Volume 1

 

Embed or link this publication

Description

Vale do Paraíba Paulista

Popular Pages


p. 1

VALE DO PARAÍBA PAULISTA

[close]

p. 2

Este compêndio destina-se a pesquisas Escolares como base de consulta histórica e científica. Um serviço cidadão da nossa Gazeta Valeparaibana

[close]

p. 3



[close]

p. 4

Criação, diagramação, artes gráficas e web designer. Editamos seu jornal, seu livro e seu CD interativo. visite nosso site Solidão, entrega, rotina, saia dessa... Encontre sua alma gema de forma segura e, em um site inteiramente dirigido para a “melhor idade”.. quer sabe pre- servar seus dados e sua identidade. EDITORAÇÃO: João Filipe Frade de Sousa DIAGRAMAÇÃO: Rede Vale Comunicações PUBLICAÇÃO: “Gazeta Valeparaibana” NUMERO DE EXEMPLARES: 3.000 (três mil) Mensagens via telefone para todas as ocasiões, festas, aniversários batizados, formaturas, convites, declarações de amor. Quer surpreender ? - Visite nosso site. EMPRESAS: Conheça nosso CD de interação entre clientes e Funcionários. Trabalhamos também com videomensagens personalizadas. Todos os direitos reservados. Proibida a reprodução. Direitos Autorais redevalecomunicacoes@gmail.com Dados bibliográficos, fontes e imagens no final dos artigos ou no final da obra como complementação IMPORTANTE: Autorizada a compilação em todo ou em parte para trabalhos escolares, sendo que deverão ser indicadas suas fontes ou seja, nome do autor, site de origem e nome do compêndio.

[close]

p. 5

Página 006 009 010 011 012 016 017 019 021 022 023 024 025 026 028 029 030 031 032 034 037 038 039 040 041 042 043 044 045 046 047 048 049 051 052 054 055 056 057 058 059 062 063 064 065 066 Titulo Página Introdução 067 Paraty 068 Caracterização da economia Regional no Vale ra do Paraíba Cone Leste Paulista - suas regiões 071 Vinte mandamentos para o sucesso 073 Vale do Paraíba Paulista 075 Raízes históricas da industrialização do Vale 076 do Paraíba Paulista 080 Agricultura familiar, multifuncionalidade e Tu- 081 rismo Rural 082 Turismo Rural no Brasil 083 Acervo histórico e cultural valeparaibano 084 Manifestações religiosas e Turismo Religioso 085 Nossa Senhora da Conceição Aparecida 086 Santo António de Sant’Anna Galvão 087 A malha ferroviária no Vale do Paraíba 089 A modificação do modelo histórico do Vale 090 Histórico 093 Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul 097 Rio Paraíba do Sul O “Caminho das Pedras” do Paraíba 098 Serra da Mantiqueira 101 Complexo Serra do Mar / Mantiqueira 102 Aparecida do Norte “Cidade e Dados” 104 Arapeí ““ 107 Areias ““ 111 Bananal ““ 113 Caçapava ““ 115 Cachoeira Paulista “ “ 119 Canas ““ 120 Cruzeiro ““ 121 Cunha ““ 122 Eugênio de Melo Distrito e Dados Guaratinguetá “Cidade e Dados” Fazenda Esperança Bibliografia e historiografia de Santo António de Sant’Anna Galvão Igaratá “Cidade e Dados” Jacareí ““ Jambeiro ““ Lagoinha ““ Lavrinhas ““ Lorena ““ Monteiro Lobato “ “ Bibliografia/historiografia de Monteiro Lobato Lobato “Adido Comercial do Brasil nos Esta- dos Unidos. Monteiro Lobato no “D.E.O.P.S” Moreira César “Cidade e Dados” Biografia/bibliografia “O Patrono de Moreira César” Natividade da Serra “Cidade e Dados” Título Serra do Mar APA - Área de Preservação Ambiental da Ser- da Mantiqueira Paraibuna “Cidade e Dados” Pindamonhangaba “ “ Piquete ““ Muita História na História de Piquete Potim “Cidade e Dados” Queluz ““ Quiririm “Distrito e história” Roseira “Cidade e Dados” São Francisco Xavier “Distrito e Dados” São José do Barreiro “Cidade e Dados” Vale Histórico São José dos Campos “Cidade Dados” São Luís do Paraitinga “ “ Silveiras ““ Tropeiros – Interligando Riqueza O “Tropeirismo” como Alavanca do Turismo Histórico no Vale do Paraíba Taubaté “Cidade e Dados” Tremembé ““ Estradas Reais Caminhos do Ouro Caminhos, Capelas e Patrimônio Cultural Folclore na Educação Festas e Folguedos no Vale do Paraíba Festas juninas Parintins (AM) Cidade Amiga da Natureza A Arte Barroca no Vale do Paraíba Mosteiro da Luz “Obra de Valeparaibano” Poesias de Valeparaibanos

[close]

