Revista A Voz da Paróquia

 

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Informações sobre a Paróquia Nossa Senhora do Bom Sucesso de Guaratuba-Pr,

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Ano V | Janeiro 2019 | Nº 56 Infância de Jesus "Está escrito: 'Adore o Senhor, o seu Deus, e só a ele preste culto'". Lucas 4:8 JANEIRO - Infância de Jesus Programa Voz da Paróquia FM 87,9 de segunda a sexta feira das 17:30 as 18:00 hs

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E ditorial Janeiro Ano novo, vida nova e esperança renovada! “Com a Mãe do Bom Sucesso, enviai-nos como missionários de Cristo” Estamos chegando em um Novo Ano, cheios de esperança, alegria e paz! Nesta alegria, com o tema: “Com a Mãe do Bom Sucesso, enviai-nos como missionários de Cristo”, vamos celebrar a Festa da nossa Padroeira, Nossa Senhora do Bom Sucesso, que acontecerá com a celebraçã o da Novena do dia 25 de janeiro até o dia 03 de fevereiro, quando teremos o encerramento festivo desta maravilhosa festa. Ao iniciarmos o ano Novo, no dia 01, a Igreja celebra a Solenidade de Maria Mã e de Deus, que está intimamente ligada à festa do Natal. E no clima de Natal celebramos e com muita razã o a festa de Maria, a Mã e Santıś sima de Jesus. Maria sendo Mã e de Jesus e este sendo o Filho de Deus, Maria é a Mã e de Deus. Por sinal, o dia 01 de janeiro é o Dia Mundial da Paz. Que a Paz esteja presente em cada um de nó s, em nossas famı́lias e nossa sociedade. No contexto litú rgico, no dia 06 de janeiro, é celebrado a Solenidade da Epifania do Senhor, que nos faz experimentar tã o perto a misericó rdia do Senhor, onde Jesus Cristo é a Luz, a Estrela que conduz à Redençã o. No dia 13, domingo, celebramos o Batismo do Senhor. Jesus fez questã o de ser batizado por Joã o Batista. Ao ser batizado, Ele conclui sua vida oculta e assumiu, de forma pú blica e solene, sua missã o. Portanto, nesse dia, nó s cristã os e cristã s, somos chamados á Missã o, lembramos o nosso Batismo e o compromisso de ser hoje sempre,“Sal da Terra e Luz do Mundo”, como missioná rios do Redentor. Dia 25 de janeiro, a Igreja faz memó ria ao celebrar a Conversã o de Sã o Paulo. Esta conversã o mudou radicalmente a vida deste Santo, mas também marcou o inıć io de uma profunda transformaçã o do cristianismo, que era um movimento só judaico, ganha dimensõ es universais. Ao celebrarmos a conversã o de Sã o Paulo, alegremo-nos com a radicalidade de sua vida voltada para Cristo. A Paró quia de Nossa Senhora do Bom Sucesso, reza e agradece à pessoa do Pe. Roque, que por três anos foi pá roco, e desenvolveu um belıś simo trabalho junto à toda comunidade paroquial. Como Missioná rio enviado em Missã o, Pe. Roque foi transferido para a Paró quia Nossa Senhora da Guia, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Deus continue abençoando este grande missioná rio! Pe. Pedro Hélio de Oliveira, C.SS.R Missionário Redentorista Índice 03 Mês de Janeiro 03 Aconteceu... 04 Dia Mundial da Paz 04 Aconteceu... 05 Santa Mãe de Deus 05 Epifania do Senhor 06 "Folia de Reis" 07 "Naico - Descanse em Paz!" 08 Pastoral da Liturgia 09 Dia Internacional do Obrigado 09 Cadê as Boas Maneiras? 12 Dia Internacional do Riso 12 Aconteceu... 13 São Sebastião 14 Pastoral da Pessoa Idosa 15 Intolerância Religiosa 15 Alfabetização, “A Arte de Ensinar com Amor” 16 Dicas de Saúde 17 Aposentado 17 Aconteceu... 18 Conversão de São Paulo 18 Aconteceu... 19 PASCOM - Pastoral da Comunicação 20 Pastoral da Criança 21 Página Infantil 22 Pastoral do Dízimo Ano V - Nº 56 - Janeiro de 2019 02 Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano V | Janeiro 2019 | Nº 56

