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ministério da saúde secretaria de vigilância em saúde diretoria técnica de gestão dengue manual de enfermagem adulto e criança série a normas e manuais técnicos brasília df 2008
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© 2008 ministério da saúde todos os direitos reservados É permitida a reprodução parcial ou total desta obra desde que citada a fonte e que não seja para venda ou qualquer fim comercial a coleção institucional do ministério da saúde pode ser acessada na íntegra na biblioteca virtual do ministério da saúde www.saude.gov.br/bvs série a normas e manuais técnicos tiragem 1ª edição 2008 330.000 exemplares elaboração edição e distribuição ministÉrio da saÚde secretaria de vigilância em saúde diretoria técnica de gestão produção núcleo de comunicação endereço esplanada dos ministérios bloco g edifício sede 1º andar sala 134 cep 70058-900 brasília/df e-mail svs@saude.gov.br endereço eletrônico www.saude.gov.br/svs produção editorial capa e projeto gráfico fabiano camilo diagramação sabrina lopes revisão mara soares pamplona normalização valeria gameleira da mota organização ana cristina da rocha simplício fabiano geraldo pimenta júnior giovanini evelim coelho suely esashika colaboradores ana paula gonçalves lima resende ivaneuza gomes de Ávila maciel lucia alves da rocha lucia maria coelho araújo maria do socorro da silva marisa dias rolan loureiro leudinéa sá pacheco impresso no brasil printed in brazil ficha catalográfica brasil ministério da saúde secretaria de vigilância em saúde diretoria técnica de gestão dengue manual de enfermagem adulto e criança ministério da saúde secretaria de vigilância em saúde diretoria técnica de gestão brasília ministério da saúde 2008 48 p série a normas e manuais técnicos isbn 978-85-334-1466-2 1 dengue 2 assistência 3 saúde pública i título ii série nlm wc 528 catalogação na fonte coordenação-geral de documentação e informação editora ms os 2008/0190 títulos para indexação em inglês dengue guide for nursing adult and child em espanhol dengue guía de enfermería adulto y niño
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sumário apresentação 5 1 introdução 7 2 espectro clínico 7 2.1 aspectos clínicos na criança 8 2.2 febre hemorrágica da dengue fhd 8 2.3 dengue com complicações 9 2.4 caso suspeito de dengue 9 3 diagnóstico diferencial 9 4 atendimento de enfermagem ao paciente com suspeita de dengue 10 4.1 roteiro de atendimento 10 5 indicações para internação hospitalar 13 6 estadiamento 13 6.1 grupo a 13 6.2 grupo b 13 6.3 grupo c e d 14 7 assistência de enfermagem 14 7.1 febre 14 7.2 cefaléia dor retroorbitária mialgias artralgias 15 7.3 prurido 15 7.4 dor abdominal 16 7.5 plaquetopenia 17 7.6 anorexia náuseas e vômitos 18
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7.7 sangramentos gengivorragia hematêmese epistaxe metrorragia e outros 19 8 sinais de choque 21 8.1 objetivo 21 8.2 conduta 22 8.3 complicações 22 9 dengue com complicações formas atípicas 25 9.1 derrame cavitário 25 9.2 encefalopatia 25 9.3 falências hepáticas renais e respiratórias 26 9.4 hemoglobinúria 26 10 medicamentos utilizados conforme prescrição médica 26 10.1 sintomáticos 26 11 confirmação laboratorial 27 11.1 metódos de diagnóstico 28 12 critérios para alta hospitalar 28 13 classificação final e encerramento do caso 29 13.1 caso confirmado de dengue clássica 29 13.2 caso confirmado de febre hemorrágica da dengue 29 13.3 caso confirmado de dengue com complicações 30 referências 31 anexos 32 anexo a protocolo de verificação de sinais vitais 32 anexo b dor mensuração 38 anexo c protocolo de oxigenoterapia 39 anexo d cateterismo gástrico e punção venosa 45 anexo e cartão de identificação do paciente com dengue 48
