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EDITORIAL 4 COMO SE PASSARAM OS 20 ANOS DE NOSSA HISTÓRIA Em meio a entusiasmo misturado com apreHQVmR QR ¿QDO GH  LQLFLDPRV XP SUR jeto em que acreditávamos muito, mas se constituía em uma incógnita, pois iríamos FRORFDUHPULVFRDQRVVDERDUHSXWDomRSUR¿VVLRQDO HSHVVRDOEHPFRPRDVD~GH¿QDQFHLUDGDUHFpP -criada Grips Marketing e Negócios. (VVH SURMHWR WHYH R QRPH LQLFLDO GH Guia de Compras da Siderurgia Brasileira, e nasceu de nossa experiência no setor de siderurgia, uma vez TXH LGHQWL¿FDPRV TXH R PHUFDGR QmR DSUHVHQWDYD QHQKXPD SXEOLFDomR RX UHIHUrQFLD QD TXDO  VH SX desse encontrar, ordenados e organizados, os proGXWRVQRVHJPHQWRFRPRDoRVSODQRVQmRSODQRV LQR[SURGXWRVWUH¿ODGRVWXERVHWHOKDVRXPHVPR RVSUHVWDGRUHVGHVHUYLoRVFRPRSRUH[HPSORFRUWH  GREUD D¿DomR GH IHUUDPHQWDV PDQXWHQomR DV sessorias diversas ou venda de insumos e produtos FRPRPRWRUHVURODPHQWRVLQVWUXPHQWRVGHFRQWUR OHHPHGLomRXWLOL]DGRVQDRSHUDomREHQH¿FLDPHQ to e processamento de metais. Com esse sonho na FDEHoDPXLWDGLVSRVLomRQRFRUDomRFRUDJHPSDUD HQIUHQWDURVGHVD¿RVHQDWXUDOPHQWHFRPRHVStULWR GHHPSUHHQGHGRUYLEUDQGRDPLOSRUKRUDSDUWLPRV SDUDDH[HFXomRGDGLItFLOWDUHID 2V SULPHLURV DQ~QFLRV FRQTXLVWDGRV IRUDP GLIt FHLV SRLV QDTXHOH PRPHQWR LQLFLDO DOpP GD QRVVD ERD YRQWDGH FRQWiYDPRV VRPHQWH FRP XP H[FH OHQWHWUDEDOKRHODERUDGRSHORQRVVRDPLJRHSDUFHL UR DWp RV GLDV GH KRMH$QGUp 6LTXHLUD TXH FRQVH JXLXFRPDVXDDUWHLPSHFiYHOFDSWDUQRVVRVVHQ WLPHQWRV H WUDQVIRUPDU R QRVVR VRQKR HP XP ³ER neco” do primeiro Guia de Compras, que viríamos HIHWLYDPHQWHSXEOLFDUQRDQR&RPHVVHOD\RXW nas mãos, partimos para a grande aventura que era convencer os primeiros anunciantes a acreditar em nossos projetos. 2VXFHVVRGHVGHDSULPHLUDHGLomRIRLHVWURQGR VRHGHFLGLPRVPDQWHURPHVPRWLWXORGH³*XLDGH &RPSUDV´ DWp R DQR GH  TXDQGR R PLJUDPRV SDUD ³Anuário Brasileiro da Siderurgia”, por ser XPYHtFXORPDLVGLQkPLFRHFRPSOHWRFRPQRPHH IRUPDWRTXHPDQWHPRVDWpRVGLDVDWXDLV $RORQJRGHVVHSHUtRGRPXLWD³iJXDSDVVRXHP EDL[R GD SRQWH´ PDV UHFRQKHFHPRV TXH WLYHPRV PXLWRPDLVERQVGRTXHPDXVPRPHQWRV9iULRVSUR ¿VVLRQDLVVHVXFHGHUDPHQRVDMXGDUDPHFRQWLQXDP QRVDMXGDQGRQDFRQVWUXomRGHVVHSURGXWR3RULVVR expressamos nossos agradecimentos a todos aqueOHVTXH¿]HUDPHID]HPSDUWHGHVVDKLVWyULD eEHPYHUGDGHTXHDUHDOL]DomRGHXPDQXiULR H[LJH XP WUDEDOKR LPSRUWDQWH GH MRUQDOLVPR H DSX UDomR &RPR QRV SUHRFXSDPRV VHPSUH HP DSUH VHQWDU R PHOKRU SRVVtYHO DQWHV GH XP YHLFXOR VHU HQWUHJXH D QRVVRV ¿pLV OHLWRUHV QRV GHVGREUDPRV SDUD UHDOL]DU LQ~PHUDV SHVTXLVDV VHMD QR FDPSR GDVUHSRUWDJHQVHFROHWDGHLQIRUPDo}HVSDUDDHOD ERUDomRGDVPDWpULDVDSUHVHQWDGDVVHMDQDEXVFD GHGDGRVGHXWLOLGDGHSDUDTXHPPLOLWDQRVHWRU &RPRDGYHQWRGDLQWHUQHWWXGR¿FRXPDLVSUi WLFRHIiFLOSRLVVHQRSULPHLURPRPHQWRPDQGiYD PRVTXHVWLRQiULRVSHORFRUUHLRSDUDSUHHQFKLPHQWR H GHYROXomR SHODV HPSUHVDV D ¿P GH TXH IRVVHP SRVWHULRUPHQWH WDEXODGRV H RUGHQDGRV KRMH WDO WDUHID p UHDOL]DGD FRP DSHQDV DOJXQV FOLTXHV QRV FRPSXWDGRUHVWDEOHWVRXDWpPHVPRVPDUWSKRQHV 0DVDVJUDQGHVGL¿FXOGDGHVQmR¿FDUDPUHVWULWDVj HODERUDomRGHFDGDXPDGDVHGLo}HVXPDYH]TXH LQIHOL]PHQWHDSROtWLFDHFRQ{PLFDEUDVLOHLUD±QDGD ³SUiWLFDHIiFLO´DRORQJRGHVVHVDQRV±QRVIH] SDVVDUSRUVLWXDo}HVPXLWRGLItFHLVGHVXSHUDUSRLV QmRIRUDPSRXFRVRVPRPHQWRVHPTXHWLYHPRVGH ³UHVSLUDUIXQGR´SDUDPDQWHUDFKDPDDFHVDJDULP SDU IRQWHV GH RQGH SXGpVVHPRV EXVFDU UHFXUVRV ¿QDQFHLURVSDUDFRQWLQXDUHGLWDQGRQRVVRYHtFXOR 