Revista A Vóz da Paróquia

 

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Noticias da Paróquia Nossa Senhor do Bom Sucesso de Guaratuba-Pr

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Ano IV | Maio 2018 | Nº 48 Ano Nacional do Laicato Pentecostes MAIO - Pentecostes Programa Voz da Paróquia FM 87,9 de segunda a sexta feira das 17:30 as 18:00 hs

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E ditorial Maio “O amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo seu Espírito que habita em nós, aleluia! Estamos no mê s de maio, quando celebramos diversos acontecimentos na nossa vida cristã , de fé, e assim como membros de uma sociedade. No â mbito da nossa vida cristã , celebramos no dia 01 dia de Sã o José Operá rio e patrono da Igreja e patrono dos operá rios. Dia 03 a Igreja celebra a festa de Sã o Felipe e Sã o Tiago Menor. Tiago Menor é aquele que os evangelhos nos apresentam como filho de Clé ofas e de Maria. Domingo dia 13, a liturgia celebra a Solenidade da Ascensã o do Senhor e iniciamos a Semana de Oraçã o pela Unidade dos Cristã os. Dia 14, celebramos Sã o Matias apó stolo, este é o discipulo histó rico que assumiu o lugar deixado por Judas Iscariotes, ele conheceu Jesus pessoalmente e foi testemunha de sua Ressurreiçã o. Dia 20, a Solenidade de Pentecostes, a vinda solene e pú blica do Espıŕ ito Santo sobre os Apó stolos, Nossa Senhora e dos discıṕ ulos e discıṕ ulas de Jesus em Jerusalém. A Igreja se manifesta ao mundo e, na força do Espıŕ ito Santo, retoma a missã o de Jesus. Com esta Solenidade encerramos a tempo pascal. No domingo dia 27, a Solenidade da Santı́ssima Trindade, celebramos esta festa dirigindo nossa oraçã o ao Pai, por meio de Jesus, na unidade do Espıŕ ito Santo. Terminando o mê s de maio, no dia 31, a Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo, que como um prolongamento da quinta-feira Santa. Hoje como presença permanente de Jesus no meio de nó s, sua presença sacramental na Eucaristia. No â mbito da sociedade, neste mês de maio, celebramos dia 01, dia do trabalho e dos trabalhadores. E da dignidade humana trabalhar, e no trabalho nã o ocorrer a exploraçã o, a escravizaçã o, a ganâ ncia, a busca desenfreada do lucro. A dignidade do trabalho está na justiça e na partilha, na solidariedade e no respeito ao ser humano. Dia 13, é celebrado o Dia Mundial das Comunicaçõ es, Dia das Mã es e Aboliçã o da Escravatura. “Como me enviaste, eu vos envio!” Eis nossa alegria: caminhar com Cristo no Espı́rito de seu amor vivo e ressuscitado. Pe. Pedro Hélio de Oliveira, C.Ss.R. Missionário Redentorista Índice 03 Maio 03 Dia das Mães 04 Pastoral da Catequese 05 Cada Comunidade uma Nova Vocação 05 Santíssima Trindade 06 Ascensão do Senhor 06 São Filipe e São Tiago Discípulos e Apóstolos 07 Pastoral da Pessoa Idosa 07 O Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes 08 Pastoral da Comunicação (Pascom) 09 Solenidade de Corpus Christi 09 Nossa Senhora de Fátima 11 Datas e Eventos Paroquiais de Maio 11 São João Nepomuceno Neumann 12 Dia da abolição e da consciência negra 13 Santa Rita de Cássia 13 Dia 12 de Maio, dedicado a Enfermagem 14 Festa do Divino Espírito Santo 15 Os Foliões do Divino e da Trindade no Envio das Bandeiras 16 Pentecostes 17 Trabalho 18 Pastoral da Criança 19 Fatos que marcaram Guaratuba no mês de maio! 20 Dicas de Saúde 21 Sexta-Feira Santa 22 Padre Guilherme Tracy Ano IV - Nº 48 - Maio 2018 02 Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Maio 2018 | Nº 48