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apresentação o ministério da saúde por intermédio da secretaria de vigilância em saúde svs tem a satisfação de apresentar aos profissionais de enfermagem o manual dengue manual de enfermagem adulto e criança elaborado em parceria com técnicos das secretarias estaduais e municipais de saúde e profissionais dos conselhos regionais e federal da enfermagem esta publicação cumpre o papel de informar e atualizar os conhecimentos dos profissionais de enfermagem visando à melhoria da qualidade da assistência integral prestada ao paciente com dengue assim procura prevenir a ocorrência de formas graves e conseqüentemente reduzir a letalidade por dengue o principal objetivo do programa nacional de controle da dengue a dengue representa uma das grandes preocupações do ministério da saúde devido à quantidade de casos notificados todos os anos por abranger quase a totalidade do território nacional há risco potencial de ocorrer novas epidemias associadas à circulação do sorotipo den-3 e a possibilidade da entrada do den-4 único sorotipo que ainda não teve disseminação no país a publicação deste manual sistematiza as informações sobre os procedimentos de enfermagem para o atendimento aos pacientes com dengue e concretiza mais uma iniciativa do ministério da saúde que busca dotar o sistema Único de saúde sus de respostas mais adequadas a esse grande desafio da saúde pública por fim espero que este manual possa auxiliar os profissionais de enfermagem no seu trabalho com os pacientes na prevenção e na formação das equipes de saúde assim como os gestores do sus gerson penna secretário de vigilância em saúde josé gomes temporão ministro da saúde secretaria de vigilância em saúde ms
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dengue manual de enfermagem adulto e criança 1 introdução a dengue é hoje uma das doenças com maior incidência no brasil atingindo a população de todos os estados independentemente da classe social nesse cenário torna-se imperioso que um conjunto de ações para a prevenção da doença seja intensificado permitindo assim a identificação precoce dos casos de dengue a tomada de decisões e a implementação de medidas de maneira oportuna a fim de principalmente evitar óbitos preservar a vida humana é obrigação de todos a capacitação de profissionais de saúde no atendimento ao paciente com dengue é um dos principais componentes do programa nacional de controle da dengue pncd do ministério da saúde para atender a essa necessidade de treinamento a secretaria de vigilância em saúde elaborou o presente material que visa orientar os profissionais de enfermagem para uma identificação precoce e uma assistência adequada ao paciente com dengue a classificação da dengue segundo a organização mundial da saúde na maioria das vezes é retrospectiva e depende de critérios clínicos e laboratoriais que nem sempre estão disponíveis precocemente porém a ação sistemática e efetiva do atendimento de enfermagem permite auxiliar no reconhecimento precoce de formas potencialmente graves que necessitam de tratamento imediato a proposta deste manual é portanto abordar aspectos da assistência de enfermagem desenvolvendo um atendimento integral que possa colaborar para o restabelecimento da saúde individual e coletiva 2 espectro clínico a infecção pelo vírus da dengue causa uma doença de amplo espectro clínico incluindo desde formas inaparentes até quadros graves podendo evoluir para o óbito dentre estes destaca-se a ocorrência de febre hemorrágica da dengue hepatite insuficiência hepática manifestações do sistema nervoso miocardite hemorragias graves e choque na dengue a primeira manifestação é a febre geralmente alta 39ºc a 40ºc de início abrupto associada à cefaléia adinamia mialgias artralgias dor retroorbitária com presença ou não de exantema e/ou prurido anorexia náuseas vômitos e diarréia podem ser observados por dois a seis dias secretaria de vigilância em saúde ms
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dengue manual de enfermagem adulto e criança alguns pacientes podem evoluir para formas graves da doença e passam a apresentar sinais de alarme da dengue principalmente quando a febre cede os quais precedem as manifestações hemorrágicas graves as manifestações hemorrágicas como epistaxe petéquias gengivorragia metrorragia hematêmese melena hematúria e outros bem como a plaquetopenia podem ser observadas em todas as apresentações clínicas de dengue É importante ressaltar que o fator determinante na febre hemorrágica da dengue é o extravasamento plasmático que pode ser expresso por meio da hemoconcentração hipoalbuminemia e ou derrames cavitários 2.1 aspectos clínicos na criança a dengue na criança na maioria das vezes apresenta-se