0DVDJRUDpKRUDGHFRPHPRUDU(FRPPXLWR RUJXOKRROKDPRVSDUDWUiVHYHPRVDREUDFRQV WUXtGD6HPIDOVRPRUDOLVPRHVHPIDOVDPRGpVWLD WHPRVDKLVWyULDGDVLGHUXUJLDEUDVLOHLUDUHJLVWUDGD H PRVWUDGD QD FROHomR GH QRVVDV SXEOLFDo}HV D Revista Siderurgia Brasil e Anuário Brasileiro da SiderurgiaDRORQJRGHVWHVYLQWHDQRV &DEHDTXLDSUHVHQWDUQRVVRVDJUDGHFLPHQWRVD muita gente que esteve conosco durante todo esse SHUtRGR0DVpQDSHVVRDGD*OyULDGLUHWRUDH[HFX tiva da Grips durante todo este período, que exterQR PHXV DJUDGHFLPHQWRV H HOD UHSUHVHQWDUi WRGRV DTXHOHV TXH QRV DMXGDUDP D FRQVWUXLU R Anuário Brasileiro da Siderurgia FRORFDQGR WLMROLQKR SRU WLMROLQKRQHVVDVyOLGDPXUDOKDTXHWHPRVKRMH 0XLWRREULJDGR Henrique Pátria

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COMO FUNCIONA? 6 ANUÁRIO BRASILEIRO DA SIDERURGIA 2019 Completamos 20 anos de sucesso do Anuário Brasileiro da Siderurgia. Já faz algum tempo que ele se tornou leitura obrigatória e o verdadeiro “livro de cabeceira” para executivos, profissionais e empresários que atuam na concorrida cadeia siderúrgica nacional. Apresentamos nosso Guia de Compras com cinco grandes famílias e cerca de 90 especialidades de produtos e serviços que englobam praticamente toda a cadeia siderúrgica. Além do Guia de Compras você também encontra: • Cenários & Mercados • Usinas produtoras • Entidades de classe • Guia de Compras – Produtos e Serviços Cenários & Mercados São entrevistas e as noticias sobre toda a atividade principalmente com os grandes grupos consumidores. Há uma analise detalhada da economia brasileira, suas vitórias e derrotas, suas necessidades imediatas, suas frustrações. E a siderurgia nacional? O que pensa o Instituto Aço Brasil e quais foram os números reais de 2018 e as metas para 2019. E a evolução do mercado de Metais não Ferrosos nos ~OWLPRVYLQWHDQRV3DUD¿QDOL]DUXPDyWLPDPDWpULD sobre o procurado mercado internacional que é válvula garantidora de bons negócios para a siderurgia nacional. Usinas produtoras 2 %UDVLO SURGX]LX QR DQR SDVVDGR  PLOK}HV GH WRQHODGDV GH DoR EUXWR ( TXHP SURGX]LX" 4XH WLSR GH SURGXWR FDGD XVLQD SURGX]" 9HMD XP EUHYH SHU¿O GH FDGD JUXSR LQGXVWULDO H RV SURGXWRV TXH eles oferecem ao mercado. Entidades de classe do setor Aqui você encontra a relação de algumas entidades que interagem diretamente na siderurgia nacional. Guia de Compras – Produtos e serviços 2VGDGRVFRQVWDQWHVQHVWDVHomRIRUDPDWXDOL]DGRV HDMXVWDGRVGLUHWDPHQWHHPQRVVRVLWHZZZVLGHUXUgiabrasil.com.br pelas próprias empresas. São cinco grandes famílias selecionadas: O que a sua empreVDID]"9HMDDTXL • 3URGX] LPSRUWD RX FRPHUFLDOL]D SURGXWRV VLGHrúrgicos? • Fornece insumos e suprimentos ? • )DEULFD LPSRUWD RX FRPHUFLDOL]D PiTXLQDV RX equipamentos? • Presta Serviços? • 3UHVWD&RQVXOWRULDHPiUHDVHVSHFL¿FDV" Nas listagens destacamos o nome da empresa, telefone e o endereço eletrônico. As empresas com publicidade no anuário são destacadas nas listagens. Internet/Mobile O portal ZZZVLGHUXUJLDEUDVLOFRPEUTXHPDQWpP um canal aberto com nossos leitores além de conteúdo do setor mantém o Sistema de Buscas do Guia de Compras, onde os compradores encontram no principal banco de dados do Brasil as indicações das empresas. Pelo processo de ”paginação simultânea” é possível ler na integra em PCs, tablets ou smartphones todo o Anuário de qualquer local do planeta. Publicidade 3DUWLPRVGDD¿UPDomRGHquem não é visto, não é lembrado(PIRUDPPDLVGHHPSUHVDV nacionais e internacionais. Agradecemos a preferência a todos os anunciantes por sua participação e apoio, pois este apoio foi fundamental para o sucesso da edição.