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Aconteceu... Mês de Janeiro Em JANEIRO a devoçã o é dedicada o Santıś simo Nome de Jesus, porque oito dias apó s o Natal, Sã o José o circuncidou dando-lhe o sagrado nome. A Igreja celebra oito dias apó s o Natal, em 2 janeiro, de acordo com o “Diretó rio da Liturgia” da CNBB, a festa do Santıś simo Nome de Jesus. O anjo disse a Maria: “Nã o temas, Maria, pois encontraste graça diante de Deus. Eis que conceberá s e dará s à luz um filho, e lhe porá s o nome de Jesus” (Lc 1, 3031). Por causa das festas em Janeiro que pertencem a infâ ncia de Cristo, Janeiro também se tornou o mês dedicado a Santa Infâ ncia de Jesus. Canção Nova Almoço de Natal com entrega de 30 cestas bá sicas, panetones e frangos, alé m de roupas e brinquedinhos com as famı́lias da Reciclagem. A pastoral recebeu doaçõ es de panetones e alimentos, os voluntá rios da Pastoral da Catequese, ajudaram no preparo do almoço na cozinha da Paró quia Bom Sucesso e depois levado até a Usina de Reciclagem dos catadores de reciclados, onde 72 pessoas almoçaram, as 30 famıĺ ias receberam cestas, panetones, frangos e presentinhos. 03Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano V | Janeiro 2019 | Nº 56

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Dia Mundial da Paz 1º de Janeiro O Dia Mundial da Paz é celebrado anualmente em 1º de janeiro. A criaçã o da data tem vıń culo direto com o catolicismo. E de senso comum o fato de que a paz deveria, ao menos, ser celebrada todos os dias. E é exatamente no sentido de fazer com que todos os dias sejam de paz que a data escolhida para celebrar é no dia 1 de janeiro, o primeiro de cada novo ano. Nesse dia, as pessoas trocam votos de alegria, de paz e de felicidade para o ano que se inicia. Tradicionalmente as pessoas ficam acordadas até a meianoite do dia 31 de dezembro, quando se comemora com muita festa a virada do ano. Mas afinal, o que será a paz? A paz consiste em um sentimento de harmonia com tudo e todos, o que reflete diretamente na sensaçã o de tranquilidade e ausência de violência. Alé m disso, a paz també m pode ser caracterizada como um estado de quietude de um local, sem movimentos, barulhos e agitaçã o. Há dois mil anos, quem estabeleceu o dia mundial da paz no começo do ano foram os povos babilô nicos. Quem verdadeiramente estabeleceu o dia 1º de janeiro como o primeiro do ano (ou seja, como data para o Ano Novo) foram os povos romanos. A mudança foi estabelecida em calendá rio gregoriano no ano de 1582. Automaticamente, o dia mundial da paz passou a ser esse. Poré m, foi apenas em 1967 que o Papa Paulo VI instituiu a data como Dia Mundial da Paz. Sendo assim, a primeira vez que ela foi comemorada foi no ano de 1968. Vamos refletir e pensar: o que você está fazendo para favorecer a paz mundial? Lembre-se que pequenos atos estimulam pequenos atos – o que faz com que eles acabem se tornando grandiosos. IliaraKloster Bassil (www.resumoescolar.com.br) Aconteceu... No domingo, 2 de dezembro, o envio de 5 novos coroinhas da matriz,preparados ao longo do ano pela catequista Jaqueline! Foi uma missa cheia de emoçã o e fé pois ali vimos e sentimos a realizaçã o de um trabalho maravilhoso da catequista e todo o pessoal da catequese para formar novos discı́pulos a serviço de Jesus! Parabé ns! 0148 Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano V | Janeiro 2019 | Nº 56

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Santa Mãe de Deus Maria gerou Jesus e nos deu o Salvador. Com certeza, a maternidade é um legado que nos remete a Maria. Se me perguntarem qual a melhor coisa que eu fiz na vida, por certo eu sempre responderei: os meus cinco filhos. Meu primeiro filho eu nã o conheci. Só o senti. Senti-o mexer na minha barriga e senti quando nasceu. Virou anjo. Deus o quis no cé u, antes de tudo. Minha segunda filha veio um ano depois. Confesso que a gravidez foi um pouco tensa. Angustiante, Com a sensaçã o de morte rondando. Mas como Deus já estava contente com o nosso anjinho no cé u, nos concedeu uma filha linda que hoje nos presenteia com duas netas, que sã o verdadeiras princesas. Terceira gravidez que traz ao mundo, onze meses e vinte e dois dias depois: o meu lindã o. Forte, tranqü ilo, e muito, muito amoroso. Quarta gravidez, adivinhem quem vem por aı!́ A minha linda, lindıś sima que nos presenteou com duas criaturas meigas, amorosas e muito queridas. Bom, paramos por aı?́ Que nada. Oito anos 1º de Janeiro apó s, Deus nos concede outra vez a concretizaçã o deste dom. Vem ao mundo uma pessoinha generosa, gentil e bonı́ssima. Nova vida, nova etapa. Novos horizontes. Seu filhote foi o presente que nos deu em forma de neto. Um verdadeiro prıń cipe. Que grandiosidade tudo isso. Deus, no seu infinito amor, se fez pequeno, pequenıś simo para fazer parte de nossas vidas. Assim sã o nossos filhos, nascem, nos encantam e nos remetem à nossa Mã e Maria, Mã e de Deus neste processo milagroso que é gerar vidas. Que sejamos sempre abençoados, em nossas famıĺ ias, e que tenhamos sempre a proteçã o desta grande e divina Mulher, que Ela interceda sempre por nó s junto a seu Filho e nos dê um majestoso Ano Novo. Amé m. Margarida Miran- da Correa Epifania do Senhor Epifania do Senhor celebra-se a 6 de janeiro O Dia da Epifania comemora-se tradicionalmente doze dias apó s o Natal, no Dia de Reis. Com a reforma do calendá rio litú rgico, em muitos paıś es a data celebra-se no domingo entre o dia 2 e o dia 8 de janeiro (dois domingos apó s o Natal). A Epifania do Senhor é a manifestaçã o do Filho de Deus no corpo de Jesus Cristo, o momento de revelaçã o de Jesus ao mundo. Esta celebraçã o centra-se na adoraçã o dos três Reis Magos ao Menino Jesus, um sı́mbolo do reconhecimento de Cristo como salvador da humanidade. Para além deste momento, a Igreja celebra mais duas epifanias. Com especial incidência na primeira, celebram-se trê s epifanias do Senhor ao longo do ano litú rgico: - A epifania aos Reis Magos, pelo nascimento, - A epifania a Sã o Joã o Batista no rio Jordã o, pelo batismo; - A epifania aos discıṕ ulos com a boda de Canã , pelo inıć io da vida pú blica. www.caslendarr.com 05Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano V | Janeiro 2019 | Nº 56

