Revista A vóz da Paróquia - Guaratuba - Paraná

 

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Paróquia Nossa Senhora do Bom Sucesso

Popular Pages


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Ano IV | Agosto 2018 | Nº 51 Ano Nacional do Laicato Agosto Mês das Vocações Vó s sois o sal da terra e a luz do mundo. Mt 51,13-16 AGOSTO - Mês Vocacional Programa Voz da Paróquia FM 87,9 de segunda a sexta feira das 17:30 as 18:00 hs

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E ditorial Agosto “Antes que você fosse dado à Luz, eu o consagrei para fazer de você profeta das nações”. (Jr 1,4) Olá , queridos (a) paroquianos, amigos, e fiéis da Voz da Paró quia, de Nossa Senhora do Bom Sucesso. Estamos iniciando o mê s Vocacional, e temos um desafio em nossa igreja local e regional de rezarmos pelas vocaçõ es em geral. “Cada comunidade uma nova vocaçã o”. E nada melhor que esse mês, rezando pelos nossos padres, nossos pais, a construçã o da famıĺ ia, nossos religiosos (a) e nossos catequistas espalhado por esse Brasil afora. Iniciamos o mês de Agosto pedindo a proteçã o de Sto. Afonso Maria de Ligó rio, fundador da Congregaçã o dos Missioná rios Redentoristas, Doutor da igreja e patrono dos confessores e moralistas. Celebramos, també m Sã o Joã o Maria Vianney, patrono dos padres. A transfiguraçã o do Senhor. “Vamos fazer aqui , três tendas, uma para ti, Moıś es e Elias” (Lc, 9,33). Mas sempre com os pés no chã o do dia a dia, enfrentando os desafios da vida com o coraçã o e mente voltados para o pró ximo e para o Senhor transfigurado, em tantas realidades nossas. Queremos , assim, homenagear nossos pais, amigo, heró i, jovens e idosos, respeitando sua condiçã o, rezando por aqueles que deixaram suas famıĺ ias, ou aqueles que partiram, fazendo sua Pá scoa definitiva, nossos sentimentos. A Semana Nacional da Famıĺ ia com o tema: “O Evangelho da famıĺ ia, Alegria para o Mundo”. Rezemos por nossas famıĺ ias pedindo a intercessã o da Virgem Maria, Assunta ao céu, para que assim nossas famıĺ ias possam fazer continuamente a experiê ncia do desejo das coisas do alto. Valorizamos e incentivamos os Catequistas, homens e mulheres, que se doam para a vida da comunidade. “ Como sal da terra e luz do mundo” (Mt 5,13-14). Cristã os leigos e leigas na igreja e na sociedade. Construtores de um mundo novo. Nosso carinho, nosso abraço. Índice 03 Mês de Agosto 03 Agosto - Mês Vocacional - Semana da Família 04 Acompanhar e apoiar os Sacerdotes 05 São João Maria Vianney, o Cura D'Ars 05 Hino a Santo Afonso 06 Transfiguração 06 Vacina contra a gripe 07 São Lourenço 07 Santa Rosa de Lima 08 Santa Clara de Assis 09 Dia dos Pais 09 Semana Nacional da Família 2018 11 Paulo Apostolo nos cinemas 12 Festa do Divino Espírito Santo 14 São Maximiliano Maria Kolbe 15 Nossa Senhora Rainha 15 Ganhadores do Bingão 16 Pastoral da Catequese 16 Santo Agostinho 17 Pastoral da Comunicação (Pascom) 18 Aconteceu... 19 Agradecimento 19 Aconteceu... 20 Pastoral da Criança 21 Página Infantil 22 Tributo ao amigo Vanir Motta Ano IV - Nº 51 - Agosto 2018 Pe. Roque S. Gabriel,CSsR. 02 Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Agosto 2018 | Nº 51

