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silence sinopse as interferências entre patch e nora não existem mais eles superaram os segredos escondidos no passado sombrio de patch uniram dois mundos irreconciliáveis encararam testes de traição lealdade e confiança que partiriam um coração e tudo por um amor que transcende a fronteira entre o céu e a terra armados com nada além de sua fé absoluta um no outro patch e nora entram numa luta desesperada para impedir um vilão que detém o poder de destruir tudo pelo qual eles trabalharam e seu amor para sempre a série é composta por 1 hush hush já traduzido pela comu 2 crescendo já traduzido pela comu 3 silence último livro da série lançamento dia 04/10/11 orelha quando o silÊncio É tudo que resta a verdade poderÁ ser finalmente ouvida nora grey nÃo consegue se lembrar dos Últimos cinco meses de sua vida após o choque inicial de acordar em um cemitério e terem lhe dito que ela está desaparecida há semanas sem ninguém saber onde ela estava ou com quem ela tenta colocar sua vida de volta nos trilhos ir pra escola sair com sua melhor amiga vee e se esquivar do namorado novo e assustador de sua mãe mas tem uma voz na parte de trás de sua cabeça uma ideia que ela quase consegue alcançar e tocar visões de asas de anjos e criaturas sobrenaturais que não tem nada a ver com a vida que ela conhece e uma sensação inabalável que uma parte dela está faltando então nora cruza com um estranho sexy com quem ela sente uma conexão magnética ele parece possuir todas as respostas e seu coração cada minuto que ela passa com ele fica mais e mais intenso até que ela percebe que pode estar se apaixonando de novo 4º capa ele fechou a distância entre nós e bem quando achei que ele tinha me atraído contra si ele parou se controlando eu exalei tentando não chorar ele inclinou seu cotovelo na ombreira da porta logo acima da minha orelha ele tinha um cheiro tão devastadoramente familiar de sabonete e especiarias esse cheiro intoxicante trazendo de volta uma onda de memórias tão agradáveis que só tornavam o momento atual ainda mais difícil de aguentar eu fui dominada pelo desejo de tocá-lo de trilhar sua pele com as minhas mãos de sentir seus braços se apertarem firmemente ao meu redor eu queria que ele esfregasse seu nariz no meu pescoço que seu sussurro fizesse cócegas na minha orelha enquanto ele dizia palavras particulares que pertenciam só a mim eu o queria por perto tão perto sem nem pensar em deixá-lo isso não acabou eu disse depois de tudo que passamos você não tem o direito de me afastar não vou deixar você se safar tão facilmente eu não tinha certeza se isso era uma ameaça meu último ato de desobediência ou palavras irracionais faladas diretamente do meu coração estilhaçado.
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eu quero te proteger patch disse baixinho ele estava tão perto todo cheio de força e calor e poder silencioso eu não conseguia escapar dele nem agora nem nunca ele sempre estaria ali consumindo todos os meus pensamentos meu coração preso em suas mãos eu era atraída a ele por forças que eu não conseguia controlar quanto mais escapar mas não protegeu para riley e jace beijinhos prÓlogo coldwater maine trÊs meses atrÁs o audi preto e polido parou no estacionamento com vista para o cemitério mas nenhum dos três homens dentro tinha intenção algum de honrar os mortos já passava da meia-noite e a área estava oficialmente fechada uma estranha bruma de verão pairava de maneira fina e sombria como uma série de fantasmas se levantando mesmo a lua crescente delgada e extensa parecia uma pálpebra inclinada antes que a poeira da estrada assentasse o motorista pulou para fora prontamente abrindo as duas portas dos passageiros blakely saiu primeiro ele ficou de pé altivamente com seu cabelo começando a ficar grisalho e um rosto duro e retangular quase trinta anos humanos apesar de acentuadamente mais velho pela contagem dos nephilim ele foi seguido por um segundo nephil chamado hank millar hank também era excepcionalmente alto com cabelo loiro olhos azuis faiscantes e um charme carismático seu lema era justiça acima de misericórdia e isso combinado com sua súbita ascenção ao poder no submundo nephilim durante os últimos anos tinham lhe garantido os apelidos de punho da justiça punho de ferro e o mais conhecido mão negra ele era saudado entre os seus como um líder visionário um salvador mas em círculos menos de fundo de quintal referiam-se a ele em segredo como mão sangrenta vozes baixas murmuravam não sobre um redentor mas sobre um ditador cruel hank achava a tagarelice nervosa deles divertida um ditador de verdade tinha poder absoluta e nenhuma oposição com sorte algum dia ele cumpriria as expectativas deles hank saiu e acendeu um cigarro tragando longamente meus homens estão reunidos dez homens estão na floresta acima de nós blakely respondeu mais dez em carros nas duas saídas cinco estão escondidos em diversos pontos dentro do cemitério três na parte de dentro do mausoléu e dois ao redor da cerca mais e nós nos denunciaríamos sem dúvida o homem que você encontrará hoje à noite virá com seu próprio reforço hank sorriu na escuridão oh eu duvido bastante disso blakely pestanejou você trouxe vinte e cinco dos seus melhores lutadores nephilim para combater um homem um homem não hank o lembrou não quero que nada dê errado hoje à noite
