ProfMen05

 

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estudo 05 so ofonias e a corru upção g generali izada jakl nichele samir co ler onfessor a pro ofunda insatis sfação de deu us sofon é um dos p nias profetas mais d desconhecidos d at o nt ci do ita-o apenas um vez mt ma 13.41 contudo so 1 ofonias represen um elo nta impo ortante na ativid dade profética porque ele traz algumas origin nalidades em re elação aos profe etas anteriores e que inspirara os que am vieram depois dele como jeremias e ezequiel 1 o profeta confo forme 1.1 ele er tataraneto de ezequias ra e fato este talvez ress saltado pelo red dator do livro p para mostrar q que sofonias tin ascennha dência real outros pensam que era para tirar a qualq quer dúvida sobre sua origem ju udaíta sofon é declarado também filho de cusi nias o o que p pode significar que o profeta e filho de era algué chamado cu ou que era c ém usi cuchita de cuch isto é algué da etiópia n he ém neste caso sofon seria um ne nias egro africano algo inédito na história dos profe israelitas etas o no ome sofonias significa javé es scondeu e profe eticamente indic cava que javé ti inha coisas escon ndidas por muit anos e que ainda pertos durav no tempo d profeta vam do figura 6 ­ sofonias viu a corrupção de toda a sociedade como a ferru ugem que inutiliza uma ferramen como achar esperança nta 2 o tempo do pro ofeta por 1 ele teria de 1.1 esenvolvido sua atividade a no te empo do rei jos 640-609 a sias .c a data mais provável seria entre 640-630 a.c antes da v vocação de jeremias em 62 a.c e 27 porta anto durante a menoridade do rei josias o isto p porque este rei empreendeu im mportantíssimas reformas polí s íticas sociais e religiosas que n são mencion não nadas pelo prof feta deve emos lembrar qu judá havia pe ue ermanecido um s século sob o d domínio da assíria desde que o rei acaz reco orrera a tiglate e-pileser iii ra contr os reinos de damasco e israel embora o rei ezequias 727-698 a.c procu urasse ficar indep pendente não o conseguiu po ouco a pouco o povo aderiu a costumes estr rangeiros e prátic pagãs o re manassés 698-643 a.c cas ei contr ribuiu para difun a corrupção religiosa ndir o confo forme 2rs 21.3 ele reconstru os san-9 uiu tuário javistas nos lugares altos e os erigiu altares a baal e introd duziu cultos estrangeiros ritos de fertilidade prostituição sa agrada cultos astrais adivinhaç ção magia e até sacrifícios é huma anos a isso a ajuntaram-se as injustiças s 2rs 21.16 mana assés foi suced dido por seu f filho amon 643-640 a.c que embora tivess reinado se apenas dois anos co ontinuou a mesm política ma do pa logo foi assassinado por m ai membros da corte de tendência antiassíria e s e substituído por j josias que tin nha apenas oito anos de o idade durante o tempo da meno e oridade de josias dois grupos d s disputam o pode er o povo da terra camponeses proprietáa rio que haviam colocado josias no trono os s 2rs 21.24 fiel à tradições jud às daítas princip palmente à suce essão davídica esse grupo pr retendia realizar reformas profu r fundas dentro do reino segundo a fé javista o nobres e príncipes sf 1.8 que queriam 8 m manter a si ituação social e religiosa nos s moldes ante eriores e preserv uma política var a interna que lhes assegur e rasse o poder r buscavam apoio e seguran em grandes nça s estrangeiras for rmando-se dois s potências e grupos os q tendiam ma para o egito que ais e os mais inc clinados para a assíria a É nesse contex que devemos considerar a xto atividade profé ética de sofonia ele se coloca as a como porta-voz do povo da terra denunciz ando a corrupç política so ção ocial e religiosa a mostrando a necessidade de profundas refor p re mas alguns dizem que ele inspirou a grande reforma de josias em 622 a.c com a descoc berta do livro da lei o núcleo do deuteroo nômio 2rs 22 se compararm 2rs 21 e 1cr mos r 33 veremos q que o profeta caracteriza a a corrupção não só no campo religioso mas o o s também no e econômico político e social l mostrando que sobre toda ess situação pesa e sa a o julgamento d deus de 4 javé de esmascara a corrupção 1.2c -2.3 na primeira parte do livro desmascaram os o m-se veis ís responsáv pela situação caótica do paí o horizon do julgamen é universal 1 nte nto 1.2-3 tudo mas por que uma ameaça tão ra s adical sofonias m mostra as causas s a corrup pção religiosa 1.4-6 pela tradição javé h habitava no te emplo de jerus salém contu udo o culto a jav tinha sido co vé ompletamen abandonado ou distorcido com nte o o mistur de cultos a outros deuses baal ra astros e moloque c s cujos cultos inc cluíam sacrifí ícios humanos o próprio rei m manassés sa acrificou seu fil lho a essa divin ndade 2rs 2 21.6 era a completa perversão da religiã javista para a qual javé é o deus ão da vid era uma rejei da ição prática a ja e a avé seu pr rojeto 1.6 b corrup pção dos poderosos 1.7-9 o d do dia julgam mento de javé seria como um sacris fício c cujas vítimas são em primeiro lugar o as au utoridades polít íticas 1.8 a classe social