BIBLIOLOGIA

 

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1 sumÁrio sumÁrio 1 introduÇÃo 4 capÍtulo 1 a canonicidade dos textos bÍblicos 5 1.1 a bÍblia 5 1.2 cÂnon canonizaÇÃo livros canÔnicos afinal o que É isso 6 1.2.1 fatores determinantes na canonização dos livros da bíblia 7 1.3 critÉrio para a escolha dos livros que compÕem a bÍblia 8 1.3.1 livros apócrifos do antigo testamento 9 1.3.2 livros apócrifos do novo testamento 11 1.3.3 cânon do antigo testamento 14 1.3.4 cânon do novo testamento 16 18 canon do antigo e novo testamento 18 capÍtulo 2 a inspiraÇÃo do antigo testamento 19 2.1 a lei ou a lei do senhor 19 2.2 os profetas 19 2.3 a reivindicaÇÃo do antigo testamento a favor de sua inspiraÇÃo 20 2.4 o antigo testamento na qualidade de texto profÉtico 20 2.5 reivindicaÇÓes especÍficas do antigo testamento a favor de sua inpiraÇÃo 23 2.5.1 inspiração dos profetas 24 2.6 referÊncias do novo testamento a livros especÍficos do antigo testamento 25 2.6.1 confirmaÇÃo ou conciliaÇÃo 25 2.7 apoio do novo testamento À vindicaÇÃo de inspiraÇÃo feita pelo antigo testamento 26 2.8 referencias do novo testamento À inpiraÇÃo do antigo testamento 26 2.9 referÊncia do novo testamento a seÇÕes especÍficas do antigo testamento 29 capÍtulo 3 sua veracidade 31 3.1 significado 31 3.2 provas 32 3.2.1 estabelecidas por considerações negativas 33 3.2.2 estabelecida por considerações positivas 33 capÍtulo 4 sua inspiraÇÃo ou autoridade divina 43 4.1 a inspiraÇÃo da bÍblia 43 43 4.2 definiÇÃo etimolÓgica 45 4.3 definiÇÃo teolÓgica 46 4.4 inspiraÇÃo verbal e plenÁria da bÍblia 46 4.5 a inspiraÇÃo da bÍblia É Única 46 4.6 o novo testamento reivindica inspiraÇÂo divina 47 4.7 a promessa de cristo a respeito da inspiraÇÃo 47 4.7.1 a comissão dos doze 47 4.7.2 o envio dos setenta 48 4.7.3 o sermão do monte das oliveiras 48 4.7.4 os ensinos durante a última ceia 48 4.7.5 a grande comissão 49

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2 4.8 a promessa de cristo reivindicada pelos discÍpulos 49 4.9 teorias da inspiraÇÃo da bÍblia 50 4.9.1 teoria do ditado verbal 51 4.9.2 teoria da inspiração plenária 51 4.9.3 teoria da inspiração dinâmica 51 4.9.4 teoria da inspiração parcial 52 4.9.5 inspiração natural 52 4.9.6 iluminação espiritual 52 4.9.7 inspiração conceitual 53 4.9.8 inspiração segundo a neo-ortodoxia 53 4.10 dois testemunhos importantes 53 4.10.1 paulo 54 4.10.2 pedro 54 4.11 a autoridade da escritura 54 4.12 a interpretaÇÃo da escritura 57 57 4.13 as reivindicaÇÕes da prÓpria bÍblia 58 4.14 o testemunho do espÍrito santo acerca da autoridade da bÍblia 59 4.15 outros indÍcios da autoridade da bÍblia 60 capÍtulo 5 a necessidade da bÍblia 61 5.1 necessidade espiritual 62 5.2 necessidade moral 62 5.3 necessidade histÓrica 63 5.4 necessidade literÁria 64 5.5 necessidade de conhecer a vontade de deus dt 29-29 65 capÍtulo 6 a inerrÂncia da bÍblia 66 6.1 definiÇÃo etimolÓgica 66 6.2 definiÇÃo teolÓgica 66 6.3 argumentos contra a inerrÂncia 67 6.4 evidÊncias a favor da inerrÂncia 67 capÍtulo 7 a infalibilidade da bÍblia 68 7.1 o que É infalibilidade 68 7.2 definiÇÃo teolÓgica 68 7.3 a bÍblia dÁ testemunho de sua infalibilidade 68 capÍtulo 8 a clareza da bÍblia 69 8.1 o que É clareza 69 8.2 definiÇÃo teolÓgica 69 8.3 o testemunho da bÍblia quanto À sua clareza 70 capÍtulo 9 a supremacia da bÍblia em matÉria de fÉ e prÁtica 72 9.1 definiÇÃo 72 9.2 definiÇÃo teolÓgica 72 9.3 testemunho da bÍblia a respeito de sua autoridade 73 capÍtulo 10 a completude da bÍblia 75 10.1 definiÇÃo 75 10.2 definiÇÃo teolÓgica 75 10.3 o testemunho da bÍblia quanto a sua suficiÊncia 75 capÍtulo 11 como interpretar corretamente a bÍblia 78 11.1 interpretaÇÃo literal 78 11.2 iluminaÇÃo espiritual 79 11.3 princÍpio gramatical 79 11.4 contexto histÓrico 79 11.5 ensino teolÓgico 80 11.6 simetria bÍblica 80

