Tribuna do Piracicaba - A Voz do Rio

 

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Bacia do Piracicaba - Junho de 2018 - Edição 240 - Ano XXV

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Bacia do Piracicaba, Junho de 2018 / Edição 240 – Ano XXV / Distribuição Dirigida Gratuita / Nas bancas: R$ 2,00 Queimadas Melhor não começar Empresas e cidades se preparam para a temporada Páginas 11 e 12 Junho Ambiental Páginas 5, 7 e 9 Cidades Poluidoras Guerra ao canudo Página 2 Página 6

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2junho de 2018 CIDADES POLUIDORAS O Tribuna do Piracicaba – A Voz do Rio, estará veiculando em suas edições a relação das cidades que despejam esgoto in natura nos cursos d´água que compõe a Bacia do Piracicaba e a quantidade de esgoto produzido por cada uma destas cidades e ainda se existe projeto para colocar fim neste grave problema que atinge, diretamente, toda população. Uma responsabilidade que cai sobre os ombros do prefeito de cada cidade. João monlevade João Monlevade é a cidade que mais polui o Piracicaba. Com uma população estimada em 79.590 pessoas (2017), a cidade lança no rio Piracicaba, em média, 16 milhões de litros de esgoto por dia. Com uma ETE pronta (Cruzeiro Celeste) e deteriorando por falta de uso e uma rede coletora pronta (Carneirinhos) mas sem definição sobre a construção da ETE Carneirinhos, a cidade leva o título de MAIOR POLUIDORA DO PIRACICABA. ALVINÓPOLIS Alvinópolis despeja 3,1 milhões de litros de esgoto por dia na bacia do Piracicaba sem nenhum tratamento SANTA BÁRBARA Santa Bárbara despeja 6,1 milhões de litros de esgoto por dia na bacia do Piracicaba sem nenhum tratamento RIO PIRACICABA Rio Piracicaba produz em média 2,9 milhões de litros de esgoto por dia, tratando apenas 600 mil litros (ETE Caxambu), despejando 2,3 milhões de litros por dia na bacia do Piracicaba sem nenhum tratamento BARÃO DE COCAIS Barão de cocais despeja 6,3 milhões de litros de esgoto por dia na bacia do Piracicaba sem nenhum tratamento Expediente: • Diretor Responsável: Geraldo Magela Gonçalves • Diretor Geral: Rafaela Iara Pantuza Gonçalves • Comercial: dindao@bomdiaonline.com (31) 9 9965-4503 • Diagramação/Arte: Sérgio Henrique Braga • Impressão: Gráfica Bom Dia • Representante Comercial: Super Mídia Brasil - BH Redação e Administração Rua Lucindo Caldeira, nº 159, Sl. 301, Alvorada, CEP.: 35930-028 João Monlevade / MG / Brasil (31) 3851.3024 • A Voz do Rio Online: www.tribunadopiracicaba.com Circulação: Bacia Hidrográfica do rio Piracicaba FUNDADO EM FEVEREIRO DE 1994 Razão Social : Geraldo Magela Gonçalves MEI CNPJ 27.776.573/0001-68 Inscrição Estadual : Isenta Inscrição Municipal 123470CNPJ.: 24538633/0001-16 Todos os Direitos Reservados dindao@bomdiaonline.com

