Embed or link this publication

Popular Pages


p. 1

Ano IV | Novembro 2018 | Nº 54 Ano Nacional do Laicato NOVEMBRO - Todos os Santos Programa Voz da Paróquia FM 87,9 de segunda a sexta feira das 17:30 as 18:00 hs

[close]

p. 2

E ditorial Novembro “Essa é a vontade de Deus, a vossa santificação” (1 Tss 4,3) Todos os anos no dia 02 de novembro, a Igreja faz memó ria do dia de Finados. Rezamos pelos nossos entes queridos que já estã o partilhando a Pá scoa definitiva juntos de Deus. Portanto, o dia de finados é a oportunidade para renovarmos a nossa fé na Ressurreiçã o e acreditarmos na vida eterna. Recordamos que a Liturgia de Finados pode nos ajudar; todos que dela participam, a interceder ativa e conscientemente pelos que que já partiram. No dia 04 festejamos como Igreja, dia de Todos os Santos. Todos os batizados sã o chamados à santidade. Portanto, a santidade é para todos os que procuram conhecer, amar e testemunhar a pessoa de Jesus Cristo. Neste mês, somos convocados a refazer, onde se faz necessá rio, o caminho da santidade, que vem da escuta da Palavra do Senhor. A Congregaçã o do Santıś simo Redentor, mais conhecida como Missioná rios Redentoristas, celebra com alegria no dia 09 de novembro, a data de fundaçã o que foi no ano de 1732, na cidade de Ná poles, Itá lia. Nó s, Missioná rios Redentoristas temos como lema: “Nele a Copiosa Redençã o”. Isto é, em Jesus Cristo encontramos a Redençã o abundante. Recordamos que, no dia 15 de novembro, o Estado do Paraná comemora o dia de sua Padroeira, Nossa Senhora do Rocio. Com o tema: “COM A MAE DO ROCIO SEJAMOS SAL DA TERRA E LUZ DO MUNDO”. No ú ltimo domingo de novembro, dia 25, a Igreja celebra a Solenidade de Jesus Cristo, Rei do Universo. Ele é o Rei dos coraçõ es humanos, que O acolhem e Dele se tornam discı́pulos. Neste dia lembramos o dia dos Leigos e Leigas como Sal da Terra e Luz do mundo. E neste dia, a igreja no Brasil encerra o Ano do Laicato. Mas continuamos a nossa missã o de Leigos e Leigas na Igreja e na sociedade. Pe. Pedro Hélio de Oliveira, C.Ss.R Missionário Redentorista Índice 03 Mês de Novembro 03 Aconteceu... 04 Solenidade de Todos os Santos 04 Finados 05 Pascom - Pastoral da Comunicação 05 Aconteceu... 06 Pastoral da Pessoa Idosa 07 São Roque Gonzáles e Companheiros Mártires 07 Dia de finados e purgatório 08 Pastoral do Dízimo 08 Homenagem a Vera Regina Lobo Leomil 09 Dia Nacional da Consciência Negra 11 Santa Cecília - Padroeira dos Músicos 12 Novembro Azul 13 Dia de Ação de Graças 13 Falar com Deus 14 Cristo Rei 15 Pastoral Social 16 Benefício assistencial 16 Início do Advento - Dia 30 de novembro 17 Quedas em Idosos 18 Outubro Rosa 19 Santo André 20 Pastoral da Criança 20 Aconteceu... 21 Página Infantil 21 Fundação da Congregação do Santíssimo Redentor 22 Festa do Dia das Crianças na Igreja Matriz Ano IV - Nº 55 - Novembro 2018 02 Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Novembro 2018 | Nº 54

[close]

p. 3

Aconteceu... Mês de Novembro Nesse mês a liturgia da Igreja inicia suas celebraçõ es com a festa de todos os santos. Esses se santificaram seguindo a Jesus Cristo, o Senhor e Rei do Universo e da Histó ria, dentro das suas condiçõ es humanas de sobrevivência. Cada santo, homem ou mulher, criança ou adulto, pobre ou rico, negro, branco ou de qualquer raça e etnia, se destacaram para a Igreja e para a sociedade através de um assumir sua condiçã o humana, em meio a dificuldades e limitaçõ es que encontraram na sua coragem e determinaçã o uma realidade concreta de superaçã o e vitó ria sobre o pecado. Trata-se de uma determinaçã o que favorece a pessoa humana de saltar do abstrato para o concreto, tornando Jesus Cristo seu caminho, verdade e vida, como o pró prio mestre se declarou para a humanidade no intuito de ser a direçã o a ser seguida para a salvaçã o em todos os lugares, culturas e tempos, e é por isso que podemos entender que nos santificamos em Cristo, quando nos conformamos a Ele, e como tal assumimos nossa Cruz e o seguimos. A todos um santo e abençoado mês de Novembro! Colaboração - Silvana Baitala Aconteceu na Pastoral Social, na comunidade Santo Antonio, a entrega das cestas bá sicas à s famı́lias cadastradas,e a festa para as crianças pela passagem do Dia das Crianças 03Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Novembro 2018 | Nº 54