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"Folia de Reis" Dia 6 de janeiro A Folia de Reis, também conhecida como Reisado, é uma festa popular brasileira, de cará ter religioso (cató lico). Também considerada de cará ter folcló rico (espécie de folguedo), ela é realizada entre o perıó do do Natal até o Dia de Reis (06 de janeiro). Na Folia de Reis , grupos organizados de pessoas saem pelas ruas da cidade, visitando casas e tocando mú sicas populares e entoando câ nticos bıb́ licos em h o m e n a g e m a o s R e i s Magos, e ao nascimento de Jesus. Junto com as mú sicas vã o pessoas vestidas com roupas de personagens ligados ao tema da festa. Alguns aspectos tradicionais da Folia de Reis foram trazidos para o Brasil no final do perıó do colonial (provavelmente no começo do sé culo XIX), pelos portugueses. Poré m de acordo com estudiosos da cultura popular, esta festa tem sua origem na Espanha. Os principais personagens da Folia de Reis sã o: (01) Os Três Reis Magos - representam os reis magos que visitaram Jesus e o presentearam com incenso, ouro e mirra; (02) Mestre-Palhaço: responsá vel pela animaçã o da festa, através de danças, pulos e brincadeira; (03) Coro: canta as mú sicas, louvores e entoaçõ es de câ nticos religiosos; (04) Mestre: (També m conhecido como embaixador) respon- sável pela organizaçã o da festa; (05) Bandeireiro: espé cie de porta bandeira da festa. A bandeira geralmente é feita com tecido brilhante e tem a imagem d o s t r ê s R e i s M a g o s estampada no pano. Em Guaratuba dois grupos realizam o Reisado: o grupo do Padilha e da Famıĺ ia Garcia (Zico e Aneliz) que levam de geraçã o a geraçã o e de porta em porta as memó rias ligadas à religiosidade dos foliõ es apontando para um prosseguimento de elementos culturais de acordo com as tradiçõ es. Parabé ns! Rocio Bevervanso Agente Cultural / Paró quia de Nossa Senhora do Bom Sucesso A Missa do Quilo do Amor acontece em todas as comunidades todo primeiro domingo de cada mês. Participe você também deste gesto de amor 06 Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano V | Janeiro 2019 | Nº 56