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Mês de Agosto Não fostes vós que me escolhestes; fui eu que vos escolhi (Jo 15,16) Em agosto a Igreja celebra as vocaçõ es: sacerdotal, diaconal, familiar, religiosa, leiga e catequista. E um mês voltado para a reflexã o e a oraçã o pelas vocaçõ es e os ministérios, de forma a pedir a Deus para que todos os batizados “sejam fié is como apó stolos leigos, como sacerdotes, como religiosos e religiosas, para o bem do povo de Deus e de toda a humanidade” (Joã o Paulo II). Agosto - Mês Vocacional - Semana da Família A escolha em se formar uma famıĺ ia tem caracterıś ticas pró prias em nossos dias. Pensamos sempre na famıĺ ia tendo como componentes: o pai, a mã e e os filhos. Mas hoje, o grande paradigma está justamente no paradoxo: famıĺ ias onde as mã es sã o também pais, e pais que sã o mã es. As vezes, pais do mesmo sexo, ou simplesmente filhos criados pelos avó s. Também, nã o muito raro, os filhos que sã o meio irmã os dentro de uma instituiçã o onde a realidade genética está em: “os meus, os teus, os nossos.” Mas, muitas vezes, graças ao amor todos se tornam “os nossos” na nova relaçã o. O glamour do casamento nem sempre se estende para o dia a dia do apó s. Convertendo-se, qualquer diferença de opiniã o em desentendimentos com dimensõ es drá sticas. A violê ncia domé stica prepondera, o discernimento sempre, ou quase sempre está diluıd́ o, sem possibilidades de entendimento. O que aconteceu com o ardor e a conquista? O ardor que acalenta a vontade de se estar juntos. A vivacidade ou o brilho da conquista que deve continuar dando a conotaçã o da novidade numa relaçã o que pode ser recente ou nem tanto. Aquela conquista de se estar atento ao que pode agradar o ser amado, aquilo que vai alimentar o ardor do relacionamento. O olhar que fica, a ternura que se externa, a atençã o aos pequenos detalhes, o carinho e a sutileza na evocaçã o. A delicadeza e a cumplicidade que norteiam o entendimento. O Respeito que dá a extensã o da liberdade. A certeza do ombro, a delı́cia do afago. A carıć ia do sorriso, a expressã o do sentimento. A alegria constante que contagia, a partilha em todos os momentos. A leveza e a magia do querer bem. A constataçã o que “mesmo que chova canivete” se pode contar com a parceria pois esta, sempre estará apostos com as energias renovadas. E onde buscar esta fonte de energia, de iluminaçã o que irá determinar a paciência, sabedoria e a fortaleza para nã o perecer ante aos problemas do dia a dia? A resposta está na presença do Espıŕ ito Santo e na vivência do matrimô nio que é o sacramento do amor onde Deus abençoa e se faz presente. Margarida Miranda Correa 03Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Agosto 2018 | Nº 51

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Acompanhar e apoiar os Sacerdotes Acompanhar e apoiar os Sacerdotes: esta é a intençã o de oraçã o proposta pelo Papa Francisco neste mê s de julho. O cansaço dos sacerdotes… sabem quantas vezes penso nisto? Os sacerdotes, com suas virtudes e seus defeitos, desenvolvem seu trabalho em tantos campos. Diante de tantos desafios nã o podem ficar parados depois de uma desilusã o. Nesses momentos, é bom lembrar que as pessoas amam seus pastores, precisam deles e confiam neles. “Rezemos juntos para que os sacerdotes que vivem com dificuldade e na solidã o o seu trabalho pastoral se sintam ajudados e confortados pela amizade com o Senhor e com os irmã os”, afirma o Pontıf́ ice em seu sétimo vıd́ eo do ano. “Nesses momentos, é bom lembrar que as pessoas amam seus pastores.” Neste mês das vocaçõ es, Dom Edmar Peron, Bispo de Paranaguá , lembra na rede social sobre o amor e a confiança dedicada aos pastores e pede oraçõ es da comunidade para seus sacerdotes. Dom Peron em suas homilias, visitas a Pastorais e na rede social pede “Com nossa oraçã o a Deus pelos Padres, vamos oferecer-lhes nosso apoio e nossa amizade! DAI-NOS, SENHOR, SANTOS SACERDOTES”, e também pede por oraçõ es a ele que está em constante missã o. Em sua vida social Dom Edmar Peron, Bispo da Diocese de Paranaguá , comemora a alegria e a amizade estando presente no jubileu de ouro episcopal do Cardeal Paulo Evaristo Arns, Arcebispo emé rito da Arquidiocese de Sã o Paulo. Oração as Vocações Jesus Mestre divino, que chamastes os apóstolos a vos seguirem, continuai a passar pelos nossos caminhos, pelas nossas famílias, pelas nossas escolas e continuai a repetir o convite a muitos de nossos jovens. Dai coragem às pessoas convidadas. Dai força para que vos sejam fiéis como sacerdotes, como religiosos e religiosas, para o bem do Povo de Deus e de toda a humanidade. Amém. Silvana Dom Peron em visita a APAE Dom Peron 50 anos ordenaçã o de Dom Paulo Evaristo Arns Santo Afonso Maria de Ligório 01 de agosto No dia 1º de agosto se comemora a festa de Santo Afonso Maria de Ligó rio, Bispo, Confessor e Doutor da Igreja. Fundador da Congregaçã o do Santıś simo Redentor, é o tratadista por excelência da moral cató lica, e se destacou por sua profunda devoçã o a Nossa Senhora, em louvor da qual escreveu uma de suas mais belas obras, as Gló rias de Maria. 0148 Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Agosto 2018 | Nº 51