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3junho de 2018 Poluição Visual? Vale constrói muro separando cidade e linha férrea Rio Piracicaba - Um muro que a Vale está construindo ao longo da ferrovia no perímetro urbano da cidade vai substituir o colorido dos vagões de passageiros pelo cinza frio do concreto. Representantes do poder executivo e legislativo municipal, a pedido da Vale/Ferrovia, reuniram-se no dia 18, na Casa do Aprender em Rio Piracicaba quando foram comunicados da construção do muro de concreto, com cerca de 2,40 metros de altura, em torno de toda a extensão da linha ferroviária nas proximidades da cidade, principalmente nos pontos onde há residências. A notícia não foi muito bem recebida pelos participantes da reunião que contou também com alguns moradores da Rua Antônio Saturnino (Rua da Lama) que residem próximo à linha férrea, conforme publicou o site Rio Pira. Segundo representantes da Vale o muro irá abafar o som produzido pela locomotiva e vagões em 10 decibéis. O que chama a atenção é que nas localidades mais altas da cidade não haverá redução significativa. O questionamento que se faz agora é se o “ganho” compensará as perdas. Uma das preocupações do poder público é saber qual será o reflexo de um muro desta proporção bem no centro da cidade em um local já considerado por muitos como sendo um cartão postal, repleto de histórias desde a sua construção na década de 30. O primeiro a perder com a obra será o patrimônio histórico cultural da cidade, que atualmente tenta preservar o pouco que restou de uma Rio Piracicaba remota. Outro problema será a pichação. O muro poderá se tornar um atrativo para a ação de vândalos. Em pouco tempo o local ficará mal visto e com aspecto sombrio. “A sensação interiorana que a estação ferroviária nos dá hoje desaparecerá, sem falar das pessoas que utilizam o trem de passageiros e que passam diariamente por aqui. Elas não verão a cidade, nem mesmo por um breve instante”, publicou o site Rio Pira. Vista parcial da cidade tendo a ferrovia em seu entorno - Muro irá mudar paisagem Paisagismo Desde o início do ano a administração municipal estuda a revitalização da área ao redor da Estação Ferroviária de Rio Piracicaba. O projeto que já foi concluído contempla uma praça, pista de caminhada e iluminação especial. A ideia é inserir aquele local como ponto de encontro e prática de esporte para os piracicabenses. O projeto apenas não previu um muro. Empresa fala sobre a obra Questionada sobre a obra, a assessoria da empresa informou que a Vale vem investindo em ações para reduzir ruídos gerados ao longo da linha férrea. Entre as ações, está a vedação da ferrovia, que além de reduzir o barulho também impede acidentes. A empresa deu início em junho à vedação da linha férrea em Rio Piracicaba. Até dezembro, serão construídos 1.540 metros de muro em blocos de concreto que serão integrados à paisagem local por meio de projetos de intervenção urbana em parceria com a comunidade e a prefeitura. Segundo a empresa o projeto foi apresentado para prefeitura, vereadores, e moradores vizinhos à obra que puderam opinar e sugerir melhorias nas ações de intervenção. Ainda conforme a assessoria a nova estrutura vai permitir redução de até 10 decibéis no ruído gerado, o que, na escala de comparação, significa reduzir o volume do equivalente ao tráfego de veículos para o som de uma conversa em escritório/restaurante. Obra As obras representam um investimento de R$ 1,1 milhão e vão contar com a mão-de-obra de 22 moradores de Rio Piracicaba. “Até hoje, a Vale já realizou a vedação de mais de 6,7 mil metros de ferrovia nas cidades de Governador Valadares, Itabira, Aimorés, Baixo Guandu e Fundão. Este número deve chegar a 13,5 mil metros até 2019 em municípios mineiros e capixabas. A implantação do muro está prevista como parte de condicionantes ambientais previstas no licenciamento da ferrovia”, conclui a assessoria. Poluição visual X Poluição Sonora A população piracicabense já convive com o som das locomotivas desde os anos 40, quando o presidente Getúlio Vargas e o governador Benedito Valadares estiveram na cidade e promoveram a inauguração oficial da Estação Ferroviária – demolida pela Vale. Uma perda para o já depredado patrimônio da cidade. (A Vale desmanchou também a Estação de Bicas). Passados quase 80 anos, a empresa alega redução de ruído em defesa da obra. Da redação Trocar a poluição sonora, que acontece apenas quando a locomotiva passa, pela poluição visual, permanente, é uma troca no mínimo suspeita onde a população da cidade não foi consultada e as autoridades, mais uma vez apenas dizem “amém”. Fonte: site Rio Pira \ Ass. de Imprensa Vale Estação Ferroviária construída no lugar da antiga. O local receberá um muro ao longo da ferrovia. Foto Rio Pira

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4junho de 2018 Samarco celebra acordo com suas acionistas e autoridades brasileiras vos membros no Comitê InterFederativo (CIF). O Comitê, que passará a ter 16 membros, continuará sendo a interlocução permanente com a Fundação Renova e é responsável por acompanhar, monitorar e fiscalizar a condução e os resultados dos programas. Na revisão, também está prevista a inclusão de dois novos membros no Conselho de Curadores da Fundação Renova, que serão indicados pelas comunidades impactadas. Ações Civis Públicas Destruição causada pelo rompimento da Barragem de Fundão está perto de completar 3 anos e burocracia continua travando ações para minimizar a tragédia Geral - Foi celebrado, no dia 25 de junho de 2018, um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) entre a Samarco e suas acionistas, BHP Billiton Brasil e Vale, os Ministérios Públicos (Federal, do Espírito Santo e de Minas Gerais), as Defensorias Públicas (da União, do Espírito Santo e de Minas Gerais) e as Advocacias Públicas (da União, do Espírito Santo e de Minas Gerais). O acordo prevê inovações na governança defi- nida pelo Termo de Transação e Ajustamento de Conduta (TTAC) firmado entre Samarco, Vale, BHP e governos Federal e de Minas Gerais e do Espírito Santo, em 2 de Março de 2016, e busca aprimorar a participação das pessoas impactadas pelo rompimento da barragem de Fundão nos programas de reparação. As partes também concordaram em estabelecer um processo de negociação visando à eventual repactuação dos programas destina- dos à reparação dos danos, a ser discutida após o término dos trabalhos dos especialistas contratados pela Samarco para assessorar o Ministério Público (“Experts”). O diretor-presidente da Samarco, Rodrigo Vilela, reafirmou o compromisso da empresa com as comunidades e locais impactados pelo rompimento da barragem de Fundão. “A presença de diversas entidades na assinatura desse termo demonstra que há um consenso em aprimorar soluções e uma maior participação das pessoas impactadas, o que vai dar ainda mais legitimidade ao processo.” Repactuação O acordo prevê que todos os envolvidos atuarão de forma conjunta visando uma eventual repactuação dos 42 programas previstos no Termo de Transação e Ajustamento de Conduta (TTAC), assinado em março de 2016. Ao longo dos próximos dois anos, prazo previsto para a renegociação e revisão dos programas do TTAC, a Fundação Renova continuará implementando os programas já estabelecidos. Aprimoramento da governança Também está prevista a ampliação da participação das pessoas impactadas a partir da revisão da estrutura de governança preconizada no TTAC. A nova estrutura prevê a inclusão de quatro no- O Acordo extingue ações judiciais, dentre as quais a Ação Civil Pública (ACP) de R$ 20 bilhões movida pela União e Estados de Minas Gerais e do Espírito Santo. Quanto aos pedidos da ACP de R$ 155 bilhões, aqueles que já estejam contemplados pelo presente Acordo serão imediatamente extintos. O acordo também endereça a discussão acerca das garantias judiciais fixadas no valor de R$ 2,2 bilhões, trazendo, portanto, uma maior segurança jurídica para as empresas. Este Acordo está condicionado à assinatura do Governo Federal, através da Advocacia Geral da União, e está sujeito à homologação da 12ª Vara Federal de Minas Gerais.

