Crepúsculo (A Mediadora 6)-Meg Cabot

 

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Description

Sinopse Desta vez é vida ou morte. A série A Mediadora, de Meg Cabot, chega ao fim com Crepúsculo. Suzannah Simons, uma adolescente nova-iorquina que poderia ser tachada de comum se não tivesse o dom - ou seria a sina? - de falar com os mortos, ter

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a mediadora ­ crepúsculo ­ 6º volume reconhecimentos devo muito a beth ader jennifer brown laura langlie abigail mcaden e especialmente benjamim egnatz como também todos os leitores que apoiaram esta série desde o princípio aquela foi uma manhã normal de sábado no brooklyn nada fora do normal nada que me fizesse suspeitar que aquele era o dia que a minha vida ia mudar para sempre nada mesmo eu tinha acordado cedo para assistir cartoons eu nem ligava pra acordar cedo se isso significasse que eu poderia passar algumas horas assistindo bugs e seus amigos era acordar cedo para ir a escola que eu não gostava até mesmo naquela época eu não era muito fã da escola meu pai tinha que fazer cócegas no meu pé para eu sair da cama nos dias de semana não em sábados pensando bem eu acho que o meu pai sentia o mesmo sobre os sábados quero dizer ele era sempre o primeiro a acordar no nosso apartamento mas ele acordava extra cedo nos sábados e em vez de café da manhã de aveia com açúcar mascavo que ele fazia para mim nos dias de semana ele tinha feito torrada francesa minha mãe que nunca tinha sido capaz de agüentar o cheiro de maple syrup sempre ficava na cama até que nossos pratos estivessem vazios e postos no lava louças e todos o cheiro tivesse ido embora naquele sábado aquele logo depois que eu fiz 6 anos meu pai e eu tínhamos lavado the syrupy louças e talheres e ai eu voltei para os cartoons eu não consigo me lembrar qual eu estava assistindo quando meu pai entrou para me dizer tchau mas era um bom o bastante para que eu desejasse que ele se apreçasse e fosse embora logo -eu vou correr ele tinha dito dando um beijo no topo da minha cabeça até logo suzinha -tchau eu tinha dito eu não acho que eu ao menos me importei em olhar para ele eu sabia como ele era um cara grande e alto com muito cabelo grosso e preto que tinha começado a ficar branco em

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alguns lugares naquele dia ele estava vestindo calças de caminhadas cinzas e uma camiseta em que se lia homeport menemsha fresh seafood all year round porto de casa menemsha frutos do mar frescos durante o ano todo que veio da nossa ultima viagem para martha s vineyard nenhum de nós sabia que aquelas seriam as últimas roupas que qualquer um o veria usando -certeza que você não quer vir ao parque comigo ele perguntou -pai eu tinha dito triste pela idéia de perder um único minuto do cartoon ­ não -se cuida ele disse ­ diga para sua mãe que tem suco de laranja fresco na geladeira -ok eu disse ­ tchau e ai ele foi embora teria eu feito alguma coisa diferente se eu soubesse que aquela seria a ultima vez que eu o veria de novo vivo pelo menos É claro que eu teria eu teria ido ao parque com ele eu teria feito ele andar em vez de correr se eu soubesse que ele teria um ataque cardíaco lá fora na pista de corrida e morrer na frente de estranhos eu teria impedido ele de ir ao parque em primeiro lugar teria feito ele ir ao médico em vez disso só que eu não sabia como eu podia saber como eu podia capítulo 1 eu achei a pedra exatamente onde a sra gutierres disse onde ela estaria entre alguma coisa que pinga e os hibiscos que cresceram demais no seu pomar eu apaguei a lanterna deveria ter uma lua cheia naquela noite mas a meia noite um grosso tanto de nuvens veio do mar que tinham reduzido a visibilidade a nenhuma mas eu não precisava de mais de luz para ver eu só precisava cavar eu coloquei meus dedos na terra macia e molhada e tirei a pedra do seu lugar de descanso ela se moveu facilmente e não era pesada logo eu estava tocando a terra para tentar achar a caixa que sra.gutierrez tinha jurado que estaria lá