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São João Maria Vianney, o Cura D'Ars Seu dia, 04 de Agosto (Celebramos o dia do Padre) Nasceu em Lião, França, no ano de 1786, filho de Camponeses, gente simples, mas de uma fé admirá vel. Desde pequeno sentia desejo de servir a Deus, como sacerdote. Ele, era um cristã o ıń timo de Jesus Cristo, servo de Maria e de grande vida penitencial. Com muita dificuldade chegou ao sacerdó cio, teve grande ajuda do seu pá roco Molley. Foi pá roco de uma pequena aldeia pagã , chamada Ars, onde o povo estava muito pervertido, afastado das coisas de Deus. Joã o Maria, dizia: “Neste meio, tenho medo até de me perder”. Com o rosá rio na mã o e os joelhos dobrados diante do Santıś simo, conseguiu com a graça de Deus reverter a condiçã o da falta de fé , para uma fé fervorosa, ativa. Durante 40 anos dedicou-se a aquela aldeia que aos pouco foi crescendo e se tornando mais bonita, comunitá ria. Foi um exemplo de santidade de dedicaçã o na construçã o do caminho da salvaçã o. Certa vez o cura d'ARS, estava no confessioná rio, e vem algué m lhe dizer que seu quarto estava em fogo, e ele, calmamente diz: “é o demô nio, ele nã o pode pegar o pá ssaro , entã o esta queimando a gaiola”. Joã o Maria Vianney, foi proclamado Venerável, pelo Papa Pio IX em 1872, beatificado pelo Papa Pio X em 1905, e canonizado pelo Papa Pio XI em 1925. E pelo mesmo Papa Padroeiro de todos os pá rocos do mundo inteiro em 1929... E o Santo Cura D'Ars. Fonte: Do Catecismo do Cura D'Ars, e Google. Pe. Roque S. Gabriel, CSsR. Missionário Redentorista. “A mais bela profissão do homem é rezar e amar”. Hino a Santo Afonso Anunciando a Palavra de Deus lá vai Santo Afonso pelas colinas é o grande missioná rio de Deus é ele o homem que a todos ilumina. Refrã o: Santo Afonso, nó s te louvamos e agradecemos pela vida consagrada. Bis Ele, Santo Afonso nos dá a grande alegria de sermos missioná rios compartilhar a beleza da vida ajudando os pobres e largando a riqueza. Santo Afonso fundador redentorista missioná rio dos pobres e mestre da oraçã o é mestre e doutor da igreja modelo de vida, de vida cristã . Nasceu na nobreza na itá lia mas foi na pobreza que sua vida doou pois Maria nossa mã e grandiosa sempre esteve com ele em suas oraçõ es a ela dedicou sua vida seguindo a Cristo o grande Redentor. Autora: Irene de Oliveira Ayres Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Agosto 2018 | Nº 51 05

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Transfiguração Qual o significado da Transfiguração de Jesus em nossa vida? Na Transfiguraçã o a Trindade inteira se manifesta: o Pai, na voz, o filho, no homem, o Espıŕ ito, na nuvem clara. E Jesus mostra sua gló ria divina, confirmando, assim a confissã o de Pedro. Mostra també m que, para " entrar em sua gló ria" (Lc 24,26), deve passar pela Cruz em Jerusalé m. Moisés e Elias haviam visto a gló ria de Deus sobre a montanha, a Lei e os Profetas tinham anunciado os sofrimentos do Messias. Fica claro que a paixã o de Deus é sem dú vida a vontade do Pai: o Filho age como servo de Deus. No limiar da vida pú blica de Jesus temos o Batismo; no limiar da Pá scoa, temos a sua Transfiguraçã o. Pelo Batismo de Jesus foi manifestado o misté rio da primeira Ressurreiçã o: o nosso Batismo; já a Transfiguraçã o mostra a nossa Ressurreiçã o. Desde já participamos da Ressurreiçã o do Senhor pelo Espıŕ ito Santo que age nos Sacramentos da Igreja. A Transfiguraçã o dá -nos um antegozo da vinda gloriosa do Cristo, como disse Sã o Paulo. "Ele vai transfigurar nosso corpo humilhado, conformando-o ao seu corpo glorioso" (FI 3, 21)> Mas ela nos lembra també m como que com Jesus "É preciso passarmos por mui- tas tribulações para entrarmos no Reino de Deus." (At 14, 22). Por isso, como Cristo, o cristã o nã o deve temer o sofrimento. Pela Transfiguraçã o Jesus preparou os discıṕ ulos para nã o se escandalizarem com a sua Paixã o e Morte na Cruz, o que para eles foi um trauma e um grande desafio: mostrou-lhe a Sua gló ria e divindade; e deu-lhes conhecer um antegozo do Cé u. Mas para isso, como Ele, temos que passar por provaçõ es deste mundo, sempre ajudados pelas consolaçõ es de Deus! Rocio Bevervanso - Agente Cultural/Paróquia de Nossa Senhora do Bom Sucesso Vacina contra a gripe A gripe, ou influenza, é uma infecção viral que ocorre em surtos sazonais de doença respirató ria preferencialmente durante os meses frios, nas regiõ es com clima temperado, como o do sul do paıś . Além do clima em si, outro fator para a sua disseminaçã o é o convıv́ io social que facilita a transmissã o do vıŕ us entre as pessoas como é o caso das escolas e outros ambientes coletivos. Esta doença determina cerca de 650.000 ó bitos por ano, em todo o mundo. A doença costuma manifestar-se por febre, fadiga, dor muscular, tosse e outros sintomas respirató rios. Em pessoas normais o quadro costuma nã o perdurar mais do que uma semana com cura completa poré m, em crianças, idosos, portadores de doenças crô nicas e imunodeficientes, pode haver necessidade de internaçã o hospitalar. Segundo a revista mé dica americana New England Journal of Medicine esta doença é respon- sável por mais de 400.000 internaçõ es anuais naquele paıś . A Organizaçã o Mundial da Saú de recomenda que, anualmente, antes da estaçã o fria, todos os membros das comunidades sejam vacinados contra a doença pois esta é a ú nica forma de evitar esta infecçã o. Neste ano o Ministério da Saú de disponibilizou vacina contra a gripe, inicialmente para alguns grupos como idosos, gestantes e crianças pequenas. Agora ela está disponıv́ el a todos os grupos etá rios nos postos de Saú de Pú blica dos municıṕ ios. Esta é a ú nica maneira que temos para evitar sermos contagiados por esta infecçã o. Por este motivo, quem ainda nã o se vacinou deve procurar um posto de atendimento. Geraldo Di Nardi 06 Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Agosto 2018 | Nº 51