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"Naico - Descanse em Paz!" Enquanto aguardava na Sacristia da Igrejinha bicentená ria de Guaratuba, o inıć io da Missa de corpo presente, em data de 26 de novembro do "amigo Naico - in memoriam", aproximou-se de mim um jovem triste, poré m tranquilo e me disse: " Me chamo Roberto. Sou mais conhecido como Roberto da Gaita. Sou um dos sete irmã os do Naico. Me disseram agora pouco que você é historiadora. Nã o sei se é escritora ou se você conta o que te contam. Logo, vim te fazer um pedido: que você deixe registrado nas tuas pá ginas ou na tua fala a histó ria deste meu irmã o que tanto amou esta cidade em que nasceu e que por muitos anos carregou a missã o de Foliã o do Divino. Queria que o povo deste lugar abençoado, jamais o esqueça e quando ouvirem o som da viola, logo pensem - O Naico está por aqui! Fotografe tudo o que puder deste momento triste. Filme, se for possıv́ el, e publique quando o corpo do mano já estiver sepultado fazendo sete dias. Se conseguir conversar com algué m que filmou, ou gravou a cantoria e a alvorada de despedida entoada pelo amigo Aoré lio Domingues, publique também. Vou ficar agradecido por prestar esta ú ltima homenagem ao meu mano querido, que guardarei eternamente no coraçã o." - Querido Roberto, as fotos consegui fazer, as filmagens infelizmente nã o, e nã o sei lhe dizer quem o fez, pois quando cheguei pela manhã ao veló rio, nosso querido Aorélio havia entoado a Alvorada e já estava retornando a Paranaguá . Confesso a você que postar este á lbum me deixa um tanto constrangida e com o coraçã o apertado pelo sentimento de perda, visto o carinho que tinha por seu irmã o. Preferiria estar postando os momentos das romarias ... Roberto, vivenciei com o Naico a cada caminhada, pelas ruas da cidade, pelas á guas da Baia de Guaratuba quando saıá mos anunciando a mensagem do Divino e da Trindade, o quanto ele era emotivo ao sermos recebido pelas famıĺ ias de fé. Aprendi com ele que humildade é quando uma pessoa grande trata todas as outras como se fossem maiores. Sorrindo, brincando, fazendo piadas...me dizia que quem sempre tem Fé , nunca vai precisar de sorte. Naico era diferente. Um exemplo de ser humano. Tratava a todos com bondade e respeito, e mesmo aqueles que eram, por ventura, mal-educados com ele - a reposta era imediata. Assim como era passageiro aquele momento, e ficava tudo bem. Roberto, permaneça consigo a certeza de que seu irmã o era muito amado por todos nó s da comunidade cató lica de Guaratuba. Por onde ele passou deixou sua marca registrada de um homem de fé ! Em nome dos Padres Redentoristas da Paró quia de Nossa Senhora do Bom Sucesso, dos companheiros Foliõ es, dos exfesteiros e de todos que o conheceram receba você e todos os familiares, nossos mais profundos e sinceros sentimentos de condolê ncias ! Vivenciei alguns dos momentos abençoados da trajetó ria de seu irmã o, enquanto Deus permitiu sua permanência entre nó s. Um abraço! Colaboração: Maria do Rocio Braga Bevervanso Agente Cultural 07Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano V | Janeiro 2019 | Nº 56

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Pastoral da Liturgia Dia do Leitor O Dia do Leitor é comemorado anualmente no dia 07 de janeiro. foi criado em homenagem a fundaçã o do jornal cearense “O Povo”, fundado em 07 de janeiro de 1928, pelo poeta e jornalista Demó crito Rocha. Nesse jornal que ficou conhecido por combater a corrupçã o e divulgar fatos polıt́ icos, existia um suplemento chamado “maracajá ” que se tornou um espaço de divulgaçã o do movimento modernista literá rio cearense na época o autor pertenceu á Academia Cearense de Letras. O há bito da leitura é importante para exercitar as capacidades de comunicaçã o, interpretaçã o e de cogniçã o das pessoas. Ministério de Leitores Dentro do conjunto dos ministérios litú rgicos da Igreja o leitor tem uma importâ ncia fundamental, pois ele é incumbido de proclamar para os irmã os, reunidos em assembléia litú rgica, a Palavra de Deus. Por meio de sua voz, Deus se comunica com seu povo. A funçã o de proclamar a Palavra de Deus na liturgia é central na liturgia cristã , pois, nã o existe celebraçã o sem a proclamaçã o da palavra. Por isso, é um verdadeiro ministé rio, um serviço prestado a toda a comunidade cristã que se reú ne para celebrar o mistério de Cristo, ouvir sua Palavra e partilhar a Eucaristia. Ser leitor na igreja é um serviço à palavra de Deus e a comunidade que se reú ne em assembléia para celebrar. O leitor é o mediador entre Deus e a comunidade celebrante. Segundo a Assemblé ia do Concıĺ io Vaticano II afirma: “Os leitores exercem um verdadeiro ministério litúrgico e alguém que, em nome, e com aprovação da assembléia celebrante dirige-se a mesa da Palavra para proclamar em voz alta para todos o que o próprio Deus tem a dizer durante a celebração”. Deus abençoe nossos leitores que nã o medem esforços para cumprir sua missã o em seu ministério. Nossa Paró quia fica profundamente agradecida pelos seus serviços. Colaboraçã o: Irene de Oliveira Ayres Pastoral da Liturgia Fonte: calendá rio.brasil Aconteceu... Uma noite de alegre confraternizaçã o e ao mesmo tempo com gostinho de despedida por Padre Roque que apó s algum tempo em nossa Paró quia irá continuar sua missã o na Paró quia de Nossa Senhora da Guia – Campo Grande/MS. Obrigada por sua dedicaçã o e carinho. Foi um aprendizado que iremos levar para o resto da vida e que muito nos ajudará na caminhada! 08 Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano V | Janeiro 2019 | Nº 56