[close]

p. 4

Solenidade de Todos os Santos Dia 1º de Novembro Por muito tempo acreditou-se, dentro e fora da Igreja, que o caminho da santidade era somente para algumas almas escolhidas. O Concıĺ io Vaticano II, poré m, refutou essa linha de pensamento, declarando a "vocaçã o universal à santidade". Com essa expressã o, os padres conciliares quiseram lembrar que todos sã o chamados à perfeiçã o cristã , como pedira Nosso Senhor Jesus Cristo: "sede perfeitos, assim como vosso Pai celeste é perfeito" (Cf. Mt 5, 48). Na Solenidade de Todos os Santos, a Igreja celebra a memó ria daqueles que, voltados inteiramente para o Senhor, deixaram famıĺ ia, bens e pertences para unir-se intimamente com o Pai Celeste. E uma forma de recordar na memó ria do fiel que, sim, a santidade é possı-́ vel e permanece sempre nova, sempre atual. Operando na caridade e na graça de Deus, cada cristã o pode fazer de sua vida uma auto-estrada para o cé u. O Dia de Todos os Santos é celebrado anualmente em 1 de novembro. IliaraKlosterBassil (www.padrepauloricardo.org) Finados Qual o significado do dia de finados na tradição cristã? Dia 2 de novembro, dia dos fiéis defuntos. Para a Igreja cató lica nã o se trata de um feriado qualquer, mas de uma oportunidade de rezarmos pelos entes queridos que buscam a plenitude da vida diante da face de Deus. Desde os primeiros séculos, os cristã os já visitavam os tú mulos dos má rtires para rezar por eles e por todos aqueles que um dia fizeram parte da comunidade primitiva. No sé culo XIII, o dia dos fié is defuntos passou a ser celebrado em 2 de novembro, já que no dia 1 de novembro era comemorada a solenidade de todos os santos. A Igreja sempre celebra aquilo que prové m de uma tradiçã o, daquilo que é fruto de uma experiência de fé no seio da comunidade cristã . O professor de teologia da vida consagrada no Instituto Regional para a Formaçã o Presbiteral do Regional Norte 2, Frei Ribamar Gomes de Souza, explicou que Santo Isidó rio de Servilha chegou a apontar que o fato de oferecer sufrá gios e oraçõ es pelos mortos é um costume tã o antigo na Igreja que pode ter sido ensinado pelos apó stolos. O Frei salienta ainda qual o significado do dia de finados, que para o Catolicismo é uma data tã o importante. “A comemoraçã o de todos os fiéis falecidos evidencia a ú nica Igreja de Cristo como: peregrina, purgativa e triunfante que celebra o misté rio pascal”, disse. O Frei també m explica a esperança que deve brotar no coraçã o dos cristã os, os quais sã o convidados a nã o parar na morte, mas enxerga-la na perspectiva da ressurreiçã o de Cristo. “As vezes olhamos a nossa vida numa perspectiva de uma tumba que será fechada com a terra e com uma pedra em cima, mas para nó s cristã os, Cristo está diante dessa pedra ele que é a Ressurreiçã o e a vida. Ele olha através da pedra e ver a cada um de nó s”, salientou. Site - Cancaonova 0148 Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Novembro 2018 | Nº 54

[close]

p. 5

Pascom - Pastoral da Comunicação Vá rios foram os motivos para isso acontecer, pois a insatisfaçã o era muito grande por parte dos militares, civis republicanos, elite agrá ria e abolicionistas. Exigiam mudança de governo, buscando melhores condiçõ es, participaçã o polı́tica, liberdade de direitos alé m de alguns atos praticados pelo reinado. Um deles, foi a crise econô mica provocada pelas despesas com a Guerra do Paraguai (1864 a 1870). Além disso, os aumentos dos impostos e taxas, a corrupçã o na corte, a censura e o cará ter centralizador da monarquia. Outro fator, foi a relaçã o Estado-Igreja, que levou à disseminaçã o de diversas revoltas pelo paı́s. Um exemplo foi a Guerra dos Farrapos (1835-1845) que ocorreu no sul do paıś , desencadeada pelos fazendeiros que estavam insatisfeitos com o aumento dos impostos territoriais e das taxas sobre a exportaçã o dos produtos. No oeste paulista, os cafeicultores, exigiam mais autonomia, democracia e participaçã o polıt́ ica. Com a aboliçã o da escravatura, em 1888, outros fazendeiros e proprietá rios de escravos també m se voltam contra D. Pedro II, uma vez que isso acarretou a diminuiçã o das produçõ es, provocando fortes crises na economia rural. Proclamação da República No dia 15 de novembro de 1889, o Marechal Deodoro da Fonseca, principal chefe do Exé rcito Brasileiro, com o apoio dos republicanos e militares (com destaque para Benjamin Constant), preparam um levante militar. Reuniram-se no Campo de Santana, no centro do Rio de Janeiro, que era a capital do Impé rio, e obtiveram sucesso no golpe de Estado. Deodoro assina o documento que legitimaria o inıć io da Repú blica no Brasil, encaminhando-o para a corte, que exigia, entre outras coisas, a abdicaçã o de D. Pedro II, por meio da saıd́ a do Imperador e da Famıĺ ia Real do paıś , o que ocorreu três dias depois. Ido Hepp Aconteceu... Encontro TLC na Catedral de Paranaguá , com a participaçã o de todas as Paró quias. O encontro foi de 18 a 20 de outubro com o padre Emerson. Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Novembro 2018 | Nº 54 05