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temos a nora se ele causar problemas coloque-a no telefone com ele dizem que os anjos não sentem um toque mas emoções valem ele certamente sentirá quando ela gritar dagger está próximo à espera hank se virou para blakely lançando-lhe um sorriso lento e apreciativo dagger está vigiando ela ele não é lá muito equilibrado você disse que queria oprimi-la eu disse isso mesmo não disse hank meditou passaram-se quatro dias curtos desde que ele a capturou arrastando-a de um galpão de manutenção dentro do parque de diversões delphic mas ele já tinha determinado precisamente quais lições ela precisava aprender primeiro nunca questionar sua autoridade na frente de seus homens segundo devoção à sua linhagem nephilim e talvez o mais importante mostrar respeito a seu próprio pai blakely deu a hank um pequeno dispositivo mecânico com um botão no centro que brilhava num tom sobrenatural de azul coloque isso no seu bolso aperte o botão azul e seus homens irão abundar de todas as direções foi aprimorado com artes negras hank perguntou um aceno ao ativar ele é projetado para imobilizar temporariamente o anjo não sei dizer por quanto tempo este é um protótipo e não testei-o a fundo falou disso com alguém o senhor ordenou que não o fizesse satisfeito hank embolsou o mecanismo deseje-me boa sorte blakely seu amigo deu um tapinha em seu ombro você não precisa disso jogando de lado seu cigarro com um peteleco hank desceu os degraus de pedra que levavam ao cemitério um pedaço de terra um tanto brumoso que tornava seu ângulo privilegiado imprestável ele esperava ver o anjo primeiro de cima mas foi confortado por saber que estava apoiado por uma milícia escolhida por ele próprio e altamente treinada na base dos degraus hank espiou cuidadosamente pelas sombras tinha começado a garoar limpando a a bruma ele conseguia distinguir lápides elevadas e árvores que se retorciam selvagemente o cemitério era malcuidado e quase um labirinto não era de se surpreender que blakely tivesse sugerido aquele lugar a probabilidade de olhos humanos presenciarem acidentalmente os eventos de hoje à noite era insignificante lá na frente o anjo inclinava-se em uma lápide mas ao sinal de hank ele se endireitou vestido rigorosamente de preto incluindo uma jaqueta de couro de motociclista era difícil distingui-lo das sombras ele não se barbeava há dias seu cabelo estava indisciplinado e despenteado e havia linhas de preocupação ao redor de sua boca lamentando o desaparecimento de sua namorada então ainda melhor você parece um pouco danificado patch não é hank disse parando alguns metros de distância o anjo sorriu mas não foi de prazer e eu aqui achando que você é quem tinha ficado algumas noites sem dormir afinal ela é sua carne e osso dá pra ver que você tem tido seu sono de beleza rixon sempre disse que você era bonito hank deixou o insulto passar batido rixon era o anjo caído que costumava possuir seu corpo a cada ano durante o mês de cheshvan e ele estava tão morto quanto era possível com ele fora não havia nada restante no mundo que aterrorizava hank bem o que tem para mim É melhor que seja bom
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eu visitei a sua casa mas você escapou e foi se esconder com o rabo entre as pernas e levou sua família com você o anjo disse numa voz baixa ressonante com algo que hank não conseguia interpretar corretamente estava entre desrespeito e zombaria sim achei que você pudesse tentar algo imprudente olho por olho esse não é o lema dos anjos caídos hank não conseguia afirmar se estava impressionado ou irritado pelo comportamente descolado do anjo ele esperava encontrar o anjo frenético e desesperado no mínimo esperava provocar-lhe uma violência qualquer desculpa para trazer seus homens correndo nada como um banho de sangue para instigar camaradagem chega de graça diga que me trouxe algo de útil o anjo deu de ombros seguir o seu plano pareceu sem importância perto de encontrar onde você armazenou a sua filha os músculos na mandíbula de hank se apertaram esse não foi o acordo vou conseguir a informação que você precisa o anjo respondeu quase como se conversando se não fosse pelo brilho arrepiante em seus olhos mas antes solte a nora coloque seus homens no telefone agora preciso de garantia que você cooperará a longo prazo vou ficar comela até que cumpra a sua parte do acordo os cantos da boca do anjo se inclinaram para cima mas isso dificilmente era um sorriso havia algo verdadeiramente ameaçador