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ÍNDICE ANUÁRIO BRASILEIRO DA SIDERURGIA 2019 7 04 06 08 46 48 50 114 Editorial Como funciona? Cenários & Mercados Usinas produtoras Entidades de Classe Guia de Compras – Produtos e Serviços Anunciantes EXPEDIENTE O Anuário Brasileiro da Siderurgia é uma publicação de propriedade da Grips Marketing e Negócios Ltda. com registro arquivado junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial sob nº 823.755.347. Coordenador Geral: Henrique Isliker Pátria Diretora Executiva: Maria da Glória Bernardo Isliker TI: Vicente Bernardo Consultoria jurídica: Marcia V. Vinci OAB/SP 132.556 mvvinci@adv.oabsp.org.br Editor e Jornalista Responsável: Henrique Isliker Pátria - MTb-SP - 37.567 Entrevistas e Reportagens: Marcus Frediani – MTb 13.953 Projeto Editorial: Grips Editora Projeto Gráfico: Via Papel Estúdio Edição de Arte/DTP: Ana Carolina Ermel de Araujo e Via Papel Estúdio Criação da capa: André Siqueira Ilustração da capa: André Siqueira Impressão e Acabamento: Ipsis Gráfica e Editora AVISOS IMPORTANTES As opiniões expressadas pelos entrevistados são de total responsabilidade dos mesmos e não refletem necessariamente o ponto de vista dos editores. A identificação das empresas e dos produtos apresentados no Guia de Compras foram tabulados e organizados a partir do banco de dados da Grips Editora devidamente atualizado pelos próprios fornecedores em nosso site: www.siderurgiabrasil.com.br. na publicação, sob qualquer alegação, sem a prévia autorização expressa e formalizada da Grips Marketing e Negócios Ltda. Rua Cardeal Arcoverde 1.745 – conj. 113 – São Paulo-SP CEP 05407-002 DIREITOS RESERVADOS É proibida a reprodução parcial ou total de qualquer matéria contida Telefone: +55 11 3811-8822 grips@grips.com.br www.siderurgiabrasil.com.br

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CENÁRIOS & MERCADOS 8 ANUÁRIO BRASILEIRO DA SIDERURGIA 2019 ATÉ QUANDO VAMOS CONTINUAR SENDO O PAÍS DO FUTURO? Henrique Pátria Já superamos enormes dificuldades, mas os desafios só começaram a acontecer. Estamos de governo novo, com várias promessas de campanhas para reformas em todos os pontos em que somos muito vulneráveis, como a Previdência, a questão Tributária, a Reforma Política e a do Judiciário, só para citarmos alguns exemplos. Precisamos mudar a feição do Brasil em curto espaço de tempo. Além de esperarmos pelos poderes constituídos, o que nós podemos fazer para ajudar nessa difícil empreitada? Exatamente há um ano, neste mesmo Anuário Brasileiro da Siderurgia, já havia um clima de otimismo moderado que consegui- mos captar junto aos vários entrevistados, pois, naquele momento, mesmo que o governo TemerQmRLQVSLUDVVHDWRWDOFRQ¿DQoDGRVEUDVLOHLURV UHSUHVHQWDYDXPDTXHEUDQDVHTrQFLDGHHTXtYRFRV SDUDVHUJHQWLO GHXPDSROtWLFDcriminosa e desastro- sa praticada ao longo dos últimos 13 anos, que nos OHYRXSDUDXPDLQVROYrQFLDWRWDOHDEVROXWDDOpPGD TXHEUDGHPXLWDVHPSUHVDVHGHYiULRVSDUDGLJPDV FRPHUFLDLVEHPFRPRGDPRUDOHGDpWLFDem grande SDUWHGDVDWLYLGDGHVGHXPDQDomR Esse sentimento foi compartilhado pela maioria da SRSXODomRQDVúltimas