p. 6

6 “ Não têm conta entre nós os pedagogos da prosperidade que, apegandose a certas soluções onde, na melhor das hipóteses, se abrigam verdades parciais, transformam-nas em requisito obrigatório e único de todo o progresso. É bem característico, para citar um exemplo, o que ocorre com a miragem da alfabetização do povo. ” (Sérgio Buarque de Holanda.—Raízes do Brasil) Tão antigo questionamento, quanto atual, em mais de um século de sucessivas ações com a finalidade de Educar o Brasil, esta afirmativa nos leva a repensar as metas e formas do que é Educar mas, certamente, ensinar o “Bê-A-Bá” com certeza, não deverá ser o único objetivo, com a única finalidade de elevar índices e mostrar para o Mundo que o Brasil é um País com um nível de educação social e cívica elevado. Educar é além de tudo formar. Filipe de Sousa Pesquisando sobre educação no brasil, encontrei uma crônica de um cidadão, Sr. Josemar da Silva Martins, que por ser tão atual resolvemos fazer de alguns de seus trechos, parte da introdução deste trabalho, em uma região onde a história, as tradições e a tecnologia se fazem tão presentes e andam de mãos dadas. A maior parte das análises sobre educação geralmente se prende - e de forma bastante pragmática - à questão escolar. Sobretudo agora, quando um discurso renovado empenha todas as faturas, de todos os problemas sociais, na conta da educação, reduzida à idéia de escola. Isso não é novo: diversas vezes em nossa história, a educação foi tomada como a “alavanca do progresso” e reduzida à instrução escolar elementar, ao mero alfabetismo. Esta perspectiva já se anunciou desde a aurora do século XVI, com a Reforma Protestante, quando Lutero e Melanchton defendiam a educação universal e pública, capaz de tornar cada pessoa apta a ler e interpretar por si mesma a Bíblia. Depois, já no século XVII, esta perspectiva se deslocou do campo da religiosidade para o terreno volvido pelas idéias iluministas, que ressaltavam a razão como o grande instrumento de apreensão e interpretação do mundo. E a escola passou a ser defendida com caráter leigo e livre, ao encargo do Estado, devendo se tornar um bem de caráter universal, obrigatório e gratuito (Cf.NUNES, 1994: 91-93). Daí em diante o próprio arquétipo da modernidade sustentado pelo Iluminismo, adotou esta idéia de educação reduzida à escola, e suportada em quatro princípios burgueses: a universalidade, a gratuidade, a leicidade e a obrigatoriedade. Entre nós, desde que a proposta moderna de matriz Iluminista se fez presente, contra um modelo de sociedade tradicional em crise, se discute a importância da educação escolar sustentada naqueles quatro princípios burgueses e a sua vinculação com a idéia de alavanca para o progresso; como elemento modernizador. Desde antigas discussões sobre problemas de integração nacional, da transformação das massas em povo, de conversão dos súditos em cidadãos , de superação de nossas mazelas econômicas ou de enfrentamento do nosso formidável sistema de exclusão social, a educação escolar é erigida como variável modernizadora, o que vai orientar as propostas de universalização da Instrução Primária na América Latina e no Brasil. É por isso que desde fins do século XIX se dissemina por todo o continente Latino-Americano a idéia de que “ a educação é a locomotiva do progresso “ (SAVIANI, 1984: 10), assim continuando a ser durante todo o século XX, e sobretudo agora, na aurora do século XXI. Os discurso de agora parecem reinventar entre nós aqueles das primeiras décadas do século XX que vinculavam educação e desenvolvimento e chegavam ao excesso de tratar os “desescolarizados” como doentes. Assim via o médico Miguel Couto: [ignorância é] não somente uma doença, mas a pior de todas, porque a todas conduz; e quando se instala endemicamente, como na nossa terra, assume proporções de verdadeira calamidade pública. É ela que reduz nosso homem a meio homem, e a nossa população à metade ou quarto da realidade; ela é só ela, é a responsável pelo relativo atraso de nossa Pátria, que não pode sofrer o confronto com as outras (in PAIVA, 1987:28). Não é à toa que se criou neste período o Ministério da Educação e Saúde. Efeitos de um exacerbado “entusiasmo pela educação” (Cf. PAIVA, 1987) e de uma visão sanitarista e higienista que via na educação (escolar) um instrumento de “limpeza”, para eliminar a pobreza de seus vírus mortais: os vírus da ignorância. De lá para cá essa visão reservou para a educação apenas o ambiente escolar e apenas saiu do campo da medicina ou da higiene sanitária, para entrar em outro, o da psicologia, como se pode ver no atual predomínio das pedagogias psi. Mas embora estes discursos tenham sido renovados ultimamente, desde as primeiras décadas do século XX já havia quem deles desconfiasse, como Sérgio Buarque de Holanda, que na década de 1930 já advertia: “ ... Cabe acrescentar que, mesmo independentemente desse ideal de cultura, a simples alfabetização em massa não constitui talvez um benefício sem par. Desacompanhada de outros elementos fundamentais da educação, que a completa, é comparável, em certos casos, a uma arma de fogo posta nas mãos de um cego (HOLANDA, 1995: 166). “ Estamos de volta a este paradoxo. Por um lado educação tem sido reduzida a escola: escolarização, currículo, prédio escolar, professor, aluno... Não já é momento para pensar a educação em termos mais amplos? Já não é tempo de pensar a conexão entre educação e sociedade pautada em outros elementos? Nossos discursos insistem em afirmar que estamos formando a cidadania consciente, crítica e participativa através da escola. Mas parece que as personalidades dos alunos, as suas identidades e subjetividades estão menos carregadas destas frases de efeito do que daquilo que circula na rua, na festa, no tape, no outdoor, na TV. Na verdade há um hipertexto social. A própria cidade é um hipertexto, que vai dotando a educação. E junto com este hipertexto social há algo perigoso que nos assusta cada vez mais, uma espécie de desgoverno com o qual não sabemos lidar; preferimos dar-lhe um outro nome “barbárie social”. As escolas se encarceram ainda mais, suspendem recreios, aumentam suas grades, seus cadeados e também sua guarda. O debate se abre movido a desastres não muito distantes: em Salvador (BA), a morte de duas moças de classe média, em uma escola privada, assassinadas por uma jovem colega; em Juazeiro (BA), um menino de 12 anos que invadiu uma escola pública, de um bairro periférico da cidade, e esfaqueou um colega de mais ou menos a mesma idade... E os exemplos vão se somando - sem contar os exemplos a nível nacional. CONTINUA

[close]

p. 7

CONTINUAÇÃO 7 O debate que se abre culpabiliza mais ainda a escola e acrescenta-lhe novas demandas novas demandas: formar valores, competências, habilidades e de atitudes; aprender a aprender, a fazer, a ser e a conviver. Ou sugere um abandono do público e o encarceramento em condomínios fechados e instituições religiosas (cada vez mais fundamentalistas e intolerantes), com base na suposição de que tudo o que está fora disso é o mau; Acirra-se o apelo moralista-coercitivo, solicitando a ampliação dos aparatos de vigília e punição e a ampliação dos aparelhos militares e para-militares. Já foi o olho de Deus na idade média. O olho do estado na sociedade moderna. O olho da sociedade em seus múltiplos sistemas de conveniência que definem os códigos de pertencimento e as práticas de habitação. Hoje é tudo isso junto, com o suporte de novos aparatos tecnológicos de vigília; micro-câmeras por tudo que é lugar. “Sorria, para sua segurança você está sendo filmado”. E o que sabem sobre minha segurança? Na verdade o que está em jogo é, por um lado, uma falência da escola como dispositivo de governo. Foucault já expôs como as escolas foram produzidas similares às prisões e aos manicômios. Elas nasceram junto com os sistemas de vigília e punição, baseadas em esquemas panópticos (FOUCAULT, 1987) . Seus tempos e espaços foram formatados para o disciplinamento e o controle de corpos e a produção de novas condutas. As relações de violência, que agem forçando, submetendo, quebrando, destruindo e fechando todas as possibilidades e deixando apenas pólo da passividade, como a experiência da palmatória e do castigo, foram substituídas pelas relações de poder disciplinar em que, ao contrário, o “outro” é reconhecido e mantido como o sujeito da ação, fazendo apenas com que se abram campos de respostas, de reações, de efeitos desejáveis, como funcionam, por exemplo, os dispositivos dos direitos e deveres, as faixas de trânsito na rua ou as listas amarelas dentro dos bancos; para produzir não só uma circularidade, mas um “discurso verdadeiro”, ordenador de práticas; para estabelecer uma governabilidade (FOUCAULT, 1997). Ocorre que esta tecnologia de governo na escola já faliu há muito tempo. Tudo o que se faz agora é tentar recuperá-la, fazê-la funcionar novamente. Mas vivemos um tempo de desgovernamentalidade. O tempo do desgoverno. E é isso que nos assusta. E este desgoverno liga-se ao fato de a escola já não ser mais referência de formação. De a sociedade ter entrado em período em que ... Neste hipertexto entram primordialmente agora a cultura do consumo, a alienação, a erotização, a drogadição e a violência que são distribuídas nos espaços públicos, nos eventos de entretenimento, nas festas de inauguração, nas festividades oficiais, nos programas de TV, na programação das rádios AM e Fm, nos barzinhos ... Estes ambientes da liberação são ambientes da prática de um liberalismo que é, na verdade, o formato primordial de nossa democracia (a de mercado). E tudo então vira mercadoria. Inclusive a produção de subjetividades que são cada vez mais fabricadas dentro dos modos capitalísticos (GUATTARI & ROLNIK, 1996) de produção material e subjetiva, cujos braços estão estendidos até o campo da cultura, do consumo, da produção dos desejos, da elaboração de identidades e da satisfação dos prazeres. Este ambiente é o de uma segunda colonização, que passa a dizer respeito à alma, pela distribuição e consumo de novas mercadorias que vendem a varejo os ectoplasmas da humanidade, “ os amores e os medos romanceados, os fatos variados do coração e da alma “ (ADORNO & HORKHEIMER, 1985), virando brinquedos, discos, festas temáticas em escolas, outdoors, as mais-mais das rádios AM e FM, adereços, cadernos, borrachas, roupas, calçados e tatuagens (não apenas essas que vêm em chicletes; todas porém grudam em nossos corpos desejantes e mesmo nos procedimentos institucionais e oficiais). Este é o hipertexto, a extremidade que dialoga com as subjetividades e as refaz. “ É a relação de subjetividade com sua exterioridade - seja ela social, animal, vegetal, cósmica - que se encontra assim comprometida numa espécie de movimento geral de implosão e infantilização regressiva. A alteridade tende a perder toda a aspereza. O turismo, por exemplo, se resume quase sempre a uma viagem sem sair do lugar, no seio das mesmas redundâncias de imagens e de comportamento “ (GUATTARI, 1990: 8). Ambientes e hipertextos que produzem também as erosões no Eros e imensos campos de frustrações que, não raras às vezes, viram armas de guerra. O hipertexto não é somente “uma metáfora válida para todas as esferas da realidade em que significações estejam em jogo” - como quer Pierre LÉVY (1993), ou como quer também Manuel CASTELLS (1999), quando reduz demasiadamente este hipertexto ao espectro das novas tecnologias da informação e da comunicação. Do ponto de vista da educação em sentido amplo, o hipertexto é a própria realidade social e suas esferas de significação. Mas quem está interessado em incluir isso na trama da educação das novas gerações e nas agendas das políticas educacionais e escolares e não-escolares? Acho que é por isso que a escola deve ser repensada. Ela ainda é muito importante na preparação das novas gerações perante o saber formal, especialmente para os excluídos. É ainda um passaporte fundamental para qualquer proposta de inclusão social. Mas se por um lado a escola deve mudar para ser melhor, por outro, é urgente pensar em educação não é somente escola. As condutas das novas gerações já estão hipertextualizadas e multirreferencializadas. Liberalizadas, banalizadas, prostituídas... CONTINUA