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Dia Internacional do Obrigado O objetivo do Dia Internacional do “Obrigado” é simplesmente agradecer a todos, nã o importa se conhecemos ou nã o. Um simples obrigado, pelo quer que seja, que tenha sido feito, um serviço, uma informaçã o, isso nã o importa, o gesto de agradecer é uma forma de reconhecer a generosidade do outro. Muitas vezes deixamos de expressar este gesto tã o simples, mas de grande reconhecimento até pelos que estã o ao nosso lado, por considerarmos que estã o fazendo sua obrigaçã o. Isso é um grande erro, que move a maioria, seja pela correria do dia a dia ou pela tecnologia que consome o tempo atual, um grande engano, pois, o pedir e agradecer, é um gesto de carinho, e deve ser praticado constantemente com todos. Neste dia, diga “obrigado” a todas as pessoas. Apesar de nã o ser um dia mediá tico (por ser desconhecido por muita gente), o Dia Internacional do Obrigado foi criado atravé s das redes sociais na Internet e foi-se enraizando aos poucos no seio da comunidade, tendo um fim nobre e sempre necessá rio. Mesmo que, parecendo insignificante, esta palavra de oito letras pode fazer toda a diferença para quem a recebe, assim como deixar mais feliz quem a profere. Neste dia diga obrigado a todos, criando um há bito a manter pelo ano inteiro. Obrigado por me fazer: Sentir Sonhar melhor Crescer :D \o/ Rir Acreditar Querer mudar :-) Ir em frente Compartilhar Sérgio Justichechen Ministro da Eucaristia Cadê as Boas Maneiras? Parece que o nosso mundo está se tornando cada vez mais grosseiro. Que agir com educaçã o para com as outras pessoas é coisa do passado e nã o é importante mais. As frases que indicavam uma pessoa educada como “por favor”, “muito obrigado”, “com licença” e “me desculpe” estã o sumindo do uso no dia a dia. Um mundo no qual os homens estã o como medo de fazer um gesto de consideraçã o, como abrir a porta, para uma mulher porque ela pode ser uma feminista que vai xinga-lo. Onde as pessoas mais jovens nã o se sintam impulsionadas a oferecer seu assento no circular para uma pessoa mais idosa. E o mundo cada vez mais do “EU”. Afinal qual é a finalidade do có digo de conduta que chamamos de “boas maneiras”? Sã o nada mais do que regras desenvolvidas para tentar garantir uma sociedade com menos conflitos e mais harmonia. A esperança é de reduzir as fricçõ es e irritaçõ es que podem acontecer entre as pessoas no dia a dia. Quem aprende boas manei- ras, aprende respeitar o outro. E colocando estas regras dentro do contexto da nossa fé , é simplesmente a vivê ncia do mandamento do amor de Jesus. Muitas vezes nó s pensamos do mandamento do amor em termos de momentos fortes ou importantes. Mas pense bem, quem pratica a gentileza com a outra nã o estaria praticando o amor? Um dos principais elementos do amor verdadeiro é o respeito para a outra. Estar atento à s oportunidades de mostrar consideraçã o e respeito é reconhecer os direitos e o valor da outra pessoa. Pensar na outra pessoa vai exigir muito de nó s num mundo que se concentra somente no “eu”. Mas nã o foi Jesus que falou que o caminho de achar a sua vida seria de perder a vida. Parar de pensar na supremacia do “eu”, e pensar no “nó s” da humanidade, irmã os e irmã s do mesmo Pai? Colaboração: Padre Donald Raymond Roth C.Ss.R. 09Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano V | Janeiro 2019 | Nº 56

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Missas com Bênção do Santíssimo 1ª Quarta-feira do Mês: Nossa Senhora do Perpé tuo Socorro 1ª Quinta-feira do Mês: Bênçã o da Saú de - Traga remé dios, receitas, roupas (Matriz) 2ª Quinta-feira do Mês: Bênçã o das Chaves da Casa, dos Carros, das Motos, da Bicicletas (Matriz) 3ª Quinta-feira do Mês: Bênçã o dos Alimentos - Traga alimentos para serem abençoados, e um quilo de alimento para partilhar com os pobres (Matriz) 4ª Quinta-feira do Mês: Bênçã o dos Trabalhadores e dos Desempregados (Matriz) 5ª Quinta-feira do Mês: Bênçã o dos Artigos Religiosos, Aguas (Matriz) HORÁRIO DAS MISSAS/NOVENAS HORÁRIO DE MISSAS Matriz N. Sra. Bom Sucesso/Centro 19h30 - Quarta, Quinta e Sexta 10h00 e 19h30 - Domingo N. Sra. Perpétuo Socorro/Brejatuba 19h30 - Quarta 08h00 - Domingo N. Sra. Navegantes/ Barra do Saí 18h00 - Quarta (Novena) 19h30 - Sábado N. Sra. Aparecida/Caieiras 19h30 - Quarta (Novena) 19h30 - Sábado Santo Antônio/Coroados 19h30 Quarta 08h00 - Domingo São Luis Gonzaga/Nereidas 19H30 - Quarta (Novena) 10h00 - Domingo N. Sra. Aparecida/Banaze 08h30 - 2° e 4° Domingo São Joaquim/Cubatão 10h00 - 2° e 4° Domingo N. Sra. Fátima/Riozinho 09h00 - 1° e 3° Domingo BATIZADOS NAS COMUNIDADES N. Sra. Navegantes 1° Sábado às 19h30 Santo Antônio 1° Domingo às 08h00 São Luis Gonzaga 2° Domingo às 10h00 N. Sra. Perpétuo Socorro 3° Dom. às 08h00 N. Sra. Aparecida 3° Sábado às 19h30 N. Sra. Bom Sucesso 4° Domingo às 10h00 HORÁRIOS DE ATENDIMENTOS E ASSESSORIAS DAS COMUNIDADES E PASTORAIS DOS MISSIONÁRIOS REDENTORISTAS EM GUARATUBA COMUNIDADE PASTORAIS, GRUPOS DIAS DE PLANTÃO Pe. Roque Sutil Gabriel, C.Ss.R. - Matriz N. Sra. Bom Sucesso (Centro) - Santo Antonio (Coroados) - São Joaquim (Cubatão) - Catequese; Liturgia e - quarta e sábado Canto; - Juventude; Coroinhas - P. Humanizante Pe. Pedro Hélio de Oliveira C.Ss.R - N. Sra. Aparecida (Caieiras) - N. Sra. navegantes (Barra do Saí) - P.P.I.; Criança; Dízimo; R.C.C.; - Leigos - segunda e sexta Pe. Donald R. Roth C.Ss.R. - N. Sra. Perpétuo Socorro (Brejatuba) - São Luiz Gonzaga (Nereidas) - N. Sra. Aparecida (banaze) - Ministros; Batismo; Familiar - Social - terça e quinta Comunhão, Participação e Missão São Luís de Franca Padroeiro de Guaratuba Obs.: Última segunda-feira do mês, não há atendimento, encontro dos padres. 10 Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano V | Janeiro 2019 | Nº 56