HOHLo}HVUHDOL]DGDVQRDQRSDVVDGR(RUHVXOWDGRGDVXUQDVIRLXPDJXLQDGDà direiWDQDGLUHomRGROLEHUDOLVPRHFRQ{PLFRePXLWROyJLFR TXHDLQGDH[LVWDPGHVFRQ¿DQoDVHPXLWDVLQGDJDo}HV se a nova equipe conseguirá promover as reformas TXHRSDtVWDQWRQHFHVVLWDSDUDHPXPVHJXQGRPRPHQWRDWUDLUSRXSDQoDLQWHUQDHLQYHVWLPHQWRVQDFLR- nais e internacionais para voltarmos a sonhar em ter XPSDtVFRPIXWXURPHOKRUSDUDQRVVRV¿OKRVHQHWRV E o que apuramos foi que os indicadores são PXLWR SRVLWLYRV $VVLP FRPR QRV DQRV DQWHULRUHV DSUHVHQWDPRVQHVWDHGLomRPDLVGRTXHXPDOHQWR mas uma grande aula de otimismo, que vem emana- GDSRUGLYHUVRVSRQWRVTXHDFDEDPVHHQWUHODoDQGR QXPHPDUDQKDGRGHHPRo}HVHSHQVDPHQWRVSRVLWLYRV$VHQWUHYLVWDVRVGDGRVHDVLQIRUPDo}HVFROKLGDV WUDQVIRUPDGDV HP PDWpULDV H DSUHVHQWDGDV HP QRVVR ³&HQiULRV H 0HUFDGRV´ GDUmR EHP XPD GLPHQVmRGRTXHHVWDPRVIDODQGReFRPRVHIRVVH um grande DXGLWyULRHRPHVWUHGHFHULP{QLDVRXR OtGHU TXH FRPDQGD D VHVVmR VROLFLWDVVH TXH WRGRV IRUFHPXPSHQVDPHQWRSRVLWLYRSDUDJHUDUXPDyWLPDHQHUJLDQRDPELHQWH 'RV GLYHUVRV SRQWRV GR SDtV DV PDQLIHVWDo}HV estão pipocando, e não há porque não acreditar que HVWDPRVQRFDPLQKRFHUWR&RQFRUGDPRVTXHLQ~PHUDV EDUUHLUDV GHYHP VHU VXSHUDGDV$ FRPHoDU SHOD FREUDQoDTXHWRGRVWHPRVGHID]HUGRV3RGHUHV/HJLVODWLYRH([HFXWLYRD¿PGHTXHDVWmRLPSRSXODUHV – mas necessárias – reformas, deixem de ser somenWH XPD PDWpULD D VHU GLVFXWLGD HP WRGRV RV MRUQDLV UHYLVWDVUiGLRVRXWHOHYLV}HVSDUDVHUWRUQDUUDSLGDPHQWHDOJRFRQFUHWRHUHDOQDYLGDGRVEUDVLOHLURV 2JLJDQWHVFRHPRQXPHQWDOIHQ{PHQRGRFRUSR- rativismo tem de ser deixado de lado para se pensar em algo maior que pR%UDVLO2EUDVLOHLURWHPGHUHÀHWLUHSURFXUDUPXGDUDVXDFXOWXUDDGPLWLQGRTXHD fyUPXOD DWp DTXL DGRWDGD GH ³QmR PH[HU QR PHX´ ± ou “eu quero levar vantagem em tudo” – não funciona PDLV1DVGLVFXVV}HVDUUDVWDGDVKiPDLVGHXPDQR

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CENÁRIOS & MERCADOS ANUÁRIO BRASILEIRO DA SIDERURGIA 2019 9 )RWR'HSRVLWSKRWRVFRP VREUH D 5HIRUPD GD 3UHYLGrQcia, em todo momento seYr XPD FDWHJRULD SUR¿VVLRQDO GL]HQGR TXH SUHFLVD ser diferenciada ou deve ¿FDU GH IRUD SRU LVVR RX SRUDTXLOR&RPRHTXDQGR LVVRYDLDFDEDU" $OpP GDV UHIRUPDV Ki YiULRV RXWURV SUREOHPDV LPHGLDWRV $ GtYLGD S~EOLFD EUDVLOHLUD HVWi HP WRUQR GH GR3,%2Gp¿FLWSúEOLFR EUDVLOHLUR p RXWUR ³FDOFDQKDU de aquiles”, que aparente- mente está descontrolado e, somente a duras penas, a equipe do governo conseguirá ajustá-lo jUHDOLGDGHQDFLRQDO 2 PXQGR HVWi LQJUHVVDQGR HP XPD QRYD 5HYROXomR ,QGXVWULDO RX D FKDPDGD ³,QGúVWULD ´ ( DWpR¿QDOGRDQRSDVVDGRDVPHGLo}HVGLVSRQtYHLV GDYDP FRQWD GH TXH SRXTXtVVLPDV HPSUHVDV QR %UDVLO HVWDYDP VH SUHRFXSDQGR RX ID]HQGR DYDQoRVQDGLUHomRGHOD(QWUHRVSDtVHVHPHUJHQWHVR %UDVLOpTXHPHQRVWLQKDLQYHVWLGRQDPRGHUQL]DomR HDWXDOL]DomRQmRVyGHVHXSDUTXHLQGXVWULDOPDV HPPpWRGRV e sistemas que proporcionassem uma PHOKRU JHVWmR OLYUH GH FRPRGLVPRV FRP D EXVFD GHSDGU}HVLQWHUQDFLRQDLVSDUDFRQFRUUHUPRVHPSp GHLJXDOGDGHFRPHPSUHVDVGHWRGRRPXQGR ( QmR p Vy R JRYHUQR TXH GHYH SHQVDU QLVVR e FHUWRTXHDGHVEXURFUDWL]DomRDVUHIRUPDVHDMXVWH GRVWULEXWRV±SULQFLSDOPHQWHDTXHOHVTXHSRGHPWL- rar competitividade da indústria nacional – devem ser D SUHRFXSDomR SHUPDQHQWH GRV QRVVRV GLULJHQWHV 3RUpP FRPR VHUi D HPSUHVD GR IXWXUR VH HOD QmR puder contar com jovens preparados e prontos para RVGHVD¿RVTXHMiFRPHoDPDDSDUHFHU" 0DV YDPRV jV FRLVDV ERDV 2 ,1$ TXH p R ËQGLFH1DFLRQDOGH$WLYLGDGHPHGLGRSHOD&RQIHGHUDomR 