos dos arquivos como p ex em mari no médio eufrates séc 18 a.c 12 e em nuzi-arrapha junto a kirkuk séc 15 a.c 13 com cartas e documentos legais econômicos e administrativos as coletâneas de códigos legais código de hamurábi a lei de eshnunna leis centro-assírias as crônicas neobabilônicas séc 7/6 a.c 14 decretos reais lápides comemorativas e um grande volume de literatura religiosa15 3 síria e palestina do corredor siro-palestinense possuímos textos em língua acádica eblaítica ugarítica aramaica hebraica e do antigo árabe setentrional sobre pedra tabuinhas de argila óstracos e mais tarde também sobre papiro e couro tratase de inscrições e grafitos de conteúdo diverso cartas documentos legais econômicos e administrativos textos literários e religiosos e muitos outros mais desse material muito díspar devem-se destacar os arquivos de ebla teü mardih na síria central 3 e milênio a.c 16 alalaque tell atshane na síria setentrional séc 18 e 15 a.c 17 tell el-amarna no egito séc 14 a.c 18 e ugarit ras esh-shamra na costa setentrional da síria as fontes séc 14/13 a.c 19 as inscrições cananéias e aramaicas em pedra do primeiro milênio a.c.20 o arquivo não originário do corredor siro-palestinense mas ligado a ele da colônia militar judaica em elefantina no alto egito séc 5 a.c 21 os óstracos de samaria e de laquis22 e outras coisas mais traduções de fontes literárias selecionadas para o alemão ou inglês encontramse nas seguintes coletâneas h gressmann ajtorientalische texte zum aiten tèstament 2 ed 1926 reimpressão 1970 aot 2 ed j b pritchard ancient near eastern texts relaling to the old tesíamení 3 ed 1969 anet 3 ed k galling textbuch zur geschichte israels 1950 3 ed 1979 tgi 1 e 3 ed a jepsen von sinuhe bis nebukadnezar dokumente aus der umwelt des alten testaments 1975 w beyerlin religionsgeschichtliches textbuch zum alten tèstament 1975 2 ed 1985 atd.e 1 o kaiser ed texte aus der umwelt des alten testaments 1982ss tuat k a d smelik historísche dokumente aus dem alten israel 1987 portanto a situação das fontes.até que é favorável ao menos para certos períodos da história israelita mas isso por ora não representa muito diante das dificuldades que se opõem à avaliação histórica do material das fontes literárias É que n e m todo documento é documento histórico no sentido 11 r borger handbuch der keilschrifiliteratur 3 vols 1967-1975 12 archives roysles de mari arm textes cuneiformes du musée du louvre 6 vols 1946-1953 tradução archives royales de mari traductions armt 1-6 1950-1954 e 15 1954 panorama w von soden w d o l3 187-204 cf também j r kupper ed la civilisation de mari xv 6 rencontre assyriologique internationale 1967 a malamat mari and the bible a collection of studies 2 ed 1980 g d young ed mari in retrospect fifty years of mari and mari studies 1992 13 e chiera t j meek e r lachemann harvard semitic series vols 5 10 14-16 19 1929-1962 e chiera et ai joint expedition with the iraq museum at nuzi vols 1-6 1921-1939 e cassin uadoption à nuzi 1938 m dietrich o loretz w mayer nuzi biblbgraphie 1972 aoats 11 14 a k grayson assyrian and babylonian chronicles 1975 tcs 5 15 cf em geral também b meissner die babylonisch-assyrísche literatur 1930 16 a publicação e a elucidação científica dos textos em grande parte ainda de difícil compreensão ou incompreensíveis muitas vezes também interpretados erroneamente está em andamento a revista studi eblaiti publicada desde 1979 traz continuamente estudos especiais cf por ora p matthiae ebla un impero ritrovato 1977 h p mÜller die texte aus ebla eine herausforderung an die atl wissenschaft bz.nf 24:161-179 1980 id religionsgeschichtliche beobachtungen zu den texten von ebli zdpv 96:1-19 1980 17 d j w1seman 77ie alalakh thblets 1953 occasional publications of the british institute of archaeology at ankara 2 como complemento id jcs 8:1-30 1954 18 j a knudtzon die el-amarna-tafeln 2 vols 1915 reimpressão 1964 vorderasiatische eibliothek 2 f thureau-dangin ra 19:91-108 1922 a f rainey el-amarna-tablets 359-v9 supplement to j a knudtzon die el-amarna-tafeln 2 ed rev 1978 aoat 8 quanto à «lucidação científica e f campbell the amarra letters and the arnarna period ba 23:2-22 1960 c f pfeiffer