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confederaÇÃo brasileira de futebol 7 society filiada À fifo7s reconhecida pela secretaria nacional de esporte ÓrgÃo do ministÉrio do esporte e turismo filiada a ufeesp união das federações esportivas do estado de são paulo oned organização nacional das entidades do desporto fifo7s federação internacional de football 7 society regras oficiais internacionais aprovadas pela fifo7s em vigor desde 01 de janeiro de 2011 prof milton mattani 2
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confederaÇÃo brasileira de futebol 7 society ediÇÃo 2011 administração eng marcello cordeiro sangiovanni diretoria executiva presidente vice-presidente diretor administrativo presidente do stjd diretor depto técnico diretor depto Árbitros diretor jurídico eng marcello cordeiro sangiovanni prof milton mattani wilson da rocha vilela dra solange maria crystal joão felix marinho boteselle gilberto gomes de almeida dr jorge antonio gallafassi comissÃo de assentamentos ajustamentos e alteraÇÕes milton mattani marcello cordeiro sangiovanni lauro henrique andrade gilberto gomes de almeida joão felix marinho boteselle wilson da rocha vilela dante turra paulo roberto pinto de souza josé antonio lourenço rene djekeim presidente fifo7s presidente cbf7s instrutor enoaf7s diretor depto Árbitros diretor depto técnico diretor administrativo técnico seleção brasileira jornalista Árbitro colaborador 3
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o cÓdigo desportivo o estatuto social e a enoaf7s são partes integrantes das normas que regem esta entidade pratique esporte disciplinado pratique futebol 7 society sete é society em nível nacional está registrado na secretaria nacional de esporte órgão do ministÉrio do esporte e turismo onde o esporte é denominado futebol sete deu-se este nome à primeira federação fundada no brasil a federação gaúcha de futebol sete porque o cnd não permitia o registro de entidade desportiva com nome em outro idioma a confederação foi oficializada como futebol sete seguindo normas oficiais porém solicitou ao mesmo órgão na época a utilização do nome society como sendo fantasia e assim foi oficializada e registrada a nível nacional confederaÇÃo brasileira de futebol sete/society prof milton mattani criador das regras oficiais fundador da federação paulista de futebol 7 society fundador da confederação brasileira de futebol 7 society criador da escola nacional de oficiais de arbitragem enoaf7s fundador da federação internacional de football 7 society coordenador do livro internacional com 04 idiomas 4 [1988 [1988 [1996 [2002 [2004 [2007]
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agradecimentos as regras oficiais do futebol 7 society foram elaboradas única e exclusivamente voltadas para a prática deste portentoso esporte em atenção à extraordinária demanda nacional e internacional de nosso esporte capacitados e eficientes mandatários formadores de opiniões reuniram-se para novos assentamentos atualizações e alterações das regras visando dinamizar ainda mais o futebol 7 society tornando-o um esporte vibrante competitivo e altamente social foi um envolvimento de todas as partes do brasil e do mundo que nos levou a realizar este trabalho gratificante a todos aqueles que atenderam ao nosso chamado colaborando com este trabalho para a grandeza do futebol 7 society nosso profundo respeito e agradecimentos além da certeza de que poderemos contar com a participação de todos nas próximas edições o esporte é a cristalização do belo o equilíbrio da moral da ética e da dignidade humana milton mattani 5
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presidente fifo7s Índice · logotipo da confederação · diretoria executiva · sete é society · agradecimentos · Índice · marcação do campo de jogo regra 01 o campo de jogo regra 02 a bola regra 03 número de atletas regra 05 tempo de jogo e categorias regra 06 início do jogo regra 07 condições de jogo e fora de jogo regra 08 soma de tentos regra 09 infrações regra 10 tiro livre regra 11 penalidade máxima regra 12 arremesso lateral regra 13 tiro e arremesso de meta regra 14 arremesso de canto regra 15 Árbitro oficiais de arbitragem regra 16 desempate anexo i código de sinais anexo ii manual de padronização e procedimento de oficiais anexo iii normas de conduta para oficiais 6 01 02 03 04 05 06 07 09 10 13 15 16 18 19 24 25 26 27 28 29 32 35 36 40 regra 04 uniforme de atletas com técnica e oficiais de arbitragem 11
