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Edição 27 • setembro | dezembro • 2018 Mala Direta Básica Contrato: 2017 CNPJ 46844338/0001-20 / SE/SPI Coopermota Cooperativa Agroindustrial jornada de fé por terra e asfalto Plantas daninhas: perdas de produção e controle ideal Ferrugem da soja: infestação começa mais cedo na safra o camposetembro | dezembro 2018 1

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Alertar para riscos e celebrar o ano Nesta edição adotamos um duplo posicionamento: queremos alertar os produtores sobre alguns problemas que ainda são enfrentamos na lavoura, mas também comemorar o período de festejos de final de ano. Neste caminho, falamos primeiro ao produtor sobre as perdas com ervas daninhas, seja por falta de dessecação ou manejo inadequado. Trazemos também o alerta sobre o registro antecipado da ferrugem asiática, inclusive em propriedades localizadas na região de Londrina, nossa vizinha de estado. Registramos ainda a parceria da Coopermota com a Apta para o plantio de mandioca que será apresentada na edição 2019 do CampoCooper. São clones e materiais em fase de teste para análise de desenvolvimento em lavouras da região. Por outro lado, comemoramos ações de envolvimento social e cultural da cooperativa com as comunidades dos municípios onde está instalada. São atividades que envolveram milhares de pessoas em torno de temas que abordaram o cooperativismo, a cooperação, a cultura e a Coopermota, propriamente dita. Estamos em clima de festa, o período natalino que se aproxima já deixa no ar as manifestações de solidariedade e de celebração. A partir deste olhar, trilhamos os caminhos percorridos para a construção da decoração natalina da Coopermota. Dobraduras construídas a dezenas de mãos em busca de deixar marcas para um 2019 que contenha o anseio de cooperados e funcionários. Isso porque no verso dos papéis que foram dobrados foi escrito o desejo daqueles que se envolveram na iniciativa. A mistura do momento coletivo de participar de um desafio comum, aliado à fé destes que percorreram mais de 800 quilômetros em mulas e burros também é ilustrada nas páginas desta edição, e é nossa matéria de capa em homenagem a este período natalino de renovação de esperanças e crenças em dias melhores. Em romaria de Aparecida do Norte até Assis, os integrantes da capela São Sebastião trouxeram para o bairro da Água do Campo Bonito, a imagem de Nossa Senhora abençoada em cerimônia realizada no santuário nacional, a Basílica de Aparecida. O clima festivo continua com as atrações culturais realizadas a partir de espetáculos teatrais e musicais em diferentes cidades neste segundo semestre. Entre eles está o show com Demônios da Garoa, em comemoração pelos seus 75 anos de atuação, e a apresentação do Grupo Esparrama, de São Paulo em várias escolas da nossa abrangência. Tudo isso às vésperas do início de comemorações oficiais da Coopermota pelas seis décadas de atuação não só no Vale Paranapanema como também em diversas outras regiões do estado de São Paulo e também no Paraná. 60 anos que serão comemorados durante todo o ano de 2019. Encerramos este ano com a nossa quinta edição. Passamos os meses de setembro e dezembro com uma revista que abrangeu todas as atividades desse período. Aproveite nosso conteúdo e se informe sobre as ações de agricultura da região. Boa leitura. Vanessa Zandonade Editora Expediente 4 o campo setembro | dezembro 2018