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São Lourenço 10 de Agosto Dia 10 de agosto, celebra-se Sã o Lourenço, certamente, um dos 7 diá conos e má rtir mais famosos da antiguidade. Alguns Dom Francesco Moraglia, explica em um artigo que “a cidade, que lhe atribuıá a vitó ria sobre o paganismo, o elegeu como seu terceiro padroeiro dados curiosos de sua vida: e celebra sua festa desde o sé culo IV, como segun- 1. É padroeiro dos cozinheiros. Sã o d a festa em grau de importâ ncia depois da dos Lourenço é o santo padroeiro dos cozinheiros. Foi Santos Apó stolos Pedro e Paulo”. condenado a morrer queimado em uma fogueira, 4. Um fenômeno astronômico leva o seu especificamente em uma grelha de ferro. nome. “Lá grimas de Sã o Lourenço” é o nome popu- 2. Uma Basílica de Roma é dedicada a ele. lar com o qual se conhece uma chuva de meteoros A Basıĺ ica de Sã o Lourenço Extramuros, onde se (as Perseidas) visıv́ eis todos os anos por volta dos encontra o tú mulo do santo, é uma das cinco bası-́ dias 11 e 12 ou 12 e 13 de agosto. O nome começou licas patriarcais ou papais. a ser usado em memó ria ao diá cono martirizado 3. Em Roma é o santo mais importante, muito tempo depois na Europa medieval. depois de Pedro e Paulo. Com uma tranquilidade 5. Um time de futebol leva o seu nome . O que ninguém imaginaria, durante seu martıŕ io, nome do time de futebol favorito do Papa Francis- rezou pela conversã o de Roma e a difusã o da reli- co, o 'Club Atlético San Lorenzo de Almagro', é em giã o de Cristo em todo o mundo, até o seu ú ltimo honra ao diá cono má rtir, como foi o desejo do sale- suspiro. Dom Francesco o elegeu como seu tercei- siano Pe. Lorenzo Massa, na fundaçã o da equipe. ro padroeiro e celebra sua festa desde o sé culo IV, como segunda festa em grau de importâ ncia depo- IliaraKloster Bassil is da dos Santos Apó stolos Pedro e Paulo”. www.acidigital.com Santa Rosa de Lima Rosa começou a viver a vida religiosa no fundo do quintal dos pais e, assim, na oraçã o, penitência, caridade para com todos, principalmente ıń dios e negros. Santa Rosa de Lima cresceu na uniã o com Cristo, tanto quanto no sofrimento, por isso, tempos antes de morrer, aos 31 anos (1617), exclamou: "Senhor, fazei-me sofrer, contanto que aumenteis meu amor para convosco". Foi canonizada em 1671 pelo Papa Clemente X. A Igreja comemora seu dia em 23 de agosto. Por amor aos ıń dios e aos pobres. Despertastes no mundo teu valor. Logo cedo flor dominicana. Consagrada à s gló rias do Senhor. O Santa Rosa de Lima Flor. Foste escolhida pelo Senhor. Humilde serva, leiga fiel. O Santa Rosa guianos ao cé u. Vê os jovens que tanto te veneram. Circulando por este mundo inteiro. Protegei també m nossa Bahia. Terra materna do povo brasileiro. Em tua cela viveste sempre oculta. Muito humilde e a Deus sempre temente. Demos gló ria hoje e sempre. A Rainha do nosso continente. Abençoa o povo missioná rio. Missioná ria por Deus fortalecida. Pede a Deus pela humanidade. Dá -lhe fé esperança força e vida. Santa Rosa de Lima, rogai por nó s! Patrícia BFitness (Ballet/Pilates/Dança http://psantarosadelima.blogspot.com Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Agosto 2018 | Nº 51 07