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anexo iv modelos para relatórios anexo v relatório de Árbitro anexo vi súmula oficial anexo vii perguntas e respostas 43 46 48 50 marcaÇÃo do campo de jogo 7
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· · · recomendações as linhas laterais e de fundo devem ter um espaço livre recuo de pelo menos 2 m a altura das redes de proteção deve estar acima de 10 m regra 01 o campo de jogo 01 dimensões o campo de jogo deve ser retangular não podendo seu comprimento exceder a 55 m nem ser inferior a 45 m e a sua largura máxima de 35 meamínima 25 m devendo o comprimento ser sempre superior a largura 02 marcação do campo o campo de jogo deve ser marcado por linhas de cor branca e bem visíveis com 10 cm de largura as quais devem acompanhar o nível do campo as linhas que o limitam de maior comprimento são chamadas linhas laterais e as de menor comprimento linhas de fundo na metade do campo será traçada uma linha transversal de lado a lado chamada linha central o centro do campo será marcado por um ponto bem visível exatamente na metade da linha central com 10 cm de raio paralelas e eqüidistantes em 5 m da linha central devem ser traçadas duas linhas de 5 m uma em cada metade do campo de forma que se for traçada uma linha perpendicular na metade desta linha coincidirá com o centro do campo e serão chamadas linhas de saída e shoot out 03 Área de meta e marca de pênalti de cada extremidade do campo devem ser traçadas duas linhas perpendiculares à linha de fundo a uma distância de 5 m de cada poste de meta essas linhas avançarão 8 m pelo campo adentro e serão unidas em suas extremidades por uma linha transversal paralela à linha de fundo e com 15m de comprimento a marca de pênalti será definida por um ponto bem visível com 10 cm de raio na metade da linha frontal da área de meta e a distância de 8m da linha de fundo 04 metas as metas devem ser colocadas no centro de cada linha de fundo sendo formadas por dois postes verticais distantes 5m entre si medidos por dentro e ligados por uma barra horizontal cuja face interior ficará a altura de 2,20 cm do solo o diâmetro dos postes e da barra transversal deve ser de 10 cm e pintados na cor branca 8
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por trás das metas devem ser colocadas obrigatoriamente redes presas nos postes na barra transversal e no solo devendo estar convenientemente sustentadas e colocadas de modo a dar bastante espaço ao goleiro as redes devem ser confeccionadas com material adequado e que não ofereçam perigo aos praticantes tendo pequenas aberturas que não permitam a passagem da bola 05 zona de substituição localizada em frente à mesa do representante junto à linha lateral no meio do campo e demarcada por duas linhas paralelas de 0,50cm tendo 5m de distância entre elas 06 banco de reservas e mesa do representante/delegado o campo de jogo deve ter bancos com no mínimo 5m em cada lado do campo destinados aos atletas reservas e componentes da comissão técnica além de uma mesa com duas cadeiras para as funções de representante e delegado de jogo os bancos de reservas devem estar a uma distância superior a 5m da mesa do representante · na impossibilidade de cumprir esta determinação os bancos de reservas deverão ser colocados a 01 m da linha de fundo e a 05m da trave onde inicia a linha lateral da área · atletas em fase de aquecimento deverão postar-se atrás do banco de reservas e com coletes de cores diferentes 07 Área de atuação do técnico localizada em frente aos bancos de reservas deve estar a uma distância mínima de 01 m da linha lateral prolongando-se de um lado até a linha de saída e a 05 m da mesa do representante e do outro lado até o limite possível do campo sempre paralela à linha lateral demarcada por linhas secionadas · se do banco de reservas estiver postado na linha de fundo o técnico só poderá atuar na frente dos bancos a uma distancia igual ou superior a 01m da linha de fundo 08 recomendações para a realização de partidas nacionais e internacionais recomenda-se utilizar campos com dimensões mínimas de 30m de largura e 50m de comprimento 9