te« el-amama and the bible 1963 e f campbell the chronoíogy of tht arnarna letters 1964 p artzi some unrecognized syrian arnarna letters ea 260 317 31 jnes 27:163-171 1%8 c kÜhne die chronologie der intemationalen korrespondenz von el-amma 1973 aoat 17 m liverani political lexicon and political ideology in the arnarna letters berytus 31:41-56,1983 w l moran les lettres d ei-amarna correspondance diplomatique du phanon 1987 19 c virolleaud j nougayrol le palais royal d ugarit pru 2-6 1955-1970 a herdner corpus des tablettes en cuneiformes alphabétiques découvertes à ras shamra ugarit de 1929 à 1939 ctca 1963 2 vols c h gordon ugarític textbook 1965 anor 38 m dietrich o loretz j sanmartÍn die keilalphabetischen texte aus ugarit teil i transkription 1976 aoat 24/1 a bibliografia referente a ugarit cresce constantemente desde 1979 a revista ugaritforschungen uf traz continuamente estudos especiais cf ainda c h gordon ugarític lierature 1949 scripta pontificii instituti biblici 98 g r driver canaanite myths and legends 1956 refundição de j c l gibson 2 ed 1978 j gray the legacy of canaan 2 ed 1965 svt 5 m dietrich o loretz p r berger j sanmartÍn ugarit-bibliographie 1973,4 vols aoat 20/1-4 g saadÉ ougarit metrópole cananénne [sic 1979 colloque internatjonale des études ugaritiques a lattaquié 1979 1979/80 annales archéologiques Árabes sjriennes 29/30 d kjnet ugarit geschichte und kultur einer stadt in der umwelt des ajten tèsiamcnts 1981 sbs 104 p c craigie canaan and israel tyndale bulletin 34:145-167 1983 f bordreuil d pardee la trouvaille épigraphique de 1 ougarit 1 concordance 1989 o loretz ugarit und die bibel kanaanãische gõtter und religion im alten tèstament 1990 20 h donner w rollig kanaanãische und aramáische inschríften kai 3 ed 19711976 3 vols d pardee literary sources for the history ofpalestine and syria hebrew moabite animonite and edomite inscriptions 1979 vol ii pp 47-69 auss 17 g i davies et ai ancient hebrew inscriptions corpus and concordance 1991 j renz w rollig die althebrâischen inshriften 1995 handbuch der althebrâischen epigraphik vols i e ii/l 21 e sachau aramáische papyrus und ostraka aus einer júdischen militárkolonie zu elefantiie 1911 a e cowley aramaic papyri of 5th century b.c 1923 e g kraeling the brooklin museum aramaic papyri 1953 g r driver aramaic documents of the 5th century bc 1954 e.bresciani m kamil le lettere aramaiche di hermopoli 1966 atti delia accademia nazioiale dei lincei memorie xii,5 índices de todos os papiros até 1976 se encontram em w kornfeld onomástica aramaica ausÀgypten 1978 sitzungsberichte der Õsterreichischen akademie der wissenschaflen philosophisch-historische klasse 333 sobre a elucidação científica e meyer der papyrusítnd von elefantine 1912 b porten arc/uvesiromse/anr/ne the lifeof an ancient jewish military coloiy 1968 22 quanto a isso veja o volume 2 20 21
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os pressupostos de que pudesse servir imediatamente e por assim dizer sem revisão como material para a historiografia deve-se antes examinar com cuidado de caso para caso o que um documento quer expressar e o que realmente está em condições de expressar ao fazê-lo precisa-se considerar uma série de fatores É evidente p ex que um documento contemporâneo deve ser preferido a um que se refira a constelações acontecimentos e pessoas da história a partir de uma distância cronológica mais ou menos grande naturalmente devem-se examinar a mentalidade os pressupostos os ideais e as opções partidárias do autor ou dos autores de um documento histórico tão bem quanto possível mesmo que isso tenha seus limites e nem sempre conduza a resultados satisfatórios além disso é claro que o valor histórico de uma peça da historiografia contemporânea ou cronologicamente próxima do evento uma lista uma carta ou uma inscrição p ex é bem maior do que o de uma saga um hino um dito ou reflexões religiosas sobre a história junta-se a isso a tradição oral que antecede a fixação literária de uma fonte e em muitos casos deve ser presumida com boas razões esta e outras ponderações obrigam a uma diferenciação cuidadosa do valor e do potencial de aproveitamento das fontes literárias