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o negócio era que não tava não tinha nada nos meus dedos além de terra molhada foi quando eu ouvi alguma coisa se mexendo sob o peso de alguém por perto eu gelei eu estava transgredindo uma lei a ultima coisa que eu precisava era ser levada para casa pela polícia de carmel de novo dai com o meu sangue pulsando muito rápido em quanto eu tentava descobrir como no mundo eu ia me explicar pra sair dessa eu reconhecia a sombra mas escura do que todas as outras ­ há alguns metros de mim meu coração continuou a bater nas minhas orelhas mas agora por uma razão completamente diferente -você eu disse levantando devagar tremendo até ficar em pé -olá suze sua voz flutuando até mim era profunda e nem um pouco tremendo diferente da minha própria voz que tinha uma terrível tendência de tremer quando ele estava por perto essa não era a única parte de mim que tremia também mas eu estava determinada a não deixar ele saber disso -devolve isso eu disse segurando a minha mão ele jogou a cabeça para traz e riu -você é maluca ele queria saber -eu falei sério paul disse minha voz dura mas a minha confiança já começando a se dissipar como a terra entre meus pés -são dois mil dólares suze ele disse como se eu não soubesse disso dois mil -e isso pertence a julio gutierrez eu parecia certa de mim mesma mesmo que eu não tivesse me sentindo desse jeito ­ não a você -tá bom disse paul sua voz transbordando de sarcasmo e o que gutierres vai fazer chamar a polícia ele nem sabe que o dinheiro está sumido suze ele nem mesmo sabia que estava aqui.

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-porque a avô dele morreu antes de ter a chance de contra pra ele eu lembrei a ele -então ele não vai notar vai mesmo com a escuridão eu podia dizer que paul estava sorrindo eu podia ouvir isso na sua voz você não pode perder o que nem sabia que tinha -a sra gutierres sabe eu tinha largado a minha mão para ele não saber que eu estava tremendo mas eu não podia disfarçar a minha voz que estava tremendo cada vez mais tão fácil assim se ela descobrir que você roubou o dinheiro ela vai vir atrás de você -o que te faz pensar que ela já não veio atrás de mim ele perguntou tão doce que fez com que os cabelos do meu braço ficassem todos arrepiados e nem era por causa do tempo friozinho eu não queria acreditar nele ele não tinha razão para mentir e obviamente a sra gutierrez tinha ido até ele como veio a mim ansiosa por qualquer ajuda que ela pudesse ter de que outro jeito ele poderia saber sobre o dinheiro pobre sra gutierrez ela tinha totalmente posto sua confiança no mediador errado porque parecia que paul não tinha apenas roubado ela ah não mas como uma idiota eu fiquei lá parada no meio do quintal e chamei o nome dela só no caso dela ainda estar lá o mais alto que eu ousei eu não queria acordar a grieving família dentro da modesta casa de stucco a alguns metros de distância -sra gutierrez eu estiquei o meu pescoço para ver alguma coisa penetrando na escuridão tentando ignorar o frio no ar e no meu coração ­ sra gutierrez você está ai sou eu suze sra gutierrez não foi lá tanta surpresa quando ela não apareceu eu sabia é claro que ele podia fazer os mortos desaparecerem eu nunca achei que ele fosse baixo nível o suficiente para isso eu devia ter sabido isso melhor um vento frio veio do mar quando eu virei para ficar cara a cara com ele eu rodei um punhado do meu cabelo escuro e comprido em volta do meu rosto até que as pontas finalmente grudaram no meu gloss mas eu tinha coisas mais importantes para pensar.

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-essas são as economias da vida dela eu disse para ele sem ligar se ele tinha notado o nó na minha garganta tudo que ela tem pra deixar para seus netos paul encolheu os ombros as mãos enterradas fundo nos bolsos da sua jaqueta de couro -ela devia ter posto em um banco então ele disse talvez se eu explicar pra ele eu pensei -muitas pessoas não confiam no banco com o dinheiro deles mas não teve jeito -não é a minha culpa ele disse encolhendo os ombros de novo você nem mesmo precisa de dinheiro eu berrei seus pais te compram tudo que você quer dois mil dólares não são nada pra você mas pra os netos da sra gutierrez é uma fortuna -ela devia ter tomado conta melhor do dinheiro então foi tudo q ele disse ai aparentemente vendo a minha expressão ­ eu nem sei como desde que tinha várias nuvens no céu ­ ele amoleceu a voz -suze suze suze ele disse tirando uma das mãos do bolso do casaco e colocando seu braço forte em volta do meu ombro o que eu vou fazer com você eu não disse nada eu não acho que eu seria capaz de falar se eu quisesse já era bem difícil de respirar tudo que eu podia pensar era sobre a sra gutierrez e o que ele tinha feito com ela como podia alguém que cheirava tão bem ­ o fino odor da sua colônia enchia meus sentidos ­ ou de alguém que tanto calor irradiava ­ especialmente bem vindo dado ao frio no ar e ao meu casaquinho nino ­ ser tão bem mal -te dizer o que paul disse eu podia sentir sua voz vibrando através dele enquanto ele falava ele tava me segurando perto assim.