[close]

p. 8

CONTINUAÇÃO 8 Enquanto as práticas de governo tentam sua re-instituição na escola pelo uso de novos aparatos tecnológicos, o desgoverno já se instalou em várias esferas do convívio social, ajudado pelas posturas liberais e neoliberais das políticas oficiais. Hoje vivemos na histerese da política, da sexualidade, da estética ... Perdemos os referenciais, os parâmetros; entramos na era da transsexualidade, da transpolítica, da transestética, como nos sugere Baudrillard (1990) ... Estamos no momento da “pós-orgia”. Para este autor a orgia foi o momento explosivo da modernidade; o da liberação em todos os domínios. E o que foi liberado passou para uma esfera de pura circulação infinita. Tudo liberado ai circulando, formando uma órbita, onde tudo fica fadado à comutação incessante, à indeterminação crescente, ao principio de incerteza... E a pergunta é: e depois da orgia, o que faremos? Tentamos ... Tentamos ter certezas, para nos mantermos do lado do bem. O Bem que quer o claro, o explicado, o vigiado e o controlado, enfim a oficialidade branca, e em sua prática maniqueísta tende a criar novas zonas escuras de marginalidade e desgovernabilidade. Por isso não parará de remessar sujeitos à opção do escuro, do inexplicável, do fugidio e do descontrolado. É é isso que o Bem chamará de Mal - já que este, que sempre está do lado do poder, se autoriza sempre a nomear, ou melhor a adjetivar o Outro. Esses são nossos dilemas. E tudo está aí para ser pensado novamente. Fonte: Autor: Formatação www.faced.ufba.br Josemar da Silva Martins e imagens: Filipe de Sousa Para nós da “Gazeta Valeparaibana”, este projeto que estamos apresentando, pode ser considerado de ingênuo, simplista; carregado de passado, carregado de regionalismo. Mas é esse mesmo o caminho que achamos temos de repercorrer. Não se trata de querermos o retrocesso. Trata-se isso sim, de através de nossa história, de nossas singelas estórias e da beleza de nossas cidades e regiões, levarmos o jovem a se debruçar sobre suas realidades, sobre o seu berço, sobre a sua terra, sobre o seu País. Assim, e desta forma, conhecendo melhor seu lugar, sua terra, consiga visualizar alguma atividade ou alguma ação que possa levar a sua fixação e seu desenvolvimento social, seja através de atividades comerciais, artesanais, turísticas ou até mesmo sociais.

[close]

p. 9

9 Iniciamos este Volume 1 do Compêndio (Cone Leste Paulista), com Paraty, pois Paraty foi um marco importante pa- ra o desenvolvimento do Vale do Paraíba e do Estado de São Paulo. A data de fundação de Paraty se apresenta indefinida dado que existem diversas afirmações do ponto de vista de cada histori- CAPELA NOSSA SENHORA DOS REMÉDIOS ador. A data se situa entre as décadas de 1540/1600. A única coisa certa é que o porto de Paraty, foi fundado primeiro que a cidade, a avaliar pela história do ciclo da co- lonização jesuítica, no Vale do Paraíba. Uns falam que entre 1540 e 1560 já existia um núcleo devotado a São Roque no Morro da Vila Velha (hoje Morro do Forte); outros falam do ano de 1597, quando Martin Correa de Sá empreende uma expedição contra os índios “guaianás” do Vale do Paraíba; outros que data de 1600, quando havia um povoa- mento de paulistas da Capitania de São Vicente; e alguns mais que a data é 1606, quando da chegadas dos primeiros sesmeiros da Capitania de Itanhaém. Esta ultima versão é a mais convincente, dado que o modelo de fixação do ho- mem à terra adotado na época, no Brasil, era o sistema de Capitanias hereditárias. Monsenhor José de Souza Azevedo Pizarro e Araújo, no livro Memórias históricas do Rio de Janeiro e Províncias A- nexas à Jurisdição do Vice-Reino do Estado do Brasil, assinalou que a fundação da cidade teria ocorrido “lá pelos anos de 1600 e tantos”. No entanto, pode-se afirmar que no início do Século XVII, além dos índios Guaianazes, já havia um crescente grupo de paratianos, assentados por estes lugares. Por volta de 1640 o núcleo chamado Parati foi transferido para onde ho- je se situa o centro histórico da atual cidade de Paraty, “em légoa e meia de terra entre os rios Paratiguaçu (hoje Pe- requê - Açu) e Patitiba”, doadas por Maria Jacome de Mello. Segundo manuscritos, esta, ao fazer a doação, teria im- posto duas condições: 1 - Que a nova capela fosse feita em homenagem a Nossa Senhora dos Remédios; 2 - Que fos- se guardada a segurança dos gentios guaianazes. Mas, ao que parece e a história nos mostra, só a primeira exigência foi respeitada. O povoamento de Parati estava subordinado à Comarca de Angra dos Reis mas, com o progresso do povoamento, houve uma exigência do povo, por volta do ano de 1660, buscando a sua independência, exi- gindo a elevação do povoado à categoria de Vila. Assim, em 1667, o povoamento foi elevado à categoria de Vila, com o nome de Vila de Nossa Senhora do Remédios de Parati. Convém res- saltar que Paraty foi o primeiro povoamento Brasileiro a ter sua autonomia política decidida por escolha e exigência popular. Paraty teve seu desenvolvimento ligado ao ciclo do ouro. Torna-se um razoável entreposto co- mercial, dada a sua posição estratégica, no fundo da Baia da Ilha Grande, no caminho terrestre que partia de Paraty, subia a Serra do Mar, passava por Guaratinguetá, depois pela freguesia de Piedade (hoje Lorena), vencia a garganta do Embaú e alcançava as Minas Gerais. Este ca- minho era denominado de “Caminho do Ouro da Piedade”. Assim, o seu porto se tornou o se- gundo mais importante do Brasil, por onde era embarcada toda a riqueza mineral oriunda das Minas Gerais (Ouro e pedras Preciosas). Primeiro foi o Ciclo do Ouro onde as riquezas eram transportadas nos lombos dos animais pe- los chamados tropeiros, que desciam a Serra carregados com o Ouro e Pedras Preciosas e a Caminho do Ouro subiam carregados de alimentos que comercializavam pelo caminho. Posteriormente, com o esvaziamento da exploração mineral, esse mesmo percurso era feito transportando Café, no Ciclo do Café do Vale do Paraíba. Esta importância, do porto de Paraty é explicitada no testemunho de Frei Agostinho de Santa Maria, que em seus escritos do Santuário Mariano e Histórico, de 1729, que diz o seguinte: “... que dista do Rio de Janeiro quarenta legoas... mas virá a ser muyto populosa pelo muytro trato e comércio, que nella há... porque é o porto de mar, onde acode a gente de todas aquellas Villas do Certão, como são a de Guaratinguetá, e de Pendà Munhangába, Thaubathé é Jacarehy ... e buscar o necessário como he o sal, o azeyte é vinho, é tudo o mais.”. Com o fim do Ciclo do Ouro, Paraty vai perdendo sua importância mesmo com a advinda do Ciclo do Café que no seu inicio se servia de seu porto para embarcá-lo. No entanto, posteriormente, com a da ferrovia São Paulo Rio de Janei- ro, o mesmo deixou de ser utilizado. Com este golpe em sua economia e a agravante do fim da escravidão, no advento da Lei Áurea, sua economia entrou em colapso, dando-se um êxodo de sua população que de 16.000 habitantes que possuía em 1851, se viu reduzida a apenas “600 velhos, mulheres e crianças”, no final do século XIX. Assim, Paraty se viu decididamente isolada do País, durante muitas décadas. No entanto, o valor histórico e cultural de Paraty é de absoluta grandeza e seu passa- do extremamente importante no desenvolvimento de grande parte do Estado de São Paulo, mais precisamente de todo o Vale do Paraíba e Sul de Minas Gerais, cujo pro- gresso, motivado pelos ciclos do Ouro e parte do Ciclo do Café, deu origem à maiori- a de suas cidades. Paraty soube manter viva a sua história e hoje é um museu a céu aberto. Mais informações: http://www.paraty.com.br/entrepos.htm Calçamento típico de Paraty