[close]

p. 6

Pastoral da Pessoa Idosa A alimentação dos Idosos Pastoral da PessoaIdosa CNBB “Dai ao nosso coração sabedoria” (SL 90) Somos acostumados a fazer de 3 a 4 refeiçõ es diá rias, fora as beliscadas para distrairmos o vazio do estomago, o que à s vezes nos deixa sem apetite. Na maioria das vezes consideramos nosso corpo apenas uma má quina e nã o é bem assim. Ele é um organismo vivo que trabalha e também pede descanso. Precisa de pausas para se recarregar senã o ocorre um desgaste constante, sem reposiçã o, resultando em diversos males inclusive no envelhecimento precoce. Envelhecer é inevitá vel, mas pode ser adiado, ou melhor, mais sadio e feliz. O Guia do Lıd́ er da PPI, nos dá orientaçõ es para uma alimentaçã o saudável para pessoas idosas . Essas orientaçõ es estã o divididas em 10 passos: 1 passo: Faça 3 refeiçõ es ao dia (café da manhã , almoço, janta). 2 passo: Dê preferência aos grã os integrais e aos alimentos na forma mais natural possıv́ el. 3 passo: Inclua frutas, legumes, e verduras nas refeiçõ es ao longo do dia. 4 passo: coma feijã o com arroz no almoço e jantar. 5 passo: Lembre se de incluir carnes, aves ,peixes, ovos, leite e derivados nas refeiçõ es. 6 passo: Use pouca quantidade de ó leo, gorduras, açú car e sal no preparo dos alimentos. 7 passo: Beba á gua mesmo sem sentir sede, de preferência nos intervalos das refeiçõ es. 8 passo: Evite bebidas açucaradas, bolos e biscoitos recheados como regras da alimentaçã o. 9 passo: Fique atento à lista de ingredientes contidas nos ró tulos dos alimentos processados e ultraprocessados. 10 passo: Nunca coma sozinho. Marcos Mello Silva Líder da PPI na Comunidade N.Sra. Aparecida - Caieiras Fonte consultada: Guia do Líder PPI Considerações pessoais Programa Voz da Paróquia Radio Alternativa FM 87,9 Segunda a sexta das 17:30 as 18:00hs Missas das 10:00hs de domingo da Igreja Matriz transmitida pela Radio Alternativa FM 87,9 e também pelo site da paróquia. 06 Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Novembro 2018 | Nº 54

[close]

p. 7

São Roque Gonzáles e Companheiros Mártires Eram sacerdotes da Ordem dos Jesuıt́ as e missioná rios junto aos ı́ndios Guaranis, na regiã o do Rio Grande do Sul. Roque Gonzá les, era filho de uma famıĺ ia nobre de Assunçã o, no Paraguai, ali estudou e foi ordenado sacerdote em 1599; Afonso Rodrigues nasceu em Zamora, Espanha, estudou em Salamanca, onde ingressou na Companhia de Jesus(Jesuı-́ tas); Joã o de Castilho també m Espanhol. Roque Gonzá les, tinha uma grande admiraçã o pelas Missõ es Indıǵ enas, e pelo trabalho de Francisco Luis de Bolonos , religioso que fundou as primeiras Reduçõ es no Paraguai. Em, 1609 ingressou na Companhia de Jesus. Em 1610, participou da fundaçã o da Reduçã o denominada como. “Nuestra Senora Maria de los Reyes” que agrupava nativos da Etnia Guaicurus. Dois apó s o inıć io dos trabalhos, os dois Jesuı́tas Roque e Afonso foram deslocados para Reduçõ es que agrupavam ıń dios Guaranis, ai o resultado melhorou, sendo que Roque Gonzá les, foi encaminhado para a Reduçã o de San Igná cio Guazú . A tribo dos ıń dios Guaicurus, era uma etnia particularmente resistente à Dia 19 de Novembro evangelizaçã o, circunstancia que levou os Jesuıt́ as abandonar definitivamente aquela reduçã o. Em Março de 1615, fundou a Reduçã o de “Nuestra Senõ ra de La Encarnacion de Itapú a”; para agrupar nativos da Etnia Guaranis na margem esquerda do Rio Paraná , onde atualmente está localizada a cidade de Posadas na Argentina. Mais tarde, Roque Gonzá les e seus companheiros fundaram numerosas comunidades Cristã s, chamadas de “Missõ es ou Reduçõ es, entre elas a Aldeia de Sã o Nicolau, e Todos os Santos do Caaró . Roque Gonzá les e seus companheiros foram assassinados pelos ıń dios Guaicurus motivado pelo Pajé Cacique Nheçu, seu coraçã o foi arrancado do seu peito e transpassado por uma flecha. Em 16 de Maio de 1988,O Papa Joã o Paulo II, Canonizou os trê s Jesuı́tas declarando Santos Má rtires. Sã o Roque Gonzá les e seus companheiros, Rogai por nos!!! Pe. Roque CSsR. - Missionário Redentorista. Fonte: Canção Nova Dia de finados e purgatório O purgató rio que faz parte da doutrina escatoló gica da Igreja é a condiçã o de purificaçã o que as almas devem passar para apresentarem-se sem mancha diante de Deus. Ao contrá rio do que se pensa, nã o trata-se de um castigo, mas de uma intervençã o da misericó rdia de Deus. A doutrina do Purgató rio veio definida no segundo Concıĺ io de Lion em 1274. Frei Ribamar Gomes explica que este dia serve para rezarmos preferencialmente pelas almas dos purgató rio, as quais precisam de purificaçã o para adentrarem no Paraıś o. “O purgató rio nos transforma na figura sem mancha, ou seja, no verdadeiro recipiente da eterna alegria. No purgató rio a alegria do encontro com Deus que acontecerá , supera a dor e o sofrimento. Só nã o acredita no purgató rio quem duvida da misericó rdia de Deus. o verdadeiro significado do dia de finados só pode ser encontrado no amor de Deus”. Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Novembro 2018 | Nº 54 07