no resultado não estou aqui para negociar não está em posição para isso hank alcançou seu bolso interno da camisa e retirou seu telefone estou sem paciência se desperdiçou o meu tempo hoje vai ser uma noite desagradável para a sua namorada um telefonema e ela fica com fome antes que ele tivesse tempo de prosseguir com sua ameaça hank tropeçou para trás os braços do anjo brilharam e todo o ar escapou de hank com rapidez a cabeça dele bateu em algo sólido e ondas de escuridão rolaram em sua visão É assim que vai funcionar o anjo sussurrou hank tentou forçar um grito mas a mão do anjo fechou-se em sua garganta hank chutou seus pés mas o gesto foi inútil o anjo era muito forte ele tentou alcançar o botão de pânico no bolso mas seus dedos tatearam inutilmente o anjo havia cortado seu oxigênio luzes vermelhas estouraram atrás de seus olhos e parecia que uma pedra tinha rolado para cima de seu peito em um estouro de inspiração hank invadiu a mente do anjo desembaraçando os fios que formavam seus pensamentos focando-se fixamente em redirecionar as intenções do anjo enfraquecendo sua motivação o tempo todo sussurrando um hipnótico solte hank millar solte-o agora um truque da mente o anjo desdenhou nem se incomode ligue ele ordenou se ela ficar livre nos próximos dois minutos eu te matarei rapidamente mais tempo que isso e vou rasgá-lo em pedaços um de cada vez e confie em mim quando digo que vou aproveitar cada um dos gritos que você articular não pode me matar hank cuspiu ele sentiu uma dor cauterizante irromper pela sua bochecha ele uivou mas o som não conseguiu passar dos lábios sua traqueia foi esmagada segurada firmemente pelo anjo a dor bruta e ardente se intensificou e a todo redor hank conseguia sentir o cheiro de sangue misturado com seu próprio suor.
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um pedaço de cada vez o anjo sibilou balançando algo parecido com papel e ensopado em um líquido escuro sobre a visão torvelinhante de hank hank sentiu seus olhos se alargarem sua pele ligue para seus homens o anjo ordenou soando infinitamente menos paciente não consigo falar hank gorgolejou se ele pudesse apenas alcançar o botão de pânico faça um juramento para soltá-la agora e eu deixo você falar a ameaça do anjo deslizou facilmente para a cabeça de hank está cometendo um grande erro menino hank disparou de volta seus dedos roçaram seu bolso deslizando para dentro ele apertou o dispositivo de pânico o anjo fez um som gutural de impaciência arrancou o aparelho e atirou-o na bruma faça o juramento ou o seu braço é o próximo eu aumento o nosso acordo original hank devolveu pouparei a vida dela e enterrarei toda a intenção de vingar a morte de chauncey langeais se me trouxer a informação que preciso até lá prometo tratá-la humanamente o anjo bateu a cabeça de hank contra o chão entre a náusea e a dor ele ouviu o anjo dizer não vou deixá-la com você nem mais cinco minutos muito menos o tempo que levarei para conseguir o que você quer hank tentou espreitar por cima do ombro do anjo mas tudo o que viu foi uma cerca de lápides o anjo o tinha no chão bloqueado de vista seus homens não conseguiam vê-lo ele não acreditava que o anjo conseguiria matá-lo ele era imortal mas ele não ia ficar deitado aqui e se deixar ser mutilado até parecesse um cadáver ele curvou seus lábios e olhou nos olhos do anjo eu nunca vou esquecer como ela gritou alto quando eu a arrastei para longe sabia que ela gritou o seu nome repetidamente ela disse que você viria atrás dela isso foi nos primeiros dias é claro acho que ela está finalmente começando a aceitar que você não é páreo para mim ele observou o rosto do anjo escurecer quase como com sangue seus ombros sacudiram seus olhos negros dilatados com raiva e então tudo aconteceu em uma agonia impressionante em um instante hank estava prestes a desmaiar pela dor incandescente de sua carne socada e no seguinte ele encarava os punhos do anjo pintados com seu sangue um uivo ensurdecedor trovejou para fora do corpo de hank a dor explodiu dentro dele quase deixando-o inconsciente de algum lugar distante ele ouviu os pés correndo de seus homens nephilim tire-o de cima de mim ele rosnou enquanto o anjo rasgava seu corpo cada terminação nervosa encolerizada com fogo calor e agonia vazava de seus poros ele olhou sua mão mas não havia carne apenas osso deformado o anjo iria despedaçá-lo ouviu grunhidos de esforço de seus homens mas o anjo ainda estava em cima dele suas mãos tacando fogo em todos os lugares onde tocavam hank xingou violentamente blakely arranque-o agora veio o comando brusco de blakely para seus homens não cedo o suficiente o anjo foi arrastado para longe hank ficou deitado no chão ofegando estava molhado de sangue uma dor esfaqueandoo como pás quente dando um tapa na mão esticada de blakely hank esforçou para ficar de pé sentiu-se instável oscilando e intoxicado com