[close]

p. 10

10 O Vale do Paraíba foi, pela sua posição geográfica desde os tempos de colonização, jesuíticas até aos bandeirantes, que levando suas bandeiras iam pacificando os índios e descobrindo os caminhos do Ouro das Minas Gerais e de- pois passando pelos tempos de glória e de riqueza do Ciclo do Café, sempre se mostrou uma região, desde seus pri- mórdios, pré-destinada ao sucesso e ao progresso. No entanto, em muitas fazes e épocas sua economia e por conseqüentemente sua importância no contexto Brasil foi bastante afetada e ao mesmo tempo privilegiada. Quanto a sua história, bem como os assuntos anteriores, encontra- remos uma razoável definição, nas páginas seguintes deste compêndio. Nesta matéria iremos abordar a “caracterização da economia regional, seu perfil geográfico e sua di- nâmica populacional” no final do século XX e inicio do século XXI. A população cresceu a um rit- mo de 2,2% a.a. no Vale do Paraíba, entre os anos de l980 e 1998. No ano de 1991, a população ur- bana representava 90,37 % da população regional total; esta proporção era ainda maior no que se refe- re às cinco cidades que apresentavam maior de- senvolvimento in- dustrial, onde chegou a atingir índices de 94,81%. Esses números mostram que o vale é altamente urbanizado, o que se reflete no seu alto nível de de- senvolvimento industrial. Do ponto de vista de desenvolvimento industrial em parte foi muito bom para a região, no entanto, no seu aspecto geográ- fico, o crescimento dessas mesmas cidades não se deu de forma planejada mas sim, de forma a conter as necessidades de alojamento. Assim, hoje é incontestável o esforço das autarquias para resolverem e desenvolverem O Tempo de cada tempo nunca é igual no mesmo tempo do tempo projetos na área de saneamento básico e trata- mento de esgotos industriais e sociais. Também uma outra grande preocupação ambiental, motivada pelo crescimento desordenado das populações é com a preservação do leito do Rio Paraíba do Sul, seus afluentes, rios e ribeirões bem como da mata siliar, de suas margens e arredores. Nos anos de 1990, a exemplo do ocorrido no restante do país notou-se uma redução do ritmo de crescimento das populações locais. Esta desaceleração está diretamente relacionada às condições econômicas adversas, acompa- nho a desaceleração do crescimento do país. Com esta fase social, vieram a prática do controle de natalidade e por conseqüência baixou o numero de filhos por casal. Isto motivado não só por uma campanha nacional promovida pelos Governos Estaduais e Federal mas tam- bém porque se notou nos índices sobre educação uma melhora no nível escolar, aliado ao fato da necessidade da mulher ocupar o seu lugar, no mercado de trabalho. Esta problemática é mais complexa se levarmos em conta que a revolução industrial trouxe para as famílias maior praticidade no seu dia a dia mas, também e acrescida da Globaliza- ção da Economia, maiores necessidades e ambições de consumo. Com isto a mulher não se restringe só a cuidar de filhos, ela é o complemento financeiro capaz de conjuntamente com o marido, fazer face a essa necessidade de con- sumo. Aumentam as vendas a economia cresce, os índices de natalidade baixam mas, aumentam a responsabilidade do Estado que agora, assume na Escola o papel da Família e na sociedade o papel de acompanhamento da evolução social das crianças, especialmente nas classes menos favorecidas, que na ausência da viga mestra da mãe, muitas vezes se vêm abandonadas e expostas a perigos e desvios de conduta. São José dos Campos e Pindamonhangaba foram as duas cidades dentro as mais importantes do Vale do Paraíba que registraram as maiores taxas de crescimento populacional da década de 80, até meados dos anos 90, do século passado, cujo fato ocorre paralelamente com o declínio da produção. Provavelmente estas cidades continuaram a- traindo mão de obra quando o desempenho econômico já não se apresentava tão bom, mas mais em decorrência do seu nível de progresso de desenvolvimento, ou seja, em função do parque industrial instalado, e menos em virtude das condições econômicas reais daquele período. No período mais recente, ocorre um crescimento na produção industrial destas cidades, ao mesmo tempo que apre- senta um crescimento populacional mais elevado que outros suas cidades vizinhas. Segundo os últimos dados dis- poníveis a população de São José dos Campos apresenta um índice de crescimento populacional muito maior que suas cidades vizinhas. Essa tendência de crescimento tem-se vindo a espalhar para todas as cidades do Eixo Indus- trial do Vale do Paraíba. Apesar da região ter passado a atrair um menor numero de pessoas na década de 80, aquelas que se direcionaram para o Vale, fixaram-se preferencialmente nas maiores cidades. Os demais municípios da região apresentam um sal- do negativo de migração, o que significa maior saída de pessoas desses locais do que entrada. Neste inicio de século, no entanto, ocorreu uma mudança significativa neste movimento demográfico; os municípios que vinham expulsando pessoas, passaram a atrair, fenômeno que podemos associar diretamente com o dinamismo econômico verificado nestes primeiros anos do Século XXI, especialmente em alguns municípios, que nem sempre acompanharam as oscilações da economia regional, estadual ou nacional.

