Revista A Voz da Paróquia - Junho de 2018

 

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Noticias da Paróquia Nossa Senhora do Bom Sucesso de Guaratuba-Paraná

Popular Pages


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Ano IV | Junho 2018 | Nº 49 Ano Nacional do Laicato Santos Juninos JUNHO - Santos Juninos Programa Voz da Paróquia FM 87,9 de segunda a sexta feira das 17:30 as 18:00 hs

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E ditorial Junho “Eu sou uma voz que clama no deserto. Preparai o caminho do Senhor”. (Jo. 1,23) Olá queridos(a) paroquianos, fié is leigos e leigas, devotos de N. Sra. Bom Sucesso. Estamos iniciando o mê s de junho. Um mê s todo especial para nó s comprometidos com a Evangelizaçã o em nossas comunidades e preparando para as festas dos Padroeiros, e festejos juninos. As alegrias que este mê s nos traz, por este Brasil afora. Nã o esquecendo, na 1ª sexta feira, e no sá bado, festejamos os sagrados coraçõ es de Jesus e Maria. Coraçõ es que nos amam e permanecem conosco. Em seguida, festejamos Santo Antonio, Sã o Luiz Gonzaga, Sã o Joã o Batista e Perpétuo Socorro. Nossas comunidades estã o entusiasmadas preparando com alegria suas festas na parte espiritual, como social, sendo assim um espaço de encontro e lazer entre as famıĺ ias, principalmente para as crianças com as danças da quadrilha e outras atraçõ es. Também o nosso ato social, nossa participaçã o, no Dia nacional do Combate à s Drogas. Nossa defesa e conscientizaçã o a respeito a vida saudável e nã o as drogas, a violência contra o ser humano, jovens e crianças, principalmente. 'Sã o Joã o, Sã o Joã o vem me dar a sua mã o... Sã o Joã o, Sã o Joã o vem me dar o seu bordã o... Sã o Joã o, Sã o Joã o, vem me dar o seu Jordã o'. Nos alegramos imensamente pela dimensã o da espiritualidade proporcionada à vivermos intensamente este mês de junho, caminhando juntamente com leigos e leigas, como sal da terra e luz do mundo, na esperança de que Cristo, seja tudo em todos. Já nos preparando para a grande festa do “Divino Espıŕ ito Santo e da Santıś sima Trindade”. Os foliõ es já estã o fazendo as visitas em toda a nossa regiã o, levando as bandeiras cantando e rezando nas famıĺ ias. A festa, será de 06 a 15 de julho. Preparemos-nos para esse grande evento religioso e social. Pe. Roque C.Ss.R. Índice 03 Junho 03 Aconteceu... na Catequese! 04 Dia Mundial das Crianças, Vítimas de Agressão 04 Aconteceu... 05 Dia Mundial do Meio Ambiente 06 São Marcelino Champagnat 07 São José de Anchieta 08 Trabalho Infantil 09 Dia dos Namorados 11 Datas e Eventos Paroquiais de Junho 11 Aconteceu... na Catequese! 12 Violência contra a Pessoa Idosa 13 Imaculado Coração de Maria 14 Santo Antônio, São João e São Pedro 15 Sagrado Coração de Jesus 15 Aconteceu... na Pastoral do Dízimo! 16 Dia do Imigrante 16 Aconteceu... 17 Nossa Senhora do Perpétuo Socorro 18 Pastoral da Criança 19 Página Infantil 20 Dicas de Saúde 21 Pastoral da Catequese 22 Liturgia e Piedade Popular 22 Aconteceu... Ano IV - Nº 49 - Junho 2018 02 Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Junho 2018 | Nº 49

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Junho E o mês do Sagrado Coraçã o de Jesus. Uma devoçã o que começou por volta do ano 1620 quando Jesus a pediu a Santa Margarida Maria Alacoque. Foi divulgada no mundo por Sã o Claudio de La Colombiere, que era diretor espiritual da Santa. Era um tempo em que havia uma perigosa heresia chamada jansenismo, que impedia os cató licos de Comungarem com frequê ncia e incutia medo de Deus nas pessoas. A devoçã o ao Sagrado Coraçã o quer mostrar um Jesus humano, misericordioso, pronto a perdoar como o Pai do filho pró digo; e que encoraja a participaçã o na Adoraçã o a Eucaristia e a receber a Sagrada Comunhã o na primeira sexta-feira de cada mês. Um Santo e Abençoado mê s de Junho a todos! Silvana Baitala Buhrer www.cancaonova.com.br Aconteceu... na Catequese! O Dia 29 de Abril, é comemorado o Aniversá rio de Guaratuba, e a Pastoral da Catequese se destacou no Desfile Cıv́ ico na Av. 29 de Abril, com seus catequisandos radiantes por participarem deste momento que mostra o respeito e o amor dedicados ao Municı́pio. A Catequista Vera Leomil falou em nome dos catequistas que " A Catequese tem o compromisso em formar o cidadã o, o Cristã o em prol da comunidade guaratubana", e agradece a todos os alunos e pais de catequisandos que participam ativamente das açõ es da Catequese. 03Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Junho 2018 | Nº 49