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olhar cooperativo sumário 06 Mais uma edição de sucesso e celebração Serão dois motivos para comemorar: mais uma edição da Coopershow e os 60 anos da Coopermota. Estamos às vésperas de realizar o evento mais importante de difusão de tecnologia do Vale Paranapanema. A Coopershow, neste ano, trará novamente inovações tecnológicas e novidades de programação. Será nos dias 23, 24 e 25 de janeiro. Se começamos a atuação da Coopermota por uma demanda que estava centrada nas dificuldades de um pequeno grupo de agricultores que tinham problemas na comercialização do café, hoje somos milhares de produtores que continuam unidos pelo ideal cooperativo de defesa conjunta de interesses comerciais e sociais que beneficiem este empreendimento que se chama Coopermota. Somos o resultado do trabalho de cada cooperado a ela vinculado e ao mesmo tempo a riqueza por eles conquistada. Para nós, é uma satisfação poder realizar este evento reunindo diferentes setores do agronegócio em um mesmo espaço, a exemplo do que presenciamos nas maiores regiões agrícolas do país. São ações de cultivo e manejo já testadas no campo experimental, prontas para serem adotadas pelos agricultores. Neste ano teremos exposições de grandes máquinas e implementos,diferentestecnologiasparaseremaplicadas no campo na busca por auxiliar o desenvolvimento das culturas e a ampliação da produtividade regional, além de uma série de prestações de serviços de interesse do agricultor, veículos e curiosidades. A preocupação de nossa equipe que trabalha na organização da Coopershow é que este evento se mantenha como a mais importante vitrine de tecnologia agrícola para a região. As pesquisas realizadas no setor também têm destaque especial na Coopershow, com a participação de integrantes de órgãos de representação nacional, como a Embrapa, bem como estaduais, como o IAC e outros. A nossa proposta é disponibilizar o máximo de informações aos agricultores para que eles tenham subsídios suficientes para o incremento às suas lavouras e empreendimentos agrícolas. Participe! Edson Valmir Fadel Presidente da Coopermota 13 15 18 23 26 29 34 37 39 43 Tempos de Natal: fé em romaria antecipa os festejos de dezembro Plantas daninhas: Perdas de produtividade é superior a média de 30% Plantas daninhas: Dessecação contribui para a produtividade Ferrugem chega mais cedo e preocupa pesquisadores Apta e Coopermota firmam parceria para plantio de mandioca Cooperatividade movimenta cooperados e promove saúde Cooperados participam de projeto para a decoração natalina da Coopermota Demônios da Garoa comemora 75 anos com show viabilizado pela Coopermota Espetáculo “Fim?” encenado em escolas sensibiliza crianças sobre cooperação Artigo: Elevação das temperaturas médias poderá aumentar a população de insetos Artigo: Protagonismo da mulher no agronegócio o campo 5setembro | dezembro 2018

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FÉ COMPARTILHADA 860 quilômetros sob mulas e burros Nesta época natalina, a romaria organizada por integrantes da capela do bairro Água do Campo Bonito se torna exemplo de fé; romeiros percorreram média de 40 quilômetros por dia Capa Os romeiros percorreram o trecho com um animal reserva. A maioria do percurso foi em estrada de terra. 6 o campo setembro | dezembro 2018 Por cerca de um ano inteiro a comunidade se preparou para a viagem. Depois de tudo pronto e os recursos captados por patrocinadores ou pela poupança constituída com depósito dos próprios romeiros, é chegada a hora da partida. Na caminhonete ficaram os materiais que serviriam como apoio àqueles que se dispuseram ao desafio. Já no reboque, as mulas e os burros estavam prontos para serem transportados até o destino final, na cidade de Aparecida. De lá, partiriam em retorno para Assis em uma romaria de 860 quilômetros. Tudo foi preparado para buscar a benção à imagem de 1,80 metros que foi produzida sob encomenda para ser instalada na capela São Sebastião, localizada na Água do Campo Bonito, em Assis. A iniciativa dos romeiros antecipou a celebração natalina comemorada agora neste final de ano. A peregrinação dos integrantes da capela do bairro Água do Campo Bonito foi um exemplo de fé e aproximou os romeiros em um clima de cumplicidade pelo desafio enfrentado em parceria. Na data programada os 12 romeiros, acompanhados pela equipe de apoio, estavam na cidade de Potim, localizada a 03km de Aparecida. Logo na manhã seguinte os animais já trotavam para a jornada que iniciaria a romaria. Depois da benção oficial foram 22 dias de peregrinação até Assis, passando por pelo menos uma cidade a cada dia. A média do trajeto percorrido pelos romeiros era de 40 quilômetros diários. Foram vários dias de contemplação da paisagem rural, já que o trajeto era, na sua maioria, realizado em estradas de terra e envolto às vegetações comuns aos Vales do Paraíba e Médio Paranapanema. O sol ainda nem havia expandido os seus raios sobre as barracas montadas pelos romeiros no barracão da igreja e os primeiros integrantes da viagem já começavam a preparar o café da tropa. Era a primeira atividade do dia, seguida da oração para pedir proteção durante a cavalgada. Momentos de fé e companheirismo que compunham a rotina dos peregrinos com os valores necessários para que a partida pudesse ser realizada da melhor forma. Por um lado os romeiros degustavam o café preparado por eles para enfrentar os desafios do dia, um pouco mais distante ficavam as 24 mulas e os