[close]

p. 8

Pastoral do Dízimo De comunidade em comunidade Desde setembro a Pastoral do Dıź imo está indo de comunidade em comunidade para evangelizar sobre o sentido do dıź imo. O sentido da partilha que leva cada cristã o a ser um verdadeiro discı́pulo missioná rio sendo “sal da terra e luz do mundo”, como pede Papa Francisco. Desde que recomeçamos essa caminhada vimos que o principal desafio é fazer com que a Pastoral do Dıź imo nã o seja apenas mais uma equipe arrecadadora e sim uma pastoral dinâ mica inserida na Pastoral de Conjunto, ou seja, em sintonia com os anseios da igreja em seu compromisso com o outro, levando-o a refletir da sua responsabilidade com a igreja e com a comunidade. Celebraçã o da partilha na comunidade Santo Antonio em Coroados. Celebraçã o na Matriz N. Sra. Bom Sucesso. Celebraçã o da partilha na comunidade Santo Antonio em Coroados. Homenagem a Vera Regina Lobo Leomil Título de Cidadã Honorária à Vera Regina Lobo Leomil Conhecida como Professora Vera Leomil, ela tem uma trajetó ria de sucesso na Educaçã o. Trabalhou pro Governo do Estado e extrema preocupaçã o com a qualidade de vida de crianças e jovens voltados à religiã o e educaçã o! Merecidamente, a professora Vera irá rece- por ela inú meras crianças e adolescentes ber o Tıt́ ulo de Cidadã Honorá ria de Guaratuba, no receberam atençã o, dedicaçã o e amor! dia 23 de Novembro na Câ mara Municipal deste Vera é natural de Apucarana mas tem municı́pio! A Sessã o Ordiná ria terá inı́cio à s sua histó ria e dedica-se até os dias de 20:00h e certamente sua famıĺ ia, netos, amigos, hoje aos adolescentes em Guaratuba. alunos, colegas estarã o participando com ela este Seja pela educaçã o em sala de aula ou importante Tıt́ ulo que referencia à Vera aos seus com as crianças da catequese ou ado- 70 anos de idade, inclusive comemorados tam- lescentes da Crisma, ou ainda com o bém neste dia, como exemplo de ética na educa- Grupo de mulheres que traba- çã o! lham com Assistê ncia Social, Vera sempre se destaca por sua Parabé ns Vera! 08 Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Novembro 2018 | Nº 54

[close]

p. 9

Dia Nacional da Consciência Negra Esta data foi estabelecida pelo projeto lei nú mero 10.639, no dia 9 de janeiro de 2003. Foi escolhida a data de 20 de novembro, pois foi neste dia, no ano de 1695, que morreu Zumbi, lıd́ er do Quilombo dos Palmares. A homenagem a Zumbi foi mais do que justa, pois este personagem histó rico representou a luta do negro contra a escravidã o, no perıó do do Brasil Colonial. Ele morreu em combate, defendendo seu povo e sua comunidade. Os quilombos representavam uma resistência ao sistema escravista e também uma forma coletiva de manutençã o da cultura africana aqui no Brasil. Zumbi lutou até a morte por esta cultura e pela liberdade do seu povo. Importância da Data: A criaçã o desta data foi importante, pois serve como um momento de conscientizaçã o e reflexã o sobre a importâ ncia da cultura e do povo africano na formaçã o da cultura nacional. Os negros africanos colaboraram muito, durante nossa histó ria, nos aspectos polı́ticos, sociais, gastronô micos e religiosos de nosso paıś . E um dia que devemos comemorar nas escolas, nos espaços culturais e em outros locais, valorizando a cultura afro-brasileira. A aboliçã o da escravatura, de forma oficial, só veio em 1888. Porém, os negros sempre resistiram e lutaram contra a opressã o e as injustiças advindas da escravidã o. Dia 30 de Novembro Vale dizer també m que sempre ocorreu uma valorizaçã o dos personagens histó ricos de cor branca. Como se a histó ria do Brasil tivesse sido construıd́ a somente pelos europeus e seus descendentes. Imperadores, navegadores, bandeirantes, lıd́ eres militares entre outros foram sempre considerados heró is nacionais. Agora temos a valorizaçã o de um lıd́ er negro em nossa histó ria e, esperamos que em breve outros personagens histó ricos de origem africana sejam valorizados por nosso povo e por nossa histó ria. Passos importantes estã o sendo tomados neste sentido, pois nas escolas brasileiras, já é obrigató ria a inclusã o de disciplinas e conteú dos que visam estudar a histó ria da Africa e a cultura afrobrasileira. Colaboração: ministro Enéas Marcondes Fonte: Site Engemed Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Novembro 2018 | Nº 48 09