como uma síndrome febril com sinais e sintomas inespecíficos apatia sonolência recusa da alimentação vômitos diarréia ou fezes amolecidas nos menores de 2 anos de idade especialmente em menores de 6 meses os sintomas como cefaléia mialgias e artralgias podem manifestar-se por choro persistente adinamia e irritabilidade geralmente com ausência de manifestações respiratórias podendo confundir com outros quadros infecciosos febris próprios desta faixa etária as formas graves sobrevêm geralmente em torno do terceiro dia de doença acompanhadas ou não da defervescência da febre na criança o início da doença pode passar despercebido e o quadro grave ser identificado como a primeira manifestação clínica o agravamento geralmente é súbito diferente do adulto no qual os sinais de alarme de gravidade são mais facilmente detectados o exantema quando presente é maculopapular podendo apresentar-se sob todas as formas pleomorfismo com ou sem prurido precoce ou tardiamente 2.2 febre hemorrágica da dengue fhd as manifestações clínicas iniciais da dengue hemorrágica são as mesmas descritas nas formas clássicas de dengue entre o terceiro e o sétimo dia do início da doença quando da defervescência da febre surgem sinais e sintomas como vômitos importantes dor abdominal intensa hepatomegalia dolorosa desconforto respiratório letargia derrames cavitários pleural pericárdico ascite que alarmam a possibilidade de evolução do paciente para a forma hemorrágica da doença em geral esses sinais de alarme precedem as manifestações hemorrágicas 8 secretaria de vigilância em saúde ms
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dengue manual de enfermagem adulto e criança espontâneas ou provocadas prova do laço positiva e os sinais de insuficiência circulatória que podem existir na fhd o paciente pode evoluir em seguida para instabilidade hemodinâmica com hipotensão arterial taquisfigmia e choque 2.3 dengue com complicações É todo caso grave que não se enquadra nos critérios da oms de fhd e quando a classificação de dengue clássica é insatisfatória nessa situação a presença de um dos achados a seguir caracteriza o quadro alterações graves do sistema nervoso disfunção cardiorrespiratória insuficiência hepática plaquetopenia igual ou inferior a 50.000/mm3 hemorragia digestiva derrames cavitários leucometria global igual ou inferior a 1.000/mm3 óbito manifestações clínicas do sistema nervoso presentes tanto em adultos como em crianças incluem delírio sonolência coma depressão irritabilidade psicose demência amnésia sinais meníngeos paresias paralisias polineuropatias síndrome de reye síndrome de guillain-barré e encefalite podem surgir no decorrer do período febril ou mais tardiamente na convalescença 2.4 caso suspeito de dengue todo paciente que apresenta doença febril aguda com duração de até sete dias acompanhada de pelo menos dois dos sintomas como cefaléia dor retroorbitária mialgias artralgias prostração ou exantema associados ou não à presença de hemorragias além de ter estado nos últimos 15 dias em área onde esteja ocorrendo transmissão de dengue ou tenha a presença de aedes aegypti todo caso suspeito de dengue deve ser notificado à vigilância epidemiológica 3 diagnóstico diferencial as principais doenças que fazem diagnóstico diferencial são influenza enteroviroses doenças exantemáticas sarampo rubéola parvovirose eritema infeccioso mononucleose infecciosa exantema súbito citomegalovirose e outras hepatites virais abscesso hepático abdome agudo hantavirose arboviroses febre amarela mayaro oropouche e outras escarlatina pneumonia sepse infecção urinária meningococcemia leptospirose malária salmonelose riquetsioses doença de henoch-schonlein doença de kawasaki púrpura secretaria de vigilância em saúde ms