a melhor forma de esclarecer essa questão toda é através de um exemplo dos dias de hoje a ninguém ocorreria seriamente a idéia de basear uma exposição da história das guerras napoleônicas indistintamente nas seguintes fontes os arquivos da chancelaria de estado francesa e das chancelarias dos dinastas europeus aliados a napoleão ou em guerra contra ele o material epistolar diplomático a franzósische geschichte e a deutsche geschichte de leopold von ranke o livro guerra e paz de l n tolstoi a canção lützows wilde verwegene jagd de t kõmer as jugenderinnerungen eines alten mannes de wilhelm von kügelgen descrições de batalhas escritas por contemporâneos a poesia was blasen die trompeten husaren heraus de e m arndt e o quinto clímax da humanidade intitulado die weltmimte von waterloo de s zweig todos os textos citados são em um ou outro sentido imediato ou mediato direto ou derivado documentos históricos sua capacidade de depoimento e sua confiabilidade são porém muito diferentes eles não podem e não devem ser projetados sobre um mesmo nível e utilizados sem diferenciação como fontes históricas do mesmo modo exige-se um exame histórico-crítico das fontes no caso da história de israel e isto tanto para o material do at quanto para o material extrabíblico este é o lugar dos métodos e procedimentos clássicos da pesquisa veterotestamentária crítica textual crítica literária crítica da forma e do gênero23 as fontes história das tradições história da redação e história da interpretação é através deles que as fontes de fato começam a ser visualizadas e se tornar utilizáveis sem dúvida essa forma prévia de seleção histórica também é necessária para as fontes extrabíblicas contudo tanto na egiptologia quanto na orientalística antiga existem até o momento apenas tentativas nesse sentido isso tem seu motivo principalmente no fato de a exploração filológica do sempre crescente volume de textos ainda se encontrar em pleno curso e consumir as forças dos orientalistas considerações desse tipo levam à pergunta sobre como as fontes literárias disponíveis se distribuem pelos diferentes períodos da história do povo de israel é se para todos os períodos há mais ou menos fontes de igual quantidade e qualidade cujo aproveitamento permita uma exposição da história israelita a resposta infelizmente é bem simples não se pode falar em uniformidade para a história de israel após a formação do estado portanto no l e milênio a.g a situação das fontes é favorável em vários períodos até muito favorável o historiador se encontra em chão relativamente firme isso se aplica não só ao material extra-israelita mas também ao próprio at que até contém os primeiros sinais de uma historiografia israelita independente24 que os vizinhos não chegaram a desenvolver25 diferente é a situação para o período anterior à formação do estado portanto nos últimos dois a três séculos do 2s milênio a.g em termos do at o tempo dos patriarcas do êxodo do 23 k koch was ist formgeschichte 4 ed 1981 g w coats ed saga legend tale naella fable narrative forms in old testament literature 1985 jsot suppl ser 35 24 cf g von rad der anfang der geschichtsschreibung im alten israel [1944 in gesammelte studien pp 148-188 r smend elemente altestamentlichen geschichtsdenkens 1968 thst 95 h gese geschichtliches denken im alten orient und im alten testament [1958 in id vom sinai zum zion 1974 pp 81-98 h cancik grundzüge der hethitischen und alttestamentlichen geschichtsschreibung 1976 adpv c evans ed scripture in context essays on the comparative method 1980 pittsburgh theological monopraphies 34 j a soggin problemi di storia e di storiografia nelfantico israele henoch 4:1-16 1982 a malamat die frühgeschichte israels eine methodologische studie thz 38:1-16 1982 j van seters historiography in the ancient world and the origins of biblical history 1983 h tadmor m weinfeld eds history historiography and interpretation studies in biblical and cuneiform literatures 1983 n p lemche on the problem of studying israelite history apropos a malamat s view of historical research bn 24:94-124 19s4 j n carreira formen dcs geschichtsdenkens in altorientalischer und altestamentlicher geschicmsschieibung