[close]

p. 10

Missas com Bênção do Santíssimo 1ª Quarta-feira do Mês: Nossa Senhora do Perpé tuo Socorro 1ª Quinta-feira do Mês: Bênçã o da Saú de - Traga remé dios, receitas, roupas (Matriz) 2ª Quinta-feira do Mês: Bênçã o das Chaves da Casa, dos Carros, das Motos, da Bicicletas (Matriz) 3ª Quinta-feira do Mês: Bênçã o dos Alimentos - Traga alimentos para serem abençoados, e um quilo de alimento para partilhar com os pobres (Matriz) 4ª Quinta-feira do Mês: Bênçã o dos Trabalhadores e dos Desempregados (Matriz) 5ª Quinta-feira do Mês: Bênçã o dos Artigos Religiosos, Aguas (Matriz) HORÁRIO DAS MISSAS/NOVENAS HORÁRIO DE MISSAS Matriz N. Sra. Bom Sucesso/Centro 19h30 - Quarta, Quinta e Sexta 10h00 e 19h30 - Domingo N. Sra. Perpétuo Socorro/Brejatuba 19h30 - Quarta 08h00 - Domingo N. Sra. Navegantes/ Barra do Saí 18h00 - Quarta (Novena) 19h30 - Sábado N. Sra. Aparecida/Caieiras 19h30 - Quarta (Novena) 19h30 - Sábado Santo Antônio/Coroados 19h30 Quarta 08h00 - Domingo São Luis Gonzaga/Nereidas 19H30 - Quarta (Novena) 10h00 - Domingo N. Sra. Aparecida/Banaze 08h30 - 2° e 4° Domingo São Joaquim/Cubatão 10h00 - 2° e 4° Domingo N. Sra. Fátima/Riozinho 09h00 - 1° e 3° Domingo BATIZADOS NAS COMUNIDADES N. Sra. Navegantes 1° Sábado às 19h30 Santo Antônio 1° Domingo às 08h00 São Luis Gonzaga 2° Domingo às 10h00 N. Sra. Perpétuo Socorro 3° Dom. às 08h00 N. Sra. Aparecida 3° Sábado às 19h30 N. Sra. Bom Sucesso 4° Domingo às 10h00 HORÁRIOS DE ATENDIMENTOS E ASSESSORIAS DAS COMUNIDADES E PASTORAIS DOS MISSIONÁRIOS REDENTORISTAS EM GUARATUBA COMUNIDADE PASTORAIS, GRUPOS DIAS DE PLANTÃO Pe. Roque Sutil Gabriel, C.Ss.R. - Matriz N. Sra. Bom Sucesso (Centro) - Santo Antonio (Coroados) - São Joaquim (Cubatão) - Catequese; Liturgia e - quarta e sábado Canto; - Juventude; Coroinhas - P. Humanizante Pe. Pedro Hélio de Oliveira C.Ss.R - N. Sra. Aparecida (Caieiras) - N. Sra. navegantes (Barra do Saí) - P.P.I.; Criança; Dízimo; R.C.C.; - Leigos - segunda e sexta Pe. Donald R. Roth C.Ss.R. - N. Sra. Perpétuo Socorro (Brejatuba) - São Luiz Gonzaga (Nereidas) - N. Sra. Aparecida (banaze) - Ministros; Batismo; Familiar - Social - terça e quinta Comunhão, Participação e Missão São Luís de Franca Padroeiro de Guaratuba Obs.: Última segunda-feira do mês, não há atendimento, encontro dos padres. 10 Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Novembro 2018 | Nº 54

[close]