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-eu divido com você metade pra cada um você é doente eu repliquei -não seja assim suze ele disse você tem que admitir que é justo você pode fazer o que quiser com a sua parte mandar de volta pra os gutierrez eu não ligo mas se você for esperta vai usar para comprar um carro para você agora que tirou a licença você podia comprar um carrinho com esse dinheiro e não ter que se preocupar em furtar o carro da sua mãe da garagem quando ela cai no sono -eu te odeio eu gritei saindo de seu abraço e ignorando o frio que ficou nos lugares em que seu corpo estava me tocando -não você não me odeia ele disse a lua apareceu momentaneamente de trás do grosso cobertor de nuvens acima só longo o bastante para eu ver que seus lábios estavam em um louco sorriso você só esta brava porque sabe que eu estou certo eu não podia acreditar nos meus ouvidos ele tava falando serio -tomar dinheiro de uma mulher morta é a coisa certa a se fazer -obviamente ele disse a lua tinha desaparecido de novo mas eu podia dizer pela sua voz que ele estava de saco cheio -ela não precisa mais dele você e o padre dom são um casal de verdadeiros pushovers você sabe agora eu tenho uma pergunta pra você como é que você soube o que ela estava dizendo eu achei que você tava fazendo francês não espanhol eu não respondi a ele naquele momento eu estava pensando em uma resposta que não incluísse a palavra que eu menos gostava de mencionar em sua presença a palavra que toda a hora que eu ouvia ou ao menos pensava nela fazia o meu coração dar uns saltos dentro do meu peito e fazia com que o sangue em minhas veias corresse a um ritmo prazeroso infelizmente aquela era uma palavra que não produzia o mesmo

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efeito em paul antes que eu pudesse pensar em uma mentira qualquer que fosse ele descobriu por ele mesmo -ah certo ele disse em sua voz de repente sem tom ele que estúpido de mim ai antes que eu pudesse pensar em alguma coisa pra dizer que fosse amenizar a situação ­ ou pelo menos tirar o jesse da cabeça dele a ultima pessoa no mundo que eu queria o paul pensando sobre ­ ele disse numa voz bem diferente -bem eu não sei sobre você mas eu estou exausto eu vou chamar isso de uma cansativa noite te vejo por ai simon ele virou para ir embora simplesmente assim virou para ir embora eu sabia o q eu tinha que fazer claro eu não estava procurando por isso em fato meu coração tinha isso simplesmente até a minha garganta e as minhas palmas da mão tinham ido de repente e inexplicavelmente molhadas de suor mas que escolha eu tinha eu não podia deixar ele ir embora com todo aquele dinheiro eu tinha tentado conversar com ele e não tinha funcionado jesse não gostaria disso mas a verdade era não tinha outra alternativa se paul não desistisse do dinheiro voluntariamente bem eu ia apenas ter que tirar o dinheiro dele eu disse a mim mesma que eu tinha boas chances de conseguir paul tinha a caixa enfiada em um dos bolsos do seu casaco eu senti quando ele colocou seu braço em volta de mim tudo que eu tinha que fazer era distraí-lo de algum jeito ai agarrar a caixa e jogá-la pela janela fechada os gutierrez iriam pirar é claro com o som do vidro quebrando mas eu duvido que eles iriam chamar os policiais não quando eles achassem dois mil dólares numa caixa no chão assim foi não era um dos meus melhores planos mas era tudo q eu tinha.