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Dia Mundial das Crianças, Vítimas de Agressão 4 de junho E uma incoerê ncia existir esse dia porque na realidade nã o deveriam existir crianças vıt́ imas de agressã o. Nã o deveriam existir agressores ou agressoras de crianças afinal, as crianças nã o foram feitas para serem agredidas. Criança agredida é como pé tala de flor esmagada. Fica inerte, sem açã o, estremecida e nã o tem como se recompor. O infortú nio será algo latente na sua alma pela vida afora. Criança é um ser inocente, pueril com uma grandeza de coraçã o onde nã o mora aı ́ a maldade, a ganâ ncia, a malıć ia. Seu potencial imaginativo e criativo é fabuloso onde sua fantasia inventiva nã o tem limites. Tudo é sorriso. Tudo é ternura. Tudo é pesquisa. Tudo é algo para ser descoberto. Sensıv́ el, mas ao mesmo tempo forte. Pequena, mas ao mesmo tempo grandiosa na sua determinaçã o. Destemida mas sempre à s voltas com os quais se familiariza. Os laços de afetos sã o sempre mú ltiplos, complexos, variados. Aı ́ vem um agressor e nebuliza tudo isso? Pulveriza todo esse potencial criativo de Deus? Destró i com a sua insensatez uma alma bela e graciosa projetada para a felicidade? Qual o futuro da humanidade dentro deste patamar pois dizem que agressores, ao agredirem, criam novos agressores e assim por diante. Nã o queremos agressores, queremos estimuladores da paz e da concó rdia. Queremos multiplicadores do amor e da justiça. Queremos que as crianças tenham espaço, condiçõ es, proteçã o, garantia de saú de, alimentaçã o, educaçã o e principalmente respeito, para poderem sonhar e viver no seu mundo pró prio de fantasia, pois é aı ́ que ela vai desenvolver todo o seu potencial para ser um adulto feliz. Já dizia Jesus: -“Deixem as crianças virem a mim. Nã o as proıb́ am, porque o Reino de Deus pertence a elas.” Margarida Miranda Correa Aconteceu... No dia 04.05 o primeiro encontro de jovens na Comunidade N. Sra. Aparecida em Banaze. Izabel é a coordenadora dos jovens e Erick o vice coordenador. 04 Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Junho 2018 | Nº 49

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Dia Mundial do Meio Ambiente 5 de junho A muito tempo, os temas voltados ao meio ambiente ganham espaço de discussã o em â mbito nacional e internacional. Os avan- sã o, para que juntos, encontremos estratégias que amenizem os impactos e assegurem futuras geraçõ es.“Defender e melhorar o meio ambiente para ços das ciências, e da utilizaçã o das técnicas e estu- as atuais e futuras geraçõ es se tornou uma meta dos sobre o meio natural, colocam em cheque as fundamental para a humanidade. ” (Estocolmo, açõ es humanas e os impactos desta relaçã o. 1972), pará grafo 6. Segundo Boff, a Terra está doente." E como somos, enquanto humanos també m Terra (homem vem de humus=terra fértil), nos sentimos todos, de certa forma, doentes. [...] Fomos tã o insensatos Geraçã o de Lixo nas ú ltimas geraçõ es”. Desta preocupaçã o, iniciase uma “consciência coletiva de mundo”, que se desdobram em conferências ambientais, tendo Geraçã o de Esgoto Orgâ nico Consumo de Energia como principais, as de Estocolmo, em 1972, Eco - 92 em 2002, e a Rio + 20, em 2012. Principais lıd́ eres mundiais, unem-se em torno de temas referentes à preservaçã o da natureza, desenvolvimento sustentá vel, emissã o de gases, entre Geraçã o de Ruıd́ os e Sons QUAIS OS IMPACTOS Consumo de Agua outros. Em Estocolmo durante a conferê ncia das AMBIENTAIS? Naçõ es Unidas (ONU),se instituiu o Dia Mundial do Meio Ambiente, a ser comemorado no dia 05 de junho. Tal data, é um convite para um olhar voltado aos problemas ambientais, tã o pertinentes nas Proliferaçã o de Organismos Vivos Presença de Substâ ncias Inflamá veis suas mais diferentes expressõ es, e em especial, a vida humana. Desenvolvendo debates a respeito da responsabilidade ambiental. Portanto, este tema em voga, é discutido nas mais diferentes Degradaçã o dos Aspectos Paisagıś ticos Geraçã o de Resıd́ uos Tó xicos esferas, inclusive a religiosa, ficando visıv́ el a preo- cupaçã o com a “Casa comum”, quando a Conferên- cia Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), lança a Campanha da Fraternidade 2017. “Fraternidade: Professora: Marilda F. A. Caldas biomas brasileiros e defesa da vida”, tendo como (Especialista Na Questão Social na Perspectiva lema “Cultivar e guardar a Criaçã o”, com inferênci- Interdisciplinar, Especialista em Educação ambi- as as mazelas ambientais. També m o Papa e n t al nos Espaços Educadores Sustentáveis. Atual- Francisco escreve em sua Encıć lica “Lanço um mente cursando Pós-graduação em: Gestão dos convite urgente a renovar o diá logo sobre a mane- Processos em Ed. e Inclusão e mestranda do curso: ira como estamos construindo o futuro do plane- Ciências Ambientais –UFPR-Litoral. ta. Precisamos de um debate que nos una a todos, porque o desafio ambiental que vivemos e as suas raıź es humanas dizem respeito e têm impacto sobre todos nó s”. Outros temas vem à tona, como a ecologia-termo intimamente ligado a biosfera, habitat, cadeia alimentar, produtores, poluiçã o eetc.., e os efeitos negativos da evoluçã o das sociedades e do modelo econô mico-capitalismo. Estes temas necessitam estarem em constante discus- Referências: http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2013/outu bro/ou-mudamos-ou-morremos-alerta-leonardoboff#ixzz5Fd6ewouh http://w2.vatican.va/content/dam/francesco/pdf/enc yclicals/documents/papa- francesco_20150524_enciclica-laudato-si_po.pdf http://www.campanhadafraternidade2017.com.br/te ma-e-lema-da-campanha-da-fraternidade-2017/ Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Junho 2018 | Nº 49 05