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dengue manual de enfermagem adulto e criança auto-imune farmacodermias e alergias cutâneas outros agravos podem ser considerados conforme a situação epidemiológica da região 4 atendimento de enfermagem ao paciente com suspeita de dengue cabe ao profissional de enfermagem coletar e registrar dados da forma mais detalhada possível no prontuário do paciente esses dados são necessários para o planejamento e a execução dos serviços de assistência de enfermagem 4.1 roteiro de atendimento 4.1.1 histórico de enfermagem entrevista e exame físico a data do início dos sintomas b verificar pressão arterial pulso enchimento capilar freqüência respiratória temperatura c realizar medidas antropométricas peso altura índice de massa corporal imc d pesquisar sinais de alarme e realizar prova do laço na ausência de manifestações hemorrágicas f segmento da pele pesquisar pele fria ou quente sinais de desidratação exantema petéquias hematomas sufusões e outros g segmento cabeça observar sensibilidade à luz edema subcutâneo palpebral hemorragia conjuntival petéquias de palato epistaxe e gengivorragia h segmento torácico pesquisar sinais de desconforto respiratório de derrame pleural e pericárdico i segmento abdominal pesquisar dor hepatomegalia ascite timpanismo macicez e outros j segmento neurológico pesquisar cefaléia convulsão sonolência delírio insônia inquietação irritabilidade e depressão k sistema músculo-esquelético pesquisar mialgias artragias e edemas l realizar a notificação e investigação do caso mregistrar no prontuário as condutas prestadas de enfermagem 10 secretaria de vigilância em saúde ms
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dengue manual de enfermagem adulto e criança referência de normalidade para pressão arterial em crianças · recém-nascido até 92 horas sistólica 60 a 90mmhg diastólica 20 a 60mmhg · lactentes de 1 ano sistólica 87 a 105mmhg diastólica 53 a 66mmhg pressão média sistólica percentil 50 para crianças de 1 ano idade em anos x 2 90 para determinar hipotensão arterial considerar pressão sistólica limite inferior percentil 5 para crianças de 1 ano idade em anos x 2 70 achados de pressão arterial sistólica abaixo deste percentil ou valor sinaliza hipotensão arterial pediatric advanced life support 1997 murahovschi j 2003 em crianças usar manguito apropriado para a idade e peso prova do laço a prova do laço deverá ser realizada obrigatoriamente em todos os casos suspeitos de dengue durante o exame físico · desenhar um quadrado de 2,5cm de lado ou uma área ao redor da falange distal do polegar no antebraço da pessoa e verificar a pressão arterial deitada ou sentada · calcular o valor médio pas+pad 2 · insuflar novamente o manguito até o valor médio e manter por cinco minutos em adultos em crianças 3 minutos ou até o aparecimento de petéquias ou equimoses · contar o número de petéquias no quadrado a prova será positiva se houver 20 ou mais petéquias em adultos e 10 ou mais em crianças a prova do laço é importante para a triagem do paciente suspeito de dengue pois é a única manifestação hemorrágica de fhd representando a fragilidade capilar secretaria de vigilância em saúde ms 11
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dengue manual de enfermagem adulto e criança sinais de alarme a dor abdominal intensa e contínua b vômitos persistentes c hipotensão postural e/ou lipotímia d hepatomegalia dolorosa e hemorragias importantes hematêmese e/ou melena f sonolência e/ou irritabilidade g diminuição da diurese h diminuição repentina da temperatura corpórea ou hipotermia i aumento repentino do hematócrito j queda abrupta de plaquetas k desconforto respiratório 4.1.2 histórico de epidemiologia a perguntar sobre presença de casos semelhantes no local de moradia ou de trabalho b perguntar sobre história de deslocamento nos últimos 15 dias para área de transmissão de dengue 4.1.3 orientações aos pacientes e familiares a todos os pacientes adultos e crianças devem retornar imediatamente em caso de aparecimento de sinais de alarme b o desaparecimento da febre entre o segundo e o sexto dia de doença marca o início da fase crítica razão pela qual o paciente deverá retornar para nova avaliação no primeiro dia desse período c orientar o paciente sobre o uso e importância do cartão de identificação do paciente com dengue anexo e para seguimento do paciente recomenda-se a adoção do cartão de identificação do paciente com dengue que é entregue após a consulta ambulatorial em que constam as seguintes informações dados de identificação unidade de atendimento data de início dos sintomas medição de pa prova do laço hematócrito plaquetas sorologia orientações sobre sinais de alarme e local de referência para atendimento de casos graves na região 12 secretaria de vigilância em saúde ms