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seu próprio sofrimento pelos olhares escancarados de seus homens hank sabia que ele era uma visão horrorosa dada a seriedade de seus ferimentos poderia levar uma semana inteira para curar mesmo com as melhorias das artes negras devemos prendê-lo senhor hank tocou com leveza um lenço em seus lábios que estava aberto e pendurava-se de seu rosto como uma polpa não preso ele não tem nenhum uso para nós diga a dagger que a garota não deverá ter nada além de água por 48 horas sua respiração era irregular se nosso garoto aqui não colabora ela paga assentindo blakely virou-se para longe da cena discando em seu telefone hank cuspiu um dente sangrento estudou-o em silêncio então o enfiou-o em seu bolso ele fixou seus olhos no anjo cujo único sinal exterior de fúria vinha na forma de punhos cerrados mais uma vez os termos do nosso juramento para que não haja demais mal-entendidos primeiro você ganhará de volta a confiança dos anjos caídos reunindo-se novamente ao posto deles vou te matar o anjo disse com um aviso silencioso apesar de ser segurado por cinco homens ele não mais lutava ele estava mortalmente parado seus olhos como órbitas negras queimando de vingança por um momento hank sentiu uma pontada de medo acender como um fósforo dentro de suas tripas ele forçou uma indiferença descolada a seguir você irá espioná-los e relatar suas negociações diretamente a mim eu juro agora o anjo disse sua respiração controlada mas elevada com esses homens como minhas testemunhas não descansarei até que você esteja morto um desperdício de ar não pode me matar talvez tenha esquecido de quem um nephil reivindica seu direito de primogenitura de ser imortal um murmúrio de divertimento circulou entre seus homens mas hank acenou para que se silenciassem quando eu tiver determinado que me deu informações suficientes para prevenir com sucesso que anjos caídos possuam os corpos de nephilim neste próximo cheshvan por cada mão que tocar ela devolverei multiplicado por dez a boca de hank retorceu-se em um sorriso sugestivo um sentimento desnecessário não acha quando eu acabar com ela ela não vai lembrar do seu nome lembre-se desse momento o anjo disse com uma veemência gelada vai voltar para assombrá-lo chega disso hank repreendeu fazendo um gesto enojado e começando a voltar para o carro leve-o para o parque de diversões delphic queremos ele de volta entre os caídos o mais rápido possível eu te dou as minhas asas hank parou sua partida não tendo certeza se tinha ouvido corretamente o anjo ele deu uma risada parecida com um latido o quê faça um juramento para liberar a nora agora e elas são suas o anjo soava emaciado revelando o primeiro sinal de derrota música para os ouvidos de hank que utilidade eu teria para suas asas ele respondeu suavemente mas o anjo havia capturado sua atenção pelo que ele sabia nenhum nephil já tinha arrancado as asas de um anjo eles faziam isso entre sua própria
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espécie de vez em quando mas a idaia de um nephil ter esse poder era uma novidade muito tentador contos de sua conquista iriam varrer as famílias nephilim durante a noite você pensará em algo o anjo disse com um cansaço crescente farei um juramento de libertá-la antes do cheshvan hank reagiu sufocando todo ímpeto de sua voz sabendo que revelar o seu prazer seria desastroso não é bom o bastante suas asas podem ser um troféu bonito mas eu tenho planos maiores libertarei-a no fim do verão é a minha oferta final ele se virou indo embora engolindo seu entusiasmo ganancioso feito o anjo disse com uma resignação tranquila e hank soltou uma respiração lenta ele se virou como será feito seus homens vão arrancá-la hank abriu sua boca para discutir mas o anjo o interrompeu eles são fortes o bastante se eu não lutar nove ou dez deles juntos conseguiriam fazer isso eu voltarei a viver debaixo da delphic e deixarei todos saberem que os arcanjos arrancaram minhas asas mas para que isso funcione você e eu não podemos ter qualquer conexão ele alertou sem demora hank sacudiu algumas gotas de sangue de sua mão desfigurada na grama a seus pés faço um juramento de liberar a nora antes do final do verão se quebrar meu voto imploro que eu possa morrer e voltar ao pó de onde eu fui criado o anjo puxou sua camiseta sobre a cabeça e abraçou seus joelhos com as mãos seu tronco subia e descia com cada respiração com uma certa bravura que hank tanto detestava quanto invejava o anjo lhe disse vai logo com isso hank teria gostado de fazer as honras mas sua cautela venceu ele não tinha certeza de que não haviam vestígios de artes negras nele se o lugar onde as asas de um anjo fundiam-se em suas costas fosse tão receptivo como os boatos diziam um toque poderia denunciá-lo ele tinha trabalhado muito duro para fracassar a essa altura do jogo sufocando seu pesar hank dirigiu-se a seus homens arranquem as asas do anjo e limpem qualquer bagunça então despejem seu corpo nos portões da delphic