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3 capÍtulo 12 o testemunho das vidas trasformadas 82 capÍtulo 13 a transmissÃo da bÍblia 84 13.1 as lÍnguas da bÍblia 84 13.2 o velho testamento 86 13.3 o velho testamento hebraico 87 13.4 o pentateuco samaritano 89 13.5 a septuaginta 89 13.6 outras traouÇoes gregas 90 13.7 a hexapla de orÍgenes 91 13.8 traduÇÕes em outras lÍnguas 91 91 13.9 o novo testamento 92 13.10 a vulgata latina de jerÔnimo 95 13.11 a impressÂo do texto grego 95 13.12 a bÍblia em inglÊs 97 13.13 a bÍblia em lÍngua portuguesa 102 13.13.1 a versão de almeida 102 13.13.2 a versão de figueiredo 108 13.13.3 a edição brasileira 111 13.13.4 a tradução revisada da imprensa bíblica brasileira 112 capÍtulo 14 a bÍblia e a ciÊncia 115 14.1 evidÊncias e pressuposiÇÕes 115 14.1.1 a evidência científica 116 14.1.2 pressupostos 116 14.2 fatos incontestÁveis 118 14.2.1 cosmológico cosmos mundo 118 118 14.2.2 teleológico télios fim propósito ordem fim 119 14.2.3 antropológico antropos homem 119 14.2.4 ontológico ontos ser existência 120 14.3 a bÍblia e a ciÊncia andam juntas 120 14.3.1 a física quântica 120 14.3.2 lei da conservação 121 14.3.3 depoimentos de cientistas com mensagem de fé 121 conclusÃo 123 bibliografia 124

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4 introduÇÃo este trabalho é de extrema importância visto que precisamos ter confiança na bíblia que lemos a fim de podermos seguir os ensinamentos que lá estão determinados como poderemos saber o caminho certo se o espírito de deus não nos guiar nós não somos nada quanto estamos sozinhos mas com deus somos mais do que vencedores sem dúvida muitos livros apócrifos podem trazem ensinamentos bons mas misturados com ensinamentos errados e a capacidade de vermos esta diferença só o espírito de santo deus pode nos dar o melhor em minha opinião seria nem lêlos pois devemos nos afastar da presença do mal É muito bom conhecer de onde nossa bíblia veio como ela chegou até nós quem participou de sua formulação e quem deve lê-la lembre-se todos nós devemos lê-la sempre.