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Maio Durante vá rios séculos a Igreja Cató lica dedicou todo o mês de maio para honrar a Virgem Maria, Mã e de Deus. As paró quias costumam rezar no mês de maio uma oraçã o diá ria do Terço e muitas preparam um altar especial com um quadro ou uma imagem de Maria. Além disso, trata-se de uma grande tradiçã o a coroaçã o de Nossa Senhora, um costume conhecido como Coroaçã o de Maio.Entretanto, os altares e coroaçõ es neste mês nã o sã o apenas atividades “da paró quia”, mas, o mesmo pode e deve ser feito nos lares, com o objetivo de participar mais plenamente na vida da Igreja. Neste mês dedicado as mã es, podemos arrumar um lugarzinho especial para colocar em nossa casa uma lembrança da Mã e do Céu, como um terço por exemplo, porque Maria é nossa Mã e, mã e de todo o mundo e porque se preocupa com todos nó s, intercedendo inclusive nos assuntos menores. Um Abençoado Mê s de Maio a todos! Silvana Baitala Buhrer Dia das Mães Mães & Chás As mã es podem ser comparadas ao que há de melhor no mundo! Todas as qualidades sã o atribuidas a elas e suas caracterıś ticas estã o presentes em inú meros ıt́ ens que as cercam. Assim quando pensamos em tranquilidade, bem estar, serenidade, doçura e em todas as qualidades que elas têm, nos vem à mente um item milenar: os chá s. As propriedades medicinais e curativas dos chá s sã o inú meras, assim como os benefıć ios da maternidade à s crianças. Se o chá tudo cura, a mã e também cura, se o chá acalma, também a mã e o faz. Abaixo, elencamos alguns chá s que trazem aquele aconchego que somente as mã es sabem proporcionar: Camomila - A camomila alivia a ansiedade, o nervosismo, a dificuldade para dormir, alé m de ter açã o estimulante da cicatrizaçã o. A mã e é como aquele chazinho de camomila, fala baixinho quando necessá rio, saboreando cada palavra emitida, mostra-se serena, buscando sempre acalencar os coraçõ es de seus filhos e diminuir suas dores. Também ajuda a cicatrizar machucados com aquele beijo má gico. Erva-cidreira - Verdes folhas tem, branca flor també m, indicado como um calmante natural para estados de nervosismo, auxilia a conciliar o sono, combatendo a insô nia. E como a mã e que acalma seu filho ao contar histó rias ou cantar cançõ es de ninar, trazendo a ele o aconchego que só elas conseguem dar. O colo de mã e, assim como o referido chá , é poderoso e propicia à criança um sono tranquilo e sonhos com anjos. Hortelã - Seja lá qual for a sua preocupaçã o, o chá de hortelã vai dizer a voce: nã o esquenta, respire fundo. A hortelã sempre traz uma sensaçã o de otimismo, é tô nica, possui açã o estimulante, sendo ó tima para a digestã o. As mã es, eternas incentivadoras de seus filhos, dã o a eles sempre uma injeçã o de â nimo, fazendo com que se lembrem do dom da vida e de como ela pode ser maravilhosa. Erva-doce - O chá de erva-doce é suave, cadenciado e macio. Doce desde o nome, a erva doce nã o precisa se impor, pois cativa com a delicadeza que traz em sua essência. E ó tima para a intuiçã o e alivia as dores. Seu aroma costuma evocar nas pessoas uma sensaçã o de proteçã o. A doçura das mã es, a proteçã o que destinam a seus filhos e sua forma cativante de ser sã o como as propriedades da erva-doce. Feliz Dia das Mães! 03Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Maio 2018 | Nº 48

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Pastoral da Catequese Santa Missa para a Catequese Santa Missa para a Catequese, 87 catequizandos presentes e agradecimento especial a equipe do canto, da cozinha no evento apó s a missa, das mã es e pais de alunos da catequese, catequistas, equipe da secretaria da Paró quia, aos padres e a todos os envolvidos neste dia especial. 04 Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Maio 2018 | Nº 48

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Cada Comunidade uma Nova Vocação O Regional Sul 2 da CNBB lançou em 2018 jovens a aceitarem o chamado do Senhor. uma açã o evangelizadora iné dita em O site oficial da Açã o Evangelizadora: Cada prol das vocaçõ es para a Igreja. A Açã o Comunidade uma Nova Vocaçã o já está no ar: Evangelizadora: Cada Comunidade uma Nova https://vocacoes.org/ Vocaçã o convida cada paró quia e comunidade a se Alguns momentos registrados na celebraçã o colocar em oraçã o por novas vocaçõ es. de abertura dessa açã o evangelizadora em prol Entre as 52 dioceses envolvidas, está a Arqui- das vocaçõ es. Lembrando também, nã o somente a diocese de Curitiba, que conta com a participaçã o vocaçã o religiosa e sacerdotal, mas a vocaçã o a e empenho de cada uma de suas paró quias e famıĺ ia e pessoas que se doam à serviço da Igreja. comunidades – a começar pela divulgaçã o do vıd́ eo oficial da Açã o nas celebraçõ es do dia 29 de março, Quinta-Feira Santa, data de lançamento da Açã o no Paraná . A proposta inclui rezar pelas vocaçõ es e evangelizar pelas redes sociais: em todos os en- contros e reuniõ es da Igreja, começar ou terminar com uma dezena do rosá rio pelas vocaçõ es e produzir vıd́ eos de testemunhos de vocacionados e divulgar nas redes sociais, a fim de incentivar os Santíssima Trindade A Santıś sima Trindade é um mistério de um só Deus em três Pessoas: Pai, Filho e Espıŕ ito Santo. Pai que é Deus, que é Amor: somente o Pai que ama respeita a liberdade de seu filho. Filho que é Jesus Cristo: é o Deus visıv́ el que se fez homem, nascendo da Virgem Maria para cumprir a vontade de Deus de libertar os homens do pecado. Espírito Santo que é o Amor do Pai e do Filho que nos é comunicado e transmitido. Segundo o CREDO, Jesus foi concebido pelo Poder do Espıŕ ito Santo, nascido da Virgem Maria. Maria foi entã o convidada a conceber Jesus e a concepçã o de Jesus foi obra do poder do Divino Espıŕ ito Santo: O Dogma da Santíssima Trindade A Trindade é Una; nã o professamos trê s deuses, mas um só Deus em três Pessoas. Cada uma das três Pessoas é a substâ ncia, a essência ou a natureza divina. As pessoas divinas sã o distintas entre si pela sua relaçã o de origem: o Pai gera; o Filho é gerado; o Espıŕ ito Santo é quem procede. Ou seja, ao Pai atribui-se a criação ao Filho atribui-se a Redenção e ao Espírito Santo atribui-se a Santificação. Resumindo, o mistério da Santıś sima Trindade é o mistério central da fé e da vida cristã . Só Deus pode nos dar a conhecer, revelando-se como Pai, Filho e Espıŕ ito Santo. A celebraçã o da Santıś sima Trindade é comemorada no primeiro domingo depois de Pentecostes. E uma festividade que foi introduzida no Calendá rio Romano em 1334, pelo papa Joã o XXII, e que ainda é celebrada. Patricia Bfitness (Ballet/Pilates/Dança) http://www.catequisar.com.br Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Maio 2018 | Nº 48 05