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dengue manual de enfermagem adulto e criança 5 indicações para internação hospitalar a presença de sinais de alarme b recusa na ingesta de alimentos e líquidos c comprometimento respiratório dor torácica dificuldade respiratória diminuição do murmúrio vesicular ou outros sinais de gravidade d plaquetas <20.000/mm3 independentemente de manifestações hemorrágicas e impossibilidade de seguimento ou retorno à unidade de saúde f co-morbidades descompensadas como diabetes mellitus hipertensão arterial insuficiência cardíaca,uso de dicumarínicos crise asmática etc g outras situações a critério médico 6 estadiamento o manejo adequado do paciente com dengue depende do reconhecimento precoce dos sinais de alarme do contínuo monitoramento reestadiamento dos casos e da pronta reposição hídrica com isso torna-se necessário a revisão da história clínica acompanhado do exame físico completo a cada reavaliação do paciente com o devido registro em instrumentos pertinentes prontuários ficha de atendimento cartão de acompanhamento 6.1 grupo a a febre por até sete dias acompanhada de pelo menos dois sinais e sintomas inespecíficos cefaléia prostração dor retroorbitária exantema mialgias artralgias e história epidemiológica compatível b prova do laço negativa e ausência de manifestações hemorrágicas espontâneas c ausência de sinais de alarme 6.2 grupo b a febre por até sete dias acompanhada de pelo menos dois sinais e sintomas inespecíficos cefaléia prostração dor retroorbitária exantema mialgias artralgias e história epidemiológica compatível b prova do laço positiva ou manifestações hemorrágicas espontâneas sem repercussão hemodinâmica c ausência de sinais de alarme secretaria de vigilância em saúde ms 13
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dengue manual de enfermagem adulto e criança atenÇÃo os sinais de alarme e o agravamento do quadro costumam ocorrer na fase de remissão da febre 6.3 grupos ceda febre por até sete dias acompanhada de pelo menos dois sinais e sintomas inespecíficos cefaléia prostração dor retroorbitária exantema mialgias artralgias e história epidemiológica compatível b presença de algum sinal de alarme que caracteriza o grupo c e/ou manifestações hemorrágicas presentes ou ausentes c presença de sinais de choque o que caracteriza o grupo d a hipotensão arterial c extremidades frias cianose d pulso rápido e fino sinais de choque b pressão arterial convergente pa diferencial <20mmhg e enchimento capilar lento 2 segundos 7 assistência de enfermagem .1 febre 7.1.1 objetivo a reduzir a temperatura b avaliar a evolução clínica c prevenir a convulsão por febre d proporcionar conforto para o paciente 7.1.2 conduta a controle rigoroso de temperatura b aplicar compressas mornas nunca fria devido ao risco de vasoconstricção súbita c orientar auxiliar e supervisionar a ingesta de líquidos oferta de soro oral 14 secretaria de vigilância em saúde ms
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dengue manual de enfermagem adulto e criança d orientar auxiliar e supervisionar banho com água morna e atentar para o risco de crise convulsiva crianças menores de 5 anos principalmente lactentes f observar diurese quantidade aspecto e cor g realizar balanço hídrico e hidroeletrolítico h administrar medicação prescrita i registrar sinais vitais j registrar no prontuário as condutas de enfermagem prestadas .2 cefaléia dor retroorbitária mialgias e artralgias 7.2.1 objetivo a controlar e reduzir a dor b prevenir complicações c avaliar a evolução clínica d proporcionar conforto para o paciente 7.2.2 conduta a verificar sinais vitais b diminuir a luminosidade e ruídos se possível c orientar repouso relativo d estimular a mudança de decúbito e aplicar a escala de dor para a tomada de conduta f administrar medicação prescrita g aplicar protocolo de cuidados de enfermagem com acesso venoso periférico ou central g registrar no prontuário as condutas de enfermagem prestadas .3 prurido 7.3.1 objetivo a avaliar a evolução clínica b restabelecer e manter a integridade da pele c proporcionar conforto para o paciente secretaria de vigilância em saúde ms 1
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