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São Marcelino Champagnat 09 de junho São Marcelino Champagnat, é fundador do Instituto Marista. Um homem que, há quase 200 anos, acreditou que era possıv́ el mudar a vida de crianças e jovens por meio da educaçã o evangelizadora. Foi o encontro com um jovem que o fez persistir em seu projeto. Foi no encontro de sua vocaçã o, com a fé em Maria, que nasceu sua inspiraçã o. Do encontro com outros jovens religiosos, ele fez nascer a primeira comunidade, que deu origem ao Instituto Marista. A histó ria de Marcelino Champagnat cruzouse com muitas outras histó rias, ao longo de sua vida. Desde aquelas que provocaram alegrias e confiança, até as que foram experiências negativas. Todas elas impulsionaram seu projeto de educar com amor. Da mesma forma, a histó ria de cada marista é o encontro de sua vida com a missã o e o sonho de Champagnat. Sã o Marcelino nasceu a 20 de maio de 1789, em Rosey, Marlhes, França, no inı́cio da Revoluçã o Francesa. Desde pequeno, conheceu e aprendeu a amar Jesus Cristo e Maria, a quem ele chamava de “a Boa Mã e”. De sua famı́lia recebeu valiosas liçõ es educativas e religiosas. Ainda jovem, Marcelino ingressou no seminá rio e foi com dificuldades que progrediu nos estudos, pois havia abandonado a escola ainda muito pequeno. As dificuldades sociais, polıt́ icas e financeiras da França daquele tempo tornaram a educaçã o bastante deficiente e precá ria. Champagnat acompanhou pessoalmente a formaçã o profissional, religiosa e espiritual dos Irmã os Maristas para o exercıć io da docência e da administraçã o das escolas, criou normas e estruturas de funcionamento e redigiu ensinamentos e orientaçõ es com o objetivo de facilitar o aprendizado da escrita e da leitura. O sucesso de seu empreendimento foi notó rio e, em pouco tempo, diversas escolas foram abertas seguindo este modelo por toda a França. Marcelino Champagnat faleceu no dia 6 de junho de 1841, aos 51 anos de idade. Ao todo, fundou 48 escolas que receberam cerca de 7 mil estudantes. Em 18 de abril de 1999, foi canonizado pelo Papa Joã o Paulo II. Em 6 de junho, comemora-se o dia de Sã o Marcelino Champagnat. “não posso ver uma criança sem sentir o desejo de dizer-lhe o quanto Jesus a ama.” Champagnat Iliara Kloster Bassil maristas.org.br/institucional/ Passou a temporada, começa-se a idealizar a Festa do Divino. Em maio, os Foliõ es do Divino já iniciam a “andança” do anú ncio e daı.́ .. é vapt-vapt. Que tempo bom! Quantas graças o Divino Espıŕ ito Santo tem para nó s, especialmente para o Alessandro e a Priscila, nosso casal Festeiro 2018. Que Deus os Abençoe e que a paz reine em seus coraçõ es! 06 Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Junho 2018 | Nº 49