alta e os que estão diretam e mente os e gar ligado ao governo em segundo lug as autori idades religiosas que passaram a ter m prátic cas supersticios sas pagãs tra ansformando o templo nu lugar de rou o um ubo e violên ncia 1.9 certa amente mancom munados co autoridades civis as autoridades om civis e as religiosas estavam vivend em do meio ao luxo e ga astos excessivo às os custas da exploração e extorsão so s o obre o povo com a prática oficializada da injustiça a gravidade au umenta pelo fa de ato tais a autoridades traírem sua funçã de ão promo over a prática da justiça e do di a ireito c corrup pção do comér rcio 1.10-11 o comércio era fonte de injustiça os mais e pobre eram explorad e por ele os ricos es dos s e pod derosos se en nriqueciam cada vez a mais na visão do profeta o desap parecio erosos mento do comércio levaria os pode a perd sua maior fo der onte de renda 3 o livro antes de pros sseguirmos cab aqui a aprebe sentação da est trutura do livro basicamente o livro possui três partes principais esq quema do conteúdo 1.1 apresen ntação do livro 1.2-2.3 a revela ação da corrupção 2.4-3.8 o julgam mento de deus 3.9-20 esperan em meio ao cao nça os o foco da mensagem é o reino do sul judá e o rusalém o reino do norte já á sua capital jer estava destruíd do os estudiosos concordam que o texto pode e ter sido escrito pelo próprio profeta ou por o r discípulos dele ainda no seu tempo embora e a identifiquem in nserções no tex que melhor xto r se adequariam a uma époc posterior ao m ca o exílio na babilô ônia escola bíb blica domini ­ 2011 ical 9

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d idolatria ao dinheiro 1.12-13 sofonias denuncia agora o que está por trás do comportamento da classe alta seu ateísmo prático eles até podiam aceitar a existência de deus e até podiam ter uma versão acomodada da fé que consistia em dizer que javé não faz o bem nem o mal 1.12 como se deus não agisse na história tal concepção deixava suas consciências livres para fazer o que bem entendiam crendo num deus indiferente às injustiças eles podiam tranquilamente explorar e oprimir o povo para acumular riquezas e poder para esta classe alta o dinheiro era o deus que comandava a história quem tivesse mais poderia mais pensavam-se inabaláveis sofonias retoma o pensamento da classe alta mostrando que o julgamento de javé inverte a situação e transforma em mal aquilo que era imaginado como bem 1.13 seria um dia de tormento 1.17 em 1.7 se fala que os poderosos seriam sacrificados mas a morte deles foi comparada com pó e esterco como se suas vidas não tivessem nenhum valor ao contrário do que acontecia nos sacrifícios o suborno não os livraria 1.18 todos os culpados seriam atingidos o julgamento porém trazia em si uma última chance o profeta se dirige aos poderosos convocando-os a tomar uma atitude antes que fosse tarde demais 2.1-3 o caminho de salvação passava por uma conversão radical já que o comportamento injusto dos poderosos nascia do seu descaso em relação à javé 1.6 estabelecem-se as seguintes relações ignorar javé busca de riquezas injustiça buscar a javé buscar a humildade justiça o caminho da humildade seria a chance para evitar o julgamento assim sofonias nos deixa ver que a esperança e a salvação de uma sociedade estão em olhar para deus norte assíria 2.13-15 na primeira fase de josias ainda era uma potência ameaçadora nínive a capital era o modelo de imperialismo agressor a ameaça de sofonias antecipa os acontecimentos de 612 a.c quando foi totalmente dominada pela babilônia cf naum concluído o julgamento sobre as nações vizinhas sofonias volta-se para jerusalém a capital rebelde contaminada e opressora 3.18 É o ápice da crítica profética se nínive merece castigo muito mais jerusalém porque ela ouvia a voz que a instruía mas não deu atenção via exemplos que a convidavam a aprender a lição mas resistia o profeta critica os responsáveis pela vida do povo chefes juízes profetas e sacerdotes 3.3-4 que em vez de defender o povo e o ensinar a viver segundo a justiça e o direito de dizer a palavra de deus para orientar e de distinguir o sagrado do profano mostrando as condições para participar do culto e resolver situações de conflito através da interpretação da lei oprimiam o povo com violência prepotente devoravam o povo com sua cobiça apropriavam-se da palavra de deus para fraudar e desorientar distorcendo as exigências da lei sofonias queria que a classe dirigente deixasse a injustiça e praticasse a justiça de que adiantava ter um deus justo quando o próprio povo se comprometia com a prática da injustiça as palavras do profeta chegam a nós hoje com a mesma questão também a igreja deve confessar seus erros e desvios públicos e notórios só assim ela poderá continuar anunciando com integridade o deus vivo e o seu filho jesus cristo sem comprometê-lo com a prática da injustiça É interessante destacar que para israel a palavra usada para confissão era também usada para louvor do êxodo É o novo povo de deus e a esse povo não