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00 0 0 3 5 601 073 08554 0
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editor/propriedade edições e publicações telef +351 21 231 78 57 fax +351 21 231 78 59 tmóvel +351 96 388 12 96 director antónio xavier redactores axavier@autott.pt rui melo ruimelo@landevasao.com joana garcia da cruz joanacruz@autott.pt secretária de redacção sandra melo sandramelo@landevasao.com colaboradores albano loureiro Álvaro esteves antónio martins céu pires de lima filipe loureiro jorge antunes rui melo rui nunes m colaboração especial aifa francisco romeiras lino macedo paulo pacheco photo gti photo xtrod e teresa cupertino de miranda layout design e paginação josé carlos pires gestão de contas sérgio marçalo assinaturas sergiomarcalo@landevasao.com sandra melo sandramelo@landevasao.com tel +351 21 231 78 57 fax +351 21 231 78 59 redacção publicidade e assinaturas rua cidade de ponta delgada nº 196 1º dtº 2870-261 montijo envio de correspondência apartado 40 2871-908 montijo impressão e acabamentos heska portuguesa s.a campo raso 2710-139 sintra distribuição edificio logista expanção da Área industrial do passil lote 1-a palhavã 2890 alcochete tiragem 15.000 exemplares bimestral verão de 2007 empresa jornalística nº 223692 registo e.r.c depósito legal 252249/06 preço 3.80 euros iva inc ias atrás nas instalações de um importador nacional fui eficientemente atendido por um jovem colaborador o funcionário não só demonstrou um alto grau de profissionalismo mas também uma simpatia invulgar agradeci a sua eficácia e desejei-lhe muita sorte para a vida porque hoje é cada vez mais difícil sobreviver o grau de exigência para com os novos quadros é demolidor e vai triturando os direitos mais básicos de cada um hoje ser jovem é muito mais difícil os valores humanos são apunhalados constantemente por parte de quem por diversas razões é obrigado a impor regras para sobreviver regras que na maior parte das vezes não são as mais leais e muito menos as mais humanas mas no mundo em que vivemos e especialmente neste novo portugal quem se importa com os outros importa sim continuar a sobreviver custe a quem custar e seja a que preço for mesmo que seja com a mentira este exemplo dos nossos jovens com pouca esperança prontos a aceitar regras duvidosas para entrar no jogo serve apenas para comparar algumas atitudes de quem tenta ludibriar o meio em que está inserido mas mais grave que isso a própria opinião pública todos nós editores responsáveis por publicações ou meros jornalistas sentimos diariamente na pele as dificuldades impostas por um mercado cada vez mais redutor condicionado pela frágil situação económica em que o país se encontra como se não fosse suficiente resistir às mais recentes chacinas fiscais só para manter o país vivo pelo meu lado tento compreender as regras do jogo e encontrar algum equilíbrio para com honestidade e transparência tentar viabilizar um projecto em que a nossa equipa acredita mas com verdade e o entusiasmo que me resta depois de assistir a tantas atrocidades por parte de quem comigo compartilha esta difícil actividade de sobreviver no meio editorial verdade que aprendi a defender quando em 1975 dei os primeiros passos como jornalista verdade que me leva a escrever estas linhas de pensamento num editorial de verão um espaço privilegiado para uma corrente de pensamento do qual deve ser banida a mentira não basta já lutar contra diversas manobras de diversão para tentar defraudar projectos de trabalho é também necessário estar atento a falsas verdades escritas em espaços editoriais ao que chegámos pelo nosso lado editamos agora o número do verão de 2007 estamos conscientes das dificuldades que encontramos pela frente mas queremos continuar a passar a seu lado as diversas estações do ano durante muitos anos para isso queremos continuar a acreditar que é possível viver com transparência verdade e muita coragem direitos de reprodução textos e fotografias reservados para todos os países a redacção não é responsável pela perda ou deterioração dos textos e fotografias que lhe são enviados o material textos e fotografias não é devolvido salvo acordo prévio nota toda a publicidade inserida nesta revista é seleccionada devendo por isso ser lida com atenção.