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Datas e Eventos Paroquiais de Janeiro HORA SANTA COM JESUS Local: Matriz Nossa Sra. do Bom Sucesso Data: 04/01 Horário: 18:30h. Toda primeira sexta feira de cada mê s. Participe conosco! SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS HORA SANTA Local: Comunidade Perpétuo Socorro Brejatuba Data: 04/01 Toda primeira sexta feira do mê s As 15h junto com o Terço da Misericó rdia. INFORMAÇÕES NA SECRETARIA PAROQUIAL Visite o site da Paróquia ww.paroquiaguaratuba.com.br 11Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano V | Janeiro 2019 | Nº 56

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Dia Internacional do Riso Dia 18 de Janeiro Dia 18 de Janeiro comemoramos o Dia Internacional do Riso. Este dia chama a atençã o para a importâ ncia de rir. O riso é um comportamento humano que traz bem-estar à s pessoas. Neste dia deve-se rir o mais que puder, quer na companhia dos amigos, trocando-se anedotas e episó dios engraçados, quer sozinho, em casa a ver as suas comé dias preferidas ou a ler um livro engraçado. A risada alivia a tensã o, os mú sculos ficam soltos, relaxados, estimulando o sistema imunoló gico. Rir é o melhor remédio, o bom humor é contagiante. As cé lulas aumentam e os anticorpos combatem as infecçõ es, e as doenças ficam imunes. Atravé s da risada é liberado endorfina, substâ ncia associada ao bem estar. Protege o coraçã o, melhorando a funçã o dos vasos sanguı-́ neos. Ao rir, nossa respiraçã o melhora, pois é feita a troca de ar nos pulmõ es. Os risos també m aumentam a pressã o arterial e a frequência cardıá ca, ao parar de rir, volta ao normal. Essa sensaçã o é como dos exercıć ios que melhoram o sistema cardiovascular. Até seus mú sculos abdominais fortalecem quando soltamos risadas, os mú sculos abdominais se expandem e contraem. Portanto ao dar risada, você relaxa e se exercita també m. As risadas enchem nossos pensamentos positivamente, e nos permitem quebrar barreiras, mudando nossa maneira de ver a vida. Melhoran- do ainda nossa criatividade pois “humor e criatividade” envolvem a açã o de associar as coisas, o cérebro passa por transformaçã o mental.Quando as risadas sã o espontâ neas, as vibraçõ es de ondas cerebrais sã o parecidas, à s de pessoas que meditam. Essa açã o relaxa e alivia a dor. NoreenBraman, referê ncia na yoga, diz que sofria de fibromialgia, e obteve alıv́ io para a dor atravé s do riso, e diz “principalmente ao praticar exercıć ios em grupo”. Rir é uma arte, você pode fazê -la quando quiser. Ria para você, sorria para a vida, seja feliz, sorria para tudo!!! Patrícia KlosterBassil (Educadora Física) www.boavontade.com www.minhavida.com.br "O sorriso enriquece os recebedores sem empobrecer os doadores" Mário Quintana Aconteceu... Aconteceu,ú ltimo curso para pais e padrinhos realizado pela Pastoral do Batismo, no salã o da Paró quia Bom Sucesso. 12 Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano V | Janeiro 2019 | Nº 56