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Ascensão do Senhor A Ascensã o do Senhor é uma verdade de fé . Diz respeito à subida de Jesus ressuscitado ao céu, em corpo e alma. A Ascensã o coincide com a Ressurreiçã o. Cristo passa à nova dimensã o do existir, sem limitaçõ es das leis do tempo e do espaço. Vive junto do Pai em estado glorioso. A Ascensã o está , também, intimamente ligada ao mistério da Encarnaçã o: ”Ninguém jamais subiu ao céu a nã o ser aquele que desceu do céu, o filho do homem” (Jo 20,17). Esta festa é rica em significados. E muito importante que compreendamos o verdadeiro sentido da Ascensã o do Senhor, para que possamos viver este mistério na liturgia e em nossa vida. Quando dizemos que Jesus subiu aos cé us temos que entender que o Ressuscitado, agora, vive de uma maneira diferente. A Ascensã o do Senhor marca o momento em que Cristo nã o mais aparece ressuscitado diante dos seus. Por outro lado, estando “ à direita do Pai” ,nã o deixa de estar entre nó s de um modo espiritual: “ Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo.” (Mt28,20b). Cessa a experiê ncia “segundo a carne” (2Cor5,16) e inicia-se o tempo da presença pelo Espıŕ ito, na igreja. O mistério da Ascensã o está relacionado com a inauguraçã o da missã o da igreja. Se Jesus nã o mais aparece como ressuscitado, Ele nã o está menos presente. Sua presença continua viva e atuante através da comunidade quando continua a missã o de salvaçã o de Cristo no mundo, pelo testemunho e pela açã o. O mistério da Ascensã o nos ensina que nã o devemos esperar que tudo “caia pronto do cé u”. Quando Jesus é elevado, os apó stolos ficam olhando para o céu e ganham uma advertência dos homens de branco que aparecem na narrativa: “Homens da Galileia, por que ficais aı ́ a olhar para o cé u? Esse Jesus que acaba de vos ser arrebatado para o céu voltará do mesmo modo que o vistes subir para o céu.” (At1,11). O cristã o nã o pode ficar de “braços cruzados”, olhando para o céu, mas deve ser comprometido com a causa do Reino. Nã o podemos esperar que Deus faça tudo sozinho, pois, como testemunhas do Ressuscitado, devemos ser construtores do Reino que será realizado pela açã o de Deus, mas com a nossa colaboraçã o. João Fábio Savelli São Filipe e São Tiago Discípulos e Apóstolos Filipe nasceu em Betsaida, e o Evangelho de Sã o Joã o é que nos apresenta dados a respeito de seu santo testemunho. Jesus passou, chamou-o e ele disse 'sim' com a vida. Ele foi 'canal' para que Sã o Bartolomeu també m se tornasse discı́pulo de Cristo. Durante o acontecimento da multiplicaçã o dos pã es, Filipe també m participou deste milagre (foi para Filipe que Jesus perguntou como se faria para alimentar aquela multidã o). Na Santa Ceia, o apó stolo Filipe é quem pede a Jesus: 'Mostra-nos o Pai e isso nos basta' (Jo 14,8). Filipe estava em Pentecostes com a Virgem Maria e os outros apó stolos. Sã o Clemente de Alexandria nos diz que ele foi crucificado. Que honra para os apó stolos morrerem como o seu Senhor! Sã o Tiago também foi martirizado, por volta do ano 62. Ele que nasceu em Caná , filho de Alfeu, familiar de Nosso Senhor Jesus Cristo. E foi um dos doze apó stolos. Nos Atos dos Apó stolos encontramos ele como o primeiro bispo de Jerusalé m. Tiago recebeu mais de uma visita de Sã o Paulo e foi reconhecido como uma das colunas principais da Igreja, ao lado de Sã o Pedro e Sã o Joã o. Uma das cartas do Novo Testamento é atribuıd́ a a ele. E, nela, o apó stolo nos ensina que a fé sem obras é morta e que é preciso deixarmos que o Espı́rito Santo governe a nossa lıń gua. O martıŕ io nã o está centrado no sofrimento, mas no amor a Jesus Cristo que supera essa vida. Sã o Filipe e Sã o Tiago, rogai por nó s! Sergio Justichechen - Ministro da Eucarestia 06 Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Maio 2018 | Nº 48