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auris é a derivação comum do termo latino para ouro aurum e pode parecer um nome banal mas traduz a enorme ambição da toyota para o mais competitivo segmento europeu que a levou a acabar com o corolla ícone da marca japonesa na esteira desta profunda renovação encontramos nova plataforma e diversos conceitos interessantes para o segmento desconfiamos quando uma marca começa o projecto de um veículo de dentro para fora pois as consequências no estilo são inevitavelmente negativas porém no auris tudo é bem diferente criando o interior em redor do condutor e passageiro oferecendo muito espaço interior e um desenho inovador mas muito agradável os homens deste projecto foram inteligentes pegaram no sucesso do yaris e transpuseram a receita para uma carroçaria maior e mais larga 4,22 metros de comprimento e 1,76 metros de largura e 1,55 metros de altura de uma forma brilhante uns dirão que o auris não é lindo outros dirão que é banal alguns menos assertivos que poderia ser melhor mas muitos vão amar esta carroçaria com a frente nervurada faróis nos cantos da carroçaria uma linha de cintura elevada e uma traseira arredondada o trabalho da marca foi tão forte que o auris surge com um coeficiente de penetração aerodinâmico de 0,29 contribuindo para isso o fundo totalmente plano a frente com pequenos difusores e uma traseira gestora do fluxo de ar vantagens evidentes surgem nos consumos na estabilidade e nas prestações É uma obra de arte não é mas com o pilar a avançado e a forma em cunha o auris é um carro apelativo que traduz a forma de estar da toyota sólida discreta mas competente regressamos ao interior para conferir o excelente trabalho feito a consola central que alberga a alavanca da caixa de velocidades mesmo à mão o travão de mão no local ideal a clareza da leitura dos instrumentos que recorrem a técnica optitrom disponível nos modelos de segmento acima a qualidade de montagem e o espaço oferecido permitem conferir nota máxima a bagageira é medianamente generosa 354 litros expansíveis a 761 litros rebatendo os bancos com o sistema easy flat emprestado pelo corolla verso mas isso acaba por não ser um defeito É mais feitio as motorizações disponíveis vão deste o 1.4 vvti a gasolina com 97 cv até ao 2.2 d4d turbodiesel com 177 cv passando pelo importantíssimo bloco turbodiesel de 1.4 litros e 90 cv pelo desinteressante 1.6 litros a gasolina com 124 cv e o d4d de 2.0 litros com 126 cv equipados com caixas de 5 e 6 velocidades este para os mais potentes e uma unidade automática obviamente que para portugal a partir de 13 de abril a aposta passe pelo 1.4 vvti e 1.4 d4d resta dizer que nos testes euroncap o auris já alcançou cinco estrelas beneficiando bastante dos sete airbags oferecidos de série incluindo os de joelhos mostrando-se também precioso em termos de segurança activa graças à presença dos controlos de estabilidade e tracção abs c/ebd e ba e a oferta de série das jantes de 16 polegadas 15 para os modelos de entrada e 17 para o d4d180
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na esteira do importante lançamento do auris a toyota trouxe várias novidades para o mercado nacional um delas é o reforço da potência do motor 3.0 d4d do land cruiser passando a debitar 173 cv e um binário de 410 nm o bloco nipónico está agora menos poluente ao cumprir a norma euro 4 com menor emissão de co2 a que se junta uma melhor insonorização e uma tecnologia que lhe permite redução de custos na troca de óleo na gama de todo o terreno a hilux apresenta-se também melhor armada para lutar com a concorrência depois do lançamento com motor demasiado fraco em termos de potência que nem um kit de potência conseguiu amenizar a toyota deitou mão ao bloco 3.0 d4d de 171 cv e finalmente deu à hilux a competitividade necessária para lutar com as dominadoras do segmento nissan navara e mitsubishi strakar está também disponível pela primeira vez a caixa de velocidades automática e nas versões tracker e trial o equipamento é ainda mais refinado e luxoso o bloco 2.5 litros passa a debitar 120 cv reforçando a imagem de fiabilidade e qualidade a toyota passa a oferecer em toda a sua gama de modelos uma garantia de 5 anos ou 160 mil quilómetros garantindo paralelamente aos seus clientes durante 2007 assistência em viagem gratuita que actua em portugal e europa 24 horas por dia sete dias por semana.