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eu chamei seu nome ele virou a lua escolheu aquele momento para aparecer entre uma grossa camada de nuvens acima eu podia ver pela luz pálida que paul tinha uma expressão absurdamente esperançosa a esperança aumentou enquanto eu cruzava a grama entre nós eu suponho que ele pensou por um minuto que ele finalmente tinha me vencido achado minha franqueza que tinha sucedido me trazendo para o lado negro e por esse preço baixo preço baixo de mil dólares não a esperança em seu olhar o deixou bem no momento que ele viu meu punho eu até pensei que por um minuto eu tinha visto um olhar ferido naqueles olhos azuis pálido como a luz da lua a nossa volta ai a lua se escondeu entre as nuvens e nós estávamos de novo na escuridão a próxima coisa que eu sabia paul se movendo mais rápido que eu achei ser possível tinha segurado meus pulsos com tanta força que doía e tinha chutado meus pés um segundo depois eu estava estatelada na grama molhada pelo peso de seu corpo e seu rosto a centímetros do meu -isso foi um erro ele disse de um jeito bem casual considerando a força com que seu coração batia que eu podia sentir batendo contra o meu eu estou retirando minha oferta sua respiração diferente da minha estava ofegante ainda eu tentei esconder meu medo dele -que oferta eu perguntei -dividir o dinheiro eu vou ficar com ele todo agora você realmente machuca meus sentimentos sabia disso suze -eu tenho certeza eu disse o mais sarcasticamente que eu podia agora saia de cima de mim essas são as minhas favoritas low-riders e você está fazendo pedaços de grama entrarem nela mas paul não estava pronto para me deixar ir ele também não parecia apreciar minha febril tentativa de fazer uma piada sobra a

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situação sua voz vinda até mim parecia mortalmente séria -você quer que eu faça seu namorado desaparecer ele perguntou do jeito que eu fiz com a sra gutierrez seu corpo estava quente contra o meu por isso não tinha nenhuma outra explicação para o meu coração ter ficado frio que nem gelo a não ser que as suas palavras tenham me amedrontado a ponto de parecer que meu sangue congelara nas minhas veias eu não podia de qualquer jeito deixar meu medo aparecer fraqueza parece sempre trazer crueldade nada de compaixão de pessoas como o paul -nós temos um acordo eu disse minha língua e meus lábios formando as palavras com dificuldade porque como o meu coração tinham ficado gelados como gelo com o medo -eu prometi que não o mataria paul disse -eu não disse nada sobre impedir que ele morresse em primeiro lugar eu pisquei para ele sem entender -o que sobre o que você esta falando eu murmurei -você vai descobrir ele disse ele abaixou a cabeça e deu um leve beijo nos meus lábios congelados boa noite suze ai ele se levantou e desapareceu na neblina me levou um minuto para descobrir que eu estava livre ar frio me cobriu em todos os lugares que seu corpo estivera me tocando eu finalmente consegui me levantar sentindo como se eu tivesse batido minha cabeça em uma parede mas eu ainda tinha força o suficiente para gritar -paul espere isso foi quando alguém dentro da casa dos gutierrez acendeu as luzes o pomar me pareceu um campo de corrida eu ouvi uma janela sendo aberta e alguém gritando:

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-ei você o que esta fazendo aqui eu não me prolonguei para perguntar se iam ou não chamar a policia eu me levantei do chão e escalei o muro que eu tinha usado para chegar até lá meia hora antes eu achei o carro da minha mãe exatamente onde eu o tinha deixado eu entrei nele e comecei minha longa jornada até em casa amaldiçoando um certo companheiro mediador ­ e a grama pinicando o meu jeans ­ por todo o caminho eu não tinha idéia de como a partir daquela noite as coisas entre paul e mim estavam para ficar feias mesmo mas estava para descobrir capítulo 2 ele tinha feito aquilo finalmente tipo lá no fundo eu sempre soube que ele faria você pensaria que com tudo o que eu já passei eu veria isso vindo eu não sou exatamente nova nisso e não era como se não tivesse nenhum sinal lá ainda quando veio parecia alguma coisa cortando alguma coisa azul clara -então onde é que você vai jantar antes do baile formal de inverno -kelly prescott me perguntou no quarto período no laboratório de línguas ele nem mesmo esperou para ouvir qual seria a minha respostas porque kelly não ligava para qual seria a minha resposta essa não era a idéia dela me perguntando em primeiro lugar -paul vai me levar no cliffside inn kelly continuou -você conhece o cliffside inn né suze no big sur -ah claro eu disse eu conheço foi o que eu disse de qualquer jeito não é estranho como seu cérebro pode entrar em piloto automático tipo como você pode estar dizendo uma coisa e estar pensando em outra completamente diferente porque quando a kelly disse isso ­ sobre o paul levando