p. 11

Datas e Eventos Paroquiais de Novembro HORA SANTA COM JESUS Local: Matriz Nossa Sra. do Bom Sucesso Data: 02/11 Horário: 18:30h. Toda primeira sexta feira de cada mê s. Participe conosco! SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS HORA SANTA Local: Comunidade Perpétuo Socorro Brejatuba Data: 02/11 Toda primeira sexta feira do mê s As 15h junto com o Terço da Misericó rdia. INFORMAÇÕES NA SECRETARIA PAROQUIAL Visite o site da Paróquia ww.paroquiaguaratuba.com.br Santa Cecília - Padroeira dos Músicos Dia 3 de dezembro celebramos a santidade da virgem que foi um exemplo de mulher cristã . Santa Cecıĺ ia é uma das má rtires mais veneradas durante a Idade Mé dia, tanto que uma bası-́ lica foi construıd́ a em sua honra no século V. Cecı-́ lia doou uma casa e um terreno aos cristã os dos primeiros séculos. A casa foi transformada em uma igreja, que passou a se chamar Santa Cecı́lia, no Trasté vere. O terreno tornou-se cemité rio de Sã o Calisto, onde foi enterrada a doadora, perto da cripta fú nebre dos Papas. No sé culo VI, quando os peregrinos começaram a perguntar quem era essa Cecıĺ ia cujo tú mulo e inscriçã o se encontravam em tã o honrosa companhia, foi entã o publicada a sua biografia, que deu origem à Cecıĺ ia lendá ria considerada uma das mais má rtires mais ilustres. Segundo sua biografia, foi uma cristã da mais alta nobreza romana que, segundo o costume, foi prometida pelos pais em casamento a um nobre chamado Valeriano. No dia das nú pcias, a jovem noiva, partilhou com o marido o fato de ter consagrado sua virgindade a Cristo e que um anjo guardava sua decisã o. Valeriano, que era pagã o, a respeitou, mas disse que somente acreditaria se contemplasse o anjo. Desse desafio ela conseguiu a conversã o do esposo que foi apresentado ao Papa Urbano, sendo entã o preparado e batizado, juntamente com um irmã o de sangue de nome Tibú rcio. Depois de batizado, o jovem, agora cristã o, contemplou o anjo, que possuıá duas coroas (sıḿ bolo do martıŕ io) nas mã os. Esse ser celeste colocou uma coroa sobre a cabeça de Cecıĺ ia e outra sobre a de Valeriano, o que significava um sinal, pois primeiro morreu Valeriano e seu irmã o por causa da fé abraçada e logo depois Santa Cecıĺ ia sofreu o martıŕ io, apó s ter sido presa ao sepultar Valeriano e Tibú rcio na sua vila da Via Apia. Colocada diante da alternativa de fazer sacrifıć ios aos deuses ou morrer, escolheu a morte. Ao prefeito Almá quio, que tinha sobre ela direito de vida ou de morte, ela respondeu: “E falso, porque podes dar-me a morte, mas nã o me podes dar a vida”. Almá quio condenou-a a morrer asfixiada; como ela sobreviveu a esse suplı́cio, mandou que a decapitassem. Nas Atas de Santa Cecıĺ ia lê-se esta frase: Cecıĺ ia cantava no seu coraçã o um hino de amor a Jesus, seu verdadeiro Esposo. Essas palavras, lidas um tanto por alto, fizeram acreditar no talento musical de Santa Cecıĺ ia e valeramlhe o ser padroeira dos mú sicos. Hoje essa grande má rtir e padroeira dos mú sicos canta louvores ao Senhor no céu. Santa Cecıĺ ia, rogai por nó s! (Fonte: Site do Cléofas) Colaboração: Irmã Ivanil Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Novembro 2018 | Nº 54 11

[close]

p. 12

Novembro Azul Novembro Azul ao Diabetes ou do Câncer de Próstata? De um lado o segundo câncer que mais mata homens no Brasil e de outro uma doença crô nica que já atinge mais de 400 milhõ es de pessoas no mundo, causando mais de 5 milhõ es de mortes por ano. Sem dú vidas precisamos falar sobre as duas. De acordo com dados do Ministério da Saú de, o câ ncer de pró stata é responsá vel por 28,6% dos casos de morte em homens que desenvolvem algum tipo de neoplasia. Ele é mais prevalente em obesos e em homens com histó rico familiar deste tipo de câ ncer. Para prevenir é importante adotar prá ticas saudáveis: ter uma alimentaçã o saudável, manter o peso corporal adequado, praticar atividade fıś ica regular, nã o fumar e nã o consumir bebidas alcoó licas. Na fase inicial, o câ ncer de pró stata pode nã o apresentar sintomas, mas, quando apresenta, os mais comuns sã o: dificuldade de urinar, demora em começar e terminar de urinar, sangue na urina, diminuiçã o do jato de urina, necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou a noite. Estes sintomas também ocorrem em doenças benignas da pró stata como a prostatite e a hiperplasia benigna da pró stata. Os exames para diagnó stico sã o: o toque retal e o PSA (Antıǵ eno Prostá tico Especıf́ ico que é um exame de sangue). O Ministério da Saú de e a Organizaçã o Mundial de Saú de nã o recomendam que se realize o rastreamento populacional de câ ncer de pró stata. Alguns especialistas sã o contra e outros a favor de fazer exames de rotina em homens sem sintomas pois podem trazer tanto riscos quanto benefıć ios para a saú de. E o Diabetes? Desde 1991 a Federaçã o Internacional do Diabetes e a Organizaçã o Mundial da Saú de definiram o dia 14 de novembro como dia Mundial do Diabetes em resposta as crescentes preocupaçõ es quanto ao aumento da incidência desta doença no Mundo. Existem trê s tipos de Dia- betes: tipo I (doença autoimune em que o organismo deixa de produzir insulina), tipo II (é o mais frequente e ocorre quando o organismo nã o produz insulina suficiente ou nã o consegue utilizar adequadamente a insulina que produz) e o diabetes gestacional (condiçã o temporá ria que ocorre na gestaçã o resultante de um desequilı́brio hormonal). Os fatores de risco sã o: histó rico familiar, sedentarismo, excesso de peso e maus há bitos alimentares. Este ano o tema da Campanha da Sociedade Brasileira de Diabetes é “O Diabetes diz respeito a toda a famıĺ ia”. O diabetes é uma doença crô nica que nã o tem cura e seu tratamento exige alguns cuidados que sã o para o resto da vida, tanto para o paciente, quanto para a famıĺ ia. O tratamento envolve: tomar medicamentos correta- mente, exercitar-se regularmente e ajustar os há bitos alimentares. Fique atento aos sintomas mais comuns do Diabetes: urinar excessivamente, muita sede, aumento do apetite, perda de peso, cansaço, vista embaçada e infecçõ es. A coordenadora da Atençã o Bá sica, Enfermeira Roselini Cardoso Reis, orienta a populaçã o para procurar as Unidades de Saú de. “Os médicos, enfermeiros, técnicos estã o preparados para atendê-los e orientá -los. Prevenir e tratar as doenças requer comprometimento de ambos os lados: a equipe de saú de deve diagnosticar, propor o tratamento e orientar e o paciente precisa efetivamente fazer o que lhe cabe: tomar a medicaçã o corretamente, alimentar-se de maneira saudá vel, parar de fumar e de beber e praticar exercıć ios regularmente. A saú de esta em suas mã os” Secretá ria Municipal da Saú de de Guaratuba 12 Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Novembro 2018 | Nº 54