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São José de Anchieta Sã o José de Anchieta - Nasceu em San Cristó bal de La Laguna, 19 de março de 1534, faleceu em Reritiba, 9 de junho de 1597, foi um padre jesuıt́ a-espanhol, santo da Igreja Cató lica e um dos fundadores da cidade brasileira de Sã o Paulo. Beatificado em 1980 pelo papa Joã o Paulo II e canonizado em 2014 pelo papa Francisco, é conhecido como o Apó stolo do Brasil, por ter sido um dos pioneiros na introduçã o do cristianismo no paıś . Em abril de 2015 foi declarado copadroeiro do Brasil na 53ª Assembleia Geral da CNBB. Foi o primeiro dramaturgo, o primeiro gramá tico e o primeiro poeta nascido nas Ilhas Caná rias. Foi o autor da primeira gramá tica da lıń gua tupi, e um dos primeiros autores da literatura brasileira, para a qual compô s inú meras peças teatrais e poemas de teor religioso e uma epopeia. E o patrono da cadeira de nú mero “um” da Academia Brasileira de Mú sica. Protegeu os ıń dios contra os portugueses. Entregou-se como refém para conciliar indıǵ enas e portugueses. Fundou o Colé gio de Sã o Paulo. Ensinou latim aos ıń dios, aprendeu tupi-guarani com eles. Escreveu teatro (autos) e poesia com a finalidade de ensinar. Usava o teatro e a poesia, tornando a aprendizagem um processo prazeroso. “Google: wikipedia.org/ wiki/José_de_Anchieta” Poema à Virgem Minha alma, por que tu te abandonas ao profundo sono? Por que no pesao sona, tã o fundo ressonas? Nã o te move a afliçã o dessa Mã e toda em pranto, Que a morte tã o cruel do FILHO chora tanto? E cujas entranhas sofre e se consome de dor, Ao ver, ali presente, as chagas que ELE padece? Em qualquer parte que olha, vê JESUS, Apresentado aos teus olhos cheios de sangue. Trecho do Poema sobre Jesus na Manjedoura Que fazeis, menino Deus, Nestas palhas encostado? - Jazo aqui por teu pecado - O menino mui formoso, Pois que sois suma riqueza, Cmo estais em tal pobreza? - Por fazer-te glorioso E de graça mui colmado, Jazo aqui por teu pecado. “Anchieta não teve medo de evangelizar, ele não teve medo de servir a Cristo” (Pe. Paulo Ricardo). Por: Ministro Sergio Justichechen Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Junho 2018 | Nº 49 07

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Trabalho Infantil Proteção integral da criança e do adolescente é responsabilidade de todos! E dever da famıĺ ia, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saú de, à alimentaçã o, à educaçã o, ao lazer, à profissionalizaçã o, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitá ria, além de colocá -los a salvo de toda forma de negligência, discriminaçã o, exploraçã o, violência, crueldade e opressã o. (…) Mas nã o basta que os direitos estejam no papel. E preciso um sistema que garanta esses direitos, que se estabelece em trê s campos, o da promoçã o dos direitos, a defesa desses direitos e o controle social. A sociedade precisa compreender e questionar se o que está previsto nas nossas leis está sendo garantido para todas as crianças e adolescentes de todas as regiõ es e classes sociais em nosso paıś . A defesa dos direitos consiste na garantia do acesso à justiça. O controle social das açõ es de promoçã o e defesa dos direitos é atribuiçã o soberana da sociedade, por meio de suas organizaçõ es e representaçõ es, em especial, conselhos de direitos e conselhos setoriais de formulaçã o e controle de polıt́ icas pú blicas. E aqui que se situa a importâ ncia do esforço de criaçã o e consolidaçã o dos Conselhos de Direitos e Tutelares em todos os municı́pios brasileiros, instâ ncia federativa de execuçã o da maioria das polıt́ icas de atendimento. Guaratuba tem o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) que em parceria com o Governo Municipal e Conselho Tutelar realizarã o açõ es de conscientizaçã o neste 12 de Junho contra o Trabalho Infantil. Se voce sabe de crianças e adolescentes que estã o sendo obrigados a trabalhar e faltando a escola, Denuncie, Ligue 100 Silvana Baitala Buhrer Representante da Secretaria Executiva dos Conselhos Municipais de Guaratuba Onde a Igreja estiver presente, aí deve ser evidente a misericórdia do Pai. Nas nossas paróquias, nas comunidades, nas associações e nos movimentos, onde houver cristãos, qualquer pessoa deve encontrar um oásis de misericórdia. Papa Francisco. 08 Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Junho 2018 | Nº 49