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Santa Clara de Assis Fundadora do ramo feminino da ordem franciscana Clara nasceu em Assis, na Itá lia, em 1193, no seio de uma famıĺ ia nobre italiana, muito rica onde a menina possuıá de tudo. Em 1216, sempre orientada por Francisco, Clara aceitou para a sua Ordem as regras beneditinas e o tıt́ ulo de abadessa. Mas conseguiu o “privilégio da pobreza” do papa Inocê ncio III, mantendo, assim, o carisma franciscano. O testemunho de fé de Clara foi tã o grande que sua mã e, Ortolana, e mais uma de suas irmã s, Beatriz, abandonaram seus ricos palá cios e foram viver ao seu lado, ingressando també m na nova Ordem fundada por ela. A partir de 1224, Clara adoeceu e, aos poucos, foi definhando. Em 1226, Francisco de Assis morreu e Clara teve visõ es projetadas na parede da sua pequena cela. Lá , via Francisco e os ritos das solenidades do seu funeral que estavam acontecendo na igreja. Anteriormente, tivera esse mesmo tipo de visã o numa noite de Natal, quando viu, projetado, o presépio e pô de assistir ao santo ofıć io que se desenvolvia na igreja de Santa Maria dos Anjos. Por essas visõ es, que pareciam filmes projetados numa tela, santa Clara é considerada Padroeira da Televisã o e de todos os seus profissionais. Depois da morte de sã o Francisco, Clara viveu mais vinte e sete anos, dando continuidade à obra que aprendera e iniciara com ele. Outro feito de Clara ocorreu em 1240, quando, portando nas mã os o Santıś simo Sacramento, defendeu a cidade de Assis do ataque do exé rcito dos turcos muçulmanos. No dia 11 de agosto de 1253, algumas horas antes de morrer, Clara recebeu das mã os de um enviado do papa Inocê ncio IV a aguardada bula de aprovaçã o canô nica, deixando, assim, as suas “irmã s Clarissa” asseguradas. Dois anos apó s sua morte, o papa Alexandre IV proclamou santa Clara de Assis. Os milagres operados por Santa Clara em vida Em certa ocasiã o, como nã o houvesse mais do que meio pedaço de pã o para a refeiçã o das Irmã s, Santa Clara mandou dividir essa metade em porçõ es para dar à s religiosas. Aquele pedaço multiplicou-se nas mã os da que o partia de tal forma que deu para 50 porçõ es, suficientes para as Irmã s que já estavam sentadas à mesa. Mas a Santa, alé m de operar muitos milagres, exerceu também ação exorcıś tica. Como exemplo, cabe lembrar o caso da mulher de Pisa. Dizia esta que Nosso Senhor, pelos mé ritos de Santa Clara a havia libertado de cinco demô nios que a atormentavam, e que por isso, tinha vindo ao locutó rio das Irmãs para agradecer primeiro a Deus e depois à Santa. Ao serem expulsos, afirmou a mulher que os demô nios bradavam: “As oraçõ es dessa santa nos queimam”. Santa Clara escritora Santa Clara foi excelente escritora. Tendo recebido em casa uma formaçã o muito boa para seu tempo, teve o dom de expressar em seus escritos toda a riqueza de seu pensamento claro, conciso, elegante e principalmente entusiasmado por tudo quanto dizia respeito a Deus. “Falo com minha própria alma” Trê s dias antes de sua morte, em presença de algumas de suas Irmã s, Santa Clara encomendou sua pró pria alma a Deus dizendo: “Vá em paz, porque tens boa escolta; pois aquele que te criou, previu tua santificaçã o. E, depois que te criou, infundiu-te o Espıŕ ito Santo. E depois te guardou como uma mã e cuida do seu filho pequenino”. Indagada a quem dirigia aquelas palavras respondeu: “Falo com a minha alma bendita”. Visita de Nossa Senhora à hora da morte A Irmã Benvinda de dona Diambra de Assis, que a assistia nos ú ltimos momentos, viu de repente com os olhos reais uma grande multidã o de virgens, vestidas de branco, todas com coroas na cabeça, que entravam pela porta onde jazia Santa Clara. Entre elas havia uma maior, que excedia tudo quanto se possa imaginar, muito mais bela e com uma coroa maior na cabeça. Em cima de sua coroa havia um pomo dourado do qual irradiava tanto esplendor que parecia iluminar todo o recinto. As virgens aproximaram-se do leito da Santa, e a Virgem maior foi a primeira a cobri-la com um pano finıś simo, tã o fino que por sua transparência Santa Clara podia ser vista mesmo coberta com ele. Entã o a Virgem das virgens inclinou o seu rosto sobre a Santa e apó s isso todas desapareceram. Por Raquel Lopes | Pascom 08 Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Agosto 2018 | Nº 51