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Pastoral da PessoaIdosa CNBB “Dai ao nosso coração sabedoria” (SL 90) Pastoral da Pessoa Idosa Vacina A Pessoa Idosa está no momento mais delicado na vida quando necessita de cuidados e aumenta e a incidê ncia de doenças também, pois a imunidade tende a diminuir com o passar dos anos. Por esse motivo, é importante que o idoso participe das campanhas previstas no calendá rio de vacinaçã o direcionadas a essa faixa etá ria, como é o caso da Gripe. As vacinas ajudam a prevenir doenças simples e até mesmo as mais complexas, por isso é importante seguir à risca todas as orientaçõ es mé dicas e realizar visitas regulares aos postos de saú de para atualizar o cartã o de vacinas do idoso. Para seguir o calendá rio de vacinaçã o e o manter sempre atualizado, o idoso deve procurar os postos de saú de para obter as vacinas gratuitamente, ou clıń icas privadas, onde as mesmas vacinas sã o ministradas, mas sã o pagas. E importante guardar o cartã o de vacinaçã o para tomar a quantidade certa de doses indicadas e poder acompanhar corretamente o calendá rio de vacinaçã o para os idosos. Para garantir a imunizaçã o contra doenças virais e bacterianas é pre- ciso guardar o cartã o de vacina, pois ele também é um documento importante que conté m informaçõ es relevantes para a saú de. E obrigaçã o do Estado, garantir à pessoa idosa a proteçã o a vida e à saú de, mediante efetivaçã o de polıt́ icas sociais pú blicas que permitam um envelhecimento saudável em condiçõ es de dignidade. (Atr 9* do Estatuto do Idoso-Lei 10741/2003) Lider, facilitadora da Pastoral da Pessoa Idosa Comunidade Perpétuo Socorro, Juma Oliveira 18 de maio: O Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes Com o objetivo de mobilizar a sociedade brasileira e convocá -la para o engajamento contra a violaçã o dos direitos sexuais de crianças e adolescentes, 18 de maio foi estabelecido como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploraçã o Sexual de Crianças e Adolescentes. Neste dia, em 1973, uma menina de 8 anos, de Vitó ria (ES), foi sequestrada, violentada e cruelmente assassinada. Seu corpo apareceu seis dias depois, carbonizado e os seus agressores nunca foram punidos. Com a repercussã o do caso, e forte mobilizaçã o do movimento em defesa dos direitos das crianças e adolescentes, 18 de maio foi instituıd́ o como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploraçã o Sexual de Crianças e Adolescentes. Desde entã o, esse se tornou o dia para que a populaçã o brasileira se una e se manifeste contra esse tipo de violê ncia. Além da prevençã o, o combate a essa realidade exige que os casos sejam denunciados. Portanto, se souber de algum caso de violência sexual infantil, procure o conselho tutelar, delegacias especializadas, polı-́ cias militar, federal ou rodoviá ria e ligue para o Disque Denú ncia Nacional, de nú mero 100. Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Maio 2018 | Nº 48 07

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Pastoral da Comunicação (Pascom) Dia Nacional das Comunicações 05 de maio No dia 05 de maio, é celebrado o Dia Nacional das Comunicaçõ es, data escolhida em homenagem ao nascimento do Marechal E fundamental que o adulto saiba utilizar o computador para claramente fiscalizar e vigiar, desempenhar um trabalho natural, sem ser Rondon, uma das principais figuras da difusã o dos autoritá rio mas mostrando que existe regra e que sistemas de comunicaçã o no Brasil. há alguém que a aplicará . A restriçã o a conteú do O ser humano é , essencialmente um ser proibido aumenta mais ainda a curiosidade, e isto social e, portanto, necessita se comunicar com os vem desde antes da invençã o da internet. A outros. supervisã o tem que ser constante. Desde os primó rdios da civilizaçã o, a comu- O certo é que a dedicaçã o para esta vigilâ ncia nicaçã o passou por diversas fases até chegar por parte dos pais tem que ser cada vez mais neste império da multi mıd́ ia atual. Como a mais aprimorada. A primeira medida que um pai deve utilizada é a internet, vamos nos ater a ela adotar quando um filho começa a acessar a rede é As inú meras atraçõ es do mundo virtual que estabelecer horá rio. E, com o passar do tempo, estã o disponıv́ eis na internet nos chegam pelo adaptando as regras e certificando-se que elas mesmo caminho que trafegam seus perigos. estã o sendo cumpridas. Aos pais, cabe o desafio de manter os acessos dos filhos sob controle, para algo que está em um am- biente incontrolá vel. A oportunidade de acesso ao conhecimento e informaçõ es gerais que a internet propicia provavelmente é a maior transformaçã o do mundo contemporâ neo. A internet é um local aberto e fora de con- trole onde podem ser encontrados vá rios tipos de boas e má s intençõ es, neste local qualquer pessoa pode localizar o que quer, o que nã o quer, o que conhecia e o que pensava que conhecia, des- pertando muita curiosidade. Se adultos tê m deslizes atraıd́ o por um clique a mais, imaginem os grandes riscos corridos pelas crianças que sã o inexperientes e facilmente influenciáveis. E aı ́ está a preocupaçã o constante dos pais: como fazer a supervisã o e ter um controle eficaz de algo tã o disperso? Ido Hepp “Tomem, isto é o meu corpo.” “Isto é o meu sangue, o sangue da aliança, que é derramado em favor de muitos”. (Mc 14,22-24) 08 Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Maio 2018 | Nº 48