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Dia dos Namorados Nesta data os amados trocam cartõ es e presentes em agradecimento ao companheirismo e dedicaçã o entre ambos durante o ano todo. Fora do Brasil este dia dos namorados é comemorado no dia 14 de fevereiro, Dia de Sã o Valentim (Valentine's Day). Esta data 12 de junho foi escolhida por ser vé spera do dia 13 de junho, Dia de Santo Antonio, santo portuguê s casamenteiro. Ele é considerado protetor dos noivos. A histó ria do Dia dos Namorados remonta ao sé culo 5 pois Valentim era um padre de Roma que foi condenado à morte no século 3. O imperador Clá udio II baniu os casamentos naquele sé culo por acreditar que homens casados se tornavam soldados piores – pois os solteiros, nã o tendo responsabilidade familiar, rendiam melhor no Exé rcito. Valentim, poré m, defendeu que o casamento era parte do plano de Deus e dava sentido ao mundo. Aı,́ ele começou a quebrar a lei e realizar cerimô nias em segredo. Quando Clá udio descobriu mandou prendêlo e condenou-o à morte no ano de 270. Mas no perı́odo em que estava preso se apaixonou pela filha cega de um carcereiro e, milagrosamente, recuperou a visã o. Dia 12 de junho No dia do cumprimento da sentença, ele enviou uma carta de amor à moça assinando: “do seu Valentim”, daı ́ a origem de enviar cartõ es à pessoa amada. Foi entã o que Sã o Valentim foi efetivamente considerado o padroeiro dos namorados. Qual o segredo ensinado pelo padroeiro para uma boa convivência? Seria aceitar o outro com suas diferenças e nã o tentar moldar a sua conduta conforme a nossa vontade. Regar o sentimento do amor com afeto, sinceridade, respeito e muito carinho, com pequenos gestos româ nticos, mensagens amorosas celebrando o amor e a uniã o entre as pessoas. Lembrando que cada um tem suas qualidades, seus defeitos, seus há bitos e suas manias. E que nã o somos metade de laranja ou qualquer outra coisa. Somos totais na nossa integralidade e temos que aceitar nossas diferenças nos “encaixes dos espinhos”. Feliz Dia dos Namorados Fonte: Wikipédia.org.diadosnamorados O sentimento que nos une é mais do que um feliz acaso, é uma história de amor. Feliz Dia dos Namorados! Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Junho 2018 | Nº 48 09

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Missas com Bênção do Santíssimo 1ª Quarta-feira do Mês: Nossa Senhora do Perpé tuo Socorro 1ª Quinta-feira do Mês: Bênçã o da Saú de - Traga remé dios, receitas, roupas (Matriz) 2ª Quinta-feira do Mês: Bênçã o das Chaves da Casa, dos Carros, das Motos, da Bicicletas (Matriz) 3ª Quinta-feira do Mês: Bênçã o dos Alimentos - Traga alimentos para serem abençoados, e um quilo de alimento para partilhar com os pobres (Matriz) 4ª Quinta-feira do Mês: Bênçã o dos Trabalhadores e dos Desempregados (Matriz) 5ª Quinta-feira do Mês: Bênçã o dos Artigos Religiosos, Aguas (Matriz) HORÁRIO DAS MISSAS/NOVENAS HORÁRIO DE MISSAS Matriz N. Sra. Bom Sucesso/Centro 19h30 - Quarta, Quinta e Sexta 10h00 e 19h30 - Domingo N. Sra. Perpétuo Socorro/Brejatuba 19h30 - Quarta 08h00 - Domingo N. Sra. Navegantes/ Barra do Saí 18h00 - Quarta (Novena) 19h30 - Sábado N. Sra. Aparecida/Caieiras 19h30 - Quarta (Novena) 19h30 - Sábado Santo Antônio/Coroados 19h30 Quarta 08h00 - Domingo São Luis Gonzaga/Nereidas 19H30 - Quarta (Novena) 10h00 - Domingo N. Sra. Aparecida/Banaze 08h30 - 2° e 4° Domingo São Joaquim/Cubatão 10h00 - 2° e 4° Domingo N. Sra. Fátima/Riozinho 09h00 - 1° e 3° Domingo BATIZADOS NAS COMUNIDADES N. Sra. Navegantes 1° Sábado às 19h30 Santo Antônio 1° Domingo às 08h00 São Luis Gonzaga 2° Domingo às 10h00 N. Sra. Perpétuo Socorro 3° Dom. às 08h00 N. Sra. Aparecida 3° Sábado às 19h30 N. Sra. Bom Sucesso 4° Domingo às 10h00 HORÁRIOS DE ATENDIMENTOS E ASSESSORIAS DAS COMUNIDADES E PASTORAIS DOS MISSIONÁRIOS REDENTORISTAS EM GUARATUBA COMUNIDADE PASTORAIS, GRUPOS DIAS DE PLANTÃO Pe. Roque Sutil Gabriel, C.Ss.R. - Matriz N. Sra. Bom Sucesso (Centro) - Santo Antonio (Coroados) - São Joaquim (Cubatão) - Catequese; Liturgia e - quarta e sábado Canto; - Juventude; Coroinhas - P. Humanizante Pe. Pedro Hélio de Oliveira C.Ss.R - N. Sra. Aparecida (Caieiras) - N. Sra. navegantes (Barra do Saí) - P.P.I.; Criança; Dízimo; R.C.C.; - Leigos - segunda e sexta Pe. Donald R. Roth C.Ss.R. - N. Sra. Perpétuo Socorro (Brejatuba) - São Luiz Gonzaga (Nereidas) - N. Sra. Aparecida (banaze) - Ministros; Batismo; Familiar - Social - terça e quinta Comunhão, Participação e Missão São Luís de Franca Padroeiro de Guaratuba Obs.: Última segunda-feira do mês, não há atendimento, encontro dos padres. 10 Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Junho 2018 | Nº 49