bz.nf 31:36-57 1987 j a soggin probleme einer vor und frühgeschichte israels zaw 100 suppl 1988 pp 255-267 25 cf h g guterbock die historische tradition und die literarische gestaltung bei babyloiiern und hethitern bis 1200 za 42:1-91 1935/35 44:45-149 1938 h a hoffner histories and hstorians of the ancient near east the hittites or 49:283-332,1980 e otto geschichtsbild und geschicllsschreibung in Àgypten wdo 33 161-176 1966 j r porter pre-islamic arabic historical tradions and the early historical narratives of the ot jbl 87:17-26 1968 de forma geral também h pfeller geschichte der historiographie unseres kulturkreises 1967 vol 1 quanto ao problema da relação entre a historiografia do oriente antigo e a israelita cf também b albrektson history and lie gods 1967 j w wevers histories and historians of the ancient near east preface or 49:137-139 1980 j van seters history and historians of the ancient near east the israelites or 50:137-1b 1981 id in seaich of history 1982 22 23
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os pressupostos egito da caminhada pelo deserto da tomada da terra e dos juizes aqui a situação das fontes deixa muito a desejar e piora à medida que se retrocede ao passado também isso se reflete nas exposições históricas em nenhum lugar há diferenças de opinião de tanto peso chegando até a concepções diametralmente opostas como na pré-história e na história primitiva de israel os motivos dessa marcante diferença na situação das fontes são claros antes da chamada tomada da terra e até certo ponto também ainda antes da formação do estado israel não era uma grandeza histórica no sentido pleno da palavra israel ainda não era um povo mas sim um povo em formação a formação de um povo no entanto se processa em todos os lugares por via de regra sem ser percebida quase inconscientemente dos envolvidos no processo dificilmente se podem esperar documentos históricos sobretudo quando vivem como nômades e para os vizinhos um povo em formação de início ainda não representa um fator de tanto peso que se devesse seriamente contar com ele e lhe dedicar sua atenção tanto mais é de se admirar que afinal se obtenha uma resposta para a pergunta sobre as origens de israel sobre sua pré-história e sua história primitiva uma resposta em todo caso que abrange nada menos do que sete livros do at o pentateuco josué e juizes de forma alguma isso é simplesmente natural normalmente os povos civilizados do oriente antigo estiveram bastante longe de poderem dar uma resposta mesmo que medianamente satisfatória para a pergunta sobre suas origens tomemos os egípcios como exemplo nunca fizeram de sua formação como povo objeto de reflexão seu povo sempre lhes pareceu uma grandeza por assim dizer eterna que não carecia de explicação cujo início remonta à história dos deuses ao mito os egípcios são um povo desde a eternidade desde a criação do mundo e dos seres humanos a antropogonia e a demogonia coincidem isso chega ao ponto de a língua egípcia antiga de início nem sequer possuir uma palavra para designar o conceito genérico ser humano o termo que em geral étraduzido por ser humano rmt significa originalmente egípcio e tudo o que por acaso ainda possa existir na periferia do mundo são corredores na areia asiáticos miseráveis nove povos de arco 26 e coisas semelhantes além disso o que domina o egípcio é a concepção de que o egito é o centro do mundo o umbigo da terra onde ocorreu a criação e todas as coisas tiveram seu princípio o povo vive ali desde os primórdios é autóctone a rigor um egípcio só pode viver no egito e em todo caso gostaria de ser enterrado lá27 opaís estrangeiro é a miséria extra aegyptum nulla estsalus fora doegito não as fontes há salvação a santidade da situação vigente se reveste para o egípcio do manto do imemorávep essa consciência de autoctonia pode por vezes levar outros povos não-egípcios a notáveis erros de avaliação a respeito de seus vizinhos na inscrição do rei mesha de moabe do séc 9 a.c kai 181 10 consta sh gd yshb b rç trt m lm o pessoal de gade morava na terra de atarot desde os tempos primordiais aqui se alude à tribo israelita de gade que conforme o relato do próprio at de forma alguma