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as previsões da opel apontam para maio a chegada até nós do mais recente desportivo da marca alemã depois do relativo insucesso do radical speedster a opel volta a atacar neste segmento desta feita recuperando um nome com alguma história dentro do construtor de russelsheim e deitando mão aos americanos pontiac solstice e saturn sky marcas do universo general motors um cocktail estranho mas que diz o papel que é capaz de resultar a herança deste americano europeizado remonta a 1968 quando a opel decidiu lançar um desportivo com estilo inspirado no corvette só que tinha um motor de 1.1 litros e 67 cv e algumas particularidades incríveis ver caixa não sendo um clássico de elevado reconhecimento é ai que assentam as bases do novo opel gt que com auto tt abril 2007 a sua origem partilha o facto de ter apenas dois lugares tracção traseira e uma frente longa tudo o resto é bem diferente base americana com mecânica forte chassis suspensões e demais ligações do gt ao solo são americanos melhor dizendo são herdados dos modelos saturn sky e pontiac solstice pequenos roadster de desenho agradável a frente exibe um permanente sorriso bem enquadrado por forma mais rectas e duras que a onda que se forma na linha de cintura do gt linha de cintura bem elevada e musculada um capot bem longo e dois bancos colocados quase em cima do eixo traseiro como um bom desportivo lembra por momentos o speedster embora este seja muito mais radical nas formas e na atitude adiante o interior é surpreendentemente acanhado mas estamos bem envolvidos nomeadamente com o prolongamento da tampa da capota a simular os famosos modelos de competição sem tejadilho o estilo do interior não segue a beleza do exterior ficando-se por linhas duras e pouco imaginativas sobretudo para um desportivo e pelas imagens quer-nos parecer que os materiais não são das melhores escolhas ai as influências americanas a capota de lona é de comando manual e o processo não se afigura fácil com demasiadas manobras para escondê-la debaixo da dita cobertura os bancos são envolventes e a posição de condução parece correcta assente em belas jantes de 18 polegadas ligadas ao chassis através de suspensões independentes de duplo triângulo e barra estabilizadora o opel gt tem no motor um belo auxiliar o bloco de 2 litros sobrealimentado com injecção directa de gasolina debita 264 cv e um binário de 353 nm chegando todo este poderio às rodas traseiras via uma caixa manual de apenas cinco velocidades destacamos a presença de um diferencial autoblocante de série bem coadjuvado por um esp inteligente que permite regulações mais optimistas para os mais corajosos o preço final superior aos 40 mil euros não ajuda muito a tarefa do gt em portugal mas quando chegar até nós a auto tt dar-lhe-á a conhecer todos os pormenores deste desportivo da opel e justificar ou não o valor final pedido.
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o modelo nasceu em 1968 com base no kadett a tendo uma carroçaria afilada que lembrava vagamente o chevrolet corvette carro onde clark mckichan e chuck jordan foram buscar inspiração para desenhar o gt com um ciclo de produção de apenas seis anos a opel vendeu 103.463 modelos de um carro cujo motor de base era um bloco tetracilindrico de 1.1 litros e 67 cv uma bomba as coisas melhoraram com a chegada do bloco de 1.9 litros e 102 cv embora o comportamento fosse pouco satisfatório e a travagem quase inexistente a principal característica do opel gt eram nos seus faróis retrácteis que giravam num eixo longitudinal tinham comando manual através de uma enorme alavanca colocada à frente da alavanca da caixa de quatro velocidades esta bizarra característica deu origem a uma anedota ligada ao gt como se reconhecia um proprietário de um opel gt olhando para os músculos do braço direito mais desenvolvidos que o do esquerdo tal a força que era preciso fazer para fazer sair os faróis os únicos modelos com valor de colecção são as primeiras unidades a sair da fábrica equipadas com o motor de 1.1 litros e as primeiras equipadas com o bloco 1.9 litros recordamos que bagageira era uma ideia vaga substituída por um compartimento colocado atrás dos bancos e com acesso pelas portas laterais atrás não havia acesso e uma bolsa continha o macaco a chave de rodas e o pneu suplente eram assim os desportivos no final dos anos 60