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5junho de 2018 Secretária quer envolvimento comunitário na recuperação do Parque do Areão Fernanda Ávila, Secretaria de Meio Ambiente do município de João Monlevade, busca uma gestão voluntária participativa nas práticas de recuperação ambiental da Unidade de Conservação Parque Municipal do Areão. João Monlevade - Após a reinauguração da unidade de Conservação Parque do Areão, a gestão à frente da Secretaria de Meio Ambiente da Prefeitura de João Monlevade, compartilhada com a Agenda Verde busca a ideia da integração com os outros setores da Prefeitura, importantes parceiros do segmento empresarial e com o compromisso de uma equipe de voluntários colaboradores da cidade para defesa implacável do resgate cultural e socioambiental do parque. O Parque do Areão se localiza na centro da cidade, possui uma área de 22,44 hectares instituído pelos decretos municipais n 034/12 e 124/12, bioma da Mata Atlântica, flora Guarapuvu, Ipê, Quaresmeira e Articum. Fauna predominante macaco sagui, Gavião Carijó, Seriema, Maitacas, Coruja, Morcego. Tipologia e recurso hídrico presença de afloramento e nascentes. “São várias expectativas que devemos nortear e orientar a recuperação ambiental desta área degradada, no que evidencia que o parque sofre com o vandalismo e maus hábitos com destaque para queimadas neste período crítico de seca”, revela a secretária Fernanda Ávila. A Secretaria de Meio Ambiente, com importantes parcerias ambientais, tem a oportunidade de debater sobre os problemas ambientais do Parque, apontando ideias e soluções para assegurar o entendimento do processo de degradação que permitirá o estabelecimento de téc- nicas de recuperação. Como reflexo, de forma inédita, aconteceu o primeiro ciclo do projeto de revitalização celebrado no dia 9 de junho de 2018, um evento forte e representativo, I Ecociclismo e Ecocaminhada com início dos trabalhos de recuperação do parque, atingindo um público aproximado de 600 pessoas com o objetivo de unir parceiros e engajamento da sociedade para conhecer o local a ser recuperado. “Fizemos um evento que defende um modelo de gestão compartilhada de alegria e convivência embasada no respeito ao parque, um patrimônio de todos e de responsabilidade de todos também”, comenta Fernanda. A Secretaria disse que estará sempre com sua bandeira ambiental em alto mastro, com atuação aguerrida e participativa na luta pelo processo de recuperar esta unidade de conservação: “mas gostaríamos que toda população assumissem junto a secretaria esse compromisso público e participativo de fazer um movimento ambiental”, conclama. Fernanda declara que a questão é que cada cidadão deve assumir junto a secretaria o compromisso de cuidado com Parque Municipal, na recuperação, revitalização, conservação, preservação e o mais importante, a inclusão de cada um para minimizar o impacto ambiental de degradação que a área protegida sofre: “não podemos ser testemunhas mudas de gravíssimos problemas ambientais praticados no Parque”, completa. Equipe da Bikezone Brasil junto a Secretária Municipal de Meio Ambiente, Fernanda Ávila e a prefeita Simone durante evento no Parque do Areão. Túlio Arcanjo da Bikezone Brasil e Rafael Queiroz do CREA Júnior, com Fernanda Ávila – Parceria para recuperação do parque Projetos Em destaque, como segundo ciclo do projeto, para os conceitos e procedimentos para recuperação da área degradada previamente estabelecido com a coordenação da Secretaria em parceria com a instituição Crea Júnior na inserção de: • Composteira • Plantio de espécies nativas do bioma • Criação e capacitação de brigadistas voluntários. Voluntários Quem quiser participar e ou apresentar sugestões basta entrar em contato com a Secretaria de Meio Ambiente – 31-3852-3151 ou 98766-5039. E-mail:joaomonlevade.creaminasjr@gmail.com ou arquivo.smma@hotmail.com “Somente com essa visão administrativa, socioambiental e voluntária podemos revolucionar o Parque do Areão e transformá-lo num Espaço Educador Sustentável”, concluiu a secretária.