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5 capÍtulo 1 a canonicidade dos textos bÍblicos 1.1 a bÍblia a palavra bíblia se origina da palavra biblos que era o nome dado ao caule da árvore de onde se tirava o papiro e tem hoje como significado reunião de pequenos livros na verdade a bíblia não é um livro apenas mas uma coleção de livros 39 no antigo testamento at e 27 no novo testamento nt sua composição demandou séculos e sua autoridade perdura por milênios a inspiração do texto sagrado é uma qualidade própria íntima ela é porque é as palavras das escrituras são as que nutrem a nossa vida espiritual como já dizia moisés porque esta palavra não vos é vã antes é a vossa vida e por esta mesma palavra prolongareis os dias na terra a qual passando o jordão ides a possuir dt 32:47 o mesmo moisés advertiu o povo de que nada deveria ser acrescentado ou suprimido da palavra de deus não acrescentareis à palavra que vos mando nem diminuireis dela para que guardeis os mandamentos do senhor vosso deus que eu vos mando dt 4 2 a determinação precisa da extensão do cânon das escrituras é de extrema importância pois para que possamos confiar em deus e obedecer a ele de modo absoluto precisamos de uma coleção de palavras sobre as quais temos certeza serem as palavras do próprio deus para nós.

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6 1.2 cÂnon canonizaÇÃo livros canÔnicos afinal o que É isso a união de livros de cada uma das partes tem o nome de cânon essa palavra vem do grego e significa aferidor de medida padrão medida infalível por que os livros da bíblia são considerados canônicos isto é sagrados e inspirados por deus por que temos na bíblia um apocalipse de joão mas um outro apocalipse supostamente escrito por pedro foi deixado de fora no cânon será que existe algum critério para julgar estes livros através do qual eles foram classificados em canônicos ou apócrifos vejamos alguns conceitos no caso cristão cânon significa regra de fé ou seja um catálogo de livros considerados sagrados os livros que não foram considerados canônicos são chamados apócrifos ou dêutero-canônicos isto é de outro cânon não pertencem a nenhum cânon cristão atual também existem os pseudo-epígrafos título falso livros com o nome de um autor que na verdade não os escreveu alguns exemplos oração de manassés carta de jeremias ascensão de moisés livro de enoque apocalipse de isaías apocalipse de pedro a carta aos romanos evangelho de adão e outros todos estes livros estiveram presentes na vida da igreja cristã dos primeiros séculos entretanto eles não alcançaram o status de canônicos e j young observa que não existe nenhum sinal de origem divina nesses livros ou em qualquer eva tábuas de eva evangelho da infância de jesus pastor de hermas epístola de clemente as sete epístolas de inácio e muitos

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7 outro apócrifo ou deuterocanônico tanto judite como tobias contém erros históricos cronológicos e geográficos por exemplo existem pelo menos três razões necessárias para se definir o cânon da igreja surgimento de cânons particulares marcião que viveu por volta do ano 140 ad desenvolveu seu próprio cânon e começou a divulgá-ia por isso a igreja precisava decidir qual era o verdadeiro cânon das escrituras livros com ensinamentos contrários à fé cristã o uso de livros que continham outro fundamento que não a doutrina dos apóstolos estava causando grandes males entre as igrejas nascentes distorcendo a fé em cristo perseguição e martírio no ano de 303 ad o imperador diocleciano decretou a destruição dos livros sagrados dos cristãos com isso surgiu a pergunta quais livros eram realmente sagrados por quais livros valia a pena morrer 1.2.1 fatores determinantes na canonização dos livros da bíblia existem alguns critérios que levaram a igreja primitiva a aceitar ou rejeitar determinado livro o livro deveria ser claramente inspirado por deus e escrito por pessoas comissionadas por deus para isso no caso do antigo testamento havia a prova do profeta o autor teria que ser comprovado como profeta de javé já no caso do novo testamento o principal teste da inspiração foi a apostolicidade isto é o livro deveria ser relacionado diretamente aos apóstolos o livro não tinha que ser necessariamente escrito por um apóstolo mas teria que receber a aprovação apostólica o livro deveria ter uma lição prática para a vida cristã para a igreja primitiva é claro que só existe uma única autoridade absoluta a autoridade de jesus cristo.