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Dia dos Pais Aos pais com carinho... Queridos pais, recebam a singela homenagem do coração feita com carinho e admiração... Como é bom pensar na figura paterna como proteção. Assim o pai é lembrado como grande amigão... Ensinando os primeiros passos, ou apenas o balbuciar.... Protegendo desde pequenino, não deixa do caminho desviar... Pai alegre, que leva para pescar, ou apenas se emociona ao filho observar... Pai companheiro e protetor, que aquece num abraço que até parece cobertor... Pai durão quando precisa e que com um sorriso amolece o coração... Pai nervoso e as vezes até preguiçoso, mas que não deixa de ser feliz... Pai que se faz criança e brincando de brincadeira séria, ensina sem machucar... Pai de sorriso frouxo, de furinho no queixo, de barba grande ou de bigode... Faz graça para alegrar... Pai que junto da mãe, dia a dia se põe a lutar, que corre atrás, para nada deixar faltar... Dia 12 de Agosto Pai que mesmo cansado arruma tempo onde não há, deita no chão para brincar... E ainda, há mães que são verdadeiros pais. Cuidam, sustentam... E quando no pedido, a resposta é NÃO, chora e não entende, que não é desfeita e sim, amor e educação... Pai que promove no lar, o amor e a felicidade; a estes, se pudéssemos daríamos a eternidade... Pai herói que no momento de fracasso puxa o filho pelo braço e o acolhe no amor... A estes pais sem titubear, de cabelos branquinhos, com seus filhos poderão contar... Na velhice terão neles, o apoio que precisar... E quando o pai quase sem forças não puder mais andar, nos braços o irão carregar... Retribuindo o amor e o carinho de quando pequenininhos, pelos mesmos caminhos o farão andar... Que o Bom DEUS nos ajude a amar, a respeitar nossos pais sem medida. E a exemplo de JESUS, sejamos pacientes, obedientes e afetuosos com nossos pais. Parabéns aos pais pelo seu dia! Professora: Marilda Caldas Semana Nacional da Família 2018 Em conformidade com Tema da Festa do Divino “Resgatando a histó ria do Divino nas famıĺ ias” e a CNBB, nos convida a refletirmos sobre a Semana Nacional da Famıĺ ia, de 12 a 19 de agosto. Começamos com o Dia dos Pais, rezando pela nossa famıĺ ia, acreditando que a força que vem do alto nos acompanha para assim darmos um sentido divino a nossa famıĺ ia humana. Na certeza de que somos todos irmã os da mesma famıĺ ia que Deus nos criou para testemunharmos o seu amor em nossa humanidade, onde estivermos para fazermos a diferença em um mundo tã o dilacerado pelo egoıś mo e auto-suficiência. Valorizemos a nossa famı-́ lia! No dia 12 de agosto faremos Abertura da Semana da Famıĺ ia em nossas comunidades. Participe conosco! Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Agosto 2018 | Nº 48 09

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Missas com Bênção do Santíssimo 1ª Quarta-feira do Mês: Nossa Senhora do Perpé tuo Socorro 1ª Quinta-feira do Mês: Bênçã o da Saú de - Traga remé dios, receitas, roupas (Matriz) 2ª Quinta-feira do Mês: Bênçã o das Chaves da Casa, dos Carros, das Motos, da Bicicletas (Matriz) 3ª Quinta-feira do Mês: Bênçã o dos Alimentos - Traga alimentos para serem abençoados, e um quilo de alimento para partilhar com os pobres (Matriz) 4ª Quinta-feira do Mês: Bênçã o dos Trabalhadores e dos Desempregados (Matriz) 5ª Quinta-feira do Mês: Bênçã o dos Artigos Religiosos, Aguas (Matriz) HORÁRIO DAS MISSAS/NOVENAS HORÁRIO DE MISSAS Matriz N. Sra. Bom Sucesso/Centro 19h30 - Quarta, Quinta e Sexta 10h00 e 19h30 - Domingo N. Sra. Perpétuo Socorro/Brejatuba 19h30 - Quarta 08h00 - Domingo N. Sra. Navegantes/ Barra do Saí 18h00 - Quarta (Novena) 19h30 - Sábado N. Sra. Aparecida/Caieiras 19h30 - Quarta (Novena) 19h30 - Sábado Santo Antônio/Coroados 19h30 Quarta 08h00 - Domingo São Luis Gonzaga/Nereidas 19H30 - Quarta (Novena) 10h00 - Domingo N. Sra. Aparecida/Banaze 08h30 - 2° e 4° Domingo São Joaquim/Cubatão 10h00 - 2° e 4° Domingo N. Sra. Fátima/Riozinho 09h00 - 1° e 3° Domingo BATIZADOS NAS COMUNIDADES N. Sra. Navegantes 1° Sábado às 19h30 Santo Antônio 1° Domingo às 08h00 São Luis Gonzaga 2° Domingo às 10h00 N. Sra. Perpétuo Socorro 3° Dom. às 08h00 N. Sra. Aparecida 3° Sábado às 19h30 N. Sra. Bom Sucesso 4° Domingo às 10h00 HORÁRIOS DE ATENDIMENTOS E ASSESSORIAS DAS COMUNIDADES E PASTORAIS DOS MISSIONÁRIOS REDENTORISTAS EM GUARATUBA COMUNIDADE PASTORAIS, GRUPOS DIAS DE PLANTÃO Pe. Roque Sutil Gabriel, C.Ss.R. - Matriz N. Sra. Bom Sucesso (Centro) - Santo Antonio (Coroados) - São Joaquim (Cubatão) - Catequese; Liturgia e - quarta e sábado Canto; - Juventude; Coroinhas - P. Humanizante Pe. Pedro Hélio de Oliveira C.Ss.R - N. Sra. Aparecida (Caieiras) - N. Sra. navegantes (Barra do Saí) - P.P.I.; Criança; Dízimo; R.C.C.; - Leigos - segunda e sexta Pe. Donald R. Roth C.Ss.R. - N. Sra. Perpétuo Socorro (Brejatuba) - São Luiz Gonzaga (Nereidas) - N. Sra. Aparecida (banaze) - Ministros; Batismo; Familiar - Social - terça e quinta Comunhão, Participação e Missão São Luís de Franca Padroeiro de Guaratuba Obs.: Última segunda-feira do mês, não há atendimento, encontro dos padres. 10 Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Agosto 2018 | Nº 51