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ela ao ci ­ a primeira coisa que eu pensei não foi ah claro eu conheço não chegou nem perto meu primeiro pensamento foi mais perto de o que kelly prescott paul slater tah levando a kelly prescott pro baile de inverno formal mas isso não foi o que eu disse em voz alta graças a deus quero dizer considerando que paul estava sentado só a algumas carteiras de distância ouvindo o diálogo em seu sonsinho de fita a última coisa que eu queria no mundo era ele pensando que você sabe eu estava puta que ele tinha convidado uma outra para o baile já foi ruim o suficiente ele ver que eu estava olhando na direção dele que eu estava falando dele ele ergueu as sobrancelhas meio q falando eu posso ajudar foi quando eu vi q ele ainda estava com os fones de ouvido ele não tinha eu percebi aliviada ouvido o que kelly tinha falado ele tinha estado ouvindo uma conversinha entre o dominique e o michel nossos amiguinhos franceses -ele tem 5 estrelas kelly continuou o ci que quero dizer -legal eu disse desviando o olhar de paul e indo sentar no meu lugar tenho certeza que os dois vão se divertir muito -ah sim kelly disse ela jogou os cabelos louros-mel para trás para poder por de volta os fones de ouvido vai ser tão romântico então aonde você vai para jantar antes do baile quero dizer ela sabia é claro que ela sabia perfeitamente mas ela ia me fazer dizer isso porque e assim que garotas como a kelly são -eu acho que eu não vou ao baile eu disse me sentando na minha cadeira atrás dela e pondo meus fones de ouvido kelly olhou para mim por cima da mesa entre nos seu belo rosto cheio de simpatia falsa simpatia é claro kelly prescott não liga para mim nem nenhuma outra pessoa além dela mesmo;

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-não vai oh suze isso é terrível ninguém te convidou eu só sorri em resposta sorri e tentei não sentir o olhar de paul nas minhas costas -isso é muito ruim kelly disse ­ e parece que o brad também não vai poder ir porque a debbie está doente ou qualquer coisa que não a deixe ir ao baile não sei ei eu tenho uma idéia kelly disse ­ você e o brad deviam ir ao baile juntos -engraçado eu disse sorrindo fracamente enquanto kelly gargalhava com sua própria piada porque você sabe não tem nada mais patético do que uma garota sendo levada para o baile formal do ensino médio de inverno pelo próprio meio-irmão exceto talvez ela não ser levado por ninguém eu liguei o meu toca fitas dominique começou imediatamente a reclamar do seu dormitório para michel eu estou certa de que michel murmurou simpáticas respostas ele sempre faz mas eu não ouvi quais eram elas porque isso não fazia nenhum sentido o que tinha acabado de acontecer quero dizer como o paul podia estar levando a kelly para o baile formal de inverno quando da ultima vez que eu chequei eu era a única que ele estava atrás para um encontro qualquer encontro não que eu tenha estado completamente obcecada com isso mas eu tinha que poder jogar um ossinho ocasional para o cachorrinho para impedi-lo de fazer com o que meu namorado o que ele tinha feito com a sra gutierrez espera um minuto era isso que estava acontecendo paul tinha finalmente se cansado de andar com uma garota que ele tem que chatear para passar um tempo com ele bem é bom certo quero dizer se a kelly o queria ela podia tê-lo o único problema era eu estava tendo dificuldades tentando não lembrar como o corpo de paul tinha sentido contra o meu naquela noite no terreno dos gutierrez porque tinha sentido legal seu peso seu calor esquecendo do meu medo tinha sido bom mesmo sensação certa cara errado mas o cara certo É ele não é realmente do tipo joga a garota na grama e calor ele não tinha emanado nenhum calor nos últimos

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150 anos o q n era culpa dele a coisa do calor quero dizer jesse não podia melhorar em nada com essa coisa de estar morto assim como paul não podia melhorar sendo bem paul ainda este convidando-a-kelly-em-vez-de-mim-para-obaile tava me deixando louca eu tinha estado me preparando para o seu convite ­ e imaginando a sua reação quando eu recusasse ­ durante semanas eu até pensei que estava começando a pegar o gingado da nossa relação como se fosse um jogo de tênis no hotel em que nos conhecemos verão passado a não ser que agora parecia que o paul tinha mandado uma bola na minha quadra que eu nunca seria capaz de responder sobre o que era tudo isso essas palavras voaram em frente aos meus olhos num pedaço de papel de um caderno e estavam sendo sacudidas para mim do topo do biombo de madeira separando o meu curral do outro em frente eu tirei o papel dos dedos que o estavam segurando e escrevi paul convidou a kelly para o baile depois devolvi o papel para a pessoa uns segundos depois o papel voltou a aparecer na minha mesa eu achei que ele ia te convidar minha melhor amiga cee cee escreveu acho que não escrevi em resposta bem está bom assim né foi a resposta de cee cee você não queria mesmo ir com ele quero dizer e o jesse mas era só isso e o jesse se o paul tivesse me convidado para o baile de inverno e eu tivesse respondido com muito pouco entusiasmo ele mandaria uma daquelas ameaças assombrosas sobre o jesse ­ a mais nova na verdade sobre ele aparentemente ter aprendido um jeito de impedir que os mortos morram em primeiro lugar seja lá o que isso signifique e ainda hoje ele tinha convidado uma outra pessoa para o baile com ele em vez de mim não só uma outra pessoa nem isso mas kelly prescott a mais bela mais popular garota da escola mas também uma pessoa que eu sei que ele evita tinha alguma coisa errada com tudo isso e não era apenas q eu tava tentando reservar todos os meus bailes para um cara que tem