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Solenidade de Corpus Christi Quando, Jesus disse: “Eis que estou com A Solenidade de Corpus Christi é a celevocês todos os dias, até o fim do mundo”. braçã o da Instituiçã o da Eucaristia, que ocorreu na (Mt 28,20). Quinta- feira Santa, durante a ú ltima ceia, no Essa é uma verdade incontestável daquele Cená culo onde Jesus se reuniu com os seus que caminha conosco todos os dias, desde o discıṕ ulos e lhes deu as ú ltimas orientaçõ es, antes “princı́pio da criaçã o, desde que um vento de ser imolado e oferecido como Cordeiro de Deus impetuoso soprava sobre as á guas”.(Gn 1,2) que tira o pecado do mundo. Assim nó s também O Deus de Israel que caminhava com seu podemos refletir sobre nosso caminhar, nunca povo, chamou a Abrã o: “Saia de sua terra, do meio estamos sozinhos, desamparados ou solitá rios. de seus parentes e da casa de seu pai, e vá para a Entã o nos lembramos dessa salutar palavra: “Eu terra que eu lhe mostrarei....Em você, todas as sou o pão que desceu do céu. Quem comer deste pão famı́lias da terra serã o abençoadas”....Moisé s viverá eternamente... Quem come a minha carne e falava ao povo dizendo: nã o te esqueças do Senhor, bebe o meu sangue permanece em Mim e Eu nele”. teu Deus, que te tirou do Egito, da casa da servidã o. (Jo 6,51.56) Foi Ele o teu guia neste vasto e terrıv́ el deserto, Essa Solenidade, atravé s da Santa Missa, cheio de serpentes ardentes e escorpiõ es, terra da Procissã o e da Adoraçã o ao Santı́ssimo á rida e sem á gua, onde fez jorrar para ti á gua do Sacramento, nos lembra també m a atitude de rochedo durıś simo; foi Ele quem te alimentou no serviço e fraternidade que devemos ter com o deserto com um maná desconhecido de teus pais pró ximo. (Dt 8,14b-16ª). E o Verbo se fez carne e habitou entre nó s Pe. Roque CSsR. (Jo 1,14) Missionário Redentorista. Nossa Senhora de Fátima Nossa Senhora de Fá tima é uma das invocaçõ es marianas atribuıd́ as à Virgem Maria e que surgiu com base nos relatos das apariçõ es reportadas por três pastorinhos no lugar da cova de Iria, na freguesia de Fá tima, em Portugal. Maio nã o é só o mês das noivas como é popularmente chamado, mas també m o mê s de Maria, mês das mã es. Isso porque no segundo domingo de maio comemoramos o dia das mã es e no dia 13 de maio celebramos o dia de Nossa Senhora de Fá tima, data em que ocorreu a primeira apariçã o(1917) aos jovens Lucia, Francisco e Jacinta. As apariçõ es aconteceram sete meses seguintes conforme o prometido. Antes de ir embora Nossa Senhora de Fá tima ainda ressaltou: "rezem o terço todos os dias, para alcançarem a paz para o mundo, e o fim da guerra".referindo-se a 1ª guerra mundial. A Mariologia nos apresenta Maria Santıś sima em todas as suas denominaçõ es(tı́tulos) como fortıś sima intercessora do homem junto a Jesus, seu filho. Sabemos disso pela catequese da igreja cató lica, porém há de se ressaltar que, parte do homem o interesse em conhecer a Cristo e a Santıś sima Virgem, dizer "sim" ao projeto de Deus, aceitar a Jesus como seu ú nico salvador e a santı́ssima virgem Maria, aqui no caso estamos falando de Maria sob o tıt́ ulo de Fá tima, tema desta maté ria, como intercessora nossa. E atravé s da nossa fé que vislumbramos a salvaçã o de nossas vidas e sob o olhar de Maria contemplamos o rosto misericordioso de Cristo. por Eneas Marcondes Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Maio 2018 | Nº 48 09

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Missas com Bênção do Santíssimo 1ª Quarta-feira do Mês: Nossa Senhora do Perpé tuo Socorro 1ª Quinta-feira do Mês: Bênçã o da Saú de - Traga remé dios, receitas, roupas (Matriz) 2ª Quinta-feira do Mês: Bênçã o das Chaves da Casa, dos Carros, das Motos, da Bicicletas (Matriz) 3ª Quinta-feira do Mês: Bênçã o dos Alimentos - Traga alimentos para serem abençoados, e um quilo de alimento para partilhar com os pobres (Matriz) 4ª Quinta-feira do Mês: Bênçã o dos Trabalhadores e dos Desempregados (Matriz) 5ª Quinta-feira do Mês: Bênçã o dos Artigos Religiosos, Aguas (Matriz) HORÁRIO DAS MISSAS/NOVENAS HORÁRIO DE MISSAS Matriz N. Sra. Bom Sucesso/Centro 19h30 - Quarta, Quinta e Sexta 10h00 e 19h30 - Domingo N. Sra. Perpétuo Socorro/Brejatuba 19h30 - Quarta 08h00 - Domingo N. Sra. Navegantes/ Barra do Saí 18h00 - Quarta (Novena) 19h30 - Sábado N. Sra. Aparecida/Caieiras 19h30 - Quarta (Novena) 19h30 - Sábado Santo Antônio/Coroados 19h30 Quarta 08h00 - Domingo São Luis Gonzaga/Nereidas 19H30 - Quarta (Novena) 10h00 - Domingo N. Sra. Aparecida/Banaze 08h30 - 2° e 4° Domingo São Joaquim/Cubatão 10h00 - 2° e 4° Domingo N. Sra. Fátima/Riozinho 09h00 - 1° e 3° Domingo BATIZADOS NAS COMUNIDADES N. Sra. Navegantes 1° Sábado às 19h30 Santo Antônio 1° Domingo às 08h00 São Luis Gonzaga 2° Domingo às 10h00 N. Sra. Perpétuo Socorro 3° Dom. às 08h00 N. Sra. Aparecida 3° Sábado às 19h30 N. Sra. Bom Sucesso 4° Domingo às 10h00 HORÁRIOS DE ATENDIMENTOS E ASSESSORIAS DAS COMUNIDADES E PASTORAIS DOS MISSIONÁRIOS REDENTORISTAS EM GUARATUBA COMUNIDADE PASTORAIS, GRUPOS DIAS DE PLANTÃO Pe. Roque Sutil Gabriel, C.Ss.R. - Matriz N. Sra. Bom Sucesso (Centro) - Santo Antonio (Coroados) - São Joaquim (Cubatão) - Catequese; Liturgia e - quarta e sábado Canto; - Juventude; Coroinhas - P. Humanizante Pe. Pedro Hélio de Oliveira C.Ss.R - N. Sra. Aparecida (Caieiras) - N. Sra. navegantes (Barra do Saí) - P.P.I.; Criança; Dízimo; R.C.C.; - Leigos - segunda e sexta Pe. Donald R. Roth C.Ss.R. - N. Sra. Perpétuo Socorro (Brejatuba) - São Luiz Gonzaga (Nereidas) - N. Sra. Aparecida (banaze) - Ministros; Batismo; Familiar - Social - terça e quinta Comunhão, Participação e Missão São Luís de Franca Padroeiro de Guaratuba Obs.: Última segunda-feira do mês, não há atendimento, encontro dos padres. 10 Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Maio 2018 | Nº 48