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Foram cerca de 860 quilômetros sob mulas e burros. dois burros que faziam o trajeto em marcha regular. Rústicos e fortes, são considerados os animais ideais para as longas distâncias. A alimentação tinha que ser reforçada para os romeiros, mas também para os animais que teriam mais um dia de longa cavalgada. Tudo pronto, segue mais um dia. Só que desta vez o tempo parece que não vai ajudar. Entre um dia e outro as intempéries são inevitáveis. Marinho lembra o dia em que a capa dos romeiros foi a única defesa encontrada por eles para enfrentar a chuva que não parava. “A gente tinha um cronograma de distâncias a percorrer. Não podíamos parar para esperar a chuva passar”, justifica Marinho. E assim seguiram com chuva no “lombo” o dia todo. Dificuldades que o propósito de fé dos romeiros os ajudava a superar. “Foi uma experiência ímpar. Acho que depois de tudo o que a gente viveu fica um legado tanto na parte religiosa, com também na parte pessoal”, avalia. Segundo ele, amizade importantes foram construídas. “Tinham pessoas ali naquela romaria que eu não conhecia e passei a admirar. Além disso, fiz esta viagem com o meu pai. Isso não tem preço. Quando você convive com pessoas que compactuam das mesmas ideias que você o resultado costuma ser bom”, enfatiza. Ele cita que fez sua primeira romaria quando já tinha 37 anos, há dois anos. “Herdei a paixão por cavalos do pai. Fui criado neste meio”, diz. Mesmo com chuva os romeiros seguiam o trajeto para cumprir a média diária de deslocamento. o campo 7setseemtebmrob|rode| zdeemzebmrob2ro0128018

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} Divisão de tarefas Marinho ficou responsável pela tesouraria da viagem e se preocupava em pagar pela alimentação, gastos com hospedarias e outros, tendo Araújo como guia e Agostinho Rocha como comissário da equipe. Ele tomava conta de tudo, contando também com o auxílio de seu vice, Henrique Vasques. Marinho conta que na primeira parte da viagem, as cidades por onde passavam os romeiros contavam com estruturas específicas para receber a todos, inclusive os cavalos. No entanto, depois da cidade de Bragança Paulista os pernoites passaram a ser realizados em barracas, barracões comunitários, salão, redes ou da forma como era possível. Esta mudança tornava a viagem ainda mais inusitada e criava mais proximidade entre os romeiros. Três dos romeiros também fazem parte da Associação dos Tropeiros (ATA) e já possuem experiência em cavalgadas. Araújo era um deles e conhecia muito bem o trajeto. Outros membros da capela também foram convidados e compuseram a equipe. Foi a primeira experiência como esta realizada sob o comando de membros da capela. A iniciativa, no entanto, não se restringiu aos jovens, mas também envolveu pessoas com idades mais avançadas. A faixa etária foi 19 a 71 anos. 8 o campo jsueltheom|bargoo|sdtoez2e0m18bro 2018 No trajeto de retorno, a imagem foi levada até a igreja da paróquia São Nicolau, também conhecida como Igreja Redonda, em Assis, para a celebração da missa de agradecimento.