onde ele certamente será encontrado e tome cuidado para não serem vistos ele teria gostado de ordenar para que marcassem o anjo com a sua marca um punho fechado uma exibição visível de triunfo que certamente aumentaria seu status entre os nephilim em todos os lugares mas o anjo tinha razão para que isso funcionasse eles não poderiam deixar evidência nenhuma de uma associação de volta ao carro hank olhou sobre o cemitério o evento já havia terminado o anjo estava prostrado no chão sem camisa duas feridas abertas em todo o comprimento de suas costas apesar de não ter sentido um pingo de dor seu corpo parecia ter entrado em choque pela perda hank também tinha ouvido falar que as cicatrizes da asa de um anjo caído eram seu calcanhar de aquiles neste caso os boatos pareciam ser verdadeiros devemos encerrar a noite blakely perguntou aproximando-se atrás dele mais um telefonema hank disse com uma corrente de ironia para a mãe da garota
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ele discou e colocou seu celular no ouvido limpou a garganta adotando um tom tenso e preocupado blythe querida eu só agora recebi sua mensagem a família e eu estávamos de férias e estou correndo para o aeroporto agora vou pegar o primeiro voo me conte tudo o que quer dizer com raptada tem certeza o que a polícia disse ele fez uma pausa ouvindo seus soluços angustiados me escute ele disse à ela com firmeza estou aqui para você vou esgotar todos os recursos que eu tiver se isso for peciso se nora está lá fora em algum lugar vamos encontrá-la capÍtulo 1 coldwater maine hoje antes mesmo de abrir meus olhos eu sabia que estava em perigo com o suave triturar de passos se aproximando eu rodopiei um fraco vacilar de sono ainda resistia entorpecendo o meu foco eu estava deitada de costas um arrepio penetrando através da minha blusa meu pescoço estava curvado num ângulo doloroso e eu abri meus olhos pedras estreitas apareceram através do nevoeiro azul enegrecido por um momento estranhamente suspenso no tempo uma imagem de dentes surgiu na minha mente e então eu vi o que as pedras realmente eram lápides eu tentei ficar sentada mas as minhas mãos escorregaram na grama molhada lutando contra a neblina de sono que ainda se enrolava na minha mente rolei de lado me afastando de um túmulo parcialmente submerso e explorando o vapor a parte do joelho da minha calça estava ensopada de orvalho à medida que eu engatinhava entre os túmulos e monumentos espalhados arbitrariamente um reconhecimento brando pairou no ar mas era um pensamento secundário eu não conseguia me forçar a focar devido à dor excruciante que irradiava dentro do meu crânio engatinhei junto de uma cerca de ferro forjado passando em cima de uma cama de folhas mortas que levara anos para formar um uivo mórbido veio de cima e por mais que tenha mandado um tremor pelo meu corpo não era o som do qual eu mais tinha medo os passos pisaram duramente na grama atrás de mim mas se estavam próximos ou distantes eu não sabia afirmar um grito de perseguição cortou a névoa e apressei o passo eu sabia instintivamente que tinha que me esconder mas estava desorientada estava escuro demais para ver claramente o nevoeiro lúgubre azul me hipnotizando na distância preso entre duas paredes de árvores esguias e enormes um mausoléu de pedra branca brilhava na noite ficando de pé eu corri em direção a ele deslizei entre dois monumentos de mármore e quando saí do outro lado ele esperava por mim uma silhueta elevada seu braço erguido pronto para atacar eu cambaleei para trás enquanto caía percebi meu erro ele era feito de pedra um anjo erguido sobre um frontão triangular guardando os mortos eu poderia ter abafado uma risada nervosa mas minha cabeça colidiu contra algo duro fazendo o mundo estremecer de lado a lado a escuridão invadiu a minha visão pag 1 não posso ter ficado desacordada por muito tempo quando o preto absoluto da falta de consciência desapareceu eu ainda respirava com dificuldade pelo esforço de correr eu sabia que tinha que levantar mas não
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conseguia lembrar por quê então fiquei parada lá o orvalho gélido misturando-se ao suor quente da minha pele por fim pisquei e foi quando a lápide mais próxima entrou em foco as letras entalhadas do epitáfio vieram à tona linhas únicas harrison grey marido e pai devotado morto em 16 de marÇo de 2008 eu mordi meu lábio para evitar gritar agora eu entendia a sombra familiar que havia espreitado sobre meus ombros desde que eu acordei há alguns minutos eu estava no cemitério de coldwater no túmulo do meu pai um pesadelo pensei eu ainda não acordei de verdade isso tudo é apenas um sonho horrível o anjo me observou suas asas descascadas abertas atrás de si seu braço direito apontando para o outro lado do cemitério a expressão dele era cuidadosamente imparcial mas a curva de seus lábios era mais irônica que benevolente por um instante quase fui capaz de em