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Datas e Eventos Paroquiais de Junho HORA SANTA COM JESUS Local: Matriz Nossa Sra. do Bom Sucesso Data: 01/06 Horário: 18:30h. Toda primeira sexta feira de cada mê s. Participe conosco! SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS HORA SANTA Local: Comunidade Perpétuo Socorro Brejatuba Data: 01/06 Toda primeira sexta feira do mê s As 15h junto com o Terço da Misericó rdia. INFORMAÇÕES NA SECRETARIA PAROQUIAL Visite o site da Paróquia ww.paroquiaguaratuba.com.br Retiro para os Ministros Extraordinários da Comunhão Data: 16/06 á s 08h30 à s 17h Local: Matriz N. Sra. Bom Sucesso/Centro Curso de noivos Data: 10/06 às 08h à s 18h Local: comunidade N. Sra. Perpétuo Socorro/Brejatuba Inscriçõ es na Secretaria Paroquial até dois dias antes da data marcada. Aconteceu ... na Catequese! No sá bado vé spera do Dia das Mã es, aconteceu na Matriz Nossa Senhora do Bom Sucesso, uma Santa Missa em homenagens à s mã es. A celebraçã o do Padre Roque emocionou aos pais e alunos da catequese, o Evangelho foi teatral e a aluna Fernanda interpretou em libras enrriquecendo ainda mais a celebraçã o que teve o Salmo cantado maravilhosamente pela aluna Bruna, Neste dia alé m da homenagem à s mã es, também os alunos do 2º e 3º ano da catequese mostraram-se fié s ao Dizimo Mirim, o que demosntra a conscientizaçã o destes pequenos no ato de compartilhar. Ao fim da celebraçã o, cada mã e recebeu uma rosa simbolizando o amor e o "Sim" de Maria por nó s! MDiaãedsas Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Junho 2018 | Nº 49 11

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Violência contra a Pessoa Idosa Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa Pastoral da PessoaIdosa CNBB “Dai ao nosso coração sabedoria” (SL 90) Dia 15 de junho, é comemorado o Dia Mundial de Conscientizaçã o da Violência contra a Pessoa Idosa. A data, instituıd́ a pela Organizaçã o Mundial da Saú de (OMS), visa sensibilizar a sociedade em prol do combate à violê ncia contra idosos e a disseminaçã o do entendimento da violê ncia como violaçã o aos direitos humanos. O objetivo é garantir o envelhecimento de forma saudá vel, tranquila e com dignidade. A violência contra a pessoa idosa nã o está relacionada apenas a agressã o fıś ica. A negligência, por exemplo, foi a principal forma de violê ncia praticada contra os idosos brasileiros nos ú ltimos trê s anos. O descuido é caracterizado pela omissã o dos familiares ou instituiçõ es responsáveis pelos cuidados bá sicos para o desenvolvimento fıś ico, emocional e social da populaçã o a partir dos 60 anos. Qualquer tipo de violê ncia deve ser denunciada. Para isso, a Secretaria de Direitos Humanos conta com o serviço do Ligue 100 para acolher denú ncias. Trata-se de um serviço gratuito, que funciona 24 horas por dia. A identidade de quem denuncia é preservada. Para se informar e saber como denunciar, saiba quais sã o as formas de manifestaçã o da violê ncia contra a pessoa idosa: - Física (abuso e maus tratos fıś icos) - Negligência/ abandono: (privaçã o de medicamentos, descuido com a higiene e saú de, ausê ncia de proteçã o contra o frio e o calor. - Sexual: (força fıś ica, coerçã o, intimidaçã o ou influê ncia psicoló gica, obriga outra pessoa, de qualquer sexo, a ter, presenciar ou participar, de alguma maneira, de interaçõ es sexuais. - Econômico-financeira e patrimonial: Consiste no usufruto impró prio ou ilegal dos bens dos idosos, e no uso nã o consentido por eles de seus recursos financeiros e patrimoniais. - Autoinfligida e autonegligência: Refere-se à conduta da pessoa idosa que ameaça sua pró pria saú de ou segurança por meio da recusa de prover a si mesma dos cuidados necessá rios. - Psicológica: Corresponde a qualquer forma de menosprezo, desprezo, preconceito e discriminaçã o, incluindo agressõ es verbais ou gestuais, com o objetivo de aterrorizar, humilhar, restringir a liberdade ou isolar a pessoa idosa do convı́vio social. Pode resultar em tristeza, isolamento, solidã o, sofrimento mental e depressã o. Se você conhece alguém que está passando por qualquer uma destas situações, DENUNCIE- Ligue 100 IDOSO: PRIORIDADE DIA A DIA. Fonte: Blog da Saúde ( Ministério da Saúde) Enviado por Maricléia Lachovski Facilitadora da PPI em Guaratuba/Pr 12 Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Junho 2018 | Nº 49