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São Sebastião Dia 20 de Janeiro São Sebastião, defensor da igreja e apó stolo dos confessores, principalmente daqueles que eram presos. Nasceu em Narbone na Recuperação Irene, uma cristã devota, e um grupo de França em 256 D.C. Seus pais eram de Milã o, na amigos, foram ao local e, surpresos, viram que Itá lia do sé culo terceiro. Foi muito generoso S e b astiã o continuava vivo. Levaram-no dali e o e dado ao serviço. Recebeu a graça do santo e s conderam na casa de Irene que cuidou de seus Batismo e zeloso por ele em relaçã o a sua vida e a ferimentos. dos irmã os. Logo tornou-se o primeiro capitã o da guarda do Impé rio. Sã o Sebastiã o era um soldado romano que foi martirizado por professar e nã o renegar a fé em Cristo Jesus. Sua histó ria é conhecida somente pelas atas romanas de sua condenaçã o e martıŕ io. E conhecido por ter serviço a dois exé rcitos: O de Roma e o de Cristo. Sempre que conseguia uma oportunidade visitava os cristã os presos, levava uma ajuda aos que estavam doentes e aos necessi- tados. De acordo com atos apó critos atribuıd́ os a Santo Ambró sio de Milã o, Sebastiã o teria se alista- do no exército romano já com a ú nica intençã o de afirmar e dar força aos coraçõ es dos cristã os enfraquecidos diante das torturas. Por isso, Sã o Sebastiã o é conhecido por ter servido a dois exé rcitos: o de Roma e o de Cristo. Sempre que conseguia uma oportunidade, visita- va os cristã os presos, levava uma ajuda aos que estavam doentes e aos que precisavam. Martírio de São Sebastião Segundo martírio de São Sebastião Ao tomar conhecimento de cristã os infiltra- Depois de curado, Sebastiã o continuou dos no exército romano, Maximiano realizou uma evangelizando e se apresentou ao imperador caça a esses cristã os, expulsando-os do exército. Maximiano, que nã o atendeu ao seu pedido. Só os filhos de soldados ficaram obrigados a S ebastiã o insistia para que ele parasse de perse- servirem o exército. E este era o caso do Capitã o guir e matar os cristã os. Desta vez o imperador Sebastiã o. Para os outros jovens a escolha era mandou que o açoitassem até morrer e depois livre. Denunciado por um soldado, o imperador se fosse jogado numa fossa, para que nenhum cris- sentiu traıd́ o e mandou que Sebastiã o renuncias- tã o o encontrasse. Porém, apó s sua morte, Sã o se à sua fé em Jesus Cristo. Sebastiã o se negou a Sebastiã o apareceu a Lucina, uma cristã , e disse fazer esta renú ncia. Por isso, Maximiano mandou que ela encontraria o corpo dele pendurado num que ele fosse morto para servir de exemplo e poço. Ele pediu para ser enterrado nas catacum- desestı́mulo a outros. Maximiano, porém, orde- bas junto dos apó stolos. nou que Sebastiã o tivesse uma morte cruenta diante de todos. Assim, os arqueiros receberam Colaboração: Irene de Oliveira Ayre ordens para matarem-no a flechadas. Eles tiraram Pastoral da Liturgia suas roupas, o amarraram num poste no está dio Fonte: cruzterrasanta.com de Palatino e lançaram suas flechas sobre ele. Ferido, deixaram que ele sangrasse até morrer. 13Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano V | Janeiro 2019 | Nº 56