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Mirante do Paranapanema PLANTAS DANINHAS Erros de manejo que levam a mais de 30% de perdas de produção O controle ineficiente das plantas daninhas ainda é fator que interfere na obtenção do teto produtivo das lavouras E rros que desconsideram os fatores climáticos e a manutenção inadequada de equipamentos para a aplicação de defensivos agrícolas, bem como as tomadas de decisões equivocadas sobre o “momento de entrada” na lavoura, entre outros fatores que levam a um controle ineficiente de plantas daninhas levam a perdas de produtividade em torno de 34%. É o que afirmam profissionais em diferentes instituições de pesquisa agrícola. Tal circunstância foi ratificada durante o XXXI Congresso Brasileiro da Ciência das Plantas Daninhas realizado recentemente no Rio de Janeiro. O autor da análise, professor Marco Antônio Gandolfo, da Universidade Estadual do Norte do Paraná, enfatizou durante palestra ministrada no evento, que o controle ineficiente acaba trazendo prejuízo à produção, o que estaria ligado a uma sequência de dificuldades enfrentadas pelo produtor rural. 12 o campo setembro | dezembro 2018

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Segundo ele, a primeira situação de complexidade está ligada à dificuldade de identificação e a localização correta da planta detectada nas lavouras e a percepção sobre o tempo ideal de controle. “Em geral, a aplicação é baseada em uma amostragem para a área toda. Essa não é a melhor forma de se obter a eficiência do controle. Desta forma, o agricultor faz uma aplicação que busca o controle da maioria das espécies, utilizando produtos que garantem o controle indicado para elas. Eventualmente algumas escapam, ou porque o produto não foi escolhido ou associado de forma correta ou porque a diferença de doses dentro desta área vai controlar determinado ponto e permitir a rebrota em outro. Quando é assim, há que se fazer o controle posterior, normalmente em pós-emergência, muitas vezes mais caro”, afirma. Ainda de acordo com Gandolfo, a segunda questão que temos envolvida nesta complexidade de novas tecnologias está no fato de que há uma série de informações que ainda não são precisas. Além disso, existem certas resistências ou dificuldades de aplicação prática por parte dos produtores. “Estas novas tecnologias requerem uma qualidade de aplicação muito maior, principalmente quanto à precisão no controle. Ainda se buscam informações consolidadas frente ao fato da necessidade da associação de uma série de herbicidas em uma mesma aplicação e a possibilidade da geração de problemas, principalmente de ordem operacional. Além disso, a limpeza inadequada das máquinas para as aplicações que ocorrerão na sequência, pode resultar na existência de resíduos nos equipamentos que podem afetar as espécies não resistentes a este produto, causando fitotoxidade, em alguns casos”, comenta. Outro problema estaria relacionado ao reconhecimento das plantas daninhas em extensões extremamente grandes, de acordo como perfil das propriedades cultivadas no Brasil atualmente. “Nestes espaços existem variedades de plantas em condições locais distintas, inclusive de espécies, de relevo, de qualidade de solo e de vegetação nativa, entre outros. Com isso, surge a dificuldade de se fazer aplicações diferenciadas, atendendo a demanda de controle das diferentes espécies que ocorrem de forma simultânea no espaço, principalmente no verão”, detalha. Neste quesito, o professor analisa que a mão de obra ainda é baixa na identificação das espécies no campo, tendo ainda a dificuldade de acesso a equipamentos que façam este levantamento automático, bem como o custo das tecnologias que ainda não são baratas. Plantas resistentes e ervas daninhas são fatores que interfererm diretamente na produtividade da lavoura o campo 13setseemtebmrob|rode|zdeemzebmrob2ro0128018