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8 no caso dos livros do antigo testamento o livro teria que ser escrito em hebraico é por isso que a versão grega do a t encomendada por ptolomeu para a biblioteca de alexandria não era considerada sagrada pelos judeus o livro deveria ser aceito pela comunidade cristã e sua linguagem e estilo literário não poderia ser artificiais e destoar do restante das escrituras também não poderia conter ensinamentos doutrinários opostos aos presentes no restante da bíblia historicamente os livros apócrifos foram rejeitados pelos concílios da igreja nos primeiros quatro séculos da era cristã eles apresentam grandes diferenças em relação às doutrinas centrais da fé cristã que estão claramente demonstradas nos livros canônicos 1.3 critÉrio para a escolha dos livros que compÕem a bÍblia a palavra testamento vem do latim testamentum e no contexto bíblico quer dizer aliança sendo assim podemos perfeitamente substituir a palavra testamento pelo termo aliança dividindo a bíblia em duas partes a antiga e a nova aliança a bíblia católica é composta por 73 livros 46 no at e 27 no nt já a bíblia protestante é composta por 66 livros 39 no at e 27 no nt os 66 livros não estão seqüenciados em ordem cronológica mas sim de forma temática os sete livros a mais da bíblia católica são tobias judite i macabeus ii macabeus sabedoria eclesiástico ou sirácida e baruc possui ainda adições nos livros de ester e daniel a esses livros dá-se o nome de deuterocanônicos considerados apócrifos não inspirados por evangélicos e judeus todos escritos em grego a igreja católica romana aprovou os livros apócrifos em 8 de abril de 1546 nessa época os protestantes opunham-se violentamente às doutrinas romanistas

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9 do purgatório oração pelos mortos salvação pelas obras citadas em alguns desses livros além desses existem uma infinidade de outros livros que também foram considerados apócrifos tanto por evangélicos e judeus quanto por católicos aqui estão alguns deles estando incluídos alguns pseudo-epígrafos e os deuterocanônicos 1.3.1 livros apócrifos do antigo testamento estes livros não faziam parte do cânon hebraico mas eram aceitos pelos judeus de alexandria que liam o grego alguns deles são citados no talmude i i i esdras relata fatos históricos desde o tempo de josias até esdras sendo a maior parte da matéria tirada dos livros das crônicas de esdras e de neemias foi escrito no século i ac iv esdras série de visões e profecias especialmente apocalípticas que alegadamente esdras teria anunciado tobias É uma história novelística sobre a bondade de tobiel pai de tobias e alguns milagres preparados pelo anjo rafael apresenta a justificação pelas obras 4.7-11 ;12.8 a mediação dos santos 12.12 superstições 6.5 7.9,19 e um anjo engana tobias e o ensina a mentir 5.115-19 judite história da libertação de judeus do poder do general persa holofernes realçando a coragem da heroína judite viúva e formosa que salva sua cidade enganando um general inimigo e decapitando-o grande heresia é a própria história onde os fins justificam os meios ester capítulos adicionados ao livro canônico de ester do século ii ac sabedoria livro escrito com finalidade exclusiva de lutar contra a incredulidade e

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10 idolatria do epicurismo filosofia grega na era cristã apresenta o corpo como prisão da alma 9.15 a doutrina sobre a origem e o destino da alma 8.19 e 20 e a salvação pela sabedoria 9.19 todas contrárias à bíblia eclesiástico ou sabedoria de jesus filho de siraque coleção de ditados prudentes e judiciosos semelhante ao livro dos provérbios apresenta todavia a justificação pelas obras 3.33,34 o trato cruel aos escravos 33.26 e 30 42.1 e 5 e incentiva o ódio aos samaritanos 50.27 28 baruque apresenta-se como sendo escrito por baruque o cronista do profeta jeremias numa exortação aos judeus quando da destruição de jerusalém mas é de data muito posterior quando da segunda destruição de jerusalém no pós cristo tem entre outras doutrinas a intercessão pelos mortos 3.4 ii daniel aditamento ao livro de daniel com cântico dos três jovens o cântico dos três jovens na fornalha história de susana representando daniel como justo juiz em que segundo esta lenda daniel salva suzana num julgamento fictício baseados em falsos testemunhos bel e dragão conta histórias sobre a necessidade da idolatria manassés oração de manassés rei de judá no seu cativeiro da babilônia i macabeus descreve a história de três irmãos da família macabeus que no chamado período interbíblico 400ac 3dc lutam contra inimigos dos judeus visando à preservação do seu povo e da sua terra i imacabeus não é a continuação de i macabeus mas um relato paralelo cheio de lendas e prodígios de judas macabeu apresenta a oração pelos mortos culto e missa pelos mortos intercessão pelos santos e o próprio autor não se julga inspirado i i i macabeus história fictícia de 217 ac enunciando as relações do rei egípcio ptolomeu iv com os judeus da palestina e alexandria.