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estado morto desde 1850 mas eu não mencionei isso para cee cee melhor amiga ou não uma garota de 16 anos ­ mesmo uma garota de 16 anos albina com uma tia vidente ­ pode entender.sim ela sabia do jesse mas paul eu não tinha mencionado uma palavra e eu queria que continuasse assim eu olhei em volta para ter certeza que a irmã marie rose nossa professora de francês não estava olhando antes deu jogar o bilhete de volta pra cee cee e em vez vi padre dominic acenando para mim da porta do laboratório eu tirei meus fones de ouvido sem me sentir realmente arrependida ­ a conversinha de michel e dominic era bem insuportável ­ e me apressei até a porta eu senti mais do que vi que um certo olhar estava em mim eu não o daria de jeito nenhum a satisfação de olhar de volta -suzannah disse o padre dominique quando eu saí pelo porte em direção a um dos corredores como brisa que ligam as sales na academia da missão junípero serra -fico feliz que consegui te encontrar antes de eu ir embora -ir embora foi quando eu notei que o padre d estava carregando uma mala e uma expressão extremamente ansiosa aonde você está indo são francisco o rosto do padre d tava quase tão branco quanto seu cabelo eu temo que uma coisa horrível acontecerá eu levantei minhas sobrancelhas -terremoto não exatamente padre d puxou seus óclinhos para cima até estarem no topo de seu nariz aquilino enquanto ele olhava baixo para mim é o monsenhor teve um acidente e ele está em coma eu tentei parecer calidamente triste mesmo que a verdade seja que eu nunca nem liguei pro monsenhor ela está sempre ficando aborrecido com as coisas que não importam ­ tipo meninas que usam mini-saia pra ir ao colégio mas ele nunca se importa com coisas que realmente são importantes tipo como os cachorros-quentes que eles

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vendem no almoço tão sempre frios como pedra -nossa eu disse como que aconteceu acidente de carro padre d limpou a garganta ­ É não ele hum engasgou -alguém o estrangulou eu perguntei esperançosa -claro que não por favor suzannah padre dom falou pra mim ele se engasgou com um pedaço de cachorro quente numa carrocinha na rua eba justiça poética eu não disse em voz alta já que eu sabia que o padre dom não ia aprovar em vez eu disse -que pena então por quanto tempo você vai ficar fora -não faço idéia padre dom disse parecendo arrasado isso não podia ter acontecido num momento pior com a audição desse final de semana a academia da missão é incessante com seus esforços para levantar fundos neste final de semana ceia o leilão dos antiquários chegaram doações durante toda a semana que estiveram sendo guardadas no porão da reitoria uma das coisas mais interessantes recebidas foram um tabuleiro de ouija da virada do século presente da tia da cee cee e um cinto de prata pra arma ­ estimado ela sociedade histórica de carmel como tendo uns 150 anos ­ descoberto pelo meu meio-irmão brad dunga enquanto ele limpava o sótão como punição por alguma coisa q ele tinha feito e que eu não me lembro mais -mas eu queria ter certeza de que você sabia onde eu estava padre d tirou um celular de seu bolso é para você me ligar se alguma coisa fora do normal acontecer certo suzannah o número é -eu sei o numero padre d eu lembrei á ele o celular do padre d era novo mas não tão novo assim posso dizer que é um saco que o padre dominic que nunca quis um ­ nem faz a menor idéia de como usar um ­ tenha um celular e eu não e por fora do comum você quis dizer algo como o brad conseguindo uma nota passável em

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