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Datas e Eventos Paroquiais de Agosto HORA SANTA COM JESUS Local: Matriz Nossa Sra. do Bom Sucesso Data: 03/08 Horário: 18:30h. Toda primeira sexta feira de cada mê s. Participe conosco! SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS HORA SANTA Local: Comunidade Perpétuo Socorro Brejatuba Data: 03/08 Toda primeira sexta feira do mê s As 15h junto com o Terço da Misericó rdia. INFORMAÇÕES NA SECRETARIA PAROQUIAL Visite o site da Paróquia ww.paroquiaguaratuba.com.br Paulo Apostolo nos cinemas Esta em cartaz nos cinemas o novo filme “Paulo, Apóstolo de Cristo”, protagonizado pelo pró prio Sã o Paulo (interpretado por James Faulkner) e pelo evangelista Sã o Lucas (papel de Jim Caviezel, que interpretou Jesus em “A Paixã o de Cristo”). No roteiro, segundo o website oficial do filme, São Lucas arrisca a vida para viajar até Roma e visitar São Paulo, que está preso à espera da execuçã o. Na época, os cristã os estavam sendo brutalmente perseguidos pelo imperador Nero. O filme mostra a tenacidade de Sã o Paulo, que, mesmo na prisã o, continua evangelizando mediante as epıś tolas que escreve para as comunidades cristã s, bem como os desafios de Sã o Lucas para proclamar o Evangelho. Testemunho de Jim Caviezel Em entrevista ao popular jornal norteamericano USA Today, o ator Jim Caviezel destacou a importâ ncia da conversã o de Saulo de Tarso, que, antes de se tornar Sã o Paulo, foi um cruel perseguidor de cristã os. Em uma das cenas, Sã o Paulo impede Sã o Lucas de exortar o povo a reagir pela força contra a opressã o romana, ainda que essa reaçã o fosse justa: ele enfatiza, nesse momento, o significado do perdã o. Caviezel comenta: “O perdão não começa com o amor simplesmente, mas com um amor ardente. É fácil amar as pessoas que gostam do que você pensa. É mais difícil tratar alguém que tenha uma visão contrária com a mesma dignidade e respeito com que você trataria um amigo. Esta é a mensagem central deste filme”. Fonte: www.aleteia.org Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Agosto 2018 | Nº 51 11

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Festa do Divino Espírito Santo Melhores momentos... 12 Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Agosto 2018 | Nº 51

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Fé, Alegria, Trabalho, Amizade e muitas Bençãos Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Agosto 2018 | Nº 51 13