enganar e acreditar que ele era real e eu não estava só sorri para ele então senti meu lábio tremer eu passei minha manga pelas bochechas enxugando as lágrimas apesar de não lembrar de ter começado a chorar desesperadamente eu queria subir em seus braços sentir a batida de suas asas no ar enquanto ele fazia com que voássemos sobre os portões e para longe desse lugar o reinicio do som de passos me tirou do meu estupor estavam mais rápidos agora esmagando a grama virei em direção ao som estupefata pelo surgir de uma luz piscando na escuridão nebulosa sua radiação ficava maior e menor com a cadência dos passos crunch varredura crunch varredura uma lanterna espreitei os olhos quando a luz parou entre meus olhos cegando-me com seu brilho percebi horrorizada de que definitivamente não estava sonhando Óia aqui uma voz de homem resmungou escondida atrás do brilho da luz não pode ficar aqui o cemitério está fechado virei meu rosto para longe pontos de luz ainda dançando atrás das minhas pálpebras quantos outros mais têm ele exigiu o quê minha voz era um sussurro seco quantos mais estão aqui com você ele continuou mais agressivo achou que viria jogar uns jogos noturnos não é esconde-esconde suponho ou talvez fantasmas no cemitério não no meu turno não vai o que eu estava fazendo aqui tinha vindo visitar meu pai pesquei na memória mas estava perturbadoramente vazia não conseguia lembrar de vir ao cemitério não conseguia lembrar quase nada era como se a noite toda tivesse sido arrancada de debaixo dos meus pés pior de tudo eu não conseguia lembrar dessa manhã não conseguia lembrar de me vestir comer ir pra escola seria mesmo dia de escola momentaneamente escondendo meu pânico me concentrei em me orientar fisicamente e aceitar a mão estirada do homem assim que estava sentada
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direito a lanterna brilhou em cima de mim novamente quantos anos tem ele queria saber finalmente algo que eu sabia com certeza dezesseis quase dezessete meu aniversário estava chegando em agosto pela madrugada o que está fazendo aqui sozinha não sabe que já passou da hora de estar na cama eu olhei ao redor impotentemente eu não é uma fugitiva é só me diga que tem para onde ir sim a casa da fazenda À lembrança repentina de casa meu coração elevou-se seguido pela sensação do meu estômago mergulhando até o joelho fora de casa depois da hora de dormir quanto tempo depois eu tentei sem sucessor apagar a imagem da expressão enraivecida da minha mãe enquanto eu entrava pela porta da frente sim significa ter um endereço alameda hawthorne fiquei de pé mas oscilei violentamente quando o sangue subiu à cabeça por que eu não conseguia lembrar de como tinha parado aqui certamente tinha dirigido mas onde estacionei o fiat e onde estava a minha bolsa minhas chaves andou bebendo ele perguntou estreitando seus olhos balancei a cabeça o raio da lanterna tinha deslizado pela margem do meu rosto e então repentinamente estava diretamente entre meus olhos mais uma vez espera um segundo ele disse uma nota de algo que eu não gostava deslizando pela sua voz você não é aquela garota é nora grey ele deixou escapa como seu meu nome fosse uma resposta automática recuei um passo como você sabe o meu nome a tv a recompensa hank millar anunciou o que quer que ele tenha dito a seguir passou flutuando marcie millar era o mais próximo de uma arqui-inimiga que eu tinha o que o pai dela tinha a ver com isso estão procurando por você desde o fim de junho junho eu repeti uma gota de pânico respingando dentro de mim do que está falando É abril e quem procurava por mim hank millar por quê abril ele me olhou esquisito puxa vida garotinha é setembro setembro não não podia ser eu saberia se o segundo ano tivesse acabado eu saberia se as férias de verão tivessem chegado e partido eu acordei há míseros minutos desorientada sim mas não estúpida mas que razão ele tinha pra mentir com a lanterna abaixada dei uma espiada nele conseguindo só agora olhálo todo sua calça jeans estava manchada seus pêlos do rosto há dias sem barbear criavam uma crista suas unhas longas e pretas debaixo das pontas ele parecia um bocado com os vagabundos que espreitavam pelos trilhos de trem e habitavam o rio durante os meses de verão eles eram conhecidos por portarem armas você está certo eu deveria ir pra casa eu disse recuando roçando minha mão contra o bolso o calombo familiar do meu celular não estava lá o mesmo acontecia com as chaves do carro agora onde mesmo acha que está indo ele perguntou vindo atrás de mim meu estômago apertou com o movimento repentino dele e eu saí correndo corri na direção que o anjo de pedra apontava esperando que desse num portão ao sul eu teria usado o portão norte com o qual eu estava