estava estabelecida desde os tempos primordiais na transjordânia exatamente isso constitui uma particularidade de israel em comparação com os povos civilizados vizinhos do oriente antigo israel sempre soube que o mundo outrora foi diferente do que é no respectivo presente também soube que alcançou sua existência como povo e a extensão de seu atual território apenas no decurso da história israel é um povo não-autóctone e conforme sua própria consciência um retardatário no círculo dos povos antigos um povo decididamente jovem a tradição veterotestamentária não deixa nenhuma dúvida quanto a isso a história dos primórdios em gênesis gn 1-11 está cheia de acontecimentos imponentes que dizem respeito ao mundo e à humanidade mas israel não aparece nela surge apenas bem mais tarde no egito ex 1 o princípio de israel não recebe uma datação que retrocede aos tempos primordiais muito menos ainda à história mítica dos deuses neste ponto concordam fontes tão distantes cronologicamente como o javista e o escrito sacerdotal esse estado de coisas entretanto tem amplas conseqüências para o acervo de fontes do at os princípios de israel não remontam ao mito mas ao mundo da saga israel vestiu suas origens sua pré-história e sua história primitiva com o manto da saga e isso já antes do início da literatura israelita sagas no entanto não podem sem mais nem menos ser consideradas documentos históricos primários são tradição transmissão da história antes de esta se tornar literatura29 aqui se encontra a origem de muitos mal-entendidos o termo saga naturalmente já encerra desde o início um juízo negativo no que diz respeito a seu valor histórico neste aspecto a saga é inferior em comparação com outras produções do ser humano como p ex a historiografia a carta a lista a ata isso de fato está correto e não deveria ser negado ou eliminado lerme 26 cf e uphill the nine bows jeol 619 393-420 1965/66 27 especialmente impressionante sinuhe b 156-164 cf tgi 3 ed 6 28 quanto a esse complexo de problemas cf s morenz Àgyptische religion [1960 2 ei 1977 especialmente pp 44-49 die religionen der menschheit 8 29 as percepções básicas já se encontram em j g herder vom geist der ebraischen poesie [1782/83 2 ed 1787 nos vols u/12 da edição crítica de suphan ainda t will1 herders beítag zum versthndnis des alten testaments 1971 beitrãge zur geschichte der biblischen hermeneutik 8 quanto ao assunto cf também r de vaux method in lhe study of early hebrew history in thebible in modem scholarship 1965 pp 15-29 m weippert fragen des israelitischen geschichtsbewisstseins vt 23:415-442 1963 24 25
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os pressupostos neuticamente a historicidade da saga ou mais precisamente a historicidade do que é relatado por ela é um problema mas essa constatação não deve conduzir a julgamentos errôneos como p ex que o material das sagas deveria ser eliminado completamente do acervo de fontes do historiador cada saga é um documento histórico no sentido mais amplo diz algo sobre as concepções daqueles que a narraram e finalmente a registraram por escrito ela não é independente da história e de forma alguma exceto em casos mais raros puro produto da fantasia por via de regra a saga tem um cerne histórico que precisa ser averiguado isto em muitos casos não em todos também se consegue para tanto é necessário ter em mente as normas que regem o gênero da saga esta não pode nem pretende ser um retrato fiel de circunstâncias seqüências e acontecimentos históricos uma vez que precisa levar em conta a capacidade de conceber e compreender daqueles que a narram deve ser breve clara completa em si mesma sem carecer de complementação compreensível a partir de si própria pode permitir a entrada em cena de apenas poucos personagens um herói um oponente figurantes deve conter mais ação do que descrição da situação deve seguir tanto quanto possível o princípio da unidade do tempo do local e da ação em suma a saga não retrata a história como num espelho mas a concentra como por uma lente de foco reduz e simplifica o que é múltiplo e complexo a saga é um todo coeso pode ser reunida a outras em ciclos de sagas mas pode no máximo desenvolver-se em direção