[close]

p. 11

11 Alem de ser uma das regiões economicamente mais ricas do país, o cone Leste Paulista apresenta um enorme potencial tanto para a implantação de novas empresas como no desenvolvimento de seus próprios recursos; rico em turismo, exuberante beleza natural, águas minerais reconhecidas mundialmente por suas características farmacológicas, seu belo e preservado litoral, que além das praias continentais nos presenteia com o Arquipélago de Ilha Bela; uma história riquíssima em seus detalhes, com enorme influência no progresso do Brasil e duas maravilhosas e preservadas montanhas, a Serra do Mar e a Serra da Mantiqueira. Seu clima é temperado em quase todas as regiões e tem no seu bojo duas cidades, consideradas como as de melhor clima e qualidade de vida do Mundo; Campos do Jordão, na Região Serrana e Atibaia, na Região Bragantina. Tecnologicamente abriga nas cidades de São José dos Campos e Taubaté, um parque industrial de alta tecnologia sendo que São José dos Campos, uma de suas principais cidades, além de suas industrias de ponta, faz parte do ranking nacional das melhores cidades em qualidade de vida onde, São José dos Campos ocupa o 9º lugar. As regiões e seus destaques: REGIÃO VALE DO PARAÍBA PAULISTA (Volume 1) O Vale do Paraíba Paulista, cuja maioria de suas cidades se encontra constituída ao longo da Rodovia Presidente Dutra, que interliga os dois maiores pólos industriais brasileiro São Paulo / Rio de Janeiro e que na sua história foi um caminho obrigatório para Jesuítas e Bandeirantes. Hoje se apresenta como um caminho obrigatório para o transporte do desenvolvimento tecnológico e industrial do Brasil. Além de todas estas qualidades é uma região abraçada por um lado a Serra da Mantiqueira e pelo outro a Serra do Mar, além de ser banhada e refrescada pelo seu rio o Rio Paraíba do Sul, além de muitos outros rios e ribeirões de tão grande importância, como. REGIÃO SERRANA DA MANTIQUEIRA A Região Serrana da Mantiqueira que nos primórdios da história do Brasil foi o acesso para as Minas Gerais, dos Bandeirantes e exploradores Brasileiros, nos oferece uma natureza esplendorosa e um dos melhores climas do mundo; A Serra da Mantiqueira que poderá ser conhecida e apreciada de perto não só pela rodovia de acesso a Campos do Jordão, saindo da Rodovia Presidente Dutra, mas também, pelo trenzinho Pindamonhangaba/Campos do Jordão, que sulca a serra, apresentando ao viajante sua maravilhosa fauna e flora, que quem tiver a oportunidade de conhecer, jamais esquecerá. LITORAL NORTE PAULISTA (Volume 2) O Litoral Norte Paulista, berço da Região Leste do Brasil, porta de entrada de seus descobridores, catequizadores e desbravadores, nos apresenta praias maravilhosas, algumas totalmente virgens e um conjunto de ilhas, na sua maioria intocadas, que formam o Arquipélago de Ilha Bela, que no seu mais alto deslumbre nos propicia uma aproximação com as belezas naturais que confortam o maior dos esforços, no deslocamento. REGIÃO BRAGANTINA Devido ao seu fácil acesso, propiciado por uma rede de boas Rodovias e, ao seu acentuado relevo, a Região Bragantina está se tornando uma das regiões turísticas mais visitadas do Estado de São Paulo e do Brasil. Rica em estâncias hidrominerais, uma das Vegetações nativas mais preservadas do Brasil, Lagos, Represas, trilhas, etc. Tecnologicamente diversas industrias dos mais variados setores, tais como calçados, móveis, autopeças, pré-moldados, etc. também têm escolhido esta região em virtude do fácil acesso rodoviário e de seu clima temperado, onde se pode aliar qualidade de vida e desenvolvimento. Dentre as suas cidades mais conhecidas pelo turismo internacional podemos destacar Águas de Lindóia e Serra Negra, no entanto, quase todas as cidades que compõem esta região estão ligadas á água e ao lazer. Região rica em águas, faz parte da bacia hidrográfica do Paraná e seus principais rios são o Rio Jaguaribe e o Rio Atibaia. REGIÃO ALTO DO TIETÊ Esta região recebeu seu nome por ter em seu bojo a nascente do Rio Tietê e por ele serem banhadas a totalidade de suas cidades. O Rio Tietê é responsável não só pela alimentação hídrica de 95% de seus municípios como também pelo abastecimento de água potável para a grande metrópole São Paulo, capital do Estado de São Paulo. Por sua estratégica localização, seu crescimento se deu com a chegada da Família Real à região da hoje Bragança Paulista, bem como de outros posteriores imigrantes, Ingleses e japoneses, que tornaram a região conhecida por sua agricultura. Posteriormente foi chegando a era industrial e grandes indústrias foram-se se espalhando por seu território, que também dispõe de ótimas Rodovias de escoamento tanto para a produção agrícola como para a produção industrial. Suas principais cidades são Arujá e Mogi das Cruzes. RESERVADO PARA PATROCÍNIO

[close]