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Datas e Eventos Paroquiais de Maio HORA SANTA COM JESUS Local: Matriz Nossa Sra. do Bom Sucesso Data: 04/05 Horário: 18:30h. Toda primeira sexta feira de cada mê s. Participe conosco! SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS HORA SANTA Local: Comunidade Perpétuo Socorro Brejatuva Data: 04/05 Toda primeira sexta feira do mê s As 15h junto com o Terço da Misericó rdia. INFORMAÇÕES NA SECRETARIA PAROQUIAL Visite o site da Paróquia ww.paroquiaguaratuba.com.br Festa de N. Sra. Fátima em Riozinho Dia 06/05 domingo Na programaçã o: Missa, almoço e Açã o entre amigos. O apostolado da Oração vai fazer as 1000 Ave Marias Dia 13/05 domingo começando à s 06h00 na Igreja Matriz. Formação sobre Liturgia e Canto Dia 18/05 sexta, à s 19h30 com Dom Edmar Peron Bispo Diocesano de Paranaguá Formação para os ministros Dia 29 terça à s 19h30 São João Nepomuceno Neumann Os sermõ es pregados por São João Nepomuceno produziram notável mudança nos costumes da é poca e assim ele foi chamado brutalmente torturar o fiel confessor. Suportando sofrimentos terrıv́ eis, Joã o Nepomuceno manteve-se irredutıv́ el. Por fim, vendo que nada conse- a ser o confessor e diretor espiritual da Rainha. guiria tirar do padre, mandou os guardas amarra- Bem diferente era o rei, que num ataque de fú ria rem-no e atirarem-no de uma das pontes de Praga. devido a desconfiança da fidelidade da sua esposa Assim, o sacerdote entregou sua alma a Deus, pere- e sem encontrar provas da desconfiança, mandou cendo afogado nas á guas do rio Moldava. Em 27 de trazer o padre confessor à sua presença e exigiu- janeiro de 1725, uma comissã o presidida pelo lhe contar em detalhes do que, no confessioná rio, Arcebispo de Praga, formada pelo clero, um pro- lhe falava a rainha. Espantado pela infundada des- fessor de medicina e dois cirurgiõ es, realizou a confiança, e muito mais pelo absurdo pedido, Joã o exumaçã o dos restos mortais do má rtir. Nepomuceno com firmeza,recusou, afirmando o O corpo estava desfeito pelo tempo, exceto a princıṕ io da inviolabilidade do segredo da confis- lıń gua, que estava conservada, ainda que ressequi- sã o, o mesmo até hoje mantido pela Santa Igreja: da. Entã o, diante de todos, começou a refazer-se, “A igreja declara que todo sacerdote que ouve apresentando uma cor ró sea como se tratasse de confissõ es é obrigado a guardar segredo absoluto alguém vivo. Admirados, os presentes se puseram a respeito dos pecados que seus penitentes lhe de joelhos, e este milagre, realizado em circuns- confessaram, sob penas severıś simas. Também tâ ncias tã o solenes e com testemunhas tã o catego- nã o pode fazer uso do conhecimento da vida dos rizadas, foi o quarto dos constantes no processo de penitentes adquirido pela confissã o. Esse sigilo, canonizaçã o de Sã o Joã o Nepomuceno, má rtir do que nã o admite exceçõ es, chama-se sigilo sacra- segredo da Confissã o, cuja festa a Igreja comemo- mental, porque o penitente o manifestou ao ra no dia 16 de maio. sacerdote permanece selado pelo sacramento” Sã o Joã o Nepomuceno intercedei por nó s. (CIC1467). Mesmo assim, cego de furor, o rei mandou João Fábio Savelli Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Maio 2018 | Nº 48 11