1DFLRQDO GD ,QG~VWULD &1,  LQGLFRX FUHVFLPHQWR Mi HP  TXDQGR WLYHPRV DOJXQV DFRQWHFLPHQWRV ³VXL JHQHULV´ SDUD XP SDtV TXH SUHFLVD GHVODQFKDU como a greve dos caminhoneiros, que paralisou o Brasil por cerca de 15 dias, e causou imensos preMXt]RVHPWRGRVRVVHWRUHVQDFLRQDLV$ERDQRYDp TXH HP  VHJPHQWRV SHVTXLVDGRV SHOD &1, SHOR PHQRV  DSUHVHQWDUDP tQGLFHV GH FUHVFLPHQWR H GH UHFXSHUDomR PHVPR FRP DV DGYHUVLGDGHV 1R PrVVHJXLQWHjDSXUDomRGDVHOHLo}HVR Ëndice de &RQ¿DQoDGR(PSUHVDULDGR ,&( PHGLGRSHOD)XQGDomR*HWXOLR9DUJDV )*9 DSUHVHQWRXDPDLVDOWD SRQWXDomRGHVGHDVXDFULDomRDWLQJLQGRDSRQWRV9HMDRWDPDQKRGRFUpGLWRGDGRDRQRYRJRYHUQR (DUHWRPDGDHEXVFDGDUHFXSHUDomRpLPHGLDWD$ LQG~VWULDDXWRPRELOtVWLFD±TXHpXPyWLPRSDUDGLJPD SRLVWUD]FRQVLJRXPDLPHQVDFDGHLDGHSURGXWRV±SRU PHLR GH VXD HQWLGDGH GH FODVVH D$QIDYHD LQIRUPRX TXHKRXYHHPXPFUHVFLPHQWRQRQtYHOGHOLFHQFLDPHQWRGHYHtFXORVGDRUGHPGHHTXHSDUD HPXPDSURMHomRFRQVHUYDGRUDHVSHUDXPQRYR DXPHQWR TXH GHYH ¿FDU HQWUH  D  FRP XPD SURGXomRTXHGHYHXOWUDSDVVDUDPDUFDGRVPLOK}HV GHYHtFXORV1DHVWHLUDGHVVHFUHVFLPHQWRR6LQGLSHoDVUHODWRXTXHQRDQRSDVVDGRMiSURGX]LXH H[SRUWRX  D PDLV GR TXH HP  H TXH DV H[SHFWDWLYDVSDUDHVWHDQRVmRGHVXSHUDUHVVDVPDUFDV (DQRVVDVLGHUXUJLD"&RPRHVWiHSDUDRQGHFDPLQKD"$LQGDH[LVWHRSUREOHPDGRH[FHGHQWHPXQGLDO GHDoRTXHQR¿QDOGHEHLUDYDDVPLOK}HV GHWRQHODGDV0DVRSUREOHPDGRDoREUDVLOHLURSDVVD LQLFLDOPHQWHSHODTXHVWmRGRFRQVXPRLQWHUQRGDOLJD &RP D UHWRPDGD GH REUDV QD LQIUDHVWUXWXUD D YROWD GR GHVHQYROYLPHQWR GH QHJyFLRV QD FRQVWUXomR FLYLO RFUHVFLPHQWRGDLQG~VWULDDXWRPRELOtVWLFDDFRQWLQXLGDGH GRV ERQV YHQWRV VRSUDQGR QR DJURQHJyFLR H DLQGD R DXPHQWR GR FRQVXPR GDV IDPtOLDV HP EHQV duráveis, deverá se conseguir preencher quase que WRWDOPHQWHDJUDGHGHSURGXomRGDLQG~VWULDQDFLRQDO GRDoR1RDQRSDVVDGRRFUHVFLPHQWRUHJLVWUDGRQDV YHQGDVLQWHUQDVIRLGHtQGLFHTXHRVGLULJHQWHV da entidade que comandam o setor esperam repetir – RXHYHQWXDOPHQWHVXSHUDU±DJRUDHP (FRPRFDGDXPGHQyVLUiSUHHQFKHURVHXHVSDoR QD VRFLHGDGH HP "$ TXHVWmR GD SDUWLFLSDomR p IXQGDPHQWDO &RP R DGYHQWR GDV UHGHV VRFLDLV HVWi SURLELGD D DFRPRGDomR VHMD HP TXH SDWDPDUYRFrHVWLYHU3UHFLVDPRVGHFDGDXPDGDV SHVVRDVGHEHPSDUDMXQWRVFRPHPRUDUPRVRLQJUHVVRQHVVDQRYDHUD

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CENÁRIOS & MERCADOS 10 ANUÁRIO BRASILEIRO DA SIDERURGIA 2019 PRA FRENTE É QUE SE ANDA Marcus Frediani Se, em termos de resultados da economia e da indústria brasileira, 2018 até surpreendeu os empresários, o ano de 2019 amplifica os desafios que ela terá que enfrentar, muitos deles solucionáveis apenas com o estabelecimento de uma parceria – de fato – por parte do novo governo. OK! Você pode até dizer que 2018 não foi o “Dream Year” que todo mundo esperava. Mas é inegável que os resultados da economia brasileira no período encerrado no último dia 31 de dezembro não foi, nem de longe, decepcionante. Ao contrário, trouxe muitos resultados positivos para a maciça maioria dos setores e segmentos da cadeia produtiva. E exemplos disso, com maior e menor intensidade, não faltam. Pelo segundo ano consecutivo, o Indicador de 1tYHO GH $WLYLGDGH ,1$  GD LQG~VWULD SDXOLVWD ¿- Fotos: Depositphotos.com e Divulgação