p. 12

12 1 - ORGANIZAÇÃO: Quantas vezes já nos vimos perdidos nos nossos afazeres diários, papel que não se encontra, recado perdido, anotação que não sabemos onde está, etc. etc. . Se isto já aconteceu consigo é bem provável que você esteja precisando urgentemente de uma reengenharia em sua vida e em seus métodos de trabalho. A desorganização é o caminho mais curto para o insucesso profissional e pessoal, atalho seguro para o desperdício de tempo. Evite a bagunça generalizada em seu local de trabalho, em sua casa, no seu automóvel, enfim, na sua vida. Nunca coloque alguma decisão de lado se você pode dar procedimento imediato. Livre-se de objetos e papeis inúteis. Se necessário organize seus papeis por assunto, em pastas, num arquivo próprio, de fácil acesso e de limpeza impecável. Afinal de contas, se você não é capaz de organizar seu local de trabalho, como poderá organizar uma empresa como um todo? 2 - UMA COISA DE CADA VEZ: Querer fazer várias coisas ao mesmo tempo é a melhor forma de nada sair prefeito e a imperfeição dos atos e ações é o caminho mais curto para o insucesso. Prefira a concentração, focalizando e desenvolvendo um trabalho ou uma tarefa por vez. Priorize os assuntos e os trabalhos a desenvolver. Faça uma agenda e cumpraa integralmente não deixando que nada interfira ou atrapalhe o seu desenrolar. Saiba priorizar adequadamente os assuntos. A melhor forma de executar tarefas com elevado grau de eficiência é sem dúvida, concentrado e dedicando atenção exclusiva a cada uma delas. Ao ter que tomar uma atitude, solucionar um problema ou direcionar um esforço, faça-o com total e absoluta concentração, analisando a fundo cada detalhe da situação, pesando e medindo as causas e efeitos de cada medida, afim de que a solução adotada seja a melhor, no momento certo e sem os sucessivos adiamentos que, em geral, acabam lhe sendo muito prejudiciais pessoal e profissionalmente falando. 3 - ANOTE, NOTE E COBRE: A melhor forma organizacional é e sempre foi a agenda, seja ela de papel ou eletrônica. Hoje a tecnologia já nos facilita bem o trabalho e a comunicação em rede facilita e muito o trabalho não só o pessoal como também o organizacional em empresa, na relação secretária e chefe. Experimente anotar tudo o que você precisa fazer, escalonar horários no dia a dia, cumprir com o determinado e cobrar de quem tiver que cobrar, em tempo hábil. Use diversas cores para assinalar cada item, grifar pendências, etc.. Para quem não está acostumado, o início é sempre difícil e complicado, mas rapidamente a pessoa perceberá que trabalhar de forma organizada, otimizando o tempo disponível, fará seu trabalho render muito mais e alcançar melhores resultados, aumentando a sua eficiência. 4 - COISA INUTIL E VELHA É NO LIXO: Se você é daqueles indivíduos que adora colecionar e guardar indefinidamente tudo o que lhe vem às mãos, está mais do que na hora de uma faxina geral tanto em sua mesa, escritório, carro, como em seus métodos de trabalho ou forma de vida. Descarte objetos e papéis sem utilidade. Não existe em se desfazer de entulhos que só servem para atrapalhar seu dia a dia. Adote o sistema de pastas/arquivos para guardar o que realmente é importante e poderá ser utilizado em consultas futuras, mas, devidamente classificados por artigos, categorias e datas. E o principal de tudo, procure se desfazer de métodos antigos, concepções ultrapassadas e velhos conceitos. Atualizese. Cuidado... ficar muito preso a coisas, experiências e fatos do passado pode ser muito perigoso. 5 - AGORA NÃO... DEPOIS: O caminho mais curto para o insucesso e uma das maiores causas de improdutividade de Empresas e pessoas é a tendência de adiar tarefas, ações e decisões. Esse costume se encontra presente na maioria das Empresas, em maior ou menor grau, gerando perda de oportunidades, de tempo e de dinheiro. Toda a ação, decisão ou atividade adiada (quando se apresenta a possibilidade de sua resolução imediata), acaba provocando ou a perda da oportunidade de negócios, ou o acumulo futuro de trabalho e por conseqüência mais problemas e possibilidades de desorganização. A ciência está em agir rápido, mas sem pressa, com atitudes bem pensadas e ações coordenadas. O melhor procedimento é o disciplinado, fazendo as coisas no momento oportuno e adequado, utilizando-se bem a seqüência por ordem de prioridades. Programar suas ações (agendando-as) por ordem de prioridades e cumprindo o planejado em seus prazos e conteúdos. 6 - OS PEPINOS DE SUA HORTA: Quanto maior a horta e mais bem tratada, maior é a possibilidade de obtermos maravilhosos pepinos e em quantidades satisfatórias. Ao invés das pedras do caminho eu colocarei os pepinos de sua estrada como os obstáculos de nossas vidas. As tarefas e as atitudes complicadas sempre devem merecer de nossa parte prioridade na análise e muita atenção bem como uma pronta atitude na sua resolução. Muitas vezes, em virtude do seu grau de complexidade elas deixam de ser encaradas e resolvidas como merecem. No entanto, quanto maior a gravidade mais prioridade devemos dar e mais atenção dispensar. Quanto maior o problema mais coisas ele envolve ou pode envolver e se não resolvido de imediato poderá nos trazer muitas dificuldades e perdas posteriormente. A primeira medida para resolver um pepino é conhecê-lo em pormenores, para isso teremos que reunir o maior numero de dados e informações confiáveis sobre ele. Antes de tomar qualquer atitude reúna todos os dados e detalhes desse pepino. Pesquise a fundo e em pormenores todos os estágios e detalhes desse problema, pois só assim terá embasamento para a melhor solução. Assim como você não come o pepino (vegetal) inteiro, também esse problema, para facilitar a digestão deverá ser seccionado, dividindo as tarefas complexas em tarefas menores, e assim ir resolvendo parte por parte, na sua totalidade, até à sua completa degustação. Portanto sempre se lembre que a melhor maneira de comer um elefante é aos poucos, por isso, não queira resolver grandes problemas de uma só vez. No entanto, nunca espere por uma inspiração para a tomada da iniciativa. Encare o problema imediatamente pois esperar o melhor momento só tende a piorar a situação, o que poderá comprometer a boa solução do mesmo. 7 - A PERFEIÇÃO PERFEITA E A POSSÍVEL: A melhor forma de não acabar um projeto é querer a perfeição absoluta. Quantos entre nós deixamos de concretizar um projeto, por desejarmos o projeto ideal. Nunca nos contentando com o possível e com isso acabamos ficando só na intenção. O ideal ou a perfeição desse ideal é o possível. O desejável esse sim é o realizável. Na no sonho humano é impossível, mas ficar apenas deglutindo o sonho é o caminho mais certo para a frustração. Procuremos realizar as coisas que estão ao nosso alcance, sem perder de vista o grande sonho e nunca deixando de ter o pé fixo e firme na realidade e o pensamento nas nuvens. Desta forma não perderemos a vontade de ir além, mas também não deixaremos de caminhar em sua direção. Quem de nós não tem um sonho na incubadora? Pense nisto e comece a agir agora mesmo, neste preciso momento. CONTINUA

[close]