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6junho de 2018 Mundo declara guerra ao canudo plástico, vilão do meio ambiente Um vídeo de biólogos retirando um canudo de dentro da narina de uma tartaruga marinha na Costa Rica talvez seja o símbolo máximo do prejuízo desse pequeno objeto para o ecossistema Geral - Quantos canu- tados, se desintegram em seu uso. A lei ainda preci- tras opções já vêm sendo todo o lixo plástico en- a humanidade e nos per- dos plásticos você já pequenas partículas, que sa ser aprovada pelo pre- usadas, como canudos de contrado no mundo, os mitiu um avanço conside- usou em sua vida? chegam aos oceanos e feito Marcelo Crivella. metal, de vidro e até co- canudos ainda represen- rável de desenvolvimento. Nos Estados Unidos, são acabam engolidas pelos Quem descumpri-la, po- mestíveis. tam um desafio. Não devemos vilanizá-lo. 500 milhões por dia. animais. derá pagar multa de até Na Espanha, por exem- Segundo dados da ONG O problema é o destino Mas quem paga essa con- Um vídeo de biólogos R$ 3 mil, valor que pode plo, um grupo de amigos Ocean Conservancy, se- que damos ao plástico. ta é a natureza. retirando um canudo de ser multiplicado em caso criou um canudo comes- diada nos Estados Unidos, Não adianta nada proibir A vida útil de um canudo dentro da narina de uma de reincidência. tível, biodegradável e re- foi o 7º item mais coleta- determinado objeto, se a é de, em média, quatro tartaruga marinha na Iniciativa semelhante tra- ciclável. Feito de açúcar, do nos oceanos em todo o população não tem alter- minutos – tempo sufi- Costa Rica talvez seja o mita na Câmara Munici- gelatina bovina e amido mundo no ano passado. nativas. O caminho para ciente para você termi- símbolo máximo do pre- pal de São Paulo. O proje- de milho, o Sorbos pode O biólogo Cláudio Gon- um mundo com menos nar sua bebida. juízo desse pequeno ob- to, de autoria do vereador vir aromatizado em sete çalves Tiago, professor do plástico vai se dar por edu- Só que, feitos normal- jeto para o ecossistema. Reginaldo Tripoli (PV), sabores diferentes (limão, Centro de Biologia Marinha cação, não por proibição. mente de polipropileno Agora, o mundo decla- também busca banir o uso lima, morango, canela, (Cebimar) da Universidade Precisamos ensinar as pes- ou poliestireno, materiais rou guerra ao canudo de do canudo plástico dos maçã verde, chocolate e de São Paulo (USP), chama soas como descartar esses que não são biodegradá- plástico. No Brasil, o mu- estabelecimentos comer- gengibre) mas, segundo atenção para a necessida- objetos e pressionar por veis, eles demoram até nicípio do Rio de Janeiro ciais da cidade. seus inventores, não alte- de de educar a população novas tecnologias biode- 200 anos para se decom- pode se tornar a primeira Em meio à busca por al- ra o gosto da bebida. para o uso do plástico. gradáveis”, diz. por. Pior: quando descar- cidade brasileira a proibir ternativas ao plástico, ou- Respondendo por 4% de “O plástico revolucionou Fonte: BBC Brasil Intervenção urbanística evita erosões e melhora permeabilidade do solo O plantio de grama, realizado no Ana Margarida e no Residencial Santo Antônio, contribui com o meio ambiente e melhora o aspecto visual dos bairros Santa Bárbara - A Prefeitura de Santa Bárbara realizou mais uma obra de intervenção urbanística. Após o plantio de grama no bairro São Francisco, agora os beneficiados são o Ana Margarida e o Residencial Santo Antônio. O plantio de grama, tipo esmeralda, realizado pela Secretaria de Meio Ambiente e Política Urbana, tem o objetivo de evitar erosões e proporcionar melhora na permeabilidade do solo. Além disso, essa intervenção diminui o escorrimento superficial e, por consequência, os efeitos de enxurradas, proporcionando um aspecto visual mais bonito, imprimindo conforto e segurança para a população.

