Textos verbais e não verbais da nossa turma

 

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Textos e imagens produzidas pelos alunos do 7ºA da Escola Secundária com 3ºCEB Cristina Torres - AE Figueira Norte no âmbito das disciplinas de Português e Educação Visual.

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Escola Secundária com 3º CEB de Cristina Torres 7ª A Trabalhos elaborados no âmbito das disciplinas de Português e Educação Visual Ano Letivo: 2017-2018

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À semelhança do início da obra O Cavaleiro da Dinamarca, de Sophia de Mello Breyner, apresenta a tua cidade, de acordo com as estações do ano. “Figueira da Foz de acordo com as estações do ano” Figueira da Foz é uma cidade no litoral de Portugal. Nesta cidade, os INVERNOS são frios por ação dos ventos marítimos, mas não como noutras cidades situadas fora desta zona temperada; por exemplo, não neva, nem se registam temperaturas muito baixas, mas, por vezes, há fortes precipitações e algum nevoeiro. Na PRIMAVERA, pode haver dias mais quentes ou mais frios, podemos observar flores de todos os tamanhos e feitios, árvores com as suas folhas já renovadas, cheias de brilho. Embora na Figueira haja zonas verdes todo ano, como as Abadias, nesta altura, a nossa cidade fica mais verdejante e alegre. No VERÃO, os céus voltam a ficar azuis, as pessoas ficam com um sorriso rasgado no rosto, porque tempo de verão é tempo de férias. É tempo de praia, de mar, de calor. Até porque a nossa praia é uma das mais procuradas, tanto por portugueses como estrangeiros, devido à beleza estonteante da cidade e à extensão do areal. No OUTONO, a Figueira enche-se de árvores cor de laranja; no ar sente-se o cheiro a castanhas assadas... é tempo de se festejar o S. Martinho. Tempo da volta às aulas e de voltar a ver os nossos amigos. E assim é a nossa cidade da Figueira da Foz, nas diferentes estações do ano. Maria Rodrigues, nº 18

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NA MINHA PRAIA Existem praias belas, Com o seu cheiro a maresia E areias amarelas, Descritas nesta poesia. Tantas conchas coloridas, Tantas algas compridas... Uma só qualidade diferente, O vento sopra de Este E torna o ar agreste. As altas ondas tomam o mesmo sentido E fazem esvoaçar o meu vestido. As dunas douradas pelo sol Convidam ao descanso merecido. Como se tocada pelo Cupido, Adormeço num sonho indefinido. São muitas as brincadeiras na praia, Mas nadar é o que mais gosto, Sentir o sal no rosto, No alegre mês de agosto. Adoro fazer castelos na areia, Resultam sempre de uma inesperada ideia, Muita paciência e concentração Acabam em grande satisfação. Ao longe avisto barcos enormes, Que rasgam o mar sem medo. Dentro vão os destemidos pescadores Para os quais a faina não tem segredo. Será que já viram sereias, Tartarugas ou baleias? Na minha praia, Existe calor, água salgada e diversão, Anseio pela chegada do verão E por dar largas à minha imaginação. Ana Dias, nº 2

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NA MINHA PRAIA... A minha praia Encontra-se num lugar Que não é deste mundo! É que para lá se entrar Precisamos de a imaginar... Na minha praia, Posso brincar, saltar, mergulhar... Mas também Posso refletir, escutar e amar... Na minha praia, Toda a gente é feliz E não se pode tolerar a malquerença, Corta-se o mal pela raiz. Na minha praia, O mar é puro e limpo, Tem uma cor tão dourada Que parece que se está no Olimpo. Raquel Cachulo, nº 23

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Daniel Abreu Nº 4

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TEXTO DESCRITIVO Hotel Maravilha Este hotel fica perto de umas pistas de ski, junto a um lago que é património nacional. Este hotel é recente e o seu edifício é composto por duas partes ligadas. Os seus quartos são espaçosos e confortáveis, com sala de banho privativa e uma varanda espetacular para apreciar o nascer e o pôr do sol. Também, se quiser fazer várias atividades, como ir à sala de vídeo ver filmes num ecrã gigante, uma sala de TV onde pode assistir a atividades desportivas e uma magnífica discoteca isolada acusticamente para não perturbar os outros hóspedes. Se quiser exercitar o seu músculo, pode ir ao ginásio, e para descansar, temos a sauna. No fim do dia, pode ir a uma sala de restaurante que é ampla e agradavelmente arranjada, com iguarias regionais extremamente fantásticas. Tomás Costa, nº 30

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TEXTO DESCRITIVO Hotel 4 estrelas Este maravilhoso hotel encontra-se situado junto das famosas pistas de Ski dos Alpes. Com uma belíssima e recente construção, é composto por dois edifícios interligados. Os quartos são espaçosos e muito confortáveis. Em cada quarto pode disfrutar de casa de banho privativa com banheira de hidromassagem e ainda uma varanda com umas lindíssimas vistas para as pistas de ski. Para disfrutar dos melhores filmes, tem também uma sala de vídeo com ecrã gigante e sala de TV, uma discoteca com os melhores êxitos do ano, magnífica e isolada acusticamente. O hotel dispõe também de ginásio e sauna onde poderá manter a linha depois de degustar a melhor gastronomia da região numa sala de restaurante ampla e agradavelmente acolhedora. Iker Rodrigues, nº 8