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CENÁRIOS & MERCADOS ANUÁRIO BRASILEIRO DA SIDERURGIA 2019 11 cou positivo e encerrou 2018 com alta moderada que foi bom em 2018, pode ser ainda melhor em de 1,2%. Houve avanço nas variáveis do total de 2019. A Associação Nacional dos Fabricantes de vendas reais (20,1%), horas trabalhadas na produ- Veículos Automotores (Anfavea) deu a ideia exa- ção (3%) e no Nível de Utilização da Capacidade ta dessa premissa ao apresentar ao mercado os Instalada (NUCI) para 0,4 p.p. A variação do INA ¿FRXSRVLWLYDHPGRVVHWRUHVDFRPSDQKDGRV resultados da indústria automobilística brasileira no ano passado, além de suas previsões para as em 2018. Entre os setores de destaque está o de vendas, produção e exportação de veículos e má- veículos automotores, com crescimento quinas agrícolas e rodoviárias em 2019. de 15,3%, metalurgia (10,7%) e farma- O licenciamento de autoveículos em cêutico (10,2%). 2018 registrou 2,56 milhões de unida- De acordo com o segundo vice-pre- des, aumento de 14,6% frente às 2,24 sidente da FIESP, José Ricardo Roriz &RHOKRR,1$UHÀHWLXRUHVXOWDGRSRVLWL- milhões de unidades vendidas em 2017. Na análise mensal, foram negociadas vo do PIB dos dois últimos anos. “Existe XPDFRQ¿DQoDQDPHOKRUDGRDPELHQWH em dezembro 234,5 mil unidades, o que representa crescimento de 1,6% sobre de negócios, que tende a subir com as as 230,9 mil unidades de novembro, ou primeiras ações do governo. A posse de 10,3% na comparação com as 212,6 dos novos deputados e senadores e a José Ricardo Roriz apresentação de uma série de propos- Coelho, segundo tas do governo, como a da Previdência, vice-presidente da mil de dezembro de 2017. “O resultado da indústria automobi- lística brasileira no ano passado mos- em discussão desde a campanha elei- FIESP trou que 2018 consolidou a retomada toral, está trazendo mais otimismo para iniciada em 2017. O mercado interno o mercado”, avalia, embora faça a ressalva de que teve forte reação, o que mostra que parte da de- a utilização da capacidade instalada das indústrias manda reprimida foi bem atendida. O crescimento do Estado ainda está abaixo da média histórica, das vendas de caminhões e máquinas agrícolas que é de 80%. indica a recuperação da economia brasileira. O Verdade seja dita, muitas das expectativas da in- único indicador negativo foi o volume dústria nacional não se materializaram no período. de exportações, por conta da forte O Produto Interno Bruto (PIB), por exemplo, deve retração do mercado argentino, nos- encerrar 2018 com crescimento de 1,4% segundo a so principal parceiro comercial. O ba- mais recente estimativa do Banco Central, frustran- lanço da produção também foi positi- do a projeção do início do ano, que era de 2,6%. Ato contínuo, o PIB da indústria também deve vo, mesmo com a redução nas exSRUWDo}HV´ D¿UPD $QWR- crescer apenas 1,3%, índice menor do nio Megale, presidente da que os 3% estimados no início de 2018. Anfavea. E o adiamento das reformas foi um dos A produção em 2018 fatores que prejudicou o desempenho foi de 2,89 milhões de uni- Antonio Megale, da economia brasileira e do próprio se- dades – superior em 6,7% presidente da Anfavea tor. “Avançar nas reformas estruturantes, às 2,69 milhões de unida- como a Previdenciária e a Tributária, por des do ano anterior. No último mês do exemplo, estão entre as medidas consi- ano, as 177,7 mil unidades fabricadas deradas fundamentais para a melhoria indicam baixa de 27,4% contra as 244,8 do ambiente de negócios. E o país deve