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Imaculado Coração de Maria A revelaçã o da devoçã o reparadora ao Imaculado Coraçã o começou na segunda apariçã o da Santıś sima Virgem Maria, em 13 de junho de 1917, em Fá tima, Portugal, aos pastorinhos: Lú cia, Francisco e Jacinta. A Virgem Maria disse à pequena Lú cia, a mais velha dos três pastorinhos: “Ele [Jesus] quer estabelecer no mundo a devoçã o ao meu Imaculado Coraçã o”1. Logo apó s ouvir essas palavras, os pastorinhos viram Nossa Senhora com um coraçã o na mã o, cercado de espinhos. As trê s crianças compreenderam que aquele era o Coraçã o Imaculado da Santıś sima Virgem, ofendido pelos pecados da humanidade, que necessitavam de reparaçã o. Na apariçã o seguinte, no dia 13 de julho, Nossa Senhora concedeu à s três crianças uma experiência extraordiná ria! Elas viram, no inferno, os demô nios e as almas dos condenados, que gritavam e gemiam de dor e desespero. Depois de dar-lhes essa visã o assustadora, disse aos pastorinhos: “Vistes o inferno, para onde vã o as almas dos pobres pecadores; para as salvar, Deus quer estabelecer no mundo a devoçã o a Meu Imaculado Coraçã o”2. No entanto, a Virgem nã o revelou como deverıá mos fazer essa reparaçã o, mas disse que voltaria para pedir essa devoçã o reparadora. Sete anos depois, no dia 10 de dezembro de 1925, em Pontevedra, na Espanha, a Santıś sima Virgem revelou à , entã o postulante Lú cia, a devoçã o reparadora dos cinco primeiros sá bados. Entretanto, somente dois anos mais tarde, em dezembro de 1927, por ordem de seu confessor, Lú cia deu a conhecer as palavras de Nossa Senhora: “Olha, minha filha, o Meu Coraçã o cercado de espinhos, que os homens ingratos a todos os momentos Me cravam com blasfê mias e ingratidõ es. Tu, ao menos, vê de Me consolar, e dize que todos aqueles que, durante cinco meses, no primeiro sá bado, confessarem-se, recebendo a Sagrada Comunhã o, rezarem um Terço, e Me fizerem quinze minutos de companhia, meditando nos quinze mistérios do Rosá rio, com o fim de me desagravar, Eu prometo assistir-lhes, na hora da morte com todas as graças necessá rias para a salvaçã o dessas almas”. 13 de junho Origem da devoção ao Imaculado Coração de Maria A memó ria litú rgica do Imaculado Coraçã o de Maria é comemorada no sá bado seguinte à solenidade do Sagrado Coraçã o de Jesus, celebrada na segunda sexta-feira depois da solenidade de. Corpus Christi. No entanto, a devoçã o ao Imaculado Coraçã o de Maria remonta aos inıć ios da Igreja, pois tem suas raıź es mais profundas nas Sagradas Escrituras. Nelas, encontramos referê ncias ao Imaculado Coraçã o no Evangelho segundo Sã o Lucas, o “pintor” da Santı́ssima Virgem: “Maria conservava todas estas palavras, meditando-as no seu coraçã o” (Lc 2,19). “Em seguida, desceu com eles a Nazaré e lhes era submisso. Sua mã e guardava todas estas coisas no seu coraçã o” (Lc 2,51). A semente do Evangelho, plantada pelos apó stolos e discıṕ ulos de Jesus Cristo, germinou na doutrina dos Santos Padres e desenvolveu-se com os teó logos e mıś ticos da Idade Média. Nos sé culos seguintes, surgiram outros grandes devotos do Imaculado Coraçã o de Maria, bem como do Coraçã o de Jesus, como Sã o Bernardo, Santa Gertrudes, Santa Brıǵ ida, Sã o Bernardino de Sena e Sã o Joã o Eudes. Este ú ltimo foi o maior apó stolo da devoçã o ao Coraçã o de Maria. Em 1648, o Padre Joã o Eudes obteve do Bispo de Autun, na França, a aprovaçã o da celebraçã o da festa. (google formacao.cancaonova.com) Por: Ministro Sergio Justichechen Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Junho 2018 | Nº 49 13