à novelística não à historiografia a fixação literária da saga muitas vezes se dá apenas após uma fase mais prolongada de tradição oral mesmo após a fixação por escrito ela ainda pode ser objeto de alteração ampliação e interpretação3 o material de sagas do at em especial do pentateuco foi tornado frutífero para a pesquisa da pré-história e da história primitiva de israel sobretudo por albrecht alt e martin noth predecessores importantes foram entre os mais destacados hermann gunkel e hugo gressmann m noth enriqueceu a pesquisa histórico-crítica com a abordagem histórico-traditiva num primeiro momento a conseqüência disso foi a rigorosa desmontagem do tradicional quadro histórico transmitido pelo pentateuco e pelos livros de josué e juizes euma considerável redução da amplitude de nosso conhecimento a respeito da pré-história e da história primitiva de israel naturalmente isso não ficou sem contestação desencadeando acusações de ceticismo e de niilismo a crítica proveio sobretudo dos estados unidos e lá em especial do círculo reunido em torno de william f albright altamente meri as fontes tório em muitos sentidos mas não só de lá31 poder-se-ia pensar que o debate assim provocado houvesse entrementes se dissipado um pouco mas isso é um engano os motivos de fundo continuam muito vivos também na discussão científica atual e merecem ser levados a sério como caso modelar de uma disputa metodológico-crítica contra o método adotado por a alt m noth e depois deles pela maioria dos exegetas do at na alemanha objetou-se sobretudo que ele estaria por demais embasado na crítica das formas e isso de forma demasiado exclusiva essa objeção de fato contém algo de correto a chamada história das formas foi estropiada até certo ponto já por alt e noth mas principalmente por seus seguidores entrementes os corretivos para essa falha no desenvolvimento estão à disposição sem que com isso a desmontagem do quadro histórico veterotestamentário fosse sustada a exigência positiva reza que as tradições do at deveriam ser examinadas quanto à sua probabilidade interna quer dizer se ao menos .parecem razoáveis ou não 32 sobretudo porém a pesquisa das fontes literárias careceria da complementação pela externai evidence evidência externa a consideração de dados externos objetivos tal como a arqueologia os oferece só que não se consegue fazer muita coisa com o conceito de probabilidade interna ao menos nesse sentido genérico e indefinido em que é empregado neste caso utilizando-o de maneira sensata i é como designação do grau de probabilidade histórica a ser conferido pelo historiador o conceito perde seu caráter controvertido mas pelo visto não é isso o que se pretende quando se fala de evidência interna internai evidence em vez de probability probabilidade por detrás disso está antes a presunção metodologicamente indevida da possibilidade de que algo tenha se passado tal como está relatado essa possibilidade é instituída como critério e passa a servir como sustentáculo da confiabilidade histórica da tradição para onde isso leva fica claro quando se observa sob esse aspecto tradições de sagas extrabíblicas como as da ilíada ou do cântico dos nibelungos então fica claro que a probabilidade interna não é u m princípio metodológico mas teológico o que não for francamente anti-racional deverá ser crido com base na autoridade da bíblia um pouco diferente é o caso da externai evidence da arqueologia aqui o perigo reside em que o trabalho 30 quanto a isso cf h gunkel gênesis 4 ed 1917 9 ed 1977 pp i-c hkat 1/1 a jolles einfache formen 4 ed 1968 reimpressão 1972 especialmente pp 62-90 31 cf j bright early israel in recent history writing 1956 studies in biblical theologj 19 em alemão altisrael in der neueren geschichtsschreibung 1961 [athant 40 primeiras respstas m noth der beitrag der archãlogie zur geschichte israels in id aufsãtze vol 1 pp 34-51 a soggin ancient biblical traditions and modern archaelogical discoveries ba 23:95ss 1968 cf também m noth grundsãtzliches zur geschichtlichen deutung archãologischer befundí auf dem boden palãstinas [1938 in op cit pp 3-16 32 j bright op cit p 135 26 27
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