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7junho de 2018 São Domingos do Prata recebe atividades ambientais durante o mês de junho Uma Expedição Ambiental à Nascente do Rio Prata em parceria com diversas instituições do município foi um dos pontos altos durante as comemorações do mês do Meio Ambiente em São Domingos do Prata. São Domingos do Prata - A Secretaria do Meio Ambiente da Prefeitura Municipal de São Domingos realizou atividades alusivas às comemorações do Mês do Meio Ambiente. Segun- do o secretário de meio ambiente, o engenheiro sanitarista e ambiental, Adelson Vieira da Silva Soares, neste ano, o cronograma de atividades contemplou palestras e dinâmicas nas escolas, passeios ecológicos nas unidades de conservação ambiental municipais, ginástica ao ar livre, caminhada ecológica, oficinas de artesanato, de reciclagem e de compostagem caseira e a Expedição Ambiental à Nascente do Rio Prata em parceria com diversas instituições do município. O projeto culminou com a entrega da premiação do 2° Concurso de Desenho, Slogan e Produ- ção de Texto em prol da Educação Ambiental em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esporte sendo o público-alvo todos os alunos das escolas da rede municipal, estadual e particular e a sociedade civil. O tema proposto para este ano foi: ÁGUA: FONTE DE VIDA, sendo 9 categorias de premiação e o primeiro lugar de cada categoria foi agraciado com uma bicicleta. Já no dia 30 de Junho aconteceu a 1ª Ação Cívico Social de São Domingos do Prata – Aciso, na Praça Dr. José Matheus de Vasconcelos Praça da Matriz, fruto da parceria entre a Polícia Militar de Minas Gerais, Prefeitura Municipal e Escolas Municipais e Estaduais. Aconteceu um momento cívico e a prestação de serviços à comunidade tais como emissão de carteiras de identidade, corte de cabelo, apresentações artísticas e culturais, saúde na praça, entretenimento para as crianças entre outras atividades. Perdas de água crescem e comprometem setor Abes alerta para a falta de investimento na área de saneamento Geral - As cidades brasileiras registram aumento do desperdício de água. Levantamento realizado a partir dos dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) de 2016 mostram que as perdas chegaram a 38,1% depois de pouca variação - de 36,7% para 37%, registrada entre 2012 e 2015. “A falta de uma política nacional para o saneamento está comprometendo o sistema de abastecimento dos municípios brasileiros. As perdas deveriam ter viés de baixa, mas essa alta reflete a falta de investimentos no setor”, aponta o engenheiro Luiz Pladevall, presidente da Apecs Redes e tubulações antigas não suportam a pressão cada vez maior da água e se rompem (Associação Paulista de Empresas de Consultoria e Serviços em Saneamento e Meio Ambiente) e vice-presidente da ABES-SP (Associação Brasileira de Engenharia Sanitá- ria e Ambiental). Redes antigas Pladevall acredita que esse panorama não deve mudar nos próximos anos diante da falta de recursos financeiros destinados ao setor. Ele explica que a maioria dos municípios brasileiros convive com tubulações antigas, muitas vezes com mais de 70 anos, e estão sujeitas a rompimentos sob qualquer alteração de pressão. “Se os governos não tomarem atitudes urgentes, vamos regredir e desperdiçar dinheiro público jogando água fora”, ressalta o dirigente. Desperdício Segundo um estudo realizado pelo Instituto Trata Brasil, o país perdeu R$ 10,6 bilhões em 2016 por conta do desperdício. O valor corresponde a 92% de todos os recursos investidos em saneamento (R$ 11,5 bilhões) no mesmo ano. “Um planejamento adequado poderia muito bem reverter essa tendência de perda. Mas os governos, em todas as esferas, relutam em priorizar o saneamento”, ressalta o dirigente. Mapa de rede O presidente da Apecs lembra da necessidade de um cadastro técnico preciso da localização das tubulações e de todo o sistema de abastecimento, um mapa, para garantir uma boa gestão e redução de perdas. Segundo ele, isso é possível com a implantação de Distritos de Medição e Controle (DMCs), agilizando a atuação em caso de rompimentos e da melhoria da operação dos sistemas.