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} Aumento de custo de produção Se por um lado as plantas daninhas tiram do produtor a possibilidade de alcance do teto produtivo dos materiais cultivados, por outro, elas elevam o custo de produção e reduzem a rentabilidade no campo. Haveria então uma depreciação do negócio do produtor rural baseada em uma menor produtividade somada a um maior custo de produção. De acordo com dados disponibilizados pela Embrapa, o custo de produção chega a subir entre 42% e 222% por interferência de gastos justificados por controles tardios ou inadequados. A Embrapa analisou plantas daninhas resistentes ao glifosato, incluindo a buva, o azevém e o capim-amargoso. Os dados foram divulgados pelo pesquisador Fernando Adegas, da Embrapa Soja/Londrina, em outubro do ano passado, por meio da Circular Técnica nº 132, disponível em no endereço eletrônico: https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/ item/162704/1/ CT132-OL.pdf. Segundo ele, os valores estimados do custo de produção de uma lavoura de soja sobem entre 42% e 48% em áreas que contenham a buva e o azevém, diante dos produtos que precisam ser associados para o controle de tais plantas. Já nos casos de controle do capim-amargoso, o custo sobe em torno de 165% e esse mesmo manejo chega a 222% nos casos de lavouras que contenham buva e capim-amargoso associados. Diante desta situação, Adega sugere a adoção de métodos preventivos como a “aquisição de sementes livres de infestantes, a limpeza de máquinas e equipamentos, especialmente as colheitadeiras, e a manutenção de beiras de estrada, carreadores e terraços livres de infestantes. No que diz respeito ao controle mecânico, a indicação é pelas capinas e roçadas. No caso de controle químico, Adegas lembra que a principal ação é a utilização de herbicidas de diferentes mecanismos de ação, em diferentes sistemas de controle. Entre os métodos culturais incluem-se a diminuição dos períodos de pousio, o investimento em produção de palhada para cobertura do solo e a utilização de cultivares adaptadas em espaçamento entre linhas, além da rotação de culturas”, relata em publicação divulgada pela Embrapa. Buva e capim-amargoso são bastante comuns na região 14 o campo setembro | dezembro 2018

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PLANTAS DANINHAS Plantar “no limpo” para obter qualidade, sustentabilidade e produtividade O ideal é que se realize a dessecação no período de 20 a 30 dias antes do plantio, considerando o percentual de umidade relativa em torno de 70%, para ampliar a eficiência do herbicida Asafra de soja já está em ritmo avançado de desenvolvimento e a preparação do agricultor já começa a ser intensificada para a próxima safra. Contudo, os efeitos de uma dessecação mal feita lá no período do plantio pode trazer consequências para a produtividade que será avaliada definitivamente somente ao final da safra. A colheita deixa palhadas sobre o solo na transição entre uma safra e outra. A chuva que costuma ocorrer na virada das estações auxilia no desenvolvimento da rebrota de algumas plantas daninhas que por ventura se instauram nas culturas anteriores. Neste sentido, o cuidado no pré-plantio se faz tão necessário quanto o manejo a ser realizado nos períodos seguintes. É o que afirma o agrônomo da Coopermota, Unidade de Palmital, Ricardo Orlandi. Ele destaca que a dessecação das plantas daninhas é uma iniciativa importante para o que os produtores chamam de “plantar no limpo” e reduzir a necessidade de aplicações de defensivos na pós-emergência da soja. “O ideal é que se realize a dessecação no período de 20 a 30 dias antes do plantio, considerando o percentual de umidade relativa em torno de 70%, para ampliar a eficiência do herbicida”, diz. No entanto, Orlandi enfatiza que antes de se realizar a dessecação propriamente dita é necessário que se reconheça a planta invasora para que o produto a ser utilizado exerça os efeitos esperados no controle químico, com a utilização da dose adequada para cada planta. As plantas invasoras mais comuns na região são a braquiária, a corda de o camposetembro | dezembro 2018 15

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