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familiarizada mas teria requerido que eu corresse em direção ao homem invés de longe dele o chão desapareceu sob meus pés e eu tropecei na descida galhos arranharam meus braços meus sapatos bateram contra o chão irregular e rochoso nora o homem gritou eu queria me chacoalhar por ter dito a ele que morava na alameda hawthorne e se ele me seguisse seu passo era mais longo e o ouvi vagando atrás de mim se aproximando eu arremessei os braços descontroladamente batendo de volta nos ramos que afundaram como garras em minha roupa a mão prendeu meu ombro e eu virei golpeando-o não me toque agora espere um minuto eu disse a você sobre a recompensa e pretendo consegui-la agarrou meu braço pela segunda vez e numa injeção de adrenalina eu dirigi meu pé em sua canela uuhn ele se curvou agarrado à sua perna fiquei chocada com a minha violência mas não tive outra escolha cambaleando para trás alguns passos lancei um olhar apressado ao redor tentando me orientar minha camisa umedecida de suor deslizando em minha espinha dorsal fazendo com que todos os pêlos do meu corpo se levantassem alguma coisa estava errada mesmo com a minha memória grogue eu tinha um mapa claro do cemitério na minha cabeça eu tinha estado aqui inúmeras vezes para visitar túmulo do meu pai mas enquanto o cemitério parecia familiar até todos os detalhes incluindo o cheiro das folhas esmagadas na água da lagoa algo sobre sua aparência estava ausente e então eu coloquei meu dedo sobre ele as árvores de bordo estavam salpicados com vermelho um sinal do outono iminente mas isso não era possível era abril e não de setembro como poderia estar mudando as folhas estava o homem possivelmente dizendo a verdade olhei para trás para ver o homem mancando depois de mim pressionando seu telefone celular ao ouvido sim é ela tenho certeza disso saindo do cemitério rumo ao sul eu mergulhei em frente com medo renovado pular a cerca encontrar uma bem iluminada e bem povoada área por favor chame a polícia chame-vee vee minha melhor amiga e mais confiável sua casa estava mais próxima do que a minha eu ia lá a mãe dela iria chamar a polícia eu iria descrever como o homem parecia e eles iriam rastreá-lo eles saberiam que tinha sido deixada sozinha então eles conversariam comigo durante a noite percorrendo os meus passos e de alguma forma as lacunas na minha memória seriam costuradas e eu teria algo com que trabalhar eu sacudi
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esta versão separada de mim mesma este sentimento de estar suspensa em um mundo que era meu mas me rejeitando eu parei de correr só para passar por cima do muro do cemitério havia um campo de um quarteirão acima apenas do outro lado do wentworth bridge eu iria atravessá-lo e seguir meu caminho até a rua das árvores atravessando vielas e quintais até que eu estivesse segura dentro da casa de vee eu estava correndo em direção à ponte quando um som agudo de uma sirene virou a esquina e um par de faróis me prendeu no lugar a luz azul estava ao teto do sedan que gritou para eu parar do outro lado da ponte meu primeiro instinto foi correr para a frente e apontar na direção do cemitério descrevendo o homem que me agarrou para o policial mas quando os meus pensamentos vieram à minha mente eu estava cheia de medo talvez ele não fosse um policial talvez ele estivesse tentando se parecer com um qualquer um poderia ter em suas mãos uma luz kojak onde estava a sua viatura de onde eu estava olhando através de seu párabrisa ele não pareceu estar de uniforme todos esses pensamentos caíram por mim com pressa eu estava ao pé da ponte inclinada segurando a parede de pedra como apoio eu tinha certeza que o diretor talvez tivesse me visto mas me escondi para as sombras das árvores curvando-me sobre a borda do rio de qualquer maneira da minha visão periférica a água negra do went brilharam como as crianças vee e eu tínhamos nos agachado muito debaixo desta ponte pegando crustáceos da margem do rio com varas e pedaços de hotdog na água os crustáceos fixavam as suas garras no hotdog recusando-se a deixar ir mesmo quando nós os tirávamos para fora do rio e colocávamos soltos em um balde o rio era profundo no centro também era bem escondido serpenteando através de propriedades subdesenvolvidas onde ninguém tinha dinheiro para instalar postes no final do campo a água corria em direção ao distrito industrial fábricas antigas e aposentadas e para o mar eu brevemente me perguntei se eu tinha que saltar da ponte eu tinha pavor de altura e a sensação de cair mas eu sabia nadar eu só tinha que fazê-lo na água a porta do carro fechou puxando-me de volta para a rua o homem no carro talvez o policial havia saído ele era tinha cabelo escuro e cacheado e vestido formalmente em uma camisa preta gravata preta calças pretas algo sobre ele bateu minha memória mas antes que eu pudesse agarrá-lo verdadeiramente a minha memória se fechou e eu estava tão perdida quanto nunca uma variedade de ramos e galhos estavam espalhados pelo chão eu me abaixei e quando eu endireitei eu estava segurando um pedaço de pau tão grosso como meu braço.