[close]

p. 13

Dia de Ação de Graças Obrigado Senhor, pelo sê men que me gerou Pelo gene que me formou Pelo genoma que eu sou. Obrigado Senhor, pelo lugar onde eu nasci Pelos caminhos que percorri Pelos recantos onde vivi Pela minha infâ ncia na Vila Guarani. Obrigado Senhor, pelas mudanças que o Senhor me ofertou Pelas andanças onde o Senhor sempre me acompanhou Pela bonança que resultou Em uma prole com os filhos e netos Que uma maravilhosa famıĺ ia formou. Obrigado Senhor, pela epopé ia, em busca da estrela Para transformá -la em sol e fazê-la Grandiosa, pró spera, com muita beleza Com trabalho á rduo em caminhos de muita dureza Todos os dias na labuta de muita aspereza Mas, com o amor sempre à mesa. Obrigado Senhor, pela minha vida profissional Pelas escolas, alunos, amigos, pelo arsenal Que carreguei nos 25 anos de atividade magisterial. Dia 22 de Novembro Obrigado Senhor, pelos amores e desamores que tive Pelas afeiçõ es, carinho, apreço, deslize Pelas alegrias, saudades, recordaçõ es de todas as matizes. Por querer meus entes queridos sempre bem felizes. Obrigado Senhor, pelas vezes que me carregou Eu sei, Senhor, nã o foram poucas, contudo, Eis-me aqui alegre, ao seu dispor Com muito amor eu Vos adoro, Vos louvo. Vos saú do Obrigado meu Deus, meu Senhor, meu tudo. Margarida Miranda Corrêa Falar com Quando estiver triste... Jo 14, 1 E se falarem de você ... SI 27, 12 Deus Se estiver preocupado... Mt 6, 34 Estas em perigo... SI 91 Deus te parecer distante... SI 63, 3-4 Sua fé precisa ser ativada... Hb 11 Está solitá rio e com medo... SI 23 Quando você for á spero e crıt́ ico... 1 Co 13 O Segredo da felicidade... Cl 3, 12-17 Está triste e sozinho... Rm 8, 31-39 Precisar de paz e descanso... Mt 11, 28-30 Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Novembro 2018 | Nº 54 13

[close]