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Santo Antônio, São João e São Pedro Histórias dos santos juninos Junho é mês de quentã o, quadrilha e de celebrar Santo Antô nio, Sã o Joã o e Sã o Pedro. Conheça a histó ria de cada um e simpatias que prometem sorte no amor. Canjica, arroz-doce, quentã o… Toda festa junina é uma delı́cia e, alé m de comidas e brincadeiras tı́picas, a comemoraçã o é uma tradiçã o cató lica em que sã o celebrados os dias de Sã o Joã o, Santo Antô nio e Sã o Pedro. Mas até quem nã o segue a religiã o pode aproveitar os festejos e caprichar nos pedidos. Festa Junina: origem e tradição Comemorar o mês de junho é um há bito antigo em vá rias partes do mundo. Antes do nascimento de Jesus, os povos pagã os do Hemisfério Norte celebravam o solstı́cio de verã o, o dia mais longo e a noite mais curta do ano, que, lá , acontece em junho. As festas ocorriam para pedir aos deuses a fertilidade da terra e garantir boas colheitas nos meses seguintes. Com o avanço do Cristianismo, a Igreja incorporou a tradiçã o e, no século 6, os ritos da festa do dia do solstı́cio, em 21 de junho, passaram para o dia do nascimento de Sã o Joã o Batista, em 24 de junho. Mais tarde, no século 13, foram incluıd́ as no calendá rio litú rgico as datas comemorativas de Santo Antô nio (dia 13) e Sã o Pedro (dia 29). E por isso que esses três santos sã o os padroeiros das festas juninas! Conheça mais sobre os santos de junho · Santo Antônio, o casamenteiro: Nasceu em Lisboa, em 1195, e foi batizado com o nome Fernando de Bulhõ es. Em 1220, trocou o nome para Antô nio, ingressando na Ordem Franciscana. Padroeiro dos pobres e considerado o santo casamenteiro, també m é invocado para achar objetos perdidos. · São João Batista, protetor dos doentes: Diz a Bıb́ lia que foi ele quem batizou Jesus. E o mais famoso dos trê s santos de junho, tanto que as festas juninas sã o conhecidas como festas joaninas ou festas de Sã o Joã o. E protetor dos casados e enfermos, protegendo contra dor de cabeça e de garganta. · São Pedro, dono da chuva: Nascido com o nome de Simã o, foi chamado de Cefas (pedra, em aramaico) por Jesus, por sua liderança. E visto como o primeiro Papa da Igreja, e, segundo a tradiçã o cató lica, foi nomeado chaveiro do céu. E atribuıd́ a a ele a responsabilidade de fazer chover e mudar o clima. Você sabia? O pã o de Santo Antô nio, que a Igreja Cató lica oferece no dia 13 de junho, deve ficar guarda- do com os outros mantimentos na cozinha para que nunca falte comida em casa. 14 Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Junho 2018 | Nº 49

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Sagrado Coração de Jesus É uma data móvel que se comemora na segunda sexta-feira após o Corpo de Cristo Sagrado Coraçã o de Jesus foi revelado no dia 27 de dezembro de 1673. O pró prio Jesus Cristo apareceu a Santa Margarida Maria Alacoque, freira que pertencia a uma Congregaçã o conhecida como Ordem da Visitaçã o. A apariçã o aconteceu durante uma exposiçã o do Santıś simo Sacramento. Santa Margarida teve a visã o de Jesus Cristo mais duas vezes. Nas apariçõ es, o pró prio Senhor pediu para que ela divulgasse a devoçã o a seu Sagrado Coraçã o. Palavras de Jesus sobre as nove primeiras sextas feiras do mê s: Mostrando o seu Coraçã o transpassado pela espada, Jesus disse a Santa Margarida: "Eis o coraçã o que tanto tem amado os homens e em recompensa nã o recebe da maior parte deles, senã o ingratidõ es pelas irreverências e sacrilé gios, friezas e desprezos que tem por mim nesse sacramento do Amor. E continuou dizendo: Prometo-te pela minha excessiva misericó rdia, a todos que comungarem nas primeiras sextas de nove meses consecutivos, a graça da penitência final. Estes nã o morrerã o em minha inimizade, nem sem receberem os sacramentos. O meu Sagrado Coraçã o lhes será refugio seguro nessa ú ltima hora." As primeiras sextas-feiras, devem ser dias de reparaçã o pela frieza, desprezo e sacrilégios, que muitas vezes sofreu na Eucaristia, por parte dos maus cristã os e dos que nã o acreditam em Jesus Cristo. Fonte: cruzterrasanta.com.br Colaboração: Maricléia Lachovski Aconteceu... na Pastoral do Dízimo! No dia 15 de maio a Pastoral do Dıź imo se reuniu para mais uma formaçã o. Dessa vez, estudamos e refletimos sobre as dimensõ es do dıź imo. Dimensõ es que tem 04 finalidades especıf́ icas e necessá rias. Dimensã o religiosa que diz respeito ao culto à Deus e à evangelizaçã o das pessoas na comunidade. Dimensã o Social, que assiste e promove as famıĺ ias mais pobres e carentes da comunidade ou de fora dela. Dimensã o Missioná ria que consiste em ir além dos limites geográ ficos ou pessoais da comunidade e a Dimensã o Eclesial que vivencia sua consciê ncia de ser membro da igreja pela qual é corresponsá vel, contribuindo para que a comunidade disponha do necessá rio para realizar o Culto Divino e para desenvolver a missã o, como vimos nas outras Dimensõ es. E importante a participaçã o dos missioná rios da Pastoral do Dıź imo nessas formaçõ es pois, só assim estará adquirindo conhecimento e envolvimento com toda a proposta de evangelizaçã o que o dıź imo oferece. Colaboração: Nice Pereira Pastoral do Dízimo Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Junho 2018 | Nº 49 1505

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