Robson Braga de mil de novembro e de 16,8% quando se unir em favor de medidas que impul- Andrade, presidente sionem o desenvolvimento econômico e da CNI analisado com as 213,7 mil do mesmo mês de 2017. social, como a desburocratização”, dá a Nas exportações o cenário foi de bai- receita o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade. xa: 629,2 mil unidades foram negociadas com ouWURVSDtVHVQRDQRSDVVDGRRTXHVLJQL¿FDTXHGD de 17,9% sobre as 766 mil unidades de 2017, ano Demanda reprimida bem atendida em que a indústria registrou números recordes no Sem dúvida, com o destravamento das refor- comércio exterior. Em dezembro, 31,7 mil veículos mas, entre outros muitos avanços necessários, o atravessaram as fronteiras, baixa de 7,9% em re-

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CENÁRIOS & MERCADOS 12 ANUÁRIO BRASILEIRO DA SIDERURGIA 2019 para 2019 – é a Federação Na- cional da Distribuição de Veí- culos Automotores (Fenabra- ve). De acordo com a entidade, os emplacamentos de todos os segmentos somados (automó- veis, comerciais leves, cami- nhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e ou- tros veículos) que apresenta- ram alta acumulada de 13,58% em 2018, somando 3.653.500 unidades, ante as 3.216.730 registradas em 2017. Para o presidente da Fena- brave, Alarico Assumpção Jú- nior, o fechamento do ano de 2018 superou as primeiras ex- pectativas da entidade: “Inicia- lação a novembro com 34,4 mil unidades e 48,1% mos 2018 com uma expectativa de alta mais mo- menor frente as 61,1 mil de dezembro de 2017. Bastante otimista, a Anfavea estima aumento de derada, porém, em função da melhora, mais acenWXDGDGDHFRQRPLDHGDFRQ¿DQoDGRFRQVXPLGRU 11,4% no licenciamento de autoveículos em 2019: a e investidores, ao longo do ano, o desempenho do expectativa é de comercializar 2,86 milhões de uni- setor automotivo foi maior do que o esperado. Mes- dades. No caso das exportações a projeção é de estabilidade com 590 mil unidades ne- mo com acontecimentos negativos, como a greve GRVFDPLQKRQHLURVHPPDLRHDLQGH¿- gociadas com outros países. A produção nição política – no período pré-eleitoral, deve chegar em 3,14 milhões de unidaGHVRTXHVLJQL¿FDXPDXPHQWRGH o mercado continuou em ritmo de alta”, argumenta Assumpção Júnior. Ainda “Para 2019, nossa expectativa é de segundo ele, o mercado reagiu positi- mais um ano de crescimento, exceto nas exportações. A conjuntura macro- vamente ao resultado das eleições: “Os tQGLFHVGHFRQ¿DQoDHGHH[SHFWDWLYDV econômica indica fatos positivos, como DXPHQWR GR 3,% LQÀDomR GLPLQXLQGR H tanto dos consumidores como dos emSUHViULRV UHÀHWLUDP RWLPLVPR FRP D queda do dólar. A oferta de crédito em apuração das urnas”, destaca. 2018 foi a maior desde 2011. Na soma Com expectativas ainda moderadas, de todos esses fatores ao otimismo com Alarico Assumpção as reformas econômicas propostas pelo Júnior, presidente da novo governo, acreditamos em uma re- Fenabrave a Fenabrave acredita na manutenção do clima favorável às vendas, para todos os segmentos automotivos, em 2019. ação sequencial, que passa pela retomada da con¿DQoD WDQWR GR FRQVXPLGRU TXDQWR GR LQYHVWLGRU´ De acordo com as projeções da entidade, o Setor em geral deverá apresentar crescimento de 10,1% aponta Antonio Megale. com relação a 2018. “Tudo dependerá dos rumos a Já para o setor