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Pastoral da Pessoa Idosa Cuidados que os idosos devem ter no verão Pastoral da PessoaIdosa CNBB “Dai ao nosso coração sabedoria” (SL 90) O verão é, geralmente, uma estação muito aguardada pois traz sol, calor e muita energia. Nesta estaçã o do ano, devem ser tomadas precauçõ es, principalmente com os idosos. Confira algumas dicas para aproveitar o verã o da melhor maneira sem prejudicar a sua saú de. - Evite estar exposto ao sol nas horas de maior perigo entre horá rio das (11h e 16h30). - Dentro de casa, prefira as divisõ es mais frescas. - Se achar que a sua temperatura corporal está a aumentar, dirija – se à casa de banho e molhe a face, a nuca, o pescoço e os braços. Assim ajuda a refrescar. - Antes de sair de casa, certifique se que colocou protetor solar (especialmente nas regiõ es que vã o estar expostas diretamente ao sol, como a face, os braços e as pernas)e que leve consigo um chapéu e ó culos de sol. - Nã o se esqueça de beber á gua (cerca de 08 copos por dia)para evitar a desidrataçã o causada pelo calor. Para que nã o se esqueça de beber á gua, tenha consigo sempre uma garrafa de á gua, ou coloque-a sempre em locais visıv́ eis da casa (mesa de apoio na sala, ao lado da televisã o, mesa da cozinha, entre outros). - Com o envelhecimento, a sensaçã o de sede diminui, por isso nã o espere a sede para beber á gua! Esteja atento porque, por vezes, sentir sede pode ser já um sinal de desidrataçã o. - Prefira roupas claras no lugar de roupas escuras, pois as primeiras (especialmente a roupa branca) refletem os raios solares. - Faça refeiçõ es leves sem muitos condimentos. - Ingira mais frutas e legumes por dia, pois estes alimentos sã o uma boa fonte de hidrataçã o, devido ao seu elevado teor de á gua. - Nã o realize atividades fıś icas e/ou exercıć io fıś ico intenso. Fonte: Envelhecer sem Perder (15 de janeiro de 2014) Queridos, fica aqui a dica, aproveite bem o verã o, faça caminhadas ao ar livre, nas primeiras horas da manhã , ou final de tarde, mas lembre-se, com moderaçã o. Nã o se esqueça de beber muita á gua. Abraços a todos, um pró spero Ano Novo! Que 2019 seja um ano de muitas realizaçõ es e muitas bênçã os. Agradeço de coraçã o a cada lıd́ er pelo seu testemunho e dedicaçã o a todos vocês lideres, peço a Deus sempre sabedoria. Desejo a você s um ano de muitas bênçã o e muitas realizaçõ es que em 2017 possamos estar novamente juntos em missã o na pastoral da pessoa idosa. Um carinhoso abraço a todos. Maria Muraro Coordenadora da Pastoral da Pessoa Idosa Encerramento das atividades da PPI , confraternizaçã o entre os voluntá rios da Pastoral da Pessoa Idosa 14 Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano V | Janeiro 2019 | Nº 56

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Intolerância Religiosa Por causa do crescimento da diversidade religiosa no Brasil é verificado um aumento da discriminaçã o religiosa, por isso foi criado o Dia Nacional de Combate à Intolerâ ncia Religiosa, dia 21 de janeiro. Esta intolerâ ncia é caracterizada quando uma pessoa nã o aceita a religiã o ou a crença do outro. Crı́ticas, piadas, agressõ es verbais ou fıś icas. Ela é uma mistura de ideologias e diferentes crenças e religiõ es. Podemos definir esta intolerâ ncia como um crime de ó dio que fere a liberdade e a dignidade humana. E um verdadeiro absurdo esta perseguiçã o por optarmos por esta ou aquela religiã o Fomos feitos e contemplados por Deus pelo dom maior que é o da liberdade. Liberdade de agir, de crer (ou nã o crer), de ir e vir, manifestar nossas vontades e desejos, respe- Dia 21 de Janeiro itar e ser respeitados e tratar a todos com igualdade perante a lei! Independente de sua opçã o religiosa. Porém, é importante salientar que a crıt́ ica religiosa nã o é igual a intolerâ ncia religiosa. Temos o direito e a liberdade de criticar dogmas e conceitos de uma religiã o, mas sem perdemos o respeito e a limitaçã o que nos impõ e a ética comportamental. Sem nos atermos a grupos mas, sim, a conceitos religiosos. A chave para combater a intolerâ ncia religiosa é o conhecimento e o respeito. Laura Orminda Lobo Alcântara Ministra da Eucaristia Alfabetização, “A Arte de Ensinar com Amor” A Alfabetizaçã o é o processo onde se desenvolve as habilidades de ler e escrever; conhecer o meio em que interage, socializando-se e reconhecendo-se como ser capaz de crescimento intelectual, cultural, social e moral. Para o educador, o processo da alfabetizaçã o é uma responsabilidade muito grande, pois em suas mã os estarã o os estudantes com expectativas de “aprender” o saber. Essa interaçã o, que, entre o educador e o estudante converte-se em apreensã o de valores, cujos critérios sã o intermediados pela troca de informaçõ es, pois o educador, com seus métodos, estratégias e discursos, consegue converter o conhecimento informal que o estudante porta como bagagem cultural pela interaçã o entre os membros de sua famıĺ ia e pessoas da comunidade em conhecimento formal e conceitual, estabelecendo os parâ metros através da aná lise crı́tica sugerida pelo educador. O “ fazer aprender” envolve toda uma questã o de princıṕ ios, tanto éticos, como conceituais e culturais, através do respeito, dos valores, comprometimento, dedicaçã o e aceitaçã o. Quando o alfabetizador utiliza os mecanismos da alfabetizaçã o, ele se depara com as diferenças de mentalidades e, nesse caso, deve-se valorizar cada individuo (aluno) como um universo pró prio, para o qual, o educador sente a necessidade de intermediar essa conexã o com outros universos de cada aluno. A recompensa pela excelê ncia na arte de alfabetizar é ver que o aluno lendo, interpretando e se interagindo com as informaçõ es as quais ele adquiriu e que dessas informaçõ es, ele esteja apto a filtrar elementos que contribuam para engrandecer cada vez mais sua leitura de mundo. Colaboração: Professores - Silmara Aparecida do Rosário e Roberto Carlos da Costa 15Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano V | Janeiro 2019 | Nº 56 05

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