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Leticia Cachulo Nº14

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APRECIAÇÃO CRÍTICA A obra História de uma Gaivota e do Gato que a ensinou a voar, de Luís Sepúlveda, é uma história fantástica que todos deveriam ter a oportunidade de ler. Eu, simplesmente, adorei! Gostei de estudar esta obra por diversos motivos. Um desses motivos está relacionado com o facto do livro chamar a atenção para a despreocupação do ser humano em relação ao MEIO AMBIENTE. Outra razão foi poder constatar a DETERMINAÇÃO do Gato Zorbas para ajudar a pequena gaivota Ditosa e a PREOCUPAÇÃO que todos os gatos tinham com ela. Por último, achei piada à LINGUAGEM, por exemplo os “trocadilhos” do Barlavento por causa da dificuldade em pronunciar “enciclopédia” e expressões como “Porca miséria” do Colonello e do Secretário sempre a “tirar-lhe os miados da boca”. Como podem ver é uma ótima história que aconselho vivamente todos os jovens leitores a lerem. Diogo Grilo, nº 7

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APRECIAÇÃO CRÍTICA Gostei de ler a História de uma Gaivota e do Gato que a ensinou a Voar, de Luís Sepúlveda Este livro transmite-nos muitas mensagens. Uma dessas mensagens é, por exemplo, sabermos AMAR, RESPEITAR E APRECIAR UM SER DIFERENTE, Tal como Zorbas disse: “É FÁCIL ACEITAR OS QUE SÃO IGUAIS A NÓS, MAS É DIFÍCIL ACEITAR OS QUE SÃO DIFERENTES DE NÓS”. João Oliveira, nº 26

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O SER HUMANO NÃO RESPEITA AS OUTRAS ESPÉCIES DE ANIMAIS. Num breve texto, expõe a tua opinião em relação à afirmação apresentada. Eu concordo com a afirmação de que o ser humano não respeita as outras espécies, pois um dos grandes exemplos é a POLUIÇÃO MARINHA. A poluição marinha, que é caracterizada pela presença de lixos e poluentes líquidos nas águas dos mares e oceanos, é fruto da atividade humana. As principais causas da poluição marinha são o petróleo e outros produtos químicos que chegam às águas dos oceanos, quando ocorrem vazamentos em navios, por exemplo. Também o lixo que as pessoas deixam nas praias e sobre tudo os plásticos são arrastados para o mar. Devido à negligência humana e à falta de responsabilidade criam-se vários problemas para o meio ambiente. Um deles é a CONTAMINAÇÃO dos animais marinhos, pois ingerem o lixo que está no mar, julgando que é comida, contaminação essa que entra na cadeia alimentar e acaba por afetar o próprio ser humano. Também os pássaros que se alimentam de peixe contaminado acabam por ser afetados pela poluição. Afetando os oceanos, afetamos todo o PLANETA, pois os oceanos são parte vital para a sobrevivência de grande parte das espécies, incluindo a humana. As pessoas deviam começar a preocupar-se com o mal que estão a provocar, pois RESPEITAR as outras espécies é respeitar-nos a nós próprios. Maria Inês Silva, nº 16

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Danilo Nº5

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A obra O Cavaleiro da Dinamarca, de Sophia de Mello Breyner é muito interessante. O Cavaleiro faz uma viagem difícil e perigosa, mas cumpre a promessa feita à família e regressa a casa passado muito tempo. Durante a sua viagem, O Cavaleiro ouviu outras histórias. Uma dessa histórias foi a de Vanina e Guidobaldo passada em Veneza. Com esta história aprendemos a ser corajosos e solidários. Tiago Costa, nº 26

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Ana Dias Nº2

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Texto narrativo com descrição UMA VIAGEM Certo dia, numa tarde de verão, estava eu a viajar de carro para........, precisamente, PARIS. Durante a viagem, vi uma paisagem particularmente bela. Observei montes, campos verdes, rebanhos e pastores sob a cor de um pôr do sol alaranjado como a cor do fogo. No dia seguinte, já em a Paris, fui explorar a cidade mais tecnológica do mundo, onde os carros flutuavam pelas estradas. Era uma cidade rica e fascinante. Os hotéis eram luxuosos e a única coisa que se ouvia era as vozes das pessoas a falar enquanto passeavam. Posteriormente, fui até ao centro de Paris para ver a magnífica Torre Eiffel, com mais de 50 andares, e, por incrível que pareça, era possível subi-la através de um elevador. Em cada andar, havia lojas, restaurantes, quiosques, bibliotecas... E, no meio disto tudo, uma bela fonte de água sussurrava no topo da torre. No fim de uns dias de tecnologia e beleza, regressei para a minha terra natal, cansado, mas completamente feliz. Tomás Monteiro, nº 28

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