é prometido um futuro maravilhoso no sentido material pelo contrário o novo povo seria pobre e fraco e sua única força e riqueza adviriam da fidelidade ao deus que liberta e dá vida e anima a solidariedade o final da caracterização dada por sofonias sobre essa sociedade justa construída pelos pobres e fracos é a paz 3.13 em 3.14-18a ele vai mostrar onde se manifesta a presença de javé não se fala em templo javé o rei de israel está no meio de você e você nunca mais verá a desgraça javé o seu deus o valente libertador está no meio de você por causa de você ele está contente e alegre e renova o seu amor por você está dançando de alegria por sua causa como em dias de festa 3.15-18a podemos notar que o povo justo está não só no lugar da cidade de jerusalém mas tornouse o próprio templo onde deus habita isso porque o deus justo quer habitar no meio do povo que pratica a justiça 3.5 dessa forma o profeta deixa bem claro que o mais perfeito santuário é a prática da justiça não adianta construir belíssimos templos no meio da prática da injustiça no trecho final do livro de sofonias 3.18b20 se referindo à repatriação dos exilados na babilônia após 538 a.c logicamente um acréscimo posterior o profeta mostra como esse povo se tornaria fermento entre todos os povos abrindo um novo horizonte para todos sua reunião e organização testemunhariam a força e justiça do deus vivo e agora as palavras de sofonias têm espaço nos dias atuais deveriam estar presente no discurso da igreja de cristo É fundamental que a pregação do evangelho contenha o tema do arrependimento algo pouco falado nos dias de hoje sofonias exorta a nação ao arrependimento e anuncia a indignação de deus ira divina após a exortação há o convite para buscar o senhor buscar a justiça buscar a mansidão mediante as realidades que temos no século xxi lembremo-nos das palavras de martin luther king o que me preocupa não é o grito dos maus mas o silêncio dos justos da mesma forma devemos estar preocupados com o silencio da igreja devemos ter em sofonias bem como nos outros profetas menores a motivação o encorajamento para gritarmos contra dotas as formas de injustiça para anunciarmos o evangelho em sua plenitude e para alertarmos sobre as trágicas consequências do pecado procurai a javÉ procurai a justiÇa procurai a humildade entÃo darei aos povos lÁbios puros para que todos possam invocar o nome de javÉ e servi-lo sob o mesmo jugo sf 2.3 3.9 6 a esperança 3.9-20 o final do livro de sofonias parece contrastar com o resto alguns afirmam que se trata de um grande acréscimo feito posteriormente depois do exílio na babilônia 586-538 a.c contudo talvez se possa dizer que 3.11-17 é de sofonias enquanto que 3.9-10 e 3.18-20 se referem claramente a um futuro exílio com o retorno dos cativos e conversão das nações em 3.9-10 realizado o julgamento os povos estrangeiros poderiam descobrir a triste realidade da idolatria e se voltar para o deus que gera liberdade e vida para todos o aspecto concreto dessa invocação e adoração era a solidariedade indicada pela oferta trazida a javé 3.10 que tinha duplo sentido cultual e social as ofertas eram repartidas pelo povo em clima de festa essa é a realidade profunda da conversão que no final produz novas e excelentes relações entre os povos em 3.11-13 responde-se à acusação de 1.22.3 e ao julgamento condenatório de 3.1-8 o profeta mostra que o povo humilde e fiel a javé é o princípio de uma nova sociedade quer os seus chefes se convertam ou não jerusalém não precisaria mais se envergonhar dos seus chefes 3.11 o profeta vê a cidade livre desses leões e lobos vorazes 3.12-13 deus deixaria em jerusalém os oprimidos que não seriam mais vítimas dos chefes injustos mas se refugiariam no nome dele sendo libertos da escravidão e exploração pelo deus 5 a amplitude do julgamento 2.4-3.8 como em amós sofonias amplia os horizontes do julgamento incluindo as nações vizinhas contudo o ápice do julgamento recai sobre a própria capital de judá que se releva pior que as outras nações sofonias parece seguir o esquema dos pontos cardiais para criticar as nações sua intenção última era chegar até o centro jerusalém veja no mapa da sua bíblia a correspondência oeste filisteus 2.4-7 sempre foram tradicionais inimigos de judá agrupados em cinco cidades eram contínua ameaça para israel embora não se fale o crime deles trata-se provavelmente da situação de vexame a que muitas vezes no passado submeteram os israelitas leste moabe e amon 2.8-11 embora parentes de israel enquanto descendentes de ló gn 19 eram considerados inimigos implacáveis sul egito 2.12 a menção é rápida a ele se associa a idéia de escravidão convém lembrar também que uma parte dos chefes de judá era de tendência pró-egípcia buscando segurança em alianças com eles para saber mais balancin e m storniolo i como ler o livro de sofonias 2 ed são paulo paulinas 1992 schÖkel l a diaz j l profetas ii 2 ed são paulo paulus 2004 escola bíblica dominical ­ 2011 10

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