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o clio f1 não passa de uma versão especial pintada de amarelo mas que conta com o chassis da versão de competição o clio cup ora esta e as jantes de 17 polegadas são pormenores que aguçam o apetite para esta série especial quanto ao espace faz-nos entrar no mundo dos gadgets com esta série limitada tech run um rádio potente compatível com mp3 e tomadas para ipod e leitores de música usb são complementados por um leitor de dvd/divx com dois ecrãs de 7 polegadas encastrados nos apoios de cabeça dianteiros este leitor de dvd conta com auscultadores sem fios sendo possível ligar aos monitores consolas como a psp ps2 e xbox 360 o conquest é um revisitar do tema scénic rx4 que infelizmente não foi muito bem sucedido desta feita não há tracção integral nem roda suplente pendurada na tampa da mala uma altura ao solo maior suspensões reforçadas muito plástico exterior a dar a ideia de todo o terreno e um equipamento de série completo quanto aos motores há a gasolina 2.0 16v com 135 cv e diesel 1.9 dci com 130 cv acalmem-se os espíritos mais inquietos e que gostam deste tipo de faz de conta pois a renault oferece em alguns mercados portugal será um deles o motor 1.5 dci de 105 cv e o bloco a gasolina de 1.6 litros com 110 cv o megane sport diesel é uma jogada que não é muito perceptível o carro com o motor a gasolina é bem interessante pelo que não se percebe muito bem o que um motor de 2.0 litros turbodiesel com 175 cv trará de emocionante a caixa de seis velocidades e o mesmo aspecto da versão a gasolina são complementados por consumos médios de 6,5 litros a única cifra que porventura fará alguém pensar seriamente neste megane É verdade que o comportamento será espectacular e para os que acham que esta é uma séria opção desportiva existe o chassis cup mais rígido e derivado da competição para aumentar a adrenalina referência final ao clio by rip curl uma associação da renault com a conhecida marca de produtos para surf e neve cor especial azul iceberg jantes de 16 polegadas vermelho e negro misturam-se no habitáculo e surge uma série de equipamentos específicos como os tapetes anti-deslizantes e uma caixa estanque para a bagageira o motor será o 1.5 dci de 85 cv reservando a renault para esta série especial o novo motor 1.2 litros a gasolina com turbocompressor e injecção directa que debita 100 cv e tem um consumo de 4,8 litros aos 100 km um motor a que voltaremos nestas páginas brevemente.
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continuando a refinar o estilo afastando cada vez mais a imagem de carro de trabalho a mazda bt-50 um clone do ford ranger é cada vez mais uma séria opção aos tradicionais modelos do mercado nacional obviamente que não terá a imagem que aqueles transmitem e não será propriamente o carro da moda mas a bt-50 tem características bem interessantes o estilo é interessante notando-se a preocupação de aumentar a qualidade de construção com folgas mais ajustadas e peças melhor montadas no interior a marca japonesa criou um ambiente acolhedor e com um estilo que quem conhece a mazda identifica logo desportivo quanto baste muito informativo e agradável à vista o espalhar de cromados aqui e ali permite criar a sensação de requinte à imagem dos automóveis ligeiros o que manifestamente a bt-50 ainda não consegue alcançar porém o esforço feito traduz-se por um aumento do conforto e do bem-estar a bordo algo que num veículo com chassis separado da carroçaria e suspensão traseira de molas de lâminas não é fácil ficam na retina porém alguns pormenores como a prateleira colocada por cima do porta-luvas capaz de suportar até 10 kgs a caixa de arrumação na consola central e o cinzeiro amovível à imagem do que sucede num ligeiro de passageiros o motor da bt-50 também é novo sendo uma unidade de quatro cilindros com 2.5 litros injecção common rail e cabeça multiválvulas que debita 143 cv e um binário de 330 nm não vale a pena esconder são valores bem inferiores à concorrência mas mesmo assim interessantes e capazes de levar o modelo japonês a prestações perfeitamente suficientes para o tipo de utilização de uma pick-up a caixa é manual de cinco velocidades sendo proposta nas variantes de duas e quatro rodas motrizes estando esta última equipada com uma transmissão que nos permite optar entre tracção traseira ou integral a caixa de transferências também é nova e permite ainda melhor tracção nas condições mais exigentes não vai ser a mazda a primeira marca a propor uma pickup com molas helicoidais por isso conforme já referimos a bt-50 possui lâminas nas molas posteriores agora mais compridas para ter maior flexibilidade ao mesmo tempo que permite que a mazda possa carregar na caixa de carga nada menos que 1225 quilogramas disponível com três tipos de carroçaria simples freestyle 2 portas três lugares e cabine dupla a mazda bt-50 custa entre 15.443 euros 4x2 cabina simples e 28.434 euros 4x4 sport cabina dupla passando pelos 24.513 euros da bt-50 freestyle 4x4 sport.