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São Maximiliano Maria Kolbe Nascidoem 8 de janeiro de 1894 em Zduń ska Wola, Impé rio Russo, foi um padre missioná rio franciscano da Poló nia. Morreu em 14 de agosto de 1941, como má rtir no campo de concentraçã o nazista de Auschwitz, como voluntá rio para morrer de fome no lugar de Franciszek Gajowniczek como castigo pela fuga de um outro prisioneiro, que lhe deu o privilé gio de ser aceito pelo Estado de Israel como Justo entre as naçõ es. Em 28 de outubro de 1912 Frei Maximiliano parte para Roma onde permanece 7 anos no Colé gio Seraphicum. No dia 1 de novembro de 1914, depois de 3 anos dos votos temporá rios, Raimundo emite a profissã o solene, se tornando entã o Frei Maximiliano "Maria" Kolbe. Ele acrescenta "Maria" ao nome religioso, exprimindo a caracterıś tica de sua espiritualidade. Em 1914, no ano em que professa os votos perpétuos, o seu pai, um oficial das legiõ es polacas e da Ordem Terceira Franciscana, que ao ser desmobilizado do exército devido à ocupaçã o da Uniã o Soviética tinha montado uma livraria em Częstochowa, foi feito prisioneiro pelos comunistas russos e enforcado por eles, a sua mã e retirouse para um convento beneditino de onde escreveu uma carta narrando as experiências mıś ticas do filho. Em 1917 jogando futebol, Frei Maximiliano sofreu uma grave hemorragia, e foi diagnosticada a tuberculose. No mesmo ano, a Virgem confiou a 3 pastores de Fá tima uma missã o que é o escopo da Milı́cia da Imaculada (M.I.). Tornou-se sacerdote no dia 28 de abril de 1918, na igreja Sant'Andrea della Valle. No dia seguinte, celebrou a sua primeira missa na Igreja de Sant'Andrea delle Fratte, lugar onde a Virgem apareceu e converteu milagrosamente o judeu Alphonse Ratisbonne, em 1842. Esse milagre era uma prova da eficá cia da Medalha Milagrosa, que Alphonse Ratisbonne ganhou quase que por acaso. Frei Maximiliano teve a inspiraçã o de fundar a MI, o movimento dos Cavaleiros da Imaculada e de adotar a mesma medalha como escudo e emblema dos seus cavaleiros. Estudou filosofia durante 3 anos, formandose em 22 de novembro de 1915, na Pontifıć ia Universidade Gregoriana, continuou os seus estudos dedicando-se à ciência e matemá tica, incluindo trigonometria, fıś ica e quıḿ ica, em seguida, o estudo da teologia na Pontifı́cia Universidade Teoló gica de Sã o Boaventura. Em 17 de fevereiro de 1941 Maximiliano Kolbe foi preso pela Gestapo. Em 28 de maio de 1941, Padre Kolbe e mais outros 320 presos chegaram à Auschwitz, trazidos de Varsó via. O nú mero que o identificava entre as autoridades nazistas era 16670. Em julho do mesmo ano três prisioneiros conseguiram escapar. O subcomandante Karl Fritzsch, responsá vel por aquele campo nazista, ordenou que, em represá lia à s fugas, outras dez pessoas fossem levadas para uma cela subterrâ nea onde eram privados de luz solar, á gua e comida. E lá deveriam permanecer até a morte. Um dos homens selecionados era Franciszek Gajowniczek, que gritou: "Minha pobre mulher e meus filhos que nã o os volto a ver". Sensibilizado, Kolbe oferece-se para ir no lugar do outro homem. Fundador do Milı́cia da Imaculada que criou um boletim de enorme tiragem entre outros meios de divulgaçã o da açã o cristã , pelo seu apostolado, é considerado o patrono da imprensa. E igualmente visto como padroeiro especial das famıĺ ias em dificuldade, dos que lutam pela vida, da luta contra os vıć ios, da recuperaçã o da droga e do alcoolismo; é considerado também padroeiro dos presos comuns e polıt́ icos. Foi canonizado por Joã o Paulo II como "má rtir da caridade”. Em julho de 1998 a Igreja da Inglaterra ergueu uma está tua de Kolbe frente à Abadia de Westminster, em Londres, como parte de um conjunto monumental dedicado à memó ria de dez má rtires do século XX. Foi canonizado pelo seu compatriota, o Papa Joã o Paulo II, em 10 de Outubro de 1982, na presença de Franciszek, que sobreviveu aos horrores de Auschwitz. O pró prio Papa, em numerosos textos, chama-o de “Santo do nosso sé culo difı́cil” Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ministro da Eucaristia Sergio Justichechen 14 Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Agosto 2018 | Nº 51

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Nossa Senhora Rainha Maria ainda menina Era simplesmente Maria Mas com a graça divina Tornou-se a Santa Virgem Maria. Maria, Mãe de todas as mães Com muitos títulos evocada Em embrião Guaratuba a teve Como Nossa Senhora dos Prazeres. Em 1666 ou quase a partir daí Um povoado surgiu nas embocaduras do rio Saí. Mas a pobreza e o abandono fez coro A esta povoação de Nossa Senhora do Bom Socorro. Mais tarde com os carijós presentes nestas paragens Em uma baía: “Guaratuba” por eles denominada Surge um novo povoado, com festejos em excesso E a padroeira da Igreja: Nossa Senhora do Bom Sucesso. 22 de agosto A presença da Virgem em nossa cidade Hoje se dá de forma constante: Nossa Senhora Aparecida no Bairro Caieiras Na Capela da Barra: Nossa Senhora dos Navegantes. Nossa Senhora de Fátima no Riozinho, um sítio de Guaratuba Nossa Senhora do Perpétuo Socorro no Brejatuba. Nossa Senhora de Lourdes na gruta do morro Cujas águas, pela fé se cura a quem a Ela pede socorro. Somos gratos e abençoados Pela Virgem do Rocio, Padroeira do nosso Estado. Nossa Senhora Aparecida com seu manto cor de anil Nós lhe rendemos graças, Padroeira do Brasil. Maria, Mãe de amor fecundo Por certo és a Rainha do mundo. Margarida Miranda Corrêa Ganhadores do Bingão PRÊMIO PRIMEIRO SEGUNDO TERCEIRO QUARTO QUINTO Resultado Bingão Festa do Divino 2018 Nº SORTEIO CEF 64.856 00.973 08.164 54.997 47.212 Nº CARTELA 06.343 02.909 08.117 10.350 07.598 PRÊMIO JUAREZ SERAFIM TEMOTEO JR IRACIARA MARIA NASCIMENTO JOSIANE LISBOA GULHERME S. CARNEIRO MONIQUE N.S. CECATO Os resultados dos nú meros sorteado estã o disponıv́ eis no site da Caixa Econô mica Federal: (http://www.loteriascaixa.gov.br/ wps/portal/loterias/landing/federal) Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Agosto 2018 | Nº 51 1505

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