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Dia da abolição e da consciência negra Dia 13 de Maio A vida deu caminhos às pessoas, dependendo da cor da pele, que continuam diferentes mesmo em uma época em que se ram que a ideologia da liberdade (ABOLIÇAO) tardia acontecesse. Aparelhos esses explıć itos que desapareceram com o tempo, agora, os implıć itos presumiria que esses caminhos nã o mais se estã o aı ́ presentes de forma insana, malévola e distanciariam dos demais, dentro de um contexto aterradora. de igualdade, fraternidade, solidariedade e O pelourinho foi extinto, mas a discrimina- respeito. çã o racial permanece e qualquer um que se mani- Sabemos que, na Histó ria a cor da pele deter- feste em defesa destes direitos inerentes, corre o minou um comé rcio esdrú xulo onde pessoas risco de sofrer conseqü ências relevantes. Caso da eram consideradas mercadorias, força de traba- vereadora Marielle Franco no Rio de Janeiro em lho forçado e gratuito, moeda de troca e posse. 14 de março e do pastor protestante Martin A chance de fugirem desta situaçã o era pratica- Luther King que, na luta contra o racismo nos mente nula pois, tratados a chicotadas, filhos sepa- Estados Unidos, foi assassinado há cinqü enta rados das mã es e vendidos, mulheres estupradas anos atrá s. por seus senhores, violentadas no seu ventre se Que possamos nos distanciar desta cultura por ventura essa relaçã o de abuso gerasse uma cruel que é o racismo e ver nosso semelhante com gravidez. Amordaçados, presos por ferros e amar- o olhar de Jesus que a TODOS fez o convite: "Vem rados no pelourinho; a crueldade era brutalmente e segue-me”. “Em Cristo somos todos irmã os" praticada sem o menor remorso ou consideraçã o. (Mt 23,8) Perseguidos pelos “capitã es do mato” que os caça- va feito animais. Sem falar das condiçõ es dos qui- Margarida Miranda Correa lombos: lugar onde viviam ou mesmo do trans- porte para as terras de comé rcio. Vinham amonto- ados nos porõ es dos navios sem as mıń imas con- diçõ es de higiene e dignidade. Representaram a mola mestra de uma econo- mia extrativista, agrıć ola e pecuarista onde as engrenagens funcionavam com o trabalho escravo largamente difundido no paıś . A luta pela liberdade foi intensa e os apare- lhos de repressã o largamente usados, nã o impedi- Programa Voz da Paróquia Radio Alternativa FM 87,9 Segunda a sexta das 17:30 as 18:00hs Missas das 10:00hs de domingo da Igreja Matriz transmitida pela Radio Alternativa FM 87,9 e também pelo site da paróquia. 12 Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Maio 2018 | Nº 48

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Santa Rita de Cássia Conhecida como “a Santa das Causas Impossıv́ eis”, Rita de Cá ssia foi esposa, mã e, viú va e religiosa. Poucas santas receberam, como ela, a missã o de viver a Fé Cristã em tã o variados estados e condiçõ es. Em cada uma dessas situaçõ es, cumpriu com nobreza os seus deveres e tornou-se modelo a ser imitado por todos. No fim de seus dias repetia com freqü ência o que norteou sua vida: “Permanecei no santo amor de Jesus. Permanecei na obediê ncia da Santa Igreja Cató lica. Permanecei na paz e na caridade eternas.” Faleceu no dia 22 de maio de 1457. A Associaçã o e Oficina de Caridade Santa Rita de Cá ssia é de cará ter beneficente, fundada em Guaratuba em 14 de junho de 2007, sem fins lucrativos. Ela adota e segue os ensinamentos da Igreja Cató lica e Apostó lica Romana, prestando auxıĺ io a entidades e instituiçõ es de assistê ncia social regularmente estabelecidas, tais como: orfanatos, creches, asilos, albergues, maternidades e hospitais, atuando sem qualquer tipo de discriminaçã o. Mediante a doaçã o de alimentos, roupas, medicamentos de primeiros socorros. Trabalhamos també m dando suporte aos Conselhos das Pessoas Idosas, dos Direitos da Criança e do Adolescente. Nossa Oficina, assim chamada, possui 22 operá rias, que sã o pessoas voluntá rias. Reunimo-nos uma vez por mês, sempre na segunda quinta feira, onde entregamos nosso trabalho realizado durante aquele mês. Fazemos um lanche, conversamos e passamos momentos muito agradá veis juntas. Estamos abertas a quem quiser participar, sejam muito bem vindas. O local de nossas reuniõ es é na Av. Curitiba nº 619, em Guaratuba-Paraná , na 2ª quinta feira de cada mês à s 15h00. Santa Rita de Cássia, rogai por nós! Colaboração: Maria da Graça B. Schuartz Dia 12 de Maio, dedicado a Enfermagem A Enfermagem é uma arte; e para realizá -la como arte, requer uma devoçã o tã o exclusiva, um preparo tã o rigoroso, quanto a obra de qualquer pintor ou escultor; pois o que é tratar da tela morta ou do frio má rmore comparado ao tratar do corpo vivo, o templo do espıŕ ito de Deus? E uma das artes; poder-se-ia dizer, a mais bela das artes! Florence Nightingale, escreveu: Escolhi os plantõ es, porque sei que o escuro da noite amedronta os enfermos. Escolhi estar presente na dor porque já estive muito perto do sofrimento. Escolhi servir ao pró ximo porque sei que todos nó s um dia precisamos de ajuda. Escolhi o branco porque quero transmitir paz. Escolhi estudar mé todos de trabalho porque os livros sã o fonte saber. Escolhi ser Enfermeira porque amo e respeito a vida! Muitos outros enfermeiros e enfermeiras se nã o escrevem no papel tem gravado em seus cora- çõ es o carinho e o amor dedicado ao pró ximo. Na maioria das vezes pessoas adultas ou crianças que passam poucos momentos, alguns dias, ou apenas por uma consulta rá pida e alguns exames, mas que dependem deste profissional que inspira a esperança de uma cura. Em Guaratuba, Ivete Bloch (foto) foi um exemplo de enfermeira que por muitos anos se dedicou ao pró ximo e contribuiu para salvar vidas devolvendo a dignidade e alegria de muitos. Ivete era só cia fundadora do womans club e Trabalhava muito com as gestantes, fazendo palestras e atendendo carinhosamente as jovens gestantes! Muito humana e solı́cita! Atendia a todos com o mesmo sorriso e animava-os a enfrentar a vida! Parabé ns e Obrigado a todos os profissionais de enfermagem! Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Maio 2018 | Nº 48 13