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8junho de 2018 Projeto ambiental é reconhecido pelo Prêmio Mineiro de Boas Práticas Inovador, o projeto “Cemitério Vertical Público Biosseguro” foi selecionado pela AMM, por sua representatividade e relevância no eixo ambiental da premiação Belo Horizonte - O prefeito, Leris Braga recebeu na noite do dia 20 de junho, durante o 35º Congresso Mineiro de Municípios, mais uma honraria no cenário estadual, com o projeto Cemitério Público Vertical Biosseguro. Segundo a assessoria de comunicação da prefeitura de Santa Bárbara, a honraria é mais um reconhecimento à quebra de paradigmas e ao novo modelo de gestão santa-barbarense, bem como ao trabalho e empenho dos servidores em desenvolver projetos inovadores, que promovem tecnologia e sustentabilidade, diminuindo o impacto sobre o planeta e contribuindo para a qualidade de vida da atual e futuras gerações. Na ocasião, também estiveram presentes no 35º Congresso Mineiro de Municípios, os secretários Marcos José Felisberto (Obras e Vias O prefeito, Leris Braga recebeu mais uma honraria no cenário estadual com o projeto Cemitério Público Vertical Biosseguro Públicas) e Juliano Cezar Nascimento Xavier (Meio Ambiente e Política Urbana), e equipe, diretamente ligados ao desenvolvimento do projeto, construção e manutenção do cemitério biosseguro, pioneiro, primeiro público do Brasil e único nesses moldes em Minas Gerais. Prêmio Mineiro de Boas Práticas Em sua oitava edição, a premiação é realizada pela Associação Mineira de Municípios (AMM) e congratulou projetos destaques, que configuram boas práticas de gestão municipal, nos eixos Economia, Educa- ção e Meio Ambiente. Cemitério Vertical Público Biosseguro O projeto Cemitério Vertical Público Biosseguro apresenta a obra pioneira de Santa Bárbara. Ao todo, o espaço de menos de 100m² comporta 265 gavetas, distribuídas em sete andares e com duração superior a 50 anos. As peças não possuem emendas e têm como matéria-prima a fibra de vidro e garrafa pet. Cada túmulo construído corresponde a 167 garrafas a menos no meio ambiente. Além disso, o sistema rotativo de gavetas resolve a necessidade de novas sepulturas, com o avançar dos anos. Os corpos ficam nesses lóculos por três anos, e, na sequência, são depositados em um ossuário. Nesses moldes de sepultamento, 7.950 litros de necrochorume in natura, produzidos na decomposição, de cada corpo, deixam de ser lançados no meio ambiente.

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9junho de 2018 São Gonçalo promove campanha de recolhimento de lâmpadas queimadas São Gonçalo do Rio Abaixo - O Senai e a Prefeitura de São Gonçalo do Rio Abaixo, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, estão promovendo uma campanha de recolhimento de lâmpadas queimadas. A iniciativa é uma das ações do mês do Meio Ambiente, comemorado em junho, e visa conscien- tizar a população para a importância da preservação ambiental e cidadania. As lâmpadas queimadas de residências, empresas, comércios e outros locais devem ser depositadas no posto de coletas disponível no Senai São Gonçalo que, posteriormente, as encaminhará à Secretaria de Meio Ambiente para que seja feito o descarte adequado. Passeio ecológico em unidade de conservação Palestras, exposição e plantio de mudas nas escolas marcam semana do meio ambiente de Catas Altas Caminhada ecológica no Parque Natural Municipal “Elci Rolla Guerra” São Domingos do Prata - Na manhã do dia 12 de junho os usuários do Centro de Atenção Psicossocial - CAPS de São Domingos do Prata participaram de uma caminhada ecológica na unidade de conservação Parque Natural Municipal “Elci Rolla Guerra”, também conhecida como Mata da Cerâmica. A atividade foi proposta durante o Mês do Meio Ambiente pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde e atendendo ao Programa CAPS FORA DO CAPS. Na ocasião os usuários pu- deram receber instruções dos servidores do Viveiro de Produção de Mudas do Instituto estadual de Flo- restas - IEF que opera em parceria ambiental com Prefeitura Municipal de São Domingos do Prata. Programação envolveu alunos de três escolas do município Catas Altas - Palestras sobre queimadas, exposição e plantio de mudas foram as atividades programadas para a semana do meio ambiente de Catas Altas que aconteceu de 4 a 7 de junho nas escolas municipais. A programação envolveu alunos da UMEI, da Agnes Pereira Machado (1º ao 5 ano) e da João XXIII, no Morro D’Água Quente (Educa- ção Infantil ao 9º ano) que participaram ativamente das atividades. As atividades foram realizadas em parceria com as empresas Vale, Onix e Polícia Militar Ambiental.