p. 13

CONTINUÇÃO 8 - MEMÓRIA BOA EU TENHO... MAS ÁS VEZES EU ESQUEÇO: Neste mundo informatizado e globalizado, a quantidade de informações que freqüentam o nosso dia a dia, é algo bem grande. Estamos on-line com tudo e com todos e, a todo o momento nos chegam novas informações chega via rádio, telefone, internet, televisão, etc. Essa avalanche de informações e mais as atividades programadas para o dia, nos impede de guardar na memória todos os dados importantes de que necessitamos para o nosso bom desempe- nho profissional. Assim, a única e mais eficaz forma de guardar é anotando. Anotar significa preservar a exatidão das informações. Manter as coisas anotadas, devidamente organizadas, datadas e explicadas, reduz e muito o risco de dúvidas, conflitos e prejuízos no futuro. Tudo o que nos é, parece ou pode vir a ser útil em nossa carreira ou até mesmo em nossa vida, deve ser anotado. Novamente aqui sugerimos um bom arquivo informatizado ou na sua falta uma agenda mas, descartamos folhas de papel, pois as mesmas podem ser extraviadas e com elas as informações contidas. 9 - SEJA CLARO E OBJETIVO EM SEUS COMUNICADOS: Quando escrevemos algo, seja uma carta comercial ou um memorando, devemos tomar alguns cuidados para que a mensagem seja bem entendida. Em primeiro lugar a clareza e a objetividade são itens prioritários para o seu conteúdo. Escrever com clareza e de forma apropriada, é a melhor forma da certeza de um bom entendimento, Não economize pontos e parágrafos, pois frases muito longas, cheias de virgulas, tornam o texto cansativo e de difícil compreensão. Erros de português são inadmissíveis. Palavras com du- plo sentido ou vagas não devem fazer parte de seu vocabulário escrito e tanto quanto o possível evite palavras ame- ricanizadas, ou de outra língua que não o português. 10 - FALAR E SE EXPRESSAR É MAIS FÁCIL DO QUE IMAGINAMOS: O maior impedimento para um pronunciamento em público é o medo. Muitas pessoas sentem dificuldades de falar em público, porque não têm idéia de como é fácil e prazeroso se expressar. O primeiro mandamento para sua intervenção ser um sucesso é antecipadamente fazer um roteiro dos assuntos que deseja abordar. Mas, cuidado, não escreva todo o discurso, pois dessa forma acabará por fazer uma leitura, o que irá tirar todo o brilho do pronunciamento. Apenas anote os tópicos, os itens que deseja abor- dar, deixando o seu desenvolvimento para o improviso, no momento da explanação. Desta forma sua fala será mais natural, terá um cunho mais espontâneo e por isso com mais autenticidade. Na hora de iniciar sua explanação, respi- re fundo, cumprimente os presentes, sempre pela ordem de importância, relaxe, inclua no seu semblante a simpatia, fale devagar, pronunciando as palavras por inteiro, tendo sempre o cuidado de não “comer” nenhuma sílaba. Um boa forma de treinar sua fala e pronúncia é, atravessando um lápis na boca, entre os dentes superiores e a língua. Não use palavras vulgares que possam causar algum transtorno ou apresentar desrespeito aos presentes. “roupa suja se lava a sós, em particular, nunca em público”. Outro vício que devemos evitar é o excesso de gesticulações. è preferí- vel abusar das palavras do que dos gestos. Numa palestra ou em um pronunciamento, além de tudo o atrás tratado devemos ter em conta o cansaço e a monotonia. Assim, é regra que toda a palestra deve ser administrada. Use sem- pre o bom humor, antes e após, os assuntos que quer marcar. Não abuse de piadas a regra manda que ao serem in- cluídas, por exemplo num pronunciamento de 1 hora, sejam incluídas no máximo 3 (três) piadas. Uma leve e curta após os cumprimentos iniciais, para descontrair, outra no meio mas cujo assunto tenha a ver com o tema tratado e a outra no final, na despedida, que pode ser mais descontraída. 11 -TUDO O QUE EXISTE NO MUNDO NASCEU DE UMA SIMPLES IDÉIA: Segundo “Ruth Noller”, as mentes são co- mo pára-quedas; só funcionam se estiverem abertas. Em todos os setores o pensamento deve estar aliado ao traba- lho ou seja devemos fazer com que nossa cabeça trabalhe tanto ou mais que nossos braços. Boas idéias são como pedras preciosas loucas para serem incrustadas em algo que lhes mereça acolher. Ou seja, boa idéias valem ouro. São como inspirações e as melhores, na maioria das vezes vêm em horas de absoluto relaxo e descontração. Por isso não devemos nunca de deixar de anotar, nem que seja um simples rascunho para mais tarde ser melhor defini- do. No entanto, não devemos nunca deixar de sempre estar buscando novas idéias, novos caminhos, novas solu- ções. Leia bastante e estimule a leitura entre seus funcionários, colegas ou até mesmo amigos de final de semana. Saiba escutar e observar experiências particulares e profissionais, entre as pessoas de sua roda de convivência diá- ria ou eventual. Sempre mantenha o hábito de levar a fundo qualquer assunto. Superficialidade e o caminho mais curto para o erro. Desenvolva a curiosidade, buscando descobrir o porquê dos fatos, suas causas e efeitos. Faça perguntas, esclareça todas as suas dúvidas. Troque idéias com pessoas mais experientes. Amplie seu circulo de a- mizades. Participe mais e mais das atividades sociais em sua comunidade. Seja um amigo da Escola. Seja sempre otimista a negatividade além de ser anti-social só atrapalha a ordem natural das coisas. Sonhe alto e nunca menos- preze uma idéia por menos importante que lhe pareça, pois com isso poderá estar jogando fora a maior oportunidade de sua vida. 12 - SONHANDO E REALIZANDO: Mais vale uma idéia razoável colocada em prática do que uma grande idéia mofan- do em sua gaveta ou incubada em seu pensamento. Criar, imaginar situações, projetar ações e fixar metas, é na rea- lidade a forma de atingir objetivos. Mas melhor ainda, é fazer, trabalhar e tornar real o projeto. O pior inimigo de uma boa idéia e a inércia e a falta de iniciativa. O criar e projetar, tem que, em sua seqüência ter a ação. Se você acredita no seu projeto, planejou, conferiu possibilidades, não tenha medo de seguir em frente e concretizá-lo. Mergulhe de cabeça, tenha fé pois se bem planejado e as etapas seguidas á risca, se você se entregar de corpo e alma o sucesso será garantido. Tudo o que é feito por amor e por gosto, sempre dará certo. Apóie-se no que há de melhor em você e concentre-se naquilo que você sabe fazer melhor que ninguém. Esqueça eventuais deficiências que todo o individuo tem. Esta é a chave do sucesso. Uma outra forma infalível é não querer fazer tudo de uma vez só. Crie etapas, come- ce dando os primeiros passos e passo ante passo vá direcionando o caminho, subindo os degraus, assim, você terá tempo de acertar o que não está funcionando a contento e redirecionando seu empreendimento. O risco faz parte. Por isso não tenha medo de correr riscos, pois só assim você arriscará uma grande recompensa. Procure se afastar de quem, não tendo o que fazer ou então se deixa levar por suas frustrações, vive colocando defeitos nas coisas de quem faz. Tenha personalidade e idéias próprias e saiba distinguir palpites furados de opiniões coerentes. Fuja da acomodação, afaste-se do imobilismo, seja sempre insatisfeito, procurando melhor o que já está bom. Assim, alcan- çará a felicidade. CONTINUA

[close]