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11 iv macabeus ensaio homilético feito por um judeu de alexandria conhecedor da escola estóica sobre ii macabeus livros dos jubileus ou pequeno gênesis tratando de particularidades do gênesis de uma forma imaginária e iegendária escrito por um fariseu entre os anos de 135 e 105 a.c testamento dos 12 patriarcas livro de modelo de ensino moral 1.3.2 livros apócrifos do novo testamento sob este nome são algumas vezes reunidos vários escritos cristãos de data primitiva que pretendem dar novas informações acerca de jesus cristo e seus apóstolos ou novas instruções sobre a natureza do cristianismo em nome dos primeiros cristãos evangelhos evangelho segundo os hebreus evangelho dos egípcios evangelho dos ebionitas evangelho de pedro protoevangelho de tiago evangelho de tomé evangelho de filipe evangelho de bartomeu evangelho de nicodemos evangelho de gamaliel evangelho da verdade epístolas i clemente as sete epístolas de inácio aos magnésios aos trálios aos filadélfios aos esmirnenses e a policarpo a epístola de policarpo a epístola de barnabé atos atos de paulo atos de pedro atos de joão atos de andré atos de tomé.

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12 apocalipses apocalipse de pedro pastor de hermas apocalipse de paulo apocalipse de tomé apocalipse de estevão tais livros nunca foram reconhecidos pelos judeus e esse fato é fundamental considerando a doutrina de romanos 3:2 os judeus perceberam que a inspiração profética terminara com esdras esta é a conclusão a que chegamos através das palavras de flávio josefo desde artaxerxes até os nossos dias escreveram-se vários livros mas não os consideramos dignos de confiança idêntica aos livros que os precederam porque se interrompeu a sucessão dos profetas esta é a prova do respeito que temos pelas nossas escrituras ainda que um grande intervalo nos separe do tempo em que elas foram encerradas ninguém se atreveu a juntar-ihes ou tirar-ihes uma única sílaba desde o dia de seu nascimento todos os judeus são compelidos como por instinto a considerar as escrituras como o próprio ensinamento de deus e a ser-ihes fiéis e se tal for necessário dar alegremente a sua vida por elas discurso contra Ápion capítulo primeiro oitavo parágrafo o maior problema em considerá-los dignos de confiança é porque segundo judeus e protestantes há muitos ensinos falsos em contradição com os livros considerados canônicos exemplos justificação pelas obras em eclesiástico 3:33 e tobias 4:7-11 defende-se a justificação salvação pelas obras o que é negado por efésios 2:8,9 em tobias 12:8,9 ensina-se que as ofertas caridosas podem expiar o pecado mas lemos em i pedro 1 18 19 que não é com coisas corruptíveis como prata ou ouro que somos salvos mas pelo precioso sangue de cristo.