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10junho de 2018 Brasil desclassificado na Copa do Mundo de Saneamento Básico Em 2018, se o critério de classificação do mundial fossem as condições sanitárias, o Brasil seria eliminado nas oitavas de final. Japão seria o campeão Geral - Se a Copa do Mundo fosse uma competição que levasse em consideração as condições de saneamento básico, o Brasil não passaria das oitavas de final. Esta é a conclusão do levantamento “Copa do Mundo do Saneamento”, realizado pela ABES – Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental –, comparando as condições sanitárias entre todos os países que participarão do mundial na Rússia, a partir de 14 de junho, tal qual estão dispostos na tabela da Copa (do lado). O estudo foi feito com base em dados do Programa de Monitoramento Conjunto para o abastecimento de água e saneamento – UNICEF e Organização Mundial da Saúde (OMS) – WHO/ UNICEF JMP – Definição de Acesso à água potável: disponível aqui e Gestão Segura dos Serviços de Saneamento. O JMP considera satisfatórias as condições de saneamento a partir de um conjunto de itens, como: Água: ligações domiciliares, Poços Artesianos, Captação, armazenamento e utilização de água da chuva, dentre outros; E para o Saneamento: a existência de vaso sanitário, sistema de coleta de esgoto (coleta, bombeamento, tratamento e disposição final adequada) e fossa séptica, entre outros. Brasil No Brasil, 32 milhões de pessoas não têm acesso adequado ao abastecimento de água (rede geral de abastecimento), 85 milhões de brasileiros não têm acesso adequado ao esgotamento sanitário (rede coletora nas zonas urbanas e rede coletora ou fossa séptica nas zonas rurais), 134 milhões não têm os esgotos de suas casas tratados e 6,6 milhões não têm nem sequer banheiro. “Apesar de avanços, ainda temos muitos desafios para a universalização e muito debate ainda a ser feito, como, por exemplo, a Revisão do Marco Legal do Saneamento, para a qual o governo federal quer propor uma medida provisória sem ampla discussão com o setor”, ressalta Marcio Gonçalves, presidente da Seção São Paulo da ABES (ABES-SP). Brasil em campo O Brasil caiu em um grupo privilegiado e foi o país com menor indicador (68,0%) a passar para as oitavas de final, após superar Costa Rica (50,0%) e Sérvia (57,5%) no Grupo E. Apesar de não ter terminado em primeiro do grupo, que teve liderança isolada da Suíça (99,5%), apresentou um desempenho melhor que o da Copa do Saneamento de 2014, onde foi eliminado já na fase de grupos. Países com melhores indicadores como Egito (79,5%), Austrália (87,0%), México (71,5%), Suécia (96,0%) e Tunísia (83,5%) não tiveram a mesma sorte no sorteio dos grupos e acabaram ficando para trás na fase de grupos mesmo. Importante destacar que o Brasil é o país com a maior população a disputar o campeonato e um dos maiores em área territorial, dois elementos cruciais no desafio da universalização do saneamento. Samurais azuis campeões O Japão (99,5%), líder do grupo H, fez uma campanha impecável e conquista o título mesmo tendo encontrado grandes desafios pelo caminho. Superou a Bélgica (98,5%) nas oitavas de final, Coreia do Sul (99,0%) nas quartas de final, Espanha (98,5%) na semifinal e encontrou seu maior oponente na final com a Suíça (99,5%), única partida que terminou empatada e teve que ir para o critério de desempate (população x cobertura) da Copa do Saneamento da ABES de 2018. O grupo da morte O Grupo F apresenta a maior média dos indicadores (91,0%), uma disputa acirrada: Alemanha (97,5%), campeã da Copa do Saneamento da ABES 2014, Coreia do Sul (99,0%), uma das seleções favoritas deste ano e algoz do Brasil nas oitavas de final, Suécia (96,0%) e México (71,5%), que em 2014 eliminou o Brasil no Grupo A, mas acabou sendo eliminado pela Espanha nas oitavas de final. Desempenho da América Latina Apenas dois países da América Latina avançaram para as oitavas de final: Brasil e Uruguai. Porém, ambos ficaram ali mesmo, sendo desclassificados pela Coreia do Sul e Arábia Saudita, respectivamente. Desempenho africano Os países da África não conseguiram passar da fase de grupos, o que evidencia o quanto é necessário evoluir nos ser- viços de água e esgoto no continente. Ásia/Oriente Médio Três países conseguiram passar da fase de grupos: Arábia Saudita (Oriente Médio), Coreia do Sul e Japão. Este último leva o troféu da Copa do Saneamento da ABES 2018. Europa A Europa manteve sua hegemonia no campeonato – 11 dos 16 países que chegaram nas oitavas de final são do velho continente – e garantiu ainda três presenças entre os quatro melhores. Os 4 melhores de 2018 x os 4 melhores de 2014 Nenhum dos países que chegaram até a semifinal em 2014 conseguiu repetir este feito. Alemanha, campeã em 2014, deu azar e caiu nas oitavas de final frente a Suíça. França, vice campeã em 2014, chegou às quartas de final, mas não conseguiu superar a Espanha. Holanda não participa da Copa este ano e Inglaterra foi eliminada pela Suíça nas quartas de final. O Japão, que em 2014 havia sido eliminado pela Holanda nas quartas de final, conquista o título de campeão este ano. A Suíça, que no torneio anterior havia sido eliminada pela Alemanha, neste ano consegue a revanche e manda os alemães pra casa mais cedo. A Espanha conquista o terceiro lugar este ano; em 2014 havia sido desclassificada pela Inglaterra nas quartas de final. E a Dinamarca, que não havia participado da edição de 2014, conseguiu chegar até a semifinal este ano.