p. 14

CONTINUAÇÃO 13 - VALORIZE SEU LAZER E SEU PRAZER: Vivemos num mundo muito atribulado, complicado, tenso, competitivo, num mundo de muitos afazeres e poucos lazeres. Agora com o celular, até as mais simples horas de privacidade por vezes nos são roubadas. A rotina é massacrante e cansativa. Mas, no meio desta rotina de seu dia a dia você necessita encontrar um tempo para o seu merecido descanso. O físico e a mente necessitam de oportunidades para refazer a energia consumida no seu dia a dia. Pessoas agitadas, tensas e nervosas, jamais conseguirão produzir com eficiência. Seja em casa, na escola, ou no trabalho, precisamos aprender a dar um tempo para nós mesmos. Nos dias de hoje, é bastante comum as pessoas venderem as suas férias mas, elas não têm idéia do crime que elas estão cometendo com elas próprias. Precisamos relaxar, descansar, espairecer, sair da rotina. Afinal temos apenas uma vida e ela merece ser vivida em toda a sua intensidade. O trabalho a busca da realização fazem parte dela sim mas, também temos o direito e a obrigação de desfrutar dos prazeres que ela nos proporciona. O Executivo e a máquina de picotar papeis. Um jovem executivo estava saindo do escritório quando vê o Presidente da Empresa em frente à máquina de picotar papeis, com um documento na mão. - Por favor - diz o Presidente. Isto é muito importante e minha secretária já saiu. Você sabe como funciona esta máquina? · Lógico ! - respondeu o jovem executivo. Ele liga a máquina, enfia o documento e aperta o botão. · - Excelente ! Muito obrigado - Agradece o Presidente · - Eu preciso só de uma cópia. 14 - PERSISTIR E NUNCA DESISTIR: O imediatismo é irmão gêmeo do fracasso. Uma caminhada interrompida ao primeiro fracasso ou problema demonstra, tão somente, que o andarilho jamais chegará a lugar algum. Pois é fraco, medíocre e covarde. A persistência é uma virtude de poucos, por isso também são poucos pos que alcançam o sucesso. Vencem porque acreditam, vão em frente e ultrapassam qualquer obstáculo, corrigindo rumos e refazendo estratégias, consertando erros mas desistindo jamais. Tudo na vida para ser bem sucedido precisa de um tempo. Nada cai do céu. Tudo é fruto do trabalho, da fé, da dedicação e da persistência. Parar no meio do caminho é pior do que nunca começar. Desistir de um objetivo é desperdiçar energia, jogar fora a esperança, desacreditar do sonho, perder a confiança em você mesmo. Nunca perca de vista o seu sonho. Jamais abandone suas idéias. Enfrente as dificuldades com coragem, ousadia e perseverança. Quem se deixa abater diante de qualquer obstáculo é porque nunca experimentou o sabor da vitória, especialmente aquelas que mais dificuldade e trabalho lhe deram. 15 - PESQUISE, APRENDA, BUSQUE CONHECER MAIS: No mundo atual a dinâmica é tão frenética, que a ninguém é dado o direito de se achar sabedor de todas as coisas e quem assim pensa está verdadeiramente enganado. Quem pensa dominar por completo determinado assunto, pode-se surpreender no dia seguinte com alguém que se mostra mais conhecedor da matéria. Esta é a vida nos dias de hoje, da era moderna. Onde ninguém está a cima de ninguém. Por isto, a necessidade de buscarmos, continuamente, o aperfeiçoamento de nossos conhecimentos e habilidades. Livros, palestras, buscas na Internet, são absolutamente necessárias para quem almeja o crescimento pessoal e profissional. Nunca foi tão atual aquele velho ditado “Quanto mais eu sei, mais sei que não sei...”. Nossos concorrentes estão cada vez mais fortes, mais arrojados, eficientes e criativos. E nós, o que estamos fazendo para enfrentar essa realidade? É preciso descruzar os braços, arregaçar as mangas e ir à luta. Encarar o desafio, superar dificuldades, usar a cabeça. Estabelecer um diferencial em relação aos demais, agregar valor a nossa idéia, buscar uma melhor eficiência. Esta é a lei da selva, o jogo da vida, a regra do mercado, em que só os mais fortes e mais bem capacitados vencerão. 16 - TENTE QUANTAS VEZES FOR NECESSÁRIO: Nunca tenha medo de errar. Um erro nada mais é do que uma nova oportunidade para se acertar. Errou, tente novamente. Corrija as falhas, refaça os cálculos, revise os métodos e vá em frente. Busque o certo com mais eficiência. O mundo em que vivemos não admite mais pessoas excessivamente passivas, que cruzam os braços, entregam na mão de Deus e ficam esperando as coisas acontecerem. A felicidade precisa ser conquistada, dia após dia, minuto após minuto, por quem tem a coragem de arriscar. Tente quantas vezes for necessário para alcançar seus objetivos. Tenha o hábito de não se furtar a participar de tudo o que acontece à sua volta. Seja para dar uma opinião, prestar um esclarecimento, ou tomar uma opinião. Quem fica alheio a tudo e a todos, não assume responsabilidades mas, também jamais será reconhecido ou valorizado. Desça do muro, tente de novo e comece a escalar os degraus do sucesso. 17 - GARRA, ENTUSIASMO E PAIXÃO: O desânimo, a preguiça, a indiferença e a apatia são os alicerces ideais para a construção de uma majestosa obra: “O Palácio dos Fracassados”. Uma obra grandiosa, vitoriosa, bela e agradável, só pode ser erguida com garra e entusiasmo. Não podemos apenas gostar do que fazemos. Precisamos ser apaixonados pelo que fazemos. Fazer tudo com fé e a certeza do sucesso. Otimismo e amor também deverão ser ingredientes constantes em sua vida. Só assim seremos capazes de edificar CONTINUA

[close]

p. 15

CONTINUAÇÃO uma grande obra. Cuidado para não se deixar influenciar pelo pessimismo dos derrotistas. Prefira a companhia de pessoas vitoriosas, que irradiam entusiasmo, confiança, sinceridade e alegria. E tenha absoluta confiança de que se você tudo fizer com paixão, vencerá todas as dificuldades e será muito feliz. 18 - CALAR E SABER OUVIR: Ás vezes é necessário nos fazermos de bobos, calarmos, ouvirmos e pensarmos. Na vida, por vezes, nos deparamos com situações em que temos que dançar conforme a música. Num mercado globalizado e amplamente competitivo e exigente, no caso de nossa vida profissional é o cliente que dá o tom. Por vezes ouvindo, poderemos nos aperceber das necessidades do cliente e assim, enquanto ouvimos vamos desenvolvendo uma forma de o atender em suas necessidades, ajustando nossas proposições. Precisamos fazer de tudo para atender as expectativas de quem se dispõe a comprar nossos produtos ou serviços. Arrumar um diferencial. Hoje não mais se apresenta tão importante o fator preço. Por vezes um pequeno agregado ao serviço aumenta seu valor que comparado ao diferencial do preço do concorrente, para menos, pode nos dar o pedido. Na parte pessoal, atentar para as criticas e sugestões é um passo muito importante no nosso relacionamento com colegas, amigos e familiares. Saber escutar os outros é sinal de sabedoria, demonstrando que você não se considera o único dono da verdade, mas que também sabe reconhecer as opiniões e as crenças dos demais. Falar demais pode trazer para os nossos relacionamentos mais prejuízos do que lucros. A FORMIGA E O ELEFANTE Todos os dias as formigas construíam seu formigueiro e o elefante todos os dias pisava destruindo seu trabalho. Essa rotina repetia-se todos os dias, até que uma formiga teve uma idéia: - Vamos ficar em cima daquela árvore e quando o elefante passar e pisar em cima do formigueiro atacaremos todas de uma só vez. No dia seguinte conforme o combinado, quando o elefante passou, juntas atacaram o elefante... de uma só vez caíram em cima dele. O elefante sacudiu-se com toda a sua força e, as formigas caíram no chão. Somente restou uma agarrada a seu pescoço. Então, as outras formigas de lá do chão gritaram em uma só voz: Enforca !!! Enforca !!! Enforca !!! 19 - ARRUME AS MALAS. CHUTE O BALDE: Esteja preparado e disposto a mudanças. O mundo é uma bola e está em permanente mutação. Os conceitos mudam, as pessoas mudam, a realidade de hoje não é a mesma de ontem nem será a de amanhã. Tenha consciência disso e eduque seu comportamento, adaptando-se às necessidades de mudança de crenças e de vida. Quem insiste em não aceitar o novo, o moderno, a tecnologia, o atual, permanece no passado e isolado da realidade. Não evolui, não progride e geralmente vive criticando o sucesso de quem faz as coisas acontecerem de forma inovadora. Buscar novas fontes de informação é uma dica para quem quer evoluir e para quem busca o sucesso. 20 - SEJA COMPANHEIRO E AME QUEM LHE É PRÓXIMO: Nos caminhos de nossa vida, tudo pode ser refeito. Mas, na nossa vida profissional e pessoal temos que levar em conta a influência que a família tem em nossa caminhada. Nos apoiando, cuidando e motivando as nossas ações. Família, amigos, colegas, até concorrentes devem merecer nossa atenção e cordialidade. Ninguém vive sozinho e muito menos consegue o sucesso sozinho. Nenhum caminho é longo de mais quando um amigo nos acompanha. Praticar o companheirismo só nos ajudará a ter sucesso tanto na vida profissional como na vida pessoal. Procure ser aquele companheiro verdadeiro, que incentiva, que ampara, encoraja, ajuda e orienta. Um parceiro sempre presente e aberto, sempre indicando a melhor direção a seguir, tanto na época das vacas gordas como nos momentos mais difíceis. Procure transmitir sempre otimismo, segurança e coragem a quem almeja o sucesso. E comemore o sucesso conquistado. A alegria comemorada, valoriza a conquista, realça o mérito e encoraja o vencedor a enfrentar novas batalhas. Seja solidário... Seja feliz. Filipe de Sousa Para palestras agende: redevalecomunicacoes@gmail.com

[close]

Comments

no comments yet