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13 mediação dos santos em tobias 12:12 narra-se a mediação dos santos doutrina que é completamente repudiada na bíblia há um só deus e um só mediador entre deus e os homens jesus cristo homem i timóteo 2:5 ele disse eu sou o caminho a verdade e a vida ninguém vem ao pai senão por mim s.joão 14:6 oração pelos mortos em ii macabeus 12:44-46 doutrina-se a oração pelos mortos o que a bíblia não admite cfr hebreus 9:27 e joão 3:18,36 superstições e feitiçarias em tobias 6:5-8 promove-se o ensino da arte mágica porém coração de um peixe não possui poder mágico e sobrenatural para espantar toda a espécie de demônios satanás não pode ser expulso por algum truque cfr marcos 16:17 e atos 16:18 pedido de desculpas em ii macabeus 15:38,39 o autor do livro pede desculpas algo que é completamente inaceitável perante o texto bíblico inspirado por deus cfr 11 pedro 1 :20,21 ensino do purgatório a religião católica baseia a sua crença no purgatório particularmente devido ao livro de sabedoria 3 1-4 porém esse ensino aniquila completamente a expiação feita pelo senhor jesus se o pecado pudesse ser extinto pelo fogo do purgatório não tínhamos necessidade de cristo nem ele tinha tido a necessidade de morrer na cruz do calvário i joão 1 :7 relatos impossíveis os apócrifos do novo testamento não constituem nenhum problema porque são rejeitados por todas as igrejas cristãs face à fragilidade desses escritos basta citar o exemplo do evangelho de são tomás jesus atravessava uma aldeia e um menino que passava correndo esbarra-lhe no ombro jesus irritado disse não continuarás tua carreira imediatamente o menino caiu morto seus pais correram a falar a josé este repreende a jesus que castiga os reclamantes com terrível cegueira este relato que não se coaduna com a sublimidade dos ensinos de cristo é suficiente para provar que este evangelho é espúrio o senhor jesus citou por diversas vezes as escrituras do antigo testamento,

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14 porém nunca citou qualquer texto dos chamados livros apócrifos vejamos alguns exemplos das citações que jesus fez no velho testamento vale conferir as seguintes citações do antigo testamento constantes em lucas 17:26··29 24:27 e 44 mateus 4:4,7,10 12:40 19:4-5 marcos 12:36 e joão 5:46-47 1.3.3 cânon do antigo testamento a tarefa de formar o que hoje chamamos de at começou graças a esdras e à grande sinagoga por volta de 450 a.c É opinião da maioria dos estudiosos que no tempo de cristo o at já existia na forma como indicamos acima após a queda de jerusalém no ano 70 a.d houve uma grande discussão acerca do cânon bíblico um rabino chamado yochanan ben zakkai obteve permissão escrita das autoridades romanas para convencer o concílio de jamnia a discutir o cânon da escritura o debate porém se limitou a quatro livros que eram considerados periféricos provérbios eclesiastes cantares de salomão e ester depois que os prós e os contras desses livros foram discutidos o concílio decidiu incluí-los no cânon juntamente com os outros livros que hoje fazem parte do at na verdade o concílio poderia ter feito algo mais os livros que eles decidiram reconhecer como canônicos já eram geralmente aceitos embora houvesse algumas interrogações acerca deles os livros que recusaram admitir nunca foram incluídos eles não expulsaram do cânon nenhum livro que já houvesse sido previamente admitido o concílio de jamnia não investiu os livros da bíblia de autoridade ao incluí-los numa espécie de lista sagrada eles foram incluídos na lista o cânon porque .já eram reconhecidos como inspirados por deus e autoritativos e isso na maioria dos casos já por vários séculos.

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15 um escritor judeu contemporâneo de cristo filo de alexandria aceitava o cânon do at da forma como o fazemos hoje o mesmo é verdade acerca de flávio josefo outro escritor judeu do primeiro século a mais antiga lista cristã conhecida dos livros do at foi feita por melito bispo de sardes cerca de 170 a d preservada por eusébio no quarto volume de sua história eclesiástica o conjunto de todos os livros do at aceitos pelos judeus tem o nome de tanak torah a lei nebulim os profetas ketubim cerimoniais torah gênesis Êxodo levítico números deuteronômio nebulim profetas anteriores josué juízes samuel i e ii reis i e ii profetas posteriores isaías jeremias ezequiel oséias joel amós obadias jonas miquéias naum habacuque sofonias ageu zacarias malaquias ketubim livros poéticos jô salmos provérbios megilote-festas judaicas rute pentecostes ester purim ou perdão eclesiastes tabernáculo cantares páscoa lamentações 5° mês judaico abe demais livros crônicas i e 1 1 esdras neemias daniel o cânon do at para os judeus tanak é composto de 22 livros e para conseguir isto fizeram josué juízes 1 livro samuel i e ii 1 livro reis i e ii 1 livro profetas de ezequiel à malaquias 1 livro crônicas i e ii 1 livro esdras neemias 1 livro a língua hebraica já estava caindo em desuso por volta de 300 a c então no

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