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regra 02 a bola 01 a bola deve ser esférica e seu invólucro de materiais aprovados e que não ofereçam perigo aos praticantes a principal referência da bola é seu quique em campo de grama natural ou sintética sendo que soltando-a de uma altura de dois metros o retorno do primeiro quique não pode ultrapassar a 0,80cm especificações da bola e suas categorias categorias circunferÊncia peso pressÃo sub 09 sub 11 sub 13 sub 15 feminino sub 15 sub 17 sub 20 principal veterano máster feminino principal 61 a 62 cm 63 a 65 cm 270 a 310 gramas 320 a 350 gramas 05 libras 06 libras 67 a 69 cm 420 a 450 gramas 06 a 10 libras 02 a bola não pode ser trocada durante a partida a não ser com a autorização de um dos árbitros 03 ambas as equipes devem se apresentar no mínimo com uma bola nova ou em condições de jogo com suas marcações e desenhos legíveis 04 se a bola estourar ou esvaziar-se durante uma partida esta deverá ser interrompida para a troca da bola e reiniciada por meio de bola-ao-chão no local onde a primeira bola se inutilizou se ocorrer dentro da área de meta o bola-ao-chão deve ser executado na linha frontal desta na direção mais próxima de onde ocorreu a inutilização 05 se ocorrer durante uma interrupção do jogo início reinício tiro livre tiro ou arremesso de meta arremesso de canto ou lateral pênalti ou bola-ao-chão a partida deve ser reiniciada após a troca da bola com a continuação normal desta 10
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regra 03 nÚmero de atletas 01 uma partida deve ser disputada por duas equipes compostas de 07 atletas em cada uma onde um dos quais obrigatoriamente será o goleiro 02 não é permitido o início da partida sem que as equipes tenham no mínimo 07 atletas no campo de jogo 03 quando uma equipe ou ambas ficarem reduzida a 03 atletas seja por qualquer motivo a partida deverá ser encerrada imediatamente 04 na súmula de jogo deve ser registrado o máximo de 15 atletas por equipe podendo ser completada até o final da partida inclusive na prorrogação 05 as substituição são ilimitadas e volantes não havendo necessidade de paralisação do jogo sendo restritas aos atletas registrados em súmula 06 quando do atendimento a qualquer atleta lesionado este obrigatoriamente deverá deixar o campo de jogo podendo ser substituído imediatamente e o atleta em questão estará apto a retornar somente quando da próxima posse de bola de sua equipe e com autorização do árbitro exceto o goleiro que poderá continuar no jogo sem a obrigatoriedade de ser substituído 07 em caso de sangramento ou lesão grave o atleta deve deixar o campo de jogo podendo ser substituído imediatamente 08 a comissão técnica das equipes será composta pelos seguintes membros · técnico ou treinador · massagista · fisicultor · médico 09 É permitida a substituição de membros da comissão técnica apenas uma única vez desde que devidamente registrado e o substituído não poderá retornar 11
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regra 04 uniforme dos atletas comissÃo tÉcnica oficiais de arbitragem 01 o uniforme dos atletas consiste de camisa de meia manga ou longa calção meias de cano longo caneleiras oficiais tênis ou chuteira apropriados para a prática da modalidade podendo utilizar equipamentos de proteção próprios ao esporte 02 os atletas podem se apresentar em campo usando camisas de mangas curtas e outros usando mangas cumpridas desde que sejam da mesma cor das mangas das camisas de mangas curtas 03 o goleiro deve usar uniforme de cor diferente dos demais atletas sendo permitido usar calça própria para a prática do esporte 04 as camisas devem ser numeradas nas costas de 01 a 99 sem repetição de números na mesma equipe a cor dos números deve ser diferente em relação à da camisa e estes devem ter de 0,20 a 0,30cm de altura 05 o árbitro exigirá que o atleta ou membro da comissão técnica retire qualquer objeto que a seu ver possa causar danos a si ou aos demais inclusive imagens ou textos que façam apologia contrária à moral do esporte não sendo obedecido impedirá sua participação 06 o atleta deve estar sempre bem uniformizado com a camisa dentro do calção e meiões levantados caso contrário será retirado temporariamente do campo podendo voltar após o árbitro verificar as condições normais do uniforme 07 o capitão deve ser identificado com 01 tarja fixada em um dos braços de cor diferente do uniforme se substituído deve entregá-la a seu substituto 08 o atleta pode jogar de óculos porém a responsabilidade é do mesmo por qualquer acidente e deve constar em súmula 09 caso a equipe não tenha goleiro reserva a mesma deve apresentar outra camisa de goleiro com número diferente de seus atletas registrados em súmula 12