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o diretor talvez fingisse não ver a minha arma mas eu sabia que ele tinha visto ele tirou um distintivo da polícia para sua camisa então levantou suas mãos até os ombros eu não vou te machucar o gesto disse eu não acredito nele ele passeou alguns passos à frente tomando cuidado para não fazer nenhum movimento brusco nora sou eu eu vacilei quando ele falou meu nome eu nunca tinha ouvido a voz dele antes o que fez o meu coração bater forte o suficiente para eu sentir bem claro em torno de meus ouvidos você se machucou continuei a observá-lo com a crescente ansiedade minha mente correndo em várias direções o emblema poderia ser facilmente falsificado eu já tinha decidido que a luz kojak era mas se ele não era policial quem era ele eu liguei para sua mãe disse ele subindo a encosta gradual da ponte ela vai nos encontrar no hospital eu não larguei o pau meus ombros subiam e desciam a cada respiração eu podia sentir o ar ofegante entre meus dentes outra gota de suor deslizou por baixo da minha roupa tudo vai ficar bem disse ele está tudo acabado eu não vou deixar ninguém te machucar você está segura agora eu não gostava de seu passo muito fácil ou do modo familiar como ele falou comigo não chegue mais perto eu disse a ele o suor nas palmas das minhas mãos tornava difícil segurar o bastão corretamente testa enrugada nora o pau tremeu na minha mão como você sabe meu nome eu exigi não a ponto de deixá-lo saber como eu estava com medo o quanto ele me assustava sou eu repetiu ele olhando direto nos meus olhos como se esperasse que as luzes viessem em chamas detective basso eu não te conheço ele não disse nada por um momento em seguida tentou uma nova abordagem você se lembra onde você esteve eu o observei com cautela eu procurei mais profundamente na minha memória olhando para baixo mesmo nos corredores mais escuros e mais antigos mas seu rosto não estava lá eu não tinha nenhuma lembrança dele e eu queria lembrar dele eu queria algo ou qualquer coisa familiar a que se agarrar para que eu pudesse dar sentido a um mundo que do meu ponto de vista havia sido distorcido.
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como você apareceu esta noite ao cemitério ele perguntou inclinando a cabeça levemente na direção seus movimentos eram cautelosos seus olhos eram cautelosos mesmo a linha de sua boca era política será que alguém lhe deixou aqui você veio andando ele esperou eu preciso que você para me diga nora isso é importante o que aconteceu esta noite eu gostaria de saber uma onda de náusea rolou através de mim eu quero ir para casa eu ouvi um barulho frágil perto dos meus pés tarde demais percebi que tinha deixado cair o bastão senti a brisa fria em minhas mãos vazias eu não deveria estar aqui a noite toda era um erro enorme não nem a noite inteira o que eu sabia disso eu não conseguia lembrar de toda ela meu único ponto de partida era uma fatia de volta no tempo quando eu acordei sobre um túmulo frio e perdida eu elaborei uma imagem mental da casa da fazenda segura e quente e real e senti um fio derrubar ao lado do meu nariz eu posso te levar para casa ele assentiu com simpatia eu só preciso levá-la para o hospital primeiro apertei meus olhos fechados me odiando por estar reduzida a chorar eu não poderia pensar em uma maneira melhor ou mais rápida para lhe mostrar a quão assustada eu realmente estava ele suspirou o mais macio de sons como se quisesse achar uma maneira de contornar a notícia de que estava prestes a entregar você está desaparecido há 11 semanas nora você ouve o que estou dizendo ninguém sabe onde você esteve nos últimos três meses você precisa ser examinada precisamos ter a certeza de que está bem eu olhei pra ele sem realmente vê-lo minúsculos sinos repicaram em meus ouvidos mas parecia muito distante no fundo do meu estômago eu senti um solavanco mas eu tentei me controlar eu chorei na frente dele mas eu não ia ficar doente nós pensamos que você tinha sido seqüestrada disse ele seu rosto ilegível ele diminuiu a distância entre nós e agora estava muito perto dizendo coisas que eu não conseguia entender sequestrada pisquei apenas fiquei lá e pisquei uma sensação agarrou meu coração puxando frouxo cambaleante no ar eu vi o borrão rio passar sob a ponte senti o cheiro do ligado mas estava tudo em segundo plano e torcendo meu corpo ficou de ouro da rua acima ouviu o escapamento do seu carro um adendo tonto com apenas um aviso de que breve senti-me balançando balançando cai em nada eu estava inconsciente antes de eu bater no chão.
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