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1 peterhansel foi o rei da estratégia da mitsubishi venceu sem ganhar uma etapa 2 schlesser a raposa do deserto voltou a subir ao pódio 3 carlos sousa esteve ao seu melhor nível e foi o segundo melhor volkswagen 4 al attiyah venceu uma etapa para a bmw com o novo x3 carisma da marca nipónica no rali mais longo do mundo assentou numa táctica perfeita fundamentada na experiência de toda uma equipa desta vez foi stephane peterhansel que deu mais brilho aos diamantes da marca sem vencer uma única etapa a mitsubishi explicou no terreno como se chega à vitória numa prova como o euromilhões lisboa-dakar em 2007 a mitsubishi fez tudo para chegar a mais um triunfo os dois primeiros lugares do pódio pertenceram-lhe embora a volkswagen tenha coleccionado 10 vitórias num total de 14 possíveis carlos sainz foi o piloto que mais etapas venceu averbou 5 triunfos enquanto o seu colega de equipa o sul-africano devilliers arrecadou 4 vitórias carlos sousa foi o outro piloto a vencer ao volante de um vw touareg dando na etapa inaugural a primeira vitória à marca alemã ninguém duvidou da eficácia dos mitsubishi que na prática acabaram por atingir o objectivo final uma dobradinha com peterhansel e alphand provando uma fria eficácia o pódio do euromilhões lisboadakar ficou completo com o terceiro lugar de jean-louis schelesser que venceu duas etapas também ele um retracto vivo da experiência necessária para brilhar numa prova maratona como esta entre todas as estatísticas possíveis fica gravada a diamantes mais uma vitória para a mitsubishi contra os canhÕes marchar marchar se uma prova como o dakar já é um de safio apetecível para a esmagadora maioria dos portugueses quando o ponto de partida é a cidade de lisboa o interesse em participar numa aventura como esta aumenta de forma natural diversos níveis de investimento condicionaram algumas actuações lusas mas os contornos do sonho são perfeitamente distintos por isso se para alguns o objectivo de chegar ao lago rosa é suficiente outros desejaram ir mais além carlos sousa é um veterano no dakar o piloto português mais cotado no todo o terreno mundial conseguiu este ano a sua actuação mais competitiva de sempre sendo o segundo melhor piloto da volkswagen líder durante as duas primeiras etapas e o vencedor do primeiro dia da competição nesta batalha lusa contra os potentes
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texto filipe loureiro em dakar fotos aifa arlos sousa já venceu a taça do mundo de tt venceu também a taça fia de bajas e possui um palmarés onde brilham quatro ceptros de campeão nacional aclamado por milhares todos os anos à partida do dakar o piloto de almada tem sido um excelente piloto a seguir aos oficiais agora na vw a sorte parece querer mudar quinto em 2001 e 2002 quarto em 2003 sétimo em 2005 2006 e 2007 carlos sousa tem sido presença garantida entre os mais rápidos no dakar e este ano agora aos comandos de um vw com as cores do team lagos subiu mesmo mais um nível a estreia aos comandos do touareg não podia ter corrido melhor exceptuando o episódio do navegador e por isso o balanço é positivo acho que com esta prestação provei de uma vez por todas que estou entre os melhores À partida as formações oficiais da mitsubishi e volkswagen eram apontadas como as capazes de ocupar os primeiros lugares e lutar pela vitória e eu integrei esse lote restrito de pilotos ganhei uma etapa liderei e estive vários dias no pódio demonstrando uma total adaptação ao carro e ao navegador bem
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bi data de nascimento 16/01/1966 lisboa local de nascimento local de residência profissão casado almada piloto profissional estado civil palmarés 2007 2006 como o meu profissionalismo começou por explicar defendendo as cores da equipa que ainda antes da prova ir para a estrada não se coibiu de criticar carlos sousa é da opinião que apesar da prestação de conjunto há ainda muito a fazer caso a volkswagen não tivesse tido os azares que teve dificilmente a vitória fugiria a um dos seus pilotos ainda assim do ponto de vista do carro considero que temos que melhorar alguns aspectos pois revelamos os nossos trunfos aos adversários e agora temos que acompanhar a jogada saímos deste dakar com muitas vitórias em etapas com prestações muito boas em pisos bem diferentes e demos uma réplica fantástica à concorrência como tal só podemos ficar satisfeitos com o nosso desempenho afirma de facto um lugar no pódio à chegada ao lac rose em dakar ainda esteve na mente de carlos sousa são coisas que acontecem quem anda nas corridas sabe que a qualquer momento a sorte pode transformar-se em azar e deitar tudo a perder no final do dia em que perdi o terceiro posto à geral sétima etapa percebi que o sonho do pódio já não iria ser concretizado piloto vw 7º no dakar piloto nissan 7º no dakar 2005 7º no dakar 2004 2003 vencedor taça fia de bajas mitsubishi vencedor da taça do mundo de tt mitsubishi 4º no dakar 2002 piloto mitsubishi 5º no dakar 2001 campeão nacional de tt 5º no dakar mitsubishi 1999 campeão nacional de tt 1998 1996 campeão nacional de tt campeão nacional de tt
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