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10 o uso de bermuda térmica está condicionado a sua cor ser idêntica à cor predominante do calção ou no caso de toda equipe se utilizar desta peça na mesma cor ainda que diferente da cor predominante do calção esta deverá ser uniformizada não importando quantos atletas utilizem na mesma equipe 11 os atletas não poderão usar ataduras e esparadrapo por fora dos meiões para segurar as caneleiras exceto se for da cor dos mesmos uniforme da comissÃo tÉcnica 01 os membros da comissão técnica devem estar vestidos com calça ou agasalho camisa com mangas ou similares sapato tênis ou chuteira apropriados É recomendável a utilização de material representativo do seu clube uniforme dos oficiais de arbitragem 01 o uniforme dos árbitros consiste de camisa de meia manga ou manga comprida oficializada pela confederação ou suas federações bermuda meias de cano longo e tênis ou chuteira apropriados de cor preta 02 se a cor da camisa dos atletas for idêntica a dos árbitros estes devem usar camisas de cores diferentes permanecendo inalteradas as outras peças 03 o uniforme do representante consiste de camisa de meia manga ou manga comprida oficializada pela confederação ou suas federações bermuda ou calça escura meias de cano longo e tênis ou chuteira apropriados de cor preta 04 os oficiais de arbitragem devem usar distintivo da entidade a que estiverem vinculados É recomendado o uso dos distintivos da entidade máxima nacional ou internacional 13
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regra 05 tempo de jogo e categorias 01 o futebol 7 society compreenderá as seguintes categorias masculinas e femininas e seus tempos de jogo divididos em dois períodos iguais de acordo com a tabela abaixo categorias idades sub 09 07/08/09 anos sub 11 10/11 anos sub 13 12/13 anos sub15 feminino até 15 anos sub15 14/15 anos sub 17 16/17 anos principal/feminino acima de 18 anos 15 anos com autorização sub 20 18/19/20 anos principal acima de 18 anos 16 anos com autorização veterano de 35 a 40 anos máster acima de 40 anos categorias a serem criadas deverão seguir orientação da cbf7s tempo 15 x 15 15 x 15 15 x 15 15 x 15 20 x 20 20 x 20 20 x 20 25 x 25 25 x 25 25 x 25 25 x 25 02 para efeito de distinção dos limites das categorias especificadas acima será considerada a idade completada no ano da competição 03 para as categorias sub 09 principal veterano e máster a idade deverá ser completada antes da inscrição do atleta na competição 04 cabe somente aos árbitros marcarem o tempo do jogo 05 todos os jogos devem ter um intervalo de no máximo 10 minutos 06 um pedido de tempo técnico por período pode ser solicitado pelas equipes o capitão deve pedir a um dos árbitros e o técnico somente ao representante 07 a duração do tempo técnico é de 01 minuto sendo concedido na próxima paralisação da partida que será acrescido ao término do período 14
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08 quando do pedido de tempo técnico as equipes devem se reunir dentro de sua área de meta sendo permitida somente a entrada em campo do técnico e do massagista nesta paralisação o árbitro deve informar se solicitado o tempo de jogo apenas ao capitão da equipe 09 toda paralisação por motivo de contusão ou outro qualquer deve ser acrescida ao final do período sempre a critério dos árbitros 10 o tempo de jogo em qualquer dos períodos deve ser prorrogado para a execução de um pênalti 11 o tempo da prorrogação para efeito de desempate não poderá ser maior do que 10 minutos em todas as categorias sendo dividido em 02 períodos de 05x05 minutos sem intervalo apenas com mudança de lado das equipes continuando valendo as somatórias de infrações individuais e coletivas além de todos os cartões disciplinares 12 caso o pedido de tempo técnico não seja utilizado no segundo período poderá ser solicitado na prorrogação se houver 13 em ocasiões excepcionais poderão ser colocados placares públicos porém quem determina o tempo de jogo é o cronômetro do árbitro 15
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