p. 14

Cristo Rei Dia 26 de Novembro A Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo, comumente referido como a Festa de Cristo Rei , é uma adiçã o relativamente recente ao calendá rio litú rgico ocidental, tendo sido instituı́do em 1925 pelo Papa Pio XI para a Igreja Cató lica Romana . Em 1970, sua observâ ncia cató lica romana foi transferida para o ú ltimo domingo do tempo comum . Portanto, a data mais pró xima em que pode ocorrer é 20 de novembro e a ú ltima é 26 de novembro. Os cató licos tradicionais o observam em sua data original, o ú ltimo domingo de outubro. O anglicano , luterano e muitas outras igrejas protestantes adotaram-na juntamente com o Lecioná rio Comum Revisto, ocasionalmente referindo-se a ela como o Cristo Rei Domingo . També m é observado na mesma data computada como o ú ltimo domingo do ano eclesiá stico, o domingo antes do primeiro domingo do Advento, pelas paró quias de ritos ocidentais da Igreja Ortodoxa Russa fora da Rú ssia. [1] Os cató licos romanos que aderiram à forma extraordiná ria do rito romano permitida pelo motu proprio Summorum Pontificum, usam o Calendá rio geral romano de 1960 e, como tal, continuam a observar a solenidade em sua data original do ú ltimo domingo de outubro. Calendário dá rio em 1960, a data e tıt́ ulo ficaram inalterados, mas, de acordo com a simplificaçã o do ranking de festas, foi classificada como uma festa da primeira classe. Em 1969, o Papa Paulo VI emendou o tıt́ ulo da Festa para “Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo”. Ele também o transferiu para a nova data do ú ltimo domingo do ano litú rgico, antes do inı́cio de um novo ano litú rgico no primeiro domingo do Advento (a data mais pró xima é 27 de novembro). Através desta escolha de data " fica clara a importâ ncia escatoló gica deste domingo". [6] Ele atribuiu a ele o mais alto posto de "solenidade". Na forma extraordiná ria, como acontece com todos os domingos cujas liturgias sã o substituıd́ as pelas de festas importantes, as oraçõ es do domingo em que ocorre a celebraçã o da festa de Cristo Rei sã o usadas nas ferias (dias da semana) da festa, pró xima semana. A liturgia dominical nã o é assim totalmente omitida. Em 2018, o dia da solenidade é 25 de novembro (ou 28 de outubro para aqueles que usam o calendá rio tradicional ). O tıt́ ulo da festa era “Nosso Senhor Jesus Cristo Rei”, a data foi estabelecida como "o ú ltimo domingo do mê s de outubro - o domingo, isto é , que precede imediatamente a festa de Todos os Santos". Em papa St. John XXIII 's revisã o do calen- Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ministro da Eucaristia Sergio Justichechen “Jesus Se tornou o Rei dos séculos, o Senhor da história: apenas com a omnipotência do amor, que é a natureza de Deus, a sua própria vida, e que nunca terá fim”. Papa Francisco 14 Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Novembro 2018 | Nº 54

[close]

p. 15

Pastoral Social Nossa Senhora das Graças A aparição A primeira apariçã o da imagem de Nossa Senhora das Graças ocorreu em 1830 para Santa Catarina Labouré , em Paris, França. Deixando uma mensagem importante, a de que existiam muitas graças a serem dadas para a humanidade. Os símbolos são: O manto O Manto azul da imagem de Nossa Senhora das Graças representa o fato da Virgem Maria, que é um ser humano estar no cé u, vivendo com a irrestrita presença de Deus, além de toda a gló ria celestial, juntamente de seu filho Jesus Cristo, podendo interceder por todos nó s, que somos seus “filhos adotivos”. As 12 estrelas na cabeça de Maria Na imagem de Nossa Senhora das Graças, há doze estrelas em sua cabeça, estas representam os 12 apó stolos da visã o de Joã o em apocalipse, estes que também sã o os pilares da igreja, e seu formato de coroa nos lembra que Maria é a Rainha da Santa Igreja. A serpente sob os pés E possıv́ el ver abaixo, na imagem, uma serpente sob seus pés, que representa o demô nio vencido pela “Nova Eva”, mantendo sua obediê ncia e se mantendo pura, por dizer sim à s vontades de Deus e gerando Jesus Cristo. Com este ato “esmagando a cabeça da serpente”, como nos foi prometido por Deus em Genesis 3, 15. O globo O globo da imagem é uma demonstraçã o que ela pode interceder por todos, na terra, poré m desde que os cristã os peçam incessantemente do fundo de seus coraçõ es. Os raios que saem das mãos E possıv́ el ver sair das mã os de Maria raios de luz que irradiam para todos os lados. Esses raios representam todas as bênçã os e graças que Ela derrama sobre todos nó s. Os raios finos correspondem à s graças que as pessoas nã o se lembram de pedir e os mais espessos correspondem à s graças que as pessoas se lembram de pedir. Santa Catarina afirmou que Mã e de Deus baixou os olhos e disse: ”Esse Globo que vê s, representa o mundo inteiro...e cada pessoa em particular”. Nossa Senhora também lhe pediu para que cunhasse uma medalha que contivesse na parte da frente a imagem de Maria e uma pequena oraçã o: “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós.” Sofremos com muitas catástrofes climáticas e muitos profetizam um mundo fadado ao caos. É possível que o ser humano, por causa do mau uso da sua liberdade, acabe destruindo nossa casa chamada terra, mas não por vontade de Deus. Ao se revelar a uma noviça na França, Nossa Senhora das Graças enfatizou sua missão incessante ao lado de seu Filho. Nossa Senhora das Graças mostrou, por meio de sua aparição, que o mundo pertence a Deus e a vitória já foi conquistada por seu Filho na Cruz Redentora”. Particularmente, tenho imensa devoçã o por Nossa Senhora das Graças e sua medalha milagrosa. Conforta-me saber que, por intercessã o de Maria, uma “TORRENTE DE LUZ” é derramada sobre um mundo de trevas, onde a guerra, a fome e a violê ncia obscurecem a harmonia e a paz. A serpente pisada por Nossa Senhora das Graças é uma alusã o à força real do inimigo, que tenta nos manter fora do paraıś o, assim como fez com nossos pais Adã o e Eva. Enche-nos de esperança saber que a serpente é inofensiva para aqueles que tê m Maria como mã e. Colaboração: Márcia Henrique Pastoral Social, Comunidade Santo Antonio Fonte: Nossa Sagrada Família Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Novembro 2018 | Nº 54 1505

[close]

Comments

no comments yet