de máquinas agrícolas e rodovi- serem dados pelo novo governo de Jair Bolsonaro, árias, a previsão é de alta das vendas internas em como a aprovação das reformas necessárias, mas, 10,9%, com 53 mil unidades em 2019. As exporta- a sinalização, nesses primeiros dias do ano, já se ções seguirão o mesmo patamar do ano passado, mostra positiva, com uma agenda de intenso traba- com 13 mil unidades. Já a produção de novos produ- lho, proposta para os primeiros 100 dias”, faz eco a tos será de 66 mil unidades em 2019 – alta de 0,5%. seus pares Alarico Assumpção Júnior. Superando expectativas Quem também comemora os bons resultados de 2018 – e tem perspectivas bastante positivas De volta ao patamar pré-crise Por sua vez, as vendas da indústria de autopeças – extraídas da amostra de empresas da

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CENÁRIOS & MERCADOS 14 ANUÁRIO BRASILEIRO DA SIDERURGIA 2019 Pesquisa Conjuntural do Sindipeças – encerraram 2018 com expansão de 17,4% em comparação ao ano precedente. Moderadamente inferior ao que fora registrado em 2017, quando o faturamento nominal avançou 22,2% por sobre uma base ainda GHSULPLGD D DWLYLGDGH HP  EHQH¿FLRXVH GD recuperação do mercado interno e do bom desempenho das exportações que, a despeito da crise na $UJHQWLQD DOFDQoRX GLYHUVL¿FDomR GH PHUFDGRV H maior volume de transações com OEM (do inglês “Original Equipment Manufacturer”, ou “Fabricante Original do Equipamento”) e revendedores de mercados tradicionais. Já as exportações de autopeças, para 203 mercados, somaram US$ 7,89 bilhões em 2018, 6,4% superior ao de igual período de 2017, segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), consolidados pelo Sindipeças. As importações, de 190 diferentes origens, cresceram 6,1% e totalizaram US$ 13,52 bilhões. Com HVVHV UHVXOWDGRV R Gp¿FLW FRPHUFLDO GH DXWRSHças no ano passado alcançou US$ 5,63 bilhões, 5,6% maior que o registrado em 2017. A Argentina manteve-se em primeiro lugar na lista de destinos das exportações e a China, no topo do ranking de origem das importações. As exportações em reais   IRUDP EHQH¿FLDGDV SHOD YDORUL]DomR GR dólar, e pela atividade das montadoras (17,4%), cujo desempenho esteve atrelado ao movimento interno mais forte. 1D DYDOLDomR GR 6LQGLSHoDV DR ¿QDO GR ELrQLR 2017-2018, o faturamento corrente da indústria de autopeças retornou ao patamar pré-crise, totalizando crescimento acumulado de 42,7% no período em oposição à queda de quase 26% observada entre 2014 e 2016. Apesar que no mês de dezembro, devido a fatores sazonais, os negócios costumam VHU PDLV IUDFRV ± R TXH MXVWL¿FDULD DV YDULDo}HV negativas por canal de vendas e a elevação da ociosidade do setor para o patamar de 39% –, no acumulado do ano, entretanto, os resultados foram sólidos, contabilizando-se crescimento em todos os canais de distribuição. Assim, com o aquecimento das vendas de veículos novos, o mercado de reposição também enxerga boas perspectivas para 2019. 5HWRPDGDGDFRQ¿DQoDSRUSDUWHGR consumidor Boas surpresas também no mercado de duas rodas. A produção de motocicletas fechou 2018 em alta, seguindo a curva de crescimento registrada durante todo o ano. De acordo com dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), de janeiro a dezembro do ano passa-

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