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11junho de 2018 Com novas tecnologias Cenibra previne e monitora incêndios Geral – Um dos principais inimigos que ameaça o patrimônio da Cenibra é o fogo. Diante dessa ameaça, que é constante, principalmente no período das secas. Diante do fato, a Cenibra, como todos os anos, iniciará em julho sua campanha anual de prevenção e combate a incêndios florestais. Detentora de experiências na mobilização das comunidades onde atua, por meio de mensagens de conscientização, a Cenibra busca alertar sobre os prejuízos das queimadas para o meio ambiente e para a sociedade. Nas mensagens é lembrado que, além de prejudicar a biodiversidade das áreas, impactar na qualidade do ar e saúde, praticar queimadas é crime. Uma prática comum na zona rural, o uso do fogo (queimada) para limpeza do solo, pasto ou plantação, deve respeitar os critérios determinados por lei (recomendações do IEF), sem comprometer a terra e os recursos naturais. Contudo, é fundamental estar atento à legislação ambiental, no que diz respeito ao Incêndio Florestal. Legislação A Lei n. 9.605 /98, que dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, em seu artigo Aceiros são práticas que contribuem para a prevenção da propagação de incêndios florestais 41 tipifica como crime contra a flora, a conduta de provocar incêndio em mata ou floresta. Art. 41. Provocar incêndio em mata ou floresta: Pena - reclusão, de dois a quatro anos, e multa. Parágrafo único. Se o crime é culposo, a pena é de detenção de seis meses a um ano, e multa. Aprimorando sistemas A Cenibra vem colocando em primeiro plano as melhorias no sistema de proteção patrimonial da empresa, principalmente em prol da segurança dos seus ativos ambientais e plantios. Segundo informaram ao Tribuna, parte desse aperfeiçoamento foi a implantação de novas tecnologias para a prevenção e combate a incêndios florestais nos 54 municípios de atuação da Empresa, cobrindo uma área de aproximadamente 250 mil hectares - sendo 51% de plantio; 41% de preservação permanente, reserva e floresta nativa; 7% de infraestrutura. Iniciado em 2015, na região de Belo Oriente, e após excelentes resultados, o sistema foi expandido para as demais Regionais. Os investimentos no monitoramento de alta precisão propiciaram ainda novas condições de trabalho aos empregados no que diz respeito a ergonomia e conforto. Telefone 0800 A Empresa disponibiliza às comunidades um telefone gratuito para receber informações sobre incêndios florestais: 0800 283-1291. Após receber a ligação, uma equipe da Empresa verifica a veracidade das informações e toma as devidas providências. Operando 24 horas por dia, a Central de Monitoramento possui profissionais capacitados, que dispõe de monitores com várias telas simultâneas mostrando diversos pontos das florestas e o apoio de uma equipe de observadores de campo, treinada, que faz rondas terrestres e está preparada para atuar na contenção do fogo quando a situação exige, além da brigada que está sempre a postos. Nesse aspecto, o sistema trouxe também ganhos em segurança, pois a equipe de campo passou a ter informações mais precisas para atuar de forma mais adequada na contenção, quando necessário. Além da proteção patrimonial e do meio ambiente com o combate a incêndios, outras possibilidades estão sendo identificadas com o uso do sistema. É possível, por exemplo, identificar ataques de insetos, como a do percevejo bronzeado que muda a coloração da vegetação, facilitando a identificação da área atingida por pragas. ArcelorMittal reforça Brigada de Incêndios João Monlevade - A ArcelorMittal possui uma Brigada de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais em tempo integral. No segundo semestre de cada ano, período de seca na região, há um reforço neste trabalho com a contratação de uma equipe adicional para atuação no entorno da Usina de Monlevade, principalmente na Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN). Além do combate quando o incêndio é iniciado, o trabalho de prevenção é importante e, nesta linha, a empresa vem reforçando o cercamento das suas áreas, a abertura de aceiros e também realizando campanhas de conscientização. Segundo informou a assessoria de comunicação da empresa, um dos trabalhos realizados é o monitoramento das áreas, que é feito in loco pela Brigada, além da orientação à comunidade do entorno para que a mesma acione a empresa no caso de incêndio florestal no entorno da Usina pelo telefone 3859-1444. “Reforçamos a importância da preservação do meio ambiente como condição fundamental para a qualidade de vida e a sustentabilidade de uma região. Por mais que as autoridades, as empresas e outros setores da sociedade empreendam esforços na prevenção e no combate, a contribuição individual do cidadão é de extrema importância para evitarmos danos, muitas vezes permanentes, às nossas florestas. Danos esses que comprometem a fauna, a flora e os recursos hídricos”.

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12junho de 2018

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