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Festa do Divino Espírito Santo A festa do Divino Espírito Santo, uma história em cada Família A festa do Divino é uma tradição no nosso municıṕ io. Esse ano de 2018, o tema da festa tem como objetivo resgatar a histó ria das famıĺ ias na Festa. Uma amiga de infâ ncia me relatou, sua lembrança: "- Minha mãe pegava a túnica branca na sacristia da igreja centenária, levava pra casa, lavava, passava e deixava impecável para a novena, que saia das nossas casas. No caminho, as crianças andavam na frente, vestidas de anjos, a bandeira atrás, e o povo caminhando pelas ruas com velas decoradas de copos plásticos nas mãos, iluminando caminho. Quando chegavam na avenida as duas bandeiras se encontravam e juntas entravam na igreja centenária. No final da missa, as bandeiras eram levadas pelo moradores para suas casas de onde sairiam para a novena no dia seguinte." Cada Famıĺ ia tem sua lembrança com a Tradicional Festa, Histó rias que emocionaram quem viveu esses dias. Relatos, depoimentos, testemunho de Fé , e preces alcançadas. Este ano, muitas novidades acontecerã o em nossa festa. Entre elas teremos o Concurso de decoraçã o nos comércios e em nossas residências. Convidaremos todos para enfeitar seus lares e suas empresas, de vermelho e branco, cores que representam o Divino Espı-́ rito Santo e a Santıś sima Trindade para receber a Grande Festa religiosa da nossa cidade. Contamos com o apoio dos Devotos do Divino para a realizaçã o de mais uma grande Festa. Que a Luz do Divino Espírito Santo ilumine a todos. Festa do Divino Espírito Santo Priscila e Alessandro Casal Festeiro 2018 06 a 15 de Julho 2018 Casal Festeiro Priscila e Alessandro À Luz da Santíssima Trindade resgatamos a história do Divino nas Famílias. Missionários Redentoristas Paróquia Nossa Senhora do Bom Sucesso Guaratuba - PR 14 Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Maio 2018 | Nº 48

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Os Foliões do Divino e da Trindade no Envio das Bandeiras A Folia do Divino é uma manifestaçã o cultural ainda do Brasil colonial, estabelecida nas primeiras dé cadas do sé culo XIV pela Rainha Dona Izabel (1271-1336), casada com o Rei Dom Diniz de Portugal. Trazida pelos colonizadores, está presente em vá rios estados brasileiros, como Paraná , Bahia, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Maranhã o, Goiá s e Tocantins, onde é celebrada em vá rios municıṕ ios. No Litoral do Paraná está presente em Guaratuba e Paranaguá , sendo uma das tradiçõ es religiosas de enorme expressã o, anunciando a presença do Espıŕ ito Santo. As Romarias conduzem as Bandeiras Branca da Trindade e Vermelha do Divino, e representam as andanças de Jesus Cristo e seus 12 Apó stolos durante 40 dias, levando a sua cruz e a sua mensagem, convidando a todos para a festa. Os Foliõ es que representam os Apó stolos andam em grupo conduzidos pelo "Mestre" que é acompanhado pelo "Contra" e o "Triple", em jornadas pela periferia rural de Guaratuba. Esse grupo percorre as casas, abençoando as famıĺ ias e unindo-se em torno da celebraçã o da festa que se aproxima. Saem em caminhada pelas trilhas, pelas estradas, em barcos, e quando chegam ao local para o pouso, alinham as Bandeiras e descansam os instrumentos num reservado da casa já preparado pela famıĺ ia. Cantam a licença pedindo ritualmente acolhida: "O Divino Espıŕ ito Santo/ Em vossa casa chegou/ Veio vos pedir uma oferta/ Que o festeiro mandou". Numa "salva" que é conduzida por eles (pequena sacola anexa à s bandeiras) depositam seus donativos. Os devotos suspendem nas Bandeiras fitas, fotos, mechas de cabelos, pedidos e agradecimentos feitos com muita fé ao Divino e à Trindade. Numa forma solene de agradecimento cantam a despedida: "Vó s destes a vossa oferta/ E o Divino a recebeu/ Com a vossa fé em Jesus,/ Tereis a bençã o de Deus." Conforme dita a tradiçã o, os Foliõ es do Divino no seu dia votivo - 03 de maio, Dia da Exaltaçã o da Santa Cruz", apó s o recebimento da bençã o dos Padres Roque e Carlos na Missa de Envio que aconteceu antecipadamente este ano, na data de 15 de abril de 2018/Domingo, à s 19:30 horas na Paró quia de Nossa Senhora do Bom Sucesso, marcham para o Cruzeiro fincado, anexo à Igrejinha bicentená ria. Reunidos ao lado do Santo Madeiro iniciam a cantoria ao som da Viola, da Rabeca e ao toque do Tambor. Na comitiva que acompanha os Foliõ es com as Bandeiras, estã o o casal Festeiro Mor acompanhados dos Padres, familiares e devotos, marcando, com este ato, o inıć io da Festa do Divino e da Santıś sima Trindade Ano 2018 que acontece de 06 a 15 de julho pró ximo. Todos estã o convidados para participarem! A esses bravos guerreiros da fé, nossa homenagem! Alessandro e Priscila Festeiros Mor Ano 2018 Revista Voz da Paróquia | Comunhão, Participação e